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segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Manual de Jornalismo de Dados Ibero-Americano, gratis na internet

Por Jessica Weiss

Na América Latina, fazer jornalismo de dados é muitas vezes difícil por causa de um simples fato: não é fácil conseguir dados aqui. 
Isso é devido a uma série de questões, incluindo a falta geral de acesso aos dados públicos, uma obscura liberdade de imprensa e política de dados abertos, baixos níveis de transparência e riscos de segurança para jornalistas e hackers. 
Agora, um novo manual em espanhol tem como objetivo ajudar os jornalistas da região a compreender e trabalhar com dados neste contexto às vezes complicado. O Manual de Periodismo de Datos Iberoamericano (Manual de Jornalismo de Dados Ibero-Americano) foi lançado na recente Media Party do Hacks/Hackers em Buenos Aires, com colaborações de mais de 40 jornalistas, designers e programadores da região. 

Leia também:
O manual foi inicialmente destinado a ser um paralelo simples do Data Journalism Handbook, uma iniciativa colaborativa global apoiada pelo Centro de Jornalismo Europeu e a Fundação Open Knowledge. Mas Paz e outros colaboradores perceberam rapidamente que a região precisava de seu próprio manual.
“Em países onde os princípios de transparência são estabelecidos, os jornalistas têm dados atualizados em formatos apropriados como parte da prática diária", a introdução do manual afirma. “Nós não temos isso.”
Então Paz fez uma chamada por colaboradores (aqui na IJNet e por toda parte) para criar um manual específico para a região e começou a criar um plano. Cada passo do processo seria transparente e a equipe prometeu usar ferramentas gratuitaas e de fontes abertas sempre que possível.
O Manual Ibero-Americano de Jornalismo de Dados, que está sendo distribuído gratuitamente sob licença Creative Commons, foi publicado pela  Poderomedia Foundation em parceria com Faculdade de Jornalismo da Universidade Alberto Hurtado, com o apoio de Hivos e o Centro Internacional para Jornalistas (ICFJ, em inglês).
O manual inclui dicas, guias e tutoriais sobre como obter e processar dados, fazer visualizações e trabalhar efetivamente como jornalista no ambiente tecnológico atual. Abrange tópicos, incluindo bases de dados, pesquisas na Web profunda, mineração e raspagem de dados, visualização de dados e mapeamento, dados abertos, acesso à informação pública e segurança cibernética. 
Também explica como alguns dos projetos de jornalismo de dados mais conhecidos da região foram gerados e desenvolvidos, e destaca o trabalho envolvido nestes esforços: peneirar "milhares de documentos, muitas vezes dispersos, que não foram concebidos para fornecer dados úteis para a população."
O manual também apresenta perspectivas criativas sobre a tarefa de trabalhar com dados, como uma "entrevista com um banco de dados," por Hassell Fallas, editor investigativo de dados do jornal La Nación, na Costa Rica. 
"Um banco de dados é como qualquer outra fonte,"Fallas escreveu. “Pode contar mentiras, esconder informações, nos dar uma imagem parcial do fenômeno e levar a erros.”
Cópias impressas do manual serão disponíveis neste mês e podem ser solicidadas por e-mail aqui.
A Poderomedia realizou um evento no Chile para discutir o jornalismo de dados e o manual. Um outro evento acontece no dia 17 de outubro em  Lima, Peru.

Jessica Weiss é jornalista
 em Bogotá, Colômbia.
O conteúdo de inovação de mídia global relacionado aos projetos e parceiros das Bolsas Knight na IJNet é apoiado pela John S. and James L. Knight Foundation e editado por Jennifer Dorroh.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Rafa Bastos, ex-CQC, lança Manual de Reportagem para TV

O Supremo Tribunal Federal - STF considerou inconstitucional a exigência da formação acadêmica em Jornalismo como requisito para o exercício da profissão de jornalista.
Mas então, como aprender as práticas, as rotinas do setor? Se no texto escrito já fica difícil  pior é quando a atividade jornalística envolve tecnologias e linguagens mais sofisticadas, como são os casos da web-imprensa, do rádio e da televisão.
Para acabar com este problema, pelo menos na TV, o jornalista Rafa Bastos, ex-CQC, criou um manual de reportagem perfeito. Confira e veja como é prático.


quarta-feira, 14 de setembro de 2011

EBC prepara Manual de Jornalismo para seus canais públicos

A Empresa Brasil de Comunicação - EBC está elaborando o seu Manual de
Jornalismo, documento que orientará a produção de conteúdos
informativos e jornalísticos dos canais públicos geridos pela empresa.
Vale dizer, TV Brasil, Agência Brasil, Rádios EBC eRadioagência
Nacional.

Um grupo de trabalho composto por profissionais de diferentes canais
começou a trabalhar em abril na elaboração da proposta preliminar, em
sintonia com as recomendações expressas pelo Conselho Curador em sua
Resoluções 05/2010 e 06/2010. Uma destas recomendações é a de que
sejam tornados públicos, pela EBC, os “princípios e conceitos
orientadores” da produção do documento, permitindo que a sociedade
brasileira participe das discussões sobre a elaboração das regras
editoriais para estes canais que, em ultima instância, a ela
pertencem.

Estes princípios, que aqui divulgamos para conhecimento geral e
participação de todos os interessados no debate, emanam da
Constituição da República Federativa do Brasil, da Lei 11.652/2008,
que autorizou a criação da EBC, do Código de Ética dos Jornalistas
Brasileiros, da Declaração Universal dos Direitos Humanos, da
Declaração da Unesco sobre os Meios de Comunicação e dos fundamentos
acadêmicos e práticos do jornalismo como serviço público, pautado pela
ética, o interesse público, a isenção, a independência, o compromisso
com a verdade e com a pluralidade de fontes e opiniões. A prática
quotidiana do jornalismo da EBCacolhe e valoriza a participação do
cidadão, veiculando produções e abrindo-se às suas colaborações na
criação e elaboração de pautas. Estas práticas se aprimoram à medida
em que a empresa agrega tecnologias que favorecem esses processos.
Estes são princípios que a EBC já pratica em seu jornalismo, mesmo não
estando ainda em vigor o Manual de Jornalismo.

A portaria 102, de 11/04/2011, que deflagrou o processo interno de
elaboração do Manual, definiu os seguintes princípios e conceitos
orientadores do trabalho:

  • A valorização da liberdade de imprensa e de expressão como fundamentos da democracia;
  • o direito do cidadãos à informação e à comunicação e à livre manifestação de opinião e pensamento; a busca do pluralismo regional e da expressão da diversidade social, regional, étnica e cultural do Brasil devem pautar o jornalismo praticado pelos canais da EBC;
  • a busca da verdade e da precisão, o respeito aos fatos, aos direitos humanos e à diversidade de opiniões são fundamentos da credibilidade, patrimônio maior da imprensa livre e da comunicação democrática;
  • a responsabilidade social é condição essencial ao exercício do jornalismo e à liberdade de imprensa;
  • o respeito aos direitos do cidadão, sem distinção de qualquer natureza
  • a rejeição de toda e qualquer forma de preconceito são compromissos do jornalismo praticado pela EBC;
  • a observância da Declaração Universal dos Direitos Humanos, dos princípios fundamentais da Constituição brasileira e do Código de
  • Ética dos Jornalistas Brasileiros são essenciais ao exercício do jornalismo nos canais da EBC;
  • A preservação da Língua Portuguesa e da Cultura Brasileira, com respeito à diversidade e às identidades culturais são indispensáveis ao exercício do jornalismo nos canais da EBC.
A direção da EBC agrega ainda a estes enunciados os princípios
fundamentais da atividade jornalística constantes da Declaração da
Unesco sobre o tema, aprovados em 1983 como subsídios para as
formulações deontológicas:

Princípio I: O direito dos povos a uma informação verídica - 
O povo e
os indivíduos têm o direito de receber uma imagem objetiva da
realidade, pelo canal de uma informação precisa e completa, e de se
exprimirem livremente por intermédio de diversos meios de difusão da
cultura e da comunicação.

Princípio II: O respeito do jornalista pela realidade objetiva
A tarefa primordial do jornalista é servir o direito do povo a uma
informação verídica e autêntica, respeitando com honestidade a
realidade objetiva, colocando conscientemente os fatos no seu contexto
adequado, salientando os seus elos essenciais, sem provocar
distorções, desenvolvendo toda a capacidade criativa do jornalista,
para que o público receba um material apropriado que lhe permita
formar uma imagem precisa e coerente do mundo, na qual a origem, a
natureza e a essência dos acontecimentos, processos e situações sejam
compreendidas de uma forma tão objetiva quanto possível.

Princípio III: A responsabilidade social do jornalista

No jornalismo, a informação é compreendida como um bem social e não
como um simples produto. Isto significa que o jornalista partilha a
responsabilidade da informação transmitida. Por isso é responsável,
não só perante os que dominam os media mas, em última análise, perante
o grande público, tendo em conta a diversidade dos interesses sociais.
A responsabilidade social do jornalista exige que ele aja, em todas as
circunstâncias, em conformidade com a sua própria consciência ética.

Princípio IV: A integridade profissional do jornalista

O papel social do jornalista exige que a profissão mantenha um alto
nível de integridade. Isso inclui o direito que o jornalista tem de
não trabalhar ao arrepio das suas convicções ou de não revelar as suas
fontes de informação bem como o direito de participar na tomada de
decisões no media que o emprega. A integridade da profissão proíbe o
jornalista de aceitar qualquer forma de remuneração ilícita e de
promover interesses privados contrários ao bem-estar geral. O respeito
pela propriedade intelectual, nomeadamente pela abstenção do plágio,
faz igualmente parte do comportamento ético do jornalista.

Princípio V: Acesso e participação do público

O caráter da profissão exige além disso que o jornalista favoreça o
acesso do público à informação e à participação do público nos media,
incluindo a obrigação de correção ou de retificação e o direito de
resposta.

Princípio VI: Respeito pela vida privada e pela dignidade do homem

O respeito pelo direito do indivíduo à vida privada e à dignidade
humana, em conformidade com as disposições do direito internacional e
nacional sobre a proteção dos direitos e da reputação de outrem,
proibindo a difamação, a calúnia, a injúria e a insinuação malévola,
faz parte integrante das normas profissionais do jornalista.


Princípio VII: Respeito pelo interesse público às normas profissionais do
jornalista prescrevem o pleno respeito pela comunidade nacional, pelas
suas instituições democráticas e pela moral pública.

Princípio VIII: Respeito pelos valores universais e pela diversidade
das culturas

O verdadeiro jornalista defende os valores universais do humanismo, em
particular a paz, a democracia, os direitos do homem, o progresso
social e a libertação nacional, respeitando ao mesmo tempo o caráter
distintivo, o valor e a dignidade de cada cultura assim como o direito
de cada povo a escolher livremente e a desenvolver os seus sistemas
político, social, econômico e cultural. Assim, o jornalista participa
ativamente nas transformações sociais orientadas para uma melhoria
democrática da sociedade e contribui, pelo diálogo, para estabelecer
um clima de confiança nas relações internacionais, de modo a favorecer
em toda a parte a paz e a justiça, o desanuviamento, o desarmamento e
o desenvolvimento nacional. Compete ao jornalista, por razões de ética
profissional, conhecer as disposições que, a este respeito, estão
contidas nas convenções internacionais, declarações e resoluções.

Princípio IX: A eliminação da guerra e outros flagelos que afligem a humanidade

O compromisso ético para com os valores universais do humanismo
obriga o jornalista a abster-se de toda a forma de apologia ou de
incitamento favorável às guerras de agressão e à corrida aos
armamentos, especialmente às armas nucleares, e a todas as outras
formas de violência, de ódio ou de discriminação, especialmente o
racismo e o apartheid, e incita-o a resistir à opressão dos regimes
tirânicos, a extirpar o colonialismo e neocolonialismo, bem como
outros grandes flagelos que afligem a humanidade, tais como a miséria,
a desnutrição e a doença. Com isso, o jornalista pode contribuir para
eliminar a ignorância e a incompreensão entre os povos, para
sensibilizar os cidadãos de um país para as necessidades e desejos dos
outros, para garantir o respeito pelos direitos e pela dignidade de
todas as nações, de todos os povos e de todos os indivíduos, sem
distinção de raça, de sexo, de língua, de nacionalidade, de religião
ou de convicções filosóficas.

Princípio X: Promoção de uma nova ordem mundial da informação e da comunicação
O jornalista trabalha no mundo contemporâneo na perspectiva do
estabelecimento de relações internacionais novas em geral e de uma
nova ordem da informação em particular. Esta nova ordem, concebida
como parte integrante da nova ordem econômica internacional, visa a
descolonização e a democratização, tanto no plano nacional como
internacional, tendo por base a coexistência pacífica entre os povos
no pleno respeito pela sua identidade cultural. O jornalista tem o
dever especial de promover a democratização das relações
internacionais no domínio da informação, salvaguardando e encorajando
nomeadamente as relações pacíficas e amigáveis entre os Estados e os
povos.”.

Se você quer opinar ou apresentar sugestões ao Manual de Jornalismo da
EBC, manifeste-se pelo e-mail manualdejornalismo@ebc.com.br.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Livro traz roteiro completo sobre técnica de planejar e organizar eventos.

Atualmente, o número e as modalidades de eventos proliferam em todas as áreas. Só na cidade de São Paulo, acontece um evento a cada doze minutos, movimentando 436 mil postos de trabalho. Além disso, fornece infinitas possibilidades para promover a imagem de uma organização. Mas como saber se o evento de fato atingiu os seus objetivos? No livro Eventos - Estratégias de planejamento e execução (232 p., R$ 51,90), lançamento da Summus Editorial, os professores Mariângela Benine Ramos Silva e Waldyr Gutierrez Fortes, falecido em 2010, apresentam um roteiro completo que aborda a técnica de planejar e organizar eventos. Baseados em décadas de experiência e utilizando uma linguagem didática, os autores mostram como otimizar os eventos com clareza de objetivos, sem desperdício de recursos e energia e, principalmente, focando no detalhamento dos passos envolvidos e nas decisões a tomar. Check-lists para várias etapas e um roteiro de programa de visitas são os diferenciais da obra.

Na avaliação dos autores, o evento é uma atividade econômica e social que, nascido com a civilização, acompanha a evolução dos povos, adquirindo características representativas de cada período da história. Segundo eles, as fases de desenvolvimento de um evento envolvem um grande número de agentes econômicos. Desse modo, explicam que, ao dinamizar-se e incrementar-se como atividade, passam a representar um grande estímulo para a economia nacional, fazendo emergir uma nova indústria, que se expande e se mostra capaz de gerar lucro e empregos. "É uma decisão estratégica para as empresas, que hoje investem muito em eventos", afirma a professora Mariângela.

Dividida em três partes, a obra traz um modelo de planejamento de eventos acompanhado de recursos, ferramentas, instrumentos e modos de sistematização. Mostra também que não se trata simplesmente de reservar um local, preparar um receptivo adequado, sentar-se e esperar os participantes. "É necessário muito mais do que isso. É imprescindível estar totalmente preparado, não ignorando nenhum detalhe", complementa a professora.

Unindo os conhecimentos e as habilidades das áreas de relações públicas e marketing, os autores oferecem vários conteúdos, indicando que promover um evento não é tarefa que se possa realizar sem sistematização. Trata-se, segundo eles, do desenvolvimento de um pensamento complexo que envolve finalidades comerciais e a avaliação da disposição das pessoas para o diálogo e o entendimento. "O nosso objetivo é assegurar que o evento seja utilizado pelos profissionais para a construção do relacionamento das organizações com seus públicos, a fim de que possam cumprir o que se espera deles nos campos em que atuam", afirma Mariângela. Por meio de um texto coerente e direto, o livro traz um novo formato de apresentação e desenvolvimento de eventos.

Dedicada aos profissionais das mais variadas áreas, a obra oferece um manual completo para quem quer obter capacidade administrativa e sensibilidade política para produzir eventos com eficácia. Os autores destacam o papel da comunicação dirigida em tempos de alta tecnologia e globalização; ensinam como elaborar eventos da pré à pós-execução; classificam, conceituam e esclarecem o papel dos eventos nas organizações; e mostram que os comunicadores devem dominar técnicas profissionais, destacando o papel político e social dos eventos. Trata-se de um trabalho detalhado, que auxilia o mercado nos mais diferentes ramos de atividade e o ensino de relações públicas.

SERVIÇO:
Título: Eventos - Estratégias de planejamento e execução
Autores: Mariângela Benine Ramos Silva e Waldyr Gutierrez Fortes
Editora: Summus Editorial
Preço: R$ 51,90
Páginas: 232
Atendimento ao consumidor: 11-3865-9890 - Site: www.summus.com.br

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Dicas para porta-vozes são editadas em audiolivro

Vai ser lançado dia 1º o Guia do porta-voz. A publicação é o único material em áudio disponível no mercado, com conteúdo dirigido a representantes de instituições públicas e privadas, artistas, atletas e políticos que precisam aprimorar o relacionamento com a imprensa.
O material produzido pela especialista em media training, reúne dicas práticas que ensinam o porta-voz a tirar melhor proveito do espaço que os veículos de comunicação oferecem gratuitamente.
Com a experiência de 24 anos como jornalista, Aurea apresenta informações sobre a dinâmica da redação, o processo de construção da notícia, os objetivos da edição, além de orientações para preservar uma postura adequada no que diz respeito ao visual, conteúdo e formação do discurso, interação com o repórter e linguagem corporal.

“O porta-voz só aprende a dar entrevistas quando treina e o media training serve para mostrar como agir, principalmente em momentos de crise”, avisa Aurea.

Sobre a autora

Aurea Regina de Sá é jornalista, radialista e consultora de Media Training. Professora e pós graduada em Comunicação Empresarial e Gestão da Comunicação Pública, Aurea treina porta-vozes para o melhor desempenho no relacionamento com a imprensa e em entrevistas para rádio, tv e veículos impressos.

Serviço

Lançamento do livro "Guia do porta-voz"
Local: Livraria da Vila (auditório da unidade Shopping Cidade Jardim), na pista local da Marginal Pinheiros, entre pontes Cidade Jardim e Morumbi, em São Paulo
Data: 1º de dezembro
Horário: das 19h30 às 21h30

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Rádio Canadá divulga novo manual de redação

Enviado por Eduardo Meditsch

A Rádio Canadá está divulgando seu novo manual de redação, com instruções de como usar mídia social na internet, como tweeter e facebook.
Para ler o manual, clique aqui.



quarta-feira, 16 de junho de 2010

Manual de Jornalismo da EBC terá participação da sociedade

Enviado pela EBC

A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) vai produzir um Manual de Jornalismo com os princípios e normas para a produção e divulgação de notícias pela TV Brasil, pelas emissoras de rádio da EBC e pela Agência Brasil. A discussão e organização de diretrizes para o jornalismo público foi definida na última reunião do Conselho Curador da EBC, realizada no início do mês de junho no Rio de Janeiro.

Até dezembro deste ano, a EBC deve divulgar uma lista com os princípios e conceitos orientadores do Manual, para que a sociedade brasileira possa participar das discussões e dar suas contribuições. A intenção é que o texto final do Manual de Jornalismo da EBC seja divulgado em julho de 2011.

Durante os próximos doze meses – tempo de confecção do novo manual – segue vigente o Manual de Jornalismo da Radiobrás, de 2006, com as alterações indicadas pela Diretoria de Jornalismo da EBC. Adicionalmente, passa a ser obrigatório, desde já, o acolhimento pelos veículos da empresa do Acordo Ortográfico assinado pelos países de língua portuguesa.

Segundo a resolução aprovada pelo Conselho Curador da EBC, o estabelecimento de novos parâmetros para a prática diária de produção e difusão de informações visa, em primeiro lugar, dar aos profissionais da empresa diretrizes objetivas a partir dos novos paradigmas estabelecidos para o serviço com a aprovação da Lei 11.652/08. Em segundo lugar, permitirá ao público apropriar-se desses mesmos parâmetros para avaliar e fiscalizar de modo permanente o jornalismo praticado pelos diferentes veículos da EBC, contribuindo para o seu constante aperfeiçoamento.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

EBC cria manual para cobrir eleições

Da Folha de São Paulo e do Blog do Noblat

A EBC (Empresa Brasileira de Comunicação) adotará, a partir da semana que vem, um manual para a cobertura das eleições. Além da TV Brasil, a agência Brasil e oito emissoras de rádio serão subordinadas à resolução, que prevê sanção em caso de descumprimento.
Elaborada pelo Conselho Curador da EBC, a resolução não estabelece apenas regras para a cobertura, como a exigência de tratamento isonômico e vedação de reportagens sobre a vida pessoal dos candidatos. Incluirá também normas de conduta, como a proibição de uso de botons ou outras manifestação de preferência eleitoral.
A resolução proíbe a veiculação de reportagens sem identificação da fonte da informação, o "off", e fixa ainda regras para divulgação de pesquisa, priorizando os maiores institutos. Ontem, a presidente da EBC, Teresa Cruvinel, telefonou para a assessoria do candidato do PSDB à Presidência, José Serra, para informá-la sobre a resolução e negar a possibilidade de uso político da TV pública.
Na véspera, durante entrevista do candidato, um jornalista da EBC atribuiu a fontes a informação de que Serra extinguiria o Bolsa Família.
"Tomei a iniciativa de ligar para tratar do incidente. Informei que, nas próximas horas, será divulgada a resolução do conselho", disse Teresa, acrescentando que o documento prevê uma conduta apartidária na cobertura da eleição.

sábado, 11 de julho de 2009

Reuters disponibiliza seu manual de jornalismo inteiramente na internet

Do Blog de Notícias JORNALISMO NAS AMERICAS

O manual, seguido por todos os jornalistas da Reuters, nunca havia sido disponibilizado gratuitamente ao público, mas a agência britânica decidiu oferecê-lo como um serviço e com o objetivo de ser mais transparente com os leitores.
Na nova era do jornalismo cidadão, o manual também é "um bom ponto de partida àqueles que estão emergindo como jornalistas", diz Dean Wright, editor mundial de Inovação e Padrões de Notícias da agência.
O manual, em inglês, contém seções sobre padrões e valores, incluindo os 10 mandamentos do jornalismo da Reuters; o manual de redação de A-a-Z; o manual de redação esportivo, um guia às operações da Reuters, e uma seção especial de orientação especializada, que aborda questões como a atribuição de fontes, perigos legais, o uso da internet em reportagens, como lidar com free-lancers, e como agir diante de ameaças e reclamações.

domingo, 10 de maio de 2009

Manual de Assessoria de Imprensa disponível na Internet

A quarta edição, ampliada e revizada, do Manual de Assessoria de Imprensa, originalmente elaborado pela Conjai - Comissão Nacional dos Jornalistas de Assessoria de Imprensa, está disponível no portal da Fenaj para ser descarregado gratuitamente.

sábado, 11 de abril de 2009

Como escrever para a Web / Cómo escribir para la Web

O livro Como escrever para a Web - Bases para discussão e construção de manuais para redações online, na versão em Português, ou Cómo escribir para la Web -Bases para la discusión y construcción de manuales de redacción ‘online’, em espanhol, estão disponivel para ser baixado gratuitamente.
Ele é tem como autor Guillermo Franco, e a versão em Português, foi traduzida por Marcelo Soares. A disponibilização conta com apoio do Knight Center da Universidade do Texas, nos Estados Unidos