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domingo, 18 de fevereiro de 2018

Bahia: UFRB seleciona professor de Radiojornalismo

O salário é de R$ 4.455,22, mas caso o selecionado tenha doutorado, poderá chegar a R$ 5.130,45.

Por Chico Sant'Anna
A Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) abriu as inscrições ao concurso público para professor efetivo do Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL). Uma vaga é ofertada para professor Adjunto A, em regime de dedicação exclusiva, para a área de Radiojornalismo/ Comunicação. 
O salário é de R$ 4.455,22, mas caso o selecionado tenha doutorado, poderá chegar a R$ 5.130,45. O contratado irá desempenhar suas funções no Centro de Artes, Humanidades e Letras, campus da cidade de Cachoeira, na Bahia. As inscrições serão realizadas exclusivamente pela página eletrônica de concursos da UFRB até o dia 02 de março. A taxa é R$ 200.    
O concurso contará com as seguintes etapas: prova escrita, prova didática (aula pública), prova de títulos e defesa de memorial. O cronograma das provas será divulgado na página eletrônica de concursos da UFRB.    
Para mais informações, clique aqui para consultar o edital.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Passaralho no A Tarde da Bahia

Do Jornalista & Cia

Na 2ª.feira (16/7), o Grupo A Tarde divulgou o corte de 81 empregados, 23 dos quais jornalistas. O anúncio, feito pelo Departamento Jurídico da empresa, acontece em circunstâncias incomuns: a própria empresa solicitou uma reunião com os sindicatos dos jornalistas e dos empregados administrativos das empresas jornalísticas e explicou a inevitabilidade das dispensas.
Sem notícia de postura semelhante por parte de outros grupos de mídia, a atitude visou, segundo o comunicado oficial, assegurar a transparência do processo e os direitos dos funcionários. Os colaboradores demitidos só serão conhecidos nesta 4ª.feira (18/7).
É a seguinte a íntegra do comunicado:
“A Empresa Editora A Tarde S/A informa que serão adotadas todas as medidas legais com relação aos seus empregados. A dispensa de uma parte do quadro funcional é necessária para a empresa manter-se competitiva no mercado. A Tarde convocou os dois sindicatos, Sadejorba e Sinjorba, para o diálogo, numa clara demonstração de respeito aos direitos dos seus colaboradores, e, além disso, protocolou junto ao Ministério Público do Trabalho requerimento para intermediação nas negociações, com audiência designada para o dia 17 de julho de 2012, às 10h”.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Jornalista pede demissão após governo da Bahia censurar sua reportagem

Publicado originalmente no Portal Brasil

A liberdade de imprensa foi assegurada no Brasil em 28 de agosto de 1821, por um decreto assinado por D. Pedro I e cassada em 1968 pelo Ato Institucional 5 (AI-5) cassou a liberdade de imprensa. Nada menos que 191 anos depois, a Bahia parece retroceder ao AI-5. O governo do Estado censurou uma matéria do site Bocão News. A matéria fala dos gastos com publicidade do governo da Bahia. Sem opinião, mas repleta de números (Leia abaixo)  .
Após a empresa assentir ao pedido e retirar a matéria do ar, o jornalista Guilherme Vasconcelos, escriba da denúncia pediu demissão em protesto e lançou a seguinte justificativa:
“Hoje, pedi demissão do site Bocão News, onde trabalhei nos últimos três meses. Escrevi, com base em dados oficiais, uma matéria que mostrava o crescimento exponencial dos gastos com publicidade do governo Wagner. Para minha surpresa, cerca de uma hora após a matéria ter sido postada, ordens da chefia chegaram até a redação para que a reportagem fosse retirada do ar.
De maneira truculenta e desrespeitosa, fui comunicado da decisão por terceiros através de mensagens de texto via celular. Também me foi dito que, por interesses econômicos e por pressão do “democrático” governo petista, a ordem era irrevogável.
Diante disso, não poderia agir de outra forma. Não se trata de querer bancar o herói, mas a demissão era a única saída honrosa. A coerência, a dignidade e a liberdade são valores inegociáveis para mim.
Na Bahia, estado que lidera a vanguarda do atraso, só verdades convenientes podem ser reveladas. Nosso jornalismo, salvo algumas honrosas exceções, é submisso e se aproxima do amadorismo.
A verdade é que aqui, terra dos superlativos – 69 dias de greve dos professores, 12 anos de metrô, pior prefeito de capitais –, praticamente não há jornalismo investigativo. Dizem que estamos na era da transparência. Na Bahia, a censura ainda é regra.

Agradeço a Daniel Pinto, Marivaldo Filho e Luiz Fernando Lima, que muito me ensinaram durante esses três meses e, certamente, continuarão me ensinando. (Guilherme Vasconcelos)”

Leia abaixo a matéria censurada na íntegra.

Governo Wagner eleva em 162% gastos com propaganda

Por Guilherme Vasconcelos, publicado originalmente no Bocão News

Entre 2007, primeiro ano da administração petista, e 2011, o governo Jaques Wagner elevou em 162,5% os gastos com propaganda, promoção e divulgação das ações do Estado. Nesse período, as despesas com publicidade saltaram de R$ 46 milhões para R$ 122 milhões. Os dados estão no relatório de contas de 2011 do governo do estado elaborado pela conselheira do Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE), Ridalva Figueiredo.
Em comparação com 2010, quando foram gastos R$ 109 milhões, houve um aumento de 12%. A Secretaria de Comunicação Social e a Casa Civil foram as instâncias do governo estadual que registraram maiores despesas na área, com R$ 29,2 milhões e R$ 13,9 milhões, respectivamente.
Entre as estatais, os gastos com publicidade foram liderados pela Empresa Baiana de Turismo (Bahiatursa), com R$ 11,4 milhões, seguida pela Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa), com R$ 7,3 milhões, e a Empresa Baiana de Alimentos (Ebal), com R$ 3,3 milhões.
Seca  – Se o orçamento para a divulgação dos projetos do governo não para de aumentar, os recursos destinados a ações de combate à seca, problema que fez mais da metade dos municípios baianos declarar situação de emergência neste ano, foram considerados insuficientes pelo conselheiro Pedro Lino, que votou pela desaprovação das contas do governo durante julgamento realizado na semana passada.
“Através de pesquisa realizada por minha assessoria nos sistemas corporativos do Estado, verificou-se que foram aplicados recursos no montante de R$ 37.599.143,88 através da execução de apenas dois projetos e duas atividades visando a assistência às famílias e municípios e implantação de soluções hídricas. Entretanto, nenhuma destas ações foi estabelecida como meta prioritária”, critica o conselheiro no parecer sobre as contas do poder executivo, destacando que a quantia empregada para reduzir os efeitos da seca foi mais de três vezes menor do que os recursos destinados a promover as ações do governo.

domingo, 3 de junho de 2012

Band pode responder na Justiça por programa humilhante

Publicado originalmente no Observatório do Direito à Comunicação e no Pátria Livre

O caso da repórter Mirella Cunha, do programa Brasil Urgente Bahia, da TV Bandeirantes, está na mira da justiça. Após uma onda de críticas nas redes sociais e de manifestações de entidades civis à matéria da jornalista, o episódio pode gerar processos contra a repórter, o programa e a emissora por violar direitos constitucionais e os direitos humanos.
Por Jeronimo Calorio*
A coordenação do Núcleo de Criminal do Ministério Público Federal da Bahia apresentou na quarta-feira (23) uma representação pedindo a investigação do caso e a tomada de medidas cabíveis. Já o Ministério das Comunicações eximiu-se da responsabilidade de punir a Bandeirantes.
A reportagem feita dias atrás pela jornalista Mirella Cunha com um rapaz suspeito de crime sexual causou indignação de diversos setores da sociedade. Durante a matéria, feita dentro da 12ª Delegacia de Itapoã, em Salvador (BA), a repórter acusa o jovem de ter tentado estuprar uma pessoa e faz piadas com o fato de o detido ter confundido exame de corpo de delito com exame de próstata, além de debochar dos erros de português do acusado. Enquanto a jornalista conversa com o preso, embaixo da tela aparece a frase “Chororô na delegacia: acusado de estupro alega inocência”.
O procurador Vladimir Aras, autor da representação, alega haver indícios de abuso de autoridade, mau uso da concessão pública por parte da emissora e dano à honra do preso. “Presos têm direitos também, e um deles é a presunção de inocência até ser julgado”, diz o procurador. Ele também aponta para outros riscos subsequentes à matéria veiculada pela Band. “O caso nem foi apurado, mas sabe-se muito bem o que se faz com esses suspeitos na cadeia”, observa Aras, se referindo à violência física, incluindo estupro, comumente exercida contra acusados de violência sexual. A representação foi encaminhada à Secretaria de Segurança do governo da Bahia e ao Ministério Público estadual, que também recebeu denúncias de entidades da sociedade civil a respeito do caso.
Minicom não se posiciona
O jornalista Pedro Caribé, do Coletivo Intervozes e um dos representantes da sociedade civil no Conselho de Comunicação da Bahia, lembra que casos como esses não são raros, e diz que não só as emissoras, mas também o Estado tem responsabilidade nessa questão. “Esse exemplo espelha bem a relação histórica entre empresas de comunicação e o aparato policial. Ele demonstra como esses parceiros atuam sem controle social devido, passando por cima dos direitos individuais e da Constituição”. Caribé também diz que o Conselho Estadual de Comunicação, implementado há um mês, pode servir como ponte entre esses casos e os entes jurídicos, mas observa que isso é insuficiente. “É necessário uma reformulação no marco regulatório, a fim de facilitar reivindicações da sociedade”, opina.
Em carta manifesto divulgada na terça-feira (22), diversos jornalistas baianos relembram que, além de violação constitucional, o caso também infringe o artigo 6° do Código de Ética dos jornalistas brasileiros, que diz ser “dever do jornalista: opor-se ao arbítrio, ao autoritarismo e à opressão, bem como defender os princípios expressos na Declaração Universal dos Direitos Humanos”. O documento também denuncia “uma evidente vinculação entre esses programas e o campo político, com muitos dos apresentadores buscando, posteriormente, uma carreira pública, sendo, portanto, uma ferramenta de exploração popular com claros fins político-eleitorais.”
A grave violação aos direitos humanos identificada por milhares de pessoas, movimentos sociais e órgãos da justiça parece não ter sensibilizado o Ministério das Comunicações, responsável por aplicar sanções aos concessionários de rádio e TV quando cometem abusos. Em nota, a assessoria do Minicom afirmou simplesmente que não cabe ao órgão se posicionar quanto ao caso.
Audiências públicas
O governo tem respaldo legal para agir, caso tenha interesse. Cabe lembrar que o Decreto Presidencial nº 52.795, de 1963, institui no Art. 28 (incluído em outro decreto de 1983) que cabe às emissoras concessionárias “não transmitir programas que atentem contra o sentimento público, expondo pessoas a situações que, de alguma forma, redundem em constrangimento, ainda que seu objetivo seja jornalístico”. A multa para estes casos chega até 50 salários mínimos.
“Acredito que eles escolhem a nós, negros oriundos da periferia, para suas matérias, pois acreditam que somos ignorantes, e que se ao menos sabemos falar, para eles, não saberemos nossos direitos”, denuncia Enderson Araújo, diretor do grupo Mídia Periférica, um dos organizadores do tuitaço realizado essa semana em protesto contra o episódio. O procurador Vladimir Aras concorda com a análise fazendo uma comparação com a cobertura da mídia em relação ao caso Carlinhos Cachoeira. Segundo ele, o caso do bicheiro também há um interesse público em interrogar o suspeito, mas seus direitos foram resguardados. “Enquanto um aparece na TV respondendo apenas o que lhe convém, o outro é exposto algemado”, compara ele.
Já a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), em nota, declarou que “programas policialescos, irresponsáveis e sensacionalistas não podem ser tolerados pela sociedade por se travestirem de produções jornalísticas. Na verdade, estes programas ferem os princípios e a ética do Jornalismo e configuram abuso das liberdades de expressão e de imprensa, por violarem os direitos constitucionais da cidadania”. A Fenaj ainda defende a aplicação de medidas cabíveis aos profissionais envolvidos, mas também aponta para a “necessidade de responsabilização das empresas da mídia, que definem os formatos de seus programas e os impõem aos profissionais e ao público”.
Apesar da grande visibilidade atingida pelos manifestos feitos pelas redes sociais Twitter e Facebook, Enderson reconhece a importância de se tomar medidas reais. Ele aponta como uma das possíveis ações a realização de audiências públicas sobre esse tipo de programa, além da intenção de ajudar o jovem acusado. “Ele cometeu um crime, sim, mas não sabemos a realidade deste jovem, nem podemos julgar, como fez a repórter. Vamos tentar ressocializá-lo, para que ele volte à sociedade.”

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Bahia cria primeiro Conselho de Comunicação Social do Brasil

Do Teletime news

Tomaram posse na terça-feira, 10/1, os 27 representantes do Conselho de Comunicação Social da Bahia, o primeiro a ser criado no Brasil. O conselho tem como objetivo planejar e elaborar políticas públicas voltadas para a comunicação no Estado. De caráter consultivo e deliberativo, o órgão é presidido pelo secretário de Comunicação Social, Robinson Almeida.

O conselho é o espaço que os movimentos sociais, os empresários e o governo têm para discutir os problemas de comunicação na Bahia. “Vamos pautar o debate do fortalecimento do mercado de comunicação para que seja possível gerar mais empregos e apresentar conteúdos regionais, preservando a nossa identidade cultural”, disse Almeida durante a cerimônia de posse que aconteceu no auditório do Ministério Público da Bahia.

Os representantes da sociedade civil que vão compor o conselho – sete do poder público e 20 da sociedade civil – foram eleitos no dia 25 de novembro, em votação realizada na Fundação Luís Eduardo Magalhães (Flem).

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Funcionários impedem transmissão de telejornal da Band

Da Revista Imprensa

O "Jornal da Manhã", telejornal da filial baiana da Rede Bandeirantes, foi impedido de ir ao ar na última sexta-feira (29), por conta de paralisação dos funcionários da emissora, ocorrida entre 5h e 8h no mesmo dia.
Colaboradores reivindicam aumento salarial de 12%. "A direção da Bandeirantes ofereceu apenas 7%, índice que está abaixo do INPC do período, que foi de 8,75%. Por isso, não conseguimos chegar a um acordo", afirma Everaldo Monteiro, coordenador do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e de Publicidade no Estado da Bahia (Sinterp). A Superintendência Regional do Trabalho deve mediar uma reunião entre as partes, ainda sem data marcada.
Procurada pelo Portal Imprensa, a direção da emissora ainda não se pronunciou sobre o assunto. No último dia 11 de abril, a Band-BA comemorou 30 anos de existência. O aniversário foi celebrado com a exibição de um documentário especial, exibido nesta segunda-feira (2/5).

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Assembleia aprova Conselho de Comunicação na Bahia

Por Pedro Caribé, do Observatório do Direito à Comunicação

A Assembleia Legislativa da Bahia aprovou reforma administrativa do poder executivo nesta quarta-feira, dia 27, na qual o Conselho de Comunicação Social foi um dos pontos referendados. A proposta do Conselho foi enviada pelo executivo após ser gestada por consenso num Grupo de Trabalho, em 2010, com a presença de membros do governo, empresários e organizações da sociedade civil.
Também foi aprovada pelos deputados a criação da Secretaria Estadual de Comunicação (Secom), bem como a transferência do Instituto de Radiodifusão Pública da Bahia (Irdeb) da alçada da Secretaria de Cultura para a nova Secom. Diferente do conselho, ambas as medidas foram alvos de críticas mais contundentes da sociedade civil que não participaram do processo decisório. No caso do Irdeb a emenda parlamentar que efetuou a mudança abre brechas para pedido de inconstitucionalidade, podendo ser revertida e reverberar por toda reforma.
As mudanças na política de comunicação do estado se iniciaram durante os debates da Conferência Estadual em 2008, onde o conselho e a secretaria foram demandas apontadas pelas resoluções.
No caso do Conselho, o projeto de lei delineou finalidades consultivas e deliberativas. Sua composição será de 20 membros da sociedade civil e sete do poder executivo, incluindo a presidência vitalícia da Secom. O órgão terá entre as suas competências: a elaboração da políticas da Secom; orientar e acompanhar o Irdeb; reencaminhar denúncias sobre abusos e violações de direitos humanos nos veículos de comunicação; fortalecimento dos veículos de comunicação comunitária; articular a distribuição das verbas publicitárias do Estado seja baseada em critérios técnicos de audiência e que garantam a diversidade e pluralidade.
Durante café da manhã com os movimentos sociais no dia da votação, o Secretário de Comunicação, Robinson Almeida, alegou que o governo teve maior trabalho em costurar o apoio ao conselho com setores empresariais "isolados" que tentaram influenciar até deputados da base govenistas a serem contrários a proposta. Durante a sessão na Assembleia nenhum deputado de oposição subiu a tribuna para criticar o conselho e foram aprovadas duas emendas na composição, uma que criou vaga para jornalismo digital e outra para os movimentos sociais.
Secretaria
A estrutura da Secom foi discutida pela primeira vez com as organizações no dia da votação, enquanto os empresários haviam discutido duas semanas antes com o governo. Já os termos da transferência do Irdeb para a Secom só foram apresentados a noite, já no plenário pelo relator da reforma administrativa.


Além da falta de diálogo, os movimentos concentraram as críticas na fragilidade administrativa da pasta, em especial para executar políticas públicas demandadas pela Conferência Estadual e dar autonomia ao Irdeb. Durante o encontro o governo tentou contornar as críticas ao apresentar um organograma com uma assessoria para as políticas públicas que não consta no projeto de lei.
O projeto determinou a criação de duas coordenações ligadas a secretaria, de comunicação integrada e jornalismo, além de uma diretoria geral. As três são responsáveis por atribuições da antiga Assessoria Geral de Comunicação. Julieta Palmeira, do Instituto Barão de Itararé, qualificou o órgão como "desnutrido". Já Niltom Lopes da Cipó Comunicação Interativa reforçou que o movimento social reivindicou e formulou a Conferência e o Conselho, mas não foi contemplado na Secom com estrutura para tocar questões como inclusão digital.
Everaldo Monteiro do Sindicato dos Trabalhadores de Rádio, TV e Publicidade do Estado da Bahia (Sinterp) defendeu que as verbas publicitárias não devem ser direcionadas para veículos que desrespeitam a legislação trabalhista ou estão atuando com outorgas irregulares. Martiniano Costa, presidente da CUT-BA, solicitou ao secretário estrutura autônoma para atender as demandas da radiodifusão comunitária.
Robinson Almeida respondeu às críticas dizendo que a nova estrutura é a mais avançada neste quesito do país, a exceção da Secom da Presidência República. O secretário também passou a responsabilidade às rádios comunitárias pela ausência de políticas voltadas para o segmento, pois segundo Almeida, elas precisam se "organizar" para pleitear as verbas que são destinadas a publicidade nos veículos comerciais.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Emprego: Uneb abre concurso para professor de comunicação social

A Universidade do Estado da Bahia lançou edital para concurso público destinado a selecionar 38 cargos de professor adjunto nível A, em regime de dedicação exclusiva.
Dentre as vagas, há uma vaga para professor de Comunicação Social com salário de R$ 6.544,31, para graduados em Comunicação Social com doutorado na área.
As inscrições poderão ser feitas até 14 de fevereiro pelo site www.concursodocente.uneb.br.

domingo, 24 de outubro de 2010

Bolsa de Pós doutorado em Democracia Digital na Bahia

Uma bolsa de pós-doutorado do PNPD-Linha Capes está disponível a partir de novembro. As bolsas PNPD são para doutores ainda não integrados ao mercado de trabalho - supõem, portanto, dedicação exclusiva, residência na Bahia e ausência de vínculo empregatício.
A bolsa em questão é para participar do projeto, em andamento, Democracia Digital no Brasil, realizado pelo meu grupo de pesquisa (Comunicação, Internet e Democracia) no contexto do CEADD (Centro de Estudos Avançados em Democracia Digital e Governo Eeletrônico). O projeto é apoiado pelo PNPD, PRONEX e está localizado no quadro de um convênio nacional (PROCAD) com o grupo de pesquisa EME (Rousiley Maia) da UFMG e de um convênio internacional com o LABCOM da Universidade da Beira Interior, Portugal.

O ambiente de pesquisa será o Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas da UFBA e na interação entre as linhas de Cibercultura (André Lemos, Marcos Palácios dentre outros) e Comunicação e Política (Othon Jambeiro, Wilson Gomes dentre outros colegas).

Interessados devem entrar em contato com Wilson Gomes - Universidade Federal da Bahia (71) 8871 6366i via e-mail pessoal .