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quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Internet: Países dos Brics terão sua própria rede.

Em tempos de Trump, nada mais seguro do que desenvolver sua própria rede de internet. 
Afinal, o cowboy pode mandar desligar o interruptor que fornece o serviço a todos os países do planeta. 

É sempre bom ter em mente que os Estados Unidos da América se negam a transferir a gestão mundial da Internet a um organismo das Nações Unidas.

Como seguro morreu de velho e a internet está hoje na base da economia globalizada, os países que formam o bloco dos BRICS - Brasil, Rússia, la Índia, China e África do Sul -, decidiram criar a sua própria rede. O projeto é puxado pela Rússia.
A notícia foi divulgada em espanhol pelo portal da Rede Voltaire.
Confira abaixo

Los países del grupo BRICS (Brasil, Rusia, la India, China y Sudáfrica) han decidido dotarse de su propio sistema de internet para escapar al control de Estados Unidos.
Lo que hoy conocemos como internet se halla hasta ahora bajo la administración de la ICANN (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers), una asociación paraadministrativa del Departamento del Comercio de Estados Unidos.
La creación de una nueva “internet” con su propio órgano de administración y gestión es una proposición del Consejo de Seguridad Nacional de la Federación Rusa. Todavía no se sabe cómo se articularía eso con el sistema de DNS (Domaine Name System) alternativo que ya funciona en China.
De llegar a extenderse ese sistema, Estados Unidos perderá el control de las telecomunicaciones mundiales. Incluso es posible que las comunicaciones vía internet se dividan entonces en dos zonas, de manera que, para estar al alcance de todos los internautas, los sitios web tendrían que estar adscritos a ambos sistemas.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Festival de cinema on-line disponibiliza filmes russos de graça

Por Oleg Krasnov, da Gazeta Russa, publicado anteriormente no Pátria Latina


Títulos com legenda em inglês ficarão em cartaz por duas semanas a partir do dia 11 de abril. Veja programação da 7ª edição do festival on-line de cinema “Double Dv@”.
O site do jornal russo Rossiyskaya Gazeta vai sediar, entre os dias 11 e 22 de abril, a 7ª edição do festival on-line de cinema “Double Dv@”. O objetivo é apresentar ao público filmes russos que por razões diversas ficaram de fora do grande circuito.

Todos os títulos da programação serão exibidos gratuitamente na internet e ficarão disponíveis no portal durante 48 horas. A maioria deles possui legendas em inglês.
Cinco filmes cult que traduzem a alma russa.

Entre os destaques do concurso estão “Chagall-Malevitch”, filme histórico produzido por Aleksandr Mitta que aborda o período no qual os dois artistas da vanguarda russa viveram em Vitebsk (atualmente pertence à Bielorrússia); a tragicomédia “Odnajdi” (“Certa vez”), do diretor Renat Davletiarov; e o filme “14+”, de Andrêi Zaitsev, um drama sobre adolescentes exibido no programa da seção Generation 14plus do Festival de Cinema de Berlim de 2015.

Na parte da programação voltada a produções que não concorrem a prêmios haverá a exibição de filmes do diretor Eldar Riazanov, falecido em novembro de 2015, como “Ironia do Destino” e “Romance Cruel”, entre outros campeões de bilheteria.
Este ano, o prêmio “pela notável contribuição à cinematografia” será entregue ao cineasta Serguêi Soloviov que, em 1987, dirigiu o longa-metragem “ASSA“, um dos filmes mais emblemáticos do período pós-soviético.

Clique aqui para acessar o site do festival.

domingo, 7 de setembro de 2014

Mídia: em 2009 os EUA planejaram ciberataques contra empresas da Rússia e da Índia

Da Voz da Rússia

Os serviços secretos dos EUA analisaram a possibilidade de realizar espionagem industrial para obtenção de vantagens competitivas no mercado mundial para companhias norte-americanas.
Isso é afirmado num documento secreto dos serviços de espionagem dos EUA entregue à mídia pelo antigo colaborador da CIA e da Agência de Segurança Nacional (NSA), Edward Snowden.
Datado de 2009, o documento de 32 páginas intitulado “Análise de quatro anos de estratégia da comunidade de inteligência” foi publicado pelo jornalista norte-americano Glenn Greenwald na publicação online The Intercept.
O documento descreve os passos que a comunidade de inteligência podia empreender, se em 2005 “os EUA começassem perdendo sua supremacia em tecnologia e inovação”. Assim, os serviços secretos norte-americanos poderiam se decidir pela “recolha sistemática de dados de fontes abertas, assim como pela obtenção de informação protegida através de introdução física e de realização de ciberataques”.
O documento analisa, nomeadamente, um cenário em que companhias da Índia e da Rússia desenvolvem em conjunto um hipotético produto de novas tecnologias e a inteligência dos EUA, como resposta, “realiza ciberataques contra os centros de investigação” desses países, acessa os projetos e estuda a possibilidade da sua utilização em benefício da economia norte-americana.

Para mais informações,clique aqui. 

domingo, 27 de julho de 2014

Opinião: Rússia, Venezuela, Argentina e Irã rompem hegemonia midiática‏

Por FC Leite Filho, publicado originalmente no blog, Café com Política

O esforço de reportagem da televisão Russia Today (rt.com) para contestar a insistência da mídia ocidental em responsabilizar o presidente Vladimir Putin pela queda do voo MH17 da Malasya Airlines, na Ucrânia, matando 298 pessoas, já produziu um recuo americano. Washington acabou tendo de descartar o envolvimento direto dos russos na tragédia e atribuiu a responsabilidade a um equívoco dos separatistas pró-russos que atuam na área sinistrada. No Brasil, a revista Veja chegou a publicar a capa de sua edição da semana passada encimada pelo título “A CULPA DE PUTIN”.
Por sua vez, a Telesur, o canal multi-estatal (Venezuela, Cuba, Argentina, Bolívia, Uruguai e Equador) volta a ser destaque, com o lançamento ontem de sua multiplataforma em inglês destinada aos Estados Unidos, Europa, Oriente Médio e Ásia, com enfoque nas guerras da Síria e Ucrânia  e da matança de Israel na Palestina.
Como se sabe, a Telesur já havia desmoralizado, com uma cobertura de primeira linha, a versão americana de que não tinha ocorrido um golpe militar em Honduras, em 2010. Suas câmeras mostraram como o presidente Mel Zelaya foi retirado de sua casa, no meio da noite, de pijana, e colocado por um grupo de policiais em um avião militar que o deixou sozinho na pista do aeroporto da Costa Rica. Ultimamente, o chamado canal  do sul,  já vinha desfazendo manipulações da mídia ocidental, através dos correspondentes próprios despachados para a Líbia e a Síria.
Num âmbito ainda mais continental, a TV Pública da Argentina alcançou uma audiência superior a 49% de audiência nos principais jogos da Copa do Mundo no Brasil e sustenta um programa diário, o 678, também com rating considerável, denunciando a campanha de desestabilização que movem os grande grupos de comunicação privado Clarín e La Nación contra a presidenta Cristina Kirchner. Além da TV Pública, o governo implantou o sistema de TV Digital com uma meta de atingir 40 canais de alcance nacional, dos quais já estão funcionando o Encuentro, destinado a questões culturais, Cinema, Patatá (infantil), Esportes e Ciência e Tecnologia.
Finalmente, o Irã, com a sua Press TV, em inglês e árabe, e a Hispantv, em espanhol, também vem trabalhando há mais de cinco anos neste olhar alternativo das notícias, através de informativos sustentados por uma rede de correspondentes espalhados nas principais capitais, inclusive da América Latina. Todos esses serviços informativos são acessíveis pela internet e redes sociais, inclusive com transmissão streaming (direta) em canais de vídeo, como o Youtube, o que aumenta ainda mais sua penetração, sobretudo depois da habilitação dos celulares, hoje responsáveis por cerca de 40% de todo o acesso digital.
Opção em inglês – Com sede em Caracas, a Telesur entrou ontem no ar com uma multiplataforma em inglês (já vinha há nove anos transmitindo em espanhol) e que, em breve incluirá o árabe e o mandarim. Para isso, a plataforma utiliza uma equipe de jornalistas, intelectuais, cientistas políticos, artistas e jovens bandas musicais. Entre os jornalistas, figuram Tariq Ali, célebre ativista paquistanês residente há muitos anos em Londres e que passará a responder pela cobertura na Europa, e Jorge Gestoso (ex-expoente da CNN en Español), que ficará a cargo das notícias geradas a partir de Washington, além do pensador Noam Chomsky (veja vídeo).
A ação destas plataformas multimídias de Moscou, Caracas e Buenos Aires , que incluem serviços de TV aberta, cabo, internet e streaming (Youtube e outros serviços de direto de vídeo), permitem deduzir que a comunicação alternativa começa a se tornar uma realidade e que se pode estar próximo o equilíbrio do noticiário,. Este até aqui  fixava a versão dos fatos a partir da ótica dos Estados Unidos e da Europa, sem levar em conta o resto do mundo, incluindo a Rússia, a China, a Índia e América Latina, com população muito maior do que o chamado mundo ocidental.
Este papel alternativo chegou a ser ensaiado pela Rede Al Jazeera, do Catar, que, no início de suas transmissões, em 1996, oferecia uma visão mais consentânea do mundo árabe, mas depois foi arrastada pelos americanos, que têm naquele país sua maior base militar no Oriente Médio. Sua versão  preponderante não difere muito da de Washington e da União Europeia, como se fora uma CNN, BBC ou France24.
A função das estatais Russia Today,  Telesur, TV Pública Argentina e Press TV, assumem grande importância, na medida que o mundo deixa de ser unipolar, com domínio exclusivo dos Estados Unidos, para transformar-se em multipolar, ou seja, com vários polos de poder, como a China, a Rússia, e a América Latina, dotados territórios ricos em energia e recursos minerais e sobretudo água potável abundante, condições de que carece o chamado primeiro mundo.
A realidade desse novo cenário internacional ficou evidente na recente reunião dos BRICS, bloco de países constituído pelo Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul, realizou entre si nos dias 14 e 16 de julho, em Brasília e Fortaleza, e com os chefes de Estado dos 12 países da América do Sul, que formam a UNASUL – União das Nações Sul-Americanas.
As discussões foram produtivas e resultaram na constituição do Novo Bando de Desenvolvimento e do Fundo de Reserva de Emergência de 100 bilhões de dólares para atender a projetos dos paeises membros e associados dos BRICS, além de projetos para a constituição de uma rede de internet própria, de modo a evitar a atual centralização nos Estados Unidos, e de redes de instrumentos de mídia capazes de fazer frente aos congolmerados privados de comunicação que sufocam e desmoralizam os seus governos.
Com efeito, a manipulação midiática mostrou seu lado mais despótico e lesivo à soberania desses países emergentes na cobertura, tanto da queda do avião da Malásia na Ucrânia, quanto da última invasão e massacre da Palestina, por parte do governo de Israel, este com total respaldo americano e europeu. O caso do vôo MH17 merece uma apreciação específica. Antes, no comando de uma ofensiva midiática internacional, envolvendo o próprio presidente Barak Obama e o secretário de Estado John Kerry, os meios de comunicação ocidentais procuraram impingir a noção de que a Rússia e seu presidente Vladimir Putin eram os únicos culpados, sem dar qualquer espaço para a versão dos acusados ou mesmo do benefício da dúvida.
Tampouco mostrou qualquer prova de suas afirmações, a não ser vídeos grosseiramente manipulados pelo governo pró-ocidental da Ucrânia e que foram desmentidos. Assim tinha ocorrido com a invasão do Iraque, da Líbia e da Síria, como aliás sempre se comportou a chamada mídia hegemônica, quando não havia vozes alternativas para apresentar a verdade factual.
Recorde-se que o secretário Kerry chegou a dizer que os americanos tinham imagens comprovando a derrubada do avião por um míssil soviético terra-ar manobrado por militantes pró-russos. Cadê as imagens autênticas? Nunca apareceram.
O trabalho insistente da rt.com, que já se transformou numa das redes internacionais a cabo de grande audiência, só suplantada pela BBC nos Estados Unidos, e já tendo alcançado um bilhão de acessos no Youtube parece estar eendendo frutos . É que ela vem alardeando a insuficiência de provas da narrativa dos americanos e ainda a possibilidade de que a tragédia do MH17 tenha sido fruto de uma provocação da Ucrânia com o fim de desmoralizar a Rússia. O fato acabou levando Washington a engolir os fatos como eles realmente podem ter ocorrido, a julgar pelas hesitações ultimamente demonstradas pelos porta-vozes do Departamento de Estado. (Veja vídeo em inglês)  Tanto é assim que o Departamento de Estado, além de, agora, descartar a participação de Putin e do Kremlim no abatimento do vôo malaio,  vem alegando, em tom mais moderado, que a ação contra o MH17 pode ter sido produto de um equívoco no manuseio do míssil dos separatistas pró-Rússia.
Veja também:

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Programa de calouros gera crise internacional na Europa


Da Red Voltaire
El concurso anual Eurovisión se desarrolló en la ciudad sueca de Malmo el 18 de mayo de 2013 y terminó con la victoria de la cantante danesa Emmelie de Forest.
Los votos que aporta cada país se contabilizan en un 50% a través de las llamadas telefónicas de su público mientras que el otro 50% lo otorga un jurado profesional.
Pero los 10 puntos que el público de Azerbaiyán había concedido a Rusia desaparecieron del total provocando confusión en Bakú y cólera en Moscú (que a su vez había otorgado 12 puntos a Azerbaiyán).
El ministro ruso de Relaciones Exteriores, Serguei Lavrov, exhortó a Bakú a exigir que se aclare lo sucedido. Azerbaiyán es una república ex soviética que actualmente mantiene excelentes relaciones con Estados Unidos e Israel.

terça-feira, 26 de março de 2013

Rússia pretende implantar canais de TV no Brasil

Por Alex Solnik, Gazeta Russa, publicado anteriormente no Irã news

Em reunião no Consulado-geral da Rússia em São Paulo, representantes do Ministério dos Negócios Estrangeiros russo apresentaram medidas para disseminar a cultura nacional em diversos países, incluindo o Brasil. Entre elas, está a abertura de centros de culturais e científicos, bem como um canal de televisão.
A visita do primeiro-ministro russo, Dmítri Medvedev, ao Brasil, em fevereiro passado, está produzindo resultados mais rápidos do que se podia esperar. Alguns deles foram revelados pelo cônsul-geral da Federação Russa em São Paulo, Mikhail Troiánski, durante uma reunião realizada na manhã de sábado passado (15).
O encontro contou com a presença do diretor do departamento de Assuntos de Compatriotas do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Anatóli Makarov, e seu vice, Serguêi Nikolaev, e dos líderes das comunidades russas de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná e Pernambuco.
“Uma das iniciativas que já está em andamento é a criação de um projeto conjunto entre a empresa brasileira Mineral Star e a russa M.A.S.T. na elaboração e extração de minérios raros na Bahia”, disse Troiánski. Makarov também divulgou algumas novidades da política externa russa que têm como objetivo expandir a influência russa em duas frentes, idioma e mídia.
“[O presidente russo Vladímir] Pútin enviou um comunicado ao parlamento no qual enfatiza a importância de divulgar a língua russa pelo mundo”, anunciou Makarov. Atualmente, existe apenas uma escola em São Paulo que oferece curso de russo e está localizada na Vila Zelina, onde se concentra grande parte da colônia russa da cidade.
Outra tarefa importante assumida pelo ministério é a criação de uma rede de telecomunicações capaz de transmitir canais de TV russos em vários países, inclusive no Brasil.
Segundo Makarov, Pútin ordenou a criação de um fundo especial que vai cuidar da expansão da imprensa russa no mundo a fim de “vencer a batalha da informação”.
Isso porque as notícias da Rússia geralmente chegam ao Brasil via Estados Unidos, e não diretamente de Moscou, como funcionava nos tempos da União Soviética.
Um canal russo faz falta não só aos compatriotas, mas também serve como um apoio cultural e comercial, acreditam os diplomatas.
“Além disso, está em tramitação no parlamento um projeto de um acordo bilateral para a abertura de centros de cultura e ciência russa no Brasil”, finalizou Makarov.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Rússia será quinto mercado de publicidade de TV em 2015

Por Daniele Frederico, do Pay-TV News

A publicidade de TV ganhará importante força com o crescimento dos mercados da Rússia e da China. Em 2015, a Rússia será o quinto maior mercado em publicidade de televisão, atrás dos Estados Unidos, do Japão, da China e do Brasil. A informação é do relatório Global Entertainment and Media Outlook: 2011-2015, da Pricewaterhouse Coopers, apresentado pelo líder global de Entretenimento e Mídia da companhia, Marcel Fenez, no Mipcom 2011, que acontece entre os dias 3 e 6 de outubro, em Cannes.

Embora a perspectiva seja de crescimento na representação desses países, Fenez lembrou que um ganho de apenas 1% do Reino Unido ou dos Estados Unidos neste bolo publicitário muda todo o cenário.

Consumidor ganha poder

A apresentação de Fenez focou nos pontos comportamentais da pesquisa global, que apontou a existência de consumidores que ganharam poder com o digital; a necessidade de engajamento do anunciante; e ainda a importância da colaboração para atingir o sucesso.

Segundo o estudo, os consumidores querem mais conteúdos gratuitos, mas estão dispostos a pagar por ele, desde que haja um diferencial na oferta, como conveniência, qualidade, experiência, participação e privilégio.

Já o anunciante que deseja se envolver deve procurar engajamento com os “nativos digitais” em seu próprio espaço, como as redes sociais; interação personalizada; conteúdo atrativo; e alcance cross-plataforma. “Acreditamos que o modelo para o futuro digital é o de empresa de colaboração digital, ou seja, uma empresa dinâmica, interconectada e engajada com o ecossistema de consumidores, empregados e fornecedores. Tudo isso possibilitado pela tecnologia”, conclui.