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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Canadá oferece bolsas a jornalistas latino-americanos

De Medioslatinos


El Centro de Periodistas Canadienses por la Libertad de Expresión (CJFE, por sus siglas en inglés) ha anunciado la apertura de sus becas Scotiabank/CJFE. La beca, financiada por el banco Scotiabank permitirá a los ganadores asistir durante dos semestres al Massey College de la University of Toronto. 
El programa se inicia en septiembre de este año y finaliza en abril del año entrante. El objetivo de la beca es fortalecer el diálogo inter-americano y explorar temas actuales sobre el periodismo y la libertad de expresión en las Américas. 
Los participantes deberán contar con un mínimo de siete años de experiencia y estar trabajando como periodistas en algún país de Lationamérica o el Caribe. Se requiere asimismo que tengan buen dominio del idioma inglés y que estén dispuestos a dejar su trabajo para participar de la beca. Los interesados deberá enviar una propuesta de un plan de estudios sobre un tema de su interés, teniendo en cuenta que el tema será evaluado desde la perspectiva de la libertad de expresión. 
La beca incluye un estipendio mensual, todos los costos universtarios, costos de viaje, alojamiento, comidas y un seguro de salud. La fecha límite para postularse a la beca es el 1 de marzo de 2013. Para más detalles, sugerimos consultar el siguiente link:


Información publicada en el sitio web del CJFE. Para más detalles haga click aquí.   

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Canadá tem nove conselhos de imprensa

Publicado originalmente pelo Instituto Gutemberg

Meios de comunicação mantêm comitês éticos em quase todas as províncias do país 
O Canadá não tem um conselho nacional de imprensa, como o Chile (boletim n° 6) ou a Austrália (boletim n° 9), mas é o país onde mais se multiplicaram essas instituições de auto-regulamentação da mídia: existem em nove das dez províncias (a exceção é Saskatchewan) e funcionam, basicamente, com o mesmo modelo de tribunal ético, isto é, são mantidos pelos meios de comunicação como um fórum para reclamações do público contra a mídia. De um modo geral, os conselhos têm como objetivo preservar a liberdade de imprensa, divulgar e estimular o uso de padrões éticos e, se alguém achar que a mídia atenta contra esses valores, pode recorrer aos conselhos. O público pode pedir mais (ou menos) notícias sobre um assunto, protestar contra preconceitos, inexatidões, distorções e imparcialidades e exigir equanimidade no noticiário. O Canadá tinha, em 1990, 106 jornais diários, com uma tiragem total de 5,8 milhões de exemplares, para uma população de 28 milhões de habitantes. Qual a explicação para a existência de tantos conselhos no Canadá e tão poucos no Estados Unidos? (leia sobre o conselho americano de Minnesota no boletim n° 7). "Os conselhos de imprensa prosperaram no Canadá provavelmente porque os jornalistas canadenses não são ciosos das suas prerrogativas quanto os americanos", disse o secretário-executivo do Conselho de Ontário, Mel Sufrin.
Os conselhos canadenses surgiram nos anos 70 como uma reação dos donos de meios de comunicação à pressão da sociedade por uma imprensa mais precisa e, em alguns casos, mais equânime. Naquela década, na província de Ontário, uma comissão de direitos humanos insurgiu-se contra a cobertura inflamada de crimes. O Comitê Especial de Mídia do Senado debateu os excessos no noticiário e propôs a criação de um conselho nacional de imprensa, sob a inspiração do Conselho de Reclamações que existe na Inglaterra desde 1953. Antes que fosse imposto um comitê oficial de recursos contra a mídia, os proprietários de meios de comunicação anteciparam-se e formaram seus comitês de auto-regulamentação. Em 1972 foram criados os conselhos de Ontário e Alberta e, nos anos 80, novamente sob pressão externa, desta vez do governo liberal do primeiro-ministro Pierre Trudeau e de uma comissão que sugeriu leis duras contra os abusos da mídia, os conselhos surgiram nas demais províncias: Quebec, Columbia Britânica, Manitoba, Nova Escócia, Terra Nova, Ilha do Príncipe Eduardo e Nova Brunswick. Nessa época também surgiram ombudsmen em jornais importantes, como Toronto Star e Montreal Gazette. 
O Conselho de Imprensa de Quebec (CIQ), a grande província de língua francesa, com seis milhões de habitantes, é o único que aceita queixas contra toda as mídias, filiadas ou não — os demais são conselhos de jornais que só tratam de reclamações contra veículos associados. Em Quebec até mesmo um jornalista pode recorrer ao Conselho de Imprensa para dirimir um conflito ético ou reivindicar o direito de trabalhar fora de sua redação. Em 1985, o conselho decidiu que um apresentador da Rádio Canadá era livre para mediar um debate organizado por mulheres, apesar de a emissora ter proibido o free lance alegando conflito de interesse. A Rádio Canadá reclamou que esse não era um assunto para o CIQ, mas liberou o jornalista. O conselho tem 19 membros — seis representantes das empresas, seis dos jornalistas e sete do público — e, como os demais conselhos de auto-regulamentação, não impõe sanções; recebe a queixa, dá o direito de resposta — as partes podem constituir advogados — e julga. A sentença pode demorar (um caso ficou em discussão por 26 meses) e, em geral, é divulgada pelos meios de comunicação. 
Qualquer pessoa — empresa, instituição ou o mesmo governo — pode recorrer ao conselho, mesmo que a reclamação seja sobre uma notícia — ou omissão de notícias — que não lhe diga respeito diretamente. "A suposição é a de que uma informação de baixa qualidade prejudica a todos os consumidores de informação, e assim qualquer um tem o direito de queixar-se", diz o americano David Pritchard, professor da Universidade de Indiana, autor de um elogioso estudo sobre o conselho de Quebec. Segundo Pritchard, por sua jurisdição sobre todas as mídias e acolhimento de qualquer tema relativo à imprensa, inclusive disputas éticas internas nas redações, o Conselho de Quebec é modelar. 
Outro conselho respeitado é o de Alberta, província de 2,5 milhões de habitantes e nove jornais diários, entre eles o Edmont Journal (fundado em 1880) e o Calgary Herald. Os jornais e os jornalistas têm cinco representantes por categoria, e o público, oito — qualquer pessoa pode-se candidatar, mas o conselho faz a escolha final. Os jornais filiados comprometem-se a publicar as sentenças. Como todos os conselhos de imprensa de Canadá — com a exceção do de Quebec, que aceita queixas contra jornalistas —, o de Alberta trata diretamente com o jornal e não recebe reclamações de casos que já estejam na Justiça. Outra regra comum é tentar a conciliação entre o queixoso e o jornal. 
O Conselho de Imprensa de Ontário informa que a conciliação prévia tem resolvido muitos casos que se arrastariam durante meses. Desde 1973, o CIO só levou a julgamento 410 casos, das quais 209 foram decididos em favor dos leitores e 201 em favor dos jornais, mas alguns desses com reservas, ou seja, o jornal ganhou a disputa, mas foi repreendido por ter cometido alguma inexatidão nos métodos de apuração, na reportagem ou, principalmente, nos títulos. O conselho aceita, mas recebe poucas queixas contra anúncios. 
Quando surgiu, por iniciativa do publisher do Toronto Star, Beland Honderich, o CIO agregou oito jornais, mas hoje reúne 42 diários e 88 jornais comunitários. O conselho tem 21 membros – 10 jornalistas e 11 do público — e, como também é comum, o presidente não está ligado às empresas de comunicação: o atual é um ex-juiz da Corte Suprema do Canadá, Willard Estey. Um jurista renomado dá ao conselho respeitabilidade e traquejo no trato de questões que, embora analisadas do ponto de vista ético e do rigor profissional, terminam sofrendo um rito de disputa judicial. As decisões do conselho, chamadas de adjudicações, em geral são publicadas pelos jornais. 
O Toronto Star, um grande diário que se orgulha de ter dado emprego ao jovem repórter Ernest Hemingway, nos anos 20, sempre publica as sentenças com uma chamada na primeira página. "A mídia em geral respeita o Conselho e os jornalistas cultos o reconhecem como um defensor da liberdade de imprensa e um baluarte contra interferências impróprias do governo", disse o secretário-executivo Sufrin. O jornalista Don Sellar confirma: "Como ombusdsman do Toronto Star eu acredito que o conselho exerce uma influência externa positiva na conduta de redatores e repórteres. Eles podem não concordar com as decisões — ninguém gosta de perder —, mas há respeito pelo conselho".
  Leia mais
  • Declaração de Princípios do Conselho do Conselho da Austrália
  • A posição do jornal australiano The Age
  • O Conselho do Chile
  • O Conselho de Minnesota (EUA)
  • O Conselho da Austrália
  • quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

    Montreal sedia colóquio sobre história da imprensa

    De 17 a 19 de maio, acontece em Montreal, no Canadá, colóquio Internacional "La Prensa Temprana en el Mundo Atlántico. Describir el Territorio, Ilustrar la Patria, Construir la Nación"




    Veja abaixo, em espanhol, mais informações sobre o colóquio.

    En un momento en que el acceso a Internet y la multiplicación de los medios de circulación de la información cuestionan la propia existencia de la prensa impresa, este coloquio propone detenerse en lo que sin duda ha sido un fenómeno fundacional de la cultura democrática y de la nación moderna.
    Se centrará la reflexión sobre un período y una región precisa – Hispanoamérica en los siglos 18 y 19 –, sin que esto signifique excluir la consideración de periódicos procedentes de otras áreas geográficas.
    La prensa periódica hispanoamericana ha conocido un desarrollo tardío que se explica por la extensión de los territorios, las dificultades de comunicación, la insuficiencia numérica del sector letrado, el control ejercido por el poder político y religioso. Si bien, por sus características, se asemeja a prácticas periodísticas de otras áreas culturales y refleja una intensa intertextualidad, expresa igualmente la especificidad de las problemáticas y dinámicas locales, así como preocupaciones sociales, económicas y culturales aún pertinentes hoy día en la región.
    Nacida en un contexto de reformas coloniales y de cambios radicales que llevaron a la creación de múltiples configuraciones nacionales, la prensa temprana presenta estrategias y modalidades que no han sido estudiadas a fondo en su complejidad y originalidad.
    Reflexionar acerca de las características propias de estos textos y de las de producciones similares en España y el resto del mundo atlántico (Europa, América anglo y francohablante) permitirá profundizar el conocimiento de este fenómeno todavía subvalorado.
    Es de esperar que el encuentro entre investigadores experimentados y novatos oriundos de horizontes disciplinarios y culturales distintos contribuirá a una reflexión colectiva que amplíe las perspectivas sobre las prácticas periodísticas – y públicas - actuales.
    Se proponen varias líneas de discusión: periodización, tipología y metodología; edición, difusión y censura; la prensa como fuente histórica; su relación con el canon literario; las bellas letras; intertextualidad; estrategias y prácticas de traducción; editores, redactores y colaboradores; políticas y prácticas de reediciones modernas; historia y discurso científico; relatos de viajes, cartografía y descripciones geográficas; políticas y prácticas educativas; conciencia patriótica y proyecto nacional; voz y presencia de los grupos no letrados (mujeres, indígenas, sectores populares, esclavos). Estos temas (la lista no es exhaustiva) deberán tratarse exclusivamente en su relación con el fenómeno de la prensa periódica.

    La duración de las comunicaciones será de 20 minutos (+ 10 de preguntas). Las personas interesadas pueden enviar un resumen de 1000 caracteres así como un breve curriculum vitae (nombres, dirección, institución, diploma y publicaciones pertinentes) a más tardar el 1 de octubre 2011, a cualquiera de las dos direcciones electrónicas siguientes: catherine.poupeney-hart@umontreal.ca o georges.bastin@umontreal.ca.

    Derechos de inscripción:
    70 $ para docentes y profesionales, 40 $ para estudiantes.

    Comité organizador:
    Catherine Poupeney Hart y Georges L. Bastin
    Département de littératures et de langues modernes
    Faculté des arts et des sciences
    Université de Montréal
    C.P. 6128, succ. Centre-Ville
    Montréal (Québec) H3C 3J7
    Canada

    Los idiomas oficiales del coloquio serán el francés, el español y el inglés.

    terça-feira, 27 de setembro de 2011

    Parlamento canadense 'censura' decote de deputada com Photoshop

    Do Opera Mundi

    A foto da deputada canadense Rathika Sitsabaiesan, de 29 anos, foi retocada pelo Parlamento do país, após ela ser considerada "sexy demais". Na primeira imagem, Sitsabaiesan aparece usando um decote. Após um tratamento de imagem com o Photoshop feito no Legislativo canadense, o detalhe foi eliminado.

    Reprodução

    Rathika Sitsabaiesan, na foto antes e depois do "retoque"

    A deputada ainda não se pronunciou sobre o caso, mas movimentos feministas do Canadá já mostraram descontentamento e acusaram os parlamentares de machismo por decidirem esconder o decote da deputada.

    De acordo com o site canadense National Post, o dono do blog contrarian.ca, Mark Austin, fez uma busca no site do Parlamento e descobriu as duas fotos. Rapidamente a "descoberta" do internauta caiu na internet e chamou a atenção dos jornais locais.

    Sitsabaiesan foi a primeira deputada de origem tâmil a ser eleita no Canadá. Membro do partido New Democratic, ela também é a primeira mulher e a primeira não caucasiana a ser eleita por sua comunidade, Scarborough—Rouge River. Além disso, a deputada também é a mais jovem a integrar o Parlamento na região de Toronto.

    segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

    Canadá oferece bolsas para jornalistas latino-americanos

    Estão abertas as inscrições para bolsa de estudos no Massey College, ligado à Universidade de Toronto. A promoção é da ONG Jornalistas Canadenses pela Liberdade de Expressão em parceria com o Scotiabank e é voltada a jornalistas da América Latina e do Caribe. O objetivo é melhorar o entendimento da liberdade de expressão no Jornalismo
    realizado nas Américas. Os interessados em participar têm até o dia 1º de março para efetuarem inscrição no site da ONG canadense.

    Para participar é preciso apresentar um plano de estudo de um tema ligado à liberdade de expressão, escrever uma declaração sobre a experiência profissional e os planos futuros na carreira, exemplos de seu trabalho jornalístico, além de anexar três cartas de recomendação e uma declaração de apoio do atual empregador. Além disso, os
    candidatos devem ter pelos menos sete anos de experiênciaprofissional.

    Os aprovados passarão de 6 de setembro de 2011 a 30 de abril de 2012 no Canadá. A bolsa inclui taxas, passagem de ida e volta, moradia, alimentação e seguro médico.


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    sábado, 29 de janeiro de 2011

    Instituição canadense seleciona jornalistas latinos para bolsa de estudos

    O Canadian Journalists for Free Expression está selecionando jornalistas latino-americanos, com um mínimo de sete anos de experiência profissional, para um curso de um ano de duração sobre jornalismo e liberdade de expressão nas Américas. O curso será ministrado no Massey College da universidade de Toronto.

    Veja abaixo, em inglês, os detalhes do programa e da seleção.

    The Canadian Journalists for Free Expression and Scotiabank are accepting applications from journalists in Latin America and the Caribbean to apply for a one-year fellowship at Massey College at the University of Toronto.

    The fellowship runs from Sept. 6, 2011-April 30, 2012, and is aimed at better understanding journalism and freedom of expression in the Americas, although journalism courses are not part of the program. Journalists from Latin America and the Caribbean with at least seven years experience are eligible to apply.

    The fellowship includes a monthly stipend, round-trip airfare, housing and meals, and insurance.

    Applications are due March 1, and should include a proposal for a plan to study an issue from a freedom of expression perspective, a statement of past media work and future plans, samples of work, three reference letters, and a letter of support from the employer.

    For more information, contact Julie Payne at jpayne@cjfe.org, or Anna Luengo at anna.luengo@utoronto.ca.

    segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

    Universidade de Laval - Quebec seleciona dois professores de Comunicação Pública

    A Universidade de Laval, na provincia canadense de Quebec, está selecionando dois professores de Comunicação Pública. Os selecionados vão atuar no ensino e pesquisa de graduação e pós. Deverão lecionar nas áreas de Jornalismo, Relações Pública, Publicidade.

    Como o candidato devrá falar francês, reproduzo abaixo, em francês, as informações das vagas.


    Deux postes de professeur(e)s en communication publique

    Description des postes :

    Enseignement, encadrement aux trois cycles et recherche en communication publique.
    Parmi les champs ciblés : le journalisme, la publicité sociale et les relations publiques.

    Participation aux instances pédagogiques et administratives du Département d’information et de communication.

    Outre la formation professionnelle et fondamentale en communication publique, les activités de recherche du Département d’information et de communication s’articulent autour de trois axes distincts : les pratiques professionnelles, l’intervention sociale, les représentations et discours publics.

    Critères de sélection :

    Les candidats devront détenir un doctorat ou être en voie de l’obtenir dans le domaine de la communication publique ou dans une autre discipline pertinente.

    Outre une capacité à développer des projets de recherche de grande qualité en communication publique et à encadrer des étudiants au 2e et 3e cycle, les candidats devront justifier d’un excellent potentiel sur le plan pédagogique.

    Entrée en fonction :

    1er juillet 2011

    Date de réception des candidatures :

    1er mars 2011

    L’Université Laval est une université francophone où l’enseignement se donne en français. L’Université Laval applique un programme d’accès à l’égalité en emploi pour les femmes. Conformément aux exigences prescrites en matière d’immigration au Canada, la priorité sera accordée aux citoyens canadiens ou aux résidents permanentes du Canada.

    Toute personne intéressée doit faire parvenir pour le 1er mars 2011 :


    • un curriculum vitæ
    • une lettre de présentation présentant les grandes lignes de ses recherches récentes ou en cours, son expérience professionnelle et pédagogique ainsi que ses capacités d’intégration à un département universitaire
    • deux articles scientifiques ou autres textes pertinents publiés récemment (livres, rapports, etc)
    • deux lettres de référence
    Ces pièces doivent être envoyées à :

    Thierry Watine
    Directeur
    Département d’Information et de communication
    Pavillon L.-J. Casault
    Université Laval
    Québec (Québec) G1V 0A6

    sexta-feira, 19 de novembro de 2010

    Rádio Canadá divulga novo manual de redação

    Enviado por Eduardo Meditsch

    A Rádio Canadá está divulgando seu novo manual de redação, com instruções de como usar mídia social na internet, como tweeter e facebook.
    Para ler o manual, clique aqui.



    sábado, 8 de maio de 2010

    Canadá começa a receber Al Jazeera em inglês

    Do blog Jornalismo nas Américas

    A Al Jazeera em inglês, baseada no Oriente Médio, está sendo transmitida por três das maiores companhias de TV a cabo do Canadá desde o dia 4 de maio, informou a CBC.
    O serviço de notícias 24 horas em inglês, criado há quatro anos, enfrentou oposição no Candadá em um primeiro momento, por temor de que veiculasse conteúdo antissemita. Mas, em novembro, reguladores aprovaram sua veiculação no país, afirmou o jornal Toronto Star.
    O canal de notícias baseado no Catar abrirá um escritório em Toronto em junho, e já está cobrindo o envolvimento do Canadá no Afeganistão e a retirada planejada para 2011, apontou a Canadian Press.
    Tony Burman, diretor da Al Jazeera em inglês, diz que a rede traz uma perspectiva que fazia falta ao Canadá.
    "Hoje veiculamos matérias de 18 países na Al Jazeera em inglês, e muitos desses países nunca são mencionados pela televisão canadense", diz Burman, em citação da Canadian Press. "Muitos canadenses envolvidos em questões internacionais irão notar que esta é uma oportunidade real de se conectar com notícias do mundo inteiro num momento em que outros veículos estão retraindo."

    sábado, 24 de abril de 2010

    Cinema: EUA e Canadá promovem festivais de filme brasileiro

    Dois festivais de cinema na América do Norte vão abrir uma vitrine para o cinema nacional.
    No Canadá, estão abertas até o dia 12 de julho as inscrições para o Festival de Cinema Brasileiro de Toronto (BRAFFT - Brazilian Film & Television Festival of Toronto), evento que acontece de 23 a 26 de setembro na cidade canadense.
    Serão aceitos trabalhos de todos os gêneros realizados no Brasil por brasileiros, no exterior por brasileiros ou coproduções desde que o idioma predominante no filme seja o português.
    Para participar da mostra competitiva do festival, os filmes devem ser falados em português, ter sido lançados ou finalizados nos últimos dois anos e estar legendado em inglês.
    Mais informações aqui.

    Um pouco mais ao Sul, em Los Angeles, é a vez do 3º Los Angeles Brazilian Film Festival, o LABRFF 2010 que acontece de 27 abril a 02 de maio, no The Landmark Theatre. O LABRFF 2010, que terá o diretor Fernando Meirelles presidindo o juri, faz uma homenagem aos 15 anos da retomada do cinema brasileiro, como ‘Carlota Joaquina’, da Carla Camurati, ‘O Quatrilho’, de Fábio Barreto e ‘Lavoura Arcaica’, de Luiz Fernando Carvalho.
    A programação completa do festival conta com mais de 60 filmes brasileiros. A grade inclui 25 longas com 11 premiéres norte-americanas e 9 premiéres na Califórnia, 7 documentários, 32 curtas e 3 curtas de língua inglesa produzidos por brasileiros. A programação do LABRFF consiste em mostras competitivas e paralelas, painéis de discussão, seminários, networking.
    Mais informações sobre os filmes, sinopses, horários e datas de exibição, aqui

    quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

    Crise: a maior cadeia de jornais do Canadá está à venda

    Do blog de notícias, Jornalismo nas Américas

    A Canwest, maior editora de jornais do Canadá, foi arrastada para a falência por seus principais credores, mesmo com a objeção de sua assessoria, informa o Toronto Star. Veja outras matérias sobre o assunto aqui.
    A cadeia de jornais, atualmente sob o comando da Canwest Global Corp., será colocada à venda pelos credores, liderados por um consórcio de cinco bancos canadenses, explica o Financial Post. Entre as publicações estão o National Post e jornais de dez grandes cidades (incluindo diários em Montreal, Vancouver, Calgary e Ottawa), 26 jornais locais e outros online.
    As dificuldades do grupo Canwest são apenas um exemplo do que Elizabeth Payne, do Ottawa Citizen, chamou de “um ano vivendo perigosamente”, que incluiu demissões na maioria dos jornais canadenses e a morte da repórter Michelle Lang no Afeganistão.

    domingo, 10 de janeiro de 2010

    Diversidade: Canadá tem emissora de TV para diversidade étnica

    Mitho Makosi Kesikansi-Ke Khu We Meyo Ooske-Uskwinisse, Quviasuvvisiutsiarit ammalu Qitinngumarik.

    Não, o blogueiro não está dopado, nem se trata de virus. A mensagem significa Feliz Natal e Próspero Ano Novo em inuktitut, uma das 20 línguas utilizadas para difundir a programação da emissora de TV canadense APTN, que tem por objetivo se multilinguista e multi cultural.
    O canal é destinado aos povos nativos e a sigla significa, em inglês, Aboriginal Peoples Television Network. Ela existe há 10 anos, período em que buscou dar espaço, dar a palavra a 633 comunidades ameríndias do Canada. O canal transmite regularmente em 20 idiomas. Do Inuktitut, passando pelo Mohawk, Déné, Innu, Gwichin ou o Miqma'aq e, é claro, o inglês e o francês, idiomas oficiais do Canadá. Desta maneira todos podem se compreender e compreender o vizinho.
    O projeto da emissora, segundo seu diretor geral, Jean LaRose, de origem Abénakis do Québec, visa dar conhecimento da diversidade dos povos, celebrar a diversidade cultural, inspirar as crianças do Canadá e homenagear a sabedoria dos mais velhos.
    O Canadá reúne 1,2 milhão de pessoas consideradas povos originários, que falam 52 idiomas.
    Eles possuem uma representação política denominada Assembléia das Primeiras Nações e é esta assembléia que mantém a emissora desde 1999. A emissora é alvo de críticas, principalmente da sociedade "civilizada" que a consideraç de uma má experiência de transformação social.
    Com um orçamento de 42 milhões de dólares canadenses, em 2009, e sem contar com subvenção governamental,o canal é aberto e também distribuídio gratuitamente pelos operadores da cabodifusão graças a uma decisão do CRTC - Conseil de la radiodiffusion et des télécommunications canadiennes.
    Os operadores de cabo discordam da decisão e, de certa forma, segundo informou Jean LaRose ao jornal Le Monde, sabotam a iniciativa, alterando sem prévio anúncio o canal em que estará disponível a APTN, ou inserindo-a num canal distante dos canais mais vistos, com o objetivo de que ela não conquiste audiência. Mesmo assim, aemissora estima possuir dois milhões de telespecatdores regulares,
    A emissora possui três cabeças de rede, uma na região Leste, da Terrombia Britânica, e outra para toda a região Norte. Conta ainda com um canal de alta definição para todo o Canadá. cada cabeça de rede elabora uma programação específica para à população para a qual vai transmitir.
    A matriz fica em Winnipeg, mas há redações e studios em dez cidades canadenses. 140 profissionais trabalham na emissora e 75% deles são membros dos povos origiários e a direção é totalmente composta por ameríndios.

    Para mais detalhes, em francês, clique aqui. Para conhece o portal da emissora, clique aqui

    sexta-feira, 13 de novembro de 2009

    Revista canadense sobre Comunicação disponível na web

    O Departamento de Informação e Comunicação da Université Laval, (Québec - Canadá) está disponibilizando na Internet o conteúdo da revista Communication, editada por aquele departamento desde 1975.

    Inicialmente, foram disponibilizados os volumes 26-1 e 26-2, referente à 2008, e 0 27-1 (2009). Nos próximos serão disponibilizados os volumes referentes à 2007. A publicação está hospedada no sítio Revues.org, que reúne centenas de outros títulos da área de ciências humanas.

    Para ler a revista Communication, clique aqui.

    sábado, 10 de outubro de 2009

    Canadá: Maior conglomerado de mídia declara falência

    Por Ian Tennant, do Blog de Notícias Jornalismo nas Américas

    O grupo Canwest Global Communications Corp., proprietário da Global TV e de 11 diários, assinou um pedido de concordada depois de lutar por um ano para pagar os juros de dívidas que somam mais de 3,7 bilhões de dólares, informa o jornal The Globe and Mail. (Veja matéria da EFE, em espanhol, sobre o assunto)
    A declaração da quebra afeta a Global TV, o National Post-- o jornal mais importante do grupo-- e alguns canais de TV especializados, mas não tem impacto nos outros 10 jornais da companhia nem nos négocios relacionados à internet, acrescenta a AFP.
    Todos os meios de comunicação de propriedade da Canwest --que empregam no total cerca de 1.700 funcionários-- continuarão operando durante a reestruturação da companhia, explicou o seu diretor executivo, Leonard Asper.
    Os problemas financeiros da Canwest começaram no ano 2000, depois da aquisição de vários jornais por todo o país. A compra foi classificada na epoca como o "maior negócio de convergência" da história do Canadá, noticia a Canadian Press.

    domingo, 3 de maio de 2009

    Université de Ottawa cria portal sobre ética jornalística

    A Université de Ottawa acaba de lançar um portal sobre pesquisa acadêmica na área de ética jornalística . O portal trará publicações científicas, resultados de pesquisas em curso, e publicações voltadas aos jornalistas e o público em geral. É objetivo dos organizadores disponibilizar, após a realização de seminários, arquivos em vídeo com os conteúdos dos debates.
    O idioma utilizado é o francês. O portal é coordenado pelo professor Marc-François Bernier (Ph.D.) titular da Cadeira de de pesquisa sobre a comunicação da francofonia canadense, especializada em ética jornalística. A cadeira tem o apoio da Unesco.