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sábado, 16 de agosto de 2014

Colômbia: Um país perigoso para jornalista



Da Prensa Latina.

O defensor do povo, Jorge Armando Otálora, denunciou que o número de jornalistas colombianos ameaçados de morte cresceu para 93 no curso deste ano, um número que para ele causa preocupação. 
Segundo detalhou, 56 desses casos foram catalogados como extraordinários e 37 como ordinários, enquanto que em 2013 foram analisados apenas 42.
As ameaças e intimidações ocorreram com maior frequência em Bogotá, Vale do Cauca, Antioquia e Arauca.
Otálora anunciou que a Defensoria se reunirá com a força pública e com o Ministério do Interior nos próximos dias, para determinar as causas desse aumento.
Um dos casos mais recentes foi o do jornalista Luis Carlos Cervantes, diretor da emissora de rádio Morena F.M no município antioqueno de Taraza, assassinado na última terça-feira por desconhecidos que o interceptaram e o balearam quando ele viajava de motocicleta.
Cervantes tinha apresentado à Promotoria uma denúncia por frequentes intimidações telefônicas e, por causa disso, a Unidade Nacional de Proteção ligada ao Ministério do Interior lhe forneceu um esquema de segurança.
Contudo escolta foi retirada dias antes dos fatos, depois de um estudo de risco segundo o qual o perigo que ele corria era de baixo nível.
A Associação de Jornalistas de Antioquia condenou o crime e destacou que há um mês tinha alertado sobre as contínuas ameaças sofridas por Cervantes.
"A vida de um jornalista foi perdida pela incapacidade das autoridades de proteger os que denunciam. Exigimos justiça", escreveu essa organização em sua conta no Twitter.
O Escritório na Colômbia do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos repudiou o assassinato e pediu à Promotoria que dê "prioridade à investigação e a punição pelas ameaças, atentados e crimes contra jornalistas e defensores de direitos humanos, já que a impunidade é o principal motivo para que este tipo de ataque continue"
A situação é inquietante também no Baixo Cauca, sul do país, onde pelo menos oito comunicadores estão ameaçados por grupos criminosos.
Assim confirmaram Léiderman Ortiz Berrío e Eder Narváez, dois dos ameaçados por supostos membros do grupo criminoso Los Rastrojos, devido ao seu trabalho informativo e investigativo na região.
Segundo ambos, o assassinato de Cervantes revelou o complexo panorama enfrentado pelos profissionais do setor nessa zona, onde são vítimas de constantes hostilidades e perseguições.
De acordo com cifras oficiais, mais de 130 repórteres foram assassinados neste país sul-americano nos últimos 30 anos e muitos dos crimes permanecem até agora na mais absoluta impunidade.
A Federação Internacional para a Liberdade de Imprensa (FLIP) cataloga a Colômbia como o país mais arriscado para o exercício dessa profissão.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Opinião: Brasil e Colômbia - dois panoramas complexos para a imprensa

Do Ópera Mundi

Em tempos de manifestações - as tão desejadas saídas às ruas dos brasileiros, sempre acusados de ser passivos, para lutar pelos seus direitos -, é grave o que anda acontecendo com a imprensa no Brasil. Há uma clara e extensa manipulação da informação e, para piorar, um risco crescente à vida de jornalistas que se expõem em nome de suas coberturas.
Qualquer pessoa que se limite a ler títulos de notícias em redes sociais e a assistir ao Jornal Nacional sabe disso, ainda que possa se informar muito melhor do que anda fazendo. O que não se sabe, ou não se vê na exata medida, é que o país anda chamando a atenção de organismos extragovernamentais que observam riscos à liberdade de imprensa e à atuação de jornalistas no mundo, como faz o Comitê de Proteção a Jornalistas (CPJ).
Pois a CPJ, organização independente e sem fins lucrativos, publicou em dezembro do ano passado um relatório que dá um panorama do que significa ser jornalista hoje no mundo. Segundo o documento, Síria, Iraque e Egito são os países mais letais para se exercer essa profissão.
Atrás deles, aparecem vários países latino-americanos, entre eles o Brasil, que exibe os seguintes números: três jornalistas mortos em 2013, outro que morreu de causa ainda não claramente relacionada ao exercício do jornalismo, 10° lugar no ranking de impunidade (que indica o índice de criminalidade impune contra jornalistas) e 98 casos de abuso à liberdade de imprensa.
Em 1999, o jornalista colombiano César Augusto Londoño
encerrava um telejornal dizendo "País de merda!"
Para uma breve comparação que ilustre essas estatísticas, usemos dois países que, aqui pra nós, têm fama de violentos na região: o México e a Colômbia. O primeiro, com toda a violência ao redor do narcotráfico que vive atualmente, não teve jornalistas assassinados (mas sim um desaparecido), está no 7° lugar no ranking de impunidade e registrou três casos de profissionais que foram obrigados a deixar o país.
Já a Colômbia teve um morto, dois ataques não fatais a jornalistas, 44% dos casos de assassinato foram arquivados e está no 5° lugar no ranking de impunidade. Atualmente somos, como se vê, um lugar mais perigoso que esses dois. Talvez pratiquemos um pouco menos a impunidade, mas a verdade é que temos muito que aprender, especialmente com a Colômbia e seu negro passado de morte de pessoas das áreas de comunicação, arte e cultura - algumas delas, eminentemente públicas, e outras tantas trabalhadores anônimos.
Se a Colômbia luta hoje para ser menos impune em relação às suas histórias de violência, no passado o esforço era para que elas não se tornassem mera rotina, a que todos os cidadãos terminam acostumados.
Era 13 de agosto de 1999, e quem concluiu o programa dessa maneira foi o jornalista César Augusto Londoño, colega de Jaime Garzón, responsável por um quadro de humor político no mesmo noticiário, mas que neste dia tinha sido brutalmente assassinado às 5h da manhã a mando de um importante paramilitar envolvido com o governo. O crime permanece sem culpados, à exceção de Carlos Castaño, ex-chefe das Autodefensas Unidas de Colombia, acusado de ser o autor intelectual (mas já preso na época).
Jaime Garzón foi um advogado, jornalista, pacifista e humorista nascido em Bogotá, onde viveu até os 39 anos, quando morreu. Ocupou cargos públicos, participou de diálogos de paz entre os agentes do conflito colombiano, intermediou entregas de sequestrados pela guerrilha e foi pioneiro do humor político na Colômbia. Era famoso por imitar personalidades políticas do país, tinha personagens fictícios que assumia para fazer entrevistas reais e era uma unanimidade nacional. Foi com esse “violento” poder de tocar em temas da realidade colombiana e de fazer rir que ele gerou a ira daqueles que mandaram matá-lo e também os que facilitaram sua morte.
Além de jornalista, é certo que Garzón era uma figura pública que se envolveu nos bastidores de um grave conflito. E o Brasil não é a Colômbia, mas não custa lembrar que os tempos são outros e que a violência antes explícita hoje veste a máscara de controle silencioso e de falta de respeito à profissão e à liberdade de imprensa também aqui, entre nós. Que de pacatos não passemos a violentos e que nenhum noticiário nacional tenha que por em palavras o pensamento funesto de toda uma nação com um dramático “país de merda” é o que já passei a desejar. O que virá depois? 

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Colômbia: para selar a paz, Farc pede democratização da comunicação

Do Opera Mundi

Como um dos requisitos para selar a paz na Colômbia, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia - FARC querem que o sistema de meio de comunicações naquele país seja democratizado. No âmbito das negociações do fim da guerra civil que já dura meio século, foi apresentado na quarta-feira (07/08) propostas para a democratização da informação e dos meios de comunicação no país. As sugestões incluem redistribuir frequências de rádio e televisão de maneira igualitária para os setores públicos e privados, a desconcentração dos monopólios de comunicação e o controle social dos meios de comunicação.
Antes de começar a reunião com a mesa de negociações em Havana, Cuba, onde os delegados do governo e da guerrilha dialogam pelo fim do conflito, Marco León Calarca, um dos membros das FARC leu um comunicado com as sugestões sobre o setor de comunicações.
Calarca disse que os meios poderiam promover assuntos ligados à educação, desenvolvimento e a promoção de uma cultura democrática e participativa. “Poderiam ser criados mecanismos para garantir o controle social sobre a imprensa [rádio, jornais impressos e televisão]”, disse.
As FARC também defenderam medidas de “desconcentração” da propriedade dos meios de comunicação e a definição de regras destinadas a impedir o monopólio, bem como fortalecer os meios estatais.
O comunicado acrescentou que o espectro de frequência para rádios deve passar por um processo de revisão e ser dividido novamente, em partes iguais, para emissoras públicas e privadas. As FARC reivindicam a provisão de condições especiais para que a oposição política no país tenha acesso à propriedade e programação de meios de comunicação e também garantias de acesso às comunidades camponesas, indígenas e aos setores sociais excluídos.

Outra proposta é a criação de um fundo de financiamento para meios alternativos e comunitários.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

TV Paga: Colômbia terá 18 novas distribuidoras autorizadas

Do Medioslatinos


La Autoridad Nacional de Televisión de Colombia (ANTV) anunció que se han entregado 18 nuevas licencias a compañías interesadas en brindar el servicio de TV de pago en el país. Estas empresas competirán en 196 municipios de 26 departamentos del país.
Las 18 empresas ganadoras de la licitación son: Cabletelco; Comercializadora Entretenimiento y Comunicación; Colombia Más TV; Azteca Comunicaciones Colombia; TV Norte Comunicaciones; Conexión Digital Express; Tevecolombia Digital; Servicios Satelitales Integrados; Grupo Uno Telecomunicaciones; Digimedios Televisión; Cableser; Cable digital de Colombia; Cablemás; Cable Éxito; Grupo televisión Colombiano; Globalnet Colombia; Colcable y Grupo Empresarial Multivisión. 
El organismo anunció asimismo que muy pronto se realizará una nueva convocatoria para cubrir las zonas a las que aun no llega el servicio. "La intención es propender por la apertura de los mercados y hacer una licitación en abril del próximo año, porque en la medida en la que entren más jugadores al mercado, hay mejoría en los servicios, sana competencia y mejores y mayores opciones para el televidente", señaló el funcionario de ANTV, Alfredo Sabbagh.

Información publicada en el periódico La República de Colombia. Para más detalles haga click aquí.  

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Colômbia analisa nova lei para TV comunitária

De Medioslatinos

La Autoridad Nacional de Televisión de Colombia (ANTV) ha dado a conocer una propuesta de resolución para reglamentar el servicio de Televisión Comunitaria. La resolución establece un plazo de diez años para las licencias.. La normativa también establece responsabilidades de programación para la comunidad organizada, que será la única responsable del contenido de la programación. 
Asimismo crea un organismo encargado de estudiar y analizar cada solicitud de licencia y de prórroga, el Comité Evaluador de Televisión Comunitaria, que estará conformado por el Coordinador de Asuntos Concesionales y otros tres funcionarios de la ANTV. Hasta el próximo 8 de noviembre los actores involucrados podrán hacer llegar sus comentarios al respecto a la ANTV.

Información publicada en el periódico El Espectador de Colombia. Para más detalles haga click aquí.      

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Colômbia: livro analisa tratamento editorial das mulheres

De autoria de Gloria Bonilla Vélez, foi lançado pela Universidad de Cartagena, na Colômbia o livro Las mujeres en la prensa de Cartagena (Colombia), 1900-1930 . Com base em novos modelos de análises da história dos gêneros, a autora faz uma releitura das formas como a imprensa de várias partes de Colômbia registraram a existência das mulheres na cidade de Cartagena das Índias, em um periodo de transformações sociais, políticas e culturais.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Inscrições abertas para a bolsa García Márquez de Jornalismo Cultural

De Medioslatinos

La Fundación Nuevo Periodismo Iberoamericano y el Ministerio de Cultura de Colombia convocan a periodistas de todo el mundo a participar de la Beca García Márquez de Periodismo Cultural, concebida como "un espacio en el que reporteros de diversas partes del mundo vendrán a narrar las historias de la cultura caribeña, en la que se mezclan las manifestaciones populares con la vanguardia de la literatura, la música y las artes visuales". 
La Beca se compone de tres módulos: música, cultura popular y literatura, los cuales estarán bajo la coordinación del maestro de la FNPI, Héctor Feliciano y del periodista estadounidense, Jonathan Levi, con la participación de expertos invitados nacionales e internacionales como Diego Fischerman (Argentina), Francine Prose (Estados Unidos), Mario Jursich (Colombia), Anne Midgette (Estados Unidos), Alberto Salcedo Ramos (Colombia). 
El objetivo de este proceso de aprendizaje será tomar la música, la literatura y la cultura popular como excusa para trabajar la carpintería de los géneros con los que se construye el periodismo cultural, principalmente la entrevista, la crítica y el reportaje. 
Además, será una oportunidad para reflexionar sobre el rol del periodismo cultural en una era en la que creadores y audiencias tienen una comunicación cada vez más directa, facilitada por las herramientas digitales. Se otorgarán un total de 20 becas, que cubrirán gastos de matrícula, pasajes aéreos y alojamiento durante los días de formación. La convocatoria para aplicar a la beca estará abierta hasta el 2 de octubre de 2012.

Información publicada en el sitio web del Ministerio de Cultura de Colombia. Para más detalles haga click aquí.

sábado, 17 de dezembro de 2011

Colômbia: Congresso analisa novas regras para TVs

De Medioslatinos

El Congreso de la República de Colombia está por aprobar un nuevo marco regulativo para el funcionamiento de la televisión en aquel país. El proyecto de ley contempla la eliminación de la Comisión Nacional de Televisión (CNTV), cuyas funciones serán asumidas por tres organismos diferentes. La Agencia Nacional del Espectro estará a cargo de manejar todo lo relacionado con el espectro electromagnético. La Comisión de Regulación de Telecomunicaciones, se encargará de los aspectos técnicos. Por último, el Consejo Directivo, será el encargado de velar por los contenidos y de garantizar la independencia en el manejo de la televisión.

Información publicada en el periódico La Vanguardia de Colombia. Para más detalles haga click aquí.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Em meio à crise, grupo espanhol Planeta vende suas ações no El Tiempo da Colômbia

De Medioslatinos


El hombre más rico de Colombia, Luis Carlos Sarmiento, acaba de anunciar la compra de un 55% de la Casa Editorial El Tiempo, que se encontraba desde hacía cuatro años en manos del grupo español Planeta.

Si se suman estas acciones a las que ya poseía, el empresario pasará a controlar el 93% del las acciones y con ello, el principal periódico colombiano, más sus muchas revistas de entretenimiento, más media docena de periódicos información regional, más la publicación ecnómica Portafolio, más el canal bogotano de televisión Citytv, más el canal por cable ET. La fortuna de Sarmiento, que ocupa el lugar 75 a nivel mundial, se estima en más de 10.000 millones de dólares.


Información publicada en La Revista Semana y el Sitio Web de Ciespal. Para más detalles haga click aquí.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Colômbia: novas regras para a TV aberta

La Comisión Nacional de Televisión de Colombia acaba de dar a conocer el nuevo acuerdo que regulará la radiodifusión de contenidos en el servicio público de televisión abierta del país. Entre los principales puntos de este acuerdo se destacan la delimitación de horarios para las diferentes franjas de audiencias (infantil, adolescente, familiar y adultos) y la obligación de emitir el espacio del Defensor del Televidente en el horario comprendido entre las 7 AM y las 9 PM, con un mínimo de 30 minutos de emisión semanal y con participación de los televidentes. Asimismo el acuerdo compromete a los canales de TV a acatar un Código de Autorregulación que se publicará a la brevedad. Este código versará sobre aspectos como el respeto al televidente, el respeto por las parillas de televisión, el tratamiento de la información y de la opinión y la clasificación de los contenidos, entre otros.

Información publicada en el sitio web www.todonewstv.com. Para más detalles haga click aquí

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Colômbia: terra perigosa para jornalistas

A Colômbia é um dos países mais arriscados para a atividade jornalística. Desde 1992, o Comitê de Proteção aos Jornalistas - CPJ computa o assassinato de 42 profissionais. A Rádo Agência NP realizou uma reportagem especial sobre esta realidade colombiana.

"Um país de mais de 40 milhões de habitantes, dominado pelo narcotráfico e assolado por uma guerra interna que já dura quase 40 anos e deixou 40 mil mortos na última década. Esses dados ajudam fazer da Colômbia um dos países mais perigosos do mundo para a prática do jornalismo, como avaliou as organizações Repórteres Sem Fronteiras e a Sociedade Interamericana de Imprensa. Somente neste ano, três já foram assassinados no exercício da profissão.
A situação ainda é pior para os profissionais que atuam em meios de comunicação alternativos no país. Geralmente, atuando contra medidas governamentais ou contra o narcotráfico que prejudicam o cotidiano da população, esses profissionais são sistematicamente perseguidos e ameaçados de morte.
Para saber mais sobre esta luta política, a Radioagência NP entrevistou o jornalista colombiano Manoel Rossental. Ameaçado de morte e fora da Colômbia desde 2009, Manoel conta que o próprio presidente do país, Álvaro Uribe, unificando o narcotráfico, transnacionais e latifundiários do país, está por traz de muito dos crimes cometidos, que muitas vezes são explicados como crimes de luta armada. Ele relata um plano do governo de tentar assassiná-lo e fala da estreita relação da direita do país com os narcotraficantes."

Ouça aqui a rádioreportagem

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terça-feira, 2 de março de 2010

Colômbia terá mostra iberoamericana de televisão infantil

Do Tela Viva news
A Comissão de Televisão da Colômbia promove nos dias 25 e 26 de março na cidade de Bogotá a segunda edição da Muestra Iberoamericana de Televisión Infantil. O objetivo do evento é reunir programadores, produtores independentes e canais públicos e privados da região, firmando-se como uma janela de produtos audiovisuais infantis, em que se pode apresentar, trocar e adquirir programação infantil de qualidade.
O evento recebe inscrições de produções para a mostra, novos projetos, mesas de negócio ou pessoas interessadas em participar dos debates. Mais informações e inscrições pelo site.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Colômbia: TV pública começa a transmitir digitalmente

Os três canais públicos da Colômbia (Canal Uno, Sinal Colômbia e Canal Institucional) já estão transmitindo digitalmente. O país, vale lembrar, escolheu o padrão europeu de TV digital. Na vizinhança, Chile, Peru e Venezuela optaram pelo sistema SBTVD. A Colômbia fica assim, meio isolada na região. Argentinba e Paraguai também usarão o sistema escolhido pelo Brasil. O Uruguai que havia excluído o SBTVD, analisa agora novamente esta opção.
As transmissões colombianas aconteceram com programação ao vivo a partir dos estúdios da Radio e Televisão Nacional da Colômbia (RTVC), responsável pelos três canais.

A Colômbia começou os testes para iniciar as transmissões ainda na primeira metade de 2009. Em abril daquele ano foi fechado acordo com a Network Broadcast para desenvolver testes com os decodificadores de usuários final (set-top boxes). A empresa forneceu para a TV pública os decodificadores e o sistema de informação de programação (EPG).

sábado, 17 de outubro de 2009

Demissão de articulista anti Uribe coloca em debate liberdade de expressão na Colômbia

A demissão de uma cientista política, responsável no jornal El Tiempo pela publicação de uma das principais colunas de política da Colômbia acirrou o debate sobre a existência de liberdade de expressão naquele país. A colunista é vista como a principal crítica do governo de Álvaro Uribe, que tenta seu terceiro mandato.
Veja abaixo, em espanhol, a nota distribuída pelo Observatorio Latinoamericano para la Libertad de Expresión, mantido pela Federación Latinoamericana de Trabajadores de la Comunicación Social, FELATRACS, por sua sigla em espanhol.


La dirección del diario El Tiempo, a través de un articulo publicado en el impreso prescindió de los servicios de la columnista y politóloga Claudia López, una opositora al régimen del presidente Álvaro Uribe y columnistas más leída del diario. El hecho generó un intenso debate sobre la libertad de opinión.López quien laboraba en el diario cerca de 30 meses, fue despedida el martes 13 de octubre, a través de una breve nota de la dirección de El Tiempo, que rechazó por "falsas, malintencionadas y calumniosas" sus opiniones sobre el cubrimiento que el diario le dio a un escándalo por la entrega de millonarios subsidios agrícolas por parte del gobierno de Uribe.
"La Dirección de este diario entiende su descalificación de nuestro trabajo periodístico como una carta de renuncia, que acepta de manera inmediata", remató la nota.
En su último escrito, la columnista se quejó del "conflicto de intereses" de El Tiempo para cubrir el escándalo, pues uno de sus accionistas, Juan Manuel Santos, quiere ser candidato a la presidencia de la república y el diario, controlado por el Grupo Planeta, aspira a que el Estado le otorgue un canal de televisión.
En diálogo con BBC Mundo, López dijo que se siente "censurada" y expresó que no cuestiona la decisión del diario de retirarla, pero sí la forma como lo hizo. "Estoy desconcertada por la sobrereacción del periódico. Es sorprendente que el epicentro del periodismo escrito en Colombia no resista un debate sobre sus conflictos de interés. Eso me aterra", declaró López.
La columnista comparó la decisión del diario con lo que hace el presidente venezolano, Hugo Chávez, cuando dice "qué es bueno y qué es malo, qué se puede decir y qué no, qué es admisible y qué no es admisible".
El episodio generó muchas reacciones, empezando por las de los lectores de El Tiempo, que al final del día habían escrito más de 1.700 comentarios, la mayoría de ellos a favor de López y en contra del periódico.

sábado, 12 de setembro de 2009

Colômbia oferece bolsa de estudos para estrangeiros

O governo da Colômbia abriu o seu programa de bolsas de estudos 2010 do l’ICETEX /(Instituto Colombiano de > Crédito> y Estudios Técnicos en el Exterior). O programa é aberto a todos os países que oferecem ifualmente bolsas a estudantes colombianos (é o caso do Brasil). As bolsas são para cursos de especialização, mestrado e doutorado.

Veja abaixo, em francês, as regras do programa

*Durée *
Les bourses de troisième cycle en Colombie ont une durée maximale de 12 mois pour les spécialisations, de 24 mois pour les masters et de 36 mois pour les doctorats. Pour les programmes académiques d’une durée supérieure à 12 mois, le boursier est tenu de demander un prolongement pour sa deuxième et/où troisième année. Ce prolongement fera l’objet> d’une évaluation préalable de la candidature par l’ICETEX.

*Dates limites de candidature*
La documentation exigée pour se porter candidat doit être présentée en Colombie auprès de l’Ambassade du pays dont le candidat est ressortissant. Seulement dans le cas où il n’existe pas de représentation diplomatique ou consulaire en Colombie, les Ambassades ou les Consulats Colombiens à l’étranger seront chargés de recevoir les dossiers et de les transmettre au Bureau des Relations Internationales de l’ICETEX à Bogota.
Pour la présentation des dossiers *auprès de la mission diplomatique ou consulaire du pays d’origine en Colombie*, la date limite est fixée au *20 novembre 2009*. Les Ambassades ou les Consulats doivent présenter formellement les dossiers de leurs candidats *le 27 novembre 2009*, au plus tard, à l’ICETEX (Carrera 3 N°18-32, Bâtiment ICETEX, 6éme étage, Bureau de Relations Internationales, Bogota, Colombie).
Si la documentation doit être présentée *auprès des missions diplomatiques ou consulaires Colombiennes à l’étranger,* la date limite est fixée au *13 novembre 2009. *Ceci n’est valable que pour les ressortissants des pays qui n’ont pas de représentation en Colombie. Toute demande incomplète ou présentée hors les dates limites ne sera pas étudiée.
*Résultats*
A partir de la troisième semaine de janvier 2010, les candidats> sélectionnés seront informés des résultats par courrier électronique.> Les résultats seront aussi disponibles sur le site web de l’ICETEX> (www.icetex.gov.co <http://www.icetex.gov.co/>)
*Financement*
Pour l’année 2010, les montants approximatifs des bourses proposées sont les suivants :
* Immatriculation et droits académiques : Couverture de la totalité de ces frais en accord avec l’institution Colombienne d’éducation supérieure.
* Frais d’installation à l’arrivée en Colombie : 257.000 COP* (seulement si c’est la première fois que l’étranger visite la Colombie)
* Livres et matériaux d’étude : 260.000 COP (une fois par an)
* Frais de manutention par mois : 1.490.700 COP
* Assurance maladie
* Imprévus : 137.100 COP
*1 euro = 2.800 pesos Colombiens, environ.
*Visa*
Le Gouvernement de Colombie octroiera des visas de courtoisie aux étudiants sélectionnés. Les boursiers ne sont pas autorisés à travailler en Colombie.
*Démarches administratives*
Les étudiants sélectionnés doivent se présenter au Bureau de Relations Internationales de l’ICETEX à Bogota et ultérieurement à l’Université où se dérouleront leurs études, a fin de régulariser leurs inscriptions.
Conditions requises pour l’obtention d’une bourse
* Ni résider, ni avoir commencé des études de troisième cycle en Colombie
* Extrait de naissance et photocopie de la carte d’identité>
* Lettre de présentation par le Ministère des Affaires Etrangères du pays d’origine ou par l’entité du Gouvernement responsable des affaires éducatives.
* Avoir une *admission définitive dans un programme de troisième cycle. L’admission doit être certifiée par l’institution éducative en Colombie et le programme académique choisi doit faire partie du *Programme de Réciprocité pour les Etrangers en Colombie*. Ces programmes peuvent être consultés sur le site web de l’ICETEX.
* Certificat de connaissance de la langue espagnole, délivré par une institution reconnue (dans le cas où le demandeur soit originaire d’un pays où la langue est autre que l’espagnol)>
* Formulaire de demande de bourse de l’ICETEX dûment rempli. Celui-ci peut être imprimé sur le site web de l’ICETEX.
* Certificat de bonne santé et aptitudes physiques et mentales, avec une ancienneté de moins de trois mois. Celui-ci peut être imprimé sur le site web de l’ICETEX.
* CV de deux pages maximum
* Diplôme (au niveau de deuxième cycle) apostillé et une copie
* Plan d’études afin de démontrer l’importance de suivre des études en Colombie et les bénéfices dérivés pour le développement personnel et professionnel du candidat.
* Une photographie (3x4 cm)
* Deux lettres de recommandation (académique et personnelle)
Les étrangers avec la double nationalité colombienne ne pourront pas se porter candidats. Toute la documentation doit être présentée en espagnol. En aucun cas les documents présentés seront retournés aux candidats.
*Informations complémentaires*
Les personnes qui souhaitent plus d’informations sur ce programme, sont priées de consulter le site web de l’ICETEX, fenêtre /« Extranjeros en Colombia –documentos relacionados/, où elles trouveront les centres de formation Colombiens et les programmes à suivre. Egalement, elles trouveront le formulaire de présentation des candidatures.
Pour toute information complémentaire, veuillez vous adresser à lhenao@icetex.gov.co http://mc/compose?to=lhenao@icetex.gov.co, ou sfernandez@icetex.gov.co http://mc/compose?to=sfernandez@icetex..gov.co