Caros leitores e leitoras.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Acnur contrata consultor em Comunicação Social em Gênero

O Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados no Brasil - ACNUR seleciona consultor para a área de "Comunicação Social em Gênero". 
O candidato deverá ser graduado em Comunicação Social (Jornalismo, Publicidade e Propaganda ou Relações Públicas), ter experiência profissional no desenvolvimento de produtos de comunicação social e familiaridade com a temática Gênero, além de ser fluente em Inglês. 
O consultor selecionado irá trabalhar em sua própria casa, mas deve ter disponibilidade para viagens para São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Brasilia.
O Trabalho demandado deverá ser realizado até 31 de dezembro de 2015 e pela consultoria, o selecionado receberá duas parcelas de R$ 8 mil, cada uma.

Os candidatos interessados devem enviar e-mail para brabr@unhcr.org até o dia 16 de novembro de 2015, seguindo as orientações do Termo de Referência, disponível no linque abaixo mencionado.
Mais informações sobre a vaga, clique aqui. 


domingo, 15 de novembro de 2015

Brasília sedia Fórum Nacional dos Canais Comunitários de TV

O Fórum Abccom 2015 – TVs Públicas em Primeiro Lugar vai ser realizado nos dias 22, 23 e 24 de novembro de 2015, em Brasília com plenárias na sede da Abccom – Associação Brasileira de Canais Comunitários, a serem transmitidas ao vivo pela TV Comunitária (canal 12 na NET e na internet (www.tvcomunitariadf.com). O evento contará com a presença de lideranças de TVs Comunitárias filiadas à Abccom – Associação Brasileira de Canais Comunitários, bem como com a participação de parlamentares, estudantes, acadêmicos, ativistas midiáticos, e lideranças sindicais e populares vinculadas ao movimento de democratização da comunicação.
O Fórum visa reforçar as lutas pela democracia informativa no país por meio das TVs Comunitárias, Canal da Cidadania e TVs Universitárias, Legislativas, da Justiça e Educativas e Culturais, TV Comunitária por Satélite, Canais Saúde, Cultura e Educação, em gestação pelo governo federal. E agilizar o atendimento às principais reivindicações do setor.
Este ano, a novidade fica por conta da manifestação de lideranças em frente ao Palácio do Planalto, na terça-feira, dia 23, às 10h, para marcar a luta das TVs Comunitárias, e de momentos para audiências dos dirigentes dos canais comunitários com os ministros Edinho Silva (Secom - Presidência da República), Ricardo Berzoini (Secretaria de Governo da Presidência da República) e André Figueiredo (Ministério das Comunicações) e com o deputado Fábio Souza, presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação, Inovação e Informática da Câmara dos Deputados.
No Senado Federal, será realizada uma audiência pública sobre “Os desafios da Comunicação Pública e dos Direitos Humanos na TV aberta e por assinatura, na TV Digital no Canal da Cidadania, na banda larga e nas redes sociais” na Comissão de Direitos Humanos  com total cobertura da rede de comunicação da Casa; e ato de relançamento da Frente Parlamentar Mista de Defesa das TVs Comunitárias, cuja adesão passa de 120 parlamentares, no Café do 9º andar da Câmara dos Deputados, na terça, dia 24, às 8h.
Serviço
Fan page: Abccom TVs Comunitárias do Brasil
Facebook: Abccom TVs Comunitárias
Telefone: (61) 9982 - 7705

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

EBC: trabalhadores decidem manter a greve por reajustes dignos

Com base no SJP-DF


Assembleia dos trabalhadores em greve das quatro praças da Empresa Brasiliera de Comunicação (Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e São Luís), realizada no dia 11/11, rejeitou a proposta colocada pela direção da empresa em mesa de negociação realizada na segunda-feira (9). A diretoria ofereceu 3,5% de aumento salarial e em todas as cláusulas econômicas do Acordo Coletivo de Trabalho para este ano e para o ano de 2016. A greve teve início na terça-feira, 10/1.
EBC é a holding que administra a TV Brasil, Rádio Nacional, Agência Brasil, dentre outras mídias, além de ser responsável pela edição da primeira meia hora do programa radiofônico, A Voz do Brasil.
Os servidores da EBC querem que seus salários sejam corrigidos de acordo com oIPCA, que é o Índice que mede os preços ao consumidor em todo país. Além de um chamado aumento linear dos salários, no qual os trabalhadores passariam a receber R$ 450 a mais mensalmente. Os tíquetes alimentação e refeição também são objeto de reivindicação. Os grevistas querem que esse benefício tenha o aumento de 4,25%
Em greve, os empregados das quatro praças da EBC (Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e São Luís) voltaram a se reunir em assembleia nessa quinta-feira, 12/11. O movimento ganhou grande adesão, com entre 900 e mil trabalhadores cruzando os braços, quase 50% dos empregados da casa sem cargo de chefia ou função. Os empregados aprovaram a continuidade da greve, a manutenção das propostas para as cláusulas econômicas e a cobrança que a empresa negocie as cláusulas sociais.
Os trabalhadores também aprovaram a cobrança para que a empresa não cometa ilegalidades durante a greve na substituição de profissionais e que tire dos créditos os nomes daqueles trabalhadores que pararam. Uma carta à presidenta Dilma também foi encaminhada na assembleia.
A direção da Empresa Brasil de Comunicação enviou ofício afirmando que só voltará a negociar caso os trabalhadores interrompam a greve. Ela entrou com pedido de dissídio coletivo junto ao Tribunal Superior do Trabalho. No entanto, só listou algumas cláusulas econômicas e mais duas de seu interesse (banco de horas e ponto eletrônico). Os trabalhadores rejeitaram a tentativa de fim da greve e reafirmaram que mesmo para uma conciliação no Tribunal é fundamental que as partes dialoguem sobre as cláusulas sociais.
Psol

A bancada parlamentar do Psol na Câmara dos Deputados se solidarizou ao movimento dos trabalhadores da estatal de comunicação. Por meio do seu líder, deputado Chico Alencar, o PSOL manifestou todo o seu apoio a esta luta e considera justas as reivindicações do movimento. Os trabalhadores não podem pagar pela política de ajuste fiscal para os “de baixo”, adotada pelo governo Dilma e que beneficia o capital financeiro, em detrimento de salários dignos e melhores condições de trabalho. A proposta apresentada pela direção da empresa não repõe as perdas da inflação acumulada no último ano, e segue a linha da política oficial de arrocho que o PSOL rejeita.
Os grevistas fizeram uma passeata na Esplanada e um ato em frente ao Ministério do Planejamento. Eles cobraram uma reunião com o Departamento de Governança das Empresas Estatais (Dest), órgão ao qual a EBC está vinculada na parte das relações trabalhistas. Nas falas, os trabalhadores questionaram, por exemplo, por que o Ministério do Planejamento autorizou que a Companhia Nacional de Abastecimento, Conab, oferecesse 8,5% e para a EBC somente 3,5%.

Ministério Público
Às 18h, as entidades representativas, entre elas o Sindicato dos Jornalistas do DF, se reuniram com o gabinete do Procurador-Geral do Trabalho. Na reunião, elas solicitaram que o órgão acompanhe a negociação e denunciaram abusos por parte da empresa como assédio moral, substituição de profissionais e designação de profissionais para ocuparem cargos sem registro profissional ou em desacordo com a legislação. Entre as irregularidades está também o uso de estagiários para substituir o trabalho de profissionais. As entidades também solicitaram auxílio do Ministério Público do Trabalho para uma eventual situação de compensação dos dias parados, já que na greve de 2013 houve muitos casos de abuso. O chefe-de-gabinete do Procurador-Geral explicou que no caso do acompanhamento, como há dissídio em andamento haverá a designação de um procurador. Quanto às denúncias, informou que elas devem ser analisadas pela Procuradoria-Geral do Trabalho da 10a Região. Os representantes dos trabalhadores solicitaram agilidade no encaminhamento do processo.

Adesão
Segundo relatos dos trabalhadores, há setores com 100% dos empregados do quadro parados. Parte dos profissionais se manteve trabalhando com receio de perda de coordenação ou de gratificações. Outra parte não aderiu por motivos diversos. A greve comprometeu diversos serviços da empresa. Telejornais reduzidos, com menos materiais e mais dependentes das emissoras parceiras, rádio com programação musical muito maior e noticiários sem ir ao ar, Agência Brasil com menos matérias.

Nova assembleia
Uma nova assembleia ficou marcada para segunda-feira, 16/11, às 12h30. Caso o TST responda os pedidos de dissídio que foram realizados pela empresa os empregados poderão voltar a se reunir amanhã. Reajuste de 3,5%
O movimento paredista foi deflagrado na última terça-feira, 10/11. A empresa ofereceu reajuste de 3,5% por ano em um acordo de dois anos. Mantido o patamar inflacionário, isso significaria uma perda de cerca de 13% em dois anos nos salários dos trabalhadores. A oferta foi feita sob a justificativa da crise econômica no país. No entanto, os trabalhadores denunciam vários privilégios dado aos gestores e diretores da empresa. Eles lutam por isonomia dentro do quadro de empregados e pressionam para que neste momento de crise a empresa faça cortes em cargos comissionados, nos salários da chefia e em outros benefícios dados aos cargos de direção como: vaga privativa na garagem paga pela empresa, auxílio moradia e diárias recebidas pela direção com valor muito superior aos que são pagos aos empregados.

[Veja o Vídeo] Como são as relações Mídia e Legislativo?

Como é a relação Imprensa e Poder Legislativo?
Qual é a imagem da classe política transmitida pelos veículos de comunicação à opinião pública?
Que papel desempenham as mídias legislativas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal?
Existe a necessidade de se criar uma legislação que regule a mídia no Brasil?
Essas e outras questões fazem parte do programa Cidadania, Mídia e Legislativo , da TV Senado, que recebeu a pesquisadora em Comunicação, Zélia Leal Adghirni.

Leia também: 

Jornalista e professora de Comunicação, ela acaba de organizar o livro “Jornalismo e Poder Legislativo” . A obra que reúne pesquisas científicas em Comunicação Social analisa o relacionamento entre a mídia e o Poder Legislativo.
A grade de veiculação na TV Senado do programa Cidadania, Mídia e Legislativo e a seguinte:
      • Domingo (15/11): 7h00
      • 2ª feira (16/11): 20h30
      • 3ª feira (17/11): 7h30
      • 4ª feira (18/11): 8h30
      • 5ª feira (19/11): 13h00
      • 6ª feira (20/11): 20h30.
Veja também os  Cidadanias:

O Cidadania Mídia e Legislativo também está disponível na Internet. Veja abaixo .


quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Projeto que tipifica o crime de racismo na internet é aprovado na CDH do Senado

Foto de Geraldo Magela
Da Agência Senado

A veiculação de informações que induzam ou incitem a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional na internet, ou em outra rede de computadores destinadas ao acesso público, deverá se tornar crime com pena de um a três anos de reclusão e multa. É o que prevê o projeto PLS 518/2015, do senador Paulo Paim (PT-RS), aprovado pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) nesta quarta-feira (11).

Veja também a vídeo-entrevista
Existe racismo na mídia brasileira?


A proposta, que seguirá agora para decisão terminativa na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), atribui ainda ao juiz o poder de determinar, ouvido o Ministério Público ou a pedido deste, a interdição das mensagens ou páginas que veiculem o conteúdo ilícito.
Ao justificar a iniciativa, Paim argumenta que a internet tem sido usada para a publicação de material racista, para propagação de discurso de ódio e para a disseminação de preconceito “em atitudes que extrapolam, nitidamente, a liberdade de expressão e de opinião, causando prejuízos reais às suas vítimas”.
O relator, senador Telmário Mota (PDT-RR), apresentou análise favorável à matéria. Ele lembra que o Direito Penal exige a exata adequação da conduta ao tipo penal para que seja caracterizado o crime. Nesse sentido, o PLS 518/2015 elimina questionamentos sobre o aumento da pena para o agente que não utilize meios de comunicação social ou publicação tradicional, mas divulgue conteúdo discriminatório ou preconceituoso na internet, inclusive por mensagens de cunho privado.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

[Veja o vídeo] A mídia sabe divulgar os temas de Saúde?

Os meios de comunicação sabem divulgar os temas de Saúde. A sociedade é devidamente informada sobre esta temática ou prevalece o sensacionalismo e a desconexão com os temas de real interesse dos brasileiros.

Há lobby da indústria farmacêutica e dos produtores de equipamentos sobre a agenda informativa dos meios de comunicação?



Veja também a vídeo-entrevista
Existe racismo na mídia brasileira?


No programa Cidadania da TV Senado, numa conversa com o superintendente regional da Fiocruz em Mato Grosso do Sul, Rivaldo Venâncio, foi feita uma análise do comportamento da mídia na divulgação de assuntos relacionados à Saúde.

Confira na vídeo-entrevista abaixo.



Faculdade de Comunicação da UnB realiza lançamentos de seis livros.

Por Dione Moura


Evento será no Sebinho 406 Norte.

No dia 11 de novembro, a Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília  promoverá o lançamento de seis  obras coletivas de estudos de comunicação, com ênfase nos estudos de jornalismo. O evento acontece no café Sebinho, na 406 Norte, a partir das 19h e contará com a participação dos autores. O evento é organizado pela Linha Jornalismo e Sociedade do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UnB.
Os seis livros apresentam o resultado de estudos e reflexões desenvolvidos por pesquisadores da UnB. Também se propõem a debater questões emergentes do Jornalismo e da Comunicação, a partir do diálogo com pesquisadores de outras instituições de ensino e pesquisa brasileiras e de países como Bélgica, Canadá, França e Portugal. As temáticas cobertas pelos trabalhos incluem as transformações do jornalismo, suas relações com a literatura e a história, o uso da análise de conteúdo como  metodologia de pesquisa, as relações entre mídia e política e o jornalismo no Poder Legislativo.

Série Jornalismo e Sociedade

Dentre os seis livros que integram a noite de lançamentos estão os dois primeiros volumes da Série Jornalismo e Sociedade, uma parceria entre o Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UnB  e a Editora Insular.
A série contempla a divulgação de estudos empíricos e esforços de teorização que buscam construir/discutir/fazer avançar uma Teoria do Jornalismo e da Notícia, bem como discussões sobre o jornalismo como práxis, as formas de (auto)regulação da profissão e seu papel na promoção da democracia e da cidadania no contexto brasileiro e em comparação com outros países.
Ela conta com um Conselho Editorial formado por professores e pesquisadores de universidades brasileiras e de outros países da América do sul, além de pesquisadores da América do Norte.

As seis obras que forma a coletânea são as seguintes:

Mudanças e Permanências no Jornalismo

Dione Moura, Fábio Pereira, Zélia Leal Adghirni  (Orgs.)

Série Jornalismo e Sociedade, vol. 1.

Este primeiro volume da Série Jornalismo e Sociedade (Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UnB e Editora Insular) analisa as transformações e permanências do jornalismo, suas reais mutações e constâncias, a partir das contribuições expostas e discutidas por primeira vez entre pesquisadores da América Latina e de países francófonos (Bélgica, Canadá e França) durante o I Colóquio Mejor – Mudanças estruturais no jornalismo, no âmbito da Rede de Estudos Sobre o Jornalismo (Réseau d’études sur le journalisme). 

Notícia em fragmentos. Análise de conteúdo no jornalismo

Thaís de Mendonça Jorge (Org.)

Série Jornalismo e Sociedade, vol. 2.

Segundo volume da Série Jornalismo e Sociedade, o livro quer ajudar pesquisadores, professores e alunos, principalmente os de Mestrado e de Doutorado, como também os de Graduação em Jornalismo, no uso da técnica da Análise de Conteúdo de modo mais eficaz, por meio de situações que podem funcionar como modelos deste conjunto de técnicas.

Narrativas da Identidade Brasileira: Jornalismo e redes sociais.

Célia Maria M. Mota e Paulo Henrique Soares de Almeida (Orgs.)

Os textos selecionados para este livro fazem parte de uma pesquisa cujo foco é a análise das representações da identidade nacional em textos de jornalismo, telejornalismo e de redes sociais, área em que os autores produziram diversos artigos apresentados em eventos científicos nacionais e internacionais.

Jornalismo e Literatura: aventuras da memória.

Dione Moura; Elen Geraldes; Fábio Pereira, Madalena Oliveira; Zélia L. Adghirni (orgs)

Edição Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho/Faculdade de Comunicação da UnB

Jornalismo, Literatura e Memória são áreas distintas, mas possuem fortes pontos de encontro. A coletânea traz artigos que  partem falam da junção  entre jornalismo e literatura, em sua maioria, mas que também procuram examinar diversos aspectos da memória (memória política, memória social,  memória coletiva, historiografia e memória, informação e memória, cotidiano e outras interfaces).

Jornalismo e Poder Legislativo: relações entre mídia e política no Brasil

Zélia Leal Adghirni (Org.)


A coletânea reúne oito textos que aproximam o jornalismo e o Poder Legislativo, tomando como pano de fundo o Brasil contemporâneo. Assinados por autores provenientes de várias instituições, e especialmente baseados na capital federal, os capítulos se cruzam, se interrogam e se encontram numa reflexão crítica e profunda sobre as relações entre o Parlamento e a sociedade. Trata-se de uma obra inédita sobre um tema que certamente atrairá a atenção de leitores interessados em conhecer a política representativa e em compreender como os fatos políticos são midiaticamente abordados.

Novos questionamentos em mídia e política

Julián  Hérmann; Liziane Guazina; Fábio Pereira (orgs.)


Este livro trata de Comunicação e Ciência Política trazendo ao debate as relações entre mídia e política – sem liberdade de expressão não há democracia – e a importância da primeira como manifestação do pluralismo político e meio de cobrança junto ao poder público. 
“Fundamentalmente, o nosso intuito é estudar o papel multifacetado e contraditório da mídia – é ela um ator político? público? privado? – nas transformações políticas recentes no Brasil e na América Latina, para entender seus avanços, problemas, paradoxos e ambiguidades. Para isso, nosso ponto de partida é evitar a idealização normativa, tanto da democracia quanto do papel da mídia, verificar os fatos e contrastar as teorias com a realidade empírica”, explicam os organizadores da obra.
Dessa discussão em torno do papel da mídia como ator político, emerge o fato de que muitas teorias ainda precisam ser desenvolvidas sobre a relação entre mídia e política e é nesse sentido que esta publicação pode contribuir.


Serviço
Data: 11 de novembro de 2015 (Quarta-feira)
Horário: 18h30 às 22h
Local: Sebinho 406 Norte, Asa Norte, Brasília, D.F.
Presença dos organizadores e diversos autores na noite de lançamento.