Um espaço para os campos da Informação e da Comunicação e sobre eles abrir um debate com os leitores. Análises, artigos, avisos, concursos, publicações... Aqui você encontrará de tudo um pouco. Os textos poderão ser em português, espanhol, inglês ou francês.
quinta-feira, 8 de março de 2018
A mídia não ouve as mulheres
domingo, 20 de dezembro de 2015
Livro Jornalista a Serviço das Fontes disponível gratuitamente na web
domingo, 12 de janeiro de 2014
Brasil: Internet supera o rádio e se torna segunda maior fonte de informação
A Internet já passou o rádio e se consolidou como o segundo meio mais consultado pelos brasileiros atrás de informação - perdendo apenas para a TV aberta. Esta é a conclusão da "Pesquisa Brasileira de Mídia 2013", um amplo trabalho do Ibope Inteligência contratado pela secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) para balizar sua estratégia de comunicação.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
E-livro "Fontes de Notícias" grátis na internet
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Fontes jornalísticas é o tema de jornada em Paris
A associação PILAR (Presse, Imprimés, Lecture dans l’Aire Romane, na sua versão em francês) organiza uma jornada en París, versando sobre as fontes jornalísticas.
Denominada "Las fuentes en la prensa: verdades, rumores y mentiras", ela acontece no Colegio de España, sábado 20 de outubro.
Três eixos nortearão os debates. Veja mais detalhes, em espanhol, abaixo.
1. Relación entre periodismo y fuentes en una perspectiva diacrónica: capacidad y límites de los medios de comunicación como constructores y transmisores de la realidad social.
- De las fuentes periodísticas al « periodismo de fuentes »: ¿Periodistas o publicistas? - Papel de las fuentes y función del periodista desde la prensa decimonónica a la esfera pública mediática. El creciente control político de la información pública. -Fuentes y nuevas tecnologías: un periodismo sin periodistas. - De la fuente a la red: el proceso de construcción, selección y filtros de la información.
2. Información y opinión pública: -El fenómeno del rumor: mecanismos y discursos, vínculos con la propaganda, participación en la construcción de una realidad y tratamiento en el marco periodístico. -El anonimato, las fuentes ocultas y su incidencia en la credibilidad de la información.
3. Escrituras y géneros periodísticos. Lenguajes para crear, narrar e inventar.
Mais informações, clique aqui.
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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Portugal: artigo analisa relações Fonte e Jornalista
Por Estrela Serrano, publicado no blog Vai e Vem, de Portugal
O Assessor
Deu grande alarido nos jornais e televisões, com direito a menção no editorial do jornal Público, um artigo de Fernando Lima, assessor do Presidente da República, sobre Comunicação Política publicado numa revista brasileira, intitulada “Campaigns & Elections”, dirigida a profissionais de comunicação política cujo primeiro número editado no Brasil possui um subtítulo elucidativo: “Como jogam os craques da Comunicação Política”. Não se trata de um artigo científico, com estudos de caso ou discussões conceptuais, mas de sim de uma reflexão do autor sobre práticas de comunicação política, escrita numa linguagem pouco rigorosa, aliás no estilo do subtítulo.
O alarido que o texto provocou só encontra explicação no facto de o autor ser assessor do Presidente, para mais, ligado a um dos mais graves “casos” ocorridos no Portugal democrático, em Agosto de 2009, conhecido como “Escutas a Belém”, de tentativa (consumada) de influenciar e condicionar o exercício da actividade jornalística, no caso, o jornal Público, que se prolongaria por meses, com a colaboração activa de responsáveis editoriais do jornal (na altura), como ficou demonstrado num fax de um editor para um jornalista desse jornal divulgado pelo Diário de Notícias, no qual a “encomenda” do assessor é descrita ao pormenor.
A não ser por estes factos, as reacções ao artigo são estranhas pois parecem desconhecer que as fontes de informação sejam elas directas ou intermediadas por agências, assessores, etc. são uma parte da informação, com interesses próprios que não são os interesses da outra parte, isto é, dos jornalistas. Os primeiros, procuram que a informação lhes seja favorável. Os segundos, que ela seja verdadeira, credível e (se possível) “nova” e (ainda melhor) “exclusiva”, competindo-lhes assegurar-se de que ela obedece a estes requisitos. Se houver manipulação da parte da fonte é porque o jornalista se deixou manipular, ou porque não trabalhou a informação ou por outro motivo qualquer.
Não há nesta relação santos e pecadores. Não há jornalismo sem fontes e não há notícias sem jornalistas. Uns querem ser notícia outros precisam denotícias. As notícias são o resultado dessa “negociação”.
O melhor livro que li sobre essa relação é este. Analisa as relações entre os jornalistas e três instituições no Canadá: Polícia, Parlamento e Tribunais.

Os três investigadores falam de“negociação” nas relações entre fontes e jornalistas para o controle da informação. Não há nada de novo nem de “mal” nisso. A não ser quando cada parte não sabe do seu ofício e se deixa dominar pela outra. Os exemplos abundam, também cá. Como mostra o (mau) exemplo acima citado.
Se questão houver no artigo do assessor do Presidente é o facto de ele, ao discorrer sobre matéria na qual é entendido, não ter acautelado o efeito do seu escrito, atendendo ao enquadramento que necessariamente dele seria feito.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Blogs são fonte de informação para 28% dos brasileiros, diz pesquisa

Por André Barrocal, da Carta Maior
Os blogs de notícias são uma fonte de informação permanente para 16% dos brasileiros, cerca de 21 milhões dos 135 milhões de eleitores que estavam aptos a votar na eleição do ano passado. Outros 12% da população recorrem à blogosfera “às vezes”, o equivalente a 16 milhões de eleitores. Os dados fazem parte de uma pesquisa periódica sobre a popularidade do governo feita pelo instituto Sensus a pedido da Confederação Nacional dos Transportes (CNT). A mais recente edição foi divulgada na última terça-feira (16/08). Foi a primeira vez que o levantamento tentou descobrir os hábitos dos brasileiros na internet. “A blogosfera tem sido crescentemente uma fonte de informação. Vinte milhões de eleitores usando a internet para se informar sempre é muita coisa”, disse à Carta Maior o diretor do instituto Sensus, Ricardo Guedes. “Eu, por exemplo, aposentei o jornal escrito.”
A pesquisa buscou apurar também a penetração das três redes sociais mais populares no Brasil, as quais funcionam de alguma forma como fonte de informações ou meio de fazê-las circularem. Entre os entrevistados, 27% declararam que têm Orkut, 15%, que têm Facebook e 8%, Twitter. Para Ricardo Guedes, de maneira geral, os números revelam uma penetração “muito expressiva” das redes sociais. A CNT informou, por meio da assessoria de imprensa, que a inserção deste tipo de assunto na pesquisa não teve nenhuma razão especial.
Segundo Ricardo Guedes, é importante ter a dimensão do peso da blogosfera e das redes sociais porque elas cada vez mais ajudam a formar a opinião das pessoas e dos eleitores. De acordo com a pesquisa, 25% dos brasileiros (33 milhões de eleitores) dizem usar a internet “diariamente”, enquanto 10% utilizam “alguns dias por semana”. Há ainda 19% que disseram que não tem internet nem em casa, nem no trabalho, mas que pretendem ter nos próximos 12 meses.
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Jornalista lança livro sobre fontes em congresso mundial

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Pesquisa de mestrado analisa fontes jornalísticas
A dissertação “Fontes de notícias: ações e estratégias das fontes empresariais nas relações com jornalistas de economia e negócios” , de autoria do jornalista Aldo Antonio Schmitz, será defendida no dia 17 de dezembro, sexta-feira, às 9 horas, na sala de videoconferência do CCE da Universidade Federal de Santa Catarina e transmitida pela internet.
Além do orientador, Francisco José Karam, compõem a banca examinadora os professores Jorge Kanehide Ijui (ambos da UFSC) e Wilson da Costa Bueno, da Universidade Metodista de São Paulo (Umesp).
No trabalho, o mestrando fez 440 entrevistas com 71 executivos, 92 jornalistas de economia e negócios e 277 assessores de comunicação empresarial para verificar e demonstrar as ações e as estratégias, inclusive os equívocos, das fontes de notícias.
Para acompanhar a transmissão ao vivo, clique aqui.
Para mais detalhes, clique aqui.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Direitos das Fontes
Para mais detalhes e participação neste debate, clique aqui.
domingo, 20 de junho de 2010
Jornais e TV: as fontes de informação política
A maioria da população recorre à televisão e aos jornais (mídias tradicionais) para obter informações sobre o governo federal e a política brasileira. Esse é o principal dado revelado na pesquisa sobre hábitos de consumo de mídia encomendada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom).
Segundo o estudo, a TV ainda é a maior fonte de informação para a população brasileira. De acordo com a Secom, 73,6% dos entrevistados a indicaram como sua mídia predileta para obter informações políticas. Bem mais atrás, em segundo lugar, os jornais aparecem, com 12,7% de preferência entre os pesquisados. A mídia impressa praticamente empata com as conversas com amigos e parentes - um dos itens da pesquisa citados como fonte de informação - que obteve 12,9% da preferência dos entrevistados. Além disso, 96,6% das pessoas responderam que assistem e ouvem, diariamente, televisão e rádio.
Apesar disso, uma grande parcela da população (57,2% dos pesquisados) ainda se mostra desinteressada em política, não citando o assunto como uma das discussões permanentes em seu cotidiano. Apesar disso, as pessoas demonstram interesse em obter informações, de maneira geral. 46,1% dos entrevistados declararam ter o hábito de ler jornais regularmente.
Outro dado importante revelado na pesquisa aponta que a propaganda política dos candidatos e partidos não costuma permanecer na memória da população. Entre os entrevistados pela Secom, somente 23,3% conseguiu lembrar, espontaneamente, de alguma campanha governamental.
M&
terça-feira, 20 de abril de 2010
Banco Mundial libera base de dados a jornalistas e pesquisadores
A decisão do Banco Mundial faz parte de um esforço de facilitar o acesso a informações a pesquisadores acadêmicos, jornalistas, estudantes e ONGs.
Para acessar a base de dados em espanhol do Banco Mundial, clique aqui.
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Pesquisa do Instituto FSB mostra que mídia impressa é a mais consultada pelos Deputados
Do Instituto FSB, 15/06/2009
Em um levantamento feito com 235 deputados federais de todas as Unidades da Federação e de 18 dos 19 partidos com representação na Câmara, o Instituto FSB Pesquisa identificou que os deputados federais ainda têm nos jornais impressos sua principal fonte de informação (65%). A mídia impressa é seguida pela Internet (17%), telejornais (13%), rádios (2%), revistas (1%) e por outros meios (2%).
Confirmando o aparentemente inevitável crescimento da Internet como ferramenta predominante de informação, o estudo identificou que a vantagem e predominância dos jornais diminui a cada geração. Entre os deputados com mais de 53 anos (116 entrevistados), a vantagem desta mídia como principal fonte de informação dos deputados federais é de 64 pontos (72% preferem os jornais, contra apenas 8% que dizem preferir a Internet). Já no grupo com idade até 45 anos (57 parlamentares), a diferença cai para 17 pontos.
Quanto à preferência entre os diferentes títulos, mantiveram-se as posições observadas na primeira edição da pesquisa, realizada no ano passado: Folha de S. Paulo (citada por 77% dos deputados como um dos 3 jornais de sua preferência), O Globo (citado por 38%), O Estado de S. Paulo (29%), Correio Braziliense (28%) e Valor Econômico (10%). Outros jornais foram citados com menor frequência, o que sugere uma relevância importante dos títulos editados fora do eixo São Paulo-Rio-Brasília. Em geral, o nível de credibilidade é bom (média 7 numa escala de 0 a 10), com pequena vantagem para os diários econômicos.
A pesquisa também mostra a força de alguns jornais que circulam fora do eixo SP-RJ-DF. Entre eles estão títulos tradicionais como A Tarde, lido por 33% da bancada baiana, o Estado de Minas, lido por 38% da bancada mineira e a Zero Hora, lido por expressivos 71% dos deputados federais gaúchos.
No campo das revistas semanais, a Veja se manteve na liderança, com declaração de 73% dos entrevistados. Em segundo e terceiro lugares estão: Istoé, com 43% e Época, com 36%.
Na mídia eletrônica, os telejornais da Rede Globo tiveram maior preferência: Jornal Nacional (57%), Jornal da Globo (31%) e Jornal da Dez (21%). Com relação às rádios de preferência dos entrevistados estão em destaque a CBN, na liderança com 53%, na sequência, vem a BandNews FM, com 16%, seguida pela Jovem Pan, com 10%.
Na mídia online, o UOL continua em primeiro lugar, com 20%, seguido do Blog do Noblat, com 15%, do G1 (12%), do Terra (11%), Blog do Josias (5%) e iG (1%). No primeiro levantamento feito em 2008, apenas 20% das respostas sobre sites e blogs da preferência do entrevistado não se referiam a um desses seis veículos. “Constatamos que o percentual sobe para 53% na pesquisa deste ano, indicando que a atenção dos parlamentares volta-se a um número mais amplo de sites e blogs, acompanhando a tendência mundial na adoção do uso da internet para pesquisas e obtenção de informação”, completa Wladimir Gramacho, Diretor Executivo da FSB Comunicações.
Outra questão interessante foi sobre a influência que a mídia exerce nas decisões e votos dos deputados. O resultado médio foi moderado - grau 4,5 numa escala de 0 a 10. Entretanto, 30% dos entrevistados afirmam que a força da mídia em suas posições está num intervalo bem mais alto, entre 7 e 10.
O estudo completo pode ser acessado aqui.




