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domingo, 15 de fevereiro de 2015

Alemanha oferece bolsa de Mestrado em Comunicação

A Universidade de Bonn, na Alemanha abriu inscrições para bolsas de Pós-Graduação em Comunicação. A iniciativa é uma parceria da Hochschule Bonn Rhein- Sieg e a Deutsche Welle, emissora pública internacional alemã. O  curso é em nível de mestrado.
O programa de Mestrado em Comunicação da Universidade de Bonn visa preparar os alunos para a carreira de comunicação aprimorando conhecimentos e técnicas. 
As aulas serão ministradas em língua inglesa e alemã, necessitando que os alunos sejam fluentes em um dos dois idiomas. O curso dura quatro semestres e é oferecido em período integral.
As principais matérias do curso são voltadas paras as áreas de Jornalismo, Comunicação e Gerenciamento de mídia. Durante o curso também serão ministradas palestras com a combinação de pesquisa e experiências práticas. 
O candidato também deve ter experiência na área de mídia.

Os interessados podem se inscrever até 31 de março. Para mais informações (em inglês) sobre o programa, clique aqui.

domingo, 25 de janeiro de 2015

O Brasil na mídia alemã

Frederico Füllgraf entrevista Harald Neuber, do Portal Amerika 21, de Berlim, sobre a construção pendular da imagem do Brasil pelos meios de comunicação da Alemanha.
Publicado originamente no GGN

As relações entre o Brasil e a Alemanha datam de 22 de abril de 1500, dia do descobrimento da "Ilha de Vera Cruz" - primeiro nome dado ao território - pela esquadra de Pedro Álvares Cabral, cujo cosmógrafo alemão, Mestre João (Meister Johann), de Emmerich, lavrou a ata da avistagem na costa de Porto Seguro.
Hoje, operam no Brasil cerca de 1.200 empresas alemãs, de pequeno, médio e grande porte, empregando aprox. 250.000 trabalhadores, com investimentos diretos da ordem 20,0 bilhões de dólares.
Na América Latina, o Brasil ainda é o maior parceiro comercial da Alemanha, superavitária. Em 2013, as exportações alemãs alcançaram 15,0 bilhões de dólares, já em sentido inverso, o valor das exportações brasileiras à Alemanha foi de apenas 8,0 bilhões de dólares.
Segundo maior investidor direto no Brasil até o final de 1990, a matriz do relacionamento mudou. Hoje a Alemanha concentra suas maiores aplicações na União e Leste Europeus e na China, priorizando no Brasil negócios com tecnologia de ponta nos setores de energias renováveis, infraestrutura e logística.
Quando abordadas pelos meios de comunicação, as respectivas Diplomacias costumam qualificar de “excelente” o relacionamento entre Brasil e Alemanha, qualidade que não se pode estender ao trato conferido pelos meios de comunicação alemães quando o assunto é Brasil.
Antes e durante a Copa do Mundo 2014, a revista Der Spiegel - espécie de régua e termômetro da maioria das mídias alemãs – publicou uma série de matérias de teor implacável sobre o Brasil e o governo Dilma Rousseff. Meses depois, durante a campanha política para a presidência, o serviço online da Deutsche Welle, emissora estatal, publicou uma série de reportagens e artigos de opinião com mal disfarçada preferência pela candidatura da “ecologista” Marina Silva, ecoando suas críticas à administração petista. Como espécie de “terceiro round” da campanha, confirmada a vitória de Dilma Rousseff, imprensa escrita e eletrônica alemã reverberaram então as pressões e manipulações – de ações e informações – das bolsas, cobrando da reeleita medidas para “reconquistar a confiança dos mercados”.
Este é o tema da entrevista com Harald Neuber que, em tráfego de mão dupla, também me fez perguntas sobre o Governo Dilma Rousseff, o PT, a Copa do Mundo e a discussão brasileira sobre Regulação do Mercado de Mídias – conversa que se pode acessar em alemão no portal Amerika 21 desde 1º. de janeiro: Das Brasilien der deutschen Medien” (O Brasil das mídias alemãs), mas em cuja versão para o GGN me limito a reproduzir principalmente as respostas de Neuber, por considerar as minhas próprias relevantes apenas para o público leitor alemão.
Frederico Füllgraf (FF) – Abro a entrevista com uma canelada: os alemães adoram a caipirinha, as praias e as mulheres brasileiras - não necessariamente nesta ordem depreciativa - e sabem ganhar um bom dinheiro com suas empresas no Brasil. Contudo, este mesmo país, ainda ontem considerado exitoso, é tratado com uma estranha dose de maledicência e desprezo pela maioria dos meios de comunicação alemães. Não lhe parece algo esquizofrênica essa imagem fragmentada e ambígua do Brasil em seu país?
Harald Neuber – Essa é sem dúvida uma abertura provocadora, mas acho que não podemos falar de uma única imagem do Brasil construída pelos alemães. Na opinião pública alemã circulam várias imagens e discursos sobre o Brasil. Por um lado, temos aquele clichê quase clássico do Brasil, intensamente moldado pelo turismo e vivências culturais: as praias e a Bossa Nova como manifestação precoce de música globalizada, mas com profundas raízes autóctonas. Por outro lado, existe na Alemanha um olhar mais apurado, que reconhece no Brasil um país moderno, emergente, como importante sócio do grupo dos BRICS. Enxerga-se um país que defende seus próprios interesses quando se fala em desenvolvimento, interesses que mais e mais contradizem os interesses do G7. Por isso mesmo, esse Brasil moderno é frequente objeto de comentários desfavoráveis.
Esse fenômeno dos discursos sobrepostos, das diferentes realidades midiáticas, também se pode observar no caso de Cuba e é legítimo suspeitar-se de uma abordagem esquizofrênica pelas mídias. Vejamos por que. Por um lado, milhares de alemães viajam anualmente para Cuba e o Brasil. e uma vez desembarcados, em seus destinos percebem países que funcionam perfeitamente. Quando voltam à Alemanha, leem que “na verdade” o colapso econômico desses países são favas contadas. O que acontece? As pessoas vivenciaram uma realidade e em casa são confrontadas com uma desconstrução midiática que nada tem a ver com a realidade.
FF – Fazendo breve retrospecto, pode-se afirmar sem grande margem de erro, que na década 2003-2013, a cobertura sobre o Brasil pelos principais jornais e canais de TV alemães foi marcada por um tom amigável, simpático ao Brasil, com o que não estou dizendo que os correspondentes estrangeiros devam atuar como o velho cachorrinho da RCA, ouvindo, calados, a “voz do dono”. Muito pelo contrário. Porém e de repente, já no início do governo Dilma Rousseff, figurativamente falando, a maré vazou e virou ressaca, dando lugar a matérias rancorosas sobre o Brasil. Como explica essa inversão de tendência e como descreve a imagem do Brasil na Alemanha, nesta passagem de ano?
Harald Neuber – Essa é uma observação interessante, da que eu não tinha me dado conta com tanta clareza até agora. Mas eu desconfio que tem a ver com o que eu já disse anteriormente: na medida em que são tangidos interesses dos países centrais, mudam os discursos da cobertura da mídia. O contexto latino-americano é ilustrativo, durante o governo do presidente Hugo Chávez, extrovertido e provocador, a Venezuela foi tratada como verdadeiro objeto do opróbrio pelo jornalismo ocidental. O que não quer dizer, como você bem lembrou, que não se deva criticar a política e a economia do país. Ocorre que quase nenhum jornalista ocidental se esforçou em iluminar os verdadeiros bastidores da Venezuela, em questionar supostas realidades midiáticas, realizando suas próprias pesquisas. Uma exceção foi meu colega precocemente falecido, Manfred Bleskin, do canal n-tv, que falava um Português excelente e que tinha por hábito ouvir a rádio portuguesa logo cedo de manhã. Alguns anos atrás, ele tinha viajado para a Bolívia, e quando voltou, disse: "Mudou completamente minha análise do processo e minha imagem do país". Este questionamento exemplar é coisa cada vez mais rara nos meios de comunicação e é por esta razão que a cobertura jornalística alemã do Brasil é marcada mais por interesses econômicos e políticos do que por fidelidade aos fatos.
FF – Em 2014, a Der Spiegel capitaneou uma campanha rancorosa e repleta de meias verdades contra a Copa do Mundo no Brasil, cuja apoteose foi a capa da edição de 12 de junho de 2014, com o título "Tod und Spiele" - “Morte e jogos”. O lead dessa matéria dizia: “Brasil: gol contra. Justamente no país do futebol, a Copa do Mundo poderia ser um fiasco: manifestações, greves e tiroteios em vez de festa. Os cidadãos estão furiosos por causa dos estádios caros e dos políticos corruptos. Ademais, sofrem com a estagnação da economia (…) - uma evidente intimidação de milhares de alemães que intencionavam viajar ao Brasil e assistir aos jogos da disputa, cujo fracasso total era previsível segundo a revista. Já o desenrolar da Copa foi um êxito reconhecido internacionalmente, os torcedores retornaram aos seu país, cobrindo o Brasil e sua gente de elogios, o que, colocado na balança, foi um redondo gol contra da própria Der Spiegel. A que interesses você atribui jornalismo tão malicioso e tendencioso?
Harald Neuber – Não posso responder por um meio para o qual não trabalho, mas penso que posso, sim, questionar um mega-evento como a Copa do Mundo, principalmente o papel da FIFA. Pode e deve-se questionar, quem, afinal, ganha com um evento desses, mas o importante é deixar claro o objetivo de uma cobertura crítica. Em algumas ocasiões, durante a Copa, eu tive a sensação de que alguns correspondentes ocidentais estavam obcecados em encontrar “provas” para o fracasso do evento, por assim dizer colocando chifre em cabeça de cavalo.
Um correspondente da BBC dedicou uma reportagem inteira a uma escada frouxa na entrada do Maracanã. Não estou dizendo que esse não seja um tema, mas ocorre que essa “cobertura-problema” foi a que se sobrepôs durante muitos dias, o que ocorreu em detrimento das justas críticas à FIFA e os grandes negócios do futebol, feitas de modo legítimo por movimentos sociais. O que sigo me perguntando é se o governo brasileiro também não estava perdido no meio do tiroteio, afinal de contas, essa polêmica associação internacional do futebol voltou para casa embolsando lucros bilionários – o que sobrou para os pobres do Brasil? Esta questão não deveria ter sido enfrentada de modo mais ofensivo pelo governo do PT?
FF – Sem dúvida, mas foi o preço que o governo se dispôs a pagar por uma aposta diplomática da era Lula: atrair para o Brasil a Copa e os Jogos Olímpicos de verão de 2016 para escalar o Brasil como global player, com isso também ampliando o círculo de países apoiadores de sua reivindicação de uma cadeira no Conselho de Segurança da ONU, etc. A escolha do Brasil como país-sede de ambos eventos foi uma espécie de coroação diplomática daquela fase de crescimento robusto de 7,0% ao ano, com honrarias de “Homem do Ano” prestadas a Lula pelo Forum Econômico de Davos e as revistas Times, Forbes e o El País. Mas em 2013, este cenário já pertencia ao passado, durante o governo Dilma Rousseff a euforia externa tinha virado pó. Apesar da inflação em lento ritmo de aumento, a presidenta deu ênfase ao mercado interno, mantendo integralmente os programas sociais do governo, ao mesmo tempo tocando obras de infraestrutura, entre as quais as destinadas à Copa. E de certo modo foi exitosa, apesar do “fogo amigo” nos bastidores e da brutal campanha dos meios de comunicação nacionais contra seu governo.
Mas voltando ao modus operandi das mídias alemãs, quero recordar que, ainda estudante, em Berlim, e de volta ao Brasil, na década de 1980, acompanhei atentamente pelos jornais, pelo rádio e pela TV o trabalho de alguns correspondentes alemães na América Latina, alguns deles baseados no Brasil. Exilado no Uruguai desde a época da ditadura hitlerista, de Montevidéu o já saudoso e lendário Hermann P. Gebhardt cobria o Cone Sul para o Frankfurter Rundschau, que à época mantinha uma linha editorial liberal de esquerda, que contrastava com a do jornalão conservador Frankfurter Allgemeine, cujo correspondente no Brasil durante trinta e tantos anos foi Martin Gester. Para o Tagesanzeiger, de Zurique, escrevia Romeo Rey, autor do livro “Im Sternzeichen des Che Guevara” (Sob o signo estelar de Che Guevara). O correspondente da Süddeutsche Zeitung, de Munique, era Carlos Widman, e o canal de TV ZDF mantinha no Rio de Janeiro o Klaus Eckstein, completando um quarteto de respeitáveis correspondentes que escreviam contra a maré das boas relações entre as ditaduras sul-americanas, o big bussiness e o governo alemão. Mas essa geração, na verdade duas, não atuam mais. O que escrevem hoje os mesmos jornais sobre o Brasil, de onde extraem suas informações?
Harald Neuber: Quando eu dou minhas palestras sobre a cobertura dos meios de comunicação alemães, digo frequentemente, “deem uma olhada na página da internet do Tagesschau [Nota: jornal nacional da rede ARD de TV Pública, produzido pela NDR TV de Hamburgo]. Em seu arquivo é possível rever programas gravados 20 anos atrás”, época em que correspondentes faziam cobertura direta até mesmo dos menores países da América Central. Hoje, em comparação, a cobertura sobre toda a América Laatina é feita a partir de 3 bases apenas: ou Cidade do México, ou Buenos Aires, ou Rio de Janeiro. Não quero dizer com isso que as e os colegas trabalhem mal, mas a racionalização, o enxugamento de custos obviamente fez cair a qualidade da cobertura. Em vez de pesquisar in situm, os “correspondentes” usam como fonte as mídias do país sobre o qual escrevem, e essas não costumam ser boas conselheiras. Porque não apenas no Brasil os grandes grupos de mídias se voltam contra as políticas sociais e econômicas do governo. Na Venezuela, Bolívia ou no Equador as mídias atuam de modo ostensivo, como inimigos não declarados dos governos. Isso ocorre porque em sua maioria estão vinculados a grupos econômicos que sentem seus interesses prejudicados pelos respectivos governos. Na Venezuela grupos de mídia participaram do golpe de 2002 [Nota: contra Hugo Chávez]. Não seria errado afirmar que parte dos meios privados de comunicação atua como partido político. Minha curiosidade é saber se a presidenta Dilma Rousseff pretende mesmo abraçar a causa da regulação de mídiasem seu segundo mandato.
FF – É o que grande parte do Brasil também quer saber. A presidenta acenou com uma regulação de caráter econômico, de descartelização semelhante à da Argentina, sem interferir em conteúdo, quem dirá instituir a “censura”, como inferem comentários quiméricos, invencionices de alguns articulistas a soldo. O novo ministro das Comunicações, Ricardo Benzoini, advertiu que o projeto será efetivadocom planejamento e tranquilidade, “sem nenhum tipo de ansiedade” - esperemos, pois.
Voltando às oscilações da cobertura alemã sobre o Brasil. No início do governo Dilma Rousseff, a presidenta era descrita como personagem honrosa que arriscara sua vida no combate à ditadura. Nos dois últimos anos mudou o tom, quando ela passa a ser descrita como suspeita de corrupção e de “enterrar” a Economia – como se a União Europeia, afetada por crise sem fim, e a Alemanha, com seu pífio crescimento de 0,8% em 2014, vivessem em um mar de rosas e fossem lá um paradigma de bom desempenho. Isso ainda é jornalismo que pode ser descrito como probo?
Harald Neuber – Veja, é exatamente o que eu queria dizer com “iluminar os bastidores”. Obviamente, um jornalista alemão pode e deve examinar a situação econômica do Brasil, mas enfatizar a necessidade de crescimento em meio à crise enfrentada pela União Europeia é tanto quanto grotesco. No meu entendimento, por trás dessa cobrança articulam-se programadores de opinião, e lhe dou dois exemplos. Na Alemanha, os principais formadores de opinião que definem a imagem da América Latina nos meios de comunicação, são as fundações dos principais partidos políticos. Diferentemente da maioria das mídias, essas fundações têm seus escritórios e operam múltiplas redes no Hemisfério Sul. Desse modo, elas podem disponibilizar constantemente especialistas para entrevistas. O que os jornais não querem admitir é que, por exemplo, um representante da Fundação Konrad Adenauer [Nota: do partido democrata-cristão, governista] defendará em suas declarações uma opinião devidamente impregnada da orientação política de sua fundação e partido político. Um caso extremo foi o da Fundação Friedrich Naumann, do partido liberal (FDP), que em 2009 apoiou o golpe de Estado em Honduras. Mas este problema foi devidamente resolvido pelos eleitores alemães: desde 2013 os liberais não estão mais representados no Congresso, desapareceram do cenário parlamentar.
Além das fundações partidárias, como formadores de opinião também atuam diversas instituições de pesquisa, de financiamento público, como a Stiftung Wissenschaft und Politik [Nota: Fundação Ciência e Política, think tank do governo alemão], ou ainda o Instituto GIGA, de Hamburgo, cujos funcionários ocupam o topo do ranking dos “must interview” da Alemanha. Sendo pagos, aliás muito bem pagos, pelo governo – como poderia ser “objetiva” sua análise?
FF – Muito interessante sua descrição do papel dessas fundações. Uma delas, que certamente contrabalança um pouco o discurso conservador é a Fundação Friedrich Ebert, do partido socialdemocrático (SPD), que há décadas patrocina projetos da CUT e do PT, espaço de diversas palestras de Luis Inácio Lula da Silva, em São Paulo e em Bonn.
Por falar em PT e Governo Dilma: como os vê no contexto latino-americano?
Harald Neuber – O projeto social do PT é parte de um projeto integral de movimentos da esquerda reformista na América Latina. Já o Brasil como país tem um papel importante no grupo dos BRICS. Mas penso que o PT – do mesmo modo como os partidos de esquerda em escala global – deveria pensar e atuar além do marco estritamente parlamentar, formal. Nesse aspecto, depois de conversar com colegas no Brasil, percebo alguns déficits bem delineados no governo Dilma Rousseff, e certamente foi um dos motivos da vitória apertada no segundo turno. 20% de abstenções mais 6% de votos nulos... - será que não articulam amargas decepções?
FF - Você está na pista certa, a presidenta foi reeleita com quase 54,0 milhões de votos, mas seu resultado poderia ter sido mutio melhor. Aqui no Chile, em 2013, Michelle Bachelet foi reeleita em condições ainda piores: 45% de abstenções. Percebo isso como sintoma global de despolitização do eleitor, no sentido de perda de interesse pela esfera política, mas também de perda de consciência. Culpar o eleitor seria erro crasso, as pessoas estão mesmo é enfastiadas, o que parece transparecer é a perda de atratividade da democracia liberal-conservadora, incapaz de oferecer inovação, principalmente a participação cidadã, republicana.
Para finalizar, conte-nos o que o portal Amerika 21 faz para diversificar e melhorar a imagem da América Latina na Alemanha.
Harald Neuber – O portal de notícias Amerika 21 existe desde 2007 e é administrado pela associação beneficiente Mondial21. Com o portal introduzimos uma novidade no cenário dos meios de comunicação da Alemanha. Sua missão é contribuir ao intercâmbio comunicacional entre o Sul e o Norte globais, preenchendo os espaços vazios existentes. O que fazemos é disponibilizar na internet informações sobre a América Latina, oferecidas com padrão profissional, acessíveis e grátis. Até agora, é fruto de trabalho coletivo não-remunerado de um expressivo grupo de colaboradores; da pesquisa, pela tradução à edição de matérias. No início, éramos um blog noticioso, com algumas edições semanais de atualização. Já em 2011, publicávamos de três a cinco artigos diariamente e atualmente a redação não para de editar. A profissionalização do portal sob formato de redação-online está em curso, ainda não terminou, e ela exige várias horas de trabalho concentrado por dia, sem restrições de qualquer natureza politica ou ideológica. Desse modo, avançamos para a posição de mídia-referência em nível nacional, quando o assunto é América Latina.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Vaga para Oficial de Comunicação na Alemanha

Termina nesta sexta-feira, 23/11, o prazo para os interessados em trabalhar na Global Crop Diversity Trust enviem seus Curriculos e demais documentos solicitados pelo empregador. Trata-se de uma organização dedicada a conservar e avaliar a diversidade da produção agrícola, focada na segurança alimentar mundial.
A Global Crop Diversity Trust opera em Bonn, na Alemanha e está em busca de um Oficial de Comunicação.

O candidato precisa ter graduação em Comunicação Social e pelo menos 7 anos de experiência profissional. O salário anual é de 55 mil euros, cerca de R$ 145.200,00, pela cotação de 19/11. É garantido ainda um seguro saúde.
Mais detalhes sobre a oferta de trabalho, confira abaixo, em inglês.


The Global Crop Diversity Trust is an international organization whose mission is to ensure the conservation and availability of crop diversity for food security worldwide. The Global Crop Diversity Trust is in the process of establishing its headquarters in Bonn, Germany. 
For further information about the Global Crop Diversity Trust, consult the web page at http://croptrust.org
The Global Crop Diversity Trust is seeking candidates for the position of:
Communications Officer
The Communications Officer will report to the Director of Development and will be responsible for leading the development of the Organization’s overall communications strategy in consultation with senior management and the communications team. He/she will be based at the Trust’s offices in Bonn. The specific responsibilities of the position are as follows:
• Develop annual communications activity plan in fulfillment of the strategy, and take responsibility for its implementation.
• Contribute to and participate in the preparation of program publications and other outputs such as journal articles, newsletters and factsheets.
• Research, write and produce a variety of print and electronic media in support of external communications.
• Ensure that the Trust’s communications are, at all times, reflecting the key messages and strategic direction of the Organization.
• Participate in preparing and editing research proposals, project reports and donor reports in consultation with scientists.
• At all times, maintain an understanding and overview of the Trust’s technical activities (including projects), ensuring that this flows into all of the Trust’s communications.
• Manage and ensure effective organizational branding.
• Manage the appearance and content of the Trust’s online presence (currently the website, Facebook, Twitter, Flickr).
• Manage unsolicited requests/respond to information requests.
• Ensure creativity and innovation in the Trust’s communications.
• Manage the production of regular updates for the Trust’s stakeholders, in the form of electronic newsletters, updates and other formats.
• Liaise with and manage external providers, such as PR companies and web designers.
• Liaise professionally with journalists over interviews, Svalbard visits, the provision of materials, etc.
• Work closely with external PR agency to develop and manage a media strategy in support of the objectives of the Trust.
• Work with the PR agency in the drafting of press releases and the coordination of staff for interview, etc.
• Provide general support to the program as requested.
• Perform other duties as required.
  Qualifications and competencies
• University degree or equivalent qualifications in communications, journalism or a biological or social science.
• Minimum of 7 years progressively responsible experience in communications/media relations with a similar organization.
• Excellent English language skills, both written and spoken with the ability to present information clearly and concisely, including demonstrated competency in using various forms and channels.
• Knowledge of social media, communications techniques, podcasting, streaming and video.
• Experience in non-profit and development sectors.
• High degree of judgment and initiative.
• Ability to multi-task and to work with a high degree of independence within assigned areas.
• Proficiency in relevant software packages (Microsoft Word, Excel, and PowerPoint, and experience using database software).
Terms and Conditions: The Trust offers an attractive remuneration package including a competitive salary, non-contributory retirement savings plan, medical insurance and leave provisions. This is a Professional position classified as Level 4, in a scale of 6 Grade Levels with 6 being the highest. The salary range starts at Euro 55,000. All benefits are denominated and paid Euros. Relocation costs are covered for candidates who reside outside of the Bonn/Cologne or surrounding areas. The initial contract will be for a period of three years, subject to a probationary period of twelve months.
How to apply:
Interested candidates should submit the following:
• a one page summary of your qualifications and experience, indicating how you meet each of the duties and competencies for the position and your motivations for applying;
• your curriculum vitae in English (please include your current residence address, telephone, fax and email address, date of birth, gender and nationality);
• names and full contact details of at least three referees.
The above items should be sent to: Human Resources Office, Global Crop Diversity Trust, preferably by email at trustvacancy@croptrust.org not later than 23 November 2012. Alternatively, applications can be sent by mail to the following address: Global Crop Diversity Trust, c/o FAO, Via delle Terme di Caracalla, 00153 Rome, Italy. All mailed applications must be postmarked by the above deadline. Please quote source of advertisement.
The Trust is an equal opportunity employer and strives for staff diversity in gender and nationality.
All applications will be acknowledged, but only short-listed candidates will be contacted.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Alemanha oferece bolsas para jovens jornalistas latino-americanos

De Medioslatinos

El Programa Internacional para Periodistas de Alemania (IJP, por sus siglas en alemán) ha abierto la convocatoria a la beca Alemania-Latinoamérica, que ofrece a jóvenes periodistas la posibilidad de pasar dos meses trabajando como redactores en un medio de comunicación alemán. Desde 1997, la IJP organiza anualmente un programa de intercambio con el apoyo del Ministerio de Asuntos Exteriores y empresas privadas. 
El programa está dirigido a periodistas entre 25 y 35 años con suficientes conocimientos del alemán o con excelentes conocimientos de inglés en su defecto. La beca del programa es de 3.300 euros y sirve para cubrir los principales costos de viáticos, vivienda y alimentación. 
El pago por el trabajo realizado en el medio de comunicación no está incluido y pude sumarse al cobro de la beca. El programa incluye asimismo un viaje de una semana por Alemania para los becarios. 
Para mayor información, clik aqui.

Información publicada en el sitio web del IJP. Para más detalles haga click aquí.   

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

TV alemã Deutsche Welle amplia sua programação em espanhol

A partir da segunda-feira (06/02), a Deutsche Welle reafirma a sua competitividade no mercado internacional de mídia. Entre suas novas características, constam a ampliação de duas para 20 horas diárias da programação televisiva em espanhol da DW para a América Latina. 
O canal-base da DW transmite 24 horas por dia, em inglês, para a África, Ásia e Austrália. Além disso, há os canais linguisticamente específicos. Na América do Norte e Latina, assim como na Ásia, o programa da DW tem 20 horas em alemão e quatro em inglês; no mundo árabe são dez horas em idioma árabe e 14 em inglês. No canal regional da Europa, a DW tem 18 horas de programação em inglês e, no horário nobre, seis em alemão. 
Lado a lado com a transmissão linear de TV em alemão, inglês, espanhol e árabe, a DW iniciou a produção de magazines em diversos outros idiomas. Desde o último trimestre de 2011, as emissoras associadas no centro e sudeste da Europa apresentam magazines em romeno, croata, bósnio e albanês. Todas as demais redações da DW também se ampliam gradativamente em direção à multimedialidade.
A DW passa a oferecer também novos canais e programas, em novo design. Sua programação segue informando regularmente sobre o que há de mais importante no mundo das notícias, e, além disso, a DW apresenta uma palheta de magazines, reportagens e documentários em produção esmerada, sobre os mais variados campos temáticos. Mais informações sobre a programação de TV em alemão, inglês, espanhol e árabe em www.dw.de/tv.
O foco principal da reforma abrangente da emissora alemã de TV para o exterior é um maior direcionamento para os grupos-alvo, através de novos e claros canais em diferentes idiomas, da regionalização dos programas e de uma nova diversidade de formatos multimídia de emissão. 

Um novo endereço: "dw.de"  

O novo website integra o total das ofertas de conteúdo da DW, reunindo as diferentes formas de apresentação digital, quer se trate de texto, vídeo, áudio ou elementos interativos. "O endereço dw.deé sinônimo de informações confiáveis da Alemanha e de conteúdos jornalísticos valiosos em 30 idiomas. Um esquema de cores renovado e um design contemporâneo conferem ao portal um rosto simpático", descreve Erik Bettermann.

A presença da DW na rede oferece uma concepção interativa comprovada: os conteúdos são dispostos tematicamente e organizados exatamente como os usuários esperam, através de todas as rubricas e páginas. O layout destina maior espaço para imagens, informações de fundo e vídeos relativos aos destaques do dia, em formato multilíngue e multimídia.

O Media Center da DW pode ser visitado a partir do site dw.de. Através dessa mediateca, o usuário tem acesso direto aos vídeos, áudios e galerias de fotos do amplo arquivo multimídia da DW, incluindo artigos, programas e séries temáticas completas. 

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Igreja Católica alemã põe à venda a sua editora… pornográfica!

Do Inteligência Económica

A editora é a Weltbild e é 100% propriedade da Igreja Católica alemã e a sua grande fonte de lucro são publicações “eróticas”…

Depois de, no mês passado, a informação ter sido revelada, rebentou um enorme escândalo e, em consequência, a surgiu esta decisão de vender a galinha dos ovos porno, numa tentativa de estancar o escândalo e impedir que ele venha a atingir o ex-cardeal alemão Ratzinger, o actual Papa.

Veja abaixo, em inglês, a integra da matéria.

Last month it was reported that German publishing company Weltbild, which is 100 percent owned by the Catholic church, was profiting through the sale of erotic novels. Now, amid the scandal, the German Catholic church has withdrawn its investment in the publishing company. It is looking for a buyer as soon as possible.

The Local reports that Weltbild initially removed some 2,500 erotic titles from its online catalogue, but the church has now decided to distance itself from the publisher completely.

However, the decision could have come sooner for some Catholics. Last monthGerman publication Die Welt reported that some worshipers had been complaining about the church’s association with the pornographic publications for over 10 years only to be ignored by bishops.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Deutsche Welle oferece bolsas para jovens jornalistas brasileiros

De Medioslatinos

La emisora alemana Deutsche Welle acepta hasta le próximo 31 de octubre inscripciones para su programa internacional de entrenamiento para jóvenes periodistas que demuestren un buen dominio del idioma alemán y portugués. Además de dominar ambos idiomas, los candidatos deben tener formación universitaria en periodismo o una calificación semejante obtenida a través d ela prçáctica profesional. El entrenamiento dura 18 meses y la beca equivale a un total de 27.500 Euros. Para mayor información y para inscribirse online, recomendamos visitar el siguiente link: http://www.dw-world.de/dw/1,2692,12132,00.htm.

Información publicada en el Sitio Web de Deutsche Welle. Para más detalles haga click aquí.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Governo alemão abre canal no YouTube para Merkel

Do Opera Mundi

O departamento de imprensa do governo da Alemanha anunciou nesta quarta-feira (19/10) a abertura de um canal próprio no YouTube para que a chanceler do país, Angela Merkel, seja entrevistada pelos cidadãos.

Uma nota oficial informa que o serviço começa nesta quarta-feira e permitirá aos usuários do YouTube fazer perguntas à chanceler e também avaliar as questões apresentadas, para escolher as dez melhores para que Merkel responda a partir de 18 de novembro. O comunicado ressalta que "após as experiências positivas com o Twitter, o governo federal amplia sua comunicação através da internet no âmbito das redes sociais com o intuito de chegar aos usuários dos novos meios de comunicação.

As perguntas à chanceler podem ser formuladas por escrito ou através de um vídeo, e os internautas podem participar sem a necessidade de ter uma conta própria no YouTube ou no Google.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Alemanha: inscrições abertas para bolsas de intercâmbio para jornalistas na Alemanha

A embaixada da Alemanha em Brasília está recebendo inscrições para o Internationale Journalisten-Programme "Martin Spiewak" . Trata-se de um programa de intercâmbio para jornalistas na Alemanha.
Os jornalistas interessados devem apresentar seus pedidos até 15 de setembro de 2006 à Embaixada ou ao Consulado da Alemanha.
Deverão incluir foto, currículo e uma carta de recomendação do redator-chefe de seu veículo de comunicação.

Mais informações, clique aqui.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Deutsche Welle seleciona jornalista trainee

A agência alemã de notícias Deutsche Welle procura candidatos para o "Fremdsprachenvolontariat", uma formação jornalística de um ano e meio. O objetivo é formar jornalistas que depois façam parte da equipa da DW – Voz da Alemanha - em Bonn.
Pela terceira vez, procuram-se candidatos lusófonos. Este ano podem candidatar-se jornalistas para uma formação nas duas redações de língua portuguesa: rádio (português para África) e online (português para o Brasil).
Alguns avisos importantes e essenciais para que as candidaturas tenham sucesso:
1. Todas as candidaturas devem ser feitas APENAS no sítio ONLINE criado para este efeito.
2. É necessário saber falar e escrever alemão no momento da candidatura. Os seminários da formação são dados em alemão (língua de trabalho na Deutsche Welle). As entrevistas de seleção também são conduzidas em alemão, por isso, bons conhecimentos da língua germânica são imprescindíveis.

O prazo final para as candidaturas é o dia 30 de Junho de 2010.

Mais informações, aqui.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Alemanha: Festival de Berlim apresenta diversidade do cinema brasileiro

Por Augusto Valente, da agência Deutsche Welle

Documentários, cinema de autor, sucessos de bilheteria, novos e velhos clássicos: nove produções e cineastas brasileiros participam em diferentes seções do Festival Internacional de Cinema de Berlim, a Berlinale.

Neste ano em que completa seis décadas de existência, o Festival Internacional de Cinema de Berlim apresenta um total de nove filmes produzidos do Brasil ou realizados por cineastas nacionais. Eles se distribuem por uma ampla palheta de seções, desde a Berlinale Shorts até Play It Again...!, a retrospectiva selecionada pelo crítico e autor David Thomson.
Nenhuma dessas produções está incluída na mostra competitiva. Na realidade, após José Padilha haver arrebatado o Urso de Ouro em 2008, com Tropa de elite, seguido, no ano passado, pela peruana Claudia Llosa (La teta asustada), a presença latino-americana é relativamente modesta nesta 60ª edição do festival.
Juventude de Gláuber, Brasil da Central
Quarenta anos após sua realização, um clássico do Cinema Novo pode ser (re)visto no Fórum Internacional do Filme Jovem. Trata-se da seção mais "arriscada" da Berlinale, com um forte perfil político, reunindo películas de vanguarda e de cineastas ainda desconhecidos, experimentos, ensaios fílmicos e reportagens.
Em O Dragão da Maldade e o Santo Guerreiro, Gláuber Rocha (1939-1981) conta a saga de Antônio das Mortes, o matador de cangaceiros e fanáticos religiosos que mudou de campo, passando de capanga dos coronéis a paladino dos oprimidos. A lenda de São Jorge serve como metáfora para a luta contra o "dragão da maldade" da ditadura militar. Considerado "um ponto alto da arte de Gláuber", o filme de 1969 traz, entre outros, Maurício do Valle, Odete Lara e Othon Bastos.
Já posicionado por alguns na categoria cult, Central do Brasil, de Walter Salles consta da seção Retrospektive, lado a lado com Akira Kurosawa, Michelangelo Antonioni e Jean Renoir. Indicado para dois Oscars em 1998, o road movie entre a principal estação ferroviária carioca e o Nordeste do país recebeu no mesmo ano o prêmio máximo da Berlinale, assim como o Prêmio do Júri Ecumênico e o Urso de Prata para Fernanda Montenegro como melhor atriz.
Cuecas de presente e o salto da ponte
A biografia pessoal é ponto de partida para dois dos participantes brasileiros. Que repercussões tem o extermínio de 6 milhões de judeus, várias décadas atrás, na vida de uma criança da América do Sul? Em seu curta Avós, de 2009, com 12 minutos de duração, o diretor uruguaio Michael Wahrmann, neto de sobreviventes, procura fechar uma lacuna na elaboração do Holocausto: a da terceira geração. Pois é aos 10 anos de idade que seu protagonista Leo começa a compreender a relação entre as tatuagens nos braços de suas avós, os presentes que lhe dão – sempre meias e cuecas –, e o fato de ele ser assim, rechonchudo.

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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Embaixada da Alemanha em Brasília seleciona jornalista

A Embaixada da Alemanha em Brasília procura jornalista que domine o português e o alemão para a sua assessoria de imprensa.Os currículos devem ser enviados até o dia 11 de dezembro para o e-mail de-10@bras.diplo.de, aos cuidados do Sr. Rainer Stoy . Seguem as informações referente ao cargo, em alemão, que também podem ser vistas na página da Embaixada: www.brasilia.diplo.de

Die Botschaft der Bundesrepublik Deutschland in Brasilia sucht zum 04.01.2010
eine Journalistin oder einen Journalisten
für das Deutschlandzentrum in Brasilia
Die Tätigkeit ist unbefristet, die Probezeit beträgt 3 Monate. Vergütung erfolgt nach Gehaltsschema der dt.
Botschaft Brasilia (derzeit: 3.462,00 Reais/Monat). Alle weiteren Leistungen richten sich nach
brasilianischen Gesetzen.
Gesucht wird hierzu eine Journalistin oder ein Journalist mit folgenden Aufgaben:
–
Pflege der Webseiten von Botschaft und Deutschlandzentrum
–
Entwurf und Redaktion von journalistischen Texten
–
Kontakt mit Freelancern und bras. Journalisten
–
Entwurf und Redaktion Newsletter und Presseerklärungen
–
Beantworten von Anfragen an die Botschaft
–
Recherchen
–
Presseauswertung
–
Sekretariatsarbeiten und einfache Übersetzungen
–
Organisatorische Betreuung und Mitwirkung bei Veranstaltungen, Delegationsbesuchen
Bewerberinnen / Bewerber sollten über folgende Qualifikationen und Erfahrungen verfügen:
–
journalistische Vorbildung
–
einschlägige Berufserfahrung
–
Vertrautheit mit IT- und Internet-Anwendungen
–
Portugiesischkenntísse (Muttesprachler/in)
–
gute Deutschkenntnisse
–
Kenntnisse in weiteren Sprachen erwünscht (Englisch)
–
gute Kenntnisse über Deutschland
–
Vertrautheit mit brasilianischer Politik, Medien und Kultur
–
Bereitschaft zur Fortbildung
–
Flexibilität und Mobilität
–
Teamfähigkeit
–
gepflegtes Erscheinungsbild / freundliches Auftreten
Bitte richten Sie Ihre Bewerbung mit folgenden Unterlagen
–
handgeschriebener Lebenslauf (1 Seite)
–
ausführlicher tabellarischer Lebenslauf
–
Ausbildungsnachweise (Schule, ggf. Universität, journalistische Ausbildung, Fremdsprachen)
–
Tätigkeitsnachweise (Bescheinigungen, Zeugnisse, Beurteilungen)
–
Empfehlungsschreiben
–
Kopie Reisepass oder Personalausweis
–
andere relevante Dokumente

bis zum 11.Dezember 2009 per E-Mail an die Adresse dz-10@bras.diplo.de oder per Post an die Adresse der
deutschen Botschaft:
Embaixada da Rep. Fed. de Alemanha
Dr. Holger Klitzing
SES Avenida das Naçoes
Quadra 807, lote 25
70415-900 Brasilia – DF
Schwerbehinderte Bewerberinnen und Bewerber werden bei gleicher Eignung entsprechend der gesetzlichen
Grundlage bevorzugt berücksichtigt. Für Ehepartner/innen und Lebenspartnerinnen entsandter Beschäftigter
gelten ebenfalls besondere bevorzugte Regelungen.
Bewerberinnen / Bewerber, die in die engere Wahl kommen, werden Gelegenheit bekommen, sich
persönlich vorzustellen (voraussichtlich am 18.12.2009)

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Bolsa de trabalho para jornalistas na Alemanha

Termina dia 15/9 o prazo de inscrições para as bolsas do programa para jornalistas da América Latina organizado pela IJP (Internationale Journalisten-Programme). Os candidatos devem ter entre 23 e 35 anos e saber falar alemão e devem possuir algum vínculo com um veículo de comunicação brasileiro (jornal, revista, televisão, rádio ou internet) nas funções de redator, estagiário ou colaboradores fixos.
Na documentação a ser encaminhada à Embaixada da Alemanha, deve incluir foto, currículo, uma carta de recomendação do redator-chefe de seu veículo de comunicação a que estiver vinculado descrevendo a capacidade profissional do jornalista candidato.
A bolsa é de 3.300 euros.Mais informações clique aqui ou na embaixada alemã em Brasília pelo telefone 61-3442-7026 ou e-mail pr-1@bras.diplo.de

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Bolsa de trabalho para jornalistas na Alemanha

O programa para jornalistas da América Latina organizado pela IJP (Internationale Journalisten-Programme) está com inscrições abertas ao seu programa de bolsas. Os candidatos devem devem ter entre 23 e 35 anos e saber falar alemão e devenm possuir algum vínculo com um veículo de comunicação brasileiro (jornal, revista, televisão, rádio ou internet) nas funções de redator, estagiário ou colaboradores fixos.
A bolsa é de 3.300 euros.
Mais informações clique aqui ou na embaixada alemã em Brasília pelo telefone 61-3442-7026 ou e-mail pr-1@bras.diplo.de