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segunda-feira, 1 de julho de 2019
Internet: Tecnologia 5G chinesa chega à Venezuela
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
Salão Internacional de Cartoon na China premia cartunista do Gama - DF
Rock Lane é jornalista ilustrador, atuou por muito tempo no Jornal de Brasília, e também é arquiteto de formação e hoje trabalha como diretor de obras da administração regional do Gama, cidade satélite a cerca de 30 quilômetros do centro de Brasília.
quarta-feira, 27 de março de 2013
China lançará satélite para Bolívia
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Jornalistas chineses entram em greve contra censura
Quase 100 jornalistas de um dos maiores e mais liberais jornais da China, o Semanário do Sul (Nanfang Zhoumo), entraram em greve nesta segunda-feira (07/01) em protesto contra censura ao veículo e pressão de autoridades. A insatisfação teve início quando o editorial de Ano Novo, que pedia a garantia de direitos constitucionais, foi transformado por oficiais da propaganda chinesa em um elogio ao PCCh (Partido Comunista Chinês).
É a primeira vez em mais de duas décadas que o grupo editorial de um grande jornal iniciou uma greve contra a censura estatal. Em meio a dizeres como “Queremos liberdade de imprensa, constitucionalismo e democracia” e “Liberdade de expressão não é um crime”, centenas de leitores do jornal se reuniram hoje fora da sede da redação em Cantão, capital da província, no sudeste do país.Reprodução/@aqiang
“O grupo Nanfang [que edita o jornal] está relativamente disposto a falar a verdade sobre a China, então precisamos defender sua coragem e apoiá-lo agora”, diz à agência Reuters Ao Jiayang, um dos manifestantes. O jovem acrescenta: "Esperamos que por meio disso possamos lutar pela liberdade de imprensa na China. O comparecimento de hoje reflete o fato de que cada vez mais pessoas na China tem consciência cívica".
Outra onda de revolta surgiu por causa do blog do jornal, que publicou neste domingo (06/01), sob a assinatura de editores chefes, que os “rumores online eram falsos” e que o editorial não foi modificado por censura.
O Semanário do Sul é conhecido por levar a cabo duras investigações contra o governo e por testar os limites da liberdade de imprensa. O jornal já abordou temas sensíveis, como as condições nas fábricas da Foxconn e a propagação de AIDS em áreas rurais. Apesar disso, e como todos os meios de comunicação, o jornal é supervisionado pelos departamentos de propaganda, que muitas vezes mudam o conteúdo de acordo com a ideologia do partido. Por isso, outros grandes veículos chineses foram forçados a se submeter à linha governamental, isolando-o como opositor.
Já o jornal Tempos Globais, ligado ao órgão oficial Diário do Povo, afirmou em editorial desta sexta-feira (04/01) que “não importa se eles estão contentes ou não, pois com a realidade social e política chinesa, é impossível ter o tipo de meios de comunicação livres como os sonhados. Os veículos não se converterão, de nenhuma maneira, em uma área política especial, e perderão sem nenhuma dúvida caso lutem contra o governo”. O editorial não consta na versão do veículo em inglês.
A polêmica em volta do caso é vista como teste para o PCCh, que trocou de cúpula em novembro passado e apontou como secretário geral Xi Jinping, defensor de um governo mais aberto e que tomará posse como presidente em março. O novo governo já apontou que pretende desmantelar os campos de reeducação, medida há muito exigida por grupos de direitos humanos.
Também está em foco a reação do novo chefe da província de Guangdong, Hu Chunchua, em ascensão na política chinesa e tido como futuro líder do país. A província que governa é a mais liberal e desenvolvida, principalmente por causa da proximidade com Hong Kong, e foi berço do processo de abertura a partir da década de 1970.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
China declara ser vítima de ciberataques provenientes dos EUA
Luego de haber sido vinculada por el gobierno estadounidense a una operación masiva de ciberespionaje a más de 70 instituciones y gobiernos mantenida durante cinco años, el gobierno chino publicó un informe en el que declara haber sido víctima de cerca de medio millón de ciberataques durante el año 2010. Según los datos del Centro Nacional de Emergencias Informáticas de aquel país, la mitad de los ataques procedían de ultramar. De los mismos, un 8 % se originaron en la India y 14,7 %, en los Estados Unidos.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
China lança site de buscas para concorrer com o Google
A agência de noticias chinesa Xinhua e a China Móbile lançaram nesta terça-feira (22) o site de buscas Panguso. Segundo o portal Huffington Post a nova ferramenta permite que o Partido Comunista tenha maior controle do que é acessado no país
Atualmente a China possui 420 milhões de internautas e o líder de buscas no país é o Baidu, com mais de 75% de mercado. Para especialistas a parceria pode resultar em algo comercialmente vantajoso, já que tanto a Xinhua quanto a China Móbile possuem uma grande base de assinantes.
O Panguso nasce disputando a segunda posição com o Google, que em março de 2010 havia encerrado o serviço na China, mas voltou em junho, após negociações com o governo.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Emissoras de rádio e TV chinesas montam escritórios no Brasil
Emissoras de rádio e televisão da China escolheram o Brasil para instalar seus escritórios regionais na América Latina, sendo que o primeiro deles será em São Paulo e estará em pleno funcionamento no início de 2011, informaram à Agência Efe fontes autorizadas.
A emissora nacional de televisão chinesa "CCTV", com canais também em inglês, espanhol e francês, contará em São Paulo com 15 funcionários em sua nova etapa de expansão internacional.
A "Rádio Internacional da China" ("CVI") abrirá no início de 2011 seu escritório regional para a América Latina também no Brasil, no Rio de Janeiro, "onde serão organizadas a Copa do Mundo de 2014, os Jogos Olímpicos de 2016 e provavelmente também em 2015 a Copa América de Futebol", disseram nesta terça-feira fontes da emissora à Efe.
A delegação-geral regional da "CVI" contará em princípio com dois funcionários chineses, um deles de fala portuguesa, vinculando também os correspondentes em espanhol já existentes em Buenos Aires, Cidade do México e no próprio Rio de Janeiro.
A emissora também será a encarregada por transmitir via satélite os programas produzidos em espanhol na sede central de Pequim, como já a "CVI" já faz em Tijuana, no México, pelo acordo de cooperação com a emissora local "Hispana AM 1470". Tais programas são especialmente destinados ao público hispânico dos Estados Unidos.
"Essa é a ideia: buscar a cooperação com emissoras locais para transmitir nossos programas, no modelo do sistema implantado pela 'BBC' e que desejamos seguir para nossa expansão internacional", disse nesta segunda-feira à Agência Efe uma fonte autorizada da emissora nacional de rádio chinesa.
A rede de televisão chinesa "CCTV" já conta na América Latina com correspondentes em espanhol na Argentina e Cuba. Até o fim deste ano, pretende tê-los também na Venezuela, México e Brasil.
Apesar dos 15 funcionários enviados expressamente desde a sede central da "CCTV" em Pequim, a rede de televisão chinesa também buscará, tal como a "CVI", cooperação com emissoras locais em cada país, disseram fontes autorizadas.
Com o escritório regional que será inaugurado nesta terça em São Paulo, a "CCTV" eleva para três o número de instalações no continente americano, onde já conta com uma em Washington e outra no Canadá.
domingo, 21 de novembro de 2010
Agência chinesa de notícias contrata jornalista
Os interessados podem enviar currículo para o e-mail:
xinhuabr@hotmail.com

