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terça-feira, 10 de junho de 2014

Maradona comentarista da Copa, diariamente na TV Cidade Livre de Brasília.‏

A TV Cidade Livre de Brasília, canal 12 da NET, está retransmitindo o programa "De Zurda", com Maradona como comentarista da Copa do Mundo de Futebol, e com a participação do jornalista uruguaio, Victor Hugo Morales.
 
 Produzido e transmitido diariamente pela Telesur, às 22:30 h, a partir do Rio de Janeiro, o programa "De Zurda",  que quer dizer De Esquerda, lançará uma mirada diferenciada sobre a Copa, especialmente pela participação de Maradona, um gênio do futebol, com sua visão original e popular sobre o esporte das multidões. Mas, também,  porque  Victor Hugo Morales, o âncora do programa,  é um jornalista experiente que se especializou em analisar a ideologia e técnica da notícia, desmascarando com maestria as manipulações que os magnatas da comunicação praticam contra os povos que buscam um caminho independente da diretrizes emanadas pela Casa Branca.
 
De Zurda é um golaço da Telesur,  que entra na Copa com uma mirada própria, sem submissão às pautas publicitárias que afogam as coberturas do esporte das multidões.  Não perca: diariamente, pela TV Cidade Livre de Brasília, canal 12 da NET.
 

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Já está aberto o credenciamento de jornalistas para cobertura da Fan Fest Brasília

Foi aberto nesta segunda-feira, 9/6, o credenciamento para veículos interessados na cobertura da Fan Fest em Brasília, cidade que sediará sete jogos daCopa do Mundo da FIFA Brasil 2014.
O evento, que acontece de 12 de junho a 13 de julho, em Taguatinga, contará com transmissões das partidas e shows com atrações locais e nacionais. A iniciativa tem o objetivo de
 democratizar a comemoração esportiva e reforçar a cultura do país aos brasilienses e visitantes.
Profissionais da imprensa terão à disposição espaço estruturado e apoio qualificado para desenvolverem suas atividades no período. 
Para participar, os interessados devem se credenciar por intermédio de solicitação enviado ao endereço eletrônico brasiliafanfest.imprensa@gmail.com, intitulado “Credenciamento Fan Fest Brasília”, juntamente com o nome do veículo e a função do jornalista. 
Os profissionais de outras cidades brasileiras e estrangeiros devem indicar ainda a data de vinda e período de permanência em Brasília.
As orientações sobre a cobertura jornalística, retirada de credencial e acesso ao Taguaparque serão informadas no ato de confirmação do credenciamento.

Sobre a Fan Fest – O Fan Fest faz parte da programação oficial do Mundial em todas as cidades-sede. Em Brasília, o local escolhido para receber a Fan Fest Brasília é o Taguaparque, palco tradicional para eventos com grande concentração de público e que possui localização estratégica, já que concentra mais da metade da população do Distrito Federal. 
Ao todo, a Fan Fest Brasília contará com 49 apresentações, com shows de artistas consagrados no cenário musical brasileiro, além de atividades interativas com o público, como concurso de embaixadinhas e de batedores de pênaltis, e veiculação nos telões de matérias especiais sobre a história das Copas.
A programação diária vai das 11h às 21h30 – se estendendo quando houver jogos noturnos. A agenda prevê transmissão de jogos e shows em todos os dias de partidas do Mundial, independentemente de serem em Brasília. 
As apresentações serão diárias, com exceção dos dias 27/6 e 2, 3, 6, 7, 10 e 11 de julho, datas em que não haverá jogos em nenhuma das 12 cidades-sede do Mundial. 

Mais detalhes:
Coordenadoria de Comunicação para a Copa
Governo do Distrito Federal

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Voz do Brasil: Dilma flexibiliza transmissão durante a Copa

Fonte: Gazetaweb
Medida que autoriza veiculação em horário alternativo foi publicada no DOU. Durante o Mundial, rádios poderão retransmitir noticiário das 19h às 22h
A presidente Dilma Rousseff autorizou as emissoras de rádio do país a retransmitir o programa A Voz do Brasil em horário alternativo durante a Copa do Mundo, entre os dias 12 de junho e 13 de julho. A flexibilização na obrigatoriedade de retransmitir diariamente o noticiário oficial às 19h ocorreu por meio de uma medida provisória (MP) publicada na edição desta quarta-feira (4) do "Diário Oficial da União".
Com a mudança, as rádios brasileiras poderão optar, somente durante o Mundial da Fifa, por retransmitir a Voz do Brasil entre as 19h e 22h. No ar desde 1935, o programa oficial do governo tem 1 hora de duração, na qual são noticiadas informações dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
A MP editada por Dilma também prevê que, "em casos excepcionais de interesse público", um ato conjunto da Casa Civil e da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República poderá flexibilizar, "por tempo determinado", o horário de retransmissão de A Voz do Brasil.
Até então, a lei que regulamenta a veiculação do noticiário oficial, editada em 1962, não previa mudanças no horário de retransmissão. As únicas exceções previstas pela legislação eram em relação a sábados, domingos e feriados, dias em que as emissoras de rádio não são obrigadas a veicular o programa.
Projeto de lei
Reinvindicação antiga das emissoras, a possibilidade de retransmitir A Voz do Brasil em horários flexíveis diariamente está sendo discutida pelo Congresso Nacional. De autoria da deputada federal Perpétua Almeida (PC do B-AC), o projeto de lei n° 595, de 2003, prevê autorização para que as rádios escolham o início da transmissão do programa entre as 19h e 22h.
O texto já foi aprovado pela Câmara dos Deputados em 2006, mas, como sofreu alteração ao ser discutido no Senado, teve que retornar à Casa em dezembro de 2010. A proposta aguarda votação no plenário da Câmara e, caso aprovado, dependerá apenas de sanção presidencial.
Segundo a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), existem atualmente 30 requerimentos na Câmara solicitando a inclusão do projeto na pauta de votações. Um abaixo-assinado que reivindica a flexibilização de A Voz do Brasil, informou a Abert, já reúne mais de 65 mil assinaturas.
 

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Por conta da Copa, Anatel intensifica combate a rádios comunitárias

Por Bruno Marinoni, do Observatório do Direito à Comunicação


Na última segunda-feira, dia 24, por volta das 22 horas, manifestantes reocuparam o estúdio da Rádio Muda, voltando a colocá-la em operação. Na manhã do dia anterior, a emissora, que funciona na Universidade de Campinas (Unicamp) e transmite diariamente há cerca de três décadas, havia sido desmontada. A ação aconteceu poucos dias depois de a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) enviar informe a associações de rádios comunitárias comunicando que, em consequência da proximidade da Copa do Mundo, haveria o “reforço da fiscalização” em todo o Brasil e “autuação” no primeiro semestre de 2014.

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A carta recebida justifica o recrudescimento da repressão contra as rádios comunitárias e livres pela “proximidade da Copa do Mundo Fifa Brasil 2014 e a necessidade de utilização intensa do espectro radioelétrico durante a realização de eventos de grande magnitude”. A ação segue assim uma série de medidas que têm intensificado a criminalização dos movimentos sociais e populares em nome da ordem e do bom andamento dos compromissos do governo com os mega-eventos, como a proposta de uma lei antiterrorismo, de um manual de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) e a Lei Geral da Copa.

Segundo Pedro Martins, representante da Associação Mundial de Rádios Comunitárias (Amarc) no Brasil, o plano da Anatel expõe ainda mais a política atual do governo e do Ministério da Comunicações de continuar protegendo a mídia corporativa em detrimento de ampliar a pluralidade e a diversidade de vozes no espectro. Ele diz acreditar que “a repressão à Rádio Muda esteja dentro deste plano, que expõe ainda mais a política atual do governo e do Ministério da Comunicações de continuar protegendo a mídia corporativa em detrimento de ampliar a pluralidade e a diversidade de vozes no espectro. E a Copa vem servindo como elemento para aumentar ainda mais a repressão, o que é bem preocupante”.

Um levantamento publicado em 2010 pela Associação Brasileira de Rádios Comunitárias (Abraço) indicou que 471 entidades na região de Campinas buscavam o reconhecimento do serviço de radiodifusão, sendo que 51% estavam com seus processos arquivados, 9% em andamento e 27 % aguardando aviso de habilitação. Desse total, apenas 63 entidades tinham seus pleitos autorizados. Hoje, quatro anos depois, esse número teria subido para 65, de acordo com informações do Movimento Nacional das Rádios Comunitárias (MNRC).

Os números demonstram que a prioridade para o setor tem sido dar peso nas autuações, em detrimento das autorizações. A forma como vêm atuando os agentes do Estado tem sido objeto de críticas pelos defensores das rádios comunitárias e livres. Jerry de Oliveira, representante do MNRC em São Paulo, declara que “o MNRC de São Paulo repudia esta ação contra a Rádio Muda, ainda mais sabendo por meio de documento informal que a operação aconteceria fora dos padrões determinados pelo código civil”. 

O documento ao qual Oliveira se refere seria a troca de e-mails entre agentes da Anatel, na qual recomendariam “atenção especial” à Rádio Muda por ser operada por estudantes da Unicamp que têm resistido às investidas dos agentes (a rádio já foi fechada seis vezes). Na mensagem, a recomendação é de que a ação seja feita em um feriado ou domingo pela manhã, como aconteceu no fim de semana anterior. O representante do MNRC afirma que a Anatel tem “medo da organização popular”.

A resistência dos estudantes da Unicamp, que reocuparam os estúdios da Rádio Muda na caixa d’água da universidade, continua. O MNRC diz estar preparado para resistir.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Telebrás vai receber parte das receitas de transmissão de TV da Copa


Por Helton Posseti, do Tela Viva news
A Fifa, que não estava disposta a gastar nem um centavo com a infraestrutura de telecom para a realização da Copa do Mundo e da Copa das Confederações no Brasil, vai remunerar a Telebrás com parte da receita auferida com a comercialização da transmissão dos jogos.
O governo brasileiro e a entidade assinaram na última segundo, 28, um memorando de entendimento que coloca fim às intensas negociações sobre a responsabilidade de cada parte. Segundo Cesar Alvarez, secretário executivo do Minicom, a questão foi resolvida quando se parou de pensar em infraestrutura versus serviço. O governo brasileiro insistia na ideia de que a sua responsabilidade (assumida através da Garantia número 11 dada à Fifa) era pela infraestrutura, enquanto que a parte de serviço deveria ser contratada pela entidade organizadora da Copa.
O caminho encontrado para se chegar ao acordo foi dividir aquilo que ficará como legado para o País daquilo que será usado exclusivamente nos jogos. E aí, há quem diga que o governo teve até alguma vantagem. Pelo memorando de entendimento, a Fifa ficou responsável pela contratação e implementação de uma plataforma de Adaptação de Vídeo (VandA) e a Telebrás terá uma participação na receita com a transmissão dos jogos.
Segundo o secretário-executivo, essa é a tecnologia que permite que as imagens em HD captadas dos jogos seja comprimida e transportada por redes de telecom. A Telebrás, inclusive, já havia lançado em setembro do ano passado uma consulta pública do termo de referência para a contratação dessa plataforma, que, segundo apurou este noticiário, será cancelada. Segundo Cesar Alvarez, há "duas ou três" empresas no mundo que detém essa tecnologia que custa cerca de R$ 50 milhões.
Com o entendimento firmado, não apenas será a Fifa quem vai contratar essa estrutura de transmissão de vídeo como a Telebrás terá direito a 50% da receita das transmissões daquilo que for contratado pas emissoras de TV posteriormente. Cesar Alvez explica que as emissoras do mundo inteiro contratam da Fifa um pacote das transmissões, que varia de acordo com a expectativa de sucesso do seu país de origem nos jogos. A emissora de um país de pouca expressão no futebol dificilmente vai contratar a transmissão das semi-finais e da final, por exemplo. Acontece que, conforme os jogos vão acontecendo e as seleções vão avançando no campeonato, as emissoras solicitam a transmissão dos jogos de um determinado estádio, por exemplo. A Telebrás terá direito a 50% dessa receita adicional. Segundo Alvarez, na África do Sul essa receita adicional foi de R$ 9 milhões a R$ 12 milhões.
Outro custo que seria da Telebrás e ficou com a Fifa foi o dos links de backup por satélite. Mais uma vez a Telebrás chegou a lançar a consulta pública do termo de referência para contratar a solução. Segundo Alvarez, há um ano foi feito um levantamento "a preço de balcão", e essa contratação sairia por cerca de R$ 1 milhão.
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Copa: Internet 4G pode não funcionar dentro dos estádios e aeroportos

Do Teletime news


Mais um problema surge com a proximidade da Copa das Confederações e da Copa do Mundo: um impasse entre os responsáveis pelos estádios e as operadoras de telecomunicações sobre a instalação de infraestrutura de celular (incluindo a rede de voz e as redes 3G e 4G) dentro dos estádios. As negociações, segundo fontes das operadoras, estão paradas porque os responsáveis pela administração dos estádios estão pedindo valores impraticáveis pelo aluguel do espaço dentro das arenas em que serão instalados equipamentos. Para as operadoras, a cobertura indoor dos estádios é facultativa. Ou seja, a cobertura obrigatória pode ser feita por antenas e ERBs instaladas nos arredores dos estádios, mas o resultado é melhor se a cobertura for indoor. Só que os administradores das arenas estão exigindo o pagamento por isso. Em três casos, segundo apurou este noticiário, a exigência vai mais além: pede-se que as teles patrocinem os clubes aos quais os estádios pertencem.
Pelas contas das operadoras, cada estádio consumirá um investimento total de pelo menos R$ 20 milhões na colocação de equipamentos e cabeamento para a cobertura indoor. E na maior parte dos casos, o tráfego gerado nessas arenas será insignificante fora dos dias de jogos, mas a estrutura permanecerá instalada e operante. Em casos como Cuiabá, Manaus, Brasília e Rio Grande do Norte, os campeonatos locais dificilmente gerarão movimento de público que justifique sequer uma cobertura indoor. Tudo isso seria feito para melhorar a qualidade dos serviços durante a Copa do Mundo e a Copa das Confederações.
As duas únicas negociações dos 12 estádios da Copa que já foram concluídas foram Salvador e Fortaleza. Mas em alguns casos, como o Maracanã, sequer há interlocução formal.
O edital de 4G exige das empresas cobertura na região dos estádios, mas a Anatel atestou que isso não precisa ser feito, necessariamente, com cobertura interna, ou seja, é possível usar torres e antenas em regiões próximas.
Aeroportos
Impasse semelhante também está acontecendo com a Infraero em relação aos aeroportos. As teles dizem que a estatal que administra parte dos aeroportos (outros já foram privatizados) exige valores absurdos para que seja feita uma estrutura de cobertura indoor.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Internet: Cidades da Copa terão prioridade para receber tecnologia 4G

Do portal Portugal Digital

O governo federal vai priorizar as 12 cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 na implantação da quarta geração (4G) da telefonia móvel no Brasil , disse ao G1 o diretor do Departamento de Banda Larga do Ministério das Comunicações, Artur Coimbra de Oliveira.

As 12 cidades-sede são Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

O 4G é o nome dado a um conjunto de tecnologias e padrões de transmissão de dados e voz por redes de telefonia celular. Alcança velocidades de cerca de 100 megabit (Mbps), uma taxa de transmissão cerca de dez vezes maior do que a máxima obtida atualmente pelo 3G, que é de 7 Mbps 2 – o que as prestadoras vendem como plano de 1 Mbps.

“O 4G é para o celular, mas pode ser para o modem também. Além da velocidade com mobilidade, a vantagem do 4G é que, como é banda larga sem fio, permite chegar a lugares que não chegam atualmente, como a periferia”, afirmou Oliveira.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Brasil estuda mudar regra da Fifa sobre TV na Copa

Da Folha de S. Paulo

Embora tenha que ceder às inúmeras exigências da Fifa para que o Brasil possa abrigar a Copa-2014, o governo federal tenta abrir uma brecha para flexibilizar o monopólio da organização sobre os direitos de transmissão das imagens do Mundial. A Folha teve acesso ao texto do Ministério do Esporte para uma medida provisória que regula ações do Mundial, chamada Lei Geral da Copa.

O maior impasse é convencer a Fifa a aceitar um artigo que permite às emissoras de TV que não compraram os direitos de transmissão veicular 30 segundos de eventos relacionados à Copa e 3% do tempo de cada partida. A Lei Geral da Copa será enviada ao Congresso assim que esse ponto for resolvido. Na prática, a brecha reduz a exclusividade da distribuição de imagens dos jogos e eventos ligados ao torneio.

Pela proposta, essas emissoras poderiam usar o chamado "flagrante de imagem", cenas dos jogos destinadas a programas de exclusivo cunho jornalístico. Essa regra, segundo o texto defendido pelo governo, só valeria para empresas brasileiras. Os lances seriam capturados e disponibilizados pela própria Fifa até duas horas depois das partidas.

A Folha apurou que o Comitê Organizador Local é contra essa flexibilização. A razão segue a lógica comercial: quem paga pelos direitos de transmissão deve ser o único dono das imagens. A Globo, tradicional parceira da CBF, já comprou os direitos de 2014, mas ainda não negociou com outras emissoras o sublicenciamento -permissão para transmitir os jogos por meio de autorização da dona dos direitos.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Banda larga móvel das cidades-sede da Copa não é boa, diz estudo

Por Daniel Machado, do Tela viva news

Se a Copa do Mundo fosse realizada hoje no Brasil, nenhuma das 12 cidades-sede estaria preparada para atender à demanda de banda larga móvel da competição. Esta é a principal conclusão do Balanço Huawei da Banda Larga Móvel, divulgado nesta terça-feira, 26, no evento Futurecom, que acontece na capital paulista. O estudo foi baseado em um site survey (teste de rede), realizado entre 20 de setembro e 13 de outubro deste ano pela Huawei em parceria com a Teleco. O estudo aferiu quatro indicadores de qualidade das redes móveis nesses locais específicos: download, upload, latência (tempo de resposta da rede) e qualidade de video streaming. O resultado, de maneira geral, foi de instabilidade nas redes de algumas operadoras, baixo desempenho em velocidade e latência e deficiências em cobertura.

O estudo indica que as operadoras deverão continuar investindo em suas redes para suportar a enorme demanda de banda larga móvel esperada não só para a Copa do Mundo de 2014 como também para as Olimpíadas de 2016.

São Paulo lidera

São Paulo, Porto Alegre e Curitiba, respectivamente, são as três cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 com melhor qualidade de sinal de banda larga móvel, de acordo com o site survey da Huawei, ainda que haja variações no ranking se observados critérios específicos. O teste foi realizado não apenas nas áreas próximas dos estádios dessas 12 cidades, mas também nas principais rotas de acesso e estradas, além das cercanias de aeroportos e rodoviárias. Após São Paulo, Porto Alegre e Curitiba, na sequência, por ordem de qualidade no ranking da banda larga móvel, estão Cuiabá, Rio de Janeiro e Brasília, Manaus, Fortaleza, Belo Horizonte, Natal, Recife e Salvador.

São Paulo e Porto Alegre destacam-se com as maiores médias de velocidade de banda larga móvel, tanto em download (superior a 660 kbps) quanto em upload (superior a 270 kbps). São Paulo aparece em segundo colocado na qualidade de video streaming. Curitiba também se destaca como terceiro em upload e em qualidade de vídeo. No outro extremo estão Salvador, Natal e Recife com as piores médias de velocidade de download (inferior a 400 kbps) e upload (inferior a 200 kbps). Rio de Janeiro, sede também das Olimpíadas de 2016, apresenta deficiências de cobertura por algumas operadoras nos arredores do Maracanã, Lagoa Rodrigo de Freitas e trechos da Linha Vermelha e Ponte Rio-Niterói. Em download, ficou em terceiro lugar no ranking, mas no upload, apenas em nono. No ranking geral, em quinto.

Segundo Marcelo Motta, diretor de Tecnologia de Produtos da Huawei, apesar de os resultados, no geral, não serem satisfatórios, a tecnologia móvel evolui e não há motivos para preocupação. "Se em apenas três anos conseguimos chegar a uma taxa de cobertura de 65% da banda larga móvel, creio que há uma boa perspectiva de crescimento com qualidade até 2014", diz.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Rádio Bandeirantes transmitirá conteúdos em inglês

Da Maxpress

O Grupo Bandeirantes de Rádio vem desenvolvendo um projeto que colocará conteúdo em inglês ao longo da programação de suas emissoras em todo o país. O objetivo da iniciativa é educar e informar o mercado de profissionais que atuam na área do turismo, como taxistas, indústria hoteleira, restaurantes, bares e comércio em geral. O conteúdo será levado ao ar em boletins diários, mantendo o foco na conversação em inglês. O turismo de eventos e negócios é um segmento que vem apresentando crescimento significativo nos últimos anos no Brasil. Com o aumento do número de eventos no país e os preparativos para a realização da Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, a tendência é que esse segmento cresça exponencialmente nos próximos anos.