Um espaço para os campos da Informação e da Comunicação e sobre eles abrir um debate com os leitores. Análises, artigos, avisos, concursos, publicações... Aqui você encontrará de tudo um pouco. Os textos poderão ser em português, espanhol, inglês ou francês.
quarta-feira, 25 de março de 2015
Monopólio: CNN, The Gardian, Reuters e Financial Times se unem para distribuir informações
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
Google abre estágio em Comunicação e marketing
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Google vai remunerar imprensa da França
Muito boa e bem interessante a entrevista que o fundador do portal WikiLeaks, Julian Assange concedeu, a Jamil Chade, o correspondente do Estadão na Europa, publicada neste domingo (ontem). Ele fala sobre a força da internet no mundo, sobre liberdade de expressão e acentua uma situação sob todos os aspectos deplorável, ainda reinante no nosso país: "Há seis famílias que controlam 70% da imprensa no Brasil".
"Mas o problema - prossegue - é muito pior em vários países. Na Suécia, 60% da imprensa é controlada por uma editora. Na Austrália 60% da imprensa escrita é controlada por Rupert Murdoch..." Julian Assange continua um prisioneiro político, com a situação absolutamente insolúvel: se puser o pé fora da embaixada do Equador em Londres, é preso; e a Inglaterra não lhe dá salvo-conduto para seguir ao exílio concedido pelo Equador.
Pela parceria constitui-se um fundo de € 60 milhões bancado pelo Google para financiar a adaptação da imprensa escrita à internet. O entendimento abre um precedente para países como o Brasil e a Alemanha, onde há discussão a respeito. O fundo, com validade de três a cinco anos, será gerenciado por um conselho de administração aberto, cujos membros - "personalidades independentes" - ainda não foram anunciados. Caberá ao conselho receber e analisar os projetos apresentados por jornais e revistas que pedirão financiamento.
Eric Schmidt, presidente do Google, definiu o compromisso como "histórico". "Vale mais chegar a um acordo do que a uma lei, logo, essa foi a melhor abordagem", considerou. O governo francês tem levantado a possibilidade de aprovar uma lei regulamentando o pagamento de direitos autorais pelo Google às editoras jornalísticas na França.
Com a entrevista do Julien Assange e o acordo com o Google, tem-se aí a prova de que a regulação da mídia não apenas é necessária como é obedecida em todos países democráticos do mundo - começando pelos Estados Unidos. O acordo Google-governo-mídia na França é inédito e revela até onde podem e devem ir os governos em questões relacionadas à internet.
O acordo não trata, ou não engloba, TV e rádio, mas sim imprensa escrita; e deixa claro o objetivo de fazer valer o pluralismo nessa área e na associação desta com as novas mídias.
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Espanha acusa Facebook, Apple o Google de evasão fiscal
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Mobilidade: Mapas da Apple têm erros crassos de localização
Publicado originalmente em Instituto Geodireito
sábado, 17 de março de 2012
Google patrocina bolsas para estudantes de Jornalismo
Estudantes de Jornalismo com interesse em Jornalismo Digital podem se inscrever para uma bolsa para cobrir a conferência da Online News Association, em San Francisco, EUA. Patrocinado pelo Google, o programa proporciona vivência em um ambiente de mídia digital, sob orientação pessoal de profissionais experientes.
Há duas vagas para estudantes de fora dos Estados Unidos, e a bolsa cobre transporte, hospedagem, inscrição na conferência e entrada para o banquete de premiação da ONA.
O prazo termina em 29 de março, conforme instruções em ona12.journalists.org.
sexta-feira, 9 de março de 2012
Globo e Google em batalha judicial
A batalha da Globo para fazer com que o Google retire de seu mecanismo de busca as referências a sites que veiculem ilegalmente o conteúdo da emissora ganhou novos contornos. No final de fevereiro, uma liminar do Tribunal de Justiça de São Paulo deu ao Google 48 horas para retirar os links que levam a sites que retransmitem o sinal da Globo e de canais da Globosat.
Esta semana, um despacho do Tribunal de Justiça de São Paulo reviu parte da liminar, determinando que a Globo entregue ao Google uma lista com os links dos sites piratas. A Globo diz em nota que fará o necessário para dar efetividade à decisão judicial e que deve recorrer da decisão.
quinta-feira, 8 de março de 2012
Google é notificada por mudanças na política de privacidade
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Google cria versão aquática do Street View
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Facebook e Google são obrigados a apagar conteúdo na Índia
No final de 2011, o ministro de Informações e Telecomunicações da Índa, Kapil Sibal, pediu que empresas de redes sociais fizessem o bloqueio de conteúdo considerado ofensivo em suas plataformas, gerando polêmica entre os internautas. Nesta semana, o pedido teve efeito: Google e Facebook foram obrigados a apagar conteúdo que ofendia o sentimento religioso de comunidades indianas após ação judicial. As duas estão entre as 21 empresas solicitadas a desenvolver um mecanismo de bloqueio a conteúdo considerado como censurável, depois que um cidadão indiano as levou à Justiça por seus sites postarem imagens considerados ofensivas aos hinduístas, muçulmanos e cristãos.
Uma fonte disse ao "Wall Street Journal" nesta segunda-feira que a Google removeu conteúdo de seu serviço de busca, do site de vídeos YouTube e da plataforma de blogs Blogger depois de receber uma ordem judicial.
O Juiz Mukesh Kumar, de um tribunal de Nova Delhi, disse que o material inclui imagens de figuras religiosas e só foi removido das páginas da Google na Índia. O mesmo conteúdo ainda está acessível em outros países com domínios diferente dos indianos (google.co.in) para acesso aos serviços.
A decisão do juiz segue uma ação movida por Aljaz Arshad Qasmi, um cidadão indiano, que alegou que o conteúdo dos site era ofensivo e poderia causar agitação entre as comunidades religiosas do país.
Em um comunicado, a Google disse apenas que a retirada de sites, vídeos e blogs está "em conformidade com a política de longa data da companhia em responder às ordens judiciais", sem dar qualquer detalhe sobre que tipo de conteúdo foi apagado.
"Nossa equipe de revisão estudou esse conteúdo e desativou conteúdo nos domínios locais de busca, YouTube e Blogger", anunciou Paroma Chaudhry, porta-voz da companhia americana.
O tribunal indiano também emitiu mandados para a Yahoo e o Facebook para que apagassem conteúdo ofensivo de seus sites. Mas as duas empresas se recusaram a comentar ou confirmar que o fizeram.
Uma nova legislação que entrou em vigor na Índia no final do ano passado exige as empresas de internet removam conteúdo ofensivo dentro de 36 horas a contar da notificação de um tribunal - incluindo o conteúdo que seja "nocivo" ou "etnicamente questionável", diz o jornal.
Na semana passada, o Blogger anunciou uma nova arquitetura de domínios em seu sistema que permite a remoção de conteúdo local, sem envolver outras regiões, similar ao sistema anunciado pelo Twitter em janeiro.
Indiano quer remoção de conteúdo regularmente
O caso despertou temores de censura no país onde a democracia é sua principal bandeira, os Estados Unidos. No mês passado, as empresas americanas anunciaram que não seria possível bloquear o conteúdo. Situação que foi revertida.
Chaudhry, da Google, se recusou a comentar quanto ao material removido desde então e um representante do Facebook só informou que a companhia divulgaria um comunicado mais tarde.
Um tribunal de primeira instância em Nova Delhi instruiu as empresas na segunda-feira a relatar por escrito as medidas tomadas para bloquear o conteúdo ofensivo, e que submetessem seus relatórios à Justiça em 15 dias.
Google, Facebook, Yahoo e Microsoft apelaram à alta corte de Nova Delhi contra um processo criminal apresentado pelo hinduísta. Um processo civil contra elas também foi aberto em um tribunal de primeira instância por um muçulmano.
- Se as empresas de fato removeram conteúdo, deveriam criar mecanismos para fazê-lo regularmente, em lugar de esperar por um processo judicial em cada caso - disse Vinay Raj, o queixoso hinduísta, à Reuters.
Menos de 10% do 1,2 bilhão de habitantes da Índia têm acesso à internet, mas isso ainda assim a torna o terceiro maior mercado mundial de web, atrás da China e Estados Unidos.
O número de usuários do país deve triplicar e chegar a 300 milhões, em três anos.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Internet: Operadores de redes sociais planejam lock-out
De medioslatinos
Google, Yahoo, Twitter, Facebook, Paypal, AOL, Amazon, Mozilla y otras grandes ciberempresas nucleadas en la plataforma Netcoalition han anunciado su intención de realizar un apagón digital durante el 23 de enero, en la víspera de la discusión del proyecto de ley SOPA (Stop Online Piracy Act).
Aquella ley, que es debatida desde octubre pasado por el Congreso de los Estados Unidos, pretende reforzar la persecución de la piratería digital otorgándole al Departamento de Justicia estadounidense el poder de criminalizar a toda web que aloje contenidos ilegales, tanto dentro como fuera de los Estados Unidos.
A diferencia del Digital Millenium Copyright Act, por el que se rige la persecución de la piratería online desde 1998 y que solamente podía obligara un sitio web a retirar el material ilegal, la nueva norma responsabiliza legalmente los proveedores de internet, a los motores de búsqueda, a las empresas de publicidad y a las de pago online y las obliga a bloquear los servicios a escala mundial de toda web que esté bajo investigación del Departamento de Justicia.
Asimismo obliga a los proveedores de dominios, mayormente alojados en los Estados Unidos, a inhabilitar toda web sospechosa, provocando de facto su desaparición de la red. Según declaraciones de la Electric Frontier Foundation, esta nueva ley "Creará nuevas herramientas para silenciar la libertad de expresión en Internet". "La gravedad de la ley reside en la vaguedad de su lenguaje, que puede interpretarse de forma tan amplia que desde los proveedores de Internet a los propios usuarios podrían convertirse en objeto de persecución legal", declaró el portavoz de Netcoalition, Jake diGregorio.
Información publicada en el periódico español El País. Para más detalles haga click aquí .
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Redes sociais querem explorar negócios editoriais
De Medioslatinos
La frontera entre redes sociales y noticias se está volviendo cada día más difusa. El primer paso en esta dirección lo dio Facebook, al ampliar las posibilidades de compartir noticas entre amigos en la red social, una movida orientada a que los usuarios pasaran más tiempo dentro de sus muros digitales, incluso leyendo el periódico.
Esta semana dos gigantes de internet han hecho anuncios que van en la misma dirección: Twitter ha lanzado una función de "top news", por la cual cuando un usuario busca un término asociado a una notica de actualidad no solo aparece entre sus tweets relevantes, sino que también se genera un link a la noticia relacionada.
Esta jugada parece indicar el interés de Twitter de pasar a ser un conductor pasivo de mensajes hacia un editor activo de contenidos en la web e incluso un editor". Google + anunció el miércoles pasado que si un periodista vincula sus artículos con su perfil de Google +, Google News mostrará su nombre, la cantidad de amigos que lo siguen y -en el caso de noticias destacadas- la foto del periodista.
Este es un gran incentivo para los periodistas para acercarlos a su red social. Más allá de las estrategias de cada uno de los gigantes de Internet una cosa parece fuera de discusión: las redes sociales quieren volverse parte del jugoso negocio editorial y están desplegando sus estrategias para convencer a medios de comunicación, periodistas y s lectores de usar sus plataformas.
Youtube e Disney fecham acordo milionário
Una de las claves del éxito de Youtube fue, sin dudas, la posibilidad de subir videos amateur hechos por millones de usuarios. Sin embargo, los dueños de la compañía se han dado cuenta que para ingresar a competir en el mercado de la TV necesitan contar con contenidos más profesionales. Es por ello que la plataforma de videos de Google está procurando asociarse con grandes compañías productoras de contenidos. Según informa el periódico New York Times, Youtube acaba de cerrar un acuerdo con Disney, estimado entre 10 y 15 millones de dólares para ofrecer series en Internet. Este acuerdo ofrece a Disney la posibilidad de revertir la caída en el acceso a sus producciones publicadas en Disney.com , que pasó de tener 17,9 millones de visitantes únicos en junio a 12,7 millones en septiembre. "Es imperativo estar presentes en aquellos lugares donde está nuestra audiencia", indicó el co-presidente de Disney Interactive, James Pitaro. Desde el punto de vista de Youtube, esta alianza le permite reforzar el perfil profesional de sus contenidos. "Es de público conocimiento que queremos trabajar con las mejores marcas, y esperamos que esta asociación con Disney nos permita atraer a nuevos anunciantes", señaló el responsable global de los acuerdos de contenido de Youtube, Robert Kyncl .
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
EUA obrigou Google a fornecer dados de voluntários do Wikileaks
O governo dos Estados Unidos conseguiu, por meio de uma limina judicial protegida por confidencialidade, que o Google fornecesse informações sobre as contas de e-mail de diversos supostos voluntários que estariam ligados ao site Wikileaks. As informações são dos periódicos Wall Street Journal e El Mundo.
Segundo as publicações, a ordem determina que tanto o Google quanto outros provedores menores facilitem o acesso a dados de usuários que teriam se correspondido por e-mail com Jacob Appelbaum, um dos principais voluntários do Wikileaks.
O provedor Sonic, um dos atingidos pela determinação judicial, afirmou que lutou legalmente contra a determinação judicial, mas acabou obrigado a fornecer as informações requisitadas.
A liminar é de 4 de janeiro deste ano e exige que o Google entregue a direção IP (identificação individual de cada computador) usada por Appelbaum e por aqueles que se comunicaram com ele desde novembro de 2009.
Não há informações oficiais, no entanto, de que o Google teria cedido as informações. Appelbaum é o responsável pelo projeto Tor, que oferece ferramentas gratuitas para manter o anonimato das pessoas na internet.
Para conseguir a liminar, os Estados Unidos se valeram de uma polêmica lei. Segundo a Electronic Communications Privacy Act, o governo norte-americano pode obter de forma secreta, informações a respeito do e-mail e dos telefones celulares de qualquer pessoa, sem necessidade de intimá-lo por meio de uma ordem judicial.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Google e Associated Press lançam programa de bolsa em jornalismo e tecnologia
De Medioslatinos
La agencia de noticias Associated Press y Googe acaban de anunciar el lanzamiento de una nueva beca, orientada a estudiantes de periodismo interesados en la creación de proyectos innovadores para promover el periodismo digital.
Se otorgarán seis becas de U$ 20.000 a estudiantes de periodismo o graduados recientes que sigan o planeen seguir estudios sobre la intersección del periodismo, la informática y los nuevos medios de comunicación durante el año académico 2012-2013.
Los postulantes deben ser mayores de 18 años, ser ciudadanos estadounidenses y haber comenzado a cursar por lo menos el primer año académico de la carrera. La Asociación de Noticas Online (ONA, por sus siglas en ingles) estará a cargo de supervisar el Programa de Becas AP-Google de Periodismo y Tecnología. El plazo para las postulaciones vence el 27 de enero de 2012.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Googlemania: Brasileiros já são a sexta maior comunidade do Google+
A TV teve quase R$ 21,3 bilhões de investimento publicitário no primeiro semestre desse ano, contra pouco mais de R$ 18,8 bilhões no mesmo período de 2010, enquanto a participação do meio no bolo publicitário, caiu de 54% para 53%. No total, o investimento publicitário chegou a R$ 39,875 bilhões no primeiro semestre, segundo a metodologia do Ibope, que conta o valor de tabela da publicidade veiculada.
As informações são do Monitor Evolution e foram divulgadas pelo Ibope nesta sexta-feira, 22 de julho. Vale destacar que nesta pesquisa não são considerados descontos ou negociações praticadas entre veículos, anunciantes e agências de propaganda. Espaços cedidos gratuitamente são valorados nos mesmos critérios por serem considerados espaços ocupados.
A TV por assinatura, que no primeiro semestre de 2010 registrou R$ 2,786 bilhões em investimento publicitário, este ano foi para R$ 3,134 bilhões, de acordo com o levantamento. O meio manteve sua participação de 8% registrada no ano passado.
A Internet também cresceu, de R$ 1,471 bilhões no primeiro semestre de 2010 para R$ 2,244 bilhões em 2011, passando de uma participação no bolo de 4% para 6%. O cinema foi a única mídia que perdeu investimento, passando de R$ 206,4 milhões para R$ 177,5 milhões em 2011.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
China lança site de buscas para concorrer com o Google
A agência de noticias chinesa Xinhua e a China Móbile lançaram nesta terça-feira (22) o site de buscas Panguso. Segundo o portal Huffington Post a nova ferramenta permite que o Partido Comunista tenha maior controle do que é acessado no país
Atualmente a China possui 420 milhões de internautas e o líder de buscas no país é o Baidu, com mais de 75% de mercado. Para especialistas a parceria pode resultar em algo comercialmente vantajoso, já que tanto a Xinhua quanto a China Móbile possuem uma grande base de assinantes.
O Panguso nasce disputando a segunda posição com o Google, que em março de 2010 havia encerrado o serviço na China, mas voltou em junho, após negociações com o governo.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Redes sociais começam a minar uso do email
Considerado uma das maiores revoluções trazidas pela internet, o email vem sofrendo com a perda de interesse dos novos internautas. Um estudo realizado pela comScore nos Estados Unidos mostra que o número de usuários de sites que oferecem serviços de email, como o Gmail (Google) e Hotmail (Microsoft), vem caindo com o passar do tempo.
De acordo com o levantamento, no período de um ano, esses dois sites em especial perderam cerca de 6% de suas audiências, sendo que também houve uma redução de 10% no tempo gasto pelos internautas nesses endereços.
Enquanto isso, o número de acessos a caixas de mensagens através dos telefones celulares cresceu cerca de 36% o que, de acordo com a pesquisa, configuraria uma ameaça ao contínuo crescimento do webmail e confirmaria uma significativa e complexa mudança de hábitos de consumo digital.
"Hoje os internautas possuem inúmeras formas de se comunicar através da rede, sendo que podem fazê-lo por meio dos computadores, dos telefones celulares, das mensagens instantâneas ou das redes sociais. O declínio no uso do email é só uma prova dessa nova dinâmica, onde impera a comunicação sob demanda e atendida por diversas opções", coloca Mark Donovan, vice-presidente de mobile da comScore.
A pesquisa constatou ainda que, enquanto os usuários mais velhos se mantêm apegados à ferramenta, os adolescentes estão trocando o email pelas redes sociais. Os números mostram que, nesse caso, a queda no uso chega a 24% em doze meses. O declínio, segundo os entrevistados pela consultoria, deve-se principalmente ao sistema de troca de mensagens.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
STJ: Google não é responsável por publicações no Orkut
Os ministros da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negaram o pedido de indenização por danos morais de uma mulher que processou o Google Brasil Internet Ltda. por causa de material ofensivo publicado no site de relacionamento Orkut.
Em primeira instância, a mulher conseguiu a exclusão de todo o material, mas o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) isentou o Google do pagamento da indenização, por entender que a fiscalização pretendida pela autora, na prática, implica exame de todo o material que transita pelo site. Para a Justiça, a tarefa não pode ser exigida de um provedor de serviço de hospedagem, "já que a verificação do conteúdo das veiculações implicaria restrição da livre manifestação do pensamento".
Após ter seu pedido de indenização negado pelo TJ-SP, a mulher recorreu ao STJ, alegando que o compromisso de exigir a identificação dos usuários não foi honrado pelo Google e que houve negligência na prestação do serviço. Para a relatora do processo, ministra Nancy Andrighi, o Orkut exige que o usuário realize um cadastro e concorde com as condições de prestação do serviço, mas ela destacou que seria impossível delimitar os parâmetros para definir se uma mensagem ou imagem é potencialmente ofensiva.
Em sua decisão, a magistrada disse que "os provedores de conteúdo não respondem objetivamente pela inserção no site, por terceiros, de informações ilegais, e eles não podem ser obrigados a exercer um controle prévio do conteúdo das informações postadas no site por seus usuários".
Por outro lado, a juíza Nancy Andrighi lembra que, assim que tiver conhecimento inequívoco da existência de dados ilegais no site, o provedor deve removê-los imediatamente, sob pena de responder pelos danos respectivos. Segundo a magistrada, o Google adotou as medidas que estavam ao seu alcance visando à identificação do responsável pela inclusão no Orkut dos dados agressivos à moral da mulher, e por isso ela decidiu não aceitar o recurso da requerente.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Cuba acusa Google e Facebook de censura
Havana - Cuba denunciou neste sábado que o Facebook censurou uma página que pedia ao YouTube - propriedade do Google - a restituição do canal de vídeos do site estatal Cubadebate.cu, fechado por denúncia de violação dos direitos autorais.
"O Google censura, o Facebook também. Hoje amanhecemos com uma nova agressão", afirma o portal, ao informar que a rede social fechou na sexta-feira uma página que contava com mais de mil seguidores.
A página foi criada na quinta-feira, depois que o Cubadebate denunciou que o YouTube fechou sua conta alegando "infração de copyright" em um vídeo sobre o ex-agente cubano da CIA, Luis Posada Carriles, em julgamento nesta semana nos Estados Unidos por fraude migratória.
O Cubadebate, onde o ex-presidente Fidel Castro publica seus artigos de opinião, afirma que as imagens, nas quais Posada Carriles "exigia pagamento por seus serviços" em atentados contra Cuba, circulavam na internet e havia sido usadas por vários outros sites.
Segundo o Cubadebate, no momento em que o Google fechou seu canal no YouTube, havia mais de 400 vídeos, entre entrevistas e mensagens de Fidel, e 1,6 milhão de visitas desde sua abertura há quase três anos.
Leia aqui, em espanhol, a análise de Teodoro Rentería Arróyave *
Como todos sabemos y deploramos, la parte más extremista del gobierno de Estados Unidos, una inmensa mayoría de sus medios de comunicación y sus poderosos emporios empresariales como es la industria de la guerra, que en conjunto se les conoce como los “Halcones de Washington”, desde siempre se han auto erigido en calificadores, y jueces de las demás naciones, cuando ellos son los verdaderos censores y represores de las libertades de prensa y expresión, como ahora victiman a Cuba.
Del intolerable abuso han sido víctimas las naciones más débiles y México por la inmensa frontera que comparte, se le ha golpeado sistemáticamente, sólo la digna política exterior de antaño mantuvo cuando menos un equilibrio tenso, de acuerdo, pero de respeto, que ahora se ha cambiado por una complacencia desnacionalizada.
Exacto, erigidos en los adalides de las libertades de prensa y expresión no cesan en manejar todas sus armas propagandistas en ese sentido, con tales resultados que medio mundo se lo cree y lo que es más extraño hasta prestigiados comunicadores se hacen cómplices de sus aberrantes estrategias.
En esas condiciones, se le permite a la gran potencia calificar a las naciones sobre el respeto a la libertad de prensa. Nos ponen una estrellita en la frente o de plano nos reprueban, por desgracia somos pocos los que señalamos que ningún país puede convertirse por sí mismo en censor o juez de otro y mucho menos cuando, como sucede con Estados Unidos, es el primero en reprimir abiertamente las libertades.
Como muestra bien vale un botón del pasado reciente, ¡Y qué botón! Recordemos la grotesca Ley Patriot, inventada en el gobierno del considerado El Halcón number one, George W. Bush, quien como presidente creo esa norma por la cual ningún medio en su país podía publicar información sobre la guerra de Irak sin la previa censura del Gobierno.
Los tres países más descalificados por el gobierno estadounidense han sido de consumo China, Cuba y Venezuela. La pequeña nación del Caribe a la que le armaron toda aquella canallada de enrolar a agentes a su servicio para luego presentarlos como “periodistas” reprimidos por el Gobierno Revolucionario – a los cuales previa negociación se les permitió salir del país -, es ahora la víctima de la censura de la gran potencia.
Cubadebate recibió una notificación del centro técnico de Youtube - propiedad de Google- en el que se le comunica que queda cerrada la cuenta de su página en esa red social debido a una “denuncia por infracción del copyright”.
Se refieren a un fragmento del video de la presentación en Miami del Fondo Legal para el terrorista Luis Posada Carriles, que publicó recientemente, editado de un material mucho más amplio que circuló en la red y había sido reproducido en varios sitios, sin autoría.
Ante una reclamación de la persona que filmó el acto donde el ex agente de la CIA, Luis Posada Carriles anunciaba que este año estaría en Cuba y exigía pago por sus servicios -entre estos últimos la voladura de un avión civil cubano que costó la vida a 73 personas-, diligentemente Google desactivó el sitio de Cubadebate en Youtube. En ese momento, el canal tenía más de 400 vídeos y 1,6 millones de descargas, desde su apertura hace tres años.
Nos unimos a la denuncia enérgica a ese atentado a la libertad de expresión de un sitio alternativo en un país bloqueado, cuyo acceso a Internet es satelital y no dispone de recursos para servidores multimedia propios. Un sitio que no puede comprar en exclusiva materiales producidos en Estados Unidos, particularmente aquellos que revelan la impunidad de los terroristas en Miami y que, por esa razón, son relevantes para esa pequeña pero señera nación.
Y desde luego, también todo el apoyo al equipo editorial de Cubadebate en el reclamo mundial para que Youtube restablezca el canal censurado. La potencia mundial está a prueba o la censura del imperio, nuevamente quedará comprobada.
*Periodista y escritor. En teodoro@libertas.com.mx y felapvicemex@hotmail.com agradeceré sus comentarios y críticas. En vivo, de lunes a viernes a las 20:00 horas, tiempo del centro, en las frecuencias en toda la República de Grupo Radio Fórmula. En la ciudad de México, en el 14 70 de A. M. Le invitamos a visitar: www.felap.info, www.ciap-felap.org, www.fapermex.mx, www.clubprimeraplana.com.mx
domingo, 19 de dezembro de 2010
Acordo entre Google e ANJ limita a uma linha a divulgaçãode notícias
A Associação Nacional dos Jornais (ANJ) do Brasil e o Google firmaram um acordo para estabelecer regras nas buscas de notícias na web. A partir de quinta-feira (16), o Google Notícias exibirá apenas uma linha de cada notícia, para que o leitor se sinta atraído a entrar nos portais noticiosos. Além disso, a parceria prevê treinamentos para que os jornais aprendam a utilizar melhor as ferramentas e tecnologias do Google.
Os portais Terra, iG, R7, Yahoo, MSN e Globo (G1 e Globo.com) anunciaram que pretendem aderir ao experimento.
Para que o buscador de notícias mostre apenas uma linha das matérias, os veículos terão que adotar procedimentos para instruir o “robô” do Google a selecionar apenas a primeira linha de cada reportagem. A nova regra deve durar seis meses. Durante esse período os veículos irão monitorar se houve aumento de tráfego em seus sites.
"Temos a opinião de gente que acredita que a redução do conteúdo possa levar mais pessoas aos sites dos veículos. (Mas,) pode ocorrer o contrário e o leitor não ser fisgado por uma linha de notícia", disse Silvio Genesini, diretor-presidente do Grupo Estado e diretor do comitê de estratégia digital da ANJ, durante conversa com associados da entidade, em uma sala de bate-papo do UOL.
Atualmente, o Google Notícias exibe três linhas de conteúdo. No entanto, veículos como Folha e UOL não permitem que seu conteúdo seja anexado ao buscador de notícias do Google. As informações são da Folha Online.
