Com base no Portugal Digital
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quarta-feira, 27 de abril de 2016
Literatura: Angola cria sua academia de letras
Com base no Portugal Digital
quarta-feira, 13 de abril de 2016
Telecomunicações: Cabo submarino Angola-Brasil começa a ser construído
Leia também:
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- Angola e Brasil vão se interligar via cabo submarino
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quarta-feira, 23 de abril de 2014
Angola ganha jornal cultural na internet
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
TV Digital: Angola opta pelo sistema nipo-brasileiro
Em declarações à imprensa, o diplomata garantiu que o projecto já foi aprovado pela organização internacional de telecomunicações, estando apenas a espera do aval do Executivo angolano para o seu arranque, o que na sua óptica, deverá acontecer em 2012. Disse que este sistema é o mesmo utilizado no Brasil, também instalado pelo Japão, e representa o que de mais avançado há em termos de tecnologia de ponta, na emissão de televisão.
O sistema de televisão digital nipo-brasileiro, denominado ISDB (Serviço Integrado de Transmissão Digital Terrestre) é apontado como o mais flexível de todos por responder melhor a necessidades de mobilidade e portabilidade. Trata-se da evolução do sistema DVB-T usado pela maioria dos países do mundo, e que vem sendo desenvolvido desde a década de 70 pelo laboratório de pesquisa da rede de TV NHK.
Especialistas consideram o sistema altamente versátil. Além de enviar os sinais da televisão digital ele pode ser empregado em diversas actividades, como: transmissão de dados; receptor para recepção parcial em um PDA e em um telefone celular; recepção com a utilização de um computador ou servidor doméstico; acesso aos sites dos programas de televisão; serviços de actualização do receptor por download; sistema multimédia para fins educacionais. O embaixador não avançou o custo de projecto, mas confirmou que, de um modo global, não é muito oneroso.
sábado, 17 de dezembro de 2011
Angola e Brasil vão se interligar via cabo submarino
A Telebras anunciou nesta sexta, dia 16, um acordo com a Angola Cables para o lançamento de um cabo submarino entre o Brasil e Angola, com terminações respectivamente em Fortaleza e Luanda. São 6 mil km de cabos, ópticos, que devem ser instalados no primeiro semestre de 2014. A contratação dos fornecedores deve acontecer em março. Telebrás estima em cerca de 80% o custo de operação. Vale lembrar que a Angola Cable chegou a negociar com a Oi, no começo de 2011, um projeto semelhante.
A parceria é parte da estratégia da Telebrás de ter uma rede de cabos submarinos ligando o Brasil à África, Europa e Estados Unidos.
GVT pensa em conectar Brasil com os EUA via cabo
A empresa francesa GVT possui um projeto de rede submarina que interligará a costa brasileira aos Estados Unidos (EUA). Ainda não há definição se a interligação se dará por meio do uso de links internacionais já estabelecidos, consórcios com outras empresas ou pelo lançamento de um backbone transnacional próprio. |
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Empresas de comunicação do Brasil e de Angola preparam parceria no segmento de relações públicas.
A empresária brasileira de comunicação Silvana Destro, da S.Destro Comunicação, embarca nesta semana para Luanda, onde vai formalizar parceria com a empresa angolana Etnia Comunicação.
O objetivo é buscar novos negócios, a partir do desejo angolano de se inserir globalmente, inclusive no item Relações Públicas, de acordo com assessoria da empresária.
Um dos primeiros resultados desta parceria será a produção do Anuário de Negócios & Oportunidades/2012, que deve circular em novembro próximo.
“Estamos no mercado há 12 anos e a associação com a brasileira S. Destro Comunicação vai nos proporcionar um trabalho qualitativamente mais rico e atraente”, segundo o proprietário e administrador da Etnia-Comunicação, Victor Aleixo.
“Nós vamos levar para Angola quase 20 anos de experiência em comunicação corporativa. É um desafio extremamente gratificante, que vai exigir muito trabalho e dedicação”, conta a jornalista e empresária brasileira, à frente da S.Destro Comunicação.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
TV Digital: Angola deve adotar o ISDB-T
“Angola estuda e tem a pretensão de adotar a norma usada no Brasil”, explicou.
Para ele, a decisão do conselho de ministros africanos que apontou preferência pelo DVB-T não deve ser tomada como uma decisão de todos. Safeca explica que o conselho só deu uma diretriz, mas não é uma decisão mandatória.
Segundo ele, “decisões dessa natureza não são apenas técnicas, por isso entendemos que a norma brasileira pode ser mais vantajosa para o povo de Angola”. Recentemente, o Brasil sofreu um revés em sua política de levar o ISDB-T ao continente africano com a decisão da África do Sul pelo DVB, o que fez com que Moçambique, que estava inclinada ao padrão nipo-brasileiro, aderisse formalmente ao sistema europeu.
Cabos Submarinos
No encontro foi tratado também o projeto de implantar um cabo submarino ligando o Brasil à África. O projeto está em fase de estudos disse Safeca, e deve custar entre US$ 150 milhões e US$ 200 milhões.
“Este encontro visa aproximar as empresas do Brasil e de Angola no sentido de viabilizar um projeto de fibra óptica que possa beneficiar os dois países”, disse o ministro angolano ao deixar a audiência com Paulo Bernardo.
Ele explicou que o projeto está sendo desenvolvido com a Oi e em princípio não envolve dinheiro de nenhum dos dois países, ainda que a Angola Cable, subsidiária da Angola Telecom responsável pelo projeto, seja uma empresa com participação estatal.
“Projetos dessa natureza devem ser, em primeira instância, empresarial e economicamente viáveis”, disse, “mas tem que haver vontade política”.
Para Aristides Safeca, “se o estudo mostrar que o projeto é sustentável, não é preciso ter dinheiro público”. Segundo o vice-ministro angolano, a necessidade de uma infraestrutura como essa se justifica pelo crescente tráfego de pessoas e informações entre Brasil e África.
Além do cabo conectando o Brasil a Angola, aquele país deverá se beneficiar de outro cabo, interligando Inglaterra e África do Sul. Na sexta-feira (21), o ministro angolano das Telecomunicações e Tecnologias de Informação, José Carvalho da Rocha, disse, em Luanda, que a instalação do novo cabo submarino, que ligará a África do Sul a Inglaterra, tendo como ponto de amarração Angola, poderá resolver os problemas das comunicações do país, principalmente as internacionais, quer de dados, de voz e outros.
O cabo será estendido a Angola no próximo mês de fevereiro, mas apenas no primeiro trimestre de 2012 estarão disponíveis os serviços a serem prestados a partir da Estação Terminal pela Angola Cable, gestora do projeto. O projeto do cabo submarino é uma parceria pública privada, entre o Estado angolano, representado pela Angola Telecom, e os operadores Movicel, Unitel, Mundo Sartel e Mstelcom. Angola já tem um cabo submarino de comunicações, o Sat3.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Lusofonia: emissoras de tv buscam mercado luso-africano
Com objetivos diferentes, TVs do Brasil e de Portugal contribuem de alguma forma para a integração entre países de língua portuguesa. Na primeira mesa de um encontro de emissoras de TV da comunidade lusófona que acontece no 11º Forum Brasil – Mercado Internacional de Televisão, que acontece esta semana em São Paulo, TV Brasil, Globo e a portuguesa SIC apresentaram a evolução da internacionalização de seu conteúdo através de canais internacionais. Globo e TV Brasil apontaram na internacionalização a meta de atingir brasileiro expatriados. Com 10 anos de existência, a Globo Internacional chega a 260 mil assinantes, sempre em pacotes premium, em diversos países da África, Europa, além de Estados Unidos e Japão. Segundo Alejandra Moreno, executiva da área internacional da Globo, há dois anos a Globo produz conteúdo local na África, o "TV África".
Já a TV Brasil, que começou há seis meses a transmitir para o mercado internacional, conta distribuição apenas na África, chegando a 49 dos 53 países do continente, incluindo todos os países de língua portuguesa. Segundo Marilena Chiarelli, responsável pela difusão no mercado internacional da TV pública brasileira, já há a produção de conteúdos voltados exclusivamente aos expatriados: uma agenda cultural; um programa que tira dúvidas frequentes entre os que mora fora do país, como emissão de passaportes ou declaração de renda; e o "Conexão Brasil", que leva notícias do país. A ideia é que o canal chegue a países da América Latina e aos Estados Unidos ainda este ano.
Mercado potencial
Já o canal privado português SIC apresentou outra meta com a atuação no mercado internacional. Segundo João Pedro Nava, diretor de distribuição da SIC, o canal chega a 11 países, buscando não apenas portugueses expatriados. "A África representa um enorme potencial para a SIC", disse, destacando que a previsão de crescimento do PIB de Angola é de 8% este ano. "A previsão para Portugal é de 0,5%", disse. Em virtude da aposta, a SIC conta com distribuição de mais um canal em todas as plataformas de TV por assinatura no país.
São Tomé e Príncipe,
A TVS, canal de São Tomé e Príncipe, está prestes a fechar contrato de intercâmbio de conteúdo com a EBC, segundo Mateus Ferreira, representante do canal no Encontro de TVs de Língua Portuguesa, parte da programação do 11° Forum Brasil – Mercado Internacional de Televisão, evento que a Tela Viva promove em São Paulo esta semana. “Queremos fazer acordos que possam internacionalizar os conteúdos”, explica Ferreira. Ele elogiou o programa DocTV CPLP, que propõe a produção de documentários nos países de língua portuguesa para exibição nos canais públicos.
Do TelaViva news
A TVS tem oito horas de programação diárias, com três programas informativos, além de atrações culturais, infantis e esportivas. Segundo Ferreira, um dos desafios do canal é a aquisição de meios e a digitalização.
Angola
Para Suzana Mata, diretora da TV Pública Angolana (TPA), há potencial para cooperação entre televisões de países de língua portuguesa. "É preciso mobilizar recursos para a coprodução entre os países", disse em encontro de TVs de língua portuguesa que acontece durante o 11º Forum Brasil – Mercado Internacional de Televisão. Ela cita como exemplo positivo o DocTV CPLP, o programa de coprodução entre emissoras públicas e produtores independentes da Comunidade de Países de Língua Portuguesa. "A TPA vai continuar apoiando", disse.
Segundo ela, o canal de Angola investiu na construção de um "mini-Projac", que pode contribuir para a coprodução com outras emissoras.
Marilena Chiarelli, da TV Brasil, também cobrou no debate a criação de "novos parâmetros" para coprodução. Além disso, afirmou que o canal público vem negociando com as TVs públicas da CPLP uma troca de conteúdos.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Canais da Band estreiam em Angola
sábado, 29 de agosto de 2009
TV Globo Internacional tem 550 mil assinantes
Hoje são quatro sinais distintos, para as Américas, Portugal, Europa/África e Ásia (Japão), devido principalmente às diferenças de fuso horário. No caso de Portugal, o canal exclusivo existe por conta das novelas da Globo, que são exibidas no país pela SIC, e portanto não poderiam ser exibidas simultaneamente no canal internacional.
A publicidade já representa 20% do faturamento do canal.
África
Um novo canal vai ser ofertado para a África, que hoje recebe o mesmo sinal da Europa. Isto porque grande parte da publicidade do canal é gerada e destinada ao público africano, sobretudo de Angola, onde o canal tem 175 mil assinantes, em uma base total de 550 mil clientes. O canal também tem um programa criado no país, o "Revista África", que passará a ser exclusivo do canal africano.