Mordomia
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sexta-feira, 6 de novembro de 2015
Empregados da EBC apontam greve para terça-feira, 10/11
Mordomia
quarta-feira, 28 de maio de 2014
Comunicadores da EBC (Agência e TV Brasil e Rádio Nacional) podem parar às vésperas da Copa
A EBC é a empresa mãe que reúne a TV Brasil, Canal NBR, TV Brasil Internacional, Agência Brasil e Rádio Nacional, além de ser a cabeça de rede do programa radiofônico A Voz do Brasil.
Na quinta-feira (22/5), eles aprovaram indicativo de paralisação com o objetivo de pressionar a direção a fazer uma discussão democrática sobre um Plano de Carreira para os trabalhadores.
Uma nova assembleia nacional será realizada no dia 6 de junho para reavaliar o movimento e o indicativo de paralisação. Nesse meio tempo, os trabalhadores aguardam esclarecimentos da empresa sobre proposta de Plano de Carreira elaborada por consultoria terceirizada.
Também foi aprovada a formalização junto à EBC de um pedido para que a proposta de Plano de Carreira elaborada pela consultoria seja divulgada na íntegra para conhecimento dos trabalhadores e da sociedade. Isso porque a categoria julga insuficiente a apresentação feita por conferência de vídeo pela direção às comissões de empregados da casa na última quarta-feira (21/05). A direção da EBC se comprometeu a fazer outra apresentação do estudo às diretorias dos sindicatos que representam radialistas e jornalistas da EBC.
Os presentes à assembleia também querem saber se as diretrizes para o Plano aprovadas pela categoria (critérios objetivos de promoção, redução de níveis, remuneração por titulação, participação dos empregados na gestão do Plano, etc.) serão absorvidas no momento de implementação do mesmo. Um ofício com as diretrizes debatidas e aprovadas em assembleias ao longo do último ano e meio foi encaminhado à direção da empresa para que os trabalhadores saibam se há ou não acordo em relação a elas.
A Federação Nacional dos Jornalistas se soma a mobilização dos trabalhadores da EBC na exigência de um debate democrático em relação ao Plano de Carreiras, entendendo que as condições de trabalho dos empregados são determinantes na construção de uma comunicação pública que sirva de fato aos interesses da população brasileira.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Funcionários impedem transmissão de telejornal da Band
O "Jornal da Manhã", telejornal da filial baiana da Rede Bandeirantes, foi impedido de ir ao ar na última sexta-feira (29), por conta de paralisação dos funcionários da emissora, ocorrida entre 5h e 8h no mesmo dia.
Colaboradores reivindicam aumento salarial de 12%. "A direção da Bandeirantes ofereceu apenas 7%, índice que está abaixo do INPC do período, que foi de 8,75%. Por isso, não conseguimos chegar a um acordo", afirma Everaldo Monteiro, coordenador do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e de Publicidade no Estado da Bahia (Sinterp). A Superintendência Regional do Trabalho deve mediar uma reunião entre as partes, ainda sem data marcada.
Procurada pelo Portal Imprensa, a direção da emissora ainda não se pronunciou sobre o assunto. No último dia 11 de abril, a Band-BA comemorou 30 anos de existência. O aniversário foi celebrado com a exibição de um documentário especial, exibido nesta segunda-feira (2/5).
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Jornalistas do DF rejeitam proposta salarial patronal.
Os jornalistas do Distrito Federal decidiram em Assembléia Geral Extraordinária, realizada no dia 28 de junho, rejeitar a última contraproposta dos patrões à data-base de 2010. Dos 253 votantes que assinaram o livro de presença, 135 (53,35%) disseram não e 117 (46,25%) disseram sim. Houve um voto nulo.
A proposta patronal derrotada previa:
1 – Reajuste de 5,3% (INPC cheio) retroativo a primeiro de abril de 2010, podendo ser pago em até duas vezes a partir de julho;
2 – Programa de Participação de Resultados (PPR) correspondente a 30% do salário base (sem as duas horas extras contratuais), com o mínimo de R$ 600,00 e teto de R$ 1.000,00;
3 – Reajuste nos pisos em 5,3% para mídia impressa (R$ 1.740,60) e de 6% para o da mídia eletrônica (1.500,00) e
4 – Reajuste de 9,3% no valor do auxílio-creche (R$ 246,00).
5 – As demais cláusulas sociais terão validade por dois anos, e as econômicas, inclusive a que trata do vale-refeição, serão discutidas no próximo ano, caso essa proposta seja aprovada.
Como a maioria disse não a essa proposta, o Sindicato vai entrar com pedido de dissídio coletivo no Tribunal Regional do Trabalho. A Diretoria do Sindicato comunicará ao sindicato patronal a decisão da maioria dos jornalistas do Distrito Federal e a nossa assessoria jurídica iniciará o processo de dissídio coletivo.
sábado, 17 de abril de 2010
Brasília: patrões se negam a repor perdas salariais
Na reunião realizada na quarta-feira, dia 14/4, na sede do Sindicato dos Jornalistas do DF, os representantes patronais negaram qualquer possibilidade de recuperação de perdas acumuladas, calculadas pelo Diéese em 10,32% nos últimos dez anos, e muito menos admitem qualquer ganho real. A comissão de negociação dos jornalistas rebateu essa postura das empresas e reafirmou a necessidade da unificação do piso salarial da categoria, em R$ 2.060,25. Nossos pisos em relação ao salário mínimo desvalorizaram, em muito, ao longo desses últimos dez anos. Enquanto em 2000 nossos pisos representavam, em média, 5,8 salários mínimos, hoje representam apena três salários mínimos.
A proposta dos jornalistas incluiu este ano um reajuste de 5,72% (Índice do Custo de Vida do Dieese, cheio) mais ganho real de 5%, correspondente ao crescimento do faturamento da publicidade dos meios de comunicação em 2009, mais 10,32% para recuperar as perdas acumuladas entre 2000 e 2009.
Censo étnico-racial
Também foi amplamente debatida a cláusula que prevê censo étnico-racial, de gênero e orientação sexual nas redações. Como também não houve consenso quanto à redação da cláusula, o tema voltará ao debate na próxima reunião a ser realizada no dia 28 de abril, às 14h, na sede do sindicato patronal.
A Diretoria do Sindicato dos Jornalistas introduziu também o debate sobre a cláusula do banco de horas. Como há muitas empresas que não controlam adequadamente esse banco de horas, causando enormes prejuízos especialmente aos repórteres fotográficos e cinematográficos, a intenção do SJPDF é eliminar essa cláusula da nossa Convenção Coletiva. Esse assunto também voltará a ser discutido na próxima reunião.
Nas negociações, os jornalistas de Brasília foram representados por Romário Schettino, presidente do SJP-DF,acompanhado pelos diretores Paulo Miranda, Trajano Jardim, Antônio Carlos Queiroz, Renato Araújo e Sionei Leão, a advogada Lícia Paiva e o assessor do Dieese, Osmar Ferreira, e Juliana Nunes e Jacira Silva, da Cojira.
Do lado dos patrões, participaram o presidente do sindicato, Mauro Cirilo da Cruz, as representantes do Correio Braziliense, Carmela Marques e Denise Andrade; Daniel Iani e representantes das Organizações Globo.
domingo, 11 de abril de 2010
Data-base: Em Brasília, patrões adiam discussão sobre cláusulas econômicas
Na discussão, ficou acertado que 28 das 67 cláusulas estariam aprovadas pela comissão de negociação por terem redação idêntica ou quase idêntica da Convenção em vigor.
As reivindicações dos jornalistas incluem um reajuste de 5,72% (Índice do Custo de Vida do Dieese, cheio) mais ganho real de 5%, correspondente ao crescimento do faturamento da publicidade dos meios de comunicação em 2009, mais 10,32% para recuperar as perdas acumuladas entre 2000 e 2009.
Tendo em vista o acordo firmado com o Correio Braziliense no ano passado, que instituiu a participação nos resultados (PLR), o Sindicato dos Jornalistas está propondo a extensão do PLR às outras empresas, em substituição à eventual concessão de abono. De qualquer maneira, a prioridade é obter ganhos reais fora a inflação.
Também continua a briga pela unificação do piso salarial da categoria, em R$ 2.060,25. Os pisos salariais no DF (Imprensa escrita e Televisiva e Radiofônica)em relação ao salário mínimo desvalorizaram, em muito, ao longo dos últimos dez anos. Enquanto em 2000 nossos pisos representavam, em média, 5,8 salários mínimos, hoje representam apena três salários mínimos.


