Caros leitores e leitoras.

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

GDF decide privatizar gestão da Rádio Cultura FM

Por Chico Sant'Anna


Esse ano de 2019 de fato não está sendo um bom ano para a radiodifusão pública. Depois do governo federal decidir fechar a legendária Rádio MEC, do Rio de Janeiro,  e de nomear um general para dirigir a Empresa Brasileira de Comunicação, holding da Rádio Nacional e da TV Brasil,  agora é a vez da radiodifusão pública da Capital Federal ser atacada.
O governador Ibaneis Rocha decidiu privatizar a gestão do único veículo do comunicação pública do Distrito Federal, a Rádio Cultura FM.
Para saber mais sobre esse tema, continue a leitura aqui:

domingo, 4 de agosto de 2019

Concurso para Jornalistas e RPs

Vagas nos estados do Rio e de São Paulo.



Por Chico Sant'Anna


Dois concursos estão com vagas abertas para profissionais de Comunicação: um em São Paulo e outro no Rio de Janeiro. 
No Rio, o Conselho Regional de Medicina estadual – Cremerj está com as inscrições abertas para  selecionar, dentre outras funções, profissionais de Comunicação Social. Podem se candidatar Jornalistas e Relações públicas, mas há apenas uma vaga.
A função é de nível superior, exige a formação universitária na respectiva área e o registro profissional. O salário é de R$ 6.669,00 para uma jornada semanal de 30 horas de trabalho. O selecionado terá como tarefa assessorar a Diretoria nas questões de comunicação e imprensa, produzir conteúdo para todo e qualquer veículo de comunicação do Cremerj, monitorar redes sociais e notícias de assuntos de interesse do Cremerj, realizar cobertura jornalista de eventos, reuniões, solenidades, e demais atividades, divulgar eventos de Educação Médica Continuada, auxiliar no preparo e aprovar peças de material jornalístico, institucional, de campanhas, eventos etc, produção e envio de releases, atendimento à imprensa, dentre outras responsabilidades da área de Comunicação.

Webdesigner

Há também vaga para profissional de Web Designe. O selecionado será enquadrado nas funções de nível médio e o salário é de R$ 2.565,00, com jornada de 40 horas de trabalho por semana.

As inscrições vão até 18 de agosto e a data da prova é 29 de setembro. Mais detalhes no edital, disponível aqui.

Prefeitura de Rio Preto

Também tem concurso na cidade paulista de Rio Preto. A Prefeitura municipal seleciona profissional para atuar como Jornalista multimídia na produção e elaboração de reportagens, edição de textos, edição de áudios e edição de vídeos; apresentação em áudio e vídeo. Gerir redes sociais, atendimento e acompanhamento individual e coletivo aos Gestores das Áreas da Administração Pública, orientando-os quanto ao relacionamento com as mídias, visando à execução das políticas e programas de comunicação e publicidade oficial e institucional vigentes.

A jornada é de 40 horas semanais e o salário de R$ 4.942,46 + R$ 750,00 em benefícios.
Também a vaga para Relações Pública na função de Agente de Cerimonial. O profissional terá a missão de coordenar e realizar eventos e cerimoniais, visando ao atendimento das políticas e programas de comunicação e publicidade oficial e institucional vigentes. O salário e jornada são os mesmos da vaga de jornalista, acima.

As inscrições vão de 8 a 30 de agosto. Mais detalhes no edital, disponível aqui.

segunda-feira, 8 de julho de 2019

FNDC condena decisão de Bolsonaro de fechar a Rádio Mec

Rádio mais antiga do Brasil será extinta por Bolsonaro. A extinção da emissora é arbitrária, antidemocrática e fere a diversidade e a pluralidade previstas na Constituição Federal.



O governo de Jair Bolsonaro planeja extinguir a Rádio MEC AM, do Rio de Janeiro, emissora mais antiga do país, e que atualmente compõe o sistema de radiodifusão da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). A informação foi dada na semana passada pelo jornalista Lauro Jardim, colunista do diário O Globo. Segundo ele, a emissora fica no ar até o próximo dia 31 de julho, quando deverá ser desligada. Embora não tenha havido ainda um anúncio oficial da extinção, trabalhadores da emissora já estão sendo informados da decisão, que se configura no mais recente e grave ataque do atual governo contra a comunicação pública e o patrimônio histórico e cultural do país.   

A MEC é a primeira rádio do Brasil, no ar desde 1923. Sua história de pioneirismo começou como Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, criada pelo antropólogo Edgard Roquette-Pinto, considerado o pai da radiodifusão nacional. Com cerca de 50 mil registros e produções, a emissora possui um patrimônio de gravações de depoimentos que vão de Getúlio Vargas a Monteiro Lobato, passando por crônicas de Cecília Meireles e Manuel Bandeira.

A programação é totalmente voltada para a difusão da cultura brasileira. Contempla toda a diversidade da música nacional, de gêneros como o choro, a música regional, a música instrumental e de concerto. Tem ainda programas dedicados a literatura, cinema, dramaturgia e as artes como um todo. A Rádio MEC AM preenche, portanto, uma demanda de programação de qualidade que não é oferecida, nem de longe, pelas emissoras comerciais. Por causa disso, possui um público fiel e entusiasta de ouvintes. A extinção da emissora atenta gravemente contra o direito à comunicação da população brasileira, e carioca, em particular, de poder contar com alternativas de programação no rádio que tenham relevância cultural e artística. Ao mesmo tempo, é uma decisão que agride o segmento artístico e cultural do país, ao encerrar um espaço importantíssimo de projeção desse patrimônio brasileiro, sem contar o próprio ataque à memória, já que a história dessa emissora fala por si e justifica não apenas sua existência, mas a necessidade de sua preservação e promoção.

O Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) repudia com veemência a eventual extinção da Rádio MEC AM, por considerar que isso prejudicará a diversidade e pluralidade que devem guiar o sistema de mídia no Brasil, além de ser uma decisão arbitrária e antidemocrática, mais um capítulo do desmonte da EBC e da comunicação pública. Não há justificativa plausível para essa decisão. O argumento de que é preciso "cortar custos" da EBC não encontra respaldo na realidade, já que a empresa fechou o ano de 2018 com lucro líquido de mais R$ 20 milhões. Além disso, a EBC, por lei, deveria contar com receita extraordinária de mais de R$ 2 bilhões, oriunda da Contribuição para Fomento da Radiodifusão Pública (CFRP), que são recursos arrecadados das empresas de telecomunicações para financiar a comunicação pública no país, como prevê a Lei 11.652/2007. Esses recursos, no entanto, têm sido usados pelo governo para fazer superávit primário, desvirtuando por completo sua destinação original prevista na legislação.

Além disso, é completamente irracional a decisão de eliminar um ativo que agrega audiência relevante e qualificada e ajuda a manter uma importante referência de comunicação pública na sociedade. Nesse sentido, reafirmamos nossa disposição em defesa da EBC e lutaremos para que a decisão de extinguir a rádio MEC AM seja revertida. A comunicação pública é um pilar democrático e atacá-la dessa forma é atacar a própria democracia. Não nos calaremos.

Brasília, 8 de julho de 2019.

Acadêmicos de Comunicação Social protestam contra o fechamento da Rádio MEC

Pesquisadores e professores da área de Comunicação representados pelas entidades abaixo assinadas vêm a público repudiar a notícia de que a Rádio MEC AM será extinta no fim do mês, conforme publicado pelo colunista Lauro Jardim, de O Globo, na última sexta-feira, dia 5 de julho de 2019. A Rádio MEC AM é a mais antiga emissora em operação contínua, figurando entre as primeiras iniciativas de radiodifusão no país, ao lado da Rádio Clube de Pernambuco, criada em 1919. 

Com o nome Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, foi inaugurada em 1923 por um grupo de intelectuais liderados pelo antropólogo Edgard Roquette-Pinto, um dos pioneiros da divulgação científica no Brasil. 

Em 1936, Roquette-Pinto doou a emissora ao Ministério da Educação, com a condição de que fosse assegurada sua preservação como rádio educativa e cultural. Com a extinção de sua fundação mantenedora, a MEC AM foi transferida na última década para a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), holding de comunicação pública do governo federal.

O fim da Rádio MEC AM, portanto, é injustificável pois configura o rompimento de um contrato de cessão da emissora ao governo federal.. Além disso, ofende a memória de Roquette-Pinto, que se dedicou por décadas à educação e à cultura nacional. Por seus estúdios e redações, passaram grandes nomes da cultura nacional, como os maestros Villa-Lobos, Isaac Karabtchevsky e Guerra Peixe, os escritores Mário de Andrade, Cecília Meireles, Carlos Drummond de Andrade, Rubem Braga, Fernando Sabino e Manuel Bandeira, a atriz Fernanda Montenegro, a cantora Bidú Saião e o jornalista e ex-senador Arthur da Távola.

Entendemos que, após o decreto que autorizou a migração de emissoras AM para a Frequência Modulada, em 2014, a sustentabilidade de quem permanecesse nas ondas médias ficaria comprometida. Apesar dos apelos de pesquisadores e professores de rádio, a EBC não solicitou a migração da MEC AM. 

É trágico que não tenha sido buscada uma solução para assegurar a viabilidade desse importante canal de comunicação pública e educativa, mantido por uma equipe de alto nível, a despeito de todas as dificuldades decorrentes da falta de investimentos básicos em infra-estrutura na EBC nos últimos anos.

Solicitamos ao governo federal, na figura do secretário de Governo da Presidência da República, general Luiz Eduardo Ramos, que reveja a decisão e busque uma alternativa para a emissora, que há 96 anos promove a educação e a cultura, ajudando a integrar o território nacional. Sugere-se que a emissora seja realocada em FM e que retome sua denominação original, Rádio Sociedade do Rio de Janeiro.

Respeitosamente,
Grupo de Pesquisa Rádio e Mídia Sonora da Intercom
Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom)
Federação Brasileira das Associações Científicas e Acadêmicas de Comunicação (Socicom)
Rede de Rádios Universitárias do Brasil (RUBRA)
Rede de Pesquisa em Radiojornalismo (RadioJor)
Associação Brasileira de Pesquisadores de História da Mídia (ALCAR) 
Grupo de Trabalho História da Mídia Sonora (Associação Brasileira de História da Mídia - Rede Alcar)
Associação Brasileira de Professores de Jornalismo (ABEJ) 

segunda-feira, 1 de julho de 2019

Internet: Tecnologia 5G chinesa chega à Venezuela


A Venezuela deve ser o primeiro país latino-americano a possuir a Internt 5G. No Brasil, segundo o jornal El Pais, a previsão de chegada da Internet 5G é 2022. Apesar das sanções-norte-americanas, que impedem acesso a novas tecnlogias, os venezuelanos firmam acordo com a China, que irá prover os recursos técnicos necessários.
O 5G é a evolução da atual rede de celulares de quarta geração. Trata-se de uma rede mais potente e veloz - deve ser dez vezes mais veloz do que a 4 g - que, além de ser “inteligente”, causa menos impacto ao meio ambiente. As redes 5G prometem aos seus futuros usuários uma cobertura mais ampla e eficiente, maiores transferências de dados, além de um número significativamente maior de conexões simultâneas. As redes 5G devem consumir até 90% menos energia que as redes 4G atuais e deve ser bem mais rápida, com o tempo de conexão entre aparelhos móveis inferior a 5 ms (milissegundos). Ela permitirá um maior número de conexão de aparelhos numa mesma área, cerca de 50 a 100 vezes maior que o atual e para os usuários, as baterias devem durar bem mais.
Veja abaixo, em espanhol, a reportagem da HispanTV.





Llega la 5G a Venezuela de la mano de la cooperación estratégica integral China-Venezuela. Vamos adelante en la tecnología”, anunció Nicolás Maduro, presidente de Venezuela, durante un acto de celebración del 45º aniversario de las relaciones entre los dos países.


El presidente venezolano, Nicolás Maduro, anuncia la pronta instalación de tecnología 5G y el lanzamiento de un nuevo satélite con el apoyo de China.
“Llega la 5G a Venezuela de la mano de la cooperación estratégica integral China-Venezuela. Vamos adelante en la tecnología”, reiteró el mandatario durante un acto de celebración del 45º aniversario de las relaciones entre los dos países, organizado el viernes en Caracas, capital venezolana.
Maduro informó también de la fabricación y el lanzamiento de Guaicapuro, el tercer satélite de Venezuela, después del Bolívar y Miranda, insistiendo en que dicho satélite de telecomunicaciones será uno de los más vanguardistas a nivel mundial.
“Estamos dando los pasos para la construcción y puesta en órbita de Guaicaipuro, nuestro héroe de la resistencia indígena contra el colonialismo. Guaicaipuro pronto va a llegar hecho satélite al espacio sideral”, indicó.
Tras destacar las estrechas relaciones entre Caracas y Pekín en todos los campos, el líder chavista sostuvo que China es una “gran potencia” que no está en busca de imponer su “dominio” a otros países.
En mayo, Maduro anunció que Venezuela iba a invertir en el gigante tecnológico chino Huawei, ZTE y otras empresas chinas con el fin de elevar las capacidades de todo el sistema de comunicaciones del país.
China, que desde hace años tiene estrechas relaciones con Caracas, ha sido uno de los defensores más fuertes de Venezuela frente al plan golpista de Estados Unidos y sus aliados que hasta han amenazado al país sudamericano con medidas militares para sacar a Maduro del poder.
De hecho, Washington ha expresado su gran inquietud por el aumento de las relaciones de China con Venezuela y Cuba, en distintos ámbitos, como el económico y el militar. Al respecto, varios analistas y observadores, entre ellos el politólogo estadounidense Noam Chomsky, han señalado la pérdida de poder del país norteamericano en esta región.

Finanças: Jornal Brasil Popular realiza noite de caldos na próxima sexta (5/7)


Confraternização vai reunir colaboradores e leitores para comemorar os 4 anos de circulação do Jornal do Brasil Popular. Participe!


Jornal independente, alternativo, é assim: tem que buscar fundos de todas as maneiras: doações, vaquinhas e até promovendo confraternizações. Por isso, está agendada uma noite de Caldos e muita conversa boa para o dia 5 de julho, sexta-feira, às 19 horas, na sede da Escola de Samba Acadêmicos da Asa Norte.

Os antigos e novos colaboradores e leitores do Jornal Brasil Popular vão se reunir para comemorar o quarto ano de vida deste jornal que já se tornou símbolo de resistência na luta por uma comunicação democrática.

Ingressos já estão disponíveis antecipadamente pelo WhatsApp 61 99196-124.7. A colaboração é de R$ 30 para o ingresso individual ou R$ 50 para o casal), dando direito a um rodízio de caldos.

Leia também:

Jornal

O Brasil Popular é um jornal colaborativo que busca estimular o debate sobre os rumos políticos do Brasil, sempre em contraponto à mídia tradicional, mostrando a importância da normalidade democrática e a necessidade da manutenção dos direitos trabalhistas e sociais. Nasceu denunciando o golpe político-midiático-judicial, no dia 4 de dezembro de 2015, com a manchete “Golpe, nunca Mais”.

E o alerta feito pelo Brasil Popular em 2015 se transformou em realidade e segue rumo ao desmonte do Estado, com a quebra da soberania nacional, destruição da Previdência Pública e conluio para prender opositores políticos. Em seu ano 4, o Jornal Brasil Popular continua sendo uma resistência aos tempos sombrios, sempre em busca de esclarecer a população sobre essas questões.

terça-feira, 25 de junho de 2019

Contra "coronéis", jornalistas de Alagoas entram em greve por melhores salários


As empresas de comunicação se negaram a repor a inflação nos salários dos seus empregados e ainda decidiram reduzir em 40% o piso salarial da categoria, que em Alagoas significa teto salarial.





Os jornalistas de Alagoas entraram em greve, nesta terça-feira, 25/6, motivados pelo desrespeito dos empresários da Comunicação para com os seus trabalhadores. 


Em resposta à pauta de reivindicação dos jornalistas, que pleiteavam a correção salarial com base na inflação dos últimos doze meses, todos os veículos de Alagoas propuseram a redução dos salários de seus jornalistas em R$1.400,00. Em relação ao piso salarial a proposta é reduzi-lo dos atuais R$ 3.565,27 para R$ 2.150,00.
Além disso, o patronato formado, em grande parte, por representantes das tradicionais oligarquias de Alagoas, propôs que o novo acordo salarial contemplasse os seguintes pontos:

  • acabar com o pagamento de hora extra.
  • acabar com gratificações extras de exercício de atividade de produtor
  • acabar com gratificações extras de exercício de atividade de editor
  • estabelecer o tele-trabalho ou Home Office
  • autorização para tirar a negociação com sindicato e passar a negociar diretamente com os empregados.

   

É forte a adesão dos jornalistas que atuam nas empresas de comunicação do grupo Organização Arnom de Mello, Rádio e TV Gazeta, do senador Fernando Collor de Mello (PROS/AL); do Sistema de Comunicação Pajuçara (TV Pajuçara e TNH1) de propriedade do ex-governador, Guilherme Palmeira, do ex-vice-governador, José Thomaz Nonô e do industrial Emerson Tenório; e na TV Ponta Verde, do grupo Hap Vida. Segundo o Sindicato dos Jornalistas, mais de 90% dos jornalistas aderiram ao movimento.
No último domingo, a presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 19ª Região (TRT/AL), desembargadora Anne Inojosa, indeferiu liminar requerida pela TV Ponta Verde para manter em funcionamento as atividades na empresa durante a greve. 
Para colocar no ar o Bom Dia Brasil, a TV Gazeta, afiliada da Rede Globo reprisou matérias e teve que gravar o programa na noite de segunda-feira. 

Hastag

Os jornalistas criaram então a hastag #QuemPagaFazAoVivo, que já é um dos temas mais comentados nacionalmente no Twitter, juntamente com a hastag #ReduçãoSalarialNão.

Exatamente na data base do acordo salarial dos jornalistas as empresas se negaram a repor a inflação nos salários dos seus empregados e ainda decidiram reduzir em 40% o piso salarial da categoria, que em Alagoas significa teto salarial.

Jornalistas votam pela greve contra
a redução do piso da categoria. Foto: Jon Lins
Em assembleia realizada no início da noite de 24/6, os jornalistas definiram estratégias de mobilização que incluem piquetes em frente às sedes das emissoras de televisão na capital e no interior do estado. A assembleia contou com a presença da presidente da Federação Nacional dos Jornalistas, Maria José Braga, que chegou a Maceió para reforçar a luta dos jornalistas alagoanos. 
A paralisação acontece após uma série de tentativas do Sindicato dos Jornalistas de Alagoas (Sindjornal) para composição de um acordo com as empresas propositoras da redução.