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sábado, 22 de agosto de 2015

Reuters seleciona correspondente para atuar em Brasília

Do portal Comunique-se

A Reuters está procurando jornalista experiente para trabalhar em Brasília na cobertura do governo federal e Congresso Nacional. O veículo anunciou apenas uma vaga de emprego que será destinada ao profissional que apresentar características como agilidade, versatilidade e capacidade de avaliação do cenário político nacional.
reuters-vagaThomson Reuters busca correspondente de política
(Imagem: Divulgação)
Dentro dos pré-requisitos necessários para ocupar a vaga, a agência informou que o repórter selecionado deverá ter grande capacidade de manter e estabelecer fontes relevantes que ajudarão a consolidar a cobertura de destaque e referência na área política. Além disso, os profissionais interessados devem ter fluência em inglês e apresentar capacidade de trabalhar em equipe.
“Como negócio global, contamos com a diversidade de cultura e de pensamento para cumprir as nossas metas. Para garantir que possamos fazer isso, buscamos talentos, funcionários qualificados em todas as nossas operações do mundo”, explicou a Reuters na descrição da vaga anunciada.
Os interessados em saber mais detalhes e se candidatar à proposta de emprego deverão acessar a divisão de jobs do site da Thomson Reuters.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Finlândia recebe inscrições para o programa de jovens Correspondentes Internacionais


FCP 2013 kansikuva

Se você acabou de se formar como jornalista ou está no final do curso, esta é a sua chance! Inscreva-se no Programa para Correspondentes Internacionais! O programa oferece uma bolsa para um jornalista de 20 países diferentes para um curso no mês de agosto de 2013 na Finlândia.
O Programa
O programa começa no dia 05 de agosto e termina no dia 30 de agosto de 2013. O curso inclui aulas sobre a Finlândia hoje, entrevistas com políticos, especialistas e cidadãos, visitas a empresas, centros culturais e instituições. Um final de semana cada participante passa em uma família finlandesa e várias partes da Finlândia serão visitadas. O local do curso oferece uma estrutura completa com computadores, internet, telefone, impressoras e copiadoras para que você possa trabalhar.
O que inclui?A bolsa cobre os gastos de passagens aéreas de ida e volta à Finlândia, transporte local em Helsinque, hospedagem em uma casa de estudantes e o curso incl. refeições, eventos, transporte. O programa não cobre seguro de viagens (obrigatório) e não paga ajuda de custo.
Pré-requisitos
Os candidatos devem ser fluentes no inglês oral e escrito, ter entre 22 e 27 anos e ser capazes de se adaptar a um grupo multinacional em um país estrangeiro.
Mais informações, clique aqui.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

[Veja a vídeo-entrevista] Um olhar sul-americano sobre a guerra da Líbia

Enviado por Leite Filho, publicado anteriormente no blog Café com Polítca.


Rolando Segura é o repórter da Telesur que esteve  na Líbia durante seis meses reportando a guerra que terminou com o assassinato e esqurtejamento do  presidente Muamar Kadafi. Ele deu essa entrevista ao Café na Política, a convite de Beto Almeida, dirigente da Telesur, em Brasília, e da qual também participaram FC Leite Filho e Rosilene Correa, do Sindicato de Professores de Brasília e colaboradora da TV Cidade Livre, Canal 8 da NET (só DF). Antes ver o vídeo, leia alguns pontos do que ele disse:
“Recordo que me diziam nas redes sociais (da internet, que chegavam lá sem problemas): Olha, agora que você está aí com os principais canais emeios de informação do mundo, veja se aprende então a fazer  jornalismo. , quando fiz o balanço do que me cercava, eu concluí: se isto é o jornalismo, se isto que estão contando a maior parte dos jornalistas, sinceramente, eu não mais seria jornalista. Era a maneira em que se ocultava e se falseava a realidade”.
“Por exemplo, poderíamos chegar a um lugar, como nos aconteceu muitas vezes, onde sem dúvida não havia a mais mínima dúvida de queera um edifício bombardeado, um edifício civil. Que chegávamos, quando estavam tirando os cadáveres sob os escombros…um erédio de edifícios civis, com os vizinhos, com as pessoas chorando retirando seus parentes, seus amigos, e,no outro dia, quando víamos as imagens, saíam as imagens do edifício de frente. Não saía as imagens do edifício, onde o míssil fez a cratera e de onde estavam saindo os cadáveres. (As imagens) Saíam do edifício da frente que, claro, estava estragado, mas onde era a onda expansiva, não era a destruição da bomba. Ou seja, o mundo não viu o horror dessa guerra. Isso não saiu no El País, na Al Jazeera, na BBC. Isso não foi mostrado.
“Existem inclusive denúncias de que as equipes de jornalistas que estavam lá trabalhando não eram realmente jornalistas, pela maneira como se comportavam. Por exemplo,  antenas que se via uma antena via satélite transmitindo para OTAN. Evidentemente, dentre os jornalistas, havia a denúncia de que havia pessoas que não eram realmente profissionais da informação.
Veja abaixo a vídeo-entrevista

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Opinião: Correspondente de Guerra: o mito e a desconfortável verdade do Jornalismo heróico


Por Robert Fisk, publicado no The Independent, UK e no Pátria Latina

Foi preciso coragem para entrar em Homs; a Sky News, depois a BBC, e alguns bravos homens e mulheres que tinham de contar ao mundo sobre o sofrimento da cidade e, em pelo menos dois casos, foram também vítimas. Essa semana, descobri-me pensando que conhecemos o nome do valente fotógrafo britânico Paul Conroy, mas praticamente nada sabemos sobre os 13 cidadãos sírios que foram mortos, aparentemente por atiradores mercenários, quando tentavam resgatá-lo. Não é culpa de Conroy, é claro. Mas não sabemos o nome daqueles mártires sírios nem, que se saiba, alguém procurou saber.


Há alguma coisa de vagamente colonialista em tudo isso. Crescemos tão habituados à versão cinematográfica dos jornalistas ‘correspondentes de guerra’ que eles, de algum modo, tornaram-se mais importantes que as pessoas e os fatos sobre os quais falam. Todos sabem que Hemingway libertou Paris – ou pelo menos, com certeza, o Harry's Bar –, mas que leitor saberia dizer o nome de um único cidadão francês morto na libertação de Paris? Lembro-me de meu valente colega de televisão, Terry Lloyd, morto pelos americanos no Iraque em 2003 – mas quem se lembra do nome de um, do meio milhão de iraquianos mortos por causa da invasão (além, é claro, de Saddam Hussein)? O correspondente da rede Al Jazeera foi morto em Bagdá por bombas de jatos norte-americanos, no mesmo ano. Lembro o nome dele: Tareq Ayoub. Era palestino. Estive com ele na véspera.

O colete à prova de balas tornou-se agora símbolo de qualquer repórter de televisão em ‘cenário de guerra’. Nada tenho contra coletes à prova de balas. Até usei, na Bósnia. Mas cada dia mais me incomoda ver aqueles repórteres metidos em trajes espaciais azuis, entrevistando vítimas da guerra às quais ninguém se lembrou de dar coletes à prova de balas. Sei que as empresas de seguro obrigam correspondentes e equipes de jornalistas a usar o tal colete. Mas, nas ruas, a impressão que se tem é uma só: que a vida dos jornalistas ocidentais é, de algum modo, mais preciosa que a dos civis “estrangeiros” que padecem à volta das câmeras e dos jornalistas. Há vários anos, num combate em Beirute, mandaram-me vestir um colete à prova de bala, para dar uma entrevista a um canal de televisão, cujo entrevistador estava metido num colete daqueles, com protetores de aço, pesando quase 6kg. Recusei. Sem colete, adeus entrevista.

Fenômeno semelhante e igualmente desconfortável apareceu há 15 anos: como os jornalistas deveriam ‘lidar’ com a guerra? Deveriam receber aconselhamento, para enfrentar suas terríveis experiências? Deveriam buscar ou evitar a “imersão”? O jornal Press Gazetteconvidou-me a comentar. Recusei o convite. A matéria, depois, foi publicada com longos parágrafos sobre o trauma que os jornalistas sofriam – e sugeria, na conclusão, que só os jornalistas alcoólatras abriam mão do “apoio”  psicológico. Ou psico-conversas ou tonel de gin. A terrível verdade, é claro, é que os jornalistas podem meter-se no avião e voltar para a casa, se as coisas ficam sérias demais, classe executiva e gelo no copo. Os pobres, sem colete à prova de balas, deixados lá – passaportes de párias, sem visto para entrar em país algum, tentando desesperadamente impedir que o sangue jorre do próprio corpo, seu e dos filhos e familiares e amigos – são os que realmente precisam de “apoio”.

O romantismo associado aos repórteres “de guerra” já era muito evidente nos prelúdios da Guerra do Golfo de 1991. Viam-se todos os tipos de jornalistas estrangeiros na Arábia Saudita, todos metidos em uniformes militares de combate. Vi um, norte-americano, com botas de camuflagem pintadas com folhas verdes – exatamente o que não se via, nem uma folha verde, que fosse, em hectares de deserto real. E descobri, surpreendido, que na solidão daquele deserto real, muitos soldados do tipo real, sobretudo Marinesnorte-americanos, tinham tempo para escrever diários de suas experiências. Vários ofereceram-me seus originais, para publicação. Jornalistas querendo ser soldados e soldados querendo ser jornalistas.

Essa curiosa simbiose é também bem evidente quando jornalistas de “guerra” falam sobre sua “experiência de combate”. Há três anos, numa universidade norte-americana, tive o prazer de ouvir três veteranos feridos na guerra EUA-Iraque/Afeganistão desmascararem um jornalista que pontificava sobre sua “experiência de combate”. “Com licença, senhor”, disse um dos veteranos, polidamente, “O senhor não teve ‘experiência de combate’. O senhor teve experiência de ‘exposição a combate’. São coisas diferentes.” O soldado sabia do que falava: não tinha pernas.

Todos somos hoje vítimas do jornalismo de “Vi o horror de perto” / “foguetes zunindo” / “fui derrubado pelo impacto do fogo de metralhadoras/canhões/
atiradores mercenários”. É possível que eu tenha dito coisas assim na Irlanda do Norte no início dos anos 1970s. Com certeza disse, no sul do Líbano no final dos anos 1970s. Envergonho-me muito. Por mais que sejamos “testemunhas oculares” de guerras – frase que também me incomoda terrivelmente –, esse tipo de ‘estou-aqui-em-nome-do-meu-jornal’ é sempre autopromocional. James Cameron captou bem esse clima, na Guerra da Coreia. Pouco antes de desembarcar com as forças dos EUA em Inchon, ele escreveu: “no meio daquilo tudo, como se fosse concebível, um barco flutuava de um lado para outro, marcado com letras enormes, “IMPRENSA”, cheio de correspondentes que se acotovelavam agitados, todos nós tentando dar a impressão de firme determinação de pôr os pés em terra na 1ª Onda, ao mesmo tempo em que tentávamos achar jeito para que nos encontrassem na 50ª Onda”.

E como esquecer as palavras da jornalista israelense Amira Haas – repórter do Haaretz's na Cisjordânia ocupada, que cito frequentemente. Amira contou-me em Jerusalém que o trabalho dos correspondentes estrangeiros não é ser “a primeira testemunha da história” (miserável definição que eu mesmo escrevi), mas “monitorar os centros de poder”, sobretudo quando estão indo à guerra, e especialmente quando se preparam para fazê-lo montados numa montanha de mentiras.

Sim, toda a honra aos que reportaram de Homs. Mas... quando os israelenses lançaram aquele seu bombardeio cruel sobre Gaza em 2008, baniram de lá todos os jornalistas, como alguns sírios tentaram fazer em Homs. E os israelenses, sim, conseguiram impedir que o ocidente visse o banho de sangue que Israel detonou em Gaza. Como em Homs, também em Gaza as vítimas só puderam contar com elas mesmas para noticiar o próprio sofrimento. E fizeram belo trabalho.

Engraçado é que as redações em Londres e Washington não manifestaram qualquer empenho em mandar jornalistas para Gaza.

[1], como mandaram jornalistas para Homs. Falo só por falar. Um pensamento infeliz, que me passou pela cabeça.


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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

CNN não planeja lançar canal em português

A CNN abriu um escritório no Brasil, mas não pretende criar um canal all news em português, a exemplo do que já existe em inglês e espanhol. Desde novembro, a correspondente internacional, Shasta Darlington, está no Brasil e já deu início à instalação de um escritório da emissora norte-americana em São Paulo. A produção jornalística está voltada ao programa "Global Exchange", cujo mote são as nações emergentes.

O foco editorial é a economia de cada país. A estrutura já foca também a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos de 2016. Os profissionais da CNN - cinegrafista e produtor - serão importados, não há previsão de contratação de mão-de-obra jornalística local.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Finlândia: Curso forma correspondentes estrangeiros

A Escola Sueca de Ciências Sociais da Universidade de Helsinque, na Finlândia, está com inscrições abertas até 2 de outubro para o curso teórico e prático de formação de correspondente estrangeiro.

O curso tem ênfase em multiculturalismo e está previsto para acontecer no ano que vem outono europeu.

Mais informações, clique aqui

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Morre na Inglaterra o jornalista Jáder de Oliveira

O jornalista Jáder de Oliveira morreu na quarta-feira na Inglaterra, aos 76 anos de idade, após uma batalha contra o câncer. Correspondente internacional na Grã-Bretanha desde 1968, Jáder trabalhou por 31 anos na BBC Brasil, antes de assumir o posto de correspondente da GloboNews, onde atuou nos últimos anos.

Amigos e colegas descreveram Jáder de Oliveira como um profissional equilibrado, uma referência no jornalismo internacional e esportivo, duas áreas a que se dedicou inteiramente nas suas mais de quatro décadas baseado na capital britânica.

“Jáder de Oliveira era sinônimo de jornalismo responsável, ponderado, lúcido”, diz o diretor da BBC Brasil, Rogério Simões, que conheceu Jáder nos anos 90. “Eu era correspondente da Folha de S.Paulo em Londres, e seu trabalho pela BBC na época era uma referência para mim. Ele conhecia como poucos a vida na Grã-Bretanha, o cenário político e econômico.”

O jornalista Lucio Mesquita, ex-diretor da BBC Brasil, lembra que o então colega tornou-se extremamente conhecido entre o público brasileiro. "Era comum eu visitar o Brasil em nome da BBC e encontrar ouvintes e jornalistas perguntando pelo 'Jáder da BBC de Londres', devido à sua popularidade."

Mesquita também considera o trabalho de Jáder como de grande importância para a expansão da BBC no Brasil, por meio de parcerias com rádios locais. "Ele foi um dos pioneiros da BBC quando a organização buscava mais impacto no Brasil através de boletins enviados para emissoras brasileiras, reforçando sua popularidade como o principal jornalista da BBC Brasil na época."

Esporte

Natural de Minas Gerais, Jáder de Oliveira iniciou sua carreira no Serviço Brasileiro da BBC em setembro de 1968, um mês depois da chegada a Londres do jornalista e escritor Ivan Lessa, de quem tornou-se amigo pessoal.

Em um período em que a atividade jornalística no Brasil era limitada pela censura imposta pelo regime militar, Jáder tornou-se uma das vozes mais importantes vindas do exterior para o Brasil.

A partir de Londres, cobriu as principais áreas do noticiário, mas seu maior interesse era pela cobertura esportiva, que incluiu Fórmula 1 nos tempos de Emerson Fittipaldi e as campanhas da Seleção Brasileira na Europa.

No final dos anos 90, Jáder foi peça fundamental num esforço para garantir a sobrevivência do Serviço Brasileiro da BBC, em uma época em que as transmissões da corporação em línguas estrangeiras sofriam drásticas reduções orçamentárias. Diante da ameaça de corte, ele obteve apoio formal de deputados brasileiros ao serviço, mensagem que foi então passada ao comando do Serviço Mundial da BBC.

Rádio

Apesar da sua dedicação ao conteúdo jornalístico, sempre tratado por ele com rigor e precisão, Jáder de Oliveira era apaixonado por uma forma específica de se apresentar a notícia: o rádio. Grande conhecedor do meio, Jáder produziu e apresentou uma série especial para a BBC Brasil sobre a história do rádio brasileiro.


Jáder entrevistou várias personalidades, como o então presidente Fernando Henrique Cardoso


Ao apresentar o início da série, antes de falar dos profissionais que introduziram o rádio no país, ele disse: "Hoje no Brasil, dentre todos os veículos de comunicação de massa, o rádio é sem dúvida o mais imediato. Mas, para chegar até os dias de hoje, muita coisa aconteceu. E não poderíamos deixar de lembrar, nesta série que se inicia, dos pioneiros que trouxeram para o Brasil o veículo de comunicação sem fio."

“Jáder tinha pleno domínio da linguagem do rádio, sua voz passava tranquilidade e ao mesmo tempo mostrava autoridade sobre a informação. Era um meio no qual ele se sentia completamente à vontade”, lembra Rogério Simões.

Mesmo enfrentando o câncer, Jáder de Oliveira continuou trabalhando e encontrando colegas em compromissos profissionais até poucos meses antes de sua morte.

Além de BBC e GloboNews, sua carreira em Londres reuniu colaborações com inúmeros outros veículos brasileiros, como o jornal Correio Braziliense e a rádio CBN. Ele deixa esposa e dois flhos.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Emissoras de rádio e TV chinesas montam escritórios no Brasil

Da agência EFE

Emissoras de rádio e televisão da China escolheram o Brasil para instalar seus escritórios regionais na América Latina, sendo que o primeiro deles será em São Paulo e estará em pleno funcionamento no início de 2011, informaram à Agência Efe fontes autorizadas.
A emissora nacional de televisão chinesa "CCTV", com canais também em inglês, espanhol e francês, contará em São Paulo com 15 funcionários em sua nova etapa de expansão internacional.
A "Rádio Internacional da China" ("CVI") abrirá no início de 2011 seu escritório regional para a América Latina também no Brasil, no Rio de Janeiro, "onde serão organizadas a Copa do Mundo de 2014, os Jogos Olímpicos de 2016 e provavelmente também em 2015 a Copa América de Futebol", disseram nesta terça-feira fontes da emissora à Efe.
A delegação-geral regional da "CVI" contará em princípio com dois funcionários chineses, um deles de fala portuguesa, vinculando também os correspondentes em espanhol já existentes em Buenos Aires, Cidade do México e no próprio Rio de Janeiro.
A emissora também será a encarregada por transmitir via satélite os programas produzidos em espanhol na sede central de Pequim, como já a "CVI" já faz em Tijuana, no México, pelo acordo de cooperação com a emissora local "Hispana AM 1470". Tais programas são especialmente destinados ao público hispânico dos Estados Unidos.

"Essa é a ideia: buscar a cooperação com emissoras locais para transmitir nossos programas, no modelo do sistema implantado pela 'BBC' e que desejamos seguir para nossa expansão internacional", disse nesta segunda-feira à Agência Efe uma fonte autorizada da emissora nacional de rádio chinesa.

A rede de televisão chinesa "CCTV" já conta na América Latina com correspondentes em espanhol na Argentina e Cuba. Até o fim deste ano, pretende tê-los também na Venezuela, México e Brasil.

Apesar dos 15 funcionários enviados expressamente desde a sede central da "CCTV" em Pequim, a rede de televisão chinesa também buscará, tal como a "CVI", cooperação com emissoras locais em cada país, disseram fontes autorizadas.

Com o escritório regional que será inaugurado nesta terça em São Paulo, a "CCTV" eleva para três o número de instalações no continente americano, onde já conta com uma em Washington e outra no Canadá.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Frila: Portal Opera Mundi procura correspondente na Grécia

O Portal Opera Mundi está procurando um correspondente na Grécia para produzir matérias e reportagens na condição de free lancer. Os interessados deverão ser necessariamente brasileiros e deverão contatar o sub-editor do sítio,Pedro Aguiar, pelos telefones +55 11 3012-2408 +55 11 9566-6644

segunda-feira, 15 de março de 2010

Free lancers para correspondentes

O sítio Opera Mundi, que cobre noticiário internacional, comércio exterior e política externa brasileira, busca jornalistas brasileiros que estejam no exterior para serem stringers (correspondentes frilas), especialmente em países e regiões onde ainda não contam com colaboradores.
Eles já possuem em Assunção, Bogotá, Buenos Aires, Caracas, Cidade do México, Hamburgo, Lima, Lisboa, Londres, Montevidéu, Paris, Roma, San Salvador, Santiago, Sydney, Tegucigalpa, Toronto e Washington.
As prioridades são para Oriente Médio, Leste Europeu, África, Sudeste Asiático, Subcontinente Indiano e Caribe.
Na América Latina também há carências em Bolívia, Cuba, Equador e Nicarágua.
Os profissionais precisam escrever em português e é imprescindível ter texto impecável e bom conhecimento da região que está cobrindo.
Os colaboradores devem ser capazes de empreender esforço de reportagem, sugerir pautas com freqüência e, quando necessário, deslocar-se para coberturas. O noticiário cotidiano já é feito pelas agências.
Paga-se um preço fixo em dólares por cada 2.000 toques. Os interessados podem entrar em contato diretamente com o diretor de redação, Haroldo Ceravolo, pelos e-mails: haroldoceravolo@uol.com.br e hsereza@gmail.com .

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Bolsa de estágio para jovens jornalistas na Finlândia

Enviado por Pekka Hirvonen, Chefe da Seção Cultural e de Comunicações da embaixada da Finlândia em Brasília

A Embaixada da Finlândia informa que o Ministério das Relações Exteriores daquele país organizará o 19º Foreign Correspondents' Programme na Finlândia de 1º a 29 de agosto de 2010.
O estágio na Finlândia tem a duração de um mês e inclui uma programação bastante ampla.
Selecionam-se jovens e talentosos jornalistas e estudantes de jornalismo de vários países, incluindo o Brasil, para participar do programa.
Também poderão participar jornalistas da Áustria, Chile, China, Croácia, Egito, França, Islândia, Índia, Israel, Itália, Japão. Alemanha e Inglaterra, Malásia, Polônia, Romênia, Rússia, África do Sul, Turquia, Ucrânia e Estados Unidos.
Os candidatos deverão entre 20 e 25 anos, bom domínio de inglês, falado e escrito e abilidade de conviver com pessoas de diferentes nacionalidades.
A bolsa cobre a viagem até Helsinki, na Finlândia, acomodações em quartos individuais num dormitório estudantil, alimentação e transporte. Não há cobertura de despesas médicas nem pagamentos de diárias.
Os formulários e os documentos devem ser enviados, até 31/3, por e-mail para a Embaixada da Finlândia em Brasília pelo correio eletrônico sanomat.bra@formin.fi
O programa oferece uma excelente oportunidade para que os participantes se familiarizem com o trabalho de correspondente internacional e aprendam mais sobre a Finlândia, sua sociedade e estilo de vida. Além disso é um meio de expandir e reforçar suas habilidades profissionais e futuramente desenvolver projetos relacionados à Finlândia.
Maiores informações sobre o programa, no sítio do Ministério das Relações Exteriores.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Portal de notícias seleciona correspondentes na América Latina

El sitio Web de noticias Infosurhoy.com, con sede en Estados Unidos, busca periodistas freelance que viven en América Latina para que reporten noticias y escriban artículos. Infosurhoy.com publica cinco días a la semana en inglés, español y portugués y cubre noticias generales, economía, deportes, cultura y otros hechos.
Nuestra cobertura es equilibrada, objetiva y sigue el estilo y las prácticas del periodismo occidental. Nuestros editores son profesionales en periodismo que vienen de América Latina y periodistas estadounidenses con experiencia en la región.
El material puede ser en inglés, español o portugués, ya sean noticias cortas o artículos de profundidad o análisis de hasta 1.000 palabras. Las notas o noticias cortas pueden ser de 400 a 500 palabras. Los periodistas freelance reciben pago solamente cuando se aceptan sus artículos para publicación. También compramos fotografías que acompañen a los artículos.
Los candidatos tienen que enviar a: btsuchida11@gmail.com una copia de su CV (curriculum vitae) y dos o tres ejemplos de sus artículos publicados en uno de los tres idiomas de publicación. Si sus artículos y experiencia satisfacen nuestros requisitos, nosotros entraremos en contacto con ustedes con el fin de desarrollar una relación de trabajo.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Publicação chilena busca correspondente no Brasil

A publicação Business NewsAmericas editada no Chile está procurando um correspondente no Brasil, na condição de free lancer. Pode ser vínculo exclusivo ou não.
Os textos deverão ser edigidos em inglês, por isso, há a exigência de domínio pleno das línguas portuguesa e inglesa
Os interessados deverão contatar Cristobal San Martin pelo e-mail csanmartin@bnamericas.com ou pelo telefone: (56 -2) 9410436.