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Um espaço para os campos da Informação e da Comunicação e sobre eles abrir um debate com os leitores. Análises, artigos, avisos, concursos, publicações... Aqui você encontrará de tudo um pouco. Os textos poderão ser em português, espanhol, inglês ou francês.
quarta-feira, 18 de outubro de 2017
Conheça os direitos sobre as fotos e vídeos que você faz
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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017
Como não violar os direitos autorais na Internet
Um pequeno guia para evitar violar os direitos autorais ao criar conteúdo digital.
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
Criada a Frente Parlamentar Mista do Audiovisual
Manoel Rangel, presidente da Ancine, também participou do lançamento. "Sem valentes que decidem abraçar essa causa no Congresso Nacional, não é possível fazer as conquistas necessárias para fazer do Brasil um grande centro produtor de conteúdo. A Ancine está à disposição de vocês, com um corpo técnico capaz. Contamos com vocês para as batalhas de afirmação do audiovisual brasileiro", disse.
- Impulsionar a tramitação dos projetos de revisão da Lei de Direitos Autorais
- Revisar a Lei 6.533/78 que regulamenta a profissão de artista e técnicos, incluindo profissões recentes não contempladas e eliminando outras que já não existem
- Propor a inclusão de cotas de produção nacional para segmentos além da TV paga, bem como limitar o efeito de reprises para cumprimento das cotas
- Desonerar a aquisição de equipamentos para o setor
- Impulsionar a tramitação de projetos de lei que tratem da regionalização da produção para a TV
- Atuar, junto ao Mnistério da Cultura, na criação do Laboratório de Desenvolvimento de Incubadoras de Projetos Culturais
- Acompanhar quaisquer medidas legislativas e administrativas para regulamentar a exploração e veiculação de obras na Internet, VOD etc.
- Garantir a destinação de recursos do Fundo do Setor Audiovisual (FSA)
- Garantir os desembolsos do FSA já comprometidos nas chamadas públicas
- Ampliar a quantidade de salas de exibição no país
- Ações para equacionar a distribuição e exibição do audiovisual
- Reforçar a importância do Conselho Superior de Cinema
- Reforçar a importância da Cinemateca Brasileira
- Ações para fortalecer a Secretaria do Audiovisual do MinC
- Ampliar acordos de coprodução internacional
- Ações para facilitar a emissão de vistos de trabalho para talentos estrangeiros
- Ações para facilitar o uso de locações particulares e logradouros públicos em produções
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Google vai remunerar imprensa da França
Muito boa e bem interessante a entrevista que o fundador do portal WikiLeaks, Julian Assange concedeu, a Jamil Chade, o correspondente do Estadão na Europa, publicada neste domingo (ontem). Ele fala sobre a força da internet no mundo, sobre liberdade de expressão e acentua uma situação sob todos os aspectos deplorável, ainda reinante no nosso país: "Há seis famílias que controlam 70% da imprensa no Brasil".
"Mas o problema - prossegue - é muito pior em vários países. Na Suécia, 60% da imprensa é controlada por uma editora. Na Austrália 60% da imprensa escrita é controlada por Rupert Murdoch..." Julian Assange continua um prisioneiro político, com a situação absolutamente insolúvel: se puser o pé fora da embaixada do Equador em Londres, é preso; e a Inglaterra não lhe dá salvo-conduto para seguir ao exílio concedido pelo Equador.
Pela parceria constitui-se um fundo de € 60 milhões bancado pelo Google para financiar a adaptação da imprensa escrita à internet. O entendimento abre um precedente para países como o Brasil e a Alemanha, onde há discussão a respeito. O fundo, com validade de três a cinco anos, será gerenciado por um conselho de administração aberto, cujos membros - "personalidades independentes" - ainda não foram anunciados. Caberá ao conselho receber e analisar os projetos apresentados por jornais e revistas que pedirão financiamento.
Eric Schmidt, presidente do Google, definiu o compromisso como "histórico". "Vale mais chegar a um acordo do que a uma lei, logo, essa foi a melhor abordagem", considerou. O governo francês tem levantado a possibilidade de aprovar uma lei regulamentando o pagamento de direitos autorais pelo Google às editoras jornalísticas na França.
Com a entrevista do Julien Assange e o acordo com o Google, tem-se aí a prova de que a regulação da mídia não apenas é necessária como é obedecida em todos países democráticos do mundo - começando pelos Estados Unidos. O acordo Google-governo-mídia na França é inédito e revela até onde podem e devem ir os governos em questões relacionadas à internet.
O acordo não trata, ou não engloba, TV e rádio, mas sim imprensa escrita; e deixa claro o objetivo de fazer valer o pluralismo nessa área e na associação desta com as novas mídias.
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Rádios comunitárias querem isenção de Ecad
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
Instagram poderá comercializar as fotos de seus usuários
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segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Peru, Chile e México negociam acordo para proteger direito autoral
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Justiça decide que reprodução de obra na Internet não viola direito autoral
sábado, 28 de julho de 2012
Direito autoral: Cuba acusa EUA de roubar a marca Havana Club
Em uma intervenção no fórum, a encarregada de negócios interina de Cuba ante os organismos internacionais com sede em Genebra, Nancy Madrigal, lembrou que desde 1976 a empresa Cubaexport obteve e manteve a titularidade da marca, segundo os procedimentos estabelecidos pelo Escritório de Marcas e Patentes desse país.
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No entanto, em 2006 o Escritório de Controle dos Ativos Estrangeiros do Departamento do Tesouro negou a licença à empresa para realizar o pagamento da taxa correspondente à renovação do título.
Durante vários anos de litígio, as instâncias judiciais-civis dos Estados Unidos mantêm a posição de que a decisão do Departamento do Tesouro é correta.
Com isso, se foi legitimando a aplicação de uma medida que viola princípios básicos do comércio multilateral em matéria de propriedade industrial: o comércio nacional e o comércio da nação mais favorecida, denunciou Madrigal.
Recentemente, no dia 14 de maio, a Corte Suprema negou a petição da Cubaexport para revisar o caso e com isto foi negado à entidade seu legítimo direito de titularidade sobre a marca.
Não só arrebatam os direitos da Cubaexport sobre a marca Havana Club, mas também foi amparado seu uso ilegítimo pela companhia Bacardí, que a utiliza dentro dos Estados Unidos, em ato descarado de pirataria comercial, para comercializar um rum que não é de origem cubana.
"Este crime e outros processos em andamento contra patentes e marcas cubanas nas cortes estadunidenses demonstram os verdadeiros propósitos que estão por trás: tentar aniquilar por qualquer meio os bens intangíveis de nosso país, que são importantes recursos competitivos para o desenvolvimento sustentável", denunciou a funcionária pública.
Em contraposição, Cuba tem respeitado invariavelmente, sem a menor discriminação, as obrigações contraídas em virtude dos instrumentos jurídicos internacionais referidos à Propriedade Industrial.
"Com isto garante que mais de cinco mil marcas e patentes estadunidenses se beneficiem de seu registro em nosso país, apesar de não fazermos uso delas no território devido ao bloqueio dos Estados Unidos."
"Se o governo estadunidense não age e muda sua decisão, outorgando a licença necessária para a renovação da marca a seu legítimo titular, será o único responsável pelas consequências negativas que poderiam derivar para a proteção recíproca da propriedade industrial", afirmou Madrigal.
Na última reunião do Conselho Geral da OMC antes do recesso de verão, um grande número de delegações expressou seu apoio à declaração de Cuba e instou os Estados Unidos a cumprir as recomendações e resoluções do órgão de resolução de diferenças da OMC.
Entre estas delegações estão as da Argentina, Angola, Bolívia, Brasil, China, Equador, Nicarágua, República Dominicana, União Europeia, Uruguai, Vietnã e Zimbabwe.
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Direito Autoral: Parlamento europeu derruba tratado antipirataria
sexta-feira, 9 de março de 2012
YouTube: Ecad não pode cobrar de blogueiros que usam vídeos do site
Blogs são cobrados por vídeos do YouTube
quarta-feira, 7 de março de 2012
Blogs são cobrados por vídeos do YouTube
sábado, 7 de janeiro de 2012
EUA: 29 grandes da mídia montam estrutura para combater pirataria
Objetivo é combater a distribuição não autorizada de notícias por sites de busca e agregadores
Vinte e nove empresas de mídia dos Estados Unidos, incluindo os jornais "The New York Times" e "Washington Post" e a agência Associated Press, uniram-se para tentar combater o plágio e a distribuição não autorizada de conteúdo jornalístico por sites de busca e agregadores de notícias.
Depois de dois anos de conversas sobre o modelo de negócios, o grupo anunciou nesta semana a criação da NewsRight, organização comercial independente que ficará responsável por licenciar conteúdo jornalístico e arrecadar direitos autorais na internet.
O objetivo é facilitar o uso, por terceiros, de conteúdo jornalístico autorizado, permitindo, ao mesmo tempo, que os veículos produtores de notícia possam capitalizar com a sua disseminação.
"Nunca antes na história tivemos tanta notícia disponível de tantas formas. Mas, se quisermos continuar recebendo informação com credibilidade, as empresas que investem em conteúdo precisam poder licenciá-lo da forma mais ampla possível", afirma o presidente da NewsRight, David Westin, ex-presidente da ABC News.
"A missão da NewsRight é garantir que o consumidor continue se beneficiando de todas as reportagens originais que quiser, assegurando, ao mesmo tempo, que os que republicam conteúdo o façam de forma honesta", disse Westin, A NewsRight pretende facilitar o processo para que buscadores, agregadores de notícia, sites e blogs obtenham as devidas licenças a fim de distribuir o conteúdo dos veículos participantes.
INOVAÇÕES
Para os veículos associados, a NewsRight também vai dar suporte na área de licenciamento e contribuir com inovações e avaliações sobre distribuição do conteúdo.
Os associados terão acesso a informações em tempo real sobre como o conteúdo licenciado está sendo republicado no meio digital.
A NewsRight prestará serviço não apenas para os sócios fundadores mas também para outras empresas de conteúdo. Juntas, as 29 organizações investiram aproximadamente US$ 30 milhões para montar a NewsRight.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Internet: Operadores de redes sociais planejam lock-out
De medioslatinos
Google, Yahoo, Twitter, Facebook, Paypal, AOL, Amazon, Mozilla y otras grandes ciberempresas nucleadas en la plataforma Netcoalition han anunciado su intención de realizar un apagón digital durante el 23 de enero, en la víspera de la discusión del proyecto de ley SOPA (Stop Online Piracy Act).
Aquella ley, que es debatida desde octubre pasado por el Congreso de los Estados Unidos, pretende reforzar la persecución de la piratería digital otorgándole al Departamento de Justicia estadounidense el poder de criminalizar a toda web que aloje contenidos ilegales, tanto dentro como fuera de los Estados Unidos.
A diferencia del Digital Millenium Copyright Act, por el que se rige la persecución de la piratería online desde 1998 y que solamente podía obligara un sitio web a retirar el material ilegal, la nueva norma responsabiliza legalmente los proveedores de internet, a los motores de búsqueda, a las empresas de publicidad y a las de pago online y las obliga a bloquear los servicios a escala mundial de toda web que esté bajo investigación del Departamento de Justicia.
Asimismo obliga a los proveedores de dominios, mayormente alojados en los Estados Unidos, a inhabilitar toda web sospechosa, provocando de facto su desaparición de la red. Según declaraciones de la Electric Frontier Foundation, esta nueva ley "Creará nuevas herramientas para silenciar la libertad de expresión en Internet". "La gravedad de la ley reside en la vaguedad de su lenguaje, que puede interpretarse de forma tan amplia que desde los proveedores de Internet a los propios usuarios podrían convertirse en objeto de persecución legal", declaró el portavoz de Netcoalition, Jake diGregorio.
Información publicada en el periódico español El País. Para más detalles haga click aquí .
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Europa elabora projeto comum de direito autoral
De Medioslatinos
La Comisión Europea ha presentado un proyecto de acuerdo comercial para combatir la falsificación y proteger los derechos de autor. Bajo el nombre de ACTA, este acuerdo sienta las bases para la colaboración de los gobiernos nacionales en el combate contra la falsificación. En lo que respecta a la propiedad intelectual, el tratado abre la vía al filtrado de contenidos y a la fórmula de la respuesta graduada (avisos al internauta que descargue obras protegidas y sanción si no desiste) organizada entre actores privados, por ejemplo por la vía de un pacto entre sociedades de gestión y proveedores de acceso. También consagra sanciones penales en caso de desbloqueo de programas de gestión de derechos de autor (DRM) embebidos en las copias digitales de las obras.
Información publicada en el periódico El País de España. Para más información haga click aquí.




