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quarta-feira, 26 de novembro de 2014
Brasil tem a quinta maior base de smartphones do mundo
Por Fernando Paiva, da Mobile Time
segunda-feira, 10 de março de 2014
Telefonia movel: Brasil chega a 272,353 milhões de celulares
No pelotão de operadoras menores, destaca-se a Nextel, que cresceu 40,87% e obteve mais adições líquidas (69,3 mil) no período do que em dezembro (quando aumentou 59,1 mil). A CTBC (Algar Telecom) também registrou aumento líquido, ativando 26,6 mil conexões 3G em janeiro, alta de 3,79%.
O mercado total de handsets 3G somou 97,839 milhões de aparelhos. Ainda que tenha mantido um crescimento menor, se o País continuar nesse ritmo, chegará à marca dos 100 milhões de handsets 3G em fevereiro. Vale lembrar que poderá haver uma retomada no fôlego, já que o crescimento entre janeiro e fevereiro de 2013 foi ainda maior, de 12%.
Mesmo com a redução no crescimento, a Claro ainda lidera com folga o segmento de handsets 3G com 37,95% de market share. Em seguida vem a TIM, com 24,89%, mantendo a participação registrada em dezembro; Vivo, com 23,84% (0,35 ponto percentual de aumento em share); e Oi, com 12,41% (0,24 ponto percentual acima).
Queda histórica
Acentuando a tendência, o mercado de terminais de dados (modems e tablets com conexão à rede móvel 3G e 4G) voltou a apresentar retração, com 43,9 mil desconexões (0,63% menos do que em dezembro). É a maior queda nessa categoria já registrada na Anatel. Desse total, 70,66% (ou 31 mil acessos) das desconexões foram da Claro. O encolhimento desse mercado seria ainda maior, não fosse a Nextel ter crescido 23 mil acessos (alta de 9,58%), novamente superando dezembro.
O mercado de terminais totalizou 6,990 milhões de acessos em janeiro. Com mais da metade do share (50,95%), a Vivo ainda é líder nesse segmento.
4G ainda com fôlego
Em se tratando da tecnologia LTE, houve menor crescimento do que em dezembro. Entretanto, excetuando esse mês atípico, foi o maior aumento da base de 4G no País até então, com 256,6 mil novos acessos. Pelo quarto mês seguido, a Vivo foi a operadora que mais cresceu, com 118,2 mil adições (crescimento de 18,01%), seguida de TIM (com 67,1 mil linhas e aumento de 14,23%), Claro (46,9 mil; 17,44%) e Oi (24,3 mil; 14,39%).
O Brasil agora soma 1,566 milhão de conexões de quarta geração, com a Vivo mantendo a liderança com 41,9%, seguida de TIM (30,13%), Claro (17,18%) e Oi (10,78%). Mantendo o ritmo, o País deverá passar de 2 milhões de aparelhos LTE ativados antes de abril, quando o lançamento comercial da rede móvel 4G completará um ano.
Banda larga móvel
Considerando a soma de todos esses acessos 3G, 4G e de terminais, o Brasil cresceu 3,288 milhões (3,09%) em janeiro deste ano. A tendência de participação segue a do 3G, com a Vivo crescendo 4,24% (1,168 milhão), TIM com 3,24% (826,6 mil); Oi com 4,77% (616,2 mil); e Claro com 1,43% (561,5 mil). Entre todas, a empresa que mais cresceu em banda larga móvel foi a Nextel, com 22,51%, ainda que o crescimento líquido tenha sido de 69,3 mil. No total, o País tem 106,4 milhões de acessos com banda larga móvel, com a Claro como maior player, com 37% do mercado, seguida de Vivo (25,9%), TIM (24%) e Oi (12,2%).
Somando apenas as conexões por handsets, o aumento do mercado total brasileiro foi um pouco maior: 3,332 milhões, crescimento de 3,35%. No total, o País tem 99,406 milhões de linhas para telefones celulares 3G e 4G somados.
Queda menor no 2G
As operadoras reportaram uma menor quantidade de desligamentos de linhas 2G: foram 2,116 milhões de desconexões, queda de 1,34%. No total, o Brasil tem ainda 157,579 milhões de acessos de segunda geração, mercado dominado pela Vivo com 30,31%, mas com a TIM colada com 29,77%. Oi tem 23,21% de participação e a Claro tem 16,52%.
Mesmo com menos adições líquidas no 3G e menos desconexões líquidas no 2G, a proporção de acessos de segunda geração continuou a cair, sendo agora de 57,86% da base móvel total brasileira. Em dezembro, a tecnologia representava 58,91% do total.
M2M
As conexões máquina-a-máquina (M2M) seguiram a tendência do mercado móvel total e tiveram crescimento desacelerado em janeiro, com 81,8 mil adições líquidas (0,98%). A Vivo continua abocanhando, ainda pelas beiradas, mais participação de mercado (atualmente com 29,2%), com o maior crescimento (3,44%, ou 84,2 mil adições), mas a liderança ainda é da Claro, com 44,4%. O Brasil conta com 8,478 milhões de conexões M2M.
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
Banda Larga: janeiro de 2014 registra 137 milhões de assinantes
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Brasil ultrapassa 100 milhões de acessos à internet em banda larga.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Copa: Internet 4G pode não funcionar dentro dos estádios e aeroportos
terça-feira, 28 de junho de 2011
Brasil deverá ter celular 4G antes da Copa de 2014
Da Exame.com
O Brasil poderá contar com redes celulares 4G em 2013. Essas redes oferecem conexões mais velozes e estáveis que os celulares 3G atualmente em uso. O assunto foi discutido com representantes da empresa chinesa ZTE, que estiveram hoje com o ministro Paulo Bernardo. Na ocasião, os chineses manifestaram o interesse em cooperar na implantação tecnologias de banda larga mais avançadas.
A ideia é aproveitar a parceria com a ZTE para adiantar esse cronograma e oferecer a tecnologia já na Copa das Confederações, que será realizada no Brasil em junho de 2013. As cidades atendidas, nesse primeiro momento, seriam as cinco capitais que vão servir de sede para as competições.
A ZTE não está sozinha, já que outras empresas também fornecem produtos e tecnologias relacionadas com celulares 4G. Segundo o ministro das comunicações, Paulo Bernardo, MiniCom e Anatel já estão discutindo a forma de implementar a tecnologia 4G no Brasil a tempo de usá-la durante a Copa do Mundo de 2014.
Paulo Bernardo afirmou que a meta do governo é licitar licenças para uso da freqüência de rário de 2,5 GHz até o primeiro semestre do ano que vem. Segundo ele, a faixa tem se mostrado a mais adequada para a implantação de redes 4G. A nova tecnologia trará para o consumidor velocidades muito maiores do que as da terceira geração de telefonia móvel (3G), disponível atualmente.
Banda larga popular
Além da preparação do país para a Copa do Mundo, a ZTE colocou-se à disposição do governo brasileiro para colaborar também no Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), apoiando a Telebrás na construção de redes de fibra óptica.
Segundo o presidente da ZTE Brasil, Yuan Lie, o interesse é acelerar a implantação das novas tecnologias no país. Uma nova reunião ficou acertada com o presidente da Telebrás, Caio Bonilha. A estatal vai apresentar os projetos que estão sendo desenvolvidos dentro do PNBL e suas principais demandas, para que a empresa possa traçar sua proposta de parceria.
A empresa chinesa também está investindo na produção de equipamentos no país. Em agosto, ela deve começar a fabricar tablets e celulares no Brasil. Segundo o presidente e fundador da ZTE, Hou Weiqui, o primeiro pacote de produção local desses equipamentos deve ser concluído em novembro. Recentemente, a empresa comprou uma fábrica e um terreno no Brasil para a construção de um centro de pesquisa e desenvolvimento.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Internet: Cidades da Copa terão prioridade para receber tecnologia 4G
O governo federal vai priorizar as 12 cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 na implantação da quarta geração (4G) da telefonia móvel no Brasil , disse ao G1 o diretor do Departamento de Banda Larga do Ministério das Comunicações, Artur Coimbra de Oliveira.
As 12 cidades-sede são Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.
O 4G é o nome dado a um conjunto de tecnologias e padrões de transmissão de dados e voz por redes de telefonia celular. Alcança velocidades de cerca de 100 megabit (Mbps), uma taxa de transmissão cerca de dez vezes maior do que a máxima obtida atualmente pelo 3G, que é de 7 Mbps 2 – o que as prestadoras vendem como plano de 1 Mbps.
“O 4G é para o celular, mas pode ser para o modem também. Além da velocidade com mobilidade, a vantagem do 4G é que, como é banda larga sem fio, permite chegar a lugares que não chegam atualmente, como a periferia”, afirmou Oliveira.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Europa entra na Internet 4G
Acabam de ser adoptadas pela Comissão Europeia regras técnicas sobre a abertura das faixas de radiofrequências de 900 e 1800 MHz aos aparelhos avançados de comunicações de quarta geração (4G). Tais regras, importantes para evitar problemas de interferências com os aparelhos GSM e 3G actualmente existentes, representam um passo significativo para fazer chegar a banda larga sem fios a um maior número de cidadãos e empresas da UE.
A decisão da Comissão, a aplicar pelos Estados-Membros o mais tardar no final de 2011, contribuirá, pois, para alcançar os objectivos da Agenda Digital para a Europa de dar acesso a cada europeu aos serviços básicos de banda larga em 2013 e à banda larga rápida e ultra‑rápida em 2020.