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quarta-feira, 13 de abril de 2016

Telecomunicações: Cabo submarino Angola-Brasil começa a ser construído

A Angola Cables e a Nec anunciaram na terça, 12/4, o início da construção do Sistema de Cabos do Atlântico Sul (SACS). Trata-se de uma infraestrutura de cabo submarino que ligará Fortaleza à capital angolana, Luanda, uma distância de 6,2 mil km. 
A Telebrás prevê que esta conexão reduzirá em 80% o custo de saída de Internet do Brasil e de outros países da América do Sul para a Ásia e a África. 

A fornecedora japonesa ressalta que o cabo será conectado a um centro de controle com tecnologia de redes definidas por software (SDN) e terá capacidade inicial de 40 Tbps (100 Gbps x 100 comprimentos de ondas x 4 pares de fibra). 

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O custo total do projeto é de US$ 160 milhões, que será financiado pelo Banco de Cooperação Internacional do Japão (JBIC) e pela Sumitomo Mitsui Bank Corporation, com apoio da Nippon Export and Investiment Insurance, por meio do Banco de Desenvolvimento de Angola (BDA). A previsão de conclusão ainda é para 2018. 

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Implantação do cabo submarino EUA-Mercosul começa em 2013


A construção do primeiro dos cinco cabos submarinos previstos pelo governo, em projeto capitaneado pela Telebrás, começará no primeiro semestre de 2013 e deve ser concluída já em 2014. Ao menos esta é a previsão do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.
De acordo com ele, o cabo será construído pelo Brasil em parceria com Argentina e Uruguai e custará US$ 500 milhões. A ideia é interligar os três países e ligá-los aos Estados Unidos. A primeira fase da empreitada deve ser a colocação de fibra óptica entre o Brasil e o estado norte-americano da Flórida. “Trinta e cinco por cento do nosso tráfego é com eles e isso vai gerar economias, porque até agora temos que pagar para quem tem cabo”.
A segunda fase do projeto prevê a interligação entre o Brasil e os parceiros da América do Sul e, conforme disse Paulo Bernardo, “os custos da obra se pagam em dois anos, gerando economias para os três países”. O ministro participou do evento Ericsson Business Innovation Forum nesta quarta, 21, em São Paulo.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Cabo submarino vai ligar o nordeste brasileiro a Angola

Do Portugal Digital

A brasileira Telebrás e a angolana Angola Cables anunciaram na sexta-feira (23) a celebração de um acordo para instalação de um cabo submarino de seis mil quilômetros ligando Fortaleza, no Ceará, nordeste do Brasil, a Luanda, a capital angolana. A Telebrás prevê que esta conexão reduzirá em 80% o custo de saída de Internet do Brasil e de outros países da América do Sul para a Ásia e a África. O edital de licitação internacional para escolher a empresa responsável pelo projeto deve ocorrer em julho próximo.

A instalação do cabo deve levar cerca de 18 meses e a sua entrada em operação está prevista para o primeiro semestre de 2014. Atualmente, toda conexão internacional de alto desempenho da América do Sul até a Europa ou a África circula fisicamente por cabos que vão primeiro até os EUA. Hoje, as conexões do Brasil para o exterior são feitas por meio de sete cabos submarinos, dos quais cinco com destino aos EUA, um para a Europa e outro ligando Florianópolis, no estado de Santa Catarina, região sul do Brasil, ao Uruguai.

sábado, 17 de dezembro de 2011

Angola e Brasil vão se interligar via cabo submarino

Do Teletime news

A Telebras anunciou nesta sexta, dia 16, um acordo com a Angola Cables para o lançamento de um cabo submarino entre o Brasil e Angola, com terminações respectivamente em Fortaleza e Luanda. São 6 mil km de cabos, ópticos, que devem ser instalados no primeiro semestre de 2014. A contratação dos fornecedores deve acontecer em março. Telebrás estima em cerca de 80% o custo de operação. Vale lembrar que a Angola Cable chegou a negociar com a Oi, no começo de 2011, um projeto semelhante.

A parceria é parte da estratégia da Telebrás de ter uma rede de cabos submarinos ligando o Brasil à África, Europa e Estados Unidos.

GVT pensa em conectar Brasil com os EUA via cabo

A empresa francesa GVT possui um projeto de rede submarina que interligará a costa brasileira aos Estados Unidos (EUA). Ainda não há definição se a interligação se dará por meio do uso de links internacionais já estabelecidos, consórcios com outras empresas ou pelo lançamento de um backbone transnacional próprio.
O projeto demandará, juntammente com a construção de novos backbones terrestres, um aporte de R$ 100 milhões somente em 2012. Para a CGT o investimento em cabos marítimos se justifica principalmente pelo crescente aumento da demanda por serviços de comunicação no País.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Unasul poderá ter cabo internacional submarino de telecomunicações

Com base no Teletime news

A União das Nações Sul-americanas - Unasul estuda a possibilidade de desenvolver estruturas comuns aos países da América do Sul. Uma destas estruturas seria a instalação de um cabo submarino de telecomunicações interligando a América do Sul, a do Norte e a Europa.
No Brasil, a responsabilidade caberia a Telebrás, mas empresas do setor privado poderiam participar também. Comentam-se sobra a existência de interesses da Odebrecht e da OI.


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Ainda são poucos os detalhes conhecidos sobre o projeto de cabo submarino. Sabe-se que o projeto prevê um trecho ligando São Paulo e Rio de Janeiro à Argentina, uma conexão entre o Sudeste e Fortaleza e a saída internacional de Fortaleza para a América do Norte, passando pelo Caribe, e duas ramificações: uma conectando o Brasil diretamente à Europa, passando por Cabo Verde, e uma direta, chegando provavelmente em Angola, na África. As negociações com os países africanos estão avançadas, e a experiência da Odebrecht em diferentes mercados africanos pode ajudar, eventualmente até em uma negociação para que o Brasil conseguisse uma saída para a Ásia.

O orçamento da Telebrás prevê, para os próximos anos, cerca de 40% do custo de construção do cabo. O restante teria que vir de parceiros. Estima-se em R$ 2,5 bilhões o projeto. Sabe-se que o objetivo da estatal é se tornar uma operadora tier 1, com capacidade de conexão direta aos principais pontos de troca de troca de tráfego sem precisar passar por intermediários. E o custo estimado pela Telebrás como razoável é de US$ 15 por Mbps na saída de Fortaleza, o que é menos da metade do preço cobrado hoje pelas operadoras de cabo submarino presentes no mercado. A capacidade final do cabo está estimada em cerca de 32 Tbps, começando em 2 Tbps.