Caros leitores e leitoras.
Mostrando postagens com marcador Israel. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Israel. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Israel lança canal de TV internacional na tentativa de mudar a imagem do país no mundo

De Hispan TV, com tradução Irã News

O governo israelense lançou uma novo canal internacional de informações em sua busca por crédito e popularidade para Israel entre os países árabes e muçulmanos. Trata-se do iI24news que começou a funcionar oficialmente na quarta-feira passada na cidade portuária de Haifa, em territórios palestinos ocupados, a fim de mudar a imagem do regime israelense no mundo.
O canal é financiado por uma empresa privada de propriedade de vários acionistas, incluindo o empresário franco-israelense Patrick Drahi.
Segundo o presidente do canal, Frank Melloul, o canal i24news é formado por uma equipe de 150 jornalistas, técnicos e produtores e seu sinal é distribuído através de três satélites diferentes. O canali24 divulga informações em Árabe, Inglês e Francês.
No entanto, o canal não pode ser visto nos territórios ocupados por causa de um problema jurídico com o órgão para a televisão local.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Israel prende jornalistas palestinos


Texto enviado por Sergio Caldieri, publicado anteriormente no Irã News

Forças israelenses iniciam campanha de detenções arbitrárias contra profissionais da comunicação na Cisjordânia e Jerusalém; vários foram  alvos de tiros enquanto cobriam manifestações
A Associação Addameer de Direitos Humanos e Apoio aos Prisioneiros está profundamente preocupada com o crescente número de detenções de jornalistas e profissionais da área de comunicação na Cisjordânia e Jerusalém, especialmente desde o início deste ano, com registros de inúmeros casos de detenção sem acusação clara e específica, o que revela um processo de encarceramento arbitrário com o intuito de silenciar a veiculação de notícias da cobertura jornalística da atual situação na Palestina e de ferir a liberdade de expressão.
A Addameer registrou 13 casos de prisão de jornalistas em cárceres israelenses. A maioria deles foi presa neste ano, sendo que seis jornalistas foram detidos durante os três primeiros meses deste ano, enquanto, no ano passado, foram presos dois.
Há o caso também de um jornalista mantido sob prisão domiciliar na cidade de Jerusalém, e que segue proibido de entrar na Cisjordânia.
A seguir, cronologicamente, estão os nomes dos jornalistas detidos em prisões israelenses:
 1. Yasin Abu Khadir, de Shuafat / Jerusalém. É o mais antigo jornalista palestino detido em prisões israelenses. Foi preso em 27/12/1987 e enfrenta uma pena de 28 anos. Ele trabalhava no jornal Al-Quds.
2. Mahmoud Issa, de Anata / Jerusalém. Foi preso em 06/03/1993 e enfrenta três penas de prisão perpétua e 41 anos. Ele estava trabalhando no jornal Alhaq e Alhoriya, editadas em territórios palestinos ocupados de 1948.
3. Mohammed Taj, de Tubas / Jenin. Detido desde 19/11/2003 e condenado a 14 anos de prisão. Ele trabalhou como escritor e jornalista na Frente pela Libertação da Palestina.
4. Ahmed El Saifi, de Birzeit / Ramallah. Era estudante da Universidade de Birzeit, onde cursava jornalismo. Foi preso em 19/8/2009 e condenado a 19 anos de prisão.
5. Amer Abu Arfa, de Hebron. Detento administrativo desde 20/08/2011, sem acusação ou julgamento formal. Trabalhava como correpondente da Agência Shihab.
6. Sharif Rajoub, de Hebron. Detido desde 06/03/2012 e aguardando julgamento. Ele trabalhava na rádio Sawt Al-Aqsa, em Hebron.
7. Murad Abu Baha, de Ramallah. Detido desde 15/06/2012. Segue  aguardando julgamento. Ele trabalhava como assessor de imprensa do Conselho Legislativo, em Ramallah.
8. Annan Ajawi, de Haja / Jenin. Tem 28 anos e foi preso em 16/01/2013, quando estava retornando de sua viagem ao Egito. Segue detido sem acusação ou julgamento formal. Ele trabalhava como jornalista em diversas instituições.
9. Mohamed Saba'na, de Qabatiya / Jenin. Preso em 17/02/2013 durante seu retorno da Jordânia. Ele segue em prisão preventiva até que a investigações sejam finalizadas. Mohamed Saba’na é cartunista.
10. Musab Shawar, de Hebron. Foi preso em 25/02/2013 e até o momento preso sem acusação ou formal. Ele trabalhava na rádio Hebron, como apresentador em programa que abordava a situação dos prisioneiros palestinos.
11. Bakr Attili, de Nablus. Tem 27 anos e foi preso em 06/03/2013. Segue detido sem acusação ou julgamento formal. Ele trabalhava como fotógrafo e produtor independente de muitos canais de televisão.  
12. Tareq Abu Zeid, de Jenin. Foi preso em 08/03/2013 e segue em prisão preventiva até que as investigações sejam finalizadas. Ele trabalhava como correspondente da  TV Al-Aqsa.
13. Walid Khaled, de Sakaka / Salfit. Foi preso em 10/03/2013 e segue em prisão preventiva até que as investigações sejam finalizadas. Ele era o diretor do jornal Palestina Hoje.
Vale ressaltar que o jornalista Rasim Obeidat segue proibido de entrar em áreas da Cisjordânia desde 30/01/2012, sem justificativasclaras e específicas para este impedimento. É importante frisar que tal proibição é uma violação das leis e convenções sobre liberdade dos jornalistas e da exerção plena de seu trabalho.
Além das dificuldades do trabalho dos jornalistas que atuam sob duras condições para cobrir fatos no território palestino ocupado, observa-se que existem severas restrições impostas pelos soldadosda ocupação, além da violência contra jornalistas e fotógrafos aoimpedi-los de exercer o seu trabalho para a transmissão dos acontecimentos a nível internacional.
Lembramos aqui as lesões sofridas pelo fotojornalista Atta E'oissat e o jornalista Mahfouz Abu Turk as forças israelenses dispararambombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha na cidade ocupadade Jerusalém. E que no dia 08/03, o fotógrafo Haitham Khatib foi atingido diretamente por bombas e o fotojornalista Jihad El Kadi foi baleado no abdômen enquanto cobriam os confrontos no checkpoint  de Ofer, perto de Ramallah.
A Associação Addameer condena fortemente a perseguição contínua praticada pelo exército israelense contra as jornalistas e repórteres. Tal prática que constitui uma clara violação dos direitos humanos elegais e profissionais é um flagrante a violação de todas as leis, normase convenções internacionais que garantem a liberdade de opinião e deexpressão. A Addameer também acredita que a detenção arbitrária de e a violência contra jornalistas palestinos fazem parte de uma política sistemática que visa calar os meios de comunicação palestinos.
Por fim, a Addameer lamenta o silêncio das instituições internacionaisem relação à situação dos jornalistas palestinos, às prisões eperseguição direta, e pede pressão das autoridades e organizações de Direitos Humanos para exigir a libertação imediata dos jornalistas e profissionais de mídia detidos em cárceres israelenses.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Opinião: A cobertura da mídia sobre Gaza

Publicado anteriormente no Blog Vermelho e no Irã News

Em texto manifesto, linguistas denunciam a manipulação do notíciário pela grande imprensa para camuflar o massacre do povo palestino, apelam a jornalistas para que não sirvam de joguetes e para que as pessoas se informem pela mídia independente. Entre os signatários, Noam Chomsky. Confira a íntegra.
Enquanto países na Europa e América do Norte relembravam as baixas militares das guerras presentes e passadas, em 11 de Novembro, Israel estava alvejando civis. Em 12 de novembro, leitores que acordavam para uma nova semana tiveram já no café da manhã o coração dilacerado pelos incontáveis relatos das baixas militares passadas e presentes.
Não havia, porém, nenhuma ou quase nenhuma menção ao fato de que a maioria das baixas das guerras modernas de hoje são civis. Era também difícil alguma menção, nessa manhã de 12 de novembro, aos ataques militares à Gaza, que continuaram pelo final de semana. Um exame superficial comprova isso na CBC do Canada, Globe and mail, na Gazette de Montreal e na Toronto Star. A mesma coisa no New York Times e na BBC
De acordo com o relato do Centro Palestino para os Direitos Humanos (PCHR, pela sigla em inglês) de domingo, 11 de Novembro, cinco palestinos, entre eles três crianças, foram assassinados na Faixa de Gaza, nas 72 horas anteriores, além de dois seguranças. Quatro das mortes resultaram das granadas de artilharia disparadas pelos militares israelenses contra jovens que jogavam futebol. Além disso, 52 civis foram feridos, seis dos quais eram mulheres e 12 crianças. (Desde que este texto começou a ser escrito, o número de mortos palestinos subiu, e continua a aumentar.)
Artigos que relatam os assassinatos destacam esmagadoramente a morte de seguranças palestinos. Por exemplo, um artigo da Associated Press publicado no CBC em 13 de novembro, intitulado "Israel estuda retomada dos assassinatos de militantes de Gaza", não menciona absolutamente nada de civis mortos e feridos. Ele retrata as mortes como alvos "assassinados". O fato de que as mortes têm sido, na imensa maioria, de civis, mostra que Israel não está tão engajado em "alvos" quanto em assassinatos "coletivos". Assim, mais uma vez, comete o crime de punição coletiva.
Outra notícia de AP na CBC de 12 de novembro diz que os foguetes de Gaza aumentam a pressão sobre o governo de Israel. Traz a foto de uma mulher israelense olhando um buraco no teto de sua sala. Novamente, não há imagens, nem menção às numerosas vítimas sangrando ou cadáveres em Gaza. Na mesma linha, a manchete da BBC diz que Israel é atingido por rajadas de foguetes vindos de Gaza. A mesma tendência pode ser vista nos grandes jornais da Europa.
A maioria esmagadora das noticias enfatizam que os foguetes foram lançados de Gaza, nenhum dos quais causaram vítimas humanas. O que não está em foco são os bombardeios sobre Gaza, que resultaram em numerosas vítimas graves e fatais. Não é preciso ser um especialista em ciências da mídia para entender que estamos, na melhor das hipóteses, diante de relatos distorcidos e de má qualidade e, na pior, de manipulação propositadamente desonesta.
Além disso, os artigos que se referem à vítimas palestinas em Gaza relatam consistentemente que as operações israelenses se dão em resposta ao lançamento de foguetes a partir de Gaza e à lesão de soldados israelenses. No entanto, a cronologia dos eventos do recente surto começou em 5 de novembro, quando um inocente, aparentemente mentalmente incapaz, homem de 20 anos, Ahmad al-Nabaheen, foi baleado quando passeava perto da fronteira.
Os médicos tiveram que esperar seis horas até serem autorizados a buscá-lo. Eles suspeitam que o homem pode ter morrido por causa desse atraso. Depois, em 08 de novembro, um menino de 13 anos que jogava futebol em frente de sua casa foi morto por fogo do IOF, que chegou ao território de Gaza em tanques e helicópteros. O ferimento de quatro soldados israelenses na fronteira em 10 de novembro, portanto, já era parte de uma cadeia de eventos que começou quando os civis de Gaza foram mortos.
Nós, os signatários, voltamos recentemente de uma visita à Faixa de Gaza. Alguns de nós estamos agora conectados aos palestinos que vivem em Gaza através de mídias sociais. Por duas noites seguidas, palestinos em Gaza foram impedidos de dormir pela movimentação contínua de drones, F16, e bombardeios indiscriminados sobre vários alvos na densamente povoada Faixa de Gaza . A intenção clara é de aterrorizar a população, e com sucesso, como podemos verificar a partir de relatos dos nossos amigos. Se não fosse pelas postagens no Facebook, não estaríamos conscientes do grau de terror sentido pelos simples civis palestinos em Gaza. Isto contrasta totalmente com a consciência mundial sobre cidadãos israelenses chocados e aterrorizados.
O trecho de um relato enviado por um médico canadense que esteva em Gaza, servindo no hospital Shifa ER no final de semana, diz: "os feridos eram todos civis, com várias perfurações por estilhaços: lesões cerebrais, lesões no pescoço, hemo-Pneumo tórax, tamponamento cardíaco, ruptura do baço, perfurações intestinais, membros estraçalhados, amputações traumáticas. Tudo isso sem monitores, poucos estetoscópios, uma máquina de ultra-som. .... Muitas pessoas com ferimentos graves, mas sem a vida ameaçada foram mandadas para casa para ser reavaliadas na parte da manhã, devido ao grande volume de baixas. Os ferimentos por estilhaços penetrantes eram assustadores. Pequenas feridas com grandes ferimentos internos. Havia muito pouca Morfina para analgesia."
Aparentemente, tais cenas não são interessantes para o New York Times, a CBC, ou a BBC.
Preconceito e desonestidade com relação à opressão dos palestinos não é nada novo na mídia ocidental e tem sido amplamente documentado. No entanto, Israel continua seus crimes contra a humanidade com a anuência plena e apoio financeiro, militar e moral de nossos governos, os EUA, o Canadá e a União Europeia. Netanyahu está ganhando apoio diplomático ocidental para operações adicionais em Gaza, que nos fazem temer que outra operação Cast Lead esteja no horizonte. Na verdade, os novos acontecimentos são a confirmação de que tal escalada já começou, como a contabilização das mortes de hoje que aumenta.
A falta generalizada de indignação pública a estes crimes é uma conseqüência direta do modo sistemático em que os fatos são retidos ou da maneira distorcida que esses crimes são retratados.
Queremos expressar nossa indignação com a cobertura repreensível desses atos pela mainstream mídia (grande imprensa corporativa). Apelamos aos jornalistas de todo o mundo que trabalham nessas mídias que se recusem a servir de instrumentos dessa política sistemática de camuflagem. Apelamos aos cidadãos para que se informem através de meios de comunicação independentes, e exprimam a sua consciência por qualquer meio que lhes seja acessível.
- Hagit Borer, linguist, Queen Mary University of London (UK)
- Antoine Bustros, composer and writer, Montreal (Canada)
- Noam Chomsky, linguist, Massachussetts Institute of Technology, US
- David Heap, linguist, University of Western Ontario (Canada)
- Stephanie Kelly, linguist, University of Western Ontario (Canada)
- Máire Noonan, linguist, McGill University (Canada)
- Philippe Prévost, linguist, University of Tours (France)
- Verena Stresing, biochemist, University of Nantes (France)
- Laurie Tuller, linguist, University of Tours (France)
* Fonte: Ciranda da Informação Independente

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Israel invade Palestina e fecha meios de comunicação

Do Repórter sem Fronteiras

Reporteros sin Fronteras se encuentra escandalizada por la nueva incursión de las fuerzas israelíes contra una red de medios de comunicación palestinos radiotelevisados y de Internet de la Universidad Al-Quds, en Jerusalén Este, el 2 de abril de 2012.
"Con esta incursión ilegal en los establecimientos de medios de comunicación ubicados en los territorios palestinos ocupados y anexados ilegalmente, las fuerzas de seguridad israelíes han violando, bajo la mayor impunidad, el Derecho Internacional una vez más. Utilizan todos los medios necesarios para evitar la existencia de una prensa palestina libre e independiente en los territorios palestinos ocupados, incluyendo Jerusalén Este", declaró Reporteros sin Fronteras, que solicita la reapertura de la red de los medios de comunicación pertenecientes a la Universidad Al-Quds.
A las 12h55 del 02 de abril de 2012, decenas de policías israelíes irrumpieron en la sede de la red de medios de comunicación vinculados al Instituto de los Medios Contemporáneos de la Universidad Al-Quds (Universidad de Jerusalén), que comprendía la radio "Huna Al- Quds" y la agencia de noticias Quds Net News Agency, ubicada en el barrio Al-Khaldyeh, en Jerusalén Este.
La incursión se da el día de la puesta en marcha de una red multimedia en línea centrada en Jerusalén, cortando la conexión simultanea, via Skype, las antenas de Ramallah y Jerusalén. Además de la confiscación de materiales y documentos privados, la policía arrestó a dos empleados del centro: Adel Rouished y Mohannad Izheman, luego liberados durante el día.
La agencia de noticias Quds Net News Agency ha publicado fotos de la operación.
Según declaraciones de Mohamed Abu Arqoub, jefe de redacción de la red de medios de comunicaciones, a la Agencia France-Presse, los policías explicaron que esta operación se basó en una orden de prohibición del Ministro de Seguridad Interior israelí argumentando que esta red era aliada de la Autoridad Palestina la cual, bajo la ley israelí, no tiene el derecho a actuar oficialmente en Jerusalén. Las autoridades israelíes han encontrado así una justificación "legal", en el marco del Derecho Internacional, para este cierre ilegal de los medios de comunicación palestinos.
Las acusaciones según las cuales estos medios de comunicación tendrían vínculos con la Autoridad Palestina fueron negados en un comunicado de la Universidad . Al utilizar este falso pretexto, las autoridades israelíes buscan desacreditar la independencia de los medios de comunicación palestinos, justificando una restricción a la libertad de prensa.
Esta acción se produce un mes después de un operativo militar contra dos canales de televisión, Al-Watan y Al-Quds Educational TV (vinculada a la Universidad de Al-Quds), el pasado 29 de febrero en Ramala, territorio controlado por la Autoridad Palestina. A raíz de estas acciones ilegales, los dos canales de televisión palestinos se vieron obligados a cerrar. Las autoridades israelíes habían justificado esta intervenciones ilegales bajo el argumento de que estos canales "piratas" no contaban con la licencia necesaria para su funcionamiento.
Por otra parte, la organización condena la detención, por parte del ejército israelí, de Mohamed Anouar Mana de 30 años, un reportero palestino de la Agencia Quds Press, el 3 de abril de 2012 en Naplusa (localidad Dahieh), el norte de Cisjordania. Ya había sido detenido en tres ocasiones y ha pasado más de cuatro años en las cárceles israelíes.
Reporteros sin Fronteras recuerda que varios periodistas se encuentran detenidos en cárceles israelíes.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Israel fecha dois canais de televisão palestinos em Ramallah

Do Opera Mundi

Soldados e funcionários do Ministério de Comunicações de Israel fecharam nesta quarta-feira (29/02) duas emissoras de televisão na cidade palestina de Ramallah. As Forças de Segurança também confiscaram equipamentos de transmissão e computadores em diversas batidas efetuadas em solo palestino.

A operação aconteceu nesta madrugada nas redações da emissora privada Watan e do canal Al Quds, ligado à universidade palestina de mesmo nome, informaram as redes.

Além disso, quatro funcionários da Watan foram detidos durante algumas horas: o responsável de produção Abdul Rahman Thaher, a correspondente Hamza Salaymeh, o especialista gráfico Ibrahim Milhim e o locutor Ahmad Zaki.

"Me prenderam junto com meus companheiros e armaram uma confusão enorme nos escritórios. Ficaram muito aborrecidos ao ver uma foto de Khader Adnan (um preso palestino que ficou 66 dias em greve de fome) pendurada na parede", afirmou um funcionário à agência palestina Ma'an.

Tanto o exército como o Ministério de Comunicações israelense confirmaram a operação, enquanto o ministro de Telecomunicações palestino, Mashur Abu Daqa, condenou a ação.

O porta-voz do ministério israelense, Yejiel Shavi, afirmou que a transmissão palestina "interferia" nas ondas de rádio e televisão israelenses e na comunicação aérea, o que "poderia fazer com que um dia caísse um avião no aeroporto Ben Gurion", perto de Tel Aviv.

"Se os palestinos não fazem seu trabalho, teremos que fazê-lo nós mesmos", disse, após argumentar que a operação respeita os Acordos de Oslo de 1993.

Esses acordos preveem que tanto Israel como a ANP (Autoridade Nacional Palestina) devem zelar para que suas respectivas transmissões não gerem interferências, enquanto um comitê técnico de especialistas deve estudar as eventuais questões que surjam.

As interferências de emissoras palestinas são uma queixa frequente dos colonos judeus na Cisjordânia, que afirmam ter dificuldades para escutar emissoras em hebraico em suas casas e em seus automóveis.

Por sua vez, uma porta-voz militar israelense indicou que a operação foi feita "conforme a lei" e foi dirigida contra uma emissora "pirata" e "após inúmeros pedidos para que se fossem eliminadas as transmissões ilegais".

"As frequências utilizadas pela estação interferem em outras, incluindo as de canais legais e a comunicação aérea", acrescentou, antes de relatar que foram confiscados vários transmissores.

Por outro lado, o ministro de Telecomunicações palestino afirmou que Israel não tinha feito nenhum pedido prévio a respeito por meio dos canais oficiais e assegurou que as emissoras operavam de forma legal.

"Ao colocar estas duas estações em ponto de mira, a ocupação israelense provoca nossa sociedade e nosso povo, especialmente os jovens", disse em entrevista coletiva concedida em Ramallah.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Canal de TV israelense acusa governo de campanha antimídia

De O Globo
Um canal de TV conhecido por reportagens investigativas agressivas está à beira de ser fechado depois que legisladores israelenses rejeitaram um pedido para adiar suas pesadas dívidas - um movimento que críticos veem como a mais recente salva em uma campanha para amordaçar a imprensa, perseguir grupos liberais e tornar as cortes mais amigáveis aos governantes nacionalistas.

Os principais jornalistas de Israel recentemente se reuniram para uma conferência de alerta do que chamam de uma blitz antimídia pelo governo linha-dura. A ação incluiu nomeações políticas para o sistema de radiodifusão pública de Israel, a marginalização de críticos proeminentes e legislação antidifamação que poderia coibir o trabalho de repórteres investigativos.
Nesta atmosfera, o Canal 10, uma das duas estações de TV comerciais de Israel, está na iminência de sair do negócio e deixar o país com apenas um canal que tem noticiário independente.
O Canal 10 tem enfrentado dificuldades financeiras ao longo dos seus dez anos no ar, acumulando perdas de mais de US$ 340 milhões. Com seus proprietários principais recentemente cortando financiamento, a estação pediu ao Parlamento que lhe concedesse uma extensão de um ano em uma conta de royalties de US$ 11 milhões devido ao Estado até 31 de dezembro enquanto seus acionistas tentam levantar dinheiro.
O comitê financeiro do Parlamento de Israel rejeitou os pedidos nesta semana, com todos os membros da coalizão do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu votando contra a extensão.
A estação diz que será forçada a fechar, deixando o rival Canal 2 como o único canal de transmissão privado do país. O Canal 10 enfrentou dificuldades para ganhar participação de mercado desde o início parcialmente porque no início era restrito à transmissão por satélite e por TV a cabo.
Netanyahu não falou publicamente sobre o assunto. Seus aliados dizem que a decisão foi puramente financeira.
- O comitê financeiro não é um fundo de resgate - disse Carmel Shama Hacohen, presidente do comitê. - Estamos interessados em que os espectadores tenham mais de um canal, mas o Canal 10 que necessita de favores não é um canal no qual estejamos interessados.
Os donos da estação de TV são o magnata israelense Yossi Maiman, o produtor israelense de filmes de Hollywood Arnon Milchan e o bilionário americano Ron Lauder, que já teve laços próximos com Netanyahu, mas hoje o relacionamento esfriou. Os homens, cansados de injetar capital em um empreendimento que perde dinheiro, têm se desgastado com a relutância do governo em trabalhar com eles.
Mas executivos da estação, junto com comentaristas na mídia, acreditam que as motivações são mais profundas. Eles dizem que o govenro, que já adiou dívidas para outras companhias em dificuldade, está usando uma tecnicalidade para eliminar a fonte de críticas.
O jornalista veterano Motti Kirshenbaum disse que quando ele viu Shama Hacohen e outros legisladores do partido do governo Likud celebrando após a votação do comitê, ele se convenceu que segundas intenções estavam em jogo.
- Essa é uma manobra política vingativa - disse Kirshenbaum, que apresenta um programa popular no Canal 10. - O canal está em dificuldades e eles viram uma oportunidade de nos pegarem.
Nos meses recentes, a nova divisão da estação tem exibido diversas reportagens investigativas que foram extremamente embaraçosas para o primeiro-ministro.
Raviv Drucker, o principal repórter de política do canal, fez uma reportagem em março sobre os gastos de viagem de Netanyahu e sua mulher no exterior nos dez anos entre seu primeiro e segundo mandato como premier. A reportagem, que acusa Netanyahu de viajar em voos, se hospedar em hotéis caros e ter refeições pagas por ricos associados, levou a uma investigação da controladoria do Estado sobre o assunto. Netanyahu negou as alegações e entrou com um processo contra Drucker que ainda está pendente.
O Canal 10 disse que os funcionários do governo de Netanyahu recentemente insinuaram que o governo facilitaria as dívidas da estação se a TV demitisse Drucker. O gabinete do primeiro-ministro disse que as acusações são "sem fundamento".
O principal parceiro de Netanyahu na coalizão, o ministro das Relações Exteriores, Avigdor Lieberman, do partido Yisrael Beitenu, ainda está enfurecido com o canal por exibir um vídeo de um de seus principais ministros entrando na casa de sua suposta amante e saindo na manhã seguinte.
O novo chefe da estação pediu demissão em setembro depois que foi forçado a pedir desculpas por uma reportagem crítica ao magnata dos cassinos americano Sheldon Adelson - um aliado próximo de Netanyahu que também havia ameaçado processar o canal. Adelson é dono do jornal gratuito líder do país, "Israel Hayom, que é solidário com o primeiro-ministro. Ao contrário das estações de TV, os jornais não devem royalties ao Estado.
Yuval Karniel, um especialista em legislação e comunicação no Centro Interdisciplinar Herzliya, uma universidade próxima de Tel Aviv, disse que a desculpa para Adelson foi um divisor de águas porque expôs a vulnerabilidade do Canal 10 e permitiu que os políticos atacassem.
- Não há dúvida de que os políticos identificam o momento no qual eles podem enfraquecer a mídia e deixar que eles saibam quem é que manda - ele disse.
Karniel espera que um compromisso seja alcançado para salvar o canal, que emprega cerca de 550 pessoas, mas disse que isso poderia vir ao custo de mudar o tom de críticas.
- O fato de que os políticos estão batalhando contra a imprensa livre em todos os fronts, tentando enfraquecê-la e impedir as críticas - isso é um perigo real para a democracia - ele disse.
A batalha da imprensa surge enquanto leis avançam sob o governo de Netanyahu que críticos acusam de tentar sufocar o pluralismo.
Entre as leis estão aquelas que dariam ao Parlamento mais influência quanto à escolha dos juízes da Suprema Corte e dramaticamente limitam o financiamento estrangeiro de organizações não governamentais.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Israel fecha emissora de rádio pacifista com argumento de que era ilegal

Do Ópera Mundi

Israel determinou o fechamento de uma emissora de rádio favorável à paz entre israelenses e palestinos com o argumento de que realizava transmissões de forma ilegal, informou a imprensa local.

Trata-se da rádio "Kol Hashalom" (Tudo pela Paz, em hebraico), que funcionou nos últimos sete anos em Jerusalém Oriental com uma equipe de radiodifusão na cidade cisjordaniana de Ramala e licença para essa atividade do Ministério de Comunicações palestino.

A polícia e o Ministério de Comunicações de Israel cortaram as transmissões da estação no sábado (19/11) com o argumento de que se tratava de uma rádio pirata, informou a imprensa local.

Por outro lado, os responsáveis da emissora argumentam que seus escritórios estão localizados em território palestino, sua atividade responde à legislação palestina e que, portanto, o Ministério de Comunicações de Israel não tem poder para realizar o fechamento.

Segundo seus responsáveis, a decisão foi politicamente motivada e faz parte de uma campanha mais ampla realizada por setores radicais do governo israelense contra a democracia e a liberdade de imprensa.

A emissora foi estabelecida por pacifistas israelenses em cooperação com palestinos, com a tentativa de substituir a lendária "The Voice of Peace" (A Voz da Paz), do ativista Abie Nathan.

De acordo com os operadores, em todos os anos de difusão nunca lhes foi solicitado que adquirissem uma licença israelense.

O primeiro contato nesse sentido foi recebido em 4 de novembro, quando foram orientados a deixar de transmitir com o argumento de que a atividade era realizada de maneira ilegal, acusações que a emissora negou antes de solicitar tempo para responder às autoridades israelenses.

Mossi Raz, o diretor israelense da emissora, disse neste domingo (20) à rádio pública de seu país que a estação, que opera desde 2004, irá aos tribunais em Israel com o fim de poder voltar a transmitir, argumentando que o Ministério de Comunicações nunca havia questionado a legalidade de seu trabalho.

"Certamente há um ataque que não só é contra nós. Se alguém chegou à conclusão de que isto é ilegal, após sete anos há outras maneiras de demonstrá-lo", afirmou Raz ao jornal Haaretz.

O deputado do partido conservador Likud Dany Danon disse que o Ministério de Comunicações fechou a emissora a seu pedido após alegar que a mesma "instigava" as pessoas contra Israel.

Apesar do ministério ter insistido na ilegalidade da difusão, Danon manifestou neste sábado à noite que o fechamento da emissora aconteceu de maneira "justa".

"Seus conteúdos inaceitáveis e o fato de que era pirata fez com que a Polícia de Israel fechasse a estação", afirmou.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Israel: sobe pra 60 total de jornalistas detidos

Pelo menos 60 jornalistas estão estão presos em Israel. A informação é da organbização Repórter sem Fronteiras.

Confira abaixo, em espanhol, o informe do RSF

Reporteros sin Fronteras reitera su llamamiento urgente a las autoridades israelíes para que pongan en libertad a los periodistas que acompañaban a la flotilla humanitaria con destino a Gaza. Según las últimas informaciones conseguidas por la organización, a bordo se encontraban al menos 60 periodistas.

‘’Recordamos que los periodistas estaban allí para llevar a cabo su trabajo de cobertura de los acontecimientos. En absoluto puede confundírseles con activistas. Ahora están a punto de expulsar a 300 pasajeros mientras que los periodistas siguen detenidos. Pedimos a las autoridades israelíes la puesta en libertad de todos los periodistas detenidos así como la restitución de su material que, de momento, tienen confiscado los militares’’, ha declarado la organización.

300 pasajeros de la flotilla, que actualmente se encuentran en el aeropuerto Ben Gurión de Tel Aviv, van a ser expulsados hoy mismo. Entre ellos hay varios periodistas.

Reporteros sin Fronteras ha sabido también que el corresponsal Abbas Nasser y el camarógrafo Issam Zaatar, del equipo de Al-Jazeera, fueron expulsados ayer de Israel.

Reporteros sin Fronteras tiene constancia de 16 periodistas internados en el centro de detención de Be’er Scheva : Svetoslav Ivanov, Valentin Vassilev, (canal de televisión búlgaro BTV), Muna Shester, (Kuwait News Agency), Talat Hussain, (Aaj TV), Paul McGeough, Kate Geraghty, (Sydney Morning Herald). Mario Damolin, (Frankfurter Allgemeine Zeitung), David Segarra, (teleSUR) Ayse Sarioglu (Taraf), Murat Palavar, Hakan Albayrak, (Yeni Safak), Sümeyye Ertekin, Ümit Sönmez, Ersin Esen (TVNET), Ashwad Ismail y Samsul Kamal Abdul Latip, (Astro Awani).
Reporteros sin Fronteras ha intentado varias veces ponerse en contacto con ellos, por el momento sin éxito.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Israel: 15 jornalistas estão detidos

Pelo menos 15 jornalistas que estavam dentro da Frotilha da Paz, que foi atacada pelas forças armadas de Israel quando navegava rumo a Faixa de Gaza, estão inlocalizáveis, segundo informe da ong Repórter Sem Fronteira.
Dentre os jornalistas que estão incomunicáveis está o correspondente da Telesur, David Segarra, único jornalista sul-americano a bordo. a Telesur divulgou hoje nota de protesto e exigindo a imediata libertação de seu jornalista."Exhortamos a las autoridades militares y civiles de Israel a respetar su integridad y garantizar todos sus derechos" - diz a nota assinada pela emissora de Caracas.

Veja abaixo, em espanhol, a nota RSF

Cortada la comunicación con la prensa

Reporteros sin Fronteras pide a las autoridades israelíes que faciliten la lista de periodistas detenidos en el asalto e indiquen el lugar en que se encuentran internados.
Se sabe de al menos 15 periodistas extranjeros que iban a bordo de la flotilla humanitaria, y a los que se sigue sin poder acceder directamente.

• El reportero Svetoslav Ivanov y su camarógrafo Valentin Vassilev, del canal búlgaro de televisión BTV.
• Muna Shester de la agencia KUNA (Kuwait News Agency).
• Talat Hussain, presentador paquistaní de Aaj TV.
• El corresponsal Paul McGeough y la periodista gráfica Kate Geraghty, del Sydney Morning Herald.
• Abbas Nasser y su camarógrafo Isaam Zaatar, de Al-Jazeera.
• Mario Damolin, freelance que trabaja para el Frankfurter Allgemeine Zeitung. (Según las últimas informaciones, Mario Damolin estaría detenido en Be’er Scheva).
• David Segarra de TeleSUR.
• Ayse Sarioglu, reportero del diario Taraf.
• Murat Palavar, reportero del diario islamista Yeni Safak (Nuevo Alba).
• La jefa del servicio extranjero de TVNET Sümeyye Ertekin, el productor de programas Ümit Sönmez y el camarógrafo Ersin Esen.

Por otra parte, el equipo de Al-Jazeera fue agredido por unos ciudadanos israelíes el 31 de mayo de 2010 tras la rueda de prensa del Ministro de Defensa israelí, celebrada en el puerto de Ashdod, sobre el asalto a la flotilla humanitaria. Resultó herido el periodista Walid Al-Omri, director de la oficina de Al-Jazeera en los Territorios Palestinos. La agresión fue una consecuencia de las virulentas críticas contra el canal qatarí, aparecidas en medios israelíes.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Repórter da Telesur é detido por israelenses que atacaram frotilha da paz

Informaciones publicadas por la prensa española y por voceros de la cancillería de España dieron a conocer que fue detenido el periodista y documentalista español David Segarra, corresponsal de Telesur, quien estaba a bordo de la Flota de la Libertad, atacada este lunes por tropas de asalto israelíes.
El periodista Segarra se encuentra en buen estado de salud, pero se desconoce su paradero debido a la incomunicación a que está sometido.
La información la dio a conocer el presidente de Telesur, Andrés Izarra, este lunes, en declaraciones al programa La Noticia, de Venezolana de Televisión.
Izarra señaló que según informaciones que difunden este lunes las agencias internacionales, este hecho dejó un saldo parcial de 19 muertos, cuyas identidades se desconocen.Asimismo indicó que al igual que Segarra, los israelitas detuvieron a otros pasajeros que iban a bordo de la flotilla y también se desconoce el paradero de esas personas.
La expedición llevaba ayuda humanitaria, entre medicamentos, materiales de construcción, sillas de ruedas y material educativo, con el objetivo es romper el bloqueo israelí.
El periodista David Segarra estaba a bordo de la flotilla, para realizar la respectiva cobertura periodísticas para Telesur.
Izarra relató que Telesur estuvo transmitiendo imágenes del ataque desde el momento mismo en que ocurría. Sin embargo, al comenzar el hecho perdieron contacto con el corresponsal.El presidente de Telesur calificó este hecho de una verdadera masacre: “Una nueva masacre de Israel en contra del pueblo palestino y ésta vez en contra del esfuerzo internacional por ayudar a una población que está aislada por la acción de Israel”.
Apuntó que Telesur está dando cobertura a las reacciones internacionales que ha generado este hecho.
En el programa Agenda Abierta, que transmitió Telesur este lunes, el analista internacional Raimundo Kabchi, expresó: “A todas luces, este hecho se trata de un acto violatorio de todos los tratados y convenios internacionales, contrario al derecho internacional”.“El portavoz de la cancillería israelí señalaba que era un acto de autodefensa y que el bloqueo contra Palestina es parte de la política de Israel”, refirió Kabchi quien criticó rotundamente la acción violenta.
Explicó que este hecho fue perpetrado con premeditación y alevosía: “Premeditación, porque desde hace más de una semana, los israelitas venían advirtiendo que iban a interceptar la flotilla, y alevosía, porque fueron contra de más de 600 personas pacíficas, desarmadas'.

Veja aqui cenas da BBC Brasil do ataque israelense

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Curso para jornalistas em Israel

A Embaixada de Israel, por meio do Centro de Cooperação Internacional, MASHAV, abre vagas para o workshop internacional "Os meios de comunicação, o desenvolvimento e a busca pela paz em áreas de conflito" que ocorrerá em Israel de 12 de janeiro a 03 de fevereiro de 2010. As inscrições estão abertas até o dia 04 de dezembro de 2009.
Para os candidatos selecionados será oferecida uma bolsa de estudos que também inclui pensão completa, hospedagem em quarto duplo (dividido com outro participante), assistência e seguro médico durante o período do curso.
A passagem aérea não está incluída e as despesas pessoais (pocket money) são por conta do estudante.

Para mais informações os candidatos devem entrar em contato com a Embaixada de Israel em Brasília, em horário comercial, pelo e-mail: dcm-sec@brasilia.mfa.gov.il , pelo telefone (61) 21050500 ou pelo site http://brasilia.mfa.gov.il

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Israel atrai jornalistas com curso sobre paz

A Embaixada de Israel por meio do Centro de Cooperação Internacional, MASHAV, abre vagas para o workshop internacional “Os meios de comunicação, o desenvolvimento e a busca pela paz em áreas de conflito” que ocorrerá em Israel de 12 de janeiro a 03 de fevereiro de 2010.
As inscrições estão abertas até o dia 04 de dezembro de 2009. As aulas serão em espanhol e o curso busca contribuir para o fortalecimento dos processos de paz a partir de um conhecimento exaustivo das realidades a serem tratadas, analisar a contribuição dos meios de comunicação local e internacional, a deterioração dos processos de pacificação, dentre outros temas.
Para os candidatos selecionados será oferecida uma bolsa de estudos que também inclui pensão completa, hospedagem em quarto duplo (dividido com outro participante), assistência e seguro médico durante o período do curso.
A passagem aérea não está incluída e as despesas pessoais ( pocket money ) são por conta do estudante.

SERVIÇO

Para maiores informações os candidatos devem entrar em contato com a Embaixada de Israel em Brasília, em horário comercial, pelos e-mails: dcm-sec@brasilia.mfa.gov.il , pelo telefone (61) 21050500 ou clique aqui.
Departamento de Comunicação e Relações Públicas
EMBAIXADA DE ISRAEL
SES Av. das Nações Qd. 809 Lote 38
CEP: 70424-900 – Brasília/DF – Brasil
Phone: (+55-61) 21050529 / 21050505Fax: (+55-61) 21050555
E-mail: hasbara@brasilia.mfa.gov.ilhttp://brasilia.mfa.gov.il