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quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Brasil tem a quinta maior base de smartphones do mundo

Por Fernando Paiva, da Mobile Time


O Brasil tem a quinta maior base de smartphones do mundo, com 89,5 milhões de unidades ao fim de setembro deste ano. O País está atrás apenas de China, EUA, Índia e Indonésia, nesta ordem. Essa quantidade de smartphones representa 32,4% do total de acessos móveis no Brasil. A penetração entre usuários únicos, porém, deve ser muito maior, já que o número total de conexões inclui múltiplas linhas de posse de uma mesma pessoa e módulos de comunicação entre máquinas. A previsão é de que em 2020 a proporção de smartphones sobre a base total do País alcance 72,2%. Os dados constam de estudo da GSM Association (GSMA) sobre a América Latina divulgado nesta terça-feira, 25, durante encontro da entidade em Quito, no Equador.
A base brasileira corresponde a quase a metade da latino-americana, estimada em aproximadamente 200 milhões de smartphones em setembro. A quantidade de smartphones na região deve alcançar 605 milhões em 2020, passando de 31% para 68% de penetração. Em 2020, a América Latina será o segundo continente com a maior base de smartphones do mundo, atrás apenas da Ásia. Em termos de proporção sobre a base total de linhas móveis, a líder na América Latina é a Venezuela, com 45,1%.

3G e 4G

A popularização dos smartphones é acompanhada pela migração de terminais 2G para 3G e 4G na América Latina. Em 2016, a base de celulares 3G e 4G pela primeira vez vai superar aquela de 2G na região. E em 2020, 3G e 4G representarão 80% da base latino-americana de terminais móveis. Para se ter uma ideia, hoje elas somam cerca de 40%. Entre 2013 e 2020, enquanto a base 2G vai cair, em média, 12,2% ao ano, as bases 3G e 4G aumentarão 11% e 85%, respectivamente, em média por ano na América Latina.
Consequentemente, o tráfego de dados móveis por mês na região vai aumentar bastante, exigindo maiores investimentos das operadoras em capacidade de rede. Em 2014, a média é de 177 mil TB por mês. Em 2020, será de 1,158 milhão de TB por mês. Ou seja: praticamente dez vezes mais.
"Isso reflete o desejo das pessoas de terem acesso à Internet de qualquer lugar e em qualquer momento. As pessoas veem o celular mais como um computador de mão do que um telefone", comenta Amadeu Castro, diretor da GSMA no Brasil.

América Latina

O total de conexões móveis na América Latina vai aumentar de 694 para 890 milhões, entre 2013 e 2020, segundo previsões da GSMA. E o número de usuários únicos passará de 320 para 390 milhões, com a penetração sobre a população subindo de 52% para 59%.

segunda-feira, 10 de março de 2014

Telefonia movel: Brasil chega a 272,353 milhões de celulares

Do Pay TV news

Base móvel aumenta, mas 3G desacelera em janeiro no Brasil

O mercado móvel brasileiro cresceu mais em janeiro de 2014, mas com menor crescimento da banda larga móvel e também menos desconexões 2G do que no período anterior. Dessa forma, segundo dados de operadoras que foram coletados e divulgados pela Anatel, o mercado registrou um total de 272,353 milhões de acessos no primeiro mês deste ano, crescimento líquido de 1,253 milhão de acessos, maior do que em dezembro, quando registrou 580,9 mil adições. 

Foi uma desaquecimento natural, já que dezembro é período de grande agitação no comércio por causa do Natal, mas isso afetou principalmente a terceira geração. O País adicionou 3,076 milhões de handsets 3G para telefones celulares no primeiro mês de 2014, um crescimento de 3,14% em relação ao mês anterior, mas, ainda assim, menos da metade do crescimento visto no final de 2013, quando o mercado adicionou 6,311 milhões de acessos 3G.
A única empresa que manteve um crescimento líquido acima de um milhão de linhas 3G para handsets foi a Vivo, com 1,058 milhão (crescimento de 4,54%), o que a deixou responsável por pouco mais de um terço (34,43%) de todas as adições no período. A TIM adicionou 766,4 mil conexões (crescimento de 3,15%) e a Oi colocou 608,5 mil (crescimento de 5,01%) linhas no mercado. Quem mais sentiu a desaceleração em janeiro foi a Claro, adicionando 545,7 mil (aumento de 1,47%), apenas um quinto do que cresceu em dezembro, quando liderou o crescimento ao adicionar 2,546 milhões.
No pelotão de operadoras menores, destaca-se a Nextel, que cresceu 40,87% e obteve mais adições líquidas (69,3 mil) no período do que em dezembro (quando aumentou 59,1 mil). A CTBC (Algar Telecom) também registrou aumento líquido, ativando 26,6 mil conexões 3G em janeiro, alta de 3,79%.
O mercado total de handsets 3G somou 97,839 milhões de aparelhos. Ainda que tenha mantido um crescimento menor, se o País continuar nesse ritmo, chegará à marca dos 100 milhões de handsets 3G em fevereiro. Vale lembrar que poderá haver uma retomada no fôlego, já que o crescimento entre janeiro e fevereiro de 2013 foi ainda maior, de 12%.
Mesmo com a redução no crescimento, a Claro ainda lidera com folga o segmento de handsets 3G com 37,95% de market share. Em seguida vem a TIM, com 24,89%, mantendo a participação registrada em dezembro; Vivo, com 23,84% (0,35 ponto percentual de aumento em share); e Oi, com 12,41% (0,24 ponto percentual acima).
Queda histórica
Acentuando a tendência, o mercado de terminais de dados (modems e tablets com conexão à rede móvel 3G e 4G) voltou a apresentar retração, com 43,9 mil desconexões (0,63% menos do que em dezembro). É a maior queda nessa categoria já registrada na Anatel. Desse total, 70,66% (ou 31 mil acessos) das desconexões foram da Claro. O encolhimento desse mercado seria ainda maior, não fosse a Nextel ter crescido 23 mil acessos (alta de 9,58%), novamente superando dezembro.
O mercado de terminais totalizou 6,990 milhões de acessos em janeiro. Com mais da metade do share (50,95%), a Vivo ainda é líder nesse segmento.
4G ainda com fôlego
Em se tratando da tecnologia LTE, houve menor crescimento do que em dezembro. Entretanto, excetuando esse mês atípico, foi o maior aumento da base de 4G no País até então, com 256,6 mil novos acessos. Pelo quarto mês seguido, a Vivo foi a operadora que mais cresceu, com 118,2 mil adições (crescimento de 18,01%), seguida de TIM (com 67,1 mil linhas e aumento de 14,23%), Claro (46,9 mil; 17,44%) e Oi (24,3 mil; 14,39%).
O Brasil agora soma 1,566 milhão de conexões de quarta geração, com a Vivo mantendo a liderança com 41,9%, seguida de TIM (30,13%), Claro (17,18%) e Oi (10,78%). Mantendo o ritmo, o País deverá passar de 2 milhões de aparelhos LTE ativados antes de abril, quando o lançamento comercial da rede móvel 4G completará um ano.
Banda larga móvel
Considerando a soma de todos esses acessos 3G, 4G e de terminais, o Brasil cresceu 3,288 milhões (3,09%) em janeiro deste ano. A tendência de participação segue a do 3G, com a Vivo crescendo 4,24% (1,168 milhão), TIM com 3,24% (826,6 mil); Oi com 4,77% (616,2 mil); e Claro com 1,43% (561,5 mil). Entre todas, a empresa que mais cresceu em banda larga móvel foi a Nextel, com 22,51%, ainda que o crescimento líquido tenha sido de 69,3 mil. No total, o País tem 106,4 milhões de acessos com banda larga móvel, com a Claro como maior player, com 37% do mercado, seguida de Vivo (25,9%), TIM (24%) e Oi (12,2%).
Somando apenas as conexões por handsets, o aumento do mercado total brasileiro foi um pouco maior: 3,332 milhões, crescimento de 3,35%. No total, o País tem 99,406 milhões de linhas para telefones celulares 3G e 4G somados.
Queda menor no 2G
As operadoras reportaram uma menor quantidade de desligamentos de linhas 2G: foram 2,116 milhões de desconexões, queda de 1,34%. No total, o Brasil tem ainda 157,579 milhões de acessos de segunda geração, mercado dominado pela Vivo com 30,31%, mas com a TIM colada com 29,77%. Oi tem 23,21% de participação e a Claro tem 16,52%.
Mesmo com menos adições líquidas no 3G e menos desconexões líquidas no 2G, a proporção de acessos de segunda geração continuou a cair, sendo agora de 57,86% da base móvel total brasileira. Em dezembro, a tecnologia representava 58,91% do total.
M2M
As conexões máquina-a-máquina (M2M) seguiram a tendência do mercado móvel total e tiveram crescimento desacelerado em janeiro, com 81,8 mil adições líquidas (0,98%). A Vivo continua abocanhando, ainda pelas beiradas, mais participação de mercado (atualmente com 29,2%), com o maior crescimento (3,44%, ou 84,2 mil adições), mas a liderança ainda é da Claro, com 44,4%. O Brasil conta com 8,478 milhões de conexões M2M.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Banda Larga: janeiro de 2014 registra 137 milhões de assinantes

Do Pay-TV News

O número de acessos em banda larga no Brasil chegou a 137 milhões em janeiro, segundo levantamento da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil). Os dados de janeiro deste ano mostram um crescimento de 56% frente a janeiro de 2013. Nos últimos doze meses, 49 milhões de novos acessos foram ativados, num ritmo de ativação de 1,6 nova conexão por segundo.
A banda larga móvel, pelas redes de 3G e 4G, liderou a expansão dos acessos à internet, chegando em janeiro a 114,6 milhões de conexões, com 69% de crescimento em relação a janeiro de 2013. Na banda larga móvel, 99,2 milhões são de conexões de celulares, incluindo os smartphones, e 15,4 milhões são terminais de dados, entre eles modems de acesso à internet e chips de conexão máquina-máquina (M2M).
Segundo a associação, a expansão também se deu na cobertura das redes de banda larga móvel, que cresceu 6%, com a ativação de 170 novos municípios nos últimos doze meses. Ao todo, as redes de terceira geração estão instaladas em 3.499  municípios, onde moram 90% dos brasileiros. A tecnologia de quarta geração, por sua vez, já conta com 1,6 milhão de acessos. O 4G já chega a 98 cidades, que concentram 36% da população brasileira.
Na banda larga fixa, os acessos somaram 22,4 milhões em janeiro, crescimento de 11% em relação ao ano passado.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Brasil ultrapassa 100 milhões de acessos à internet em banda larga.


De Portugal Digital
O Brasil ultrapassou 100 milhões de acessos à internet em banda larga, de acordo com dados da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil) divulgados nesta quarta-feira (22). Nos últimos 12 meses, houve crescimento de 37% do número de acessos, com 27 milhões de novas conexões ativadas. Do total de cerca de 100 milhões de acessos, 78,7 milhões são de banda larga móvel e 21,3 milhões, de banda larga fixa. A tecnologia de quarta geração (4G), inaugurada no dia 30 de abril, conta com cerca de 50 mil acessos.
Banda larga móvel
O número de acessos de banda larga móvel nos últimos 12 meses aumentou 45% em relação a maio de 2012. Na internet móvel, 64,1 milhões são de conexões celulares 3G, incluindo os smartphones, e 14,6 milhões são terminais de dados, entre eles modems de acesso à internet e chips de conexão máquina-máquina. Na fixa, o crescimento nos últimos 12 meses foi de 14%, com 2,7 milhões de acessos no período.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Copa: Internet 4G pode não funcionar dentro dos estádios e aeroportos

Do Teletime news


Mais um problema surge com a proximidade da Copa das Confederações e da Copa do Mundo: um impasse entre os responsáveis pelos estádios e as operadoras de telecomunicações sobre a instalação de infraestrutura de celular (incluindo a rede de voz e as redes 3G e 4G) dentro dos estádios. As negociações, segundo fontes das operadoras, estão paradas porque os responsáveis pela administração dos estádios estão pedindo valores impraticáveis pelo aluguel do espaço dentro das arenas em que serão instalados equipamentos. Para as operadoras, a cobertura indoor dos estádios é facultativa. Ou seja, a cobertura obrigatória pode ser feita por antenas e ERBs instaladas nos arredores dos estádios, mas o resultado é melhor se a cobertura for indoor. Só que os administradores das arenas estão exigindo o pagamento por isso. Em três casos, segundo apurou este noticiário, a exigência vai mais além: pede-se que as teles patrocinem os clubes aos quais os estádios pertencem.
Pelas contas das operadoras, cada estádio consumirá um investimento total de pelo menos R$ 20 milhões na colocação de equipamentos e cabeamento para a cobertura indoor. E na maior parte dos casos, o tráfego gerado nessas arenas será insignificante fora dos dias de jogos, mas a estrutura permanecerá instalada e operante. Em casos como Cuiabá, Manaus, Brasília e Rio Grande do Norte, os campeonatos locais dificilmente gerarão movimento de público que justifique sequer uma cobertura indoor. Tudo isso seria feito para melhorar a qualidade dos serviços durante a Copa do Mundo e a Copa das Confederações.
As duas únicas negociações dos 12 estádios da Copa que já foram concluídas foram Salvador e Fortaleza. Mas em alguns casos, como o Maracanã, sequer há interlocução formal.
O edital de 4G exige das empresas cobertura na região dos estádios, mas a Anatel atestou que isso não precisa ser feito, necessariamente, com cobertura interna, ou seja, é possível usar torres e antenas em regiões próximas.
Aeroportos
Impasse semelhante também está acontecendo com a Infraero em relação aos aeroportos. As teles dizem que a estatal que administra parte dos aeroportos (outros já foram privatizados) exige valores absurdos para que seja feita uma estrutura de cobertura indoor.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Brasil deverá ter celular 4G antes da Copa de 2014

Da Exame.com

O Brasil poderá contar com redes celulares 4G em 2013. Essas redes oferecem conexões mais velozes e estáveis que os celulares 3G atualmente em uso. O assunto foi discutido com representantes da empresa chinesa ZTE, que estiveram hoje com o ministro Paulo Bernardo. Na ocasião, os chineses manifestaram o interesse em cooperar na implantação tecnologias de banda larga mais avançadas.


A ideia é aproveitar a parceria com a ZTE para adiantar esse cronograma e oferecer a tecnologia já na Copa das Confederações, que será realizada no Brasil em junho de 2013. As cidades atendidas, nesse primeiro momento, seriam as cinco capitais que vão servir de sede para as competições.

A ZTE não está sozinha, já que outras empresas também fornecem produtos e tecnologias relacionadas com celulares 4G. Segundo o ministro das comunicações, Paulo Bernardo, MiniCom e Anatel já estão discutindo a forma de implementar a tecnologia 4G no Brasil a tempo de usá-la durante a Copa do Mundo de 2014.

Paulo Bernardo afirmou que a meta do governo é licitar licenças para uso da freqüência de rário de 2,5 GHz até o primeiro semestre do ano que vem. Segundo ele, a faixa tem se mostrado a mais adequada para a implantação de redes 4G. A nova tecnologia trará para o consumidor velocidades muito maiores do que as da terceira geração de telefonia móvel (3G), disponível atualmente.

Banda larga popular

Além da preparação do país para a Copa do Mundo, a ZTE colocou-se à disposição do governo brasileiro para colaborar também no Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), apoiando a Telebrás na construção de redes de fibra óptica.

Segundo o presidente da ZTE Brasil, Yuan Lie, o interesse é acelerar a implantação das novas tecnologias no país. Uma nova reunião ficou acertada com o presidente da Telebrás, Caio Bonilha. A estatal vai apresentar os projetos que estão sendo desenvolvidos dentro do PNBL e suas principais demandas, para que a empresa possa traçar sua proposta de parceria.

A empresa chinesa também está investindo na produção de equipamentos no país. Em agosto, ela deve começar a fabricar tablets e celulares no Brasil. Segundo o presidente e fundador da ZTE, Hou Weiqui, o primeiro pacote de produção local desses equipamentos deve ser concluído em novembro. Recentemente, a empresa comprou uma fábrica e um terreno no Brasil para a construção de um centro de pesquisa e desenvolvimento.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Internet: Cidades da Copa terão prioridade para receber tecnologia 4G

Do portal Portugal Digital

O governo federal vai priorizar as 12 cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 na implantação da quarta geração (4G) da telefonia móvel no Brasil , disse ao G1 o diretor do Departamento de Banda Larga do Ministério das Comunicações, Artur Coimbra de Oliveira.

As 12 cidades-sede são Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

O 4G é o nome dado a um conjunto de tecnologias e padrões de transmissão de dados e voz por redes de telefonia celular. Alcança velocidades de cerca de 100 megabit (Mbps), uma taxa de transmissão cerca de dez vezes maior do que a máxima obtida atualmente pelo 3G, que é de 7 Mbps 2 – o que as prestadoras vendem como plano de 1 Mbps.

“O 4G é para o celular, mas pode ser para o modem também. Além da velocidade com mobilidade, a vantagem do 4G é que, como é banda larga sem fio, permite chegar a lugares que não chegam atualmente, como a periferia”, afirmou Oliveira.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Europa entra na Internet 4G

Enviado de Lisboa por Martins Morim

Acabam de ser adoptadas pela Comissão Europeia regras técnicas sobre a abertura das faixas de radiofrequências de 900 e 1800 MHz aos aparelhos avançados de comunicações de quarta geração (4G). Tais regras, importantes para evitar problemas de interferências com os aparelhos GSM e 3G actualmente existentes, representam um passo significativo para fazer chegar a banda larga sem fios a um maior número de cidadãos e empresas da UE.
A decisão da Comissão, a aplicar pelos Estados-Membros o mais tardar no final de 2011, contribuirá, pois, para alcançar os objectivos da Agenda Digital para a Europa de dar acesso a cada europeu aos serviços básicos de banda larga em 2013 e à banda larga rápida e ultra‑rápida em 2020.