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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

DF: Exposição fotográfica retrata o Caminho de Compostela

Vinte telas de grande formato formam a exposição
Siga as setas amarelas, sobre o Caminho de Compostela
O fotojornalista Paulo de Araújo apresentar, na galeria Olho de Águia, em Taguatinga, sua mostra de fotografias Siga as setas amarelas, que tem como tema o Caminho de Santiago de Compostela. 

A mostra visita o mítico Caminho de Santiago de Compostela, que tem seu início na França e término na província da Galicia, na Espanha.
São cerca de 20 imagens ampliadas em grande formato, de uma das paisagens mais intrigantes da Europa, o mítico Caminho de Santiago de Compostela, que ele já percorreu por quatro vezes, sempre de bicicleta, ora sozinho, ora em companhia do grupo que preside, o Instituto Dá Pedal.
Paulo Araújo já percorreu por quatro vezes,
em bicicleta, a rota dos peregrinos.
Gaúcho de Santa Maria, Paulo de Araújo, radicado em Brasília, é fotojornalista, com mais de 30 anos de atividade em jornais e outros veículos do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e de Brasília, onde se encontra há mais de 20 anos. Com um perfil de trabalho autoral, suas câmeras já focaram os Kalungas, povo quilombola de Goiás, e sobre o Kuarup dos índios Yawalapiti, sobre os quais também produziu videodocumentários.
Essas mostras de fotografias autorais têm sido apresentadas em diversos estados do país, além de Alemanha, França, Espanha e África do Sul. Agora o foco é Compostela, na Espanha.
Não são só as provas físicas que
fazem de Compostela um caminho famoso
Em Siga as setas amarelas, o fotógrafo Paulo de Araújo selecionou imagens produzidas durante a primeira viagem que fez pelo célebre Caminho, sozinho, em 2007, quando percorreu 2.140km de bicicleta, entre Paris e Finisterra. As ampliações foram feitas em lona de vinil, em formato 0,80x1,20cm.
A exposição, que faz parte do Projeto Artista do Bairro, fica aberta até a 15 de Março, na Galeria Olho de Águia, do produtor cultural Ivaldo Cavalcante, localizada na CNF 01, Edifício Praiamar, Loja 12, em Taguatinga Norte.




Serviço:

Exposição Fotográfica: Siga as Setas Amarelas.
Local: Galeria Olho de Águia. Endereço: CNF 01, Edifício Praiamar, Loja 12 – Taguatinga Norte.
Visitação até 15 de Março, das 16h às 00h de terça a sábado. Entrada franca.
Contato com o Autor (61) 9291-0923.
Informações: 061 – 99962575 (Ivaldo Cavalcante)


Confira aqui o vídeo da abertura da Exposição
Siga as setas amarelas, tendo como anfitrião o 
fotojornalista Paulo de Araújo


segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Dom Pedro Casaldàliga é tema de minisérie hispano-brasileira

A TV Brasil estreia, dia 13 de dezembro, a minissérie "Descalço sobre a Terra Vermelha". Baseada no livro homônimo de Francesc Escribano, a minissérie de três episódios com 52 minutos, é um relato sobre a vida do bispo catalão Pedro Casaldàliga e sua incansável luta pelos índios e camponeses da região do Mato Grosso.
A obra reconstrói a trajetória de vida do bispo emérito de São Félix do Araguaia. Um passado de lutas pela terra, inclusive durante o regime militar e de violência no centro-oeste brasileiro. O religioso é uma figura emblemática, tanto na Espanha quanto no Brasil, por sua luta em favor dos desfavorecidos da região do Mato Grosso, no Centro-Oeste brasileiro.
O papel do missionário catalão foi interpretado por Eduard Fernández. A direção foi feita pelo cineasta catalão Oriol Ferrer e o roteiro foi escrito por Marcos Bernstein e Maria Jaén. A série é uma coprodução entre a TV Brasil, a espanhola TVE, a catalã TV3 e as produtoras Raiz Produções (Brasil) e Minoria Absoluta (Espanha).
Em 2014, a minissérie foi agraciada com dois prêmios FIPA de Ouro na 27ª edição do Festival Internacional de Programas Audiovisuais, em Biarritz, na França. Eduard Fernández, intérprete do missionário catalão foi premiado como melhor ator. O outro reconhecimento à minissérie foi pela melhor trilha sonora original; e, de modo especial, o júri elogiou a música composta por David Cervera.
A TV Brasil exibe a minissérie nos dias 13, 20 e 27, às 21h30. 

domingo, 7 de dezembro de 2014

Espanha: Rádio da Universidade de Salamanca debate democratização da mídia no Brasil

O programa "Brasil es mucho más que samba", produzido pelo Centro de Estudios Brasileños da Universidade de Salamanca, na Espanha, dedicou uma de suas emissões ao debate sobre a proposta de regulamentação da mídia no Brasil. Para tanto, foi entrevistado o jornalista Mario Augusto Jacoskind, ex-Diretor de Direitos Humanos da Associação Brasileira de Imprensa - ABI, .
Além da entrevista, o programa - uma espécie de revista radiofônica -, traz no espaço Novos Talentos, o som de "Bandolim Campeiro".

Para ouvir o programa, basta clicar na barra abaixo.

quarta-feira, 12 de março de 2014

Espanha oferece bolsa para mestrado em Rádio. Inscrições terminam dia 13/3

A Espanha, por meio da Radio Nacional de España y la Universidad Complutense de Madrid, oferece a universitários latino-americanos duas bolsas de mestrado para curso de mestrado em Rádio.
As bolsas sõa oferecidas em em cooperação com a Fundación Carolina y el Instituto de Radio Televisión Española. As inscrições são pela internet e o prazo termina nesta, quinta-feira, 13 de março.
Veja abaixo,em espanhol, mais detalhes.

El Máster en Radio es un curso de alta especialización dirigido a universitarios, patrocinado por dos instituciones públicas de reconocido prestigio: Radio Nacional de España y la Universidad Complutense de Madrid.

Los resultados académicos y profesionales del Curso, avalados por la presencia de los más prestigiosos teóricos y profesionales del Medio, han hecho del Máster de Radio la vía idónea para formar a los investigadores y profesionales radiofónicos del futuro.

1. Características
Nº Vacantes: 2
Tipo: Programas de Intercambio / Becas de movilidad / Alojamiento, manutención, transporte
Lugar de estancia: Unión Europea  -  ESPAÑA
Características: Estas ayudas al estudio de la Fundación Carolina y el Instituto de Radio Televisión Española comprenden: 

- 3.724¬ del importe de la matrícula abierta del programa que para este curso asciende a la cantidad de 5.700 euros. Esta cantidad podrá verse modificada por la Institución Académica, según la actualización de los precios para el curso académico 2014-2015. 

- Billete de ida y vuelta en clase turista a España, desde el país de residencia del becario en América Latina. 

- Seguro médico no farmacéutico. 

En caso de resultar beneficiado con una beca, el becario deberá abonar la cantidad de 3.967 euros del importe de la matrícula abierta, correspondiente resto del precio de la matrícula. Esta cantidad podrá verse modificada por la Institución Académica, según la actualización de los precios para el curso académico 2014-2015.Esta cantidad deberá ser transferida en el plazo y forma especificados en la notificación de concesión de beca por parte de la Fundación. En consecuencia, no se considerará aceptada la beca por parte del becario, en tanto no abone dicha cantidad. 

Los beneficiarios de las ayudas al estudio tienen la posibilidad de obtener un crédito educativo en América Latina para sufragar el porcentaje de la matrícula no cubierto, alojamiento y la manutención. 

Crédito Educativo en América Latina: 

Para información sobre posibilidades de crédito en America Látina puede consultarse el apartado Crédito educativo
 
2. Requisitos
Fuente y Fecha de convocatoria: Fundación Carolina  - 23/01/2014
  • Ser nacional de algún país de América Latina miembro de la Comunidad Iberoamericana de Naciones o de Portugal.
  • No tener la residencia en España.
  • Disponer de una dirección de correo electrónico.
  • En el momento de solicitar la beca el candidato deberá poseer el título de Licenciado universitario en Periodismo y Comunicación Audiovisual. 
3. Solicitud
Plazo: 13 de marzo de 2014
Solicitudes:
El candidato podrá presentar hasta un máximo de cinco solicitudes para la oferta de becas de postgrado. Asimismo, dichas solicitudes deberán ir priorizadas en la aplicación.  
1. La solicitud online deberá estar debidamente cumplimentada. Se eliminarán aquellas solicitudes que estén incompletas, no priorizadas y las que no cumplan los requisitos fijados para los candidatos que optan a este programa. En caso de enviar varias solicitudes para un mismo programa, sólo se considerará como válida la última recibida.
 2. La Institución Académica responsable del programa realizará una preselección de candidatos, confeccionando una lista que trasladará a la Fundación Carolina.
 3. Una vez recibida la lista de preseleccionados por parte de la Institución Académica, un Comité de Selección evaluará las candidaturas presentadas confeccionando una lista priorizada. Este Comité estará formado por, al menos:
  • Uno o dos representantes de la Institución Académica responsable del programa.
  • Uno o dos representantes de la Fundación Carolina; uno de los cuales hará las funciones de Secretario del Comité.
  • Un experto independiente en el área objeto del programa, que será nombrado por la Fundación Carolina.
4. Los candidatos propuestos por el Comité podrán ser convocados a una entrevista por videoconferencia o por cualquier otro medio que la Fundación Carolina designe al efecto, en una fecha y hora previamente comunicada al candidato y, con el objeto de evaluar su adecuación al programa. Los candidatos brasileños preseleccionados deberán tener en cuenta que esta entrevista se llevará a cabo, en todo caso, en castellano.
 5. Una vez emitido el informe de la entrevista y, previa consulta con la Institución Académica, se formulará una propuesta definitiva. La decisión adoptada será inapelable.
 6. La Fundación Carolina comunicará al candidato la concesión o denegación de la beca, indicándole, en el primero de los supuestos, el plazo máximo para confirmar la aceptación de la misma y la forma de realizarlo. Los plazos de comunicación son los establecidos al efecto en el apartado “Ficha Técnica” de cada uno de los programas.
 7. En el caso de resultar beneficiario de una beca, le será solicitada la documentación que a continuación se detalla y que deberá ser remitida a Fundación Carolina, en conformidad con los plazos establecidos en la comunicación de concesión de beca:
  • Carta de aceptación del becario. Esta carta solo será aceptada como válida si la misma está firmada por el becario en todas sus páginas. En caso contrario, no tendrá ninguna validez y deberá ser enviada de nuevo.
  • Copia legalizada del título de Licenciado, Ingeniero o similar. Esta fotocopia puede compulsarla o autenticarla ante un notario público o en su propia universidad.
  • Certificado original o copia legalizada o autenticada del expediente académico donde se detallen las notas o calificaciones obtenidas durante la realización de sus estudios de licenciatura. Este documento debe solicitarlo en su universidad.
  • Fotocopia de los documentos que acrediten los principales méritos académicos o profesionales afirmados por el candidato en su solicitud on-line.
  • Fotocopia del pasaporte en vigor.
  • Certificado acreditativo de domicilio o residencia. Este documento deberá solicitarlo ante cualquier entidad o institución que acredite la veracidad del dato en cuestión; normalmente ante la policía.
Por más información visitar la convocatoria completa.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Universidade na Espanha oferece pós-graduação à distância em produção audiovisual

Da Agência Nacional do Cinema (Ancine)


A Universidade de La Laguna, na Espanha, está com inscrições abertas para dois cursos de pós-graduação em cinema. Os cursos profissionalizantes de Mestrado em Direção e Produção de Cinema Digital e de Mestrado em Roteiro Cinematográfico são ambos ministrados na modalidade não-presencial, ou seja, a distância.
A universidade oferece 30 vagas para cada curso. O valor da matrícula é de 3,75 mil euros (pouco menos de R$ dez mil), sendo 750 euros até o dia 30 de junho, a título de reserva de vaga, e o restante em parcela única, com desconto de 10%, ou dividido em duas vezes.
Os interessados devem preencher um formulário de solicitação de admissão, enviá-lo juntamente com um Curriculum Vitae para o email indicado, e aguardar um contato da administração. Não é requerida nenhuma espécie de equivalência curricular para brasileiros, sendo possível, inclusive, a matrícula de alunos não diplomados - neste caso, o certificado recebido ao final do curso não será de pós-graduação, mas de especialização.
Mais informações sobre matrícula e links para download dos formulários estão disponíveis nos sites do Mestrado em Direção e Produção e do Mestrado em Roteiro Cinematográfico da Universidade de La Laguna.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Necronomía: O desabafo do chargista espanhol Jose Rubio Malagon

Recebo do amigo TT Catalão mostras do excelente trabalho do jornalista e humorista gráfico espanhol Jose Rubio Malagon. É uma pequena amostra do que foi publicado na obra Necronomia, editada por Edicoes De Ponent, de Madrid.

Como salienta TT Catalçao, trata´se de um desabafo do jornalista gráfico ante a encruzilhada do euro e o colapso da Europa, especialmente a agonia espanhola. 
Com um olhar sarcástico incomum, Malagon aborda temas como a Ditadura Financeira, Inflação, as agencias de rating, preços (vietnã), demissões (sinuca), flexibilidade de emprego (golf), ministerio da economia (pasta), comissões bancarias (toureiro), capibalismo,canibalismo promovido pelo capitalismo (máquina sangra), o desenvolvimento insustentável (pescador), o dialogo social (baloon), dentre outros.

Abaixo, trago algumas das críticas espanholas ao trabalho de Jose Rubio Malagon.


Necronomía: El trabajo de Malagón en Necronomía (Edicions de Ponent, 2012) nos habla de conceptos financieros globales y de sus protagonistas. Términos que desde hace algunos años nos resultan familiares y que han hecho que gran parte de la ciudadanía, sin quererlo, se haya hecho experta en economía, hablando con naturalidad de primas de riesgo, inflación, agencias de ratingy de activos tóxicos.
La exposición que presentamos está formada por 20 originales elaborados a lápiz y tinta sobre papel. En ella podrás ver el método de trabajo que emplea Malagón y el resultado final del mismo.

Do Portal rtve-es

Desde hace 15 años, José Rubio Malagón es uno de los humoristas gráficos más importantes, colaborando con diversos medios como Marca, 20 Minutos, El Economista, Lainformacionn.com, El Mundo, ABC, Tiempo, y El Jueves. Y se ha convertido, por méritos propios, en uno de los mejores cronistas de la crisis económica con sus acertados chistes, sin palabras, que se han recopilado en varios libros de humor. El último es Necronomía: El lado más oscuro de la economía (Edicions de Ponent).
"Necronomía -asegura Malagón- es una especie de diccionario visual o ilustrado de la economía en la cual estamos inmersos. Este libro resume en clave de humor negro, conceptos económicos globales y sus protagonistas".
Un título que nos recuerda a un libro maldito, el Necromicón inventado por Lovecraft para sus narraciones de terror: "Si es un juego de palabras del famoso Necronomicón, que de joven me llamó mucho la atención -asegura Malagón-. El subtítulo del libro resume el interior: El lado oscuro de la Economía, todo en esta vida tiene un lado oscuro, hasta la economía".
"De hecho el lado oscuro de ésta se ha hecho visible y bien visible en estos años de crisis. Una economía que arrolla todo lo que tiene delante, sin un ápice de humanidad, con resultados crueles y lamentables que leemos en las noticias día a día, noticias llenas de historias amargas sobre ciudadanos que son despojados de todo, por una economía salvaje y codiciosa que no se ruboriza y que se jacta de su impunidad".
La crisis también le ha afectado

"Muchas de las obras las he ido publicando en diferentes medios - afirma Malagón - como El jueves, El Mundo y, sobre todo, en el digital www.lainformacion.com, donde estuve haciendo la viñeta diaria sobre economía durante los últimos dos años y medio, con la crisis estando de lleno.Trasprescindir estos de mi colaboración, por la crisis, se cierra el círculo, vi que era un momento idoneo de reunir dicho material y añadirle unos cuantos más inéditos para hacerlo más atractivo a un futuro lector".
En cuanto a si la crisi se podía evitar, Malagón asegura que: "Llevo 15 años publicando viñetas por diferentes medios de comunicación, he trabajado en muchos proyectos económicos por lo que el tema económico siempre ha estado presente. Si es cierto que viendo chistes antiguos, ya en el 2007 ya se decía que esto explotaba o se iba ha hundir, pero las consecuencias tan amargas como las vivimos podías intuirlas pero para nada verlas como hoy en día".

"No me resulta dificil hablar de economía - comenta Malagón -, de hecho hay muchos conceptos económicos que en estos últimos años nos son familiares, todos nosotros sin quererlo nos hemos hecho expertos en economía, hablamos de primas de riesgo, de inflación, de agencias de rating y de activos tóxicos con total naturalidad, como quien habla del tiempo. Más difícil ha sido la actualidad, han sido tantas noticias y tan importantes que a veces no sabía que tema elegir. Otras veces los chistes se quedaban obsoletos, porque se iban sucediendo acontecimientos mucho más importantes y había que rehacer las viñetas".
"Los humoristas tenemos que estar al pie del cañón"

"Tengo varios estilos a la hora de trabajar -confiesa Malagón-, dependiendo en el medio que trabaje, unos con aire más desenfadado y caricaturesco y otros con un tono más realista y negro, este último es el estilo utilizado para Necronomía. El estilo se forja dibujando mucho, al principio te pareces a muchos y poco a poco vas viendo cosas en las que te sientes a gusto y que poco a poco forman parte de tu estilo, de un estilo más personal. Lo fundamental no es un estilo diferenciado del resto, lo eshacer buenos chistes, si además tienes un estilo personal, mejor".

"Los humoristas - continúa - reflejamos con imágenes y textos una opinion particular sobre las cosas que vemos y el lector se siente identificado con ellas y las comparte,somos un poco Pepito grillo. El humor es una estupenda válvula de escape para muchas personas que ven resumidos su rabia, su indignación de las situaciones diarias que viven o leen".
Por eso Malagón admira a todos los humoristas gráficos: "A todos, sé lo dificil que estar todos los días al pie del cañón, sea cual sea tu situación personal y decir algo que sea ingenioso o interesante".
En cuanto a por qué no usa bocadillos en sus chistes, Malagón asegura que: "Siempre me ha gustado el poder de las imágenes, me gusta la poesía visual y los imágenes conceptuales, me gusta que lean mis trazos y que saquen cada unos sus conclusiones, a veces diferentes a la idea con las que las dibujé".

"Me siento orgulloso del chiste del rescate a Bankia"

Entres sus miles de chistes, Malagón asegura que uno que le llena de orgullo es: "El chiste sobre el rescate a Bankia, donde se ve un pobre pidiendo con la mano y tras él una mano enorme de Bankia, sale del cajero. Hay chistes que lo haces y los publicas en el instante perfecto y tienen vida propia, la gente lo comparte por todos los lados, lo he visto en pancartas en manifestaciones, como ejemplos en cursos, en powerpoints, etc. Me siento orgulloso que una imagen mía resuma un sentimiento general y que se expresen con ella".
Malagón nos ha avanzado sus proyectos: "Ahora mismo estoy preparando nuevos proyectos para el mes de septiembre que será calentito, me temo, informativamente hablando. Esperando un par de libros a ver si salen y un par de proyectos periodísticos a ver si llegan a ver la luz".
Mientras podemso disfrutar de Necronomía, una de las visiones más lúcidas e irónicas de la difícil situación por la que atraviesa la economía española.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

El País perde credibilidade e cai no ridículo

La portada de El País con la falsa
foto del Presidente Chávez
Da UTPA


La edición impresa y la web del periódico español El País publicó en su edición del 24 de enero (hora de España) una foto en la que identifican a Hugo Chávez entubado tras su operación en Cuba. Con el título de “La salud del presidente de Venezuela”, la publicación sostiene que fue tomada hace unos días.
Sin embargo, la imagen pertenece a un video publicado en YouTube en 2008. A través del video titulado “Intubación de Acromegalia AMVAD” publicado en la página de videos desde hace 5 años por el usuario “deqcomMX”. En el video observa a un hombre similar a Chávez, entubado, pero evidentemente la figura no pertenece al mandatario venezolano.
El País anunció la foto como exclusiva mundial y le colocó marca de agua, la cual describieron como “El presidente Chávez, durante el tratamiento médico recibido en Cuba”, donde incluso colocan “Prohibida su reproducción”.
“La enfermedad del presidente venezolano Hugo Chávez ha estado envuelta en la opacidad desde que viajó a La Habana el pasado 10 de diciembre y ha generado una polémica política en su país. EL PAÍS ofrece una imagen inédita y exclusiva, tomada hace unos días, que muestra un momento de su tratamiento médico en Cuba, según las fuentes consultadas por este diario”, se leía en la página web del diario.
El video de “Intubación de Acromegalia AMVAD” lleva más de 88 mil reproducciones y justo al minuto 2:33 se observa la misma imagen que publicó el diario ibérico como exclusiva.
La imagen fue retirada 20 minutos después de su portal y fue distribuida por diversos medios a nivel mundial y la agencia EFE.
También El País abre su edicion impresa de este jueves con la foto falsa como gran exclusiva, pero al ver la reacción tras ponerla en su web procedieron a retirarla de su sitio en internet.
Al parecer esa supuesta fotografía del presidente Hugo Chávez recibiendo tratamiento médico en Cuba había sido enviada a distintos medios para tratar de venderla, no obstante hay quienes sí se han olido de antemano lo sospechoso del asunto.
Pedro J. Ramírez, director del diario El Mundo indicó esta tarde en su cuenta en Twitter que al periódico quisieron venderle una gráfica, pero que la rechazó.
“Ah, por cierto, ayer nos quisieron vender una foto de Chavez entubado. Dijimos no. Cuando la veaís en otro medio ya diréis si acertamos”, escribió Ramírez.
Grotesca y Falsa
El gobierno de Venezuela calificó de grotesca y falsa la imagen del diario El País.El ministro de Información venezolano, Ernesto Villegas, publicó en su cuenta de Twitter el siguiente mensaje: “Tan grotesca como falsa la foto de ‘Chávez entubado’ que hoy publica en primera página el venerable diario El País de España”.
Mea Culpa de El País
En la primera hora de esta madrugada El País ha publicado un mea culpa en su página digital con el siguiente texto:
EL PAÍS retiró esta madrugada de su página web una foto que mostraba a un hombre entubado en una cama de hospital y que una agencia informativa había suministrado al periódico afirmando que se trataba de Hugo Chávez, presidente de Venezuela. Chávez se encuentra hospitalizado en Cuba tras ser operado de un cáncer cuyas características el Gobierno venezolano no ha querido precisar. La foto permaneció en la página web del periódico aproximadamente una media hora.
En el texto que acompañaba la foto se afirmaba que EL PAÍS no había logrado verificar de forma independiente las circunstancias, el lugar o la fecha en la que se había realizado la fotografía. Tras constatar que la imagen ofrecida no correspondía a Chávez, EL PAÍS paralizó asimismo la distribución de su edición impresa y procedió a enviar una nueva edición a los puntos de venta. El incidente puede ocasionar que la edición impresa del periódico con fecha de hoy jueves 24 de enero no esté disponible en algunos kioscos, tanto en España como en el extranjero.
La furibunda y enfermiza obsesión antichavista de Juan Luis Cebrián y el Grupo Prisa le ha jugado una mala pasada al diario El País y ha puesto en evidencia una vez más la crisis de valores de un periodismo afianzado en la manipulación, la mentira y el engaño.
(Con información de Agencias, La Jornada, Noticias 24 y Cubadebate)

Espanha quer tirar do ar sinal da TV do Irã

Al parecer, la guerra mediática contra Irán no tiene fin... 
Este miércoles, el Gobierno español ha sacado oficialmente de la grilla de TDT (Televisión Terrestre Digital) al canal iraní en lengua española, HispanTV.


El ministerio de Industria de España había solicitado el pasado viernes a la Comunidad de Madrid que sacara a HispanTV de la grilla de TDT. Izquierda Unida (IU) ha pedido explicaciones al Congreso español sobre la suspensión de la emisión de HispanTV por Hispasat.

Mediante una carta fechada el pasado 18 de enero, la diputada de IU en el Congreso de los Diputados de Madrid, Ascensión de las Heras Ladera, se dirigió al Gobierno de Mariano Rajoy para pedir explicaciones por esta medida que atenta contra la libertad de expresión en los medios de comunicaciones.

La nota agrega lo siguiente:

AI amparo de lo establecido en el artículo 185 y siguientes del Reglamento del Congreso de los Diputados, la Diputada que suscribe formula la siguiente pregunta dirigida al Gobierno para su respuesta escrita.

HISPASAT fue constituida en el año 1989 con Ia misión de convertirse en el operador de satélites de referencia para los mercados de habla hispana y portuguesa. A lo largo de sus más de 20 años de existencia, HISPASAT ha incorporado de manera continuada nuevos satélites de comunicaciones a su flota y ha ampliado el abanico de productos y soluciones que presta a sus clientes, desde servicios audiovisuales hasta redes de telecomunicación, Internet y servicios multimedia, convirtiéndose en un operador global de satélites, con cobertura y servicios de calidad en Europa, América, Canadá y Norte de África.

En el capital social de HISPASAT están presentes firmas muy conocidas, como los operadores de telecomunicaciones (Abertis, Telefónica y Eutelsat) y del sector público español: Instituto Nacional de Técnica Aeroespacial (INTA), Sociedad Estatal de Participaciones Industriales (SEPI) y Centro para el Desarrollo Tecnológico e Industrial (CDTI), cuyos representantes se sientan en el Consejo de Administración.

El Consejo de Administración está presidido por Elena Pisonero, una economista formada en universidades americanas que ha trabajado tanto en el sector público como en el privado, donde ha desempeñado distintos puestos en importantes compañías multinacionales como Siemens y KPMG. Fue directora de Gabinete del vicepresidente económico con Rodrigo Rato y secretaria de Estado de Comercio, Turismo y PYMES, además de diputada nacional y portavoz de Economía del PP en el Congreso.

Desde finales de diciembre de 2012, el proveedor español de satélite HISPASAT ha decidido dejar de dar servicios a los canales iraníes HispanTV y PressTV. A tal fin, HISPASAT ha ordenado a la compañía Overon que detenga la transmisión de los programas de las dos cadenas televisivas HispanTV y PressTV, en habla española e inglesa, respectivamente.

La medida se materializó a partir de que, en los primeros dias de 2013, el secretario de Estado de Telecomunicaciones, Victor Calvo-Sotelo, enviase un requerimiento a Elena Pisonero, presidenta de HISPASAT, ordenándole que bajara la señal de ambos canales iraníes y esta se dirigió, a su vez, a Alberto Vía, director general de Overon, pidiéndole que aplicase la instrucción. Overon es la compañía que subía la señal a la red de HISPASAT, algo que dejo de hacer pocos días después de recibir la notificación. HispanTV ha sido registrada oficialmente en España y desarrolla sus actividades bajo la normativa audiovisual de este país.

Por otra parte, es obvio que la obligación de toda empresa en la que está invertido el dinero de los españoles es aumentar la rentabilidad y su eficiencia, y esto es lo que parece que a los directivos de HISPASAT menos les ha preocupado a la hora de tomar ciertas decisiones. Es decir, siguiendo directrices gubernamentales la operadora se dedica a echar clientes. Dicho de otro modo, la actitud tomada por la dirección de HISPASAT y de aquellos de quienes reciben órdenes es, cuando menos, un insulto a todos los que defienden nuestra capacidad industrial y autonomía económica.

HISPASAT es en parte propiedad de Eutelsat, cuyo director general, el franco-israelí Michel de Rosen, está inculpado por la reciente ola de ataques contra los medios de comunicación iraníes en Europa. PressTV se ha comunicado con HISPASAT y la oficina de la jefa de política exterior de la UE para tratar de conseguir una respuesta, pero no ha sido posible.

Calvo-Sotelo recalca en su requerimiento que Ezzatollah Zarghami, presidente del ente que reagrupa a las televisiones de Irán, ha sido incluido en la lista negra de responsables iraníes elaborada por la Unión Europea. En consecuencia hay que aplicarle la normativa comunitaria que "prohíbe poner a su disposición recursos económicos ha de interpretarse de forma amplia (...)". "(...) por tanto, la capacidad satelital que permite transmitir servicios de televisión (...)" debe quedar incluida.

La decisión fue inmediatamente criticada desde Teherán por el director del servicio exterior de la televisión iraní, Mohamad Sarafraz, quien anuncio "acciones legales" y lamento que el Gobierno español ni HISPASAT le hayan dado una explicación oficial. Desde EEUU asociaciones judías alabaron, en cambio, la iniciativa del Ejecutivo español. Por su parte, la UE ha asegurado que las sanciones a Irán no se deben aplicar a los medios de comunicación de Irán.

Los abogados de las televisiones iraníes consideran que la interpretación que hace Calvo-Sotelo es abusiva. "Va más allá de las medidas restrictivas adoptadas por la UE y vulnera la libertad de expresión", señala una fuente oficial iraní. Por esa razón, según han anunciado, demandaran al Gobierno español. Hispan TV puede ser visto en la TDT de Madrid, donde ha alquilado un canal de baja frecuencia.

David Harris, director ejecutivo del Comité Judío Americana (AJC, según sus iniciales inglesas) emitió un comunicado celebrando la iniciativa del Gobierno español y dando entender que la había inspirado. "Este es un hito en los esfuerzos generalizados para contener al desafiante Gobierno de Teherán", afirmó. Precisó que llevaba meses "siguiendo de cerca" este asunto del que había "discutido con los amigos en España". Harris se entrevistó a principios de octubre, en Madrid, con el ministro de Asuntos Exteriores, José Manuel García-Margallo.

El presidente iraní, Mahmoud Ahmadineyad, inauguró oficialmente Hispan TV el 31 de enero de 2012. Con tal motivo pronunció unas palabras en español, dirigidas a América Latina, y presentó la cadena como un arma de lucha ideológica.

¿Por qué razón en los primeros días de 2013, el secretario de Estado de Telecomunicaciones, Víctor Calvo-Sotelo, dio instrucciones a Elena Pisonero, presidenta de HISPASAT, ordenándole que bajara Ia señal de los canales iraníes HispanTV y PressTV?

¿De quién ha recibido instrucciones Víctor Calvo-Sotelo, secretario de Estado de Telecomunicaciones, para manejarse con el criterio de que hay que aplicar a las televisiones iraníes Ia normativa comunitaria sobre implicados en Ia lista negra de Ia UE, para así privar a HispanTV y PressTV de Ia capacidad satelital que permite transmitir servicios de televisión?

¿Por qué razón Ia dirección de HISPASAT, participado en parte por el sector publico español, prescinde de su obligación de aumentar su rentabilidad y eficiencia, y se dedica a echar clientes que han sido registrados oficialmente en España y desarrollan sus actividades bajo Ia normativa audiovisual de este país?

¿Considera el Gobierno que con estos hechos se ha vulnerado Ia libertad de expresión?

¿En Ia reunión mantenida en octubre de 2012 entre David Harris, director ejecutivo del Comité Judío Americano (AJC) y el ministro de Asuntos Exteriores, José Manuel García-Margallo, fue tratado el asunto de las emisiones de HispanTV y PressTV?

En caso afirmativo, ¿recibió el ministro de Asuntos Exteriores, José Manuel García-Margallo, indicaciones de David Harris sobre Ia conveniencia de privar de señal de satélite a las emisiones de HispanTV y PressTV?

¿Considera el Gobierno que acciones de este tipo no perjudicaran las relaciones bilaterales y comerciales entre España e Irán? 

Palacio del Congreso de los Diputados
Madrid, 18 de enero de 2013
Ascensión de las Heras Ladera
Diputada de IU 

sábado, 19 de janeiro de 2013

[Veja os Vídeos] Espanha: A lenta agonia do jornal El País


Publicado anteriormente no blog Café com política
Depois de enfrentar uma greve de pessoal, fechar dois canais de TV, uma rádio e uma livraria, o jornal El País, da Espanha,  confirmou para a próxima semana a demissão de entre 25% e 30% de seu quadro de 420 funcionários. Alegando perda de leitores para a internet (22% em 2012) e queda de 65% na publicidade, o jornal, até há pouco considerado um dos veículos europeus mais influentes no mundo, segundo alguns de seus jornalistas (ver vídeo), fez mal uso de seus estupendos lucros do passado recente, quando chegou a faturar 800 milhões de euros por ano.

Como outras empresas transnacionais (a última delas é a Repsol, petrolífera cuja filial na Argentina foi nacionalizada por incompetência, El País (integrante do grupo de multimídia Prisa, repartia seus lucros pagando salários milionários  a seus executivos. O diretor de redação do jornal, por exemplo, ganharia um salário anual de 13 milhões de euros, uma humilhação para o trabalhador espanhol, obrigado a enfrentar um índice de desemprego de 26% e uma política fiscal que o obriga a diminuir o salário (quando tem) e a devolver suas casas, porque não têm como pagar  a prestação.
Alternativa para a desestabilização
El País, que se ititula “el periódico global en español”,  foi também para os espanhóis e muitos democratas do mundo um símbolo da nova Espanha que saia da ditadura franquista. Foi fundado em 1976 com uma proposta progressista, mas com o tempo, aderiu ao neoliberalismo e se tornando uma das vozes mais reacionárias, liderando campanhas de desestabilização contra a Venezuela, no golpe contra Hugo Chávez, e depois contra os governos progressistas, como osde Daniel Ortega,da Nicarágua,e Cristina Kirchner, da Argentina, que mudaram a face do sub-continente.


Veja ainda:

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

XIII Congresso da IBERCOM abordará Comunicação, cultura e esferas de poder


De 29 a 31 de maio de 2013, a Universidade de Santiago de Compostela, Espanha, realiza a décima terceira edição do Congresso da IBERCOM, realizado pela Associação Ibero-Americana da Comunicação – AssIBERCOM.
O encontro busca criar condições para a cooperação entre áreas disciplinares, universidades e países diferentes, em torno do tema “Comunicação, cultura e esferas de poder”.
Os interessados em participar do Congresso devem submeter seus artigos até o dia 15 de janeiro de 2013 através deste sítio do evento.
A programação completa do Congresso está disponível aqui.
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domingo, 7 de outubro de 2012

Crise: El Pais de Espanha prepara pacote de demissões

A crise financeira bate às portas do jornal El País, do grupo Prisa. A agência France Press anunciou que, a partir desta terça-feira, 9/10, o jornal anunciará uma demissão de 150 empregados, redução salarial dos que ficarem empregados e antecipação de aposentadorias de outros.
Serão afetadas principalmente as redações de Madri e Barcelona. Não está descartada a redução de pessoal do El País na América Latina e em Portugal. Na Espanha, o El País possui 466 empregados e as demissões representam, portanto, cerca de um terço do plantel.

O grupo Prisa teria sofrido um baque nas receitas da ordem de 53 milhões de euros, apenas no segundo semestre do ano. Segundo a Federação dos Jornalistas da Espanha, desde o início da crise, em 2008, 7.901 jornalistas espanhóis perderam seus empregos, sendo que deste total, 3039 teriam sido demitidos neste ano.

Veja abaixo, em Francês, a íntegra da nota publicada pela France Press no portal TV5 Monde


La direction du quotidien espagnol El Pais a annoncé vendredi à son personnel un plan social comprenant une réduction d'un tiers des effectifs, soit environ 150 personnes, a indiqué une source présente à la réunion.
Le plan social, qui prévoit aussi des départs en préretraite et une baisse des salaires, sera dévoilé en détail mardi, a précisé la direction du journal dans un communiqué.
"Les mesures annoncées sont un plan de préretraites, une réduction d'effectifs dans les bureaux du journal en vue d'un changement de modèle, une réduction des effectifs dans les rédactions de Madrid et Barcelone, et une baisse des salaires", selon le texte.
Le plan social comprend une réduction d'effectifs d'environ 150 personnes sur un total de 466 salariés, a précisé une source qui a participé à la réunion de la direction avec des représentants du comité d'entreprise.
Ces mesures sont "douloureuses" mais "inévitables", ont indiqué les dirigeants présents dont le président du groupe Prisa, auquel appartient le journal, et de El Pais, Juan Luis Cebrian, selon le communiqué.
Prisa, le premier groupe de médias espagnol, avait annoncé en juillet une perte nette de 53,09 millions d'euros au deuxième trimestre, après une perte nette de 0,37 million d'euros sur la même période de 2011, en raison de provisions et d'une baisse de revenus publicitaires en Espagne et au Portugal.
Lourdement endetté, Prisa avait annoncé en janvier 2011 qu'il allait supprimer 2.500 emplois en Espagne, au Portugal et en Amérique latine, soit 18% de ses effectifs.
Selon la Fédération des associations de journalistes espagnols (FAPE), 7.901 journalistes ont déjà perdu leur emploi dans le pays depuis le début de la crise en 2008, dont 3.039 depuis janvier 2012.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Espanha: crise já provoca demissões de Jornalistas

Publicado originalmente em http://www.telesurtv.net
 
El gremio de periodistas en España acusa al Gobierno de Mariano Rajoy de ejecutar numerosos contra trabajadores de empresas nacionales de radio y la televisión, por el simple hecho de criticar la política de austeridad impuesta sobre la sociedad para cumplir exigencias de la Unión Europea y refinanciar a los bancos.
El diario The Guardian reseña denuncias hechas por periodistas españoles, quienes denuncian haber sido cesanteados de la radio nacional RTVE y del canal de televisión, luego de ser interrogados sobre las duras medidas de austeridad que han dado lugar a manifestaciones masivas y huelgas de los trabajadores de diversos sectores.
El último caso polémico es el de la presentadora de RTVE Ana Pastor, quien señaló que quieren deshacerse de ella por el trabajo que hace sobre las medidas de recortes económicos.
El canal emitió una declaración el día sábado diciendo que Pastor se iba luego de rechazar una oferta de trabajo como presentadora de un programa nocturno. Sin embargo, ella afirmó que "el jefe de prensa me dijo que debíamos pensar en mi futuro. No quiso decir que estaba despedida, pero sí lo estaba”.
Pastor, conocida por sus entrevistas exclusivas, señaló que su despido demuestra claramente que a los políticos "no les gustan las entrevistas incómodas."
En junio de 2012, el Gobierno español reemplazó la cabeza de las noticias de RTVE, Fran Llorente, acusándolo de parcialidad política.
El empeoramiento de la crisis de la eurozona de la deuda ha aumentado los costos de financiación de España y el país está buscando un plan de rescate de la Unión Europea similar a la de Grecia recibió.
Las medidas de austeridad tienen el propósito de calificar a Madrid para recibir el préstamo de la troika europea, Banco Central Europeo, Unión Europea y Fondo Monetario Internacional.
Días atrás, la presidenta de la Federación de Asociaciones de Periodistas de España (Fape), Elsa González, estimó que para mediados de septiembre habrá unos ocho mil periodistas despedidos.
"Los periodistas están acosados por el paro y la precariedad a causa de una gestión nefasta (...) Hay varias televisoras y emisoras de radio con la espada de Damocles encima", expresó.