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segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Acnur contrata consultor em Comunicação Social em Gênero

O Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados no Brasil - ACNUR seleciona consultor para a área de "Comunicação Social em Gênero". 
O candidato deverá ser graduado em Comunicação Social (Jornalismo, Publicidade e Propaganda ou Relações Públicas), ter experiência profissional no desenvolvimento de produtos de comunicação social e familiaridade com a temática Gênero, além de ser fluente em Inglês. 
O consultor selecionado irá trabalhar em sua própria casa, mas deve ter disponibilidade para viagens para São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Brasilia.
O Trabalho demandado deverá ser realizado até 31 de dezembro de 2015 e pela consultoria, o selecionado receberá duas parcelas de R$ 8 mil, cada uma.

Os candidatos interessados devem enviar e-mail para brabr@unhcr.org até o dia 16 de novembro de 2015, seguindo as orientações do Termo de Referência, disponível no linque abaixo mencionado.
Mais informações sobre a vaga, clique aqui. 


sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Órgão da ONU seleciona assistente de informação pública

O Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados no Brasil –Acnur seleciona profissional de Comunicação Social para preencher uma vaga de Assistente de Informação Pública no seu escritório em Brasília (DF).

Os candidatos deverão possuir graduação em Jornalismo e dois anos de experiência profissional. Pós-graduação será um quesito para diferenciar positivamente na seleção. 

O contrato terá a duração de um ano, podendo ser prorrogado e a remuneração para o cargo é de R$ 3 mil mensais. 

Os candidatos interessados devem enviar até o dia 13 de setembro de 2015, os documentos necessários para o e-mail: brabr@unhcr.org, seguindo as orientações do Termo de Referência.

Acesse aqui para o Termo de Referência desta vaga e aqui para obter o formulário P11. Todas as informações sobre o processo de seleção estão disponíveis aqui.



terça-feira, 21 de agosto de 2012

São Paulo tem curso para jornalistas sobre refúgio e proteção internacional

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas por email até 14 de setembro. 
Oficina será no dia 17 de setembro

A Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania de São Paulo e o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) no Brasil promovem, no próximo mês, a 1ª Oficina Paulista de Jornalismo sobre Proteção Internacional de Refugiados. O curso será realizado no dia 17 de setembro, das 9hs às 14hs, no auditório Franco Montoro da Secretaria da Justiça (Pátio do Colégio, 184). As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo email rayai@sp.gov.br até 14 de setembro (veja programação abaixo e ficha de inscrição em anexo). 
A oficina reunirá especialistas no tema do refúgio e da proteção internacional, contando também com a participação de dois refugiados que vivem no Brasil. Serão esclarecidos aspectos técnicos sobre refúgio, apatridia e deslocamento interno, além de especificidades da cobertura jornalística sobre o tema.

Andrés Ramirez, representante do ACNUR no Brasil, e Eloisa de Sousa Arruda, secretária da Justiça e presidente do Comitê Estadual para Refugiados, abordarão a situação dos refugiados no cenário mundial, brasileiro e em São Paulo. A Secretaria da Justiça apresentará suas políticas públicas para atender as demandas desta população no Estado.
“Vamos oferecer uma capacitação de alto nível para contribuir com o trabalho da imprensa dentro e fora das redações, oferecendo subsídios para o entendimento amplo de questões contemporâneas fundamentais”, explica Andrés Ramirez, representante do ACNUR no Brasil.

São Paulo no foco
Com o curso, a Justiça de São Paulo chama a atenção para um fenômeno que vem crescendo no Estado. A média de solicitantes de refúgio quase quintuplicou de 2010 para 2012, conforme dados da Cáritas Arquidiocesana de São Paulo, organização não governamental que recepciona estrangeiros em busca de proteção internacional.
Atualmente, cerca de 30% da população refugiada e solicitante de refúgio no Brasil encontram-se em São Paulo, sob atendimento da Cáritas Arquidiocesana de São Paulo (na capital) e do Centro de Defesa dos Direitos Humanos (CDDH, no interior). O Estado recebe solicitantes de refúgio da África, Ásia, Oriente Médio e América Latina.
No Brasil, o Comitê Nacional para Refugiados (CONARE) registra cerca de 4.600 refugiados, de mais de 70 nacionalidades diferentes.

Serviço
1ª Oficina Paulista de Jornalismo sobre Proteção Internacional de Refugiados
Inscrições: até 14 de setembro
● Envio da ficha de inscrição para rayai@sp.gov.br ● Data do curso: 17 de setembro (segunda-feira), das 9hs às 14hs ● Local: Auditório da Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania ● Endereço: Pátio do Colégio, 184 - São Paulo/SP

Programação

● 8h30: Welcome coffee
● 9h15-9h30: Boas vindas e apresentação: palavras dos organizadores e do moderador.
● 9h30-10h30: Bloco 01 (palestra seguida de entrevista): "Aspectos Técnicos da Proteção Internacional de Refugiados" (Andrés Ramirez, Representante do ACNUR no Brasil) ● 10h30-10h45: Coffee break ● 10h45- 11h45: Bloco 02 (palestra seguida de entrevista): "A Dinâmica da Cobertura Jornalística sobre Refúgio" (Luiz Fernando Godinho, Oficial de Informação Pública do ACNUR no Brasil) ● 11:h45-12h00: Coffee break ● 12h00-13h30: Bloco 03 (convidados especiais / palestra seguida de
entrevista)
Secretária da Justiça e da Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo, Eloisa de Sousa Arruda Depoimento de refugiados que vivem no Brasil
13h30: Encerramento


Mais informações

Secretaria da Justiça e Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo Assessoria de Comunicação
Fonte: (11) 3291-2612/2613/2614
e-mail: amirabili@sp.gov.br

ACNUR Brasil
Assessoria de Comunicação
Fone: (61) 3044.5744 e Fax: (61) 3044.5705
e-mail: informacao@unhcr.org

segunda-feira, 5 de março de 2012

Acnur seleciona Jornalista com pós-graduação, mas paga abaixo do piso salarial do DF

O escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) no Brasil seleciona um  Assistente de Informação Pública para atuar em Brasília (DF).  O candidato deve ter mais de 25 anos de idade, ser graduado em Jornalismo e a instituição dá preferência a quem tenha pós-graduação.
Os requisitos exigem ainda que o candidato seja fluente em inglês, português e o domínio de outra língua, em especial o espanhol, é um diferencial na seleção.
Dentre as tarefas, se destacam:

• Contribuir na organização de entrevistas e relacionamento com a mídia local e abastecer a mídia internacional de informações;
• Monitorar na mídia os noticiários que digam respeito ao tema de refugiados;
• Preparar kits imprensa e outros documentos de apoio para os encontros com a imprensa;
• Elaborar releases e notas para divulgação na web local e internacional;
• Estabelecer contatos com a mídia e suas organizações;
• Contribuir na elaboração de campanhas, editar boletins institucionais internos, newsletters, artigos, etc;
• Atender a demanda de consultas telefônicas e postais da imprensa, do público em geral e das ongs;
• Elaborar e traduzir relatórios, briefings, atualizações, etc.;
• Distribuir notas à imprensa;
• Assegurar que o escritório da Acnur esteja bem informado sobre os temas de seu interesse;
• Elaborar o clipping de noticiário nacional, regional e internacional;
• Criar e administrar a mailing list para envio de press releases e boletins;
• Manter organizado os arquivos do escritório de imprensa;

Pra tudo isso, o salário ofertado é de R$ 1.990,00, pouco acima do psio salarial válido em Brasília, de R$ R$ 1.800,00 que é pago para uma jornada de cinco horas Já para uma jornada de 7 horas - acreditamos que esta oferta da Acnur seja para uma jornada diária de 8 horas - o salário mínimo passa para R$ 3.024,00. Ou seja, o organismo da ONU, que deveria respeitar as normas locais, ignora o valor mínimo que deve ser pago a um profissional.

Se houver candidatos à vaga, os interessados devem mandar seus currículos para brabr@unhcr.org até dia 14 de março, especificando no título da mensagem o nome do cargo (vaga de Assistente de Informação Pública).

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Emprego: Acnur contrata assessor de imprensa

O Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) no Brasil está selecionando candidatos para a vaga de Associate Public Information Officer para seu escritório em Brasília.
Os interessados devem mandar seus currículos para brabr@unhcr.org até dia 11 de novembro de 2011.

Leia o Termo de Referência com todas as informações sobre o processo de seleção em:
http://www.acnur.org/t3/portugues/informacao-geral/trabalhe-no-acnur/

Mias informações: ACNUR Brasil - Assessoria de Comunicação: Fone: (61) 3044.5744 Fax: (61) 3044.5705 e-mail: informacao@unhcr.org

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Curso capacitará jornalistas sobre refúgio e proteção internacional

Enviado pela Acnur

O Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) e o Instituto Humanitare realizam, na próxima segunda-feira (23/05), a 1ª Oficina Nacional de Jornalismo sobre Proteção Internacional de Refugiados.
Dividida em três módulos, a oficina será ministrada na sede do Humanitare, em São Paulo, com transmissão on-line para Rio de Janeiro, Porto Alegre, Manaus e Brasília - cidades onde o ACNUR implementa seus projetos. As inscrições são gratuitas, mas as vagas são limitadas a dez jornalistas por cidade. A oficina acontecerá das 9hs às 14hs.

A oficina reunirá especialistas brasileiros e estrangeiros, com a participação de dois refugiados (da Colômbia e da Sérvia) que vivem no Brasil. Serão esclarecidos aspectos técnicos sobre refúgio, apatridia e deslocamento interno, além de especificidades da cobertura jornalística sobre este tema. O presidente do Comitê Nacional para Refugiados
(CONARE) e secretário-executivo do Ministério da Justiça, Luiz Paulo Barreto, é o convidado especial da oficina.

“Vamos oferecer uma capacitação de alto nível para contribuir com o trabalho da imprensa dentro e fora das redações, oferecendo subsídios para o entendimento amplo de questões contemporâneas fundamentais”, explica o representante do ACNUR no Brasil e um dos palestrantes da oficina, Andrés Ramirez.

A 1ª Oficina Nacional de Jornalismo sobre Proteção Internacional de Refugiados se insere no calendário de comemorações do ACNUR em 2011, que neste ano celebra o 60º aniversário da Convenção da ONU sobre o Estatuto do Refugiado, o 50º aniversário da Convenção da ONU sobre a Redução da Apatridia e o 150º aniversário de nascimento de Fridtjof Nansen, o primeiro Alto Comissário para Refugiados da Liga das Nações.

Para Sheila Pimentel, presidente do Instituto Humanitare, a oficina irá “aproximar a sociedade civil e as Nações Unidas, por meio do ACNUR, propiciando uma maior conscientização e um novo olhar da sociedade para refugiados, apátridas e deslocados internos”.

As inscrições para a 1ª Oficina Nacional de Jornalismo sobre Proteção Internacional de Refugiados são gratuitas, e os jornalistas interessados devem enviar e-mail para institucional@humanitare.org solicitando sua ficha de inscrição. As vagas são limitadas a dez jornalistas por cidade (São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre e Manaus).

Os locais da oficina são os seguintes:

● Em São Paulo: Instituto Humanitare (Avenida Paulista, 726, 17o andar).
● Em Brasília: ACNUR (Edifício Brasília Shopping, Torre Sul, Sala 801).
● No Rio de Janeiro: Centro de Informação das Nações Unidas (Palácio Itamaraty, Avenida Marechal Floriano, 196, Centro).
● Em Porto Alegre: Associação Antônio Vieira (Avenida Luiz Manoel Gonzaga, 700).
● Em Manaus: Secretaria de Justiça (Rua Gabriel Salgado, s/n, Centro
- prédio anexo ao Palácio Rio Branco/Escola de Administração Penitenciária - 9º andar).

Para mais informações, entre em contato com as assessorias de comunicação do Instituto Humanitare (11.3254.7557) ou do ACNUR (61.3044.5744).

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Costa Rica: refugiados da Colômbia usam o rádio para combater xenofobia

Enviado pelo ACNUR
De pé, em frente a um microfone em um estúdio de gravação em Costa Rica, Annye conta como um grupo armado irregular de seu país natal, a Colômbia, ameaçou a vida de seu irmão há cerca de oito anos, fazendo com que sua família fugisse do país.“Se meu pai não lhes pagasse uma quantia específica de dinheiro, eles matariam meu irmão”, disse a refugiada de 16 anos, que faz parte de um projeto do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) cujo objetivo é ampliar a conscientização sobre os refugiados e combater a xenofobia nas escolas de ensino médio da Costa Rica.
De acordo com uma pesquisa do ACNUR realizada há dois anos, 40% dos jovens refugiados na Costa Rica afirmam ter sido vítimas de intolerância ou insultos por parte de seus colegas de classe ou professores.

Como parte do projeto, Annye e outros 13 adolescentes – refugiados e costa-riquenhos – gravaram em rádio uma série de histórias com o propósito de promover pelas escolas do país um melhor entendimento do que significa, para um jovem, ser forçado a sair de sua pátria e deixar tudo para trás por causa de violência ou perseguição.

“Para o ACNUR se tornou crucial criar uma ferramenta de combate à xenofobia nas escolas, para informar as crianças sobre quem são os refugiados e porque eles precisam de nosso apoio para se integrar a esta nova comunidade”, diz Jozef Merkx, representante do ACNUR na Costa Rica.

Fazer com que os adolescentes contem a seus colegas sobre seu sofrimento ajuda a tornar a questão mais pessoal e real. Isto também ajuda a criar simpatia e laços entre jovens de diferentes nacionalidades e passados.

As histórias de rádio, que foram desenvolvidas com o apoio da Radio Netherlands Training Centre (RNTC) e do parceiro local do ACNUR, a ACAI, farão parte de um módulo de educação que está sendo desenvolvido para combater a xenofobia nas escolas. “A ideia é distribuir o módulo em abril, como um projeto piloto, para escolas em locais com grande presença de migrantes e refugiados”, afirmou Merkx. No futuro, o modelo será usado em outras áreas também.

Os refugiados colombianos e as crianças locais que participaram dos dois dias do projeto, começaram aprendendo o básico sobre radiodifusão. Depois, as histórias foram gravadas.

“Nós ensinamos noções básicas de como fazer histórias de rádio e também abordamos os direitos dos refugiados”, explica o produtor da RNTC, Arturo Meoño. “Com a participação dos costa-riquenhos e dos estudantes do ensino médio, pudemos ouvir os dois lados da questão: as percepções dos jovens refugiados sobre sua vida na Costa Rica e a reação dos jovens locais sobre as histórias de vida, direitos e experiências dos refugiados”.

Para ler o restante deste texto, clique aqui