Um espaço para os campos da Informação e da Comunicação e sobre eles abrir um debate com os leitores. Análises, artigos, avisos, concursos, publicações... Aqui você encontrará de tudo um pouco. Os textos poderão ser em português, espanhol, inglês ou francês.
sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
Uruguai aprova Lei de Meios e fará reforma do setor de mídia em 2015
sábado, 15 de novembro de 2014
Opinião: Uruguai - quem tem medo da lei de mídia?
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O processo de elaboração de marco
jurídico regulamentador
das mídias no Uruguai teve início em 2010. |
Vázquez ao anunciar que implementar a lei
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Lacalle Pou, candidato da direita, é crítico à lei.
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A Coalición por una Comunicación Democrática, coletivo de comunicação social uruguaio que participa ativamente deste debate, sugere, por exemplo, que pelo menos um dos cinco membros do Conselho seja indicado pela sociedade civil.
Tabaré
Vázquez e Lacalle Pou disputam o segundo turno
para presidente no Uruguai
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sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Uruguai: Mujica pretende disciplinar propaganda de bebida e criar uma nova lei de comunicação
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Brasil paga os melhores salários para jornalistas, no Cone Sul
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| Entrevista coletiva na Embaixada do Irã, em Brasília. |
Segundo Ipea, trabalhadores brasileiros são mais bem remunerados que os profissionais de Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai.
Os profissionais da comunicação no Brasil ganham mais que os do resto dos países do Cone Sul, chegando alguns a ter salário sete vezes maior em alguns cargo, de acordo com estudo do Ipea divulgado nesta segunda-feira em São Paulo.
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| Reportagem da TV Senado, em Rio Branco, Acre. Foto de Chico Sant'Anna |
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Uruguai: Mujica proporá nova lei para os Meios de Comunicação
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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Uruguai possui a internet mais veloz da América Latina
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Al Jazeera lança concurso de documentários
Cineastas
latino-americanos podem participar de um workshop no Uruguai
e receber
financiamento para produção.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
TV Paga: Uruguai fixa medidas contra monopólio
sábado, 5 de janeiro de 2013
Uruguai: mais um país da América Latina adota lei dos meios
Lei dos Meios: dois dezembros depois, nenhum avanço
Numa reunião em Brasília, em abril de 2011, diante de quase 20 lideranças do movimento pela democratização das comunicações, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, garantiu que “até dezembro” submeteria a consulta pública, o ante-projeto de uma nova Lei Geral de Comunicações, a nossa “Lei dos Meios”. Dezembro de 2011 passou – e nada. Dezembro de 2012 acabou de passar, e nem se fala mais nisso.
É verdade que, com o tempo, o que seria um ante-projeto de Lei Geral, transformou-se em “perguntas” para um debate público. Não seria uma má solução. Politicamente, seria uma tentativa de obrigar os “his mater’s voice” do oligopólio mediático a discutir conceitos, no lugar de tocarem o samba de uma nota só sobre uma fantasmagórica “censura”. Mas nem isto aconteceu. Ao cabo de dois anos de governo Dilma e ministério Bernardo, o Brasil, ao contrário de seus vizinhos sul-americanos, não avançou num um único mísero passo no caminho da democratização das comunicações.
O atual sistema de comunicações que temos é um entulho autoritário que sobrevive após mais de 25 anos de vigência da atual Constituição democrática. Até 1964, nas grandes cidades brasileiras, um bom número de jornais de circulação e influência política similares disputavam os corações e mentes dos leitores. Se alguém fizer uma pesquisa na imprensa brasileira pré-64, perceberá sem dificuldade como ela era numerosa mas, sobretudo, diversificada: cada jornal, cada dia, trazia manchetes diferentes, destacava temas distintos, competia efetivamente pela preferên-cia do leitor através do que poderíamos denominar, hoje em dia, “diferenciação do produto”.
Tínhamos no Rio, um grande jornal nacional-populista (“Última Hora”), jornais de direita (“O Glo-bo”), jornais de centro liberal (“Jornal do Brasil”, “Correio da Manhã”), jornais popularescos (“O Dia”), jornais de esquerda, de menor tiragem mas bem visíveis e influentes (“Novos Rumos”, “Semanário”), assim como um jornal de extrema direita, também de menor tiragem mas muito visível e influente (“Tribuna da Imprensa”). Tudo isso desapareceu. Sobrou “O Globo”.
Contávamos também com uma grande rádio estatal, a Nacional, audível em todo território brasileiro e fundamental para a construção de um sentido de identidade brasileira que, apesar dos pesares, ainda sobrevive até hoje; bem como dezenas de rádios, de diferentes estilos, em nossas principais cidades. A televisão, dominada pelo Conglomerado Associado, ainda era incipiente, pouco influenciava as nossas práticas culturais e as nossas referências informativas.
Em 1962, o Congresso brasileiro aprovou o nosso primeiro Código de Comunicações, um tipo de lei que em países como Estados Unidos, Reino Unido, França, Japão, tantos outros já existia desde os anos 20 do século XX, quando não antes. O Código não tinha nada a ver com imprensa. Tratava de comunicações eletro-eletrônicas: telefonia, rádio, televisão.
Entendia, como o mundo (capitalista liberal) sempre entendeu, que esse tipo de comunicação envolve emprego de recursos públicos (a começar pelo espectro eletro-magnético) e exerce uma enorme influência cultural e educativa no conjunto da sociedade, por isto não podendo ficar à margem de mínimas regras normativas. O Código de 1962, no entanto, buscou essencialmente tornar claras e menos discricionárias as regras de concessão ou cassação de concessão, poderes estes deste então atribu-ídos exclusivamente à União (até então, Estados e até municípios podiam permitir serviços de telefonia e radiodifusão). Não tratou do “conteúdo”.
Infelizmente, o Código foi posto em prática pela ditadura civil-militar instalada dois anos depois. Uma de suas primeiras decisões foi substituir, via decreto-lei, o mais transparente Conselho Nacional de Comunicações (Contel) pelo mais vertical Ministério das Comunicações. E se, por um lado, é inegável que tenha feito uma autêntica revolução nas comunicações brasileiras, tirando-a de um atraso secular, através da Embratel e da Telebrás, por outro, conduziu esse processo nos termos de suas políticas autoritárias, elitistas, concentradoras de renda.
Será então, no contexto de um cenário maior de desenvolvimentismo elitista e consumista, que as comunicações brasileiras caminharão para adquirir o perfil que atualmente exibem. A ditadura privilegiará, com políticas e recursos, a formação e consolidação de grandes conglomerados midiáticos nacionais. Eles eram necessários ao capitalismo monopolista que então se consolidava, exigindo a expansão, no Brasil, de um mercado de consumo conspícuo, marqueteiro. Um punhado de grandes marcas (automóveis, eletro-eletrônicos, alimentos e bebidas, bancos, estes também em acelerado processo de concentração e verticalização) impunha, através de um conjunto também concentrado de grandes agências publicitárias, um regime publicitário que exigia poucos veículos para atingir uma enorme população, em todo o país.
De Manaus a Porto Alegre, de Recife a Rio Branco, onde havia classe média consumista, esta precisaria ser conquistada pela mesma mensagem publicitária, mirar-se nos mesmos comportamentos exibidos nas novelas e programas de auditório, mover-se pelos mesmos impulsos para comprar os mesmos bens de uma indústria concentrada econômica e até espacialmente (em São Paulo).
Será então que, sobre a infraestrutura construída pela estatal Embratel, avançarão as redes nacionais de televisão, Rede Globo à frente. O grupo Abril, fundado, nos anos 1950, por um imigrante ítalo-americano que, antes de chegar ao Brasil trabalhara com Walt Disney na Flórida, lançará sua revista Veja para convencer a nossa classe média urbana, como já fazia antes com Pato Donald e Claudia, das delícias do consumismo estilo american way of life. Em poucos anos, nas pequenas e médias cidades brasileiras, Veja vai se transformar na segunda fonte de informação, além do Jornal Nacional da Rede Globo, das famílias com renda e status para assinar uma revista cujas matérias não lhes causassem incômodos em uma época quando eram muitos os assuntos que poderiam incomodar uma classe média emergente e satisfeita.
Nenhuma regra foi sequer estatuída para limitar o poder desses conglomerados, como aquelas que existiam até nos Estados Unidos: obrigatoriedade das emissoras locais transmitirem ao menos 25% de programação local; proibição de um mesmo grupo controlar radiodifusão e imprensa escrita; etc.
Ao mesmo tempo, a censura, o boicote econômico e até a violência política, vão forçando o desaparecimento de vários importantes veículos: “Última Hora” e “Novos Rumos”, por óbvio; mas também o “Correio da Manhã”, o “Diário de Notícias”, a revista “O Cruzeiro”… Mais à frente, até o “Jornal do Brasil” seria levado à decadência e morte, depois de acreditar que, por seus bons serviços, mereceria receber um canal de televisão, assim como o recebera o seu maior adversário, “O Globo”.
No Rio de Janeiro, São Paulo e, também, nas demais capitais e principais cidades brasileiras, o entretenimento e a notícia, tanto eletro-eletrônicos quanto impressos, tornaram-se propriedades de um pequeno grupo de grandes famílias midiáticas. Acabou a diversidade. Aliás, “Última Hora”, nos anos 1960, já demonstrara que a grande tiragem pode não ser suficiente para atrair grandes anunciantes. Sucesso de público nunca chegou a ser sucesso de anúncios. O “mercado” sabe punir muito bem quem não reza 100% pela sua cartilha…
Quando os militares se recolheram aos quartéis e voltaram às suas necessárias ocupações profissionais (apesar de alguns saudosistas de pijama), os civis que estavam com eles, já não precisavam deles: poderiam agora exercer plenamente, com ares e discursos de legitimidade demo-crática, sua ditadura midiática. Os meios de comunicação elegeram Collor de Melo, para evitar a eleição de Lula ou Brizola. Os meios derrubaram Collor de Melo porque estava cobrando muito caro por seus serviços.
Houve mobilização popular? Claro que houve. Na forma de um grande espetáculo nas primeiras páginas de jornais e nas telas da TV. Outras mobilizações populares aconteceram e seguem acontecendo por este país a fora, sem a mesma “cobertura”…
De um jornal para outro, as manchetes são as mesmas, de um telejornal para outro, as notícias importantes são semelhantes. O caso recente do “mensalão” está a merecer um estudo especial. Menos pela dimensão mediática que o assunto tomou, mais pela absoluta similitude de tratamento às questões, dada por egrégios juízes, diplomados jornalistas e doutos “especialistas”. Os “especialistas” então, são um caso à parte: sempre os mesmos e jamais transmitindo visões contraditórias. Leia-se a Folha ou O Globo e sairemos convencidos de que só cabe um enfoque para a notícia, só cabe uma análise para os fatos. Nenhum espaço à dúvida e à polêmica. Fabrica-se o consenso. Daqui a 100 anos, o historiador que quiser entender o Brasil de hoje pelas páginas dos jornais de hoje, não conseguirá responder a uma questão elementar: como podem governos tão ruins e tão corruptos terem sido seguidamente eleitos, terem recebido tanto respaldo popular?
Mas esse historiador também não conseguirá responder a outra pergunta: como pode um governo democrático e popular, diante do tratamento parcial e não raro injusto que recebe dos meios, não ter tomado medidas concretas para democratizar ou, no mínimo, tornar mais plural o sistema de comunicação do país?
Os princípios para regulamentar democraticamente as comunicações no Brasil estão fixados na Constituição. Basta obedecê-los. A Constituição diz que uma concessão de rádio ou TV não é uma mera licença para alguém fazer o que bem entender com o espectro lhe concedido, mas antes deverá privilegiar programas culturais e educativos, respeitar valores éticos da família, promover a produção independente e a regionalização da programação. A Constituição diz que deverá haver espaço para transmissão tanto de canais comerciais, quanto de público-estatais e públicos não-estatais. A Constituição também diz que os meios não podem ser objeto de monopólio ou oligopólio, direta ou indiretamente. A Constituição diz, claramente, que nenhuma lei “conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística”.
Logo, qualquer regulamentação não poderá também ferir este princípio, com as ressalvas estabelecidas no seu artº 5º, dentre estas (item IV): “é livre a manifestação do pensamento, vedado o anonimato”. Isto vale também para a internet…
A Constituição é muito clara, no seu artigo 222, § 3º: “Os meios de comunicação social eletrônica, independentemente da tecnologia utilizada para a prestação do serviço, deverão observar os princípios enunciados no art. 221, na forma de lei específica, que também garantirá a prioridades de profissionais brasileiros na execução de produções nacionais”.
A Constituição, pois, em especial o seu artigo 221, será aplicada não apenas à rádio e televisão abertas, mas também à televisão por assinatura, à internet e talvez até mesmo, ao menos em alguns casos, às plataformas móveis. Mas dois anos depois de o ex-ministro Franklin Martins ter anunciado que legaria ao atual governo um ante-projeto de regulamentação, continua faltando a “lei específica”. Até quando? Dezembro de 2014?
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Uruguai: Mujica pretende regular distribuição de publicidade oficial
El Presidente de Uruguay, José Mujica, anunció que está analizando presentar un decreto para regular la asignación de la publicidad oficial. Diversas organizaciones relacionadas con el periodismo, como la Organización de la Prensa del Interior, la Asociación de Radios del Interior y Red Oro apoyaron la iniciativa.
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Uruguai: rádios são fechadas por fazer proselitismo religioso
terça-feira, 12 de junho de 2012
Uruguai regulariza 54 rádios comunitárias
terça-feira, 15 de maio de 2012
Uruguai regula TV Digital com espaço para rede pública
sexta-feira, 20 de abril de 2012
68,5 milhões de brasileiros tem acesso a Banda Larga
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Cinema: Ancine abre inscrições para edital de coprodução Brasil-Uruguai
A Ancine está com inscrições abertas até o dia 10 de abril para o edital Brasil-Uruguai de concessão de apoio financeiro a uma coprodução minoritária brasileira de longa-metragem, de produção independente, no gênero ficção, documentário ou animação que ainda não tenham iniciado suas filmagens.
O projeto selecionado receberá o equivalente em reais a US$ 150 mil. Ao mesmo tempo, acontece concurso similar no Uruguai, a cargo do Insituto do Cinema e do Audiovisual do Uruguai (ICAU), destinado a apoiar um projeto apresentado por produtora local que participe do projeto na qualidade de empresa coprodutora minoritária.
A empresa coprodutora majoritária brasileira desse projeto receberá da Ancine o equivalente em reais a US$ 50 mil. O concurso se alinha ao Protocolo de Cooperação celebrado em 2010, entre ICAU e a Ancine. Mais informações e inscrições no site da Ancine.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
TIC: Uruguai, Chile e Argentina os mais avançados na AL
De Medioslatinos
Según revela un informe publicado por la Unión Internacional de Telecomunicaciones (UIT), Uruguay es el país Latinoamericano más avanzado en términos de acceso y uso eficiente de las tecnologías de la información y la comunicación (TIC). El primer lugar lo ocupa Corea del Sur, seguido por son Suecia, Islandia, Dinamarca y Finlandia, mientras que Estados Unidos aparece en la posición 17. En lo que hace al desempeño latinoamericano, los expertos consideraron los resultados satisfactorios dado que todos los países mejoraron su evaluación con respecto a la medición anterior, realizada en 2008. Uruguay, como primer país de la región ocupa el puesto 54, seguido de inmediato por Chile y Argentina. Los siguientes países de la región en los lugares 64, 65 y 66, respectivamente, son Brasil, Venezuela y Panamá. Costa Rica se ubica en el puesto 70, México en el 75, Colombia en el 76, Perú en el 83 y Ecuador en el 88. Basándose en una canasta de precios que incluye las tarifas de telefonía fija y móvil e Internet de banda ancha fija, se estableció que en promedio, los precios han bajado un 18% en los últimos tres años. El informe revela asimismo que la velocidad real de los servicios de internet suele ser mucho menor de lo que se publicita e insta a los organismos reguladores que exija a los operadores informaciones más claras sobre cobertura, velocidad y precios del servicio.
terça-feira, 28 de junho de 2011
Uruguai começa a operar TV digital com sistema nipo-brasileiro
As autoridades locais já definiram a canalização digital, abrigando todas as emissoras existentes.
Segundo o noticiário Prensario Internacional, o governo uruguaio abrirá licitação para outorgar cinco novos canais privados. Ainda está em debate se a licitação incluirá as outorgas hoje adotadas pelos três canais privados existentes, abrindo espaço para apenas dois novos.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
TV Digital: Uruguai pode adotar o modelo nipo-brasileiro
Com pouco mais de 3 milhões de habitantes, a decisão anterior do Uruguai foi desdenhada pelo então ministro das Comunicações, Hélio Costa. Na época, ele teria dito que a importância de uma eventual adoção pelo Uruguai do sistema nipo-brasileiro de televisão digital era menor do que se Campinas, em São Paulo, decidisse não adotar a tecnologia desenvolvida pelos japoneses e adaptada pelo Brasil.
Se o Uruguai decidir adotar o SBTVD, todo o Mercosul e mais sete países da América do Sul estarão adotando a mesma tecnologia, o que deve favorecer uma integração de conteúdos e, principalmente, do mercado de equipamentos e receptores de televisão.
domingo, 17 de outubro de 2010
Cinema: Brasil e Uruguai investem US$ 300 mil em co-produções cinematográficas
O lançamento do primeiro Edital está previsto para a primeira semana de dezembro, durante o evento Ventana Sur, em Buenos Aires, que reúne profissionais de toda a América Latina.
O Protocolo tem como objetivos estimular o desenvolvimento da indústria cinematográfica do Mercosul e criar um ambiente de cooperação que favoreça a expansão do número de filmes em coprodução entre os dois países, aumentando assim a presença de obras cinematográficas uruguaias e brasileiras em ambos os mercados.
Serão contemplados anualmente dois projetos de filmes de longa-metragem – um de produção majoritariamente brasileira e um de produção majoritariamente uruguaia – nos gêneros ficção, documentário ou animação, destinados a serem exibidos prioritária e inicialmente nas salas de cinema.
A seleção dos projetos que receberão os apoios a cada ano será feita por uma Comissão Binacional de Seleção. Os apoios atribuídos no âmbito do Protocolo serão suplementares a outros mecanismos de financiamento existentes em cada país.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
TV Digital: comitiva sulafricana vem ao Brasil conhecer padrão nipo-brasileiro
Uma comitiva composta por representantes do governo, empresários e radiodifusores da África do Sul vistou o Ministério das Comunicações para que os representantes do país africano conheçam o padrão de TV digital adotado pelo Brasil.
A ideia era apresentar à comitiva a tecnologia que viabilizará aplicações de e-gov, como a experiência desenvolvida para a Caixa Econômica Federal que vem sendo demonstrada em Brasília.
Uruguai
Está prevista também uma apresentação do padrão nipo-brasileiro no Uruguai. O ministro Hélio Costa viaja nesta quarta-feira, 24, a Montevidéu, para mostrar as vantagens do padrão. A comitiva terá outras autoridades brasileiras, empresários e radiodifusores e será recebida pelo ministro da Indústria e Energia do Uruguai, Raúl Sendic.Vale lembrar, o Uruguai já anunciou sua escolha pelo sistema DVB. Há no governo brasileiro a expectativa de uma reversão da decisão.


