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quarta-feira, 27 de março de 2013
Israel prende jornalistas palestinos
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Palestina: HAMAS abre sua primeira agência de notícias
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Opinião: A cobertura da mídia sobre Gaza
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Israel invade Palestina e fecha meios de comunicação
Reporteros sin Fronteras se encuentra escandalizada por la nueva incursión de las fuerzas israelíes contra una red de medios de comunicación palestinos radiotelevisados y de Internet de la Universidad Al-Quds, en Jerusalén Este, el 2 de abril de 2012.
"Con esta incursión ilegal en los establecimientos de medios de comunicación ubicados en los territorios palestinos ocupados y anexados ilegalmente, las fuerzas de seguridad israelíes han violando, bajo la mayor impunidad, el Derecho Internacional una vez más. Utilizan todos los medios necesarios para evitar la existencia de una prensa palestina libre e independiente en los territorios palestinos ocupados, incluyendo Jerusalén Este", declaró Reporteros sin Fronteras, que solicita la reapertura de la red de los medios de comunicación pertenecientes a la Universidad Al-Quds.
A las 12h55 del 02 de abril de 2012, decenas de policías israelíes
irrumpieron en la sede de la red de medios de comunicación vinculados al
Instituto de los Medios Contemporáneos de la Universidad Al-Quds (Universidad de
Jerusalén), que comprendía la radio "Huna Al- Quds" y la agencia de
noticias Quds Net News Agency, ubicada en el barrio Al-Khaldyeh, en Jerusalén
Este.La incursión se da el día de la puesta en marcha de una red multimedia en línea centrada en Jerusalén, cortando la conexión simultanea, via Skype, las antenas de Ramallah y Jerusalén. Además de la confiscación de materiales y documentos privados, la policía arrestó a dos empleados del centro: Adel Rouished y Mohannad Izheman, luego liberados durante el día.
La agencia de noticias Quds Net News Agency ha publicado fotos de la operación.
Según declaraciones de Mohamed Abu Arqoub, jefe de redacción de la red de medios de comunicaciones, a la Agencia France-Presse, los policías explicaron que esta operación se basó en una orden de prohibición del Ministro de Seguridad Interior israelí argumentando que esta red era aliada de la Autoridad Palestina la cual, bajo la ley israelí, no tiene el derecho a actuar oficialmente en Jerusalén. Las autoridades israelíes han encontrado así una justificación "legal", en el marco del Derecho Internacional, para este cierre ilegal de los medios de comunicación palestinos.
Las acusaciones según las cuales estos medios de comunicación tendrían vínculos con la Autoridad Palestina fueron negados en un comunicado de la Universidad . Al utilizar este falso pretexto, las autoridades israelíes buscan desacreditar la independencia de los medios de comunicación palestinos, justificando una restricción a la libertad de prensa.
Esta acción se produce un mes después de un operativo militar contra dos canales de televisión, Al-Watan y Al-Quds Educational TV (vinculada a la Universidad de Al-Quds), el pasado 29 de febrero en Ramala, territorio controlado por la Autoridad Palestina. A raíz de estas acciones ilegales, los dos canales de televisión palestinos se vieron obligados a cerrar. Las autoridades israelíes habían justificado esta intervenciones ilegales bajo el argumento de que estos canales "piratas" no contaban con la licencia necesaria para su funcionamiento.
Por otra parte, la organización condena la detención, por parte del ejército israelí, de Mohamed Anouar Mana de 30 años, un reportero palestino de la Agencia Quds Press, el 3 de abril de 2012 en Naplusa (localidad Dahieh), el norte de Cisjordania. Ya había sido detenido en tres ocasiones y ha pasado más de cuatro años en las cárceles israelíes.
Reporteros sin Fronteras recuerda que varios periodistas se encuentran detenidos en cárceles israelíes.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Israel fecha dois canais de televisão palestinos em Ramallah
Soldados e funcionários do Ministério de Comunicações de Israel fecharam nesta quarta-feira (29/02) duas emissoras de televisão na cidade palestina de Ramallah. As Forças de Segurança também confiscaram equipamentos de transmissão e computadores em diversas batidas efetuadas em solo palestino.A operação aconteceu nesta madrugada nas redações da emissora privada Watan e do canal Al Quds, ligado à universidade palestina de mesmo nome, informaram as redes.
Além disso, quatro funcionários da Watan foram detidos durante algumas horas: o responsável de produção Abdul Rahman Thaher, a correspondente Hamza Salaymeh, o especialista gráfico Ibrahim Milhim e o locutor Ahmad Zaki.
"Me prenderam junto com meus companheiros e armaram uma confusão enorme nos escritórios. Ficaram muito aborrecidos ao ver uma foto de Khader Adnan (um preso palestino que ficou 66 dias em greve de fome) pendurada na parede", afirmou um funcionário à agência palestina Ma'an.
Tanto o exército como o Ministério de Comunicações israelense confirmaram a operação, enquanto o ministro de Telecomunicações palestino, Mashur Abu Daqa, condenou a ação.
O porta-voz do ministério israelense, Yejiel Shavi, afirmou que a transmissão palestina "interferia" nas ondas de rádio e televisão israelenses e na comunicação aérea, o que "poderia fazer com que um dia caísse um avião no aeroporto Ben Gurion", perto de Tel Aviv.
"Se os palestinos não fazem seu trabalho, teremos que fazê-lo nós mesmos", disse, após argumentar que a operação respeita os Acordos de Oslo de 1993.
Esses acordos preveem que tanto Israel como a ANP (Autoridade Nacional Palestina) devem zelar para que suas respectivas transmissões não gerem interferências, enquanto um comitê técnico de especialistas deve estudar as eventuais questões que surjam.
As interferências de emissoras palestinas são uma queixa frequente dos colonos judeus na Cisjordânia, que afirmam ter dificuldades para escutar emissoras em hebraico em suas casas e em seus automóveis.
Por sua vez, uma porta-voz militar israelense indicou que a operação foi feita "conforme a lei" e foi dirigida contra uma emissora "pirata" e "após inúmeros pedidos para que se fossem eliminadas as transmissões ilegais".
"As frequências utilizadas pela estação interferem em outras, incluindo as de canais legais e a comunicação aérea", acrescentou, antes de relatar que foram confiscados vários transmissores.
Por outro lado, o ministro de Telecomunicações palestino afirmou que Israel não tinha feito nenhum pedido prévio a respeito por meio dos canais oficiais e assegurou que as emissoras operavam de forma legal.
"Ao colocar estas duas estações em ponto de mira, a ocupação israelense provoca nossa sociedade e nosso povo, especialmente os jovens", disse em entrevista coletiva concedida em Ramallah.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Censura: Europa pede que canal palestino de TV saia do ar
Al Aqsa TV apresenta os pontos de vista dos habitantes de Gaza no que diz respeito ao ataque pirata contra a frota da Liberdade. Segundo a Comissão, trata-se de uma «incitação ao ódio».
Em 2003-06, antes de atacar o Líbano, Israel mobilizava os principais agentes de informação na Europa e nos EUA de forma a impedir a difusão do canal de televisão do Hezbollah.
Na França, uma campanha de imprensa acusava o canal Al-Manar de «anti-semitismo». O resultado foi que, embora as acusações terem sido provadas falsas pela investigação penal, a televisão do Hezbollah foi na mesma interdita pelo Conselho de Estado sob a acusação de «perturbar a ordem pública»
quinta-feira, 24 de junho de 2010
A União Europeia censura a voz do Hamas
A Comissão pediu ás autoridades francesas de fazer o necessário para que a difusão seja, o mais cedo possível, interrompida.
Al Aqsa TV apresenta os pontos de vista dos habitantes de Gaza no que diz respeito ao ataque pirata contra a frota da Liberdade. Segundo a Comissão, trata-se de uma «incitação ao ódio».
Em 2003-06, antes de atacar o Líbano, Israel mobilizava os principais agentes de informação na Europa e nos EUA de forma a impedir a difusão do canal de televisão do Hezbollah. Em França, uma campanha de imprensa acusava o canal Al-Manar de «anti-semitismo». O resultado foi que, embora as acusações terem sido provadas falsas pela investigação penal, a televisão do Hezbollah foi na mesma interdita pelo Conselho de Estado sob a acusação de «perturbar a ordem pública» [1].
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[1] « Al-Manar: como Israel estrangulou a voz da Resistência libanesa », Thierry Meyssan, Rede Voltaire, 9 de agosto de 2006.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Israel: sobe pra 60 total de jornalistas detidos
Pelo menos 60 jornalistas estão estão presos em Israel. A informação é da organbização Repórter sem Fronteiras.
Confira abaixo, em espanhol, o informe do RSF
Reporteros sin Fronteras reitera su llamamiento urgente a las autoridades israelíes para que pongan en libertad a los periodistas que acompañaban a la flotilla humanitaria con destino a Gaza. Según las últimas informaciones conseguidas por la organización, a bordo se encontraban al menos 60 periodistas.
‘’Recordamos que los periodistas estaban allí para llevar a cabo su trabajo de cobertura de los acontecimientos. En absoluto puede confundírseles con activistas. Ahora están a punto de expulsar a 300 pasajeros mientras que los periodistas siguen detenidos. Pedimos a las autoridades israelíes la puesta en libertad de todos los periodistas detenidos así como la restitución de su material que, de momento, tienen confiscado los militares’’, ha declarado la organización.
300 pasajeros de la flotilla, que actualmente se encuentran en el aeropuerto Ben Gurión de Tel Aviv, van a ser expulsados hoy mismo. Entre ellos hay varios periodistas.
Reporteros sin Fronteras ha sabido también que el corresponsal Abbas Nasser y el camarógrafo Issam Zaatar, del equipo de Al-Jazeera, fueron expulsados ayer de Israel.
terça-feira, 1 de junho de 2010
Israel: 15 jornalistas estão detidos
Dentre os jornalistas que estão incomunicáveis está o correspondente da Telesur, David Segarra, único jornalista sul-americano a bordo. a Telesur divulgou hoje nota de protesto e exigindo a imediata libertação de seu jornalista."Exhortamos a las autoridades militares y civiles de Israel a respetar su integridad y garantizar todos sus derechos" - diz a nota assinada pela emissora de Caracas.
Veja abaixo, em espanhol, a nota RSF
Cortada la comunicación con la prensa
Reporteros sin Fronteras pide a las autoridades israelíes que faciliten la lista de periodistas detenidos en el asalto e indiquen el lugar en que se encuentran internados.
Se sabe de al menos 15 periodistas extranjeros que iban a bordo de la flotilla humanitaria, y a los que se sigue sin poder acceder directamente.
• El reportero Svetoslav Ivanov y su camarógrafo Valentin Vassilev, del canal búlgaro de televisión BTV.
• Muna Shester de la agencia KUNA (Kuwait News Agency).
• Talat Hussain, presentador paquistaní de Aaj TV.
• El corresponsal Paul McGeough y la periodista gráfica Kate Geraghty, del Sydney Morning Herald.
• Abbas Nasser y su camarógrafo Isaam Zaatar, de Al-Jazeera.
• Mario Damolin, freelance que trabaja para el Frankfurter Allgemeine Zeitung. (Según las últimas informaciones, Mario Damolin estaría detenido en Be’er Scheva).
• David Segarra de TeleSUR.
• Ayse Sarioglu, reportero del diario Taraf.
• Murat Palavar, reportero del diario islamista Yeni Safak (Nuevo Alba).
• La jefa del servicio extranjero de TVNET Sümeyye Ertekin, el productor de programas Ümit Sönmez y el camarógrafo Ersin Esen.
Por otra parte, el equipo de Al-Jazeera fue agredido por unos ciudadanos israelíes el 31 de mayo de 2010 tras la rueda de prensa del Ministro de Defensa israelí, celebrada en el puerto de Ashdod, sobre el asalto a la flotilla humanitaria. Resultó herido el periodista Walid Al-Omri, director de la oficina de Al-Jazeera en los Territorios Palestinos. La agresión fue una consecuencia de las virulentas críticas contra el canal qatarí, aparecidas en medios israelíes.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Repórter da Telesur é detido por israelenses que atacaram frotilha da paz
El periodista Segarra se encuentra en buen estado de salud, pero se desconoce su paradero debido a la incomunicación a que está sometido.
La información la dio a conocer el presidente de Telesur, Andrés Izarra, este lunes, en declaraciones al programa La Noticia, de Venezolana de Televisión.
Izarra señaló que según informaciones que difunden este lunes las agencias internacionales, este hecho dejó un saldo parcial de 19 muertos, cuyas identidades se desconocen.Asimismo indicó que al igual que Segarra, los israelitas detuvieron a otros pasajeros que iban a bordo de la flotilla y también se desconoce el paradero de esas personas.
La expedición llevaba ayuda humanitaria, entre medicamentos, materiales de construcción, sillas de ruedas y material educativo, con el objetivo es romper el bloqueo israelí.
El periodista David Segarra estaba a bordo de la flotilla, para realizar la respectiva cobertura periodísticas para Telesur.
Izarra relató que Telesur estuvo transmitiendo imágenes del ataque desde el momento mismo en que ocurría. Sin embargo, al comenzar el hecho perdieron contacto con el corresponsal.El presidente de Telesur calificó este hecho de una verdadera masacre: “Una nueva masacre de Israel en contra del pueblo palestino y ésta vez en contra del esfuerzo internacional por ayudar a una población que está aislada por la acción de Israel”.
Apuntó que Telesur está dando cobertura a las reacciones internacionales que ha generado este hecho.
En el programa Agenda Abierta, que transmitió Telesur este lunes, el analista internacional Raimundo Kabchi, expresó: “A todas luces, este hecho se trata de un acto violatorio de todos los tratados y convenios internacionales, contrario al derecho internacional”.“El portavoz de la cancillería israelí señalaba que era un acto de autodefensa y que el bloqueo contra Palestina es parte de la política de Israel”, refirió Kabchi quien criticó rotundamente la acción violenta.
Explicó que este hecho fue perpetrado con premeditación y alevosía: “Premeditación, porque desde hace más de una semana, los israelitas venían advirtiendo que iban a interceptar la flotilla, y alevosía, porque fueron contra de más de 600 personas pacíficas, desarmadas'.
Veja aqui cenas da BBC Brasil do ataque israelense





