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quinta-feira, 18 de junho de 2026

Pequena empresa jornalística fora do foco dos prêmios do Sebrae

Instituição focada no pequeno empreendedor lança prêmio jornalístico sem categoria específica para a mídia alternativa. Rádios e TVs comunitárias, jornais de bairros, sites e blogs são obrigados a concorrer, de igual para igual, com os jornalões, as redes nacionais de TV e Rádio e poderosos sites informativos empresariais.


Por Chico Sant’Anna[i]. Publicado simultaneamente no Observatório da Imprensa 


O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) é uma instituição de 54 anos de existência. Criada em 1972, como um Centro vinculado ao então Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDE) - ainda não tinha o S de social – a instituição nasceu para fomentar e assessorar os pequenos e médios empresários. Com o propósito de atender 35 milhões de iniciativas de menor porte em todo o país, o Sebrae afirma ter por missão, segundo seu portal institucional, a promoção da competitividade e o desenvolvimento sustentável de micro e pequenas empresas, estimulando o empreendedorismo. Trata-se de uma instituição cuja marca é bem captada e avaliada pela opinião pública. Ao longo da história, o Sebrae sempre soube construir um conceito sobre a importância de se promover os pequenos negócios, se valendo fortemente dos veículos de comunicação, em especial da grande imprensa. No jargão jornalístico, sempre soube plantar a pauta.

A presença midiática do Sebrae foi potencializada, a partir de 2001, com a criação da Agência Sebrae de Notícias (ASN), concebida pelos jornalistas Ari Cipola e Abnor Gondim. Egressos da Folha de S. Paulo, os dois profissionais tinham a missão de materializar o slogan “Os pequenos negócios em pauta”.

Este ano, pela 13ª consecutiva, é promovido o Prêmio Sebrae de Jornalismo. A iniciativa, que em 2026 chega à 13ª edição, “está posicionada como uma vitrine fundamental para produções jornalísticas que dão visibilidade aos pequenos negócios em todo o Brasil” – comenta release do Sebrae.

Em todo o país, alcançou 3.759 inscrições. A participação dos profissionais abrange as categorias de Texto, Áudio, Vídeo e Fotojornalismo, não há diferenciação por tamanho do meio informativo. Apenas para o Jornalismo Universitário existe uma categoria diferenciada. Paradoxalmente, o certame jornalístico do Sebrae, que tem por objetivo promover os nano, micro e pequenos negócios, não possui nenhuma categoria voltada à imprensa alternativa. Será que não existe interesse em promover a “competitividade e o desenvolvimento sustentável de micro e pequenas empresas” jornalísticas e midiáticas, de “estimular o empreendedorismo” delas?

Em um cenário em que a chamada grande mídia impressa vem reduzindo sucessivamente a tiragem de seus títulos; que grandes veículos como Jornal do Brasil, Gazeta Mercantil, Editora Abril, Revista Isto É, dentre outros, desapareceram ou foram reduzidos apenas a versões digitais; que emissoras tradicionais de rádios, como a Eldorado, já não operam mais ou não produzem jornalismo; estimular o nascedouro de uma nova imprensa, ou consolidar e fazer crescer os pequenos veículos, seria um bom propósito para o Sebrae, por meio do seu Prêmio de Jornalismo.

Mas a foto é outra. Rádios e TVs comunitárias, jornais de bairro, sites, blogs, todos estes tipos de meios de comunicação alternativos se desejarem concorrer no prêmio Sebrae, terão que fazê-lo de igual para igual com a chamada mainstream media, ou seja, os grandes jornalões, as redes nacionais de rádio e televisão, os grandes portais. Não é necessário gastar argumentos para demonstrar que é uma concorrência desleal. Haja visto os recursos tecnológicos e humanos que cada tipo de mídia dispõe.

O paradoxal aqui é termos uma instituição, que tem por meta fortalecer os nanos, micro e pequenos empreendimentos, ignorar a pequena imprensa existente neste país. Só o universo de rádios comunitárias legalizadas pelo Ministério das Comunicações ultrapassa a casa de quatro mil. O que leva o Sebrae a desconsiderar a existência desta imprensa alternativa? O que ela noticia não teria peso ou valor cognitivo suficiente para os anseios do Prêmio Sebrae? A penetração de seus conteúdos não chega ao público alvo pretendido pelo Sebrae?

Organizações internacionais possuem uma abordagem diferenciada e inteligente junto à mídia alternativa. São cientes de que em determinadas localidades, em determinados públicos, o que chega aos cidadãos são os informes do que o norte-americano Dan Gillmor cunhou de grassroots media[ii]. Se valendo do conceito, que em português se refere às origens de algum fenômeno, poderíamos traduzir por um jornalismo raiz, Gillmor faz referência a um “jornalismo cidadão:” O autor inglês Cris Atton[iii] (2002: 143), divide os veículos alternativos em dois grupos: a advocacy media, que atua em defesa de causas sociais, e os grassroots media, que provocariam uma revolução maior no que tange a introdução de novos valores de noticiabilidade, “news values”.

Instituições internacionais, como a Unicef, a Unaids e a Organização Mundial de Saúde, atuam permanentemente junto a essas emissoras, buscando parceria, fomentando-as, por meio do fornecimento de conteúdo, treinamentos. Em alguns casos especiais, estas instituições repassam apoio material para a compra de equipamentos e manutenção de gráficas, emissoras, equipamentos de informática. Estão cientes de que a imprensa alternativa é um importante instrumento de transmissão de uma contrainformação ou de uma contracultura na busca de mudanças de valores sociais.

Como já tivemos a oportunidade de afirmar, a imprensa alternativa, sob as diversas rotulações que comporta – o public journalism, contra-imprensa, imprensa nanica, radical, anarquista, associativa, comunitária, operária, etc. – bem como sob diversos propósitos editoriais, enquanto elemento de accountability, transparência, advocacy, lobbying, relações públicas, assessoria de imprensa, construção da cidadania, dentre outras (Sant’Anna, 2009: 66)[iv] -, é um fato concreto na esfera pública midiatizada, ou seja, no espaço social e virtual onde os debates políticos, culturais e sociais ocorrem por meio dos meios de comunicação. Não há como negar sua existência. Há três anos temos provocado dirigentes do Sebrae sobre a não previsão de categoria especifica para pequenos veículos em seus prêmios jornalísticos. Nunca obtivemos uma resposta.

É notório que a promoção de concursos jornalísticos representa a adoção de uma estratégia para sensibilizar profissionais de imprensa, em especial os gatekepers – aqueles que definem as pautas e-ou o aproveitamento editorial nos veículos - para que foquem em determinado assunto -, bem como interferir nos critérios de definição da agenda midiática. Na década de 1990, a Unicef foi bastante feliz em promover por anos seguidos prêmios focados na proteção da infância. Coincidência ou consequência, o tema da infância é hoje uma constante no noticiário nacional. A Aids também foi alvo durante muitos anos de concursos jornalísticos semelhantes, em especial, voltados para fomentar o combate à discriminação.

A realização de prêmios jornalísticos, se de um lado ajuda a promover a instituição ou determinado tema, de outro aporta credibilidade e reconhecimento externo. Aos inscrever-se em um concurso voltado à imprensa, o profissional ou o veículo procura obter a chancela corporativa e dos demais atores sociais quanto à qualidade de seu noticiário. A conquista de prêmios aporta credibilidade ao produto informativo, credencia o veículo na esfera pública. E para o jornalista contribui para o reconhecimento profissional. (SANT’ANNA: 269). É tudo que um veículo de pequeno porte necessita para crescer. Este credenciamento ajuda a abrir portas junto às fontes, junto aos gestores de verbas publicitárias, ou seja ajuda a crescer e consolidar-se como empresa ou instituição jornalística.

Voltamos, então à pergunta: por que o Sebrae não foca seus prêmios nesse perfil de veículo de comunicação? Inclusive como instrumento de fomento e fortalecimento deste segmento empresarial. Será uma preferência em conceder premiações a profissionais que já conquistaram o estrelato da carreira? Será que a ele só interessa o que é publicado nos jornalões e grandes redes de TV, rádio e portais de internet? O micro e pequeno comunicador não lhe interessa?

Para a próxima edição do Prêmio Sebrae, a sugestão é que a instituição crie categorias específicas para nanos, micro e pequenos comunicadores, de acordo com a faixa de faturamento, e para mídias alternativas, como rádios, TVs e rádios comunitárias e de favelas. Desde já, se faz necessário um levantamento que identifique quantas empresas existem neste universo, classificando-as por níveis de faturamento anual, audiência, território geográfico de penetração. 

__________________

[i] Jornalista Profissional, pesquisador acadêmico, Mestre em Comunicação pela Universidade de Brasília e Doutor em Ciência da Informação e Comunicação, pela Universidade de Rennes 1 – França.

[ii] GILLMOR, D. (2006). We the Media: Grassroots Journalism by the People, Sebastopol, EUA, O'Reilly Media.

[iii] ATTON, C. (2002). Alternative media, London, Sage

[iv] SANT’ANNA, F (2009) Mídia das Fontes: um novo ator no cenário jornalístico brasileiro - Um Olhar Sobre A Ação Midiática Do Senado Federal. Brasília, Edições Técnicas do Senado.

terça-feira, 9 de setembro de 2025

Trincheira Popular: o novo programa da TV Comunitária de Brasília


O foco editorial de Trincheira Popular busca divulgar matérias para segmentos populares, assalariados, desempregados, sempre com a análise dos fatos. O programa será mensal, sendo exibido sempre na primeira sexta-feira de cada mês.

 

Por Chico Sant'Anna

O Canal Cidade Livre, a TV Comunitária de Brasília, tem nova atração. Estreou, dia 5/9, o programa Trincheira Popular. A meta é colocar questões e dilemas, exigindo ações e respostas. Com apresentação dos jornalistas Dorgil Silva e Camila Piacesi, o primeiro programa trouxe um resumo das principais notícias do Brasil e do Mundo, incluindo comentários, opiniões, história, cultura. É uma realização da TV Comunitária de Brasília com a parceria entre o Laboratório de Dados Brasil e a Topi Editora. A transmissão será mensal, sempre na primeira sexta-feira de cada mês, às 13h de Brasília.

Com uma agenda variada, que incluiu temas como Gaza, Ucrânia e América Latina, o primeiro programa de estreia recebeu o jornalista Hélio Doyle para analisar o julgamento de Bolsonaro e mais sete golpistas na a Ação Penal (AP) 2668: Alexandre Ramagem (ex-diretor geral da Abin), Almir Garnier Santos (ex-comandante da Marinha), Anderson Torres (ex-ministro da Justiça), Augusto Heleno (ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional), Mauro Cid (delator e ex-ajudante de ordens de Bolsonaro), Paulo Sérgio Nogueira (ex-ministro da Defesa) e Walter Braga Netto (ex-ministro da Casa Civil). O programa tratou também da repercussão do Tarifaço de Trump e as retaliações ao Poder Judiciário dos EUA e do Brasil.

O foco editorial de Trincheira Popular busca divulgar matérias para segmentos populares, assalariados, desempregados. Nas palavras de Dorgil Silva “a produção é dirigida aos que trabalham pela obtenção de dignidade, decorrente da própria luta, pessoal, e consequentemente coletiva, por uma vivência com valor, afastando todo tipo de violação.” O programa de estreia pode ser visto no youtube, basta clicar aqui.

Produtores

O LabDadosBrasil pesquisa informações em mídias de todos os continentes, especialmente as que revelem situações opressivas aos direitos humanos e dos povos, buscando visões críticas e projetos que grandes meios de comunicação não publiquem.

A Topi Editora destaca conceitos e ações que incentivem a comunhão, a distribuição adequada do trabalho e da riqueza, realça os valores teóricos, organizativos, políticos e ideológicos que promovam o respeito e a solidariedade entre as pessoas e os países.

TV Comunitária de Brasília

O Canal Cidade Livre - a TV Comunitária de Brasília – está no ar desde 13 de agosto de 1997. Ela transmite 24 horas por dia, com uma programação diferenciada em relação aos canais comerciais. O sinal está disponível no canal 12 da Net/Claro, no Youtube e também na página do facebook

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Crowdfunding: TV Comunitária de Brasília pede apoio financeiro

Quem desejar ajudar, pode fazer doações ou mesmo agendar repasses mensais para a conta bancária do Canal Cidade Livre



Por Paulo Miranda


A TV Comunitária do Distrito Federal precisa de você. 
O Canal Cidade Livre é uma espaço para a democracia informativa. Veiculado pelo canal 12 da NET e disponível via Internet, trata-se de uma usina democrática de produção audiovisual local. 
Em 2018, foram mais de 400 programas transmitidos ao vivo, gravados e reprisados, em externas ou a partir de seu estúdio, localizado no Setor de Indústrias Gráficas.
Nesse ano eleitoral, foi uma das poucas emissoras de TV que se dedicaram a ouvir os candidatos à CLDF, ao GDF, à Câmara Federal e ao Senado, sem distinção de partidos, buscando disponibilizar informações para que os eleitores fizessem a boa escolha.
Tudo isso sem contar as veiculações de programas de produtores independentes, da produção audiovisual nacional da Ancine – Agência Nacional de Cinema e de programação de qualidade da TVT, LBV e TVComBr – a TV Comunitária Nacional veiculada para todo o Brasil por satélite.
Em 2018, foram mais de 400 programas transmitidos ao vivo,
gravados e reprisados, em externas  ou a partir de seu estúdio.

O canal não recebe verba publicitária oficial, nem do governo federal, nem do GDF. Ele se sustenta a partir de doações individuais e de instituições.
Esta grade horária de acesso público precisa continuar em 2019. Por isso, esta campanha de arrecadação financeira para dá suporte a uma emissora que resiste há 21 anos, desde 13 de agosto de 1997.
A TV Comunitária também promove a formação de videomakeres nas cidades do DF, priorizando jovens sem condições econômicas.

Colabore, participe e mantenha a TV Comunitária de portas abertas.

Quem desejar ajudar, pode fazer doações ou mesmo agendar repasses mensais para a conta bancária

Banco do Brasil
Agência 3380-4
C/C 111.363-1
CNPJ: 03.006.470/0001-50

Confira alguns dos conteúdos produzidos e veiculados pelo Canal Cidade Livre, a TV Comunitária de Brasília

  • Baú Musical (27), 
  • Brasil Nação (3), 
  • Brasília Notícias (37), 
  • Café na Política (15), 
  • Cenário Musical (2), 
  • Cidades & Condomínios (7), 
  • Conexão Cidadã (22), 
  • Contracorrente (51),
  • Espaço Sindical (7), 
  • Direito de Antena (33), 
  • Eleições 2018 (11 candidatos ao GDF),
  • Letras & Livros (15), 
  • A Rua tem seus Traços (24), 
  • Barba na Rua (5), 
  • Notícias da Cidade (3), 
  • Painel da Cidadania (8), 
  • Sons da Cidade (4), 
  • TV Sindsasc (22), 
  • TV Bancários (46), 
  • TV Sinpro (36) e 
  • TV Urbanitários (9).

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Senado debate Canal da Cidadania e financiamento das rádios e TVs comunitárias

O jornalista Paulo Miranda, presidente da
Abcom, levou à CDH as preocupações do
setor com o financiamento dos canais comunitários.
Da Agência Senado

Fruto do processo de digitalização da TV no Brasil, o Canal da Cidadania poderá ser um passo importante na democratização da comunicação, com a construção de um sistema público plural que inclui TVs não-estatais. O assunto foi discutido na segunda-feira (23) pelos participantes de uma audiência pública na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), que debateu os desafios da comunicação pública e dos direitos humanos nas TVs abertas e por assinatura.
O governo prevê a implantação do Canal da Cidadania até 2019 nas cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes. Ele vai fazer uso da multiprogramação possibilitada pela TV digital. Serão quatro faixas de conteúdo: a primeira, para municípios; a segunda, para estados; e outras duas para associações comunitárias.
— O Canal da Cidadania é uma revolução. Agora as prefeituras e as comunidades locais vão poder falar na TV aberta. Essa sempre foi a nossa batalha — disse o superintendente-executivo de Relacionamento Institucional da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), André Barbosa.
Além do Canal a Cidadania, também serão criados os Canais do Poder Executivo, da Educação, e da Cultura.
Pola Ribeiro, da Secretaria do Audiovisual (SAV) do Ministério da Cultura, disse que uma maior disseminação dos canais estatais e públicos vai ajudar a diversificar a informação recebida pela população.
— A comunicação privada tem papel importante, mas ela não pode sozinha dar conta da comunicação do país. Não temos que bater altos índices de audiências, mas de referência — disse.
Integrante da Coordenação Executiva do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação, Bia Barbosa espera que os novos canais incluam a participação de diversos setores da sociedade.
— Se a programação do Canal da Educação for uma programação desenhada e organizada integralmente pelo MEC, a gente está falando de mais um canal estatal e não público — apontou.
De acordo com o representante do Ministério das Comunicações, Otávio Pieranti, o decreto de criação dos canais já prevê mecanismos de participação social na programação. Até hoje, 378 municípios solicitaram a outorga do Canal da Cidadania. Desses, 25 já estão em fase de apresentação de projeto técnico. Após essa etapa, informou, o Ministério encaminhará os pedidos de outorga ao Congresso Nacional, que dará a palavra final.

Veja a reportagem sobre o debate dos desafios da comunicação pública e dos direitos humanos na TV




Financiamento

Outro assunto que mereceu atenção durante a audiência pública foi a sustentabilidade das rádios e TVs comunitárias. O presidente da Associação Brasileira de Canais Comunitários, Paulo Miranda, propôs que o financiamento das TVs estaduais, universitárias, comunitárias e de órgãos públicos deve seguir modelo semelhante ao adotado na lei que criou a EBC (Empresa Brasil de Comunicação). 
Além de recursos orçamentários da União, a EBC recebe verbas da publicidade institucional do governo, doações e recursos do Fistel (Fundo de Fiscalização das Telecomunicações).
Outros representantes de rádios e TVs comunitárias sugeriram que o governo federal destine ao menos 10% da verba gasta com publicidade para veículos de comunicação pública e comunitária. Em 2014, a administração pública federal gastou R$ 2,32 bilhões em publicidade.
— Esse bolo é do nosso imposto, é do nosso recurso e nós temos direito de dizer para onde deve ir — disse Paulo Miranda.
Alessandro Godinho, da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, pasta que é responsável pela destinação das verbas de publicidade estatal, afirmou que o governo amentou o número de veículos que recebem verbas nos últimos 10 anos. Segundo ele, a audiência é um critério importante, mas não o único considerado.

— O governo evoluiu de um patamar de cerca de 200 veículos programados para quase 4 mil veículos. Somos sabedores que temos um campo para avançar. O recurso é finito e não conseguimos atender às expectativas de todo mundo — assinalou Godinho.

domingo, 15 de novembro de 2015

Brasília sedia Fórum Nacional dos Canais Comunitários de TV

O Fórum Abccom 2015 – TVs Públicas em Primeiro Lugar vai ser realizado nos dias 22, 23 e 24 de novembro de 2015, em Brasília com plenárias na sede da Abccom – Associação Brasileira de Canais Comunitários, a serem transmitidas ao vivo pela TV Comunitária (canal 12 na NET e na internet (www.tvcomunitariadf.com). O evento contará com a presença de lideranças de TVs Comunitárias filiadas à Abccom – Associação Brasileira de Canais Comunitários, bem como com a participação de parlamentares, estudantes, acadêmicos, ativistas midiáticos, e lideranças sindicais e populares vinculadas ao movimento de democratização da comunicação.
O Fórum visa reforçar as lutas pela democracia informativa no país por meio das TVs Comunitárias, Canal da Cidadania e TVs Universitárias, Legislativas, da Justiça e Educativas e Culturais, TV Comunitária por Satélite, Canais Saúde, Cultura e Educação, em gestação pelo governo federal. E agilizar o atendimento às principais reivindicações do setor.
Este ano, a novidade fica por conta da manifestação de lideranças em frente ao Palácio do Planalto, na terça-feira, dia 23, às 10h, para marcar a luta das TVs Comunitárias, e de momentos para audiências dos dirigentes dos canais comunitários com os ministros Edinho Silva (Secom - Presidência da República), Ricardo Berzoini (Secretaria de Governo da Presidência da República) e André Figueiredo (Ministério das Comunicações) e com o deputado Fábio Souza, presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação, Inovação e Informática da Câmara dos Deputados.
No Senado Federal, será realizada uma audiência pública sobre “Os desafios da Comunicação Pública e dos Direitos Humanos na TV aberta e por assinatura, na TV Digital no Canal da Cidadania, na banda larga e nas redes sociais” na Comissão de Direitos Humanos  com total cobertura da rede de comunicação da Casa; e ato de relançamento da Frente Parlamentar Mista de Defesa das TVs Comunitárias, cuja adesão passa de 120 parlamentares, no Café do 9º andar da Câmara dos Deputados, na terça, dia 24, às 8h.
Serviço
Fan page: Abccom TVs Comunitárias do Brasil
Facebook: Abccom TVs Comunitárias
Telefone: (61) 9982 - 7705

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Tv Comunitária de Brasília celebra 18 anos no ar

O Canal Cidade Livre,a TV Comunitária de Brasília comemora com shows ao vivo de várias bandas e manifestações artísticas os seus 18 anos de existência. A diretoria da TVCOMDF elaborou uma festa especial a ser realizada na quinta-feira, dia 13 de agosto, de 19h às 23h30. Haverá, ainda, o microfone aberto, em que os presentes poderão fazer suas declarações em prol da democratização dos meios de comunicação e do fortalecimento da comunicação comunitária do país. 
Na mesma data,  será comemorado o aniversário do Comandante Fidel Castro, líder revolucionário batalhador pela integração latino-americana, bandeira que a TVCOM também assumiu na prática ao realizar, há 10 anos , sem interrupção, a retransmissão do sinal da Telesur, sinal informativo da América Latina, construída a partir de esforços conscientes e estratégicos adotados por Hugo Chávez e o comandante da Revolução Cubana. 
História
A TV Comunitária de Brasília estreou em 13 de agosto de 1997, tendo por base legal a alínea “g”, do artigo 23, da Lei 8.977 de 6 de janeiro de 1995, mais conhecida como a Lei do Cabo, por conceder este direito somente nas empresas de TVs por Assinatura no Cabo, via fibra ótica. Em 2011, a lei do cabo foi substituída pela Lei 8.485 que, em seu artigo 32, inciso VIII, contempla o mesmo direito. Por ser um direito de acesso ao cabo, a TV Comunitária de Brasília ocupa o Canal 12 na NET – única empresa de tevê a cabo no Distrito Federal, com um público estimado em 1 milhão de pessoas. 
A TVCOMDF é um patrimônio dos cidadãos do Distrito Federal, possui uma diversa grade de programação, veiculada pelo canal 12 na NET e no site: www.tvcomunitariadf.com, e realiza diversos projetos que viabilizam o acesso à comunicação, como por exemplo, o projeto “TV EM MOVIMENTO: ESCOLA DE MÍDIA COMUNITÁRIA”, vencedor do 1º Prêmio Luiz Gushiken de Jornalismo Sindical (2014): com o 1º lugar na Categoria: Televisão e Vídeo, além de 1ª Lugar geral do prêmio, entre os mais de cem inscritos. O prêmio é uma iniciativa da CUT Brasília. 
A TVCOMDF também é Pontão de Cultura, desde 2009, e ao longe deste trabalho encontrou parceiros e apoios culturais para dar seguimento no projeto mais inovador do Distrito Federal na área de comunicação.
"São 18 anos de lua pela democratização da comunicação, com produções audiovisuais de qualidade, de espaço para as classes trabalhadoras e as minorias, projetos de acesso à comunicação, de cunho cultural e ambiental, e produção de conteúdo audiovisual de extrema qualidade e valor histórico. Vale destacar todos os nossos parceiros e apoiadores, que nestes anos uniram esforços em prol dessa luta" - afirma o jornalista Beto Almeida, um dos dirigentes do Canal Cidade Livre. 
"A comunicação pública, alternativa, comunitária, legislativa, universitária, educativa e cultural conquistam seu espaço e seus direitos. Uma nova política de comunicação é possível, com o trabalho realizados pelos governos (federal, estadual e municipal) e investimentos financeiros de instituições apoiadoras. Juntos e empenhados em viabilizar a efetividade do artigo 221 da Constituição, que prevê a regionalização da produção jornalística, artística, educativa e cultural no país. A TVCOMDF é protagonista nesse processo, participa desta luta e comunga com as reivindicações históricas que permitirão a Brasília e ao Brasil darem um salto de qualidade informativa ao seu povo" - destaca o jornalista Paulo Miranda, diretor da TVCOMDF.
Serviço:
TVCOMDF – TV COMUNITÁRIA DE BRASÍLIA – DF
SIG Qd. 3 Bl. 'B', Ed. Bernardo Monteverde 2, ao lado do restaurante Chão Nativo | Endereço

CEP 70610-430 | Brasília - DF

+55 61 8250 - 7170/ 3343 - 2713 ou 3344 - 4889 | Telefone

http://www.tvcomunitariadf.com/ |Site
Tvcomdf - O canal comunitário de Brasília | Facebook

tvcomdf@gmail.com | E-mail

@tvcomdf |
 Twitter

sábado, 13 de dezembro de 2014

Democratização da mídia em discussão na CDH Senado

Nesta segunda-feira (15) o papel das TVs Comunitárias para o fortalecimento da comunicação como
um Direito Humano fundamental estará em discussão na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado. O debate recebe representantes de TVs comunitárias e foi convocada pelos movimentos pela democratização das comunicações para debater os desafios para 2015 no setor. A audiência ocorre a partir das 15h, no Plenário 2 do Anexo das Comissões.

Essa é a segunda audiência pública sobre o tema nesta gestão da CDH Senado. A comunicação pública cresceu no país, com a proliferação da mídia alternativa, os mais de 350 pedidos de Canais da Cidadania solicitados pelos municípios ao Ministério das Comunicações, as cerca de 5 mil rádios comunitárias e mais de 100 TVs Comunitárias.

Como participantes estão confirmados o presidente da Associação Brasileira de Canais Comunitários (Abccom), Paulo Miranda, Carlos Alberto Almeida, jornalista e fundador da TeleSur, Valter Sanches, Presidente da Fundação Sociedade Comunicação Cultura e Trabalho (REDETVT), Evelin Maciel, Vice-Presidenta da Associação Brasileira de Televisões e Rádios Legislativas (ASTRAL) e representante da Secretaria Nacional de Audiovisual do Ministério da Cultura.


Serviço
Audiência Pública para debater o papel das TVs Comunitárias para o fortalecimento da comunicação como
um Direito Humano fundamental
Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa
Segunda-feira, 15/12 às 14h
Plenário 2, Ala Nilo Coelho, Anexo das Comissões, Senado
Informações: (61) 3303 4251 

sexta-feira, 4 de julho de 2014

TV Cidade Livre exibe documentário que denuncia contaminação de crianças com agrotóxicos

A TV Cidade Livre de Brasília, canal 12 da NET, exibe de 5 a 10 de julho o documentário Pontal do Buriti: brincando na chuva de veneno. Produzido pelo Núcleo de Agroecologia e Educação do Campo, com o apoio da Pastoral da Terra, ele trata de gravíssima denúncia de contaminação por agrotóxico ocorrida no município Rio Verde, Goiás, afetando a saúde da comunidade local.

"Em 1 de maio de 2013,  a partir das 9 horas da manhã, uma aeronave da empresa Aerotex Aviação Agrícola Ltda sobrevoou a Escola Municipal Rural São José do Pontal, localizada no município de Rio Verde, "pulverizando" , com o veneno Engeo Pleno da Syngenta, aproximadamente 100 pessoas, entre elas crianças, adolescentes e adultos,  que encontravam-se na área externa do prédio, na hora do recreio. Algumas crianças e adolescentes, "encantados" com a proximidade com que passava o avião, receberam um banho de elevadas "doses" do agrotóxito.

Esse não é um caso isolado. Esta é uma  realidade do agronegócio no Brasil", diz o texto de apresentação do documentário, com 34 minutos de duração, que, certamente não será exibido em nenhuma emissora comercial, onde as transnacionais de agrotóxicos são grandes anunciantes.

Confira abaixo as datas e horários de exibição do documentário:

Dia 5 - Sábado - 9h.
Dia 6 - Domingo - 18h30 e Meia noite
Dia 10 - Quinta-feira - 14h30, 18h e 23h

terça-feira, 10 de junho de 2014

Maradona comentarista da Copa, diariamente na TV Cidade Livre de Brasília.‏

A TV Cidade Livre de Brasília, canal 12 da NET, está retransmitindo o programa "De Zurda", com Maradona como comentarista da Copa do Mundo de Futebol, e com a participação do jornalista uruguaio, Victor Hugo Morales.
 
 Produzido e transmitido diariamente pela Telesur, às 22:30 h, a partir do Rio de Janeiro, o programa "De Zurda",  que quer dizer De Esquerda, lançará uma mirada diferenciada sobre a Copa, especialmente pela participação de Maradona, um gênio do futebol, com sua visão original e popular sobre o esporte das multidões. Mas, também,  porque  Victor Hugo Morales, o âncora do programa,  é um jornalista experiente que se especializou em analisar a ideologia e técnica da notícia, desmascarando com maestria as manipulações que os magnatas da comunicação praticam contra os povos que buscam um caminho independente da diretrizes emanadas pela Casa Branca.
 
De Zurda é um golaço da Telesur,  que entra na Copa com uma mirada própria, sem submissão às pautas publicitárias que afogam as coberturas do esporte das multidões.  Não perca: diariamente, pela TV Cidade Livre de Brasília, canal 12 da NET.
 

terça-feira, 19 de novembro de 2013

TVs públicas e comunitárias: Senado estimulará adesão de prefeituras à rede nacional

Da Agência Senado
Apenas 145 dos mais de 5 mil municípios brasileiros já fizeram ao Ministério das Comunicações pedido de outorga para receberem o Canal da Cidadania, que integrará numa só rede emissoras mantidas por órgãos públicos e por instituições comunitárias. A inserção das TVs comunitárias nesse novo modelo foi tratada pela Comissão de Direitos Humanos (CDH) em audiência pública nesta segunda-feira (18), quando os convidados destacaram a necessidade de divulgar nas prefeituras a importância de se pedir a outorga.
O Canal da Cidadania fará parte do conjunto de canais explorados por entes da administração pública dentro do Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD). Com isso, poderá usar amultiprogramação possibilitada pelo novo modelo, com uma faixa de conteúdo específica para os poderes municipais; uma para os estaduais; e duas para associações comunitárias, responsáveis por veicular programação local.
– Trata-se de um canal aberto, dado, e as prefeituras terão prioridade até 18 de junho de 2014, quando a preferência passa aos estados. Por enquanto só os prefeitos podem pedir. É um direito dos municípios - afirmou Carlos Des Essarts, assessor técnico da liderança do PT no Senado e responsável por elaborar uma cartilha informativa para as prefeituras.
Recursos
De acordo com o jornalista Paulo Miranda, presidente da Associação Brasileira de Canais Comunitários, o Canal da Cidadania vai permitir a democratização das TVs comunitárias, hoje restritas a serviços por assinatura.
– Ainda estamos restritos aos guetos, presos ao cabo, mas estamos prestes a sair para a TV aberta, com a chegada do mundo digital – afirmou.
O acesso das TVs Comunitárias ao modelo de TV Digital – garantido pela Portaria 489/2012 do Ministério das comunicações – foi "uma grande vitória", segundo Paulo Miranda.
Todavia, diz ele, os canais enfrentam sérios problemas financeiros, o que dificulta colocar a programação no ar. Ele defendeu a criação do Fundo Nacional de Apoio e Desenvolvimento das TVs Comunitárias.
Otimismo
Apesar do baixo número de requisições por parte das prefeituras, o diretor da Secretaria de Comunicação Eletrônica do Ministério das Comunicações, Octávio Pieranti, disse estar otimista.
– Estamos viabilizando alternativa para um procedimento mais célere de outorga, mas o tempo de tramitação do pedido depende muito do município, que tem que apresentar toda a documentação de forma ágil. Há previsão de que em poucos anos um número significativo de cidades tenham o recurso. Estamos num momento de transição do analógico para a digital. Um novo tempo se abre, com a entrada da comunidade na televisão digital aberta no país. Temos que aproveitar a oportunidade – afirmou.
No momento, as prefeituras têm de apresentar uma lista extensa de documentos, entres os quais certidão negativa de débitos com o INSS.
Responsabilidade é dos prefeitos
No fim da audiência, a presidente da CDH, senadora Ana Rita (PT-ES) informou que a comissão apoiará a causa das TVs comunitárias e vai oficiar o Conselho Nacional de Comunicação do Congresso para que contemple as mídias alternativas com um assento no órgão.
Ela informou também que a CDH vai se corresponder com todos os prefeitos brasileiros para sensibilizá-los e alertá-los sobre o prazo do pedido de outorga.
– Os prefeitos são os principais atores deste processo e, se não abrirem essa porta, nenhuma associação poderá fazê-lo. Eles têm a responsabilidade de abrir a porta lá no município –afirmou.
A reunião da CDH nesta manhã fez parte do Fórum Brasil 2013 – TVs Comunitárias em Primeiro Lugar, que termina amanhã em Brasília.
Mais informações sobre o evento estão no site www.forumabccom2013.com

sexta-feira, 29 de março de 2013

TV Cidade Livre de Brasília debate Golpe Militar de 64

Enviado por Beto Almeida

A TV Cidade Livre de Brasília,  canal 8 da Net, vai debater o Golpe de 64, que neste domingo completa 49 anos. O programa , ao vivo, contará com as presenças do Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, ex-Ministro do Governo Lula, do Embaixador Arnaldo Carrilho ( foi representante do Brasil na China e na Coréia do Norte), e do jornalista e escritor Leite Filho, autor , entre outros, dos livros "Quem Tem Medo de Hugo Chávez?" e  "O Caudilho - Perfil Biográfico de Leonel Brizola". 
 
 O debate será ancorado pelo jornalista Beto Almeida, diretor da Telesur e tem por objetivos extrair lições daquele golpe de estado para a atualidade, especialmente porque as forças mais conservadoras da sociedade que, naquela época, se organizaram para interromper violentamente as reformas que o Brasil realizava, agora, também, se organizam com o intuito de travar, impedir e paralisar o processo de transformações que  o país experimenta deste a eleição de Lula, processo continuado pela eleição de Dilma Roussef à presidência.
 
Um olhar especial será lançado sobre o papel golpista desempenhado pelos meios de comunicação que, em 1964, participaram editorial e praticamente da organização política do golpe ditatorial,  sustentando suas  trágicas consequências para a vida política nacional, a destruição da vida democrática, a asfixia da arte e da cultura, o esmagamento dos sindicatos e das organizações estudantis, a entrega das riquezas nacionais aos poderes externos.
 
Hoje, quando o Brasil volta a priorizar o atendimento das legítimas reivindicações de sua população mais pobre, quando amplia os direitos trabalhistas, quando redistribui a renda nacional e valoriza o salário, quando pratica uma política externa soberana e pautada pela integração solidária com os povos que lutam por um mundo de cooperação, registram-se movimentos em segmentos conservadores, políticos e midiáticos, sempre em sintonia com os poderosos interesses imperiais, visando desestabilizar e  intimidar o governo de Dilma Roussef.
 
O programa  terá início as 11 horas da manhã e pode ser captado pelo Canal 8 da Net pelos assinantes de Brasília. Pela internet, o programa poderá ser assistido pelo site da TV Cidade Livre que é   www.tvcomunitariadf.com.br
 
TV Cidade Livre de Brasília, 15 anos democratizando a informação!!!!!

domingo, 3 de março de 2013

TV Cidade Livre exibe “A guerra que você não vê”

Enviado por Beto Almeida


A TV Cidade Livre de Brasília – o canal comunitário da capital federal  -  está exibindo em horários diferenciados de sua grade um impactante documentário intitulado “A guerra que você não vê”,  do destacado jornalista australiano John Pilger, contando não apenas os horrores das agressões militares dos EUA e da Inglaterra contra o Iraque, o Afeganistão e também de Israel contra a Palestina, mas, também, contando os horrores da vergonhosa, indecente e criminosa manipulação informativa praticada pelo “jornalismo embutido”, para justificar estas guerras.

Os jornalistas são conduzidos a participar do teatro de operações de  guerra de agressão instalados nos comboios, frotas e instalações dos agressores imperiais contra os povos citados. Assim, convivendo com os exércitos agressões, hospedados e alimentados pelos invasores,  o termo “ ocupação militar”, passa a ser apenas ocupação, e o termo “controle militar”passa a ser apenas controle: as palavras mudam de sentido para fazer sentido apenas aos países imperiais que comandam o fluxo internacional da informação, já que os maiores anunciantes são empresas vinculadas à indústria de armas, sejam os bancos, as empresas de transporte ou de computadores.

O documentário exibido pela TV Cidade Livre revela como surgem importantes rebeliões no seio dos próprios países imperialistas, como o nascimento do Wikelikes  -  Julian Assange é entrevistado , ainda estava em liberdade   -  e também há no filme o depoimento de soldados dos EUA relatando as atrocidades  cometidas por suas próprias tropas contra população civil, com a divulgação da alarmante estatística de que no Iraque, 90 por cento das vítimas são civis.

 John Pilger entrevista também  altos funcionários dos governos dos  EUA  e da Inglaterra, que confirmam que nunca houve nenhuma comprovação de que havia armas de destruição em massa nas mãos do Iraque, razão propagandística utilizada  -  com a vergonhosa e criminosa conivência do jornalismo embutido  -  para  lançar uma guerra contra  o Iraque o Afeganistão. Há depoimento de um funcionário do governo inglês que se declara envergonhado pelo papel que desempenhou nestes crimes em que o jornalismo  e a diplomacia se unem à serviço da guerra.

 Agora que as agressões se dirigem à Síria, convidamos todos a assistirem este  documentário por ser muito útil para estimular o debate entre as forças progressistas  sobre a necessidade de reforças a solidariedade internacional, bem como a construção de uma frente única antiimperialista mundial. E, também, para reforçar o apoio a iniciativas como a da criação do Conselho de Defesa da América do Sul, integrado pelo Brasil, a  e uma política externa cada vez mais   independente e soberana , para o quê devemos também apoiar iniciativas como a do projeto do submarino nuclear, cuja unidade de fabricação foi inaugurada recentemente pela Presidenta Dilma Roussef.

Assistam o documentário “A guerra que você não vê”, na TV Cidade Livre de Brasília, o canal 8 da NET.  Confira na programação:  WWW.tvcidadelivredf.com.br





quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Programação de Carnaval do canal comunitário TV Cidade Livre


Enviado por Beto Almeida
O canal comunitário de Brasília, TV Cidade Livre, 8 na net, elaborou uma programação especial para o período de Carnaval. Confira abaixo o que vai ser exibido de 8 a 14 de fevereiro.
Na programação diferenciada da TV Cidade Livre, o espectador pode curtir os desenhos da personagem argentina Mafalda, shows de  Hamilton de Holanda e Liga Tripa, documentários, notícias da América do Sul, programas de entrevistas e debates, telejornais. Para quem quer fugir da mesmice da televisão aberta brasileira, esta é uma opção.
Confira abaixo a programação completa válida para o período de 8 a 14 de fevereiro.
Dia 8 - Sexta-feira
8h – ANAD Educação em diabéticos (fixo)
9h - TV Rede Mundial (fixo)
13h – Perón Sinfonia Del Sentimento vol.1 – Um Documental de Leonardo Favio
14h23 – Shows Musicais e programação ao vivo
18h30 – Amigos da História Contadores de História (fixo)
19h – TVT (fixo)
19h30 – Conexão Cidadã (fixo)
20h – TV Supren (União Planetária e Sociedade Teosófica fixo)
21h – O Libertário (reprise)
21h30 - Tv Legis (fixo)
22h – Telejornal (fixo)  
23h – Perón Sinfonia Del Sentimento Vol.1 – Um Documental de Leonardo Favio
0h23 – Espaço Sindical Com Vicente do Sinpaf – Acordo Coletivo dos Trabalhadores da Embrapa
1h03 – Pinheirinho Bombas Covardia e Violência – Filme documentário
2h – Show Com Hamilton de Holanda e Convidados
4h – Show Com Liga Tripa Café da Rua 8
5h - Show Com Mirla Muniz

Dia 9 - Sábado
6h6 – Desenhos Mafalda vol.2
6h45 - Vídeo Educar Plantando - 1995 Paracatu
7h – Pinheirinho Bombas Covardia e Violência – Filme documentário
8h – Café na Política (fixo)
8h30 – Vida no Sul – Irga Alimentação
9h – Bolívia TV. EL CHEF SIN FRONTEIRA
9h30 – Espaço Sindical Com Vicente do Sinpaf – Acordo Coletivo dos Trabalhadores da Embrapa
10h – Programa Amigos da História – Contadores de História (fixo)
10h30 – Perón Sinfonia Del Sentimento – Um Documental de Leonardo Favio vol. 2
12h – TV Legis (fixo)
12h30 – Momento Concurso (fixo)
13h – Contracorrente Com Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães – Desafios Brasileiro na Era dos Gigantes Capitulo – 02
14h – Perón Sinfonia Del Sentimento – Um Documental de Leonardo Favio vol. 2
15h35 – Documentário Extremos - Direção João Freire Secretaria de direitos humanos/PR Prefeitura de Recife
16h - Perón Sinfonia Del Sentimento – Um Documental de Leonardo Favio vol. 2
17h35 – Filme documentário – Um Dia de Vida
18h – Pontão de Cultura- Com Fernando Tolentino (fixo)
18h30 – Vida no Sul Especial Miguel Marques
19h – Programa do Servidor (fixo)
20h – O Libertário (fixo)
20h30 – Momento Espírita (fixo)
21h – Telejornal (fixo)
21h30 – Festas populares em Cuba
22h30 – Programa Via Brasília (fixo)
23h – Contracorrente Com Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães – Desafios Brasileiro na Era dos Gigantes Capitulo – 02
0h - Perón Sinfonia Del Sentimento – Um Documental de Leonardo Favio vol. 2
1h35 – Festas Populares em Cuba
1h30 - Thomas Sankara Terra dos Homens Justos – documentário
2h25 – Show Com Ruben Rada
3h15 – Dom Fragoso - Um Filme de Francis Vale
4h25 – Clube da Bossa Os Cariocas
5h40 – O Catador Diógenes  

Dia 10 – Domingo
6h – O Direito de Viver em Paz – documentário 
7h50 – Filme documentário – Casas Marcadas
8h – Programa Amigos da História – Contadores de História (fixo)
8h30 – Tai chi chuan uma via para o tão
9h – Espaço Sindical Com Vicente do Sinpaf – Acordo Coletivo dos Trabalhadores da Embrapa
9h30 – TV Legis
10h – Perón Sinfonia Del Sentimento – Um Documental de Leonardo Favio vol. 3
11h33 – Vida No Sul Irga Alimentação (fixo)
 12h – Programa Amigos da História – Contadores de História (fixo)
12h30 - Contracorrente Com Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães Cap.2 Desafios Brasileiros na Era dos Gigantes  
13h30 – Momento Concurso (fixo)
14h – Clube da Bossa Carona Brasil
15h13 - Agrecolgia Tecendo Redes
15h30 – Perón Sinfonia Del Sentimento – Um Documental de Leonardo Favio vol. 3
17h – Documentário Morre congo e fica congo
17h30 - Programa Amigos da História – Contadores de História (reprise)
18h – Pontão de Cultura- Com Fernando Tolentino (fixo)
18h30 – Perón Sinfonia Del Sentimento – Um Documental de Leonardo Favio vol. 3
20h - Palavras de Paz (fixo)
20h30 – Pinheirinho – Bombas Covardia e Violência
21h20 – Filme Casas marcadas
21h30 – Paulo Freire na Literatura de Cordel
21h35 – Cinema Infantil de Florianópolis
21h40 - Grupo de Trabalho Amazônico - Populações da floresta
22h – Espaço Sindical Com Vicente do Sinpaf – Acordo Coletivo dos Trabalhadores da Embrapa
22h30 – Trabalho Legal (fixo)
23h – Perón Sinfonia Del Sentimento – Um Documental de Leonardo Favio vol. 3
0h35 – Portinari do Brasil
1h35 - Grupo 5 a seco
3h – Evandro Barcelos no clube do choro
4h – Clube da bossa juntos mais uma vez em homenagem a João Donato e Gilberto Gil
5h30 – Desenho Mafalda vol. 1

Dia 11 - Segunda-feira
6h10 – Festas Populares em Cuba
7h – Café na Política (fixo)
7h30 – Momento Concurso (fixo)
08h – Programa Amigos da História – Contadores de História (reprise)
8h30 – Espaço Sindical Com Vicente do Sinpaf – Acordo Coletivo dos Trabalhadores da Embrapa
9h – TV Rede Mundial (fixo)           
13h – Perón Sinfonia Del Sentimento – Um Documental de Leonardo Favio vol. 4
14h10 - Filme Casas marcadas
14h20 – Irã Terra das quatro estações
15h – Colonialismo e Neocolonialismo
16h - Perón Sinfonia Del Sentimento – Um Documental de Leonardo Favio vol. 4
17h – Documentário Isto é Brasil
18h – Pontão de Cultura- Com Fernando Tolentino (fixo)
18h30 - Vida no Sul Irga Alimentação
19h – TVT (fixo)
20h – União Planetária e Sociedade Teosófica (fixo)
21h – Vida no Sul (fixo)
21h30 – Espaço Sindical Com Vicente do Sinpaf – Acordo Coletivo dos Trabalhadores da Embrapa
22h – Telejornal (fixo)
23h - O Libertário
23h30 - Telejornal Telesur

Dia 12 - Terça-feira
7h – Pontão de Cultura- Com Fernando Tolentino
7h30 – Palavras de Paz (fixo)
8h – TV Legis (fixo)
8h30 – Momento Concurso (fixo)
9h – Espaço Sindical Com Vicente do Sinpaf – Acordo Coletivo dos Trabalhadores da Embrapa
9h30 - Filme Casas marcadas
9h40 - Vértice de Matheus Araújo
10h - Programa Amigos da História – Contadores de História (reprise)
11h – Perón Sinfonia Del Sentimento – Um Documental de Leonardo Favio vol. 4
12h – TV Rede Mundial (fixo)
13h – Espaço Sindical Com Vicente do Sinpaf – Acordo Coletivo dos Trabalhadores da Embrapa
13h30 – Programa Via Brasília (fixo)
14h – Pontão de Cultura- Com Fernando Tolentino
14h30 – Documentário Morre Congo e Fica Congo
14h50 - Filme Casas marcadas
15h - Perón Sinfonia Del Sentimento – Um Documental de Leonardo Favio vol. 4
16h10 – Festas Populares em Cuba
17h - Thomas Sankara Terra dos Homens Justos – documentário
18h – Contracorrente Com Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães – Desafios Brasileiro na Era dos Gigantes Capitulo – 02
19h – TVT O Seu Jornal (fixo)
19h30 – Programa do Servidor (fixo)
20h - União Planetária e Sociedade Teosófica (fixo)
21h – Perón Sinfonia Del Sentimento – Um Documental de Leonardo Favio vol. 4
22h – Telejornal (fixo)
23h - Educação em diabetes

Dia 13 - Quarta-feira
7h – Radicalizando a Democracia (reprise)
8h – Documentário Xina Bena
9h – TV Rede Mundial (fixo)
13h – Espaço Sindical Com Vicente do Sinpaf – Acordo Coletivo dos Trabalhadores da Embrapa
13h30 – TV Legis
14h – Perón Sinfonia Del Sentimento – Um Documental de Leonardo Favio vol. 1
15h25 – Tai Chi Chuan - Uma Via para o Tão
16h – Filme documentário O Direito de Viver em Paz
17h45 – Campanha da Legalidade Com Leonel Brizola
18h30 – Pontão de Cultura- Com Fernando Tolentino (fixo)
19h – TVT (fixo)
19h30 – Programa café na Política (fixo)
20h – União Planetária e Sociedade Teosófica - TV Supren (fixo)
21h – AEPET (fixo
22h - Telejornal (fixo) União Planetária e Sociedade Teosófica - TV Supren (fixo)
22h30 – Espaço Sindical Com Vicente do Sinpaf – Acordo Coletivo dos Trabalhadores da Embrapa
23h - Perón Sinfonia Del Sentimento – Um Documental de Leonardo Favio vol. 1
Telejornal Telesur

Dia 14 - Quinta-feira
7h – Programa do Servidor (fixo)
8h – Pinheirinho - Bombas Covardia e Violência
9h – TV Rede Mundial (fixo)
13h – Programa Café na Política (fixo)
13h30 – TV Legis
14h – Perón Sinfonia Del Sentimento – Um Documental de Leonardo Favio vol. 2
15h37 – Filme Casas Marcadas
15h50 – A revolução de Angicos
16h– Clube da Bossa /Novas bossas
17h30 - Programa Amigos da História – Contadores de História (reprise)
18h – Pontão de Cultura Com Fernando Tolentino (fixo)
18h30 – Espaço Sindical Com Vicente do Sinpaf – Acordo Coletivo dos Trabalhadores da Embrapa
19h – TVT (fixo)
19h30 – Roteiro Espiritualista (fixo) 
20h – TV Supren (União planetária e Sociedade teosófica (fixo)
21h – Espaço Sindical Com Vicente do Sinpaf – Acordo Coletivo dos Trabalhadores da Embrapa
21h30 - TV Legis (fixo)
22h - Telejornal (fixo)
23h – Programa Via Brasília (fixo) após Telejornal Telesur