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segunda-feira, 10 de março de 2014

Cuba libera acesso a e-mail via celulares

Publicado anteriormente em Onmagazzine 
Cuba anunció este sábado la apertura de un servicio que permitirá acceder a una cuenta local de correo electrónico en los móviles, una novedad en la isla debido a las restricciones que existen para la conexión a internet desde los celulares y en los hogares.La estatal Empresa de Telecomunicaciones de Cuba (Etecsa), que controla el sector, habilitará en los móviles una cuenta con dominio local para aquellos clientes que ya tengan contratos previos de correo o navegación por internet con un portal nacional específico, informó el diario oficial Juventud Rebelde.
“Por el momento solo podrá consultarse desde el móvil un correo nauta.cu, que se obtiene contratando una cuenta de correo o de navegación por internet en el servicio Nauta”, explicó el periódico.“No se podrá acceder aún desde el móvil a otro tipo de servicio webmail o de email gratuito en internet, por lo que se recomienda redirigir los recibidos en estos a la cuenta de Nauta”, precisó.Según las tarifas divulgadas, los cubanos pagarán 1 peso convertible (CUC, equiparable al dólar) por cada megabyte recibido o enviado en el correo, un precio elevado para la mayoría de los habitantes de la isla, donde la media salarial mensual ronda apenas los 20 dólares.En Cuba, el Gobierno privilegia el uso “social” y en locales públicos de internet y tradicionalmente ha culpado de sus problemas de conexión al bloqueo de EEUU porque esa política obliga a la isla a acceder a la red mediante un enlace por satélite que hace la conexión lenta y cara.
Sin embargo, desde 2011 el país cuenta con una conexión de fibra óptica gracias a un cable submarino tendido desde Venezuela y con el que finalmente se procedió en 2013 a aumentar los puntos públicos de acceso a la red y ampliar los servicios.En junio del año pasado se abrieron más de 100 nuevas salas estatales de navegación donde, a través del portal nacional Nauta, se comenzaron a ofertar cuentas permanentes o temporales para navegar por la red, entre otros servicios.
La aparición de esas salas inauguró una serie de pequeños pasos por parte del Gobierno en los últimos meses para mejorar el acceso a internet, en un país donde el porcentaje de conectividad es de un 15 por ciento y la gran mayoría de los habitantes no puede acceder a la red en sus hogares.
Hasta el momento, esa posibilidad solo se permite a determinados profesionales como médicos, periodistas, académicos, intelectuales y artistas.Juventud Rebelde indicó hoy que el nuevo servicio de correo electrónico en los celulares se suma a las utilidades que ofrece Etecsa y que “deberán seguirse ampliando en el futuro próximo con la apertura también de la navegación por internet a través de estos dispositivos móviles”.
Ya en febrero pasado una resolución del Ministerio de Comunicaciones divulgaba normas y tarifas aplicables a personas naturales para la transmisión de datos por telefonía celular, y anunció que en el tercer trimestre de este año se establecerán “planes comerciales” para la modalidad de prepago.
Otra novedad conocida este año fue la decisión de rebajar las tarifas de conexión a la red para las personas jurídicas (empresas y otras entidades).Fuentes del Ministerio de Comunicaciones aseguran que Cuba prevé desarrollar el acceso a internet desde los hogares, aunque no se han fijado plazos concretos.

domingo, 9 de março de 2014

Jornalista lança livro sobre ascensão e queda do império de Eike Batista

“Ascensão e Queda do Império X”, 

do jornalista Sergio Leo, 

conta os bastidores da fortuna
de mais de US$34 bilhões
que virou pó


Ele figurou as capas das principais publicações do país nos últimos anos. Primeiro protagonizando uma história promissora, de empresário vencedor por seu próprio esforço, sem vergo­nha de ser rico e com lições de sucesso a compartilhar. Depois com a derrocada de um império que valia bilhões de dólares. Em “Ascensão e Queda do Império X”, o jornalista Sergio Leo desconstrói o mito criado em torno de Eike Batista. O livro já pode ser adquirido na sua versão digital. Nas lojas de todo o país, a publicação chegará na segunda quinzena de fevereiro.
Em 264 páginas, Sergio Leo conta com leveza e humor tudo o que todos sempre quiseram saber sobre os bastidores da história de um dos homens mais ricos do mundo. Ele revela os equívocos gerenciais que comprometeram a saúde das suas empresas e as falhas que lhe permitiram vender ilusões dispendiosas – e que resultou na dizimação de sua fortuna. Tudo o que acontecia longe dos holofotes é mostrado pelo autor com base em depoimentos de pessoas ligadas ao governo fede­ral e a governos estaduais, antigos executivos de empresas do grupo EBX e executivos do setor de petróleo, amigos de Eike Batista e espe­cialistas.
As histórias das empresas X, como a fundação da mina Novo Planeta, são apresentadas, mas não pela versão do ex-bilionário. O livro mostra que, na origem, Eike não foi o self made manque dizia ser, e traz à tona os nomes de sócios que o ajudaram no começo da carreira, como o suíço Felix Jean Chille, administrador de fortunas, e outros investidores de peso. “Ascensão e Queda do Império X” esclarece também qual foi o verdadeiro papel de Eliezer Batista. O pai, Eliezer Batista, foi uma figura importante na construção da carreira de Eike, com sua rede de contatos e fazendo intervenções em momentos decisivos”, comenta o autor.
As excentricidades – como o uso do X, do número 3 e do sol como símbolo de seu grupo – também são abordados no livro. Sua fama como ex-marido de Luma, as transações e trocas de favores, a cronologia da decadência das principais empresas X e as jogadas de marketing que o ajudaram a vender suas ideias completam a obra.

Lançamento

O lançamento do livro, em Brasília, acontece na quarta-feira, 12/3, na Livraria Cultura do Casa Park, a parit das 19h30.

Sobre o autor

Colunista e colaborador do jornal Valor Econômico. Carioca, graduou-se em jornalismo pela Escola de Comunicação da UFRJ. Desde 1985 vive em Brasília, onde primeiro trabalhou no Jornal do Brasil, cobrindo o Plano Cruzado e todos os outros planos econômicos que se seguiram. Atuou ainda na TV Globo, nos jornais Folha de S.Paulo, O Globo e O Estado de S. Paulo, e nas revistas IstoÉ e IstoÉ Dinheiro, da qual foi diretor em Brasília. Em 2000, integrou a equipe que fundou o Valor, no qual, três anos mais tarde, se tornaria também colunista. Como escritor, ganhou o prêmio Sesc de Literatura em 2008 por seu livro de contos Mentiras do Rio. “Ascensão e Queda do Império X” é o sua primeira publicação pela Nova Fronteira.

Opinião: Até o México peita os barões da mídia

Por Altamiro Borgesm publicado anteriormente em Pátria Latina
Nos últimos anos, o México virou o queridinho da mídia colonizada. Servil aos EUA e comandado por forças direitistas, ele seria o contraponto aos governos mais à esquerda da América Latina e aos projetos de integração soberana da região. Toda esta paixão, porém, deve sofrer fortes abalos. Nesta semana, a agência reguladora de telecomunicações do México aprovou um projeto que obriga o principal império midiático do país, o Grupo Televisa, a se desfazer de parte dos seus negócios. A empresa terá de compartilhar a sua infraestrutura com outras companhias e perderá o direito à exclusividade nas transmissões de eventos esportivos, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Será que a mídia colonizada do Brasil rotulará o governo mexicano de “chavista” e “comunista”?
A medida aprovada pelo Instituto Federal de Telecomunicação (Ifetel) visa estimular a concorrência neste setor estratégico e reduzir o monopólio da Televisa, que atualmente controla 70% do mercado – outros 30% estão nas mãos do Grupo Azteca. O objetivo explícito é o de reduzir o poder destes grupos midiáticos, que colocam em risco a frágil democracia do país. Segundo a edição brasileira do jornal espanhol El País, o projeto aprovado representa “um duro golpe” nos monopólios e “pode causar uma reviravolta no panorama televisivo do país”. A direção do Grupo Televisa está atordoada e já anunciou que tomará todas as medidas legais para defender o seu “modelo de negócios” e a “liberdade de expressão” – a mesma conversa fiada dos barões da mídia nativa.
Além de proibir a Televisa de oferecer com exclusividade conteúdos “que no passado geraram altos níveis de audiências”, como torneios nacionais de futebol, finais de Copas do Mundo ou Olimpíadas, e de obrigá-la a conceder sua infraestrutura aos concorrentes através de uma tarifa pública e negociada, o projeto ainda determina que o grupo deverá fornecer toda a informação que for solicitada pela Ifetel, incluindo os dados sobre tarifas publicitárias. Imagine se estas medidas fossem aplicadas no Brasil! A TV Globo não sobreviveria por muito tempo! Ela seria obrigada a divulgar, pelo bem da transparência pública, os dados sobre o Bônus de Volume, o famoso BV, que nutre o esquema de suborno e propina entre a emissora e as agências de publicidade no Brasil.
As mudanças no México não se limitam às concessões públicas de televisão. Há vários meses, o Ifetel também investiga a empresa América Móvil, do magnata Carlos Slim, que controla 84% do mercado de telefonia fixa e de internet no país. Já numa parceira com a empresa de telefonia celular Telcel, o grupo domina 70% do setor. “Tanto a América Móvil como Televisa são de propriedade de dois mexicanos que integram a lista Forbes dos homens mais ricos do planeta. Carlos Slim, até este ano o homem mais rico do mundo, ocupa agora o segundo lugar com uma fortuna de 72 bilhões de dólares (168,54 bilhões de reais). Emilio Azcárraga, proprietário do Grupo Televisa, é o número 663, graças aos seus 2,6 bilhões de dólares (6,06 bilhões de reais)”, relata o jornal El País.
“A ação do instituto regulador contra ambos os grupos é o primeiro passo da ‘reforma das telecomunicações’, impulsionada no ano passado pelo presidente mexicano Enrique Peña Nieto, que seus críticos batizaram durante a campanha eleitoral como ‘o candidato da Televisa’, pelo suposto apoio que teria recebido dessa emissora de televisão. A lei, que inclui uma reforma constitucional, foi aprovada em junho de 2013 e contou com o apoio dos principais partidos da oposição, PAN (de direita) e PRD (de esquerda)”. Apesar dos atrasos e entraves, as mudanças neste setor estratégico estão em curso no México – assim como no Reino Unido da “bolivariana” Rainha Elizabeth II. Já no Brasil, o governo Dilma Rousseff não tem coragem para enfrentar os perigosos barões da mídia!

Opinião: PIB/2013: derrota do jornalismo econômico

Quem conduz a cabeça do jornalismo
econômico brasileiro na atualidade
é a pesquisa Focus. São ouvidos
100 analistas do mercado financeiro,
semanalmente, pelo Banco Central.
Taí porque, também, o BC, apoiado
nessa manipulação escandalosa,

tem errado feio nas projeções do PIB.
Os 100 analistas, todos ligados aos
bancos, projetaram, ao longo de 2013,
previsões pessimistas, negativas,
catastrofistas etc.
Quando chegou final de ano,
o país estava estressado de pessimismo,
negativismo, pronto para receber
uma ferrada monumental das
agências classificadoras de crédito,
predispostas, graças às pesquisas
fajutas da Focus, a rebaixarem
a nota da economia brasileira.

Por César Fonseca, publicado originalmente em Pátria Latina

Com base nas previsões, nos chutes, nos furos dos 100 analistas financeiros, todo o jornalismo econômico, ancorado em pura abstração, fez o jogo, claro, dos especuladores.
A economia iria para o buraco porque estava o governo gastando excessivamente mais do que arrecadando, como se tivesse jogando fora, não levando a economia adiante.
A inflação saíra do controle, somente sendo possível um remédio, a elevação da taxa de juro, que, claro, eleva os preços, reduz os investimentos e cria situação negativa.
Deu tudo errado: os investimentos, a agropecuária e os serviços etc cresceram, garantindo o PIB de 2,3%.
É baixo?
Claro, é, mas vai ver as grandes economias, Estados Unidos, Europa, Japão, que apostaram na financeirização econômica global?
Estão no chão, puxando o mundo para baixo, dispondo de moeda conversível, que estabelece as relações de trocas a favor delas, não se sabe até quando.
O BC, com sua pesquisa Focus, chegou a prever recessão!
O jornalismo econômico, cuja fonte de informação são os economistas do mercado financeiro, embarcou na furada do mercado financeiro que enganou o jornalismo antiinvestigativo.
Economias regionais, como as do Sul, Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul tiveram avanço do PIB superior a 6%, crescimento chinês.
Só se ficou sabendo disso, agora, porque o jornalismo econômico não foi à luta para saber o que estava acontecendo, esperando sair pesquisas de laboratório para confirmar tais tendências, quando isso poderia estar sendo visualizado em reportagens competentes, algo inexistente.
O Nordeste, onde a renda dos mais pobres aumentou, graças à melhor distribuição da renda, da mesma forma, registrou performance surpreendente.
Cuidou-se o poder midiático tão somente de martelar que a opção pelo consumo fracassou.
Mas, consumo é produção, produção é consumo, ou não?
Claro, a indústria nacional, que enfrenta a taxa de juro maior do mundo para investimento, não puxou a região sudeste, onde está o grosso da industrialização brasileira.
Isso mostra a necessidade de se tratar a indústria como se trata a agricultura, concedendo a ela juro baixo ou negativo, descontada a inflação, para novos investimentos serem realizados.
Por que não?
O agronegócio brasileiro explodiu porque o governo, a partir de 1994, passou a usar parte do depósito compulsório (dinheiro do povo), canalizado para os agricultores.
O Consenso de Washington, sob governo FHC, articulou essa saída, para o Brasil produzir commodities baratas para exportar, a fim de levantar dinheiro para pagar juros da dívida, que não seriam pagos por meio da produção industrial, visto que os concorrentes não queriam um Brasil industrializado e competitivo para agregar valor ao produto primário.
A anti-realidade mecanicista, construída em
laboratório dos economistas do 
mercado
 financeiro, enganou o jornalismo
 antiinvestigativo que tomou conta da
mídia nacional, comprometida com os 
interesses do capital especulativo, que
conspiram contra a economia
 brasileira, para impedir o seu
crescimento sustentável.
O agronegócio fortalecido, com a grana do povo, aumentou a oferta capaz de atender a demanda e os preços se equilibraram, ao mesmo tempo em que bombaram as exportações.
Ou seja, quem combate a inflação é o dinheiro do povo canalizado para a produção, minha gente!
Enquanto isso, as indústrias tiveram sobre si políticas creditícias criminosas, juros elevados, que inviabilizaram investimentos suficientes para aumentar a produção e atender a demanda interna a preços sustentáveis e equilibrados.
Precisou, nesse período, de lançar mão das importações, no contexto de deterioração dos termos de trocas, contrários aos interesses nacionais, cujos resultados, no ambiente da crise internacional, detonadora, pelos países ricos, de guerra cambial, foram importações maiores do que exportações, responsáveis por elevar os déficits em contas correntes do balanço de pagamentos.
O dinheiro do povo não foi canalizado para a indústria, mas para o bolso dos banqueiros, para esfolar o povo no crediário.
Faltaram e, ainda, faltam decisões políticas e lideranças empresariais fortes capazes de produzir movimentos no Congresso de modo a reverter essa situação, com apoio popular, em favor do interesse nacional.
Predominam, infelizmente, lideranças empresariais frágeis, que preferem ser sócias menores do capital internacional, do que ancorar-se nas forças internas nacionais.
Não será sofrendo crescente deterioração nos termos de troca, produzida por política macroeconômica conduzida pelos especuladores, que determinam dependência econômica nacional eterna da poupança externa, que o país se libertará da ganância especulativa.
O capital nacional existe para ser mobilizado, desde que haja decisão política, como aconteceu em relação à agricultura.
Na Coréia do Sul, por exemplo, esse movimento de mobilização política das forças nacionais se deu em torno da indústria, e o país se transformou em grande potência industrial, visto que a agricultura coreana inexiste.
Como os concorrentes do Brasil, no campo das manufaturas, não interessavam pelo desenvolvimento da indústria, como se interessou pelo desenvolvimento da agricultura, a fim de comprarem commodities baratas, para produzir manufaturas caras, impondo, assim, deterioração nos termos de troca, via políticas cambiais, não pode o setor industrial nacional desenvolver-se, sustentavelmente.
Conseqüentemente, as tensões inflacionárias advêm dessa lógica da dependência que somente será superada por nacionalismo econômico e melhor distribuição da renda nacional, apoiando-se no mercado interno, como se tenta fazer, ainda, insuficientemente, os governos petistas nos últimos dez anos.
Dominada pelo pensamento neoliberal, a grande mídia nacional está a serviço do aprofundamento dessa dependência e não do esclarecimento de suas razões, em favor da educação política do povo.
Os governos Lula e Dilma erraram feio ao não apoiar uma mídia nacionalista como fez Getúlio Vargas.
Getúlio criou a rádio nacional, a tevê nacional e financiou o capital privado para editar um jornal popular, o Última Hora.
Não teve medo das ameaças.
Os governos petistas tiveram medo de serem ousados.
Por isso, o que se vê, hoje, é um tremendo oligopólio midiático conservador e reacionário, com a Rede Globo à frente, promotor de coberturas jornalísticas parciais, tipo programas de debates, como o de William Waack e da Globonews, todos se ancorando em gráficos com números arranjados pelo mercado financeiro, onde o contraditório passa longe.
Todo mundo escravizado pelo pensamento neoliberal.
Leia-se, por exemplo, nos jornais dessa sexta feira  a cobertura econômica sobre o PIB 2013 e não se vê opinião dos representantes dos setores produtivos, mas, apenas, do mercado financeiro.
São eles que estão plenamente disponíveis, a serviço da permanente especulação contra os interesses nacionais, para darem suas opiniões parciais, calcadas em interesses de classe.
Não há o jornalismo verdadeiro, para ouvir e analisar as duas partes da notícia, no ambiente do contraditório, necessário à formação crítica social.
A realidade é dual: masculino-feminino, singular-plural, claro-escuro, yin-yang, positivo-negativo, cara-coroa etc, interagindo-se dialeticamente, no ritmo da circularidade, tal como parafuso, para frente e para o alto.
O jogo do jornalismo brasileiro atual é o de bater na cabeça do prego, enterrando-o em barra de sabão, visão mecanicista.
Os agentes da economia, para o jornalismo brasileiro atual, são aqueles que não trabalham, apenas, especulam, em cima de modelos matemáticos, ciência que se desenvolve ao largo do real concreto em movimento, sem poder determiná-lo, como disse Hegel.
Não se ouve o empresário, não se ouve o trabalhador, agentes da produção e do consumo, para se fazer uma avaliação isenta etc.
Só a direita financeira opina.

O resultado é o que se viu, agora, tiro nágua da turma do periodismo neoliberal acrítico, esquizofrênico, alienado. 

Leituras recomendadas a comunicadores gestores de crise

Por Jão José Forni

Permitam-me algumas sugestões de leitura sobre crises, já que não conseguimos viver sem elas. O Brasil vive hoje três grandes crises. Por mais que o governo faça ou lance programas e use até pirotecnias, como este “Mais Médicos”, não consegue resolver. São as crises nas áreas de segurança, saúde e educação.  Não por acaso, escolhidos “os maiores problemas do Brasil”, em pesquisa recente do Ibope. Por qualquer lado que olhemos, nós só temos retrocessos nesse particular.  Mas ainda há outras, como as crises na mobilidade urbana, pelos transportes que o país oferece, uma vergonha nacional, principalmente nas grandes capitais brasileiras.   
Mas as sugestões de leitura são mais amenas. Para ficar na área do jornalismo e da comunicação, sugiro quatro artigos: “Jornalismo de gabinete acaba gerando factóides” “O Jornalismo diante do assassinato de reputações”, “A crise na mídia e a vocação para pautas negativas” e, postado hoje, “O que a poluição chinesa tem a ver com Jornalismo”.
Outro artigo preocupante é a crise que as grandes e tradicionais livrarias enfrentam na Europa: “Internet e crises ameaçam livrarias na Europa”.  Será muito triste que, com o passar dos anos, livrarias centenárias e verdadeiros patrimônios mundiais se limitem a uma galeria de arquivos para serem lidos nos tablets,  embora seja muito prático e com potencial incrível.  Muitos discordam deste catastrofismo, alegando que o mundo é assim mesmo, que a modernidade aos poucos é assimilada e a gente se acostuma a não ler mais jornalões sentado numa poltrona e curtindo aquele cheiro característico...  Talvez eles tenham razão.  Quem sabe?
Outra boa notícia, essa não é de crise, que gostaria de transmitir. Meu livro “Gestão de Crises e Comunicação – O que Gestores e Profissionais de Comunicação precisam saber sobre crises corporativas” já vendeu 75% da tiragem em cinco meses, principalmente por se tratar de um livro técnico, que não tem condições de concorrer com tantos “tons de cinza” que sujam as prateleiras das livrarias. Por isso, não será nada fácil encontrá-lo na livraria do Shopping, muito menos na pequena livraria. Ao contactar a editora para lançamentos e promoções de marketing, fiquei sabendo de um dado que realmente dificulta concorrer no mercado com uma obra técnica e de um assunto que nem sempre pessoas e organizações gostam de discutir. POR DIA, SÃO LANÇADOS NO BRASIL 90 LIVROS. Quais você acha que a livraria vai escolher para pôr na prateleira?


domingo, 2 de março de 2014

Novo blog jornalístico foca a pesquisa científica

Universidade, Ciência e Ambiente é um novo blog jornalístico. 
Editado por Maurício Tuffani, tem por público-alvo as pessoas que trabalham e estudam nas universidades, faculdades, centros universitários, instituições de pesquisa das diversas áreas do conhecimento e nas entidades públicas e privadas de gestão ambiental e de ciência, tecnologia e inovação, além das organizações não-governamentais que atuam nessas áreas. 
O blog é voltado também para profissionais do jornalismo científico e da divulgação científica. 
Universidade, Ciência e Ambiente publica diariamente nos dias úteis notícias, análises ou comentários sobre política das áreas de pesquisa e desenvolvimento (P&D), ensino superior, ciência e meio ambiente e também sobre assuntos que possam afetar o dia a dia de seu público-alvo. Em caso de urgência da informação, o blog poderá publicar em finais de semana e em feriados.

Jornalista desde 1978, especializado em ciência, educação e meio ambiente, Maurício Tuffani foi repórter e editor de ciência na Folha de S. Paulo, redator-chefe e editor-chefe na revista Galileu(Editora Globo), fundador e diretor editorial da revista Unesp Ciência e, a serviço do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), foi editor-executivo do portal PNUD Brasil e do site Nações Unidas no Brasil.
Para visitar o blog, clique aqui.

Andes-SN seleciona jornalista

O Sindicato Nacional dos Docentes em Instituições de Ensino Superior -Andes-SF seleciona um jornalista para atuar, em Brasíia.
Só poderão participar Jornalistas detentores de graduação em Jornalismo e registro profissional.
Os interessados deverão ter conhecimento de webmídia, fotografia e experiência profissional com movimentos sindicais e ou sociais.
A jornada de trabalho é a prevista na regulamentação do jornalista profissional, 5 horas diárias, e o salário é de R$ 3.700,00, mais benefícios (não detalhados).

Os interessados deverão encaminhar carta, com nome, endereço postal e eletrônico e telefone para contato, solicitando formalmente a inscrição no processo seletivo.
Deverão ser anexados curriculo vitae, cópia do diploma de nível superior em Jornalismo, registro profissional e RG.
Todo este material deverá ser encaminhado, até às 18 horas do dia 12 de março para o endereço eletrônico selecao@andes.org.br
Numa segunda etapa haverá uma prova prática e uma entrevista com aqueles que tiverem tido seus curriculos pré-aprovados;