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sábado, 26 de fevereiro de 2022

UnB capacita Comunicadores Populares para prevenção de dengue, zika e chikungunya

O Distrito Federal é uma das quatro unidades federativas que tiveram as maiores taxas de incidência no Brasil. De acordo com dados da Secretaria de Saúde do DF, foram notificados 4.279 casos suspeitos de dengue até o dia 18 de fevereiro. Os dados apontam um acréscimo de 287,2% no número de casos prováveis de dengue em residentes da capital federal, se comparado ao mesmo período de 2021.






A Universidade de Brasília (UnB) vai capacitar lideranças e comunicadores comunitários no combate à dengue, zika e chikungunya. O curso, que será aberto nacionalmente, é gratuito, de extensão, totalmente a distância, com 180h/a de certificação pela UnB. As inscrições serão abertas a partir de 15 de março e entre os módulos do curso, preparados por profissionais de jornalismo, rádio e televisão, estão noções de texto e roteiro em mídia sonora; tipos de programas radiofônicos (musicais, esportivos, noticiosos, etc); os diferentes tipos de locução; estratégias de marketing e divulgação em redes sociais; operacionalização de equipamentos: mesas de áudio; o fluxo digital na comunicação comunitária; história e legislação de rádios comunitárias; edição de produtos sonoros; novas tendências em áudio: podcasts e produtos para Whatsapp e muito mais.

Além da pandemia de covid-19, a dengue, zika e chikungunya seguem sendo um problema de saúde nacional. Conforme dados do último Boletim Epidemiológico da Secretaria de Vigilância do Ministério da Saúde, até o dia 12 de fevereiro deste ano foram registrados 70.555 casos prováveis de dengue no Brasil, com um aumento de 43,5% em relação ao mesmo período em 2021. A Região Centro-Oeste apresentou a maior taxa de incidência de dengue, com 178,8 casos para cada 100 mil habitantes, seguida das Regiões Norte (64,1 casos/100 mil hab.), Sudeste (19,3 casos/100 mil hab.), Sul (13,6 casos/100 mil hab.) e Nordeste (12,4 casos/100 mil hab.). Sobre os dados de chikungunya, ocorreram 4.404 casos prováveis da doença. Com relação aos dados de zika, foram registrados 323 casos da infecção pelo vírus no país.

O Distrito Federal é uma das quatro unidades federativas que tiveram as maiores taxas de incidência no Brasil. De acordo com dados da Secretaria de Saúde do DF, foram notificados 4.279 casos suspeitos de dengue até o dia 18 de fevereiro. Os dados apontam um acréscimo de 287,2% no número de casos prováveis de dengue em residentes da capital federal, se comparado ao mesmo período de 2021.

De acordo com a coordenadora das ações de educação, informação e comunicação do Projeto ArboControl, professora Valéria Mendonça (UnB), diante do cenário epidemiológico apresentado no Brasil e no Distrito Federal, iniciativas como a do projeto são cada vez mais necessárias. Fruto de um convênio entre a Universidade de Brasília e o Ministério da Saúde, a iniciativa conta com quatro componentes e uma rede de pesquisadores nacionais e internacionais que atua em ações como formação e capacitação de profissionais de saúde; desenvolvimento de inseticidas; diagnóstico de sistemas de informação; desenvolvimento de aplicativos de vigilância; avaliação da efetividade de campanhas e ações de educação, informação e comunicação; dentre outras.

O ArboControl tem o objetivo de apresentar alternativas viáveis, eficazes em longo prazo e ambientalmente sustentáveis para o controle do Aedes aegypti. “Cada vez mais precisamos utilizar estratégias de educação, informação e comunicação a fim de nos prevenirmos de doenças e promovermos a saúde em nossas casas e comunidades. Para auxiliar nesse processo, precisamos ser protagonistas dessa mudança, que somente ocorrerá com a tradução do conhecimento a ser compartilhado entre academia, lideranças e mídias comunitárias, profissionais e gestores do Sistema Único de Saúde (SUS)”, destaca Valéria.

Para mais detalhes, visite o site do projeto 

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Editora UnB lança livro sobre Arquivologia & Cinema

Por Ana Célia Rodrigues

Cynthia Roncaglio e Miriam Manini são pesquisadoras e docentes do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação e do Curso de Arquivologia da Universidade de Brasília, onde encontraram o diálogo na Arquivologia, “campo do conhecimento que nos instiga a olhar para dentro e para fora da disciplina, numa tentativa incessante de nos enriquecer intelectualmente e, na medida do possível, enriquecer esta disciplina científica com nossas buscas teóricas e metodológicas”, como descrevem as autoras. E nesse diálogo descobriram que a paixão pelo cinema - “a imagem, fixa ou em movimento, e a palavra, dita ou registrada” - também as aproximam.
Cynthia e Miriam relatam: “não foi difícil diante das nossas experiências pedagógicas e culturais e durante o estreitamento da nossa convivência acadêmica e pessoal, surgir o interesse em realizar em conjunto, um estudo sobre Arquivologia e Cinema”.
Assim nasce esta obra, “que transmite prazer pela proposta”, um livro que “inclui a discussão de filmes em aulas de Arquivologia, ultrapassando a simples ilustração”, e que “ainda traz ótimas  receitas culinárias, testemunhas degustativas da feitura do livro”, enfatiza Johanna Smit, no prefácio.
As autoras apresentam neste livro um estudo da relação entre a Arquivologia e o Cinema, abordando a utilização do filme como recurso pedagógico para o ensino da Arquivologia. Descrevem, ainda, o processo de elaboração da obra, oferecendo as receitas culinárias que inspiraram seus encontros intelectuais.
A relevância do tema tratado nesta obra, o uso do Cinema no processo pedagógico do ensino superior e, em especial, sua interface com a teoria e prática arquivística para o ensino da Arquivologia, aliados ao ineditismo da abordagem e a escassez de produção bibliográfica em nível nacional e internacional, são aspectos que ressaltam a pertinência da pesquisa realizada pelas autoras.
Pesquisa teórica consistente, fundamentada em bibliografia atual, que problematiza as funções arquivísticas e a terminologia que as envolve, assim como a relação entre a Arquivologia, o Cinema e a Leitura de Imagens, aspectos que são muito bem explorados nos filmes escolhidos como exemplos para  análise.
O livro está estruturado em dois capítulos teóricos: o primeiro trata das relações entre as funções arquivísticas e a leitura de filmes, e o segundo aborda o uso do Cinema na transmissão do conhecimento como fonte documental. No terceiro capítulo, apresenta uma proposta metodológica inovadora, desenvolvida para o estudo das funções arquivísticas através da análise de filmes. O apêndice A oferece a lista de filmes analisados e indicados para uso didático em sala de aula; o apêndice B apresenta a Ficha de Análise Arquivística de Filmes (FAAF) elaborada, e as instruções para seu preenchimento; e o apêndice C proporciona as receitas culinárias para acompanhar uma sessão de filmes em casa, convidando o leitor ao prazer do cinema e à reflexão crítica sobre o filme como recurso didático para o ensino da Arquivologia.
Destaca-se a primorosa seleção dos filmes, o rigor na descrição dos procedimentos metodológicos desenvolvidos e a qualidade do resultado alcançado em sua aplicação, o que torna esta obra uma referência para o ensino da Arquivologia no Brasil.
As receitas de cozinha dos encontros das autoras são detalhes que aliam saber e sabor, e tornam a leitura da obra ainda mais prazerosa.
________________
Ana Célia Rodrigues é professora do curso de Arquivologia e do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal Fluminense  (PPGCI/UFF).

Resenha publicada originalmente em Resgate – Revista Interdisciplinar de Cultura do Centro de Memória da Unicamp – v.24, n.2[32] p. 129-131, jul./dez. 2016____

sábado, 28 de dezembro de 2013

UnB seleciona jornalista revisor

Abrindo a temporada de concursos de 2014, a Fundação Universidade de Brasília - FUB lançou edital de certame para a seleção de revisor de textos.
Existe uma única vaga e o salário é de R$ 3.230,88. A remuneração poderá aumentar dependendo do grau de formação acadêmica do selecionado. A jornada de trabalho será de quarenta horas semanais, salvo quando a lei estabelecer duração
diversa.
O concurso é voltado para detentores de diploma, devidamente registrado, de curso de nível superior em Comunicação Social. Também poderão concorrer os formados em Letras.
O selecionado terá como missão as tarefas de revisar textos, atentando para as expressões utilizadas, sintaxe, ortografia e pontuação para assegurar-lhes correção e clareza, concisão e harmonia, bem como torná-las inteligíveis ao usuário da publicação; assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extensão.
As inscrições serão aceitas somente via internet, pelo endereço eletrônico
http://www.cespe.unb.br/concursos/fub_2014, no período entre 10 horas do dia 2 de janeiro
de 2014 e 23 horas e 59 minutos do dia 21 de janeiro de 2014, observado o horário oficial de
Brasília.
Mias informações, clique aqui.




domingo, 28 de julho de 2013

Concurso da UnB selecionará dois jornalistas

No concurso, duas vagas serão oferecidas para jornalistas

que atuarão na divulgação das atividades da UnB.
Foto: Agência UnB
A Universidade de Brasília-UnB abre no dia 5 de agosto as inscrições ao concurso público para seleção de servidor técnico-administrativos. Dentre as diversas funções desejadas, haverá oferta de vagas para jornalistas noseu quadro de pessoal. São duas vagas e o salário inicial é de R$ 3.138,70. 
As provas acontecem no dia 13 de outubro de 2013, no turno da manhã. Os candidatos deverão possuir diploma de conclusão de curso superior em Jornalismo ou Comunicação Social com habilitação em Jornalismo e registro profissional. Os aprovados poderão trabalhar em qualquer setor da FundaçãoUniversidade de Brasília - FUB e o edital fixas as seguintes atividades a serem desempenhadas:

  • Recolher, redigir, registrar, por meio de imagens e de sons, interpretar e organizar informações e notícias a serem difundidas, expondo, analisando e comentando os acontecimentos;
  • Fazer seleção, revisão e preparo definitivo das matérias jornalísticas a serem divulgadas em jornais, revistas, televisão, rádio, internet, assessorias de imprensa e quaisquer outros meios de comunicação com o público; assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extensão.


O Edital define também o conteúdo da prova, que demandará conhecimento que não são concernentes às atividades Jornalísticas, mas sim de Relações Públicas, como a organização de eventos e pesquisa de opinião pública. Confira:

  1. Teoria da comunicação: principais escolas e pensadores. 
  2. Papel social da Comunicação. 
  3. Código de Ética do Jornalista. 
  4. Regulamentação da profissão. 
  5. Constituição Brasileira (Título VIII, capítulo V e suas alterações). 
  6. Opinião pública (pesquisa e segmentação de públicos). 
  7. Organização de eventos. 
  8. Técnicas jornalísticas. 
  9. Critérios de definição e elaboração da notícia. 
  10. Gêneros textuais (reportagem, entrevista, editorial, crônica, coluna, pauta, informativo, comunicado, carta, release, relatório, anúncio e briefing em texto e imagem). 
  11. Critérios de seleção da notícia (redação e edição). 
  12. Produção gráfica (tipologia e medida de caracteres, justificação, mancha gráfica e margens, diagramação e retrancagem, composição e impressão, preparação de originais, planejamento editorial, ilustrações, cores e técnicas de impressão). 
  13. Produção, elaboração e edição da notícia no Rádio e na TV. 
  14. Temas emergentes da Comunicação: novas mídias (wiki, blog, podcasts, twiter), comunicação on-line, portal corporativo.


Até às 23 horas e 59 minutos do dia 26/08, pelo o horário oficial de Brasília/DF, será admitida a inscrição, somente via internet, no endereço eletrônico http://www.cespe.unb.br/concursos/FUB_2013 ,
Mais informações, clique aqui.

domingo, 21 de julho de 2013

Seleção de Jornalista e de RP para o Hospital Universitário de Brasília

Termina no próximo dia 28 o prazo das inscrições ao concurso público que irá selecionar, dentre outras funções, dois analistas na área de Comunicação Social para atuação no Hospital Universitário de Brasília - HUB.
Uma vaga é para Relações Públicas e outra para Jornalismo. Em ambos os casos o salário é de R$ 4.732,00 e o empregador será a recém criada Empresa Brasileira de Serviçoes Hospitalares. Trata-se de uma estatal federal que irá gerir os hospitais universitários federais.
O regime de contrato é celetista e a jornada de 40 horas semanas. Esta jornada, no caso do Jornalista, é ilegal, principalmente em se tratando de emprersa sob regime celetista. O Tribunal Superior do Trabalho já tem jurisprudência firmada em favor do reconhecimento da jornada de 30 horas para Jornalistas. Seria interessante que a Federação Nacional dos Jornalistas - Fenaj intercedesse preventivamente e pedisse a correção do edital.
Os candidatos precisam possui nivel superior na respectiva área de atuação e registro profissional. As inscrições para este Concurso Público serão realizadas exclusivamente pela Internet, no endereço eletrônico do IBFC www.ibfc.org.br, até às 23:59 horas do dia 28 de julho de 2013.
Mais informações, clique aqui.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

UnB resgata em vídeo 50 anos de comunicação institucional

A Universidade de Brasília, que está completando meio século de existência, decidiu tocar um projeto que busca recuperar as experiências de Comunicação Institucional vivenciadas pela própria Universidade nos seus 50 anos.
Um vídeo com depoimento das pessoas que passaram pela Assessoria de Comunicação da instituição está sendo produzido. Profissionais como o jornalista Hélio Doyle, Clodo Ferreira e tantos outros estão registrando em vídeo seus depoimentos, relembrando as inciativas, desafios, metas e utopias.
Na quarta-feira, 6/3/2013, foi a minha vez de falar sobre as experiências por mim vivenciadas quando dirigi a Coordenação de Comunicação Social da UnB, nos anos de 1991 e 92, na gestão do reitor Antônio Ibañez.
Foi uma grata experiência revivenciar o trabalho realizado há quase vinte anos e com uma equipe fenomenal que lá atuava.
O documentário, proposto pelo professor e jornalista Fernando Paulino, ainda deve demorar um pouquinho, mas um making off, gravado no celular mesmo, com alguns trechos de depoimentos e ainda sem uma edição afinada está disponível na internet.
Deixo aqui uns minutinhos do que foi o meu depoimento.



O jornalista Chico Sant'Anna relata como ajudou a divulgar as pesquisas da Universidade de Brasília durante a ECO'92. Nesse ano, Chico ocupava o cargo de assessor de Comunicação da UnB. Sem tecnologias como e-mail ou celular, o jornalista relata os desafios enfrentados para criar um banco de fontes para aproximar professores e imprensa.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

UnB seleciona professor de Audiovisual

A Faculdade de Educação da Universidade de Brasília - UnB/FE/MTC está com inscrições abertas até o dia 22 de junho para o concurso de professor adjunto na área de audiovisual para o Departamento de Métodos e Técnicas.
A seleção oferece uma vaga em regime de dedicação exclusiva. A remuneração é de R$ 7.627,02.
O candidato deverá ser detentor do título de Doutor em Educação, Comunicação ou área afim.
Mais informações, clique aqui.
Informações sobre o edital 239, clique aqui.
Ficha de inscrição online, clique aqui.

sábado, 24 de março de 2012

Flaac 2012 seleciona estagiários de Comunicação Social

O Festival Latino-americano e Africano de Arte e Cultura - Flaac 2012, realizado pela Universidade de Brasília, abre  oportunidade de  7 vagas de estágio para graduandos do curso de Jornalismo , 11 do de Audiovisual , 3 do de Publicidade e 9 do de Comunicação Organizacional.

Podem se candidatar às vagas estudantes de graduação das seguintes universidades e faculdades conveniadas: UnB, FACITEC , UCDB, UNIP, UDF, FACEB, UCB, IESB, UNIPLAN, UNICEUB, UNIEURO , Faculdade LS, Faculdade Projeção e  ESPAM/Projeção.

O valor do estágio é de R$ 364,00 + R$6,00 (dia) de auxilio transporte, e os estudantes devem estar cursando a partir do 3º semestre e   do  4º  semestre no caso do curso  de Artes Plásticas . O estágio tem validade de 6 (seis) meses, a partir da assinatura do Termo de Compromisso e início da atuação.

As  inscrições on-line vão até 23 de marco no link do  site do Flaachttp://www.flaac2012.com.br/flaac-2012-seleciona-estagiarios-para-sua-equipe/(www.flaac2012.com.br) com o preenchimento da Ficha de Inscrição e  envio de currículo.

Informações: Casa da Cultura da América Latina  (CAL/DEX/UnB) pelo e-mailestagioflaac2012@gmail.com e telefone 3321-5811.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Livro Comunicação e Cidadania: Conceitos e Processos propõe interface com o cidadão

Uma coletânea capitaneada por docentes e colaboradores do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade de Brasília, Comunicação e Cidadania: Conceitos e Processos propõe para a agenda pública experiências na interface Comunicação/Cidadania. Ambos fenômenos abordados por diferentes ângulos, o que resulta em um percurso instigante.
Política Social, jornalismo, cinema, radioweb, rádio comunitária, telefonia móvel, identidade profissional e o papel do jornalista, fotografia digital, marketing e marketing social, transversalidade da questão ambiental, uso de informações públicas no jornalismo,telejornalismo e política, representações da Terceira Idade, Sociedade da Informação são alguns dos temas apresentados, sempre incluindo a relação de tais temas com os conceitos e processos da cidadania.
A obra conta com colaboradores parceiros de outras instituições (UFRN e UCB) e o núcleo de autoras e autores está vinculado, em grande medida, ao Programa de Pós-Graduação em Comunicação e aos projetos de Extensão Comunicação Comunitária, SOS Imprensa e Projete Comunicação para Sustentabilidade.
Os relatos empíricos e as proposições conceituais apresentados na obra devem surtir novas e enriquecedores sentidos para essa interface.


Autores

Prefácio – Marco Antônio Rodrigues Dias

Parte I (Comunicação, Tecnologias e Cidadania):


Vicente Faleiros, Tiago Qiroga, Dione Oliveira Moura (org.), Fernando Oliveira Paulino (org.), Juliana Soares Mendes, Leyberson Pedrosa, Pedro Arcanjo, Fabíola Calazans (org.), Fábio Henrique Pereira (org.), Kênia Maia.


Parte II (Jornalismo e Cidadania):


Luiz Martins da Silva (org.), Délcia M.M. Vidal, Thais Medonça Jorge, Liziane Guazina (org.), Solano Nascimento, Elen Geraldes (org.), Samuel Lima (org.).


Parte III (Audiovisual, Publicidade e Cidadania):


Edmundo Brandão Dantas, Gabriela Pereira de Freitas (org.), Tânia Siqueira Montoro, Karina Gomes Barbosa, Kátia Belisário, Asdrúbal Borges Formiga Sobrinho, Michael Peixoto.

terça-feira, 3 de maio de 2011

UnB outorga título Notório Saber ao jornalista Luiz Cláudio Cunha

No dia 9 de maio, segunda-feira, às 16 horas, a Universidade de Brasília concedera título de Notório Saber ao jornalista Luiz Cláudio Cunha. A homenagem foi proposta pela Faculdade de Comunicação da UnB e aprovada em 1° de julho de 2009 pelo Conselho da FAC, foi confirmada pela Câmara de Pesquisa e Pós-Graduação (CPP) na 808ª reunião, de 5 de novembro de 2010.

A resolução n° 12/2002 do CONSUNI (Conselho Universitário) da UnB, órgão máximo da universidade, define assim: “O reconhecimento de Notório Saber é restrito a profissionais cuja competência, produtividade e experiência transcendem o domínio institucional e sejam de reconhecimento público, comprovadas por produção artística, científica ou cultura, qualitativamente diferenciada e quantitativamente regular”.

O parecer dos professores doutores da Universidade Brasileira, três internos e dois externos à UnB, que aprovou o nome de Cunha para a homenagem resultou em cinco volumes documentação que comprovam o exercício por Luiz Cláudio Cunha de jornalismo profissional por quase 40 anos.

A professora Cremilda Medina, titular da Universidade de São Paulo - USP, ressalta, em seu parecer, que “essa contribuição jornalística [de Cunha] foi sempre marcada não só por uma prática de excelência, tanto nos itinerários nas mídias brasileiras quanto nos testemunhos que registrou em livros, mas igualmente pela importância que teve na luta pela democracia e pelos direitos humanos no Brasil”

Cunha passou por importantes órgãos da imprensa brasileira – Zero Hora, Veja, IstoÉ, Jornal do Brasil, O Estado de S.Paulo, O Globo, Playboy, Realidade, Correio Braziliense e Rede Globo. Em Brasília, comandou as redações de Veja, IstoÉ, Jornal do Brasil, Zero Hora, Afinal e DCI.

Conquistou a categoria principal dos prêmios Esso, o Vladimir Herzog e o Telesp, em 1979, com a série de reportagens em Veja sobre o sequestro de Universindo Díaz, Lílian Celiberti e seus dois filhos em Porto Alegre, em novembro de 1978, numa ação combinada da repressão das ditaduras do Brasil e Uruguai.

Trinta anos depois, a série gerou o livro Operação Condor: o Sequestro dos Uruguaios – uma reportagem dos tempos da ditadura (Ed. L&PM, 2008), que conquistou em 2009 os prêmios Jabuti, Vladimir Herzog e Casa de Las Américas (Cuba) na categoria de Livro Reportagem.

A série foi selecionada por Fernando Molica para o livro 10 Reportagens que Abalaram a Ditadura (Ed. Record, 2005).

Com o ex-porta-voz Antônio Britto, escreveu Assim Morreu Tancredo (Ed. L&PM, 1985), que vendeu cerca de 200 mil exemplares.

De acordo com o Cerimonial da UnB, o título de Cunha é o primeiro Notório Saber da UnB na área específica do Jornalismo. Os agraciados anteriores da UnB, nas suas respectivas áreas, foram Rogério Duarte Guimarães (Artes Gráficas e Desenho Industrial, em 1997), Evandro Vilela Teixeira de Salles (Artes Plásticas, em 1998), Hugo Rodas (Artes Cênicas, 1999), Hélcio Miziara (Medicina Legal, 1999), Conrado Jorge Silva de Marco (Música, 2000) e Francisco de Assis Chaves Bastos, o Xico Chaves (Artes Visuais, 2010).

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Estudantes de jornalismo da UnB lançam mais um nº da Campus Repórter

A 6ª edição da revista Campus Repórter será lançada na próxima terça feira, dia 10/8, a partir das 19h30, no Sebinho, da 406 Norte, em Brasília.

Inspirada na revista Realidade, é fruto de um trabalho acadêmico transdisciplinar de alunos e professores da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília. A Campus Repórter é feita por meio de um conjunto de disciplinas – de jornalismo, publicidade, desenho industrial – para a experimentação avançada de reportagem no meio impresso.

Com acabamento bem cuidado, fotografias e diagramação sofisticadas, a edição traz as seguintes reportagens:

A reportagem de capa sobre audiodescrição nasceu de um documentário – trabalho de conclusão de curso. Para entender os outros sentidos, além da visão, as repórteres frequentaram o Centro Especial de Ensino para Deficientes Visuais-DF.

A reportagem sobre mulheres que se organizam em cooperativas foi produzida no ABC e aborda o cooperativismo no berço do sindicalismo brasileiro.

Goiás é o cenário da reportagem inserida nos 20 anos de políticas públicas para a infância e a adolescência com a criação do Estatuto da Criança e do Adolescente. Os repórteres passaram cinco dias em um orfanato para entender a lógica desses espaços.

A história do rock dos anos 60 em Brasília é um híbrido: a pesquisa é reportagem, mas o formato é almanaque; tem fotos resgatadas de álbuns desbotados e formas geométricas inspiradas em cartazes modernistas. Muito antes do mito do Legião Urbana, os jovens cabeludos da capital abriam shows de Roberto Carlos e animavam bailinhos em vários pontos da cidade.

O entrevistado da edição é o cientista político David Fleischer . Às vésperas das eleições presidenciais, o principal desafio a vencer foi a produção de um material com tempo de validade longo, capaz de superar as nuvens que se movem tão rápido no cenário eleitoral.

A sexta edição da revista Campus Repórter será lançada na próxima terça feira, dia 10 de agosto, a partir das 19h30, no Sebinho, da 406 Norte, em Brasília.
Inspirada na revista Realidade, é fruto de um trabalho acadêmico transdisciplinar de alunos e professores da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília. A Campus Repórter é feita por meio de um conjunto de disciplinas – de jornalismo, publicidade, desenho industrial – para a experimentação avançada de reportagem no meio impresso.
Com acabamento bem cuidado, fotografias e diagramação sofisticadas, a edição traz as seguintes reportagens:
A reportagem de capa sobre audiodescrição nasceu de um documentário – trabalho de conclusão de curso. Para entender os outros sentidos, além da visão, as repórteres frequentaram o Centro Especial de Ensino para Deficientes Visuais-DF.
A reportagem sobre mulheres que se organizam em cooperativas foi produzida no ABC e aborda o cooperativismo no berço do sindicalismo brasileiro.
Goiás é o cenário da reportagem inserida nos 20 anos de políticas públicas para a infância e a adolescência com a criação do Estatuto da Criança e do Adolescente. Os repórteres passaram cinco dias em um orfanato para entender a lógica desses espaços.
A história do rock dos anos 60 em Brasília é um híbrido: a pesquisa é reportagem, mas o formato é almanaque; tem fotos resgatadas de álbuns desbotados e formas geométricas inspiradas em cartazes modernistas. Muito antes do mito do Legião Urbana, os jovens cabeludos da capital abriam shows de Roberto Carlos e animavam bailinhos em vários pontos da cidade.
O entrevistado da edição é o cientista político David Fleischer . Às vésperas das eleições presidenciais, o principal desafio a vencer foi a produção de um material com tempo de validade longo, capaz de superar as nuvens que se movem tão rápido no cenário eleitoral.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Curso sobre Mídia e Democracia Representativa

O Núcleo de Estudos sobre Mídia e Política da Universidade de Brasília (NEMP-UnB), em parceria com o Programa de Pós-Graduação FAC, promove no dia 14 de dezembro próximo o curso sobre Mídia e Democracia Representativa, a ser ministrado pelo professor Mauro Porto, da Universidade de Tulane.
O curso com seis horas de duração será ministrado num só dia, com três horas pela manhã (9 às 12 horas) e três horas à tarde (14 às 17 horas). Poderão se inscrever professores e alunos de pós-graduação de qualquer área da UnB. As matriculas devem ser realizadas na secretaria da Pós-Graduação FAC.
Maiores informações com o professor Luiz G. Motta pelo e-mail luizmottaunb@yahoo.com.br

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Fac/UnB responde à nota sobre questionamento do edital do curso de Jornalismo

Em resposta à nota publicada neste blog (Sindicato diz que edital da UnB para contratação de professor de jornalismo é ilegal ) sobre o edital de concurso para contratação de professor de Telejornalismo da UnB, que foi questionado por representação do Sindicato dos Jornalistas do DF - a entidade acusava de descumprimento do Decreto-Lei 972-69 -, escreveu-me o diretor do Departamento de Jornalismo da Faculdade de Comunicação da UnB, David Renault, cujas explicações, transcrevo, na íntegra, abaixo.

Em relação ao texto publicado por você sobre o concurso para a área de Rádio e TV, esclareço que, assim que a FAC recebeu uma correspondência do Sindicato dos Jornalistas, entrei em contato telefônico com o seu presidente, Romário Schettino, e expliquei que o concurso não fere a legislação em vigor.
A orientação da administração da UnB, decorrente de entendimentos mantidos com o judiciário, é que os editais não devem ser restritivos. Para você ter idéia, o edital especifica que, para homologar as inscrições, você não pode sequer exigir dos candidatos documentos como diplomas - de graduação, mestrado ou seja o que for. Caso o candidato seja aprovado, sua nomeação efetiva se dará apenas com os comprovantes de que atende ao previsto no edital.
Após a conversar telefônica, encaminhei ao Sindicato correspondência mostrando que o edital do concurso é claro ao dizer que o candidato, se aprovado, precisa provar que pode exercer a função. O que, como você sabe, tem como pressuposto o registro profissional de Jornalismo. A carta segue em anexo. Qualquer dúvida, entre em contato.

Abraços,
David Renault
Diretor da Faculdade de Comunicação/UnB

A seguir, cópia da carta enviada ao Sindicato.

A Romário Schettino
Presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal

Conforme esclarecimentos verbais já prestados em relação ao Of. nº SJPDF, de 27 de Abril de 2007, reitero que o concurso organizado pela Faculdade de Comunicação para provimento de cargo de professor na área de Jornalismo para Rádio e TV (edital nº 314/2009) não fere a legislação em vigor, uma vez que em seu artigo 22.3 especifica que “para efeito de posse o candidato deverá apresentar os comprovantes exigidos no subitem 3.5”.


O subitem 3.5.10, por sua vez, exige do candidato “comprovar o registro no Conselho de Classe, quando houver exigência em lei desse registro para o exercício da docência”.
Como se sabe, a docência em disciplinas de Jornalismo é privativa de Jornalista Profissional, com registro oficial. A eventual aprovação de um candidato que não preencha os requisitos, assim, não implica automaticamente em sua posse.
Coloco-me ao vosso dispor para esclarecimentos que se fizerem necessários.

Atenciosamente,


David Renault
Diretor da Faculdade de Comunicação/UnB


As inscrições para este concurso já se encerraram e segundo David Renault, todos os candidatos têm formação em Jornalismo.

domingo, 31 de maio de 2009

Sindicato diz que edital da UnB para contratação de professor de jornalismo é ilegal

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal - SJP-DF encaminhou representação administrativa contra a Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília, questionando a legalidade do edital nº 314/2009 destinado a contratar, mediante concurso, professor adjunto e professor assistente de Telejornalismo.
O edital estabelece como requisito para candidato ser graduado em Comunicação com habilitação em Jornalismo ou em Rádio e Televisão, além das pós graduações necessárias ao cargo. A possibilidade do candidato ter apenas a habilitação em Rádio e Televisão é justamente o ponto de conflito.
Na representação o Sindicato diz ter ficado perplexo com a disposição da UnB desrespeitar a legislação que regulamenta a profissão de Jornalista e afirma que esta não é a primeira vez que o Cespe - instiuição da UnB que organiza o concurso - comete tal irregularidade. O Cespe tem sido useiro e vezeiro na desatenção à legislação que regulamenta a profissão dos jornalistas brasileiros - afirma o presidente da entidade, Romário Schettino.

O questionamento do Sindicato se baseia no fato de que o Decreto-Lei 972-69 e o Decreto 83284-79 estabelecem dentre as funções privativas de jornalistas profissionais o ensino de técnicas jornalísticas.

Como se pode ver, (no edital) alguém com a habilitação em Rádio e TV poderá ser professor de técnivas de jornalismo na UnB, em flagrante desrespeito à legislação. É o que de depreende da leitura simples do Quadro de Objetos de Avaliação para a Prova Didática e Prova Escrita de Conhecimentos integrate do Edital. Sem dúvida, todos os itens do Quadro podem se renquadrados no que dispõe o art.º 2 do Decreto-Lei 972-69. Mas merecem destaques os seguintes: A produçãoda notícia na televisão e no rádio: a pauta, a apuração, seleção e edição; Atransmissão do noticiário ao vivo. matérias gravadas. entrevistas de estúdio; Os formatos informativos no rádio e na TV (...) Características da linguagem jornalística para rádio e televisão (...) Abordagens teóricas sobre o jornalismo (...) - ressalta a representação
encaminhada.

Finalizando, o Sindicato afirma que sua preocupação maior é que a UnB recrute profissionais com formação adequada ao ensino desejado, solicita a imediata correção do edital e afirma que se tal não for feito tentará impedir a seleção via judical.

A representação foi entregue no dia 27 de abril à Direção do departamento de Jornalismo da UnB, mas até a presente data se desconhece uma posição da Fac-UnB