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quarta-feira, 4 de abril de 2012

Programas com doses de humor têm mais repercussão nas redes sociais

Por Daniele Frederico, de Cannes, do Tela Viva News

Os conteúdos televisivos que as pessoas mais gostam de curtir e comentar no Facebook são as comédias, as novelas e os reality shows. Esse foi um dos dados apresentados pela The Wit, empresa especializada em pesquisa e informação sobre programas de TV pelo mundo. A CEO da empresa, Virginia Mouseler, mostrou nesta terça-feira, 3, no MipTV, alguns resultados do Social TV Analytics, que aponta a resposta da audiência a programas de televisão a partir dos comportamento nas redes sociais.
Segundo a analise dos top 1,2 mil programas em 11 paises, dois terços dos programas mais populares do Facebook são aqueles "divertidos". Além disso, ter continuidade e um público fiel, caso de programas que estão em exibição há bastante tempo, também ajuda a criar popularidade no Facebook. Em terceiro lugar, Virginia apontou a importância do engajamento para ser popular. Neste espaço, realities como “American Idol” e “X Factor” são exemplos dos que conseguem trazer participação dos espectadores para as redes.
O estudo analisou também as diferenças entre o Facebook e o Twitter em termos da relação com os programas. No Facebook, 75% dos "likes" vão para os programas scripted, ou roteirizados, e 25% para os não-roteirizados, como os reality e game shows. Já no Twitter, 78% dos followers são para os não-roteirizados, e 22% para os roteirizados.
Uma das análises mostrou que alguns programas são bastante populares mesmo antes de sua estreia. No Facebook, os mais antecipados foram “The River”, da ABC, com produção de Steven Spielberg, com 256.923 likes, “The Voice”, em Israel, e “Tallafornia”, na Irlanda (aqui foram considerados os números de likes e o tamanho do mercado. Caso essa comparação não tivesse sido feita, os três primeiros seriam programas americanos).
No Twitter, os programas mais aguardados foram “The Voice”, da BBC One, do Reino Unido, com 24.885 seguidores; “Alcatraz”, da Fox, dos Estados Unidos, e “Smash”, da NBC, tambem dos Estados Unidos. "'The River' e 'Smash', por exemplo, têm produção de Steven Spielberg. Isso prova o poder das marcas, do nome do produtor e dos esforços de divulgação", diz Virginia.
Mesmo assim, apenas 29% dos novos programas têm uma página oficial no Facebook, e apenas 15% uma página oficial no Twitter.
Entre os que estão mais engajados no Twitter, alguns programas se destacaram, como a novela “Por Ella Soy Eva”, do Mexico; “The X Factor”, dos Estados Unidos, e “Got Talent”, da Colômbia. "O programa 'Work It', da ABC, dos Estados Unidos, postou apenas duas vezes no Twitter, e foi cancelado depois de duas semanas", comparou.
No feedback do público, ela ressaltou que entre os programas novos mais comentados no Twitter e no Facebook, 71% são não-roteirizados. Nos Estados Unidos, porém, ocorre o inverso: a maioria (72%) é roteirizado.
Na América Latina, considerados Twitter e Facebook, os programas mais comentados são as novelas. O primeiro lugar ficou com "Amor Eterno Amor", da TV Globo, seguido de "Los Graduados", da Argentina, e "Por Ella Soy Eva", do México. Os dados foram coletados entre 1 de janeiro de 2011 e 25 de marco de 2012.



sábado, 24 de março de 2012

TV Globo perde 35% da audiência das tevês ligadas


Por Altamiro Borges, publicado originamente em Pátria Latina

Ricardo Feltrin, editor do F5, o sítio de entretenimento da Folha, divulgou ontem dados impressionantes. Nos últimos 20 anos, a TV Globo teria perdido quase 35% de participação nas tevês ligadas na região metropolitana de São Paulo. “O F5 obteve dados inéditos de audiência da TV aberta no país, o mais extenso período já publicado sobre número de aparelhos ligados (o chamado ‘share’)”.
“Em números exatos, a Globo perdeu 34,97% da participação no universo das tevês ligadas (de 59,2%, em 1993, para 38,5%, em 2011). O primeiro trimestre mostra que 2012 também não deve ser redentor: o ‘share’ até agora está em 37,4%”. O jornalista também analisa a pontuação do Ibope, que mede a audiência das emissoras brasileiras.

Queda de audiência

“Todas as emissoras, com exceção da Record, perderam pontos... Em 93 o SBT tinha 8 pontos de média e no ano passado teve 5,7 ponto; a Band marcava 2,8 pontos em 93 e no ano passado teve 2,5; a extinta TV Manchete tinha 1,5 ponto em 93, e no ano passado sua sucessora, a RedeTV!, teve 1,4. No início dos anos 90 a TV Cultura tinha 1,9 ponto – o dobro de sua média atual”.
 “A Record foi a única que teve muito ganho de ibope e ‘share’ nas últimas décadas. Em 93, ela tinha 3,7% de participação nas TVs ligadas. No ano passado foi 17%. Em pontos de ibope, porém, a emissora ainda dá menos que a metade da Globo. Em 93 a Record tinha apenas 1,5 ponto de audiência e a Globo tinha 23,5 pontos. No ano passado, ela teve 7,2 pontos (contra 16,3 da Globo)”.

Estranho mercado publicitário

O jornalista Ricardo Feltrin, um especialista no assunto, dá algumas explicações para a decadência da TV Globo. Ele lembra que em 1993 ainda não havia TV por assinatura. “Hoje, porém, 25% dos aparelhos ligados estão nela e nos chamados ‘outros aparelhos’”. Ele observa também que, em 1993, havia muito menos canais abertos disponíveis, a concorrência era menor.
Estes dados são um petardo para a famiglia Marinho. Afinal, o “share” define a fatia no mercado da publicidade, que movimentou R$ 39 bilhões no ano passado. Desde montante, R$ 18 bilhões foram a TV aberta e R$ 11,5 bilhões ficaram para a TV Globo. Ou seja: “A Globo tem 38,5% de participação nas TVs ligadas em 2011 e recebeu 64% da receita publicitária de toda a TV aberta”.

Globo tenta se explicar

O estudo de Ricardo Feltrin comprova que há algo de muito estranho no mercado publicitário brasileiro. Não é para a menos que a Rede Globo tratou de rebatê-lo de imediato. Em comunicado, ela garantiu que a sua audiência cresceu nas duas últimas décadas porque o número de aparelhos ligados aumentou. Na prática, a emissora tentou justificar a sua enorme fatia no mercado publicitário. Veja alguns trechos:
“O Brasil registra os maiores índices de TV aberta do mundo ocidental, com consumo crescente de horas assistidas por dia. Nos últimos 10 anos, o telespectador brasileiro aumentou sua permanência em frente à TV – uma média de cinco horas por dia, por pessoa, por domicílio. Devemos lembrar ainda que a população cresceu, o número de lares com TV e de aparelhos por lar também. A média de aparelhos de TV em cada lar brasileiro quase dobrou em relação a 20 anos”.
“O resultado disso é que a televisão aberta está cada vez mais forte na preferência do telespectador brasileiro – e também do mercado publicitário. O que se vê no Brasil e no resto do mundo é que a televisão se mantém como o principal assunto de todas as novas plataformas/mídias/tecnologias... Essa conjuntura explica porque o meio TV segue como o mais importante e preferido, tanto pelo o público quanto pelos anunciantes, pelos resultados efetivos que ela oferece de vendas e de imagem e prestígio para as marcas”.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

TV Globo perde audiência em 2011, mas aumenta faturamento

Do Portal Imprensa

Apesar de queda no Ibope, a Rede Globo fechou 2011 com faturamento acima dos anos anteriores. De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, a emissora alcançou, em 2007, 20,3 pontos de audiência e sua receita publicitária foi de R$ 6,7 bilhões. No último ano, até novembro, o Ibope marcava 17,8 pontos e a previsão de receita até dezembro era de quase R$ 11 bilhões.

Segundo pesquisa realizada pela FGV-SP, um dos motivos do aumento da verba é o fato de as agências de publicidade ganharem bônus das redes de TV para direcionar anúncios para os canais. Além disso, outro fator que impulsionou o resultado, em 2011, foi a porcentagem de verba publicitária direcionada à Rede Globo - que ficou com 63% dos investimentos, a maior fatia dos últimos anos.

À Folha, a Rede Globo afirma que o resultado se dá ao "fato de que a TV aberta nunca esteve tão bem" e que as pessoas têm ampliado "sua permanência em frente à TV". Sobre a perda de audiência, a emissora credita a "outros aparelhos" e não à concorrência com outros canais.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Argentinos são os latinos que ficam mais tempo à frente da TV

De Medioslatinos

Con un promedio de 6 horas diarias, los argentinos registran la cifra más alta de consumo de TV de Latinoamérica. Según señala un informe de IBOPE, la mayoría de los países latinoamericanos han registrado un crecimiento en el consumo de TV en 2011, motorizado por aumento en la contratación de TV de pago.
Junto a las cifras record de Argentina, se destacan un aumento del 6% en el tiempo promedio de consumo (Average Time Spend - ATS) en Chile respecto al año 2010, seguido por Brasil con un crecimiento del 3% en el mismo periodo.
El ATS, o Average Time Spend, representa la cantidad de minutos vistos por aquellos individuos que han visto TV al menos un minuto durante el período de análisis.

Información publicada en el Sitio Web de TodoTV News. Para más detalles haga click aquí.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Jornal da Globo perde 30% de audiência,em 6 anos

Com base na Folha on-line

Em seis anos, o Jornal da Globo perdeu, praticamente, um terço de sua audiência. O telejornal, que em 2000 registrou média de 16,4 pontos, passou de 15,6 pontos (2004) para 11,3 (média de janeiro a 3 outubro de 2011). Cada ponto equivale a 58 mil domicílios na Grande São Paulo.

Desde 2005, quando Ana Paula Padrão deixou o programa, o ibope do jornalístico caiu quase 30%. A informação é da coluna Outro Canal, assinada por Keila Jimenez e publicada na Folha desta segunda-feira (10). A íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Ibope: TV o veículo mais buscado para informações desportivas

Por Ana Carolina Barbosa, do Telaviva news

Dora Camara, diretora comercial do Ibope, apresentou na tarde desta terça-feira, 4, durante o Maximídia 2011, em São Paulo, o estudo Esporte Clube Ibope Media, que tem como objetivo levantar informações mais aprofundadas sobre o consumo de conteúdo esportivo. A pesquisa completa deverá ser realizada ao longo de 2011, mas já foram concluídas as etapas que têm ênfase na televisão (aberta e paga) e na Internet. O estudo realizado entre abril e julho de 2011 nas 12 principais regiões metropolitanas com uma amostra de 9 mil entrevistas por onda que representam mais de 50 milhões de brasileiros acima de dez anos.

A pesquisa apontou que a televisão é o veículo mais procurado pelas pessoas quando elas buscam informação esportiva (72%), seguida do rádio (21%) e da Internet (16%). Entre os entrevistados, 61% afirmaram assistir aos eventos esportivos pela televisão ou no local onde eles acontecem, estádios e ginásios. Dos participantes da pesquisa, 58% praticam o consumo simultâneo, sendo a combinação mais comum a TV e a Internet (30%).

As modalidades esportivas mais buscadas tanto na TV quanto a Internet são o futebol, o vôlei e a Fórmula 1, nesta ordem. Na TV, os conteúdos mais procurados são a transmissão ao vivo (58%), programas esportivos (47%) e noticiários esportivos (43%). Entre os eventos ao vivo, os favoritos são o futebol (93%), o vôlei (41%) e a Fórmula 1 (29%). Os principais motivos que levam os entrevistados a procurarem este tipo de conteúdo na televisão são a qualidade das reportagens e programas de entrevista (47%) e a credibilidade das informações (18%).

A pesquisa abordou também quais eram as formas de publicidade que mais chamavam a atenção dos entrevistados nas atrações esportivas. A marca nos uniformes é a modalidade de maior visibilidade (69%), seguida dos anúncios no local do evento (68%), fala do locutor (67%), vinhetas nas transmissões (62%) e intervalo das partidas (59%). No estudo relativo à TV, o Ibope listou as categorias de anunciantes que mais associavam suas marcas aos programas esportivos tanto na TV aberta quanto na Internet. No topo da lista tanto dos canais pagos como dos abertos estão as marcas de cerveja. Nas demais posições, há diferenciação. Na TV aberta, a segunda categoria mais presente no conteúdo esportivo é refrigerantes, seguida de lojas de departamento. Na TV paga, os veículos e as instituições financeiras ficam com o segundo e terceiro lugar, respectivamente.

Redes sociais

Na Internet, 40% dos entrevistados buscam notícias esportivas no geral e 35% querem assistir a jogos e competições esportivas. Entre os entrevistados que procuram conteúdo esportivo na Internet, 75% assistem a vídeos e 34% lêem blogs. Os conteúdos esportivos também estão bastante associados às redes sociais: 73% buscam ou compartilham informações sobre esportes nas redes

terça-feira, 12 de julho de 2011

Ibope começa a medir audiência de TV no celular

Por Daniele Frederico do PAY-TV NEWS

O Ibope lança no segundo semestre um projeto de medição de audiência de TV digital em celular. Realizado em parceria com a Vivo e a Samsung, a pesquisa fornecerá informações sobre o uso da TV digital no celular, os programas mais assistidos, o percentual de pessoas que usam a TV, audiência minuto a minuto, entre outras.

Para essa medição, os aparelhos saem de fábrica com um meter instalado. Trata-se de um software que começa a funcionar depois que o usuário do aparelho concorda em participar da pesquisa do Ibope. Após o processo de autorização e coleta de informações demográficas - o aparelho emite um SMS para o Ibope, e a equipe operacional entra em contato com o usuário para coletar as informações demográficas – o aparelho passa a enviar as informações de sintonia para o Ibope toda vez que o usuário acessa a TV digital.

Inicialmente, o aplicativo será instalado em 2 mil aparelhos em São Paulo. Em uma segunda etapa, uma amostra será implantada no Rio de Janeiro e, depois das duas praças, será montado um plano para expansão nacional.

Os testes iniciais começam no segundo semestre de 2011, e a previsão de divulgação dos primeiros dados é 2012.

terça-feira, 5 de julho de 2011

O pior Ibope da história da TV Globo

Por Altamiro Borges, em Patria Latina

O jornalista Ricardo Feltrin, editor de entretenimento da Folha, publicou na sexta (01) uma nota bombástica sobre a queda de audiência da poderosa TV Globo:

"A Globo viu seu ibope em junho crescer 0,4 ponto na Grande São Paulo em relação a maio: de 16,6 para 17 pontos. Mesmo assim a emissora teve o menor ibope já registrado nesse mês, desde que a audiência das TVs passou a ser medida, em 1970. O resultado vale para a chamada faixa comercial, das 7h à 0h.

Até então, junho de 2008 fora o pior de todos, com média de 17,1 pontos. Historicamente, junho é um dos meses em que as TVs estão mais ligadas, e quando há mais pessoas diante dos aparelhos. A equação frio + mês de provas + poupar dinheiro para as férias iminentes faz com que, na média, 43% das TVs estejam ligadas - um dos índices mais altos em situação de normalidade (quando não há grandes catástrofes ou competições).

Para efeito de comparação, em junho do ano passado a Globo marcou 18,5 pontos, mas então havia a Copa da África - que, curiosamente, também não elevou o ibope da emissora em relação ao junho anterior (2009), quando também havia marcado 18,5 pontos".

O gráfico que acompanha a matéria é ainda mais impressionante. Mostra que a audiência da TV Globo está definhando de forma acelerada. Em 2006, apenas quatro anos atrás, a média foi de 25,7 no Ibope. Agora, em junho, foi de 17 pontos. Cada ponto equivale a 58 mil casas ligadas na Grande S.Paulo.

Crise na direção da emissora

Vários fatores explicam o acentuado declínio. Há a migração das telinhas da TV para os computadores conectados à internet - um fenômeno mundial, que atinge principalmente a juventude. Há também o aumento da concorrência com a TV por assinatura, que cresceu no Brasil nos últimos quatro anos.

Seja qual for o motivo, a queda da audiência constatada pelo insuspeito Ibope - que sempre serviu aos interesses da poderosa TV Globo - deve gerar uma baita dor de cabeça nos filhos de Roberto Marinho. Nos bastidores, a emissora inclusive já discute como se tornar mais "popular" e há fortes boatos de que algumas cabeças globais devem dançar, com mudanças na sua direção.

sábado, 2 de julho de 2011

Um, entre cada três brasileiros, ouve a Voz do Brasil

O Ibope divugou uma pesquisa sobre o perfil de audiência radiofônica, em especial nos grandes centros. Por ela, o brasileiro ouve mais rádio em casa, do que no carro. Ouve mais rádio dia de semana, do que nos finais de semana. E entre 18 e 20 horas, a audiência é de 31% entre AM e FM. Ou seja, o brasileiro gosta de ouvir a Voz do Brasil, 1, entre cada 3, brasileiros tá lá com o radinho ligado ouvindo o programa que aAbert quer dar um basta.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

76% dos internautas adultos dizem navegar enquanto veem TV

Do Tela Viva news

O Ibope Nielsen Online divulgou números da pesquisa BuzzMetrics, que analisa a relação da programação da TV brasileira com as redes sociais. O estudo aponta que a proximidade da Internet com a televisão nos lares começa a estimular nos brasileiros o hábito de comentar online o conteúdo dos programas exibidos na telinha. Entre os adultos que usam a Internet, 76% afirmam que navegam enquanto assistem TV e, entre eles, 54% publicam comentários, 30% trocam torpedos e 67% trocam mensagens instantâneas. O estudo mostra que os maiores programas da TV têm potencial para gerar grandes picos de discussão nas redes sociais, hoje acessadas por 87% dos internautas brasileiros.

Gêneros

O BuzzMetrics investigou três assuntos televisivos muito discutidos na esfera social: futebol, reality shows e novela. Nos três, um mesmo fenômeno se repete: as discussões se aquecem sempre que eventos considerados importantes pelo público acontecem.

De dezembro de 2010 a abril deste ano, foram encontradas quase 5 milhões de mensagens que citavam o nome dos principais reality shows nacionais. Os principais picos quase sempre estão relacionados com eventos predeterminados pelos programas: eliminação, provas por liderança, abertura e encerramento dos programas.

No mesmo período, as mensagens que continham a palavra novela demonstram que o interesse do público pelo tema fica muito maior nos momentos finais da trama. Os maiores picos apontados são referentes ao último capítulo de duas novelas - "Passione" e "Tititi". O aumento das discussões online na reta final das teledramaturgias assemelha-se ao que ocorre com a audiência no decorrer de uma novela. O último capítulo geralmente desperta mais interesse dos telespectadores, mesmo daqueles que nem acompanham.

As mensagens com a palavra futebol chegaram a quase 2 milhões, apontando a mesma tendência do comportamento dos internautas que comentam reality shows e novelas. O fato mais importante desse tema foi a despedida do jogador Ronaldo dos gramados, que incrementou em 27% a audiência dos programas esportivos em relação à semana anterior e aumentou exponencialmente as discussões nas redes sociais sobre um tema tão comentado pelos brasileiros.

Timing

Ainda segundo o Ibope Nielsen Online, através da pesquisa Social TV foi possível perceber também que o período das 18 às 24h é o preferido por 85% dos usuários que comentam na Internet sobre o programa que estão assistindo na TV. Para o instituto, isto mostra que o futuro dos meios está na combinação entre eles.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Agentina: governo cria aferidor de audiência da tv pública

Por Daniel Rittner, do Valor Econômico

No Brasil e em boa parte dos outros 14 países onde atua, o Ibope virou sinônimo de prestígio e sucesso, como atesta o verbete já incorporado a dicionários da língua portuguesa. Mas a empresa já foi várias vezes alvo de críticas. De certo modo, a polêmica acompanha a história dessa multinacional brasileira, fundada em 1942 e hoje dona de um faturamento anual de US$ 300 milhões, com pesquisas eleitorais e medição de audiência.

Mas agora, pela primeira vez, ao governo de um país, a Argentina, decidiu atacar publicamente o Ibope, desconfiado de suas medições, e construir um sistema estatal para saber o que as pessoas estão vendo na TV. Ela acusa o Ibope de “práticas monopólicas” e de “falta de transparência”.

O novo índice de audiência televisiva ficará a cargo da Afsca, a Autoridade Federal de Serviços de Comunicação Audiovisual, ligada à Casa Rosada. A entidade está comprando quatro mil “people-meters”, aparelhos que são instalados nas TVs para acompanhar a troca de canais pelos telespectadores, em tempo real. Um conselho de universidades federais supervisionará a implantação do índice.

“Faremos um processo em duas etapas”, disse ao Valor o diretor de supervisão e avaliação da Afsca, Gustavo Bulla. A primeira, segundo ele, funcionará em julho com dois mil aparelhos que medirão a audiência na região metropolitana de Buenos Aires. A segunda, até o fim do ano, envolverá outros dois mil aparelhos nas capitais do interior com um milhão de habitantes ou mais, como Córdoba, Rosário e Mendoza. “O sistema será auditado pelas universidades e seus resultados serão de acesso livre e gratuito. Não haverá a necessidade de assinatura.”


Canal 7

Para o diretor da Afsca, o novo índice refletirá melhor a audiência do Canal 7, como é conhecida a TV pública na Argentina. “O Canal 7 é um dos mais maltratados pelas medições do Ibope. Qualquer um vê que sua influência maior está no interior do país, o que hoje não é devidamente quantificado.”

Num processo contra o Ibope que tramita na Comissão Nacional de Defesa da Concorrência, por suposta manipulação de números, esse argumento já havia surgido. O presidente da TV pública, Tristán Bauer, anexou ao processo uma carta na qual diz que a audiência da emissora atingiu, no horário nobre, 16,5 pontos em janeiro – três vezes mais do que indica o Ibope. Para isso, valeu-se de dados apurados pela consultoria Aresco, contratada para fazer a medição telefônica de audiência por meio de 3.200 ligações entre 20h e meia-noite.

Na carta, Bauer cita uma série transmitida em horário nobre pelo Canal 7 e a existência de um grupo no Facebook com 113.638 fãs. “A grande repercussão do programa nas diversas redes sociais confirma que ele tinha uma grande quantidade de adeptos”, escreveu.

Bulla acredita que o novo índice afetará a divisão do bolo publicitário, mas avalia que a iniciativa não deve ser entendida pelo aspecto econômico ou comercial. “O pior dano causado por uma medição inadequada é a ausência de riscos criativos, pelo temor de que um programa não seja viável. Isso alimenta um fenômeno mundial: a TV ficou muito repetitiva. E afeta principalmente a televisão aberta, que se financia pela publicidade.”

Publicidade governamental

Um mercado de publicidade que movimenta 4,8 bilhões de pesos (US$ 1,2 bilhão) por ano em anúncios de TV está por trás das acusações do governo argentino ao Ibope. Como em qualquer lugar do mundo, os anunciantes tendem a escolher as emissoras mais vistas para difundir seus produtos.
Em 2010, pela primeira vez em mais de uma década, o Canal Trece superou a Telefé na liderança pela audiência. E o Trece pertence ao Grupo Clarín, arqui-inimigo do governo desde a crise política com os ruralistas, há três anos.
Apesar disso, a divisão da publicidade oficial coincide cada vez com a preferência dos telespectadores. Um levantamento recente do jornal “La Nación” mostra que o governo reduziu de 41,7 milhões para 5 milhões de pesos, comparando os dez primeiros meses de 2009 e de 2010, seus anúncios na emissora do Clarín. Os gastos da Casa Rosada em publicidade no Canal 9, que tem programas de debate político bastante dóceis à presidente Cristina Kirchner, equivaleram à soma dos anúncios oficiais em todos os demais canais da TV aberta na Argentina.
O Canal 7, como é conhecida a TV pública, atingiu média de 2,9 pontos na audiência medida pelo Ibope. Recebeu 4,5 milhões de pesos em publicidade do governo, mas esse número engana. Na temporada 2009/2010 do futebol argentino, a Casa Rosada gastou US$ 150 milhões para levar à TV pública os jogos das 20 equipes que disputam a primeira divisão.
No início deste ano, a “estatização” do futebol chegou também à segunda divisão, mas o governo não consegue recuperar nem minimamente – com anúncios e patrocínios – o dinheiro gasto nas transmissões.
Apesar do apelo do esporte, a audiência do Canal 7 não disparou – muito menos foi absorvida pelo programa de debate político que a emissora geralmente põe no ar logo após as partidas. Um dos programas mais polêmicos da televisão argentina, o “6, 7, 8” costuma servir de palanque para comentaristas abertamente ligados ao kirchnerismo – jornalistas, políticos e autoridades – defenderem políticas públicas e atacarem a mídia.

Dosando cuidadosamente as críticas ao governo argentino, o CEO do Ibope Media, Flávio Ferrari, vê na baixa audiência da TV pública um dos motivos para a criação de um índice oficial. “Tenho mais a sensação de que a motivação original não seja manipular o número, mas de que alguém do governo não acredite que sua emissora preferida tem níveis de audiência que não os desejados”, afirmou. “Talvez algum político não tenha ficado satisfeito com o fato de que os canais em primeiro lugar não são simpáticos ao governo. Não tenho como julgar nada. Mas sou obrigado, como profissional do mercado, a considerar uma tentativa de fazer ou justificar uma redistribuição da verba publicitária.” (D.R.)

***

Empresa diz que mercado percebe a sua isenção

Alvo de bombardeio do governo da Argentina, o Ibope Media acredita que a ofensiva é “ruim” para a reputação da empresa no país, mas avalia que o impacto sobre seus negócios depende essencialmente do nível de confiança dos anunciantes na medição estatal de audiência.

“Que afeta a nossa reputação, é claro. É sempre chato ver o governo falando mal de uma empresa. Mas os nossos clientes não estão levando essas críticas tão a sério”, disse ao Valor o principal executivo do Ibope Media, Flávio Ferrari, que comanda as operações da multinacional no Brasil e em outros 14 países do continente – Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, Estados Unidos, Guatemala, México, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, Uruguai e Venezuela.

Quanto aos impactos, opina Ferrari, “só saberemos disso no futuro”.
“Se o governo der essa informação [dados detalhados sobre a audiência] gratuitamente a todos os interessados, não haveria, em tese, mais mercado para o Ibope. Mas acredito que o próprio mercado perceberá o Ibope como a única medidora isenta, pois não temos interesses diretos ou indiretos nos resultados”, afirma o executivo.

A medição de audiência televisiva é um mercado que, segundo Ferrari, funciona tradicionalmente com apenas um operador por país. A exceção é o Uruguai, onde o Ibope convive com outro índice privado. “Na Europa, costuma-se fazer licitação para escolher a casa medidora a cada três ou quatro anos. O que está acontecendo na Argentina, até onde eu conheço, é uma iniciativa única no mundo”, diz.

Quem acompanha os números do Ibope, com uma auditoria permanente, é a Câmara de Controle de Medição da Audiência (CCMA). Trata-se de uma instituição que congrega representantes da mídia, das agências de publicidade e dos anunciantes. Para Ferrari, “todo o controle que o mercado pode exercer em busca de qualidade e monitoramento do Ibope, é feito”. O diretor da Afsca, Gustavo Bulla, pondera: “Parece muito representativa, mas está longe disso. São cerca de 20 grandes grupos”.

O Ibope, que está na Argentina desde 1992, mede a audiência em 850 residências de Buenos Aires e em 2.450 de todo o país. Em 2010, o grupo – que inclui a divisão de pesquisas políticas – faturou perto de US$ 300 milhões nos países onde atua. (D.R.)

terça-feira, 5 de abril de 2011

Ibope medirá em tempo real audiência de TV no DF

A partir deste mês, o IBOPE Mídia disponibilizará informações de audiência em tempo real também no Distrito Federal. A capital federal passa a figurar ao lado de outras cinco regiões metropolitanas do Brasil que contam com o serviço: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e Curitiba.

“O real time é fundamental para as emissoras que possuem programação local ao vivo, pois permite uma análise rápida para tomada de decisão no momento em que o programa está sendo veiculado”, afirma Marco Formenton, gerente da filial do IBOPE Mídia para a região.

O acesso ao real time na capital federal será oferecido exclusivamente no aplicativo TC.Net, que possibilita permite visualização sobre dados de audiência e imagens das emissoras em tempo real pela internet e telefone celular (acesso via Iphone).

Desde 2002, o Distrito Federal, conta com a medição regular de dados de audiência por meio de um equipamento chamado Peoplemeter que, instalado nos domicílios, registra a emissora sintonizada e transmite os dados automaticamente para a central do IBOPE.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Quanto vale um ponto de audiência no Ibope?

Do M&M Online

Com a atualização anual dos dados do IBGE sobre o número de domicílios das cidades brasileiras, em 2011 um ponto de audiência de TV aferido pelo Ibope Mídia passa a significar menos domicílios na Grande São Paulo e na Grande Rio de Janeiro. Isto porque o IBGE apontou uma pequena redução do número de residências em ambas as praças. Um ponto de audiência em São Paulo equivalia, em 2010, a 59.863 domicílios. Hoje representa 58.236 lares. No Rio de Janeiro, a mudança foi de 36.832 para 35.194.

Nas duas regiões metropolitanas, há, no entanto, um ligeiro aumento do número de pessoas por domicílio — o que significa mais telespectadores. Vale lembrar que o número total de domicílios em São Paulo é hoje quase 20% superior ao de 2004, quando, por exemplo, cada ponto de audiência equivalia a 44.953 residências. Hoje, cada domicílio tem em média 3,3 habitantes, segundo o IBGE.

O Ibope Mídia expande neste semestre as praças nas quais faz medição de audiência de TV em tempo real. Além de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre, onde já é oferecido ao mercado, o instituto inaugura o serviço em Curitiba e no Distrito Federal, em abril, e em Recife, em maio. Assim, a capital pernambucana será a primeira capital do Nordeste a contar com a medição de audiência de TV em tempo real do Ibope.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Governo argentino cria instituto para medir audiência de TV

Do TelaViva News

O governo argentino planeja montar um instituto próprio de medição de audiência de TV, conforme o noticiário BroadcasterNews. A iniciativa seria "para acabar com o monopólio do Ibope", sendo que o governo do país vizinho já anunciou uma licitação para a compra de duas mil unidades de equipamento para medição de audiência. O projeto será coordenado pelas universidades públicas, com apoio da autoridade responsável pela aplicação da lei de imprensa.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Em seis anos Record cresce 117% ; Globo e SBT despencam

Por Ricardo Feltrin, no UOL

Dados inéditos mostram que o gasto valeu a pena: a participação da Record no universo de TV’s ligadas, o chamado share, passou de 7,8% em 2004 para 16,9% este ano (dados até 30 de setembro). Isso significa um impressionante crescimento de 117% da Record dem seis anos. Em outras palavras: em 2004, de todos os aparelhos de TV ligados no Brasil, entre 7h e 0h, apenas 7,8 estavam sintonizados na Record. Este ano, a Record já tem 17.

Por outro lado, em 2004 a Globo tinha 55,7% das TV’s ligados. Este ano esse número caiu para 44,4% — uma queda de 20,3%. É aproximadamente a mesma porcentagem de queda de pontos no ibope da emissora no mesmo período (cada ponto de ibope vale por cerca de 60 mil residências sintonizadas na Grande São Paulo).

A maior vítima do trator financeiro que a Record colocou em movimento nesta década, com aval de sua controladora — a Igreja Universal do Reino de Deus, de Edir Macedo — , foi o SBT de Silvio Santos. Desde 2004, o share do SBT desabou de 19,3% (19,3 em cada cem TVs ligadas) para 13,1% este ano. Trata-se de uma redução de 32%.

No mês de setembro ainda, entre 7h e 0h, a Globo registrou o menor share desde que passou a ser medido: 42,2%. Os menores índices até então ocorreram também este ano. Em agosto último o share foi de 42,9%.
Um mês antes (julho), havia marcado 43,1%.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Internet: Ibope lança ferramentas de análise das redes sociais

Do Telaviva news

O alcance das redes sociais em março, segundo o NetView, foi de 85,6% dos internautas ativos no trabalho e residência. Atentos a esse número, o Ibope Mídia e o Ibope Nielsen Online anunciaram o lançamento de duas novas ferramentas para análise das redes sociais e sua relação com as marcas. Uma delas, a Buzz Metrics, identifica por meio de uma palavra-chave quantas vezes empresas, marcas, produtos, campanhas ou eventos foram citados em redes sociais, blogs, microblogs, fóruns, vídeos e conteúdo online de mídias tradicionais.
Atualmente a cobertura na língua portuguesa do BuzzMetrics é de mais de 4,5 milhões de blogs, 70 mil fóruns e 50 milhões de comentários.
Já o VideoCensus fornece análises sobre o desempenho dos vídeos e anúncios, focadas no comportamento do usuário, com informações como o tempo médio assistido pelos espectadores, quais os conteúdos mais acessados e o número de vezes que os vídeos são reproduzidos.
A ferramenta atribui uma nota que mede a qualidade da experiência do espectador em relação ao vídeo e ao conteúdo publicitário, batizada em inglês de "average attentiveness score".

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Empresa fará pesquisa de audiência unificada com TV e Internet

Do M&M Online

Pressionada por consórcio de empresas de mídia, agências e anunciantes, a empresa Nielsen instalará medidores de audiência na internet para chegar a um número total.

O lançamento do consórcio CIMM (Coalition for Innovative Media Measurement ), formado por empresas da mídia como Time Warner, Disney e Viacom, além de anunciantes como Unilever e AT&T, e agências como a MediaBrands, do grupo Interpublic, trouxe um grande problema para a Nielsen. Uma das principais propostas da coligação é a medição conjunta de audiência de TV e internet, uma demanda cada vez maior dos anunciantes.

Pois a Nielsen informou nesta quarta-feira, 2, a seus clientes que prestará esse serviço até o final de 2010. Segundo o AdAge, a empresa instalará medidores de tráfego na web, de modo a incluir a audiência online à audiência tradicional de TV. O produto tem sido desenvolvido há três anos.

Assim, os índices de audiência poderão incluir a quantidade de pessoas que assistem ao programa, por exemplo, em sites como o Hulu, uma joint venture entre News Corp, NBC Universal e Walt Disney, além da iniciativa TV Everywhere, da Time Warner e Comcast.
Ao final deste mês, a Nielsen inicia a instalação de 7,5 mil medidores e espera ter os primeiros dados em 31 de agosto de 2010.

O AdAge observa que o mercado de vídeos online ainda não chegou a US$ 1 bilhão, enquanto a televisão está na faixa de US$ 70 bilhões. Mas a migração de audiência para a internet tornou mais importante a medição para anunciantes e emissoras de televisão.

sábado, 26 de setembro de 2009

Ibope/Nielsen divulga ranking da Internet brasileira

Do Tela Viva News, em 22/09/2009

O Ibope Nielsen Online divulgou segunda, 22/9, o ranking das 10 marcas da internet brasileira. O instituto diz que não recomenda a divulgação, por parte de seus clientes, de ranking deste tipo, já que seria possível gerar inúmeros rankings, sob variados critérios, incluindo ou não aplicativos, por empresas controladoras, por marcas, por sites, por domínios ou por categorias.
O Ibope Nielsen Online afirma que está publicando o ranking excepcionalmente neste mês "visando dar ao mercado uma visão completa do panorama atual".
A medição mostra que em agosto, 37,3 milhões de pessoas usaram a Internet no trabalho ou em residências, crescimento de 2,3% sobre os 36,5 milhões registrados no mês de julho. A quantidade de pessoas com acesso no trabalho ou em residências, que era de 44,5 milhões, cresceu 5% e chegou a 46,7 milhões.
A projeção divulgada do número de pessoas com acesso à Internet em qualquer ambiente (residências, trabalho, escolas, lan-houses, bibliotecas e telecentros), considerando os brasileiros de 16 anos ou mais de idade com posse de telefone fixo ou móvel, é de 64,8 milhões. Considerando apenas os internautas residenciais, o crescimento mensal do número de usuários ativos em agosto foi de 5,4%, atingindo a marca de 29 milhões de pessoas. Em relação a agosto de 2008, a evolução foi de 19%. O tempo de navegação por pessoa em residências chegou a 30 horas e 33 minutos. O número de pessoas que moram em domicílios em que há a presença de computador com internet cresceu para 42,2 milhões.
O Ibope Nielson divulgou dois rankings, um considerando aplicativos e outro desconsiderando a audiência através de aplicativos de acesso.
Veja os ranking abaixo.
Painel de residências e local de trabalho - 10 marcas, incluindo aplicativos - agosto de 2009:
* 1º - Google, com audiência única de 34,173 milhões de pessoas;
* 2º - MSN/WindowsLive/Bing, com audiência única de 32,579 milhões de pessoas;
* 3º - Orkut, com audiência única de 27,893 milhões de pessoas;
* 4 º - UOL, com audiência única de 27,685 milhões de pessoas;
* 5 º - Microsoft, com audiência única de 25,700 milhões de pessoas;
* 6 º - iG, com audiência única de 23,999 milhões de pessoas;
* 7 º - Globo.com, com audiência única de 22,918 milhões de pessoas;
* 8 º - Terra, com audiência única de 22,776 milhões de pessoas;
* 9 º - YouTube, com audiência única de 22,434 milhões de pessoas;
* 10 º - Yahoo! , com audiência única de 21,871 milhões de pessoas.

Painel de residências e local de trabalho - 10 marcas, excluindo aplicativos - agosto de 2009:

* 1º - Google, com audiência única de 34,137 milhões de pessoas;
* 2º - Orkut, com audiência única de 27,893 milhões de pessoas;
* 3º - MSN/WindowsLive/Bing, com audiência única de 27,707 milhões de pessoas;
* 4º - UOL, com audiência única de 27,685 milhões de pessoas;
* 5º - iG, com audiência única de 23,999 milhões de pessoas;
* 6º - Globo.com, com audiência única de 22,918 milhões de pessoas;
* 7º - Terra, com audiência única de 22,776 milhões de pessoas;
* 8º - YouTube, com audiência única de 22,434 milhões de pessoas;
* 9º - Yahoo!, com audiência única de 21,781 milhões de pessoas;
* 10º - Blogger, com audiência única de 19,134 milhões de pessoas.