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quarta-feira, 28 de agosto de 2024

EBC: jornalistas aprovam paralisação para 3/9


Por Chico Sant'Anna

Se as deliberações se confirmarem, na terça-feira, dia 3, os radiovintes não ouvirão o tradicional "Em Brasília, 19 horas".  Os jornalistas decidiram  por uma paralisação de um diam em resposta a posição da direção da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) tentar contornar a obrigação do respeito à jornada de trabalho de cinco horas diárias e limite de 30 semanais, conforme prevê a CLT. Reunidos em assembleia em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, os profissionais entenderam a postura da EBC como um "ataque" à categoria dos jornalistas, e assim decidiram, por unanimidade, fazer uma paralisação de 24h na próxima terça (03/09), que pode se alongar a depender da resposta da EBC e do governo Federal. 

A greve é uma reação à decisão da empresa de atacar a jornada especial da categoria, prevista na Seção XI da CLT desde 1943, ainda com Getúlio Vargas. Ao elaborar o novo Plano de Cargos e Remunerações (PCR), a direção rebaixou os salários da carreira dos jornalistas na empresa em comparação a outros grupos de trabalhadores, criando um critério de remuneração por hora. Na prática, ao burlar a CLT, nos considera trabalhadores de jornada parcial, punindo a categoria pelo direito histórico da profissão. A luta dos jornalistas da EBC é por um PCR isonômico entre as diferentes carreiras, e, ao mesmo tempo, defendemos todos os ganhos econômicos que a proposta de PCR da empresa estabeleceu para os demais trabalhadores e trabalhadoras da EBC.

O ataque da EBC, portanto, é contra toda categoria dos jornalistas, não apenas aos que hoje trabalham na empresa. A Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) já se manifestaram contra a proposta por entenderem que ela fere os direitos nacionais dos trabalhadores.  Leia aqui: https://abre.ai/kTr6

Hoje, os jornalistas recebem o mesmo salário de outros trabalhadores com nível superior, mas, com a proposta da Diretoria, eles passariam a ter uma remuneração básica 12% menor. O ataque da empresa pública de comunicação nacional contra seus jornalistas abre margem para as empresas privadas seguirem pelo mesmo caminho. Saiba mais aqui

Esperamos que o ministro Paulo Pimenta – que deve voltar à Secom nos próximos dias – corrija esse grave erro da direção da EBC. Afinal, a defesa do trabalho da imprensa, que o governo diz respeitar, se restringe à liberdade dos barões da mídia ou se estende também para a classe trabalhadora? 

A próxima terça-feira terá uma absoluta paralisação do jornalismo dos veículos públicos - Agência Brasil; TV Brasil; Rádios Nacional, da Amazônia, Alto Solimões e MEC, além da Radioagência Nacional - e também nos estatais Canal Gov, Agência Gov e a Voz do Brasil.

domingo, 18 de junho de 2023

Rádio: Nova Brasil FM ganha um toque candango

Apesar de a Constituição Federal determinar a obrigatoriedade da regionalização da produção de conteúdos jornalísticos, são poucas as redes nacionais de radiodifusão que cumprem à norma. Na maioria dos casos, essas redes geram seus conteúdos padronizados para todo o Brasil, a partir de uma cabeça de rede, no Rio de Janeiro ou São Paulo. Dessa forma, na Amazônia sabe-se mais sobre as águas do Rio Tietê do que do Rio Negro.

Vários teóricos da comunicação não se cansam de colocar que a saída para uma boa rede nacional ou mesmo internacional de informação é priorizar o local. E esse parece ser agora o caminho a ser trilhado pela Nova Brasil FM. 

A rede nasceu, em 2.000, dos escombros da Rede Manchete FM, cujas emissoras foram adquiridas pelo ex-governador de São Paulo, Orestes Quércia, já falecido. As cinco emissoras da Manchete, inclusive a de Brasília, estavam na ocasião arrendadas à Igreja Renascer em Cristo.

Com os novos proprietários, a programação deixou a pregação de lado e passou a focar fortemente a MPB, samba e outros grandes ritmos da música nacional. O jornalismo nunca foi uma marca registrada, apenas algumas notas informativas, muitas vezes desatualizadas e, ainda assim, com um viés paulistano, já que a chamada cabeça de rede sempre foi em São Paulo.

Agora, o ventos parecem estar mudando. O slogan Nova Brasil FM: mais moderna, mais brasileira, ganha um novo adjetivo: mais brasiliense. A iniciativa, além de propiciar ao ouvinte brasiliense informações sobre fatos mais próximos de sí mesmo, é importante para revitalizar o combalido mercado de trabalho de jornalistas e comunicadores da Capital Federal.
Mas quem nos traz - na terceira pessoa - os detalhes de toda essa empreitada é o jornalista Diego Amorim, ex-Antagonista, que acumula a direção da emissora na Capital Federal e o trabalho tradicional de jornalista.
Confira.

 

Do Setor de Rádio e TV Sul, todas as manhãs, Diego Amorim
 e Hariane Bittencourt comandam o Jornal Nova Brasil Brasília.
Prestes a completar 22 anos em Brasília, no próximo dia 29, a Nova Brasil FM tem oxigenado a sua programação local e conquistado uma identidade cada vez mais brasiliense. De 8h às 9h, o jornalista Diego Amorim, que acumula o cargo de diretor-executivo da rádio desde agosto de 2022, ancora o Jornal Nova Brasil Brasília ao lado de Hariane Bittencourt, uma das melhores repórteres de sua geração, que também atua na Record TV.

O toque brasiliense mais acentuado fica por conta
 de Marcia Zarur, ex-Globo, na coluna Nossa Cidade.
Em junho, houve a estreia de uma série de colunas dentro do jornal local, com destaque para um reforço de peso no time: Marcia Zarur, ex-Globo, e que, ao lado da jornalista Samanta Salu lideraram o movimento "Mexeu com Brasília, Mexeu Comigo", em defesa da preservação da Capital Federal.

Ela, agora, está todas as segundas-feiras no dial da emissora: assina a coluna "Nossa cidade".

Há sete meses, a nova sede da Nova Brasil FM em Brasília foi inaugurada, em um espaço arrojado e moderno, com dois estúdios no último andar da torre comercial do shopping Pátio Brasil, no coração do Plano Piloto.

Desde a aquisição da Nova Brasil FM pelo Grupo Thathi de Comunicação, a rádio tem se modernizado e há um grande investimento na praça de Brasília, de onde reportagens e colunas são produzidas para veiculação também na rede e nas TVs do grupo, no interior de São Paulo.

Bárbara Lins, antes na CBN, agora ancora
o Mesa pra Dois Brasília.
Outra novidade recente na Nova Brasil FM da capital federal foi a contratação de Bárbara Lins, um fenômeno nas redes sociais e conhecida na cidade por seu site Descobertas Bárbaras. Na internet ela revela todos os melhores cantinhos do DF e do Entorno para curtir aquele fim de semana, um feriado prologado, tudo com as raízes na natureza do Planalto Central.

Na emissora, Bárbara assumiu, em maio, o comando do Mesa pra Dois Brasília, programa que alia informação leve, boas entrevistas e muita música brasileira, claro.

"A Nova Brasil FM é uma marca já consagrada e com rejeição praticamente zero. Não há quem não goste da Nova Brasil. Temos conseguido fazer com que a rádio seja um lugar de bons contrastes, por onde passam autoridades locais e nacionais, políticos influentes e gente da cena cultural do nosso quadradinho. A rádio é da cidade", comentou o diretor-executivo da rádio, Diego Amorim.

De acordo com os levantamentos mensais do Kantar Ibope, a Nova Brasil FM em Brasília costuma ser a rádio mais feminina da cidade -- com o maior percentual de mulheres entre os ouvintes -- e uma das líderes de afinidade com o público das classes A e B da capital, ou seja, a rádio com a qual essa audiência mais se identifica.

Em Brasília, a sintonia da Nova Brasil é a 97,5 FM. A rádio está nas redes sociais (Instagram, Tik Tok, Twitter e YouTube) e toda a programação local é também transmitida ao vivo com imagens. A Nova Brasil FM tem, ainda, o seu aplicativo próprio, disponível para os sistemas Android e IOS.

A programação da rede conta com outros nomes consagrados no jornalismo e no rádio, como Heródoto Barbeiro, Mauro Tagliaferri, Michelle Trombelli, Lorena Calabria, Roberta Tiepo, Luciano Oliva, Ana Pellicer, Fabiane Pereira e Didi Couto.

Sendo a maior rede de rádio do país de música 100% brasileira, a Nova Brasil FM tem entre as suas bandeiras a brasilidade, a inclusão, a pluralidade e a valorização da identidade nacional, temas explorados nos programas da faixa das 22h. O Samba Nova, aos fins de semana, faz tanto sucesso que agora está também na programação da semana, de 20h às 21h.

Nova Brasil FM: mais moderna, mais brasileira, ... mais brasiliense.

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Rádio Senado é finalista do prêmio CNBB

Larissa Bortoni, Maurício de Santi e Rodrigo Resende
 concorrem ao prêmio CNBB
A Rádio Senado é finalista do prêmio CNBB “Microfone de Prata” e, neste ano, temos uma inovação no prêmio: a escolha de uma menção honrosa por categoria feita pela internet.
Nossa reportagem finalista trata do crime do Estupro. Contamos a história de Inês Etienne, uma jovem que foi torturada e estuprada em um local conhecido como Casa da Morte, na Ditadura Militar, e também falamos sobre uma Proposta de Emenda à Constituição que torna o crime de estupro imprescritível, ou seja, a vítima não terá prazo para fazer a denúncia.
Com esse prêmio, podemos dar uma visibilidade ainda maior para a discussão desse tema que aflige tantas pessoas no Brasil. Assim, pedimos que você possa dar um like na nossa reportagem, seja no Instagram ou no Facebook, nos links a seguir e espalhar esse pedido pelos seus contatos.

Descrição da reportagem:

Em 1971, a jovem Inês Etienne, que lutava contra o regime militar, foi levada até a Casa da Morte: uma estrutura montada em Petrópolis para torturar opositores à ditadura. Entre as torturas enfrentadas por Inês uma delas marcou o resto de sua vida: o estupro. O crime sofrido por Inês ainda é extremamente comum no Brasil. De acordo com dados do IPEA, são mais de 500 mil estupros por ano no país, dados em projeção, já que incluem muitos que nem chegam a ser denunciados.


Autores:

O trabalho foi feito pelo trio de jornalistas: Larissa Bortoni, Maurício de Santi e Rodrigo Resende. Os jornalistas já foram finalistas do prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos e conquistaram menção honrosa no mesmo prêmio. Foram também finalistas de outras premiações nacionais como Prêmio Embratel, Abdias Nascimento e Prêmio de Direitos Humanos OAb- Rio Grande do Sul.


Para ouvir, clique aqui.

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quarta-feira, 20 de julho de 2016

Censura da CBN leva UERJ a cancelar parceria jornalística

"Por entendermos, então, que não há mais espaço para Jornalismo universitário independente na emissora, encerramos a parceria no âmbito do CBN Universidade."


Por Marcelo Kischinhevsky*

O curso de Jornalismo da Faculdade de Comunicação Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (FCS/UERJ) rompeu a parceria mantida com a Rádio CBN há quase 12 anos, no âmbito do programa CBN Universidade. 
A decisão foi tomada após o coordenador de Jornalismo da CBN Rio, Júlio Lubianco, vetar a veiculação do programa Radioatividade, produzido por bolsistas do AudioLab da FCS/UERJ, que iria ao ar no sábado, 16/7. O conteúdo do radiojornal vetado oferece uma discussão sobre a dimensão simbólica dos Jogos Olímpicos num momento de aguda crise econômica e política no Rio. Ouvimos professores doutores em História, Geografia e Comunicação e um doutorando que pesquisou as representações dos Jogos do século XX na imprensa, em sua dissertação de mestrado.
Fomos surpreendidos com a mensagem de Júlio Lubianco dizendo que o programa "só tem sonora de acadêmicos, um da UFRJ e três da Uerj. Todos extremamente críticos, sem nenhum contraponto". Alegava ainda que o programa estava grande e informava, taxativo: "Não tem como ir ao ar dessa forma". Nos dispomos a reduzir o radiojornal, mas o coordenador deixou claro que o eixo do veto era editorial.
Consideramos uma ingerência indevida sobre o conteúdo de um parceiro de longa data. Levamos a questão à direção nacional de Jornalismo da CBN, e a diretora Mariza Tavares respondeu que, desde o início do projeto CBN Universidade, "as pautas deveriam passar pelo crivo da redação e serem aprovadas por sua relevância" e que "os princípios editoriais da emissora deveriam ser respeitados". Ela afirmou ainda que "em todos esses anos, quaisquer reportagens que estivessem em dissonância com esses preceitos eram devolvidas para ajustes, como acontece com os próprios jornalistas da CBN. Uma atitude que de maneira alguma se caracteriza como 'censura', e sim como o compromisso de ajudar as universidades parceiras a formar bons profissionais".

Definitivamente, isso não é verdade. 
Nos últimos anos, os alunos da UERJ produziram programas que tratavam de temas complexos, como as remoções para os megaeventos no Rio, a imigração síria, os dez anos de cotas raciais na UERJ e o contingenciamento de verbas da Faperj que prejudicou pesquisas sobre a Zika. Sempre observando os princípios do bom Jornalismo, mesmo que em desacordo com a linha editorial da CBN. 
Essa autonomia, contudo, acabou este ano, quando começaram as tentativas de ingerência sobre o conteúdo. Não por acaso, num momento em que o Rio atravessa profunda crise política e econômica, crise esta coberta pelo AudioLab tanto nos programas para a CBN quanto nas reportagens destinadas à veiculação em rádios comunitárias, compartilhadas no portal colaborativo Radiotube.

Por entendermos, então, que não há mais espaço para Jornalismo universitário independente na emissora, encerramos a parceria no âmbito do CBN Universidade e conclamamos os outros cursos parceiros, no Rio e em outras praças, como São Paulo, a reverem sua participação no projeto.
O programa vetado está disponível no Radiotube, no endereço: http://www.radiotube.org.br/audio-23359Pl4HV3nj


* Coordenador do curso de Jornalismo e do AudioLab da Faculdade de Comunicação Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (FCS/UERJ)

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

USCS seleciona professor de Radiojornalismo

A Universidade Municipal de São Caetano do Sul - USCS está recebendo currículo para seleção de professor de Radiojornalismo.

Trata-se de uma contratação emergencial, uma vez que no próximo ano deverá ser aberto concurso para a disciplina. As aulas (6 horas/aula) serão no período noturno.

Quem estiver interessado, pode mandar o currículo para o e-mail flaviojornal@uscs.edu.br

domingo, 23 de novembro de 2014

Livro analisa radiojornalismo em rádio comunitária

Rádio comunitária é a rádio da comunidade - todo mundo é “dono” dela. É uma rádio diferente. Qualquer pessoa do lugar pode ocupar o microfone e fazer programas, botar música para tocar, fazer jornalismo.
Ao fazer seu mestrado em Comunicação na Universidade de Brasília, Dioclécio Luz colocou duas perguntas: numa rádio diferente como essa existiria um jornalismo diferente? Existiria um radiojornalismo que fosse característico desse tipo de emissora? 

Leia também:

Livro sobre rádio é finalista do Prêmio Jabuti

No Livro "Radiojornalismo nas rádios comunitárias" o autor também quis saber como fazer jornalismo neste veículo se ele é perseguido pelo Estado, a legislação em vigor poderia ser assinada por Mussolini, emissoras poderosas querem o seu fim, líderes oportunistas impedem que ele cresça, religiosos, políticos e empresários querem se apossar dele?
As respostas estão no livro, resultado de dois anos de pesquisa, quando o autor estudou as concepções teóricas e as práticas de rádios comunitárias da Bahia, Pernambuco, Distrito Federal e São Paulo.
Ao final temos uma obra destinada aos estudiosos do tema e também para todos que atuam com rádios comunitárias, independente da formação escolar.
"Radiojornalismo nas rádios comunitárias", de Dioclécio Luz, já está disponível nas livrarias na forma impressa ou em e-livro, no portal da Editora Kiron.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

E-livro sobre Radiojornalismo, gratis na internet

Já está disponível gratuitamente na internet o e-livro O ensino do Radiojornalismo - experiências luso-brasileiras. A obra e de autoria do professor da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo - Eca-USP, Luciano Victor Barros Maluly, docente da ECA-USP.
O livro é resultado de seu trabalho de pós-doutorado e elabora um estudo sobre a Rádio USP, no Brasil, e a Rádio da Universidade do Minho, em Portugal, e lança pistas para a reflexão sobre o trabalho do comunicador.
Para acessar a versão eletrônica do livro, clique aqui. Quem preferir  a versão impressa, também gratuita, terá que se dirigir ao Departamento de Jornalismo e Editoração da Eca-USP, que fica na Av. Professor Lúcio Martins Rodrigues, 443 – Cidade Universitária, São Paulo.
Mais informações, pelo telefo (11) 3091-4117 ou na página http://www.eca.usp.br/cje/

Para conhecer outras obras disponiveis na rede, leia também:


terça-feira, 26 de novembro de 2013

Bradesco Esportes FM demite apresentadores e abre espaço para músicas

Por Anderson Cheni (*) 

A partir desta segunda-feira, 25, a Bradesco Esportes FM de São Paulo (94,1) encara uma nova fase. A emissora, que nasceu há um ano e sete meses, deve abdicar de transmitir 24 horas de esportes e vai se render à programação musical.
Sendo assim, apesar do nome do projeto, a direção deve separar aproximadamente oito horas dedicadas ao esporte, com o rock preenchendo a faixa musical. Ainda não foi definida como ficará a retransmissão do futebol via Bandnews FM. A mais recente mudança da Bradesco Esportes FM atingiu a equipe da emissora, com a saída de mais seis profissionais.
Na lista de dispensados estão o âncora Ricardo Capriotti, que seguirá na Rádio Bandeirantes, o narrador Ivan Zimmermann, que continuará no canal Bandsports, a âncora e repórter Camila Mamede e o ex-tenista Flávio Sareta. Anteriormente, já haviam deixado o projeto: Sérgio Patrick (idealizador do projeto e âncora), Erich Beting (comentarista e coordenador), Tatiana Ferraz (âncora), Juliana Vaz (produtora), Alex Muller (âncora), Fernando Camargo (narrador e âncora), Paulo Galvão (âncora), Alex Muller (âncora), Alexandre Praetzel, Fábio Piperno e Antônio Petrin (comentaristas), Marina Valseck (ex-âncora, que segue como voz padrão da emissora), Hugo Botelho (narrador), Vanderlei Lima (repórter) e Ivan Bruno (âncora, repórter e narrador).
Voltada para divulgação de todas as modalidades esportivas, a emissora, cujo naming rigthts pertence ao Banco Bradesco, é um projeto do Grupo Bandeirantes de Comunicação em parceria com o mineiro Bel (detentor das concessões).
O contrato vigente tem validade até 2016, ano das Olimpíadas do Rio de Janeiro.

 (*) Editor do blog Cheni no Campo.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Rádio católica italiana demite dois jornalistas que criticaram o Papa

Do Opera Mundi


Eles estavam há dez anos na emissora
 e leram no ar um artigo chamado
 "Esse papa não gosta de nós
"


Dois jornalistas italianos foram demitidos da emissora católica Radio Maria, de Roma, após criticar o papa Francisco em um artigo intitulado “Esse papa não gosta de nós”, publicado pelo jornal conservador "Il Foglio", que divulgou na sexta-feira (11/10) o incidente.
Em comunicado enviado ao veículo, os jornalistas Alessandro Gnochi e Mario Palmaro disseram que o diretor da rádio, o padre Livio Fanzaga, fez uma ligação para demiti-los após dez anos no ar.
No artigo, publicado na quarta-feira passada, os jornalistas afirmam que os atos e gestos do papa Francisco são "uma demonstração de relativismo moral e religioso" e destacam que a "atenção do circuito midiático-eclesiástico" está se concentrando "na figura de Francisco e não na de [São] Pedro".
"O padre Livio sustenta que não se pode ser locutor da Radio Maria e ao mesmo tempo criticar o papa" afirmaram os jornalistas.
"Como não compartilhamos essa linha editorial, registramos o fato e sublinhamos de todas as formas que nossas críticas ao papa Francisco não contêm nem uma só linha que não se atenha à doutrina católica e que não tenham sido expressadas nos microfones da Radio Maria", explicaram os dois na nota.
Os jornalistas defenderam a liberdade de expressão e disseram que as opiniões são "discutíveis, certamente, mas legítimas" e que o caso é um fato "raro" na prática jornalística.
Eles acrescentam que, durante os dez anos de trabalho na emissora católica, puderam abordar "temas mais delicados com total liberdade" graças a seu diretor, por isso - sustentam - "essa decisão torna mais amargo" o episódio. 

domingo, 30 de junho de 2013

Comentarista política da CBN e publicitário lançam livro

Roseann Kennedy, repórter da CBN Brasília e comentarista do quadro "Crônica do Planalto", que vai ao ar diariamente no CBN Brasil, lança o livro “Jornalismo e Publicidade no Rádio: como fazer”, escrito em parceria com o publicitário Amadeu Nogueira de Paula. Com exemplos práticos, o livro trata dos bastidores, da técnica e da conduta ética dos profissionais. Também expõe, sem preconceitos, como publicidade e jornalismo podem colaborar entre si, sem gerar interferências indevidas.
 A publicação traz lições básicas para a elaboração de textos, análises de público e de grade de programação. Afinal, qual seria o alcance, por exemplo, de um anúncio de sabão em pó no rádio no horário da transmissão do futebol? Ou da leitura das notícias sobre os índices da Bolsa de valores durante um programa para adolescentes? Trata, ainda, do papel de jornalistas e publicitários nas campanhas políticas e como o material deve ser produzido para o meio radiofônico.
 Para alunos, jornalistas, publicitários e o público em geral, pode ser um manual completo sobre o universo que envolve o jornalismo e a propaganda no formato radiofônico, incluindo as novas plataformas na internet.
 No dia 02 de julho, a partir das 19h, Roseann e Nogueira de Paula recebem os convidados em noite de autógrafos, no Bar Brahma, na 201 Sul, em Brasília.  
Sobre os autores:
 Roseann Kennedy: jornalista; pós-graduada em Ciência Política e Economia; idealizadora do Prêmio CBN de Jornalismo Universitário. Já deu aulas em universidades privadas, das disciplinas de Radiojornalismo e Linguagem Radiofônica para Publicidade, jornalismo político e jornalismo político e econômico.  
 Amadeu Nogueira de Paula: formado em Publicidade e Jornalismo e pós-graduado em Comunicação e Marketing. É diretor de promoção da Associação dos Profissionais de Propaganda do Brasil (APP) e professor de Mídia da Escola Superior de Propaganda e Marketing de São Paulo (ESPM).

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Morte da quinta jornalista no Brasil repercute na Argentina


Por Ernesto Carmona (*). 

La periodista brasileña Lana Micol Cirino Fonseca, coordinadora de una importante radio amazónica, fue asesinada a tiros por dos desconocidos a la puerta de su casa, en la ciudad de Tabatinga, fronteriza con Colombia y Perú, informaron fuentes oficiales y periodísticas de Brasil.
De acuerdo a los registros de la Comisión de Investigación de Atentados a Periodistas de la Federación latinoamericana de periodistas - Ciap-Felap se trata del quinto asesinato este año de profesionales de medios de comunicación en Brasil.
Ana Micol Cirino Fonseca, coordinadora de la Radio Nacional del Alto Solimoes, fue asesinada a tiros en la tarde del domingo 26 por desconocidos a la puerta de su casa, en la ciudad de Tabatinga, fronteriza con Colombia y Perú, reportaron el 28 de mayo fuentes oficiales, informó la agencia china Xinhua.
La periodista Cirino Fonseca recibió tres tiros de dos sicarios que escaparon en una motocicleta, precisó el lunes la policía. Al ocurrir el asesinato, la periodista se encontraba con una de sus dos hijas y su novio, el sargento de ejército Alan Bonfim, quien trató de socorrerla y la llevó a un hospital militar, donde no pudieron salvarle la vida.
En homenaje a Cirino Fonseca, la Radio Nacional del Alto Solimoes decretó el lunes día de luto, canceló su programación y retransmitió la emisión de la Radio Nacional de la Amazonía.

(*) Presidente Ciap-Felap.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

A Rádio Senado está na final da 19ª edição do Prêmio CNT de Jornalismo

A equipe da Rádio Senado é uma dos cinco finalistas da 19ª edição do Prêmio CNT de Jornalismo, com a série de reportagens "Globo da Morte - Os perigos do trânsito para os motociclistas". 
A série especial aborda em cinco episódios os altos índices de acidentes envolvendo motociclistas no Brasil, e foi veiculada no programa Conexão Senado de 13 a 17 de agosto. O primeiro capítulo "Retrato de uma epidemia" traz dados sobre acidentes e mortes de motociclistas e a visão de setores ligados à saúde pública. Em seguida, "Profissionais do Guidom" mostra a realidade das condições de trabalho de motofretistas e mototaxistas.
A série segue com "Lazer ou transporte", que é centrado nos motociclistas amadores e ainda no uso de álcool e drogas. "Circuito Fechado" explica as deficiências na formação de condutores. E, por fim, "Luz no fim do túnel" traz a importância das motos para o transporte e propostas para aumentar a segurança. A série mescla reportagens com depoimentos e entrevistas exclusivas. 
A Rádio Senado é a única emissora pública a chegar à final na categoria Rádio e também a única do Distrito Federal, concorrendo contra emissoras privadas de São Paulo, parte delas especializadas em trânsito.
O prêmio da Confederação Nacional de Transportes tem como objetivo estimular a produção de material jornalístico a respeito do setor transportador e de sua importância para o desenvolvimento social e econômico do Brasil. O resultado final deve sair na primeira quinzena de novembro. 
Equipe:
Reportagem - Roberto Fragoso
Produção - Rodrigo Resende
Áudio - André Menezes e Josevaldo Souza
Edição - Jefferson Dalmoro
Participação Especial - Raquel De Melo Teixeira Lula, Tiago Medeiros, Alexandre e Olivio Calabria 
Concorrentes categoria Rádio:
Ana Luiza Silvestrini da Costa - Rádio SulAmérica Trânsito (SP) – “O desafio de se tornar um bom motorista”
Carolina Ercolin - Rádio Bandeirantes (SP) – “O ABC do trânsito”
Claudio Junqueira – Rádio Bandeirantes (SP) – “Os descaminhos do transporte de carga no Brasil”
Michelle Trombelli - Rádio Bandnews FM (SP) – “Cidade viciada”
Roberto da Rocha Fragoso - Rádio Senado (DF) – “Globo da morte - Os perigos do trânsito para os motociclistas”

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Livro sobre rádio é finalista do Prêmio Jabuti

O livro 70 anos de Radiojornalismo no Brasil – 1941- 2011 é um dos finalistas do Prêmio Jabuti 2012, na categoria Comunicação. Publicado pela Editora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e organizado pela professora Sônia Virgínia Moreira, o livro é fruto de um trabalho coletivo do Grupo de Pesquisa Rádio e Mídia Sonora da Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação. Com 22 textos, a obra reflete sobre os 70 anos do radiojornalismo brasileiro, inaugurado com o Repórter Esso.  
Dentre os 22 autores que contribuíram para a obra está o editor deste blog, jornalista Chico Sant'Anna, que escreveu artigo sobre o de produzir informação sem jornalistas, com grande dependência nas fontes.
A professora Sônia explica que o rádio, como é conhecido hoje, teve início no Brasil em 28 de agosto de 1941, data da primeira edição do Repórter Esso, transmitido em ondas médias e curtas pela Rádio Nacional do Rio de Janeiro. Antes, funcionara de modo experimental na Rádio Farroupilha, de Porto Alegre, com a voz que se tornaria a marca principal do programa: a do locutor gaúcho Heron Domingues. A professora lembra que, das principais contribuições do Repórter Esso, três merecem ser assinaladas: “Introduzir no Brasil o noticiário com linguagem própria para o rádio; instituir, nas emissoras de rádio, horários pré-determinados para os jornais falados e organizar um Manual de Produção, o primeiro destinado à elaboração de noticiário radiofônico no Brasil”. 
Os artigos do livro 70 anos de Radiojornalismo no Brasil – 1941- 2011 são apresentados em quatro seções. Na primeira parte, intitulada Jornalismo de Rádio: referencial histórico, cinco autores abordam momentos distintos do jornalismo radiofônico. Luiz Artur Ferraretto traça uma evolução do radiojornalismo a partir do Repórter Esso até o momento de convergência de mídia; Valci Zuculoto analisa o modelo presente na origem das notícias para o rádio; Flávia Bespalhok relata o surgimento e a evolução do jornalismo na Rádio Continental do Rio de Janeiro; Ana Baumworcel resgata período singular da cobertura jornalística no rádio ao recuperar as formas de resistência do discurso sonoro na Rádio Jornal do Brasil AM; Pedro Vaz reconstrói depoimentos e imagens que marcaram o Repórter Esso.
A segunda seção do livro – A notícia, a reportagem, o repórter de rádio – reúne os artigos de Nélia Del Bianco sobre as transformações do jornalismo e da notícia considerando as tecnologias digitais; de Francisco Sant’Anna sobre o principal e mais premente desafio do jornalismo de rádio hoje no Brasil – o de produzir informação sem jornalistas, com grande dependência nas fontes; de Dóris Haussen, sobre a circulação da informação em emissoras de rádio no Brasil, na Argentina e no Uruguai; de Débora Lopez sobre o Repórter Esso e o modelo de sínteses radiofônicas contemporâneas; de Júlia Oliveira Silva e Patrícia Rangel sobre o papel e as possibilidades da série de reportagens e do documentário no rádio; e o de Leandro Olegário, que aponta a influência do Repórter Esso em dois exemplos de sínteses noticiosas de emissoras gaúchas. 
Na terceira parte, dedicada a Linguagens e Públicos do rádio e do radiojornalismo, Mágda Cunha analisa o papel do ouvinte no rádio; Cida Golin, Ana Laura de Freitas e Natália Pianegonda exploram formatos do jornalismo cultural no rádio; Marcelo Cardoso apresenta considerações sobre as narrativas no rádio; Edgard Patrício relata experiência de radiojornalismo educativo; e Dioclécio Luz aborda o jornalismo nas rádios comunitárias. 
A quarta e última parte do livro está reservada a Análises Regionais. Luciana Miranda apresenta dados históricos e contemporâneos do radiojornalismo no Pará; Vera Raddatz compara os programas jornalísticos de emissoras situadas nas fronteiras dos estados do Rio Grande do Sul e de Mato Grosso do Sul; Eliana Albuquerque analisa as formas de produção e os desafios que se apresentam para os jornalistas e o jornalismo em emissoras do sul da Bahia; Moacir Barbosa de Sousa registra as etapas de desenvolvimento do radiojornalismo da Paraíba; Graziela Bianchi e Marta Maia comparam a recepção de programas jornalísticos em emissoras das cidades de São Paulo e Porto Alegre; e o grupo de autores formado por Nair Prata, Wanir Campelo, Waldiane Fialho, Ângela de Moura e Sônia Pessoa apresenta o resultado de levantamento inédito realizado nas instituições de ensino superior de Belo Horizonte para detectar as formas de abordagem do rádio em Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs).  
O Prêmio Jabuti
A história do Prêmio Jabuti começa por volta de 1957, quando a Câmara Brasileira do Livro decidiu premiar autores, editores, ilustradores, gráficos e livreiros que mais se destacassem a cada ano. A primeira premiação ocorreu no final de 1959, quando foi laureado, por exemplo, o escritor Jorge Amado, na categoria Romance, pela obra Gabriela, Cravo e Canela
A primeira edição do Jabuti premiava apenas sete categorias, hoje são 29, contemplando todas as esferas envolvidas na criação e produção de um livro, passando pela tradução, ilustração, capa e projeto gráfico, além das categorias tradicionais como romance, contos e crônicas, poesia, reportagem, biografiam comunicação e livro infantil. Por sua abrangência, o Jabuti é considerado o maior e mais completo prêmio do livro no Brasil.
A apuração da segunda fase do 54º Prêmio Jabuti será realizada no dia 18 de outubro e a cerimônia de premiação acontece no dia 28 de novembro, em São Paulo.
SERVIÇO
Livro: 70 anos de Radiojornalismo no Brasil – 1941- 2011
Organizadora: Sônia Virgínia Moreira

terça-feira, 11 de setembro de 2012

ONU recebe até amanhã,12/9, inscrições para redator de rádio

Do portal África 21

As Nações Unidas estão selecionado profissionais jovens em mais de 70 países para trabalhar na organização. Das nações lusófonas estão participando Angola, Brasil, Guiné-Bissau, Moçambique e Portugal.

Dentre as áreas ofertadas, a vagas para redatores de rádio em língua portuguesa e suaíle (kiswahili em inglês). As provas, em várias capitais do mundo, estão marcadas para 5 de dezembro. Os candidatos precisam ter diploma universitário completo, idade máxima de 32 anos cumpridos até o fim deste ano, ser fluentes em inglês ou francês.

As incrições são gratuitas e podem ser feitas até 12 de setembro de 2012, exclusivamente aqui.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Emprego: ONU seleciona produtores de rádio

A Organização das Nações Unidas - ONU, está selecionando produtores de rádio. Doisa editais foram lançados no portar na ONU. Uma das vagas requer que o candidato domine o Português ou Kiswahili, idioma praticado no Quenia. Além disso, o candidato deverá ser fluente em Inglês ou Francês.
A vaga é para jovens profissionais e, por isso mesmo, não é exigido experiência profissional, mas o candidato deverá ser formado em Jornalismo.O candidato escolhido será lotado no Departmento de Informações Públicas da ONU.
As inscrições estão abertas até o dia 12 de setembro.
Mais informações, em inglês, clique aqui.

A outra vaga ofertada pela ONU é para candidatos com maior experiência e detentores de pós-graduação. O candidato deve possuir, pelo menos, sete anos de experiência profissional em produção radiofônica. Em termos que qualificação acadêmica, exige-se mestrado em Comunicação ou em Rádio e TV, ou então graduação em Comunicação e uma forte experiência profissional.
Para esta vaga, exige-se fluência em Inglês e Árabe.
As as inscrições estão abertas até o dia  20/9.
Mais informações, em inglês, Para esta segunda vaga, clique aqui.



domingo, 3 de junho de 2012

"Jornalismo em Debate" analisa a mídia e a informação sobre meio ambiente e sustentabilidade

Por José Hüntemann, acadêmico de Jornalismo da UFSC.

Na semana que antecede a Rio + 20, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, o programa "Jornalismo em Debate" irá discutir a forma como a mídia trata as informações sobre meio ambiente e sustentabilidade. Já estão confirmados para a discussão o coordenador do Comitê Facilitador da Sociedade Civil Catarinense para a Rio + 20, professor Daniel José da Silva, o diretor do Departamento de Florestas do Ministério do Meio Ambiente, professor João de Deus Medeiros, a presidente da associação FloripAmanhã, Zena Becker, o jornalista Fabrício Escandiuzzi, o professor do Departamento de Jornalismo da UFSC Eduardo Meditsch e o presidente da Federação Nacional dos Jornalistas, Celso Schröder. Até o dia do programa, próxima terça-feira, 5 de junho, outros participantes devem confirmar a presença. 
O programa será apresentado ao vivo, a partir das 16h, pelo site da Rádio Ponto UFSC em  www.radio.ufsc.br. Perguntas e colocações podem ser enviadas, desde já, para o e-mail jornalismoemdebateufsc@gmail.com ou pelo twitter @radioponto. 
“Jornalismo em Debate” é uma produção quinzenal de estudantes do Curso de Jornalismo da UFSC, sob a orientação da professora Valci Zuculoto. Com mediação do professor Áureo Moraes, a atividade faz parte da Cátedra FENAJ/UFSC de Jornalismo para a Cidadania, uma parceria entre o Curso de Jornalismo da Universidade e a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), com o apoio do Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina (SJSC). Desde a estreia, em abril de 2011, foram discutidos temas como jornalismo internacional, corrupção no futebol, crise econômica mundial, coberturas de tragédias, como a do Realengo, de questões do gênero feminino, da homofobia, da função das redes sociais, da abertura dos arquivos da ditadura, entre outros assuntos que estão na ordem do dia. 
No site da Rádio Ponto ( www.radio.ufsc.br ) é possível baixar e ouvir todas as edições anteriores de “Jornalismo em Debate”. E não esqueçam: os ouvintes e internautas podem participar, antes e durante o programa, encaminhando perguntas pelo e-mail: jornalismoemdebateufsc@gmail.com ou pelo twitter @radioponto.

quinta-feira, 22 de março de 2012

ONU seleciona radiojornalista

A Organização das Nações Unidas deu início a processo seletivo para vaga na Rádio ONU Português. Os candidatos devem ter concluído mestrado em Jornalismo, Relações Internacionais, Ciência Política ou Administração Pública. Candidatos com formação acadêmica em nível de graduação também poderão ser considerados, a depender de suas demais qualificações.

Exige-se, também, experiência profissional de ao menos cinco anos em atividades de jornalismo em língua portuguesa. Além da necessária fluência em português e inglês, considera-se desejável o conhecimento de outra língua oficial da ONU.

As inscrições para o processo seletivo encerram-se em 9 de maio de 2012. Mais informações podem ser encontradas na página web das Nações Unidas.


segunda-feira, 19 de março de 2012

Rádios Câmara e Senado na final do prêmio Tim Lopes de Jornalismo


Concorrem ao Prêmio 28 projetos envolvendo 152 profissionais


As duas emissoras radiofônicas do Congresso Nacional estão na final do prêmio Tim Lopes de Jornalismo. A Rádio Senado concorre com duas reportagens: “A traição da fé – a relação Igreja x Comunidade diante dos casos de pedofilia”, de autoria de Celso Cavalcanti de Melo Junior; e “Depois da chuva – histórias de pessoas que sofreram abuso sexual na infância”, de Fernanda Nardelli de Carvalho Cardim (minha ex-aluna galera!). A Câmara, concorre com a reportagem “A fragilidade violada – abuso contra crianças e jovens com deficiência”, de Daniele Lessa Soares.
Os 13 jurados do VI Concurso Tim Lopes de Jornalismo Investigativo analisam nesta terça-feira, 20 de março, os 28 projetos, do total de 45 inscritos. As propostas pré-selecionadas obedeceram aos requisitos de avaliação que variam desde a amplitude e relevância da investigação proposta até a busca de solução para a realidade detectada, bem como a avaliação das políticas públicas desenvolvidas para o combate ao abuso e à violência sexual contra crianças e adolescentes.
Concorrem projetos em cinco categorias: Mídia Impressa, Rádio, Televisão, Mídia Alternativa e Comunitária e a categoria Especial, com candidatos de todos os tipos de mídia que tenham como tema: “Exploração sexual de crianças e adolescentes no setor turístico brasileiro”. As inscrições nesta categoria mobilizaram o maior número de profissionais: são 38 jornalistas, distribuídos em oito projetos.
A ANDI Comunicação e Direitos e a Childhood Brasil divulgam na listagem abaixo os 28 projetos pré-selecionados, o jornalista responsável pela inscrição, a Categoria pela qual concorre, e o veículo, desejando boa sorte a todos e todas que se mobilizaram para utilizar a técnica investigativa do jornalismo no enfrentamento ao abuso e à violência sexual contra crianças e adolescentes.
Nome do Projeto Jornalista responsável Categoria Veículo
“Juventude desamparada, justiça despedaçada” Bárbara Garcia Franco  Mídia Impressa Folha de Pernambuco, Recife, PE
“Penalidade máxima – como jovens que sonham viver do futebol caem em redes de exploração sexual” Juliana Fernandes Braga Mídia Impressa Correio Braziliense, Brasília,DF
“Destino Marcado” Kátia Cilene Brembatti Mídia Impressa Gazeta do Povo, Curitiba, PR
Crack: uma pedra no caminho da infância Lilian Tahan Cury Teixeira de Resende Gomes Mídia Impressa Correio Braziliense, Brasília,DF
“Moeda de Troca” Marciolina Teixeira Mídia Impressa Diário de Pernambuco, Recife, PE
“A traição da fé – a relação Igreja x Comunidade diante dos casos de pedofilia” Celso Cavalcanti de Melo Junior Rádio Rádio Senado, Brasília, DF
“A fragilidade violada – abuso contra crianças e jovens com deficiência” Daniele Lessa Soares Rádio Rádio Câmara, Brasília, DF
“Depois da chuva – histórias de pessoas que sofreram abuso sexual na infância” Fernanda Nardelli de Carvalho Cardim Rádio Rádio Senado, Brasília, DF
“Abuso infantil x justiça: onde estamos, aonde queremos chegar” Luísa Brasil Magnani Rádio Rádio Band News, Belo Horizonte, MG
“O choque da geração de energia” Emanuela Rodrigues Palma Televisão TV Rondônia, Porto Velho, RO
“A voz do abuso” Fábio Ventura Martins Televisão Empresa Pioneira de Televisão/TV Globo, São Carlos, SP
“A rota da exploração sexual infanto-juvenil no Nordeste” Richelle Bezerra da Silva Televisão TV Arapuan/Rede TV!, João Pessoa , PB
“Impactos do setor sucroalcoleiro na exploração sexual de crianças e adolescentes em Mato Grosso do Sul” Rodrigo Kaiser Saccone Televisão Grupo RBS, Sucursal Brasília, DF
“Tráfico e exploração de adolescentes transsexuais” Daniel Carvalho de Mello Mídia Alternativa e Comunitário Portal Agência Brasil
“Em nome do Pai” Edcris Ribeiro da Silva Wanderley Mídia Alternativa e Comunitário Portal Diário de Pernambuco, Recife, PE
“A experiência que eu não queria ter vivido” Leonardo Lages Echeverria Mídia Alternativa e Comunitário Revista Darcy, Brasília, DF
“O impacto da construção das usinas hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio nos índices de violência sexual infanto-juvenil em Porto Velho” Maíra Streit Mídia Alternativa e Comunitário Portal Revista Forum, São Paulo, SP
“Raio-x da exploração sexual infanto-juvenil no Nordeste” Rafael Guerra Chaves Mídia Alternativa e Comunitário Portal Diário de Pernambuco, Recife, PE
“Uma nova história” Renato Santana de Jesus Mídia Alternativa e Comunitário Portal R-7, São Paulo, SP
“Minas são muitas, e em todas a infância pede socorro” Soraya Regina de Oliveira Fidelis Mídia Alternativa e Comunitário Rádio UFMG Educativa, Belo Horizonte, MG
“A exploração ainda desconhecida de Mato Grosso” Amanda Alves Categoria Especial A Gazeta, Cuiabá, MT
“Plano da Copa do Mundo de 2014 não contempla combate à exploração sexual de crianças e adolescentes. Turismo e sociedade se tornam vulneráveis com esse comércio informal e ilegal” Andreh Jonathas Costa Alexandrino Categoria Especial Jornal O Povo, Fortaleza, CE
“Exploração sexual infantil e o turismo religioso” Débora Teles de Brito Categoria Especial TV Brasil, Brasília, DF
“Exploração sexual de crianças e adolescentes na região do Jalapãao” Flávia Valéria Pereira Quirino Categoria Especial Portal CT, Palmas, TO
“A precariedade das políticas públicas para atuar na prevenção do turismo sexual nas cidades maranhenses” Francisco Carlos da Silva Junior Categoria Especial O Imparcial, São Luis, MA
“A infância sem Copa” Mauri König Categoria Especial Gazeta do Povo, Curitiba, PR
“Falha no sistema nacional de registro de hóspedes facilita casos de abuso sexual de crianças e adolescentes” Rosiane Correia de Freitas Categoria Especial www.teianoticias.com, Curitiba, PR
“Face obscura do turismo” Wendell Rodrigues da Silva Categoria Especial TV Correio, João Pessoa, PB/TV Recor
Fonte: ANDI