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domingo, 12 de julho de 2026

Prêmio: ICL incentiva reportagens investigativas regionais sobre o mercado de combustíveis

Edição de 2026 destina dois prêmios de R$ 10 mil a trabalhos de alcance regional que revelem os impactos das irregularidades sobre consumidores, empresas e economias

 

O Instituto Combustível Legal (ICL) reforça, na edição de 2026 do Prêmio ICL de Jornalismo, a valorização da cobertura local e regional sobre o mercado de combustíveis. A iniciativa busca estimular reportagens investigativas capazes de identificar fraudes, acompanhar ações de fiscalização e mostrar como práticas ilegais afetam diretamente consumidores, empresas que atuam de forma regular, arrecadação pública e comunidades de diferentes regiões do Brasil.

A categoria Regional concederá dois prêmios de R$ 10 mil cada. Poderão concorrer reportagens publicadas por veículos de alcance local ou regional, em todos os formatos previstos no regulamento. A avaliação dará ênfase à abordagem dos impactos do setor nas comunidades e nas economias locais. Os dois trabalhos que alcançarem as maiores pontuações da comissão julgadora serão premiados.

Para o ICL, o fortalecimento do jornalismo regional é fundamental porque muitos dos efeitos do mercado irregular são percebidos inicialmente nos municípios e estados. São jornalistas locais que acompanham de perto operações policiais, interdições de estabelecimentos, investigações sobre sonegação, adulteração de produtos, fraudes em bombas, roubo de cargas e outras práticas que podem estar associadas a estruturas criminosas mais amplas.

Além de revelar esquemas ilegais, a cobertura regional permite traduzir grandes números e investigações complexas para a realidade do cidadão. Uma fraude no mercado de combustíveis pode significar menos produto entregue ao motorista, risco de danos ao veículo, concorrência desleal contra empresas idôneas e perda de recursos que poderiam ser destinados a serviços públicos.

“O jornalismo local conhece a realidade de cada região, acompanha as autoridades, ouve os consumidores e consegue mostrar como as irregularidades chegam à vida das pessoas. Ao criar dois reconhecimentos na categoria Regional, queremos ampliar a visibilidade dessas reportagens e incentivar investigações que, muitas vezes, começam em um município, mas revelam problemas de dimensão estadual ou nacional”, afirma Emerson Kapaz, presidente do Instituto Combustível Legal.

Premiação de R$ 70 mil

O Prêmio ICL de Jornalismo 2026 distribuirá um total de R$ 70 mil em três categorias. Além dos dois trabalhos regionais, que receberão R$ 10 mil cada, haverá um prêmio de R$ 30 mil para a categoria Série e outro de R$ 20 mil para a categoria Nacional. Todos os vencedores também receberão o troféu do Prêmio ICL de Jornalismo 2026.

A categoria Série é destinada a conjuntos de duas ou mais reportagens interligadas, com narrativa contínua e abordagem aprofundada. Os trabalhos podem ter alcance regional ou nacional e ser apresentados em qualquer formato ou meio de comunicação. Já a categoria Nacional reconhecerá uma reportagem publicada em veículo de abrangência nacional e com impacto e relevância para o país.

Podem participar jornalistas profissionais com trabalhos publicados em veículos sediados no Brasil. São aceitas reportagens e séries jornalísticas veiculadas em televisão, rádio, mídia impressa, plataformas digitais, streaming e webTV. Os trabalhos precisam ter sido publicados entre 1º de outubro de 2025 e 30 de outubro de 2026.

As inscrições foram abertas em 4 de maio e seguem até 30 de outubro de 2026, exclusivamente pelo site oficial do Prêmio ICL de Jornalismo. A divulgação dos vencedores e a cerimônia de premiação ocorrerão durante o evento “O Posto Mais Bonito do Brasil 2026”, em São Paulo, em data e local que ainda serão anunciados.

Os trabalhos serão avaliados por uma comissão independente formada por jornalistas e especialistas. Entre os critérios estão relevância e interesse público, qualidade jornalística, clareza editorial, rigor na apuração, verificação das informações, impacto social, econômico ou institucional, originalidade, profundidade e contribuição para o debate sobre legalidade e concorrência.

Jornalismo como aliado da sociedade

Criado para fomentar a produção de conteúdo investigativo e de interesse público, o Prêmio ICL de Jornalismo reconhece reportagens que abordem os impactos do mercado irregular de combustíveis e as ações destinadas a combatê-lo. A iniciativa integra o compromisso do Instituto com a promoção de um ambiente de negócios mais ético, transparente e competitivo.

Em 2025, o prêmio recebeu mais de 80 reportagens e distribuiu R$ 50 mil. Para 2026, o aumento da premiação e a criação de categorias por alcance editorial ampliam o reconhecimento de trabalhos nacionais e regionais, além de séries que demandam apuração prolongada e aprofundamento.

“O enfrentamento ao mercado ilegal depende de fiscalização, inteligência, integração entre instituições e informação de qualidade. Reportagens bem apuradas ajudam a sociedade a compreender esses crimes, dão visibilidade ao trabalho das autoridades e contribuem para que irregularidades não sejam naturalizadas. Valorizar o jornalismo investigativo é também fortalecer a defesa do consumidor e da concorrência leal”, conclui Kapaz.

quinta-feira, 18 de junho de 2026

Pequena empresa jornalística fora do foco dos prêmios do Sebrae

Instituição focada no pequeno empreendedor lança prêmio jornalístico sem categoria específica para a mídia alternativa. Rádios e TVs comunitárias, jornais de bairros, sites e blogs são obrigados a concorrer, de igual para igual, com os jornalões, as redes nacionais de TV e Rádio e poderosos sites informativos empresariais.


Por Chico Sant’Anna[i]. Publicado simultaneamente no Observatório da Imprensa 


O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) é uma instituição de 54 anos de existência. Criada em 1972, como um Centro vinculado ao então Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDE) - ainda não tinha o S de social – a instituição nasceu para fomentar e assessorar os pequenos e médios empresários. Com o propósito de atender 35 milhões de iniciativas de menor porte em todo o país, o Sebrae afirma ter por missão, segundo seu portal institucional, a promoção da competitividade e o desenvolvimento sustentável de micro e pequenas empresas, estimulando o empreendedorismo. Trata-se de uma instituição cuja marca é bem captada e avaliada pela opinião pública. Ao longo da história, o Sebrae sempre soube construir um conceito sobre a importância de se promover os pequenos negócios, se valendo fortemente dos veículos de comunicação, em especial da grande imprensa. No jargão jornalístico, sempre soube plantar a pauta.

A presença midiática do Sebrae foi potencializada, a partir de 2001, com a criação da Agência Sebrae de Notícias (ASN), concebida pelos jornalistas Ari Cipola e Abnor Gondim. Egressos da Folha de S. Paulo, os dois profissionais tinham a missão de materializar o slogan “Os pequenos negócios em pauta”.

Este ano, pela 13ª consecutiva, é promovido o Prêmio Sebrae de Jornalismo. A iniciativa, que em 2026 chega à 13ª edição, “está posicionada como uma vitrine fundamental para produções jornalísticas que dão visibilidade aos pequenos negócios em todo o Brasil” – comenta release do Sebrae.

Em todo o país, alcançou 3.759 inscrições. A participação dos profissionais abrange as categorias de Texto, Áudio, Vídeo e Fotojornalismo, não há diferenciação por tamanho do meio informativo. Apenas para o Jornalismo Universitário existe uma categoria diferenciada. Paradoxalmente, o certame jornalístico do Sebrae, que tem por objetivo promover os nano, micro e pequenos negócios, não possui nenhuma categoria voltada à imprensa alternativa. Será que não existe interesse em promover a “competitividade e o desenvolvimento sustentável de micro e pequenas empresas” jornalísticas e midiáticas, de “estimular o empreendedorismo” delas?

Em um cenário em que a chamada grande mídia impressa vem reduzindo sucessivamente a tiragem de seus títulos; que grandes veículos como Jornal do Brasil, Gazeta Mercantil, Editora Abril, Revista Isto É, dentre outros, desapareceram ou foram reduzidos apenas a versões digitais; que emissoras tradicionais de rádios, como a Eldorado, já não operam mais ou não produzem jornalismo; estimular o nascedouro de uma nova imprensa, ou consolidar e fazer crescer os pequenos veículos, seria um bom propósito para o Sebrae, por meio do seu Prêmio de Jornalismo.

Mas a foto é outra. Rádios e TVs comunitárias, jornais de bairro, sites, blogs, todos estes tipos de meios de comunicação alternativos se desejarem concorrer no prêmio Sebrae, terão que fazê-lo de igual para igual com a chamada mainstream media, ou seja, os grandes jornalões, as redes nacionais de rádio e televisão, os grandes portais. Não é necessário gastar argumentos para demonstrar que é uma concorrência desleal. Haja visto os recursos tecnológicos e humanos que cada tipo de mídia dispõe.

O paradoxal aqui é termos uma instituição, que tem por meta fortalecer os nanos, micro e pequenos empreendimentos, ignorar a pequena imprensa existente neste país. Só o universo de rádios comunitárias legalizadas pelo Ministério das Comunicações ultrapassa a casa de quatro mil. O que leva o Sebrae a desconsiderar a existência desta imprensa alternativa? O que ela noticia não teria peso ou valor cognitivo suficiente para os anseios do Prêmio Sebrae? A penetração de seus conteúdos não chega ao público alvo pretendido pelo Sebrae?

Organizações internacionais possuem uma abordagem diferenciada e inteligente junto à mídia alternativa. São cientes de que em determinadas localidades, em determinados públicos, o que chega aos cidadãos são os informes do que o norte-americano Dan Gillmor cunhou de grassroots media[ii]. Se valendo do conceito, que em português se refere às origens de algum fenômeno, poderíamos traduzir por um jornalismo raiz, Gillmor faz referência a um “jornalismo cidadão:” O autor inglês Cris Atton[iii] (2002: 143), divide os veículos alternativos em dois grupos: a advocacy media, que atua em defesa de causas sociais, e os grassroots media, que provocariam uma revolução maior no que tange a introdução de novos valores de noticiabilidade, “news values”.

Instituições internacionais, como a Unicef, a Unaids e a Organização Mundial de Saúde, atuam permanentemente junto a essas emissoras, buscando parceria, fomentando-as, por meio do fornecimento de conteúdo, treinamentos. Em alguns casos especiais, estas instituições repassam apoio material para a compra de equipamentos e manutenção de gráficas, emissoras, equipamentos de informática. Estão cientes de que a imprensa alternativa é um importante instrumento de transmissão de uma contrainformação ou de uma contracultura na busca de mudanças de valores sociais.

Como já tivemos a oportunidade de afirmar, a imprensa alternativa, sob as diversas rotulações que comporta – o public journalism, contra-imprensa, imprensa nanica, radical, anarquista, associativa, comunitária, operária, etc. – bem como sob diversos propósitos editoriais, enquanto elemento de accountability, transparência, advocacy, lobbying, relações públicas, assessoria de imprensa, construção da cidadania, dentre outras (Sant’Anna, 2009: 66)[iv] -, é um fato concreto na esfera pública midiatizada, ou seja, no espaço social e virtual onde os debates políticos, culturais e sociais ocorrem por meio dos meios de comunicação. Não há como negar sua existência. Há três anos temos provocado dirigentes do Sebrae sobre a não previsão de categoria especifica para pequenos veículos em seus prêmios jornalísticos. Nunca obtivemos uma resposta.

É notório que a promoção de concursos jornalísticos representa a adoção de uma estratégia para sensibilizar profissionais de imprensa, em especial os gatekepers – aqueles que definem as pautas e-ou o aproveitamento editorial nos veículos - para que foquem em determinado assunto -, bem como interferir nos critérios de definição da agenda midiática. Na década de 1990, a Unicef foi bastante feliz em promover por anos seguidos prêmios focados na proteção da infância. Coincidência ou consequência, o tema da infância é hoje uma constante no noticiário nacional. A Aids também foi alvo durante muitos anos de concursos jornalísticos semelhantes, em especial, voltados para fomentar o combate à discriminação.

A realização de prêmios jornalísticos, se de um lado ajuda a promover a instituição ou determinado tema, de outro aporta credibilidade e reconhecimento externo. Aos inscrever-se em um concurso voltado à imprensa, o profissional ou o veículo procura obter a chancela corporativa e dos demais atores sociais quanto à qualidade de seu noticiário. A conquista de prêmios aporta credibilidade ao produto informativo, credencia o veículo na esfera pública. E para o jornalista contribui para o reconhecimento profissional. (SANT’ANNA: 269). É tudo que um veículo de pequeno porte necessita para crescer. Este credenciamento ajuda a abrir portas junto às fontes, junto aos gestores de verbas publicitárias, ou seja ajuda a crescer e consolidar-se como empresa ou instituição jornalística.

Voltamos, então à pergunta: por que o Sebrae não foca seus prêmios nesse perfil de veículo de comunicação? Inclusive como instrumento de fomento e fortalecimento deste segmento empresarial. Será uma preferência em conceder premiações a profissionais que já conquistaram o estrelato da carreira? Será que a ele só interessa o que é publicado nos jornalões e grandes redes de TV, rádio e portais de internet? O micro e pequeno comunicador não lhe interessa?

Para a próxima edição do Prêmio Sebrae, a sugestão é que a instituição crie categorias específicas para nanos, micro e pequenos comunicadores, de acordo com a faixa de faturamento, e para mídias alternativas, como rádios, TVs e rádios comunitárias e de favelas. Desde já, se faz necessário um levantamento que identifique quantas empresas existem neste universo, classificando-as por níveis de faturamento anual, audiência, território geográfico de penetração. 

__________________

[i] Jornalista Profissional, pesquisador acadêmico, Mestre em Comunicação pela Universidade de Brasília e Doutor em Ciência da Informação e Comunicação, pela Universidade de Rennes 1 – França.

[ii] GILLMOR, D. (2006). We the Media: Grassroots Journalism by the People, Sebastopol, EUA, O'Reilly Media.

[iii] ATTON, C. (2002). Alternative media, London, Sage

[iv] SANT’ANNA, F (2009) Mídia das Fontes: um novo ator no cenário jornalístico brasileiro - Um Olhar Sobre A Ação Midiática Do Senado Federal. Brasília, Edições Técnicas do Senado.

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Rádio Senado é finalista do prêmio CNBB

Larissa Bortoni, Maurício de Santi e Rodrigo Resende
 concorrem ao prêmio CNBB
A Rádio Senado é finalista do prêmio CNBB “Microfone de Prata” e, neste ano, temos uma inovação no prêmio: a escolha de uma menção honrosa por categoria feita pela internet.
Nossa reportagem finalista trata do crime do Estupro. Contamos a história de Inês Etienne, uma jovem que foi torturada e estuprada em um local conhecido como Casa da Morte, na Ditadura Militar, e também falamos sobre uma Proposta de Emenda à Constituição que torna o crime de estupro imprescritível, ou seja, a vítima não terá prazo para fazer a denúncia.
Com esse prêmio, podemos dar uma visibilidade ainda maior para a discussão desse tema que aflige tantas pessoas no Brasil. Assim, pedimos que você possa dar um like na nossa reportagem, seja no Instagram ou no Facebook, nos links a seguir e espalhar esse pedido pelos seus contatos.

Descrição da reportagem:

Em 1971, a jovem Inês Etienne, que lutava contra o regime militar, foi levada até a Casa da Morte: uma estrutura montada em Petrópolis para torturar opositores à ditadura. Entre as torturas enfrentadas por Inês uma delas marcou o resto de sua vida: o estupro. O crime sofrido por Inês ainda é extremamente comum no Brasil. De acordo com dados do IPEA, são mais de 500 mil estupros por ano no país, dados em projeção, já que incluem muitos que nem chegam a ser denunciados.


Autores:

O trabalho foi feito pelo trio de jornalistas: Larissa Bortoni, Maurício de Santi e Rodrigo Resende. Os jornalistas já foram finalistas do prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos e conquistaram menção honrosa no mesmo prêmio. Foram também finalistas de outras premiações nacionais como Prêmio Embratel, Abdias Nascimento e Prêmio de Direitos Humanos OAb- Rio Grande do Sul.


Para ouvir, clique aqui.

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domingo, 12 de fevereiro de 2017

Jornalismo: prêmio para reportagens sobre erradicação da pobreza

Catadores trabalhando no Lixão da Estrutural.
Foto Ivaldo Cavalcante
Os jornalistas profissionais e também amadores interessados em participar do Prêmio Lorenzo Natali de Comunicação 2017 poderão apresentar suas candidaturas até o próximo dia 10 de março. O Prêmio, lançado em 1992 pela União Europeia, visa premiar as melhores reportagens sobre o desenvolvimento e a erradicação da pobreza escritas por jornalistas dos cinco continentes.

Lançado com a hashtag #TellMyStory, o Prêmio Lorenzo Natali de Comunicação premia as melhores tradições do jornalismo ao descobrir histórias poderosas e comoventes, dando voz àqueles que muitas vezes acham impossível ou difícil serem ouvidos. 
 
O Prêmio é uma oportunidade para os jornalistas profissionais ou amadores demonstrarem seu compromisso de informar sobre desenvolvimento e erradicação da pobreza, bem como inspirar as pessoas a melhorarem suas vidas em suas próprias comunidades.
 
Além dos temas acima referidos, o concurso deste ano terá um prêmio extra especial focado em relatos ligados à liberdade de religião ou crença fora da União Europeia, que contribui com histórias inspiradoras e iniciativas que promovem esta liberdade, bem como o respeito pela diversidade religiosa e cooperação inter-religiosa. 
 
O Prémio Especial é patrocinado por Ján Figeľ, "Enviado Especial para a Promoção da Liberdade de Religião ou de Crenças fora da União Europeia", nomeado pela União Europeia em Maio de 2016.
 
A exemplo do que vem acontecendo nos últimos anos, o Prémio Lorenzo Natali será atribuído a um jornalista profissional e a outro amador de cada uma das seguintes regiões: África; Mundo Árabe e Oriente Médio; Ásia e Pacífico; América Latina e Caribe; e Europa. Cada vencedor receberá um prêmio de 5.000 euros. 
 
Um jornalista profissional e um amador também receberão o mesmo prêmio na Categoria Especial de Liberdade de Religião ou Crença. As inscrições para o prêmio principal e categoria especial serão avaliadas por um júri independente, que também irá atribuir um prêmio adicional de 5.000 euros a um dos vencedores.
 
Os 13 vencedores receberão os seus prêmios por ocasião de uma cerimônia a ser realizada durante as Jornadas Europeias do Desenvolvimento de 2017) em Bruxelas, em Junho. 

Mais informações sobre o processo de candidatura podem ser encontradas nas seções Regras e FAQ 

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Documentário da TV Senado ganha Prêmio Herzog de Jornalismo

Da Agência Senado 
Com conteúdo impactante, comovente e, principalmente, real, a produção Em Busca da Verdade, da TV Senado, lançada em junho deste ano, conquistou o 37º Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, na categoria Documentário de TV. O filme retrata as graves violações de direitos humanos ocorridos durante a ditadura militar (1964-1985) e que foram investigadas pela Comissão Nacional da Verdade (CNV).
Dirigido pelos jornalistas Deraldo Goulart e Lorena Maria, ambos da TV Senado, o documentário, com 58 minutos de duração, apresenta as principais investigações feitas pela CNV e pelas Comissões Estaduais da Verdade, revelando como funcionou a estrutura de repressão no país naquela época.
Entre os aspectos tratados no documentário, estão os casos do sapateiro Epaminondas, militante do Partido Comunista Brasileiro (PCB) que morreu sob tortura em 1971, do ex-deputado Rubens Paiva, dado como desaparecido, e do ex-militante do Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR-8), Stuart Angel, também morto durante o regime.

Trabalho coletivo

Lorena destaca que o trabalho é resultado de um esforço conjunto de toda a equipe: “É um prêmio da TV, como um todo. Não existe trabalho individual aqui”. Para compilar as cerca de 3,4 mil páginas produzidas pela CNV, foi necessário criar filtros para selecionar os conteúdos retratados na obra, explica a servidora.
— Os casos que entraram no documentário foram os que tinham o relatório oficial parcial na comissão. Ao todo, foram o de três pessoas e, em apenas um deles, havia sido encontrado o corpo da vítima — explicou.
Por sua vez, Deraldo destaca que a possibilidade de produzir esse trabalho é de extrema importância, e o reconhecimento advindo do prêmio é valioso.
— Se você não tem o reconhecimento, acaba desmotivado. Sem dúvida, esse prêmio fortalece o nosso núcleo, que, apesar de pequeno, é valoroso — afirmou.
Ao defender a premiação ao documentário da TV Senado, o professor Vitor Blotta , da Escola de Comunicações e Arte da Universidade de São Paulo (ECA-USP), elogiou o o trabalho, que “realmente cumpriu um serviço público fundamental de destrinchar questões ainda não tão claras do regime militar”.
— Louvo o esforço, que é tanto do poder público, dos meios de comunicação estatais, quanto deve ser também do jornalismo de meios sociais, principalmente porque há essa demanda pra questão do direito à informação, das pessoas que com certeza, a maioria, não conseguirá acessar os documentos diretamente do relatório da Comissão — destacou o professor.
O prêmio é organizado por um conjunto de entidades, tais como: Instituto Vladirmir Herzog, Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo, Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), entre outras. O resultado foi anunciado na quarta-feira (30) e a premiação acontece em 20 de outubro, às 20h, no Teatro Universidade Católica de São Paulo (Tuca).

quinta-feira, 29 de maio de 2014

EcoSenado melhor reportagem cinematográfica no 6º Prêmio Sebrae de Jornalismo

O Programa EcoSenado, da TV Senado, sobre o aproveitamento de podas de jardins para a produção de adubo orgânico foi premiado na noite de quarta-feira, 28/5, como Melhor Reportagem Cinematográfica da etapa distrital do 6º Prêmio Sebrae de Jornalismo
O programa trata de um tema extremamente sensível no momento em que nos aproximamos do prazo estipulado pela Política Nacional de Resíduos Sólidos para o fim de todos os “lixões” do país. 
Em agosto desse ano, após 4 anos de sua entrada em vigor, a lei estabelece que todo o lixo convencional, aquele que não pode ser reciclado, deve ser destinado necessariamente para aterros sanitários. Com isso, uma prática frequente nas grandes cidades brasileiras de encaminhar para os lixões os resíduos de podas de jardim também terá que acabar.
O que o programa mostra é uma alternativa econômica sustentável já em prática aqui no Distrito Federal. Em um sítio nos arredores da cidade do Paranoá, o produtor rural Dario Achkar emprega técnicas que permitem transformar os resíduos de podas em adubo orgânico de alta qualidade.
A equipe premiada é formada por:

Reportagem e Edição: Cesar Mendes;
Imagens: Carlos Alberto Pereira;
Auxiliar: Amaral Neto;
Finalização: Luciano  Barreto;
Produção: Marina Costa;
Estagiário: Talles Rezende.
As dificuldades para a implementação em todo o país das diretrizes previstas pela Política Nacional de Resíduos Sólidos já foram tema de cinco audiências públicas no Senado, no âmbito da Subcomissão de Resíduos Sólidos. O  tema do programa se insere nesses debates. Os resíduos de podas de jardim, quando descartados de forma inadequada nos lixões, contribuem com a emissão de gás metano, um dos responsáveis pelo problema do aquecimento global. Por outro lado, se tratados adequadamente, com técnicas como as que o programa mostra, pode resultar na produção de adubo orgânico de qualidade, impulsionando a geração de renda.

No plenário do Senado Federal, a premiação foi ressaltada pela senadora Vanessa Graziotin.



Veja aqui a reportagem premiada



terça-feira, 27 de maio de 2014

Bolsas e Prêmios jornalísticos: dicas de Junho.

image:
Da  Rede de Jornalistas Internacionais

Quer expandir suas técnicas de jornalismo, assumir uma nova editoria ou receber reconhecimento por seu trabalho? Confira estes promissores cursos, bolsas e concursos com prazos em junho.

Bolsa a conferência sobre saúde e meio ambiente no Canadá 
Prazo final: 3 de junho

Jornalistas podem concorrer a uma bolsa para participar da Conferência da Associação Internacional de Ecologia e Saúde (Ecohealth) em Montreal, Canadá. A Federação Mundial de Jornalistas Científicos está oferecendo oito bolsas de estudo para cobrir os custos de viagem para Montreal, alojamento de quatro noites e as taxas de visto e registro nas conferências. Clique aqui para mais informação.

Bolsa Daniel Pearl de jornalismo investigativo
Prazo final: 7 de junho

Jornalistas de 22 a 38 anos podem se inscrever. A revista Moment organiza a Iniciativa de Jornalismo Investigativo Daniel Pearl para incentivar histórias em profundidade sobre a manifestação moderna do anti-semitismo ou outros preconceitos profundamente arraigados. Além de receber US$5.000 para completar o projeto, o bolsista escolhido vai ter orientação de experientes jornalistas. Clique aqui para mais informação.

Prêmio de jornalismo online da ONA 
Prazo final: 13 de junho

Online News Association (ONA) está aceitando inscrições para os prêmios Online Journalism Awards (OJAs) 2014 que reconhecem a excelência na reportagem digital, abertos a jornalistas online, organizações de notícias digitais e estudantes em todo o mundo. Dos 33 prêmios, 10 oferecem um total de US$52.500 em dinheiro, incluindo US$15.000 para dois novos prêmios por excelência em jornalismo de dados. 

Os prêmios serão entregues durante a Conferência e Banquete da Online News Association, em Chicago, Illinois. Clique aqui para mais informações.

Bolsa para reportagem sobre Amazônia
Prazo final: 15 de junho

Jornalistas ambientais podem concorrer a uma bolsa de até US$30.000 para cobrir práticas de negócios na região amazônica. A Mongabay.org busca inscrições ao programa Special Reporting Initiative (SRI). Os bolsistas vão examinar os impactos do desenvolvimento na floresta e comunidades locais. Clique aqui para mais informação.

Concurso de fotografia da National Geographic Traveler 

Prazo final: 30 de junho

Fotográfos em todo o mundo podem enviar fotos digitais ao concurso National Geographic Traveler. O concurso oferece vários prêmios, incluindo a viagem National Geographic expedition to Alaska para dois, a oficina National Geographic Photography Workshop, e o cruzeiro em Maine para dois. Clique aqui para mais informação.

Seminário da Thomson Reuters sobre cobertura de segurança global

Prazo final: 30 de junho

Jornalistas mundiais fluentes em inglês podem se inscrever a uma bolsa para participar de um seminário de três dias em Londres. TrustMedia, da Fundação Thomson Reuters, convida jornalistas a um seminário de segurança global que reunirá especialistas em segurança, comentadores e jornalistas em apresentações e debates animados sobre questões mais urgentes relacionadas com segurança e terrorismo. Os participantes provenientes de países com desafios de segurança são particularmente encorajados a aplicar, incluindo os da África, Oriente Médio e Europa Oriental. Clique aqui para mais informação.

Imagem sob licença CC no Flickr via The Advocacy Project.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Seis dicas para estudar ou trabalhar no exterior

Do Ijnet
Quer expandir suas técnicas de jornalismo, assumir uma nova editoria ou receber reconhecimento por seu trabalho? Confira estes promissores cursos, bolsas e concursos com prazos em fevereiro. Cada um é aberto a jornalistas em todo o mundo.
  • Fundo destinado a projetos de documentário Prazo final: 1° de fevereiro
Fundo Bertha IDFA convida novos projetos de documentários criativos de países em desenvolvimento. O fundo oferece a documentaristas (e festivais) contribuições financeiras para a conclusão de seus projetos. As categorias são desenvolvimento de projeto, produção, pós-produção e festivais documentais. Os fundos são de €5.000 (US6.795) a €17.500 (US$23.785). Cliqueaqui para mais informação.
  • Bolsas para cursos de jornalismo na Holanda Prazo final: 4 de fevereiro
Jornalistas em meados de carreira podem se candidatar a um curso do Radio Nederland Training Centre(RNTC). Há bolsas de viagem para jornalistas de Moçambique. Para mais informação, clique aqui.
  • Concurso de fotos sobre empoderamento da mulher Prazo final: 11 de fevereiro
Thomson Reuters Foundation e a Nokia convidam fotógrafos para apresentar imagens que capturam o empoderamento das mulheres em seus países. O vencedor receberá uma viagem com todas as despesas pagas para participar de um curso de formação de jornalismo móvel profissional e um smartphone Nokia Lumia 1020. Clique aqui para mais informação.
  • Fundo Pulitzer para reportagens sobre crises Prazo final: 14 de fevereiro
Jornalistas interessados em reportagem sobre crises e que moram fora dos Estados Unidos podem concorrer ao Persephone Miel Fellowship. O Pulitzer Center on Crisis Reporting e a Internews concederá US$7.500 a um projeto de reportagem com foco em uma crise global pouco coberta pela imprensa americana tradicional. Clique aqui para mais informação.
  • Bolsa de inovação jornalística Prazo final: 15 de fevereiro
Donald W. Reynolds Journalism Institute (RJI) em Columbia, Missouri, convida propostas com ideias inovadoras para melhorar a prática ou a compreensão do jornalismo. O instituto oferece bolsas residenciais, não residenciais e institucionais, de US$20.000 a US$80.000. Clique aqui para mais informação.
  • Prêmio mundial de liberdade de imprensa da Unesco Prazo final: 15 de fevereiro
Jornalistas, organizações ou instituições que promovem a liberdade de imprensa em todo o mundo podem ser nomeados a um prêmio de US$25.000. O Unesco/Guillermo Cano World Press Freedom Prize vai reconhecer uma contribuição significativa para a liberdade de imprensa, especialmente em áreas de alto risco. Estados-membros, organizações internacionais e regionais ou organizações profissionais e não-governamentais que trabalham no campo do jornalismo e liberdade de expressão podem nomear até três candidatos. Clique aqui para mais informação.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Prêmio Sebrae cria categorias para jornalistas de imagem: fotógrafos e repórteres-cinematográficos

Categorias de Fotojornalismo e
Reportagem Cinematográfica
receberão prêmios de R$ 15 mil, cada.

Estão abertas as inscrições para a 6ª edição do Prêmio Sebrae de Jornalismo. Nesta edição, o PSJ atualiza a estrutura da premiação, amplia o número de categorias e reajusta o valor das premiações.
Jornais, revistas e sites de notícias têm a oportunidade de inscrever seus trabalhos também na categoria de Fotojornalismo, que vai premiar a melhor foto ou sequência de fotos divulgadas em matérias veiculadas de janeiro a dezembro de 2013. Para concorrer, é só preencher a inscrição no site e fazer o upload do(s) PDF(s) da matéria.
Para emissoras de TV, há oportunidade de inscrição de reportagens também na categoria de Reportagem Cinematográfica. Preencha a inscrição no site e envie sete (7) cópias da(s) matéria(s) em CDs ou DVDs para a sede da Revista Imprensa, localizada na rua Rego Freitas, 454 – 6º andar, conjunto 61 – Centro – CEP 01220-010 – São Paulo/SP. Caso a reportagem esteja disponível na web é só informar o(s) link(s) na ficha de inscrição.
Concorrem ao PSJ matérias/reportagens publicadas no período de 1º de janeiro de 2013 a 31 de dezembro de 2013 que abordem temas do empreendedorismo no Brasil: Fomento ao Empreendedorismo, Cooperação, Encadeamento Produtivo,
Gestão, Inovação e Competitividade, Inclusão Produtiva, Sustentabilidade, Políticas públicas e legislação.

Ainda dá tempo de produzir matérias para concorrer ao prêmio. Se precisar de pautas ou personagens, é só entrar em contato com a unidade do Sebrae no seu estado ou conferir a Agência Sebrae de Notícias.





Categorias principais - R$ 15.000,00 (quinze mil reais)



• Prêmio Sebrae de Jornalismo Impresso



• Prêmio Sebrae de Radiojornalismo



• Prêmio Sebrae de Telejornalismo



• Prêmio Sebrae de Webjornalismo



• Prêmio Sebrae de Fotojornalismo



• Prêmio Sebrae de Reportagem Cinematográfica



Prêmios especiais - R$ 15.000,00 (quinze mil reais)



• Grande Prêmio Sebrae de Jornalismo – para a melhor matéria entre todas as premiadas nas seis categorias. Prêmio de 15 mil reais será acumulado com o prêmio recebido como vencedor de sua categoria.




• Jornalista Parceiro do Empreendedor – para o profissional que em 2013 se destacou na cobertura de assuntos de interesse e orientação aos micro e pequenos empreendedores no País. Para esta categoria não é possível se inscrever. A escolha do Jornalista Parceiro do Empreendedor será feita a partir das indicações feitas pelo Sebrae Nacional e de todos Estados que desejarem.




Marque um lugar na sua pauta para falar sobre as micro e pequenas empresas. O país todo sai ganhando, mas no fim quem ganha mesmo é você. Participe e faça já sua inscrição pelo sítio www.premiosebraedejornalismo.com.br.



Acompanhe o calendário do PSJ

- De 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2013 – Período de veiculação das matérias que concorrem ao prêmio
- De 13 de novembro de 2013 a 13 de fevereiro de 2014 – Inscrições nas etapas estaduais, indicação de matérias e indicações de Jornalista Parceiro do Empreendedor
- Maio de 2014 – Divulgação dos vencedores estaduais
- Junho de 2014 – Divulgação dos finalistas da categoria "Jornalista Parceiro do Empreendedor"
- Agosto de 2014 – Evento de premiação nacional

terça-feira, 25 de junho de 2013

Jornalistas brasileiros na final do Prêmio Internacional de jornalismo para a Saúde

Saiu a relação dos finalistas ao prêmio Roche de Jornalismo para a Saúde, anunciada pela Fundação Gabriel García Marquez para o Novo Jornalismo Iberoamericano. Na categoria TV e vídeo, estão na final: Bianca Vasconcellos, com “A vida por um fio”, da TV Brasil; Luis Pavón,  por “Con los brazos abiertos” (México), da Televisa; e Federico Uribe,  por “Valiente Valentina” (Colômbia), da Telemedellín. O jornalista Floriano Filho, atualmente na TV Senado, foi um dos três jornalistas a receber menção honrosa com a reportagem “Câncer: avanços e desafios”, exibida pela TV Brasil.
Os prêmios serão entregues no dia 4 de julho durante cerimônia em Santiago, no Chile.

Veja aqui a reportagem
 Câncer: avanços e desafios

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Aberta a temporada de festivais e prêmios jornalísticos

O ano começou e já estão abertos os prazos de inscrições para festivais e diversos prêmios oferecidos para escolher as melhores reportagens e documentários realizados no Brasil. Confira abaixo os prazos e condições de cada certame.


14º Prêmio Imprensa Embratel

Foi prorrogado para o dia 14 de fevereiro o prazo para as inscrições na 14ª edição do Prêmio Imprensa Embratel. São R$ 194 mil em prêmios em três categorias: Grande Prêmio, Prêmios Nacionais e Prêmios Regionais. Serão aceitas reportagens publicadas entre junho de 2011 e novembro de 2012 em todas as mídias (rádio, televisão, jornal, revista e internet).
Para participar, acesse o site: www.premioimprensaembratel.com.br.


PRÊMIO CNI DE JORNALISMO 2013


Em sua segunda edição, o prêmio vai distribuir aos vencedores um valor bruto de R$310 mil. É o maior do Brasil na área. Trabalhos veiculados em TVs, jornais, revistas, rádios, sites e blogs poderão participar. Serão contempladas as melhores matérias cujo foco principal esteja no setor industrial e na Agenda da Indústria, definida no documento A Indústria e o Brasil – Uma Agenda para Crescer Mais e Melhor. São 12 pilares estratégicos: segurança jurídica; macroeconomia do crescimento; tributação e gasto público; financiamento; relações do trabalho; infraestrutura; educação; inovação; comércio exterior; meio ambiente; burocracia e micro e pequena empresa.
 
Poderão concorrer trabalhos jornalísticos publicados/veiculados entre 1º de abril de 2012 e 31 de março de 2013. O anúncio dos finalistas ocorrerá em 5 de junho de 2013. A premiação está marcada para o dia 25 de junho de 2013. As inscrições vão até o dia 12 de abril de 2013. 
 
Mais informações, bem como o regulamento completo e a ficha de inscrição, podem ser encontradas aqui



FESTIVAL DE DOCUMENTÁRIOS NO CHILE
Estão abertas até o dia 5 de abril as inscrições para o Festival Internacional de Documentales de Santiago – Fidocs. O evento, que acontece na capital chilena de 24 a 30 de junho, terá uma competição latino-americana de longas-metragens e uma competição internacional de curtas-metragens.  Mais informações e inscrições neste sítio.


PRÊMIO SEBRAE DE JORNALISMO


Estão abertas até o dia 31 de janeiro para inscrever o seu trabalho no Prêmio SEBRAE de Jornalismo, que vai reconhecer matérias e reportagens que abordam o universo das micro e pequenas empresas.

Há oportunidades de premiação para emissoras de rádio dos 27 estados do Brasil. As matérias inscritas disputam primeiro a fase estadual e depois se classificam para a final nacional. Serão definidos os vencedores de cada estado nas categorias de Rádio, Jornalismo Impresso, TV e Web.

• Primeiro passo: Selecione seus melhores trabalhos.

Podem concorrer ao Prêmio Sebrae matérias/reportagens veiculadas de 1º de janeiro de 2012 até 31 de dezembro de 2012 que tenham como foco uma das pautas abaixo:

• Práticas vitoriosas em pequenos negócios

Empreendedorismo

• Cooperação

• Competitividade

• Inovação

• Inclusão Produtiva

• Sustentabilidade nos pequenos negócios

• Políticas públicas e legislação que contemplem o universo das micro e pequenas empresas

• Gestão empreendedora nos pequenos negócios

• Segundo passo: Faça a sua inscrição até 21 de janeiro de 2012.

Acesse o site e preencha a ficha de inscrição. Concorrem ao Prêmio Sebrae de Radiojornalismo matérias, séries e entrevistas com até 60 minutos de duração. Você pode inscrever até cinco (5) trabalhos, mas não há limite de inscrições por veículo.
Além de disputar o prêmio em Rádio, você ainda concorre aos prêmios especiais.

GRANDE PRÊMIO SEBRAE DE JORNALISMO: à melhor matéria inscrita em qualquer das categorias, a premiação é de 25 mil reais.
PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI SEBRAE: concedido à melhor matéria inscrita sobre a pauta Gestão empreendedora nos pequenos negócios, a premiação é de 12,5 mil reais.

• Terceiro passo: Envie os materiais dos seus trabalhos inscritos.
Encaminhe a ficha de inscrição preenchida e assinada junto com 1 (uma) cópia da matéria/reportagem em CD de áudio.

As inscrições podem ser feitas pelos Correios ou na própria sede da Revista IMPRENSA no endereço Rua Rego Freitas, 454 - 6º andar, conj. 61 - Centro - CEP: 01220-010 - São Paulo-SP. A data máxima de postagem e inscrição no prêmio é até 31 de janeiro de 2013.