Caros leitores e leitoras.
Mostrando postagens com marcador canal internacional. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador canal internacional. Mostrar todas as postagens

domingo, 30 de outubro de 2016

TV russa alcança 4 bilhões de acessos no Youtube e supera canais como BBC e CNN

Os vídeos da cadeia russa de televisão RT tem duas vezes mais visitas do que os da norte-americana CNN, quase três vezes mais do que a Euronews e mais de sete vezes os dos canais de notícia da britânica BBC.

El número total de visitas de videos en el canal de YouTube de la cadena RT ha superado los 4.000 millones. De acuerdo con estos indicadores, RT retiene el liderazgo incondicional entre los canales de noticias internacionales, incluyendo a la CNN y la BBC.
Así RT es dos veces más visto que la CNN, casi tres veces más que Euronews y más de siete veces que los canales de noticias de la BBC.

O canal pode ser sintonizado no Brasil em sinal digital aberto através de antenas parabólicas apontadas para o satélite Intelsat 21 e/ou SES 6
"El futuro de los medios está ligado a Internet. Si llegas tarde a esta zona, no se pondrá al día. Desde el principio nos hemos centrado en el campo de las plataformas digitales, y es esta la clave de nuestro éxito", dijo la editora en jefe de RT Margarita Simonián.
En el 2007, RT fue uno de los primeros canales de televisión rusos en comenzar a publicar su material en YouTube. En el 2011, los videos de RT han sido reconocidos como los videos de noticias más vistos de YouTube. Al año siguiente, el centro de investigación estadounidense The Pew ResearchCenter admitió que RT es el principal proveedor de contenido de noticias en YouTube. En el 2013 se convirtió en el primer canal de noticias en el mundo en alcanzar el nivel de 1.000 millones de visitas en YouTube.
En septiembre del 2016 RT ganó siete premios digitales europeos LovieAwards. Y en abril ganó el 'Oscar de Internet' en la votación internacional de espectadores Webby Awards, superando a la BBC, ABC, NBC y 'The New York Times'.
Para comemorar o feito, a cadeia de TV russa fez um clip especial.
Confira abaixo

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Telesul transmitirá em português, inglês e francês

Da Agencia Venezolana de Noticias 

La televisora multiestatal Telesur, creada en Venezuela en julio de 2005, contará desde 2014 con señales en inglés, francés y portugués el próximo año, informó este hoy el presidente Nicolás Maduro.

"Así lo anuncio: Telesur en inglés, Telesur en francés y Telesur en portugués, van a ser una realidad en el año 2014 para poder acrecentar la verdad", expresó desde el Teatro Teresa Carreño, en Caracas, durante la entrega del Premio Libertador al Pensamiento Crítico al sociólogo argentino Atilio Borón.

En la transmisión de la red nacional de radio y TV, Maduro indicó que Telesur, tras convertirse en una alternativa informativa en el mundo ahora entrará en una nueva etapa.

Recordó que Telesur fue un sueño del comandante Hugo Chávez, un bastión para alzar la voz de los pueblos latinoamericanos ante el mundo y acabar con la hegemonía comunicativa impuesta por años por los imperios y las transnacionales.

Por ello, felicitó a todos los hombres y mujeres que laboran en la emisora, qu e es una venta para difundir la realidad latinoamericana en todo el planeta.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Presença do canal iraniano HispanTV na América Latina preocupa EUA

Do Irã News

Fontes diplomáticas dos Estados Unidos acusam o Irã de que está se espalhando atividades de propaganda na América Latina e no Caribe, incluindo Porto Rico, onde emite o canal iraniano em espanhol, Hispan TV.
Isso se refletiu em um artigo escrito por Andres Oppenheimer, jornalista argentino que mora nos Estados Unidos, logo depois que o novo presidente do Irã, Hasan Rohani, ressaltou a importância de fortalecer as relações com a América Latina em suas reuniões com a alta administração de alguns países da região, presentes na sua tomada de posse.
Em meados de agosto, o Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou sua decisão de reavaliar o relatório do promotor especial do caso da Asociación Mutual Israelita Argentina (AMIA), Alberto Nisman, que dizia respeito à alegada infiltração do Irã nos países latino-americanos como Venezuela, Cuba, Bolívia, Nicarágua, entre outros, com o objetivo de estabelecer bases de inteligência.
Um relatório de 500 páginas, de Nisman fez o Departamento de Estado EUA emitir em 01 de agosto, uma carta ao senador republicano Mark Kirk para pedir novas investigações sobre as atividades do Irã na região.
Neste contexto, o Gabinete do Procurador Geral, Alejandra Gils Carbó, impediu que Nisman comparecesse perante o Congresso dos EUA para apresentar alegações contra o Irã.
O caso AMIA, que conta com o apoio dos Estados Unidos e do regime israelense, onde acusa o Irã de envolvimento no atentado contra a AMIA, perpetrado em 1994, em Buenos Aires, capital da Argentina, matando 86 pessoas.
O governo iraniano rejeitou todas as acusações e sempre manifestou a sua vontade de cooperar com a Argentina para esclarecer as dúvidas que existem sobre o assunto.
Neste sentido, o Ministro de Assuntos Exteriores do Irã, Ali Akbar Salehi e seu homólogo argentino Hector Timerman, assinaram acordo em janeiro deste ano, onde criaram um memorando de entendimento para esclarecer o atentado à AMIA.
O acordo entre os dois países aumentou a fúria do regime israelense, que solicitou explicações à nação sul-americana sobre o documento assinado, no entanto, Buenos Aires rejeitou firmemente o pedido do regime de Tel Aviv, pedindo para não se intrometer em seus assuntos internos.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Israel lança canal de TV internacional na tentativa de mudar a imagem do país no mundo

De Hispan TV, com tradução Irã News

O governo israelense lançou uma novo canal internacional de informações em sua busca por crédito e popularidade para Israel entre os países árabes e muçulmanos. Trata-se do iI24news que começou a funcionar oficialmente na quarta-feira passada na cidade portuária de Haifa, em territórios palestinos ocupados, a fim de mudar a imagem do regime israelense no mundo.
O canal é financiado por uma empresa privada de propriedade de vários acionistas, incluindo o empresário franco-israelense Patrick Drahi.
Segundo o presidente do canal, Frank Melloul, o canal i24news é formado por uma equipe de 150 jornalistas, técnicos e produtores e seu sinal é distribuído através de três satélites diferentes. O canali24 divulga informações em Árabe, Inglês e Francês.
No entanto, o canal não pode ser visto nos territórios ocupados por causa de um problema jurídico com o órgão para a televisão local.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

TV paga: canais internacionais remeteram R$ 1,311 bilhão ao exterior em 2012

Com base no texto de Samuel Possebon, do TelaViva news


Com base nas regras do  Artigo 39 da MP 2.228/01 é possível estimar que a remessa de valores para o exterior pelos canais estrangeiros que são distribuídos pelos serviços de TV Paga totalizou R$ 1,317 bilhão remetido ao exterior em 2012, contra R$ 1,085 bilhão em 2011. Como exigência para poder enviar toda esta fortuna para o exterior, os canais estrangeiros tiveram que recolher em impostos apenas 3%, ou seja No total, o mecanismo recolheu no ano passado R$ 39,5 milhões.
Em 2012, cresceu em 21,4% o recolhimento feito pelas programadoras internacionais de TV paga pelas regras do Artigo 39 da MP 2.228/01, segundo dados da Ancine. No total, o mecanismo recolheu no ano passado R$ 39,5 milhões, contra R$ 32,55 em 2011; R$ 25,7 milhões em 2010 e R$ 22,3 milhões em 2009. Ou seja, desde 2009 o mercado de TV paga propiciou um aumento de 70% no recolhimento previsto no artigo. Este mecanismo do Artigo 39 prevê que, para ficarem isentas do pagamento de 11% de Condecine sobre as remessas feitas ao exterior, as programadoras podem optar por recolher 3% do total remetido em uma conta corrente destinada a coproduções com produtoras independentes. Esse montante deve ser depositado em uma conta monitorada pela Ancine.
O dado que se depreende desses números, contudo, é ainda mais relevante. Aponta o quanto as programadoras internacionais remeteram ao exterior, já que o recolhimento é equivalente a 3% das remessas (admitindo-se que todas optaram pelo recolhimento dos 3% em detrimento do pagamento de 11% em tributos). Foi um total de R$ 1,317 bilhão remetido ao exterior em 2012, contra R$ 1,085 bilhão em 2011 e R$ 857 milhões em 2010. Note-se que isso não representa necessariamente o lucro dos canais, já que muitos dos custos são pagos diretamente no exterior e há recursos que não são remetidos. O valor também não inclui a receita das joint-ventures internacionais que têm sede no Brasil, como Telecine.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

TV alemã Deutsche Welle amplia sua programação em espanhol

A partir da segunda-feira (06/02), a Deutsche Welle reafirma a sua competitividade no mercado internacional de mídia. Entre suas novas características, constam a ampliação de duas para 20 horas diárias da programação televisiva em espanhol da DW para a América Latina. 
O canal-base da DW transmite 24 horas por dia, em inglês, para a África, Ásia e Austrália. Além disso, há os canais linguisticamente específicos. Na América do Norte e Latina, assim como na Ásia, o programa da DW tem 20 horas em alemão e quatro em inglês; no mundo árabe são dez horas em idioma árabe e 14 em inglês. No canal regional da Europa, a DW tem 18 horas de programação em inglês e, no horário nobre, seis em alemão. 
Lado a lado com a transmissão linear de TV em alemão, inglês, espanhol e árabe, a DW iniciou a produção de magazines em diversos outros idiomas. Desde o último trimestre de 2011, as emissoras associadas no centro e sudeste da Europa apresentam magazines em romeno, croata, bósnio e albanês. Todas as demais redações da DW também se ampliam gradativamente em direção à multimedialidade.
A DW passa a oferecer também novos canais e programas, em novo design. Sua programação segue informando regularmente sobre o que há de mais importante no mundo das notícias, e, além disso, a DW apresenta uma palheta de magazines, reportagens e documentários em produção esmerada, sobre os mais variados campos temáticos. Mais informações sobre a programação de TV em alemão, inglês, espanhol e árabe em www.dw.de/tv.
O foco principal da reforma abrangente da emissora alemã de TV para o exterior é um maior direcionamento para os grupos-alvo, através de novos e claros canais em diferentes idiomas, da regionalização dos programas e de uma nova diversidade de formatos multimídia de emissão. 

Um novo endereço: "dw.de"  

O novo website integra o total das ofertas de conteúdo da DW, reunindo as diferentes formas de apresentação digital, quer se trate de texto, vídeo, áudio ou elementos interativos. "O endereço dw.deé sinônimo de informações confiáveis da Alemanha e de conteúdos jornalísticos valiosos em 30 idiomas. Um esquema de cores renovado e um design contemporâneo conferem ao portal um rosto simpático", descreve Erik Bettermann.

A presença da DW na rede oferece uma concepção interativa comprovada: os conteúdos são dispostos tematicamente e organizados exatamente como os usuários esperam, através de todas as rubricas e páginas. O layout destina maior espaço para imagens, informações de fundo e vídeos relativos aos destaques do dia, em formato multilíngue e multimídia.

O Media Center da DW pode ser visitado a partir do site dw.de. Através dessa mediateca, o usuário tem acesso direto aos vídeos, áudios e galerias de fotos do amplo arquivo multimídia da DW, incluindo artigos, programas e séries temáticas completas. 

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Colóquio na França debaterá papel dos Canais Internacionais

A Universidade Paris Norte está promovendo um colóquio internacional para debater o tema informação e canais internacionais, entre lógicas geopolíticas e logicas econômicas.
Os interessados em participar do evento com trabalhos científicos têm até o dia 1º de setembro para apresentarem uma minuta com duas páginas de extensão. O colóquio acontece no dia 28 de outubro.
Mais informações em francês no texto abaixo

L’information des chaînes internationales, entre logiques géopolitiques et logiques économiques.
Colloque organisé avec le soutien de la MSH Paris Nord.
Le développement du satellite a permis à de nombreux Etats, ainsi qu’à des acteurs politiques ou économiques de premier ordre, de se munir d’outils de communication transnationale : Chaînes Internationales (CI) ou chaînes d’information continue. Si certaines d’entre elles remplissent une fonction commerciale (comme CNN) d’autres, à partir de financement publics ou privés, visent à assurer une forme de rayonnement culturel mais aussi à informer les audiences du monde — en affirmant une préférence ou une certaine identité politique — sur des questions d’actualité. Véritables « voix » des États, les CI, en atteignant des populations-cibles inscrites dans le lointain, sont donc des acteurs majeurs en matière de stratégie de l’information, ou « infostratégie ». En cela, ces chaînes s’inscrivent dans une tradition de diplomatie publique, et leur usage peut être comparé à celui des radios internationales pendant la guerre froide. Cependant l’actualité des chaînes internationales doit être appréciée au regard d’un certain nombre de mutations apparues au cours des années 1990 et 2000.
Une première mutation peut être observée à travers la reconfiguration des relations internationales. La disparition du bloc soviétique à la fin des années 1980, la résurgence de grands acteurs géopolitiques comme la Russie, l’émergence de nouvelles puissances comme le Brésil, ou encore l’affirmation de la Chine pendant les années 2000, constituent autant de signes de cette évolution. Parallèlement, les rapports de forces infostratégiques ont évolué. En effet, si certaines chaînes ou radios pouvaient avoir une influence régionale, la circulation, la production et la diffusion des images de l’actualité internationale restaient dominées par des oligopoles occidentaux. Or, comme en atteste aujourd’hui Al-Jazira, les flux de l’information ne sont plus essentiellement produits dans le Nord vers le Sud. Dans quelle mesure, dès lors, la redistribution du pouvoir symbolique de l’information internationale a-t-elle pu entraîner une nouvelle logique de concurrence en matière de diplomatie publique ?
Une deuxième mutation peut être appréhendée à travers l’introduction et le développement de logiques entrepreneuriales dans la diplomatie publique. En effet, les chaînes internationales sont soumises aux mêmes contraintes que d’autres médias et se trouvent ainsi dans un rapport de compétition économique. Or, le développement de l’économie de l’information, à travers les dynamiques de sa mondialisation, implique de considérer l’évolution des normes et des standards journalistiques. Il s’agit, de ce point de vue, de déterminer quelle est l’incidence des logiques de l’industrie culturelle du journalisme sur la diplomatie publique, et d’évaluer en quoi les modèles journalistiques nationaux sont restructurés sous l’impulsion de la compétition internationale entre CI. Peut-on considérer, au regard de ces contraintes économiques, qu’il y a une « internationalisation des modèles nationaux » ou plutôt une « nationalisation de modèles internationaux »? S’agit-il d’une permanence ou d’une hybridation des modèles : par exemple, Russia Today est-elle la « CNN » russe ?
Une dernière mutation peut être appréciée à partir de la concurrence, ou de la complémentarité, entre les chaînes internationales et les réseaux sociaux. Ce rapport a pu être observé dans le cadre des « révolutions arabes ». L’information diffusée par Al-Jazira était reprise, pour être confirmée ou contestée, sur certains sites comme Twitter ou Facebook. A travers ces derniers, des internautes font circuler de l’information critique sur des espaces de visibilité élargis aux échelles d’Internet. Ainsi, à la voix des chaînes internationales se mêlent ou s’opposent celles d’acteurs privés qui font intrusion dans le jeu de la diplomatie publique des États. Quelles sont les formes et les logiques du rapport entre ces deux dispositifs communicationnels, et avec quelles incidences sur le théâtre des relations internationales ?
Ce colloque vise à évaluer l'évolution de l’infostratégie télévisuelle contemporaine dans le contexte de ces trois mutations : multipolarité, apparition d’acteurs privés sur la scène internationale, et introduction des logiques économiques dans la diplomatie publique. Cette journée d’étude doit permettre d’interroger les enjeux stratégiques de la diffusion transnationale de l’information : ainsi s'agit-il — dans le cadre de l’information journalistique des chaînes internationales — de déterminer dans quelle mesure les rapports entre le privé et le public, entre les logiques politiques et les logiques économiques, expliquent l’évolution de l’infostratégie internationale.
Calendrier
Les auteurs sont invités à soumettre pour le 1 septembre 2011 une proposition de communication en français sur deux pages, maximum 6000 caractères, aux deux adresses suivantes :
Ammar Sofien : ammarsofien@yahoo.fr
Koch Olivier : koches1@yahoo.fr
La validation des propositions sera communiquée le 15 Septembre 2011.
Le colloque aura lieu le 28 octobre 2011 à la MSH Paris Nord.
Comité scientifique
Larbi Chouika, Institut de Presse et Sciences de l'Information de Tunis.
François-Bernad Huyghe, IRIS.
Olfa Lamloum, Institut Français du Proche-Orient (Beyrouth).
Dominique Marchetti, CNRS.
Tristan Mattelart, Université Paris VIII.
Michael Palmer, Université Paris III.
Organisateurs
Ammar Sofien, MSH Paris nord.
Koch Olivier, MSH Paris nord.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Globo Internacional cresce 20% na AL em fevereiro

André Mermelstein, do Tela Viva news

A TV Globo Internacional, canal pago do grupo voltado a estrangeiros e brasileiros no exterior, teve um crescimento de 20% em sua base de assinantes na América Latina no mês de fevereiro, em relação ao mês anterior.
No ano, de fevereiro de 2009 a fevereiro de 2010, o crecimento foi de 30% na base, na região.Os maiores aumentos foram na Argentina e na Venezuela. A emissora atribui o crescimento à estratégia adotada antes do Carnaval, quando abriu o sinal para degustação em toda a base em 22 operadoras de 17 países. Ao todo, a Globo internacional tem mais de 555 mil assinantes em 115 países, no mundo todo.