Caros leitores e leitoras.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Diários Associados vende Rádios e TVs para Plano de Saúde

O Conselho Administrativo de Defesa da Economia - Cade aprovou a venda do controle acionário (57,5%) de sete empresas dos Diários Associados do Nordeste para a Canadá Investimentos, pertencente ao Grupo Hapdiva, que atua na área de saúde no Norte e no Nordeste do Brasil.

Anéis

Segundo declarou uma fonte dos Diários ao Portal dos Jornalistas, “é uma forma de capitalizar o grupo no Sudeste para enfrentar as dificuldades do momento”. Os valores da transação e a forma de pagamento não foram informados 
O acordo incluiu as emissoras Rádio e Televisão O Norte, Televisão Borborema e o Sistema Associados de Comunicação (TV Clube Pernambuco), além das rádios Poti, FM O Norte e Borborema e o jornal Diário de Pernambuco.
As sete empresas passarão a ser controladas por uma nova holding com nome de Sistema Opinião de Comunicações. 
O Grupo Hapvida é um grupo empresarial brasileiro sediado em Fortaleza, Ceará. Fundado em 1993 pelo médico Cândido Pinheiro, hoje é o maior operador de planos de saúde do Norte e Nordeste brasileiro e o terceiro maior do país em beneficiários, através do Hapvida Saúde. 
Passaram a atuar no ramo das comunicações em 2014, através do Sistema Opinião de Comunicação, que controla vários veículos de comunicação em todo o Nordeste. O Grupo já havia adquirido em 2014 a TV Alagoas e a TV Ponta Negra, do Rio Grande do Norte, além da Ceará Rádio Clube, de Fortaleza. 
Seu objetivo é diversificar as atividades, muito concentradas no setor de saúde. 
Com a compra do controle das empresas dos Diários Associados, por meio da Canadá Investimentos, forma com a holding SOC (Sistema Opinião de Comunicações), que tem sede em Recife, a maior rede do Nordeste. Está presente em Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Alagoas.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Livro desvenda a Comunicação Pública para iniciantes

Comunicação Pública e Inclusão Política traz em uma só obra  uma coletânea de artigos de autoria de Alberto Perdigão, publicados em jornais sites e blogs, entre 2010 a 2014. O livro, comercializado nacionalmente pela Saraiva,  oferece à discussão novos conceitos como a comunicação pública, que supera a comunicação institucional, a TV pública, que avança em relação à televisão estatal, e a ciberdemocracia, como relações de poder pós-massivas.
Além de facilitar a inicialização de interessados nos temas da cidadania ativa e da democracia participativa no contexto brasileiro contemporâneo, estimula a reflexão sobre os avanços políticos e tecnológicos necessários a assegurar o direito a uma comunicação dialógica libertadora.

Oportuna leitura para profissionais ou estudantes de comunicação ou de gestão pública. Imprescindível aos que atuam no fortalecimento do Estado, na legitimação dos governos e na ampliação da efetividade das políticas públicas.
Alberto Perdigão é doutorando em Ciências da Cultura na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (Vila Real, Portugal). Mestre Políticas Públicas e Sociedade, especialista em Propaganda e Publicidade, tem aperfeiçoamento em Roteiro para Rádio e Televisão na Radiotelevisión Española (Madrid, Espanha) e graduação em Comunicação Social.
É professor do curso de jornalismo da Universidade de Fortaleza, onde participa do grupo de pesquisa Comunicação e Cultura, na linha de pesquisa TV Pública e Inclusão Comunicacional, e coordena voluntariamente o grupo de estudo em TV Pública. É autor do livro Comunicação Pública e TV Digital: interatividade ou imperatividade na TV pública (EdUece, 2010).
Como jornalista, foi coordenador de comunicação da OAB-Ceará (2013-2014); assessor de imprensa da prefeita Luizianne Lins e coordenador do projeto de criação da TV Municipal de Fortaleza (2010-2012); editor-chefe e apresentador do telejornal Bom Dia Ceará (2003-2010) e produtor-editor no Núcleo da Rede Globo no Ceará (2000-2003).

domingo, 18 de janeiro de 2015

Foto do dia: Selfie repórter


Jornalismo sempre foi uma atividade de equipe, coletiva.
Será este o futuro do telejornalismo?

domingo, 11 de janeiro de 2015

Eu não sou Charlie, je ne suis pas Charlie, por Leonardo Boff

Há muita confusão acerca do atentado terrorista em Paris, matando vários cartunistas. Quase só se ouve um lado e não se buscam as raízes mais profundas deste fato condenável mas que exige uma interpretação que englobe seus vários aspectos ocultados pela midia internacional e pela comoção legítima face a um ato criminoso. 
Mas ele é uma resposta a algo que ofendia milhares de fiéis muçulmanos. Evidentemente não se responde com o assassianto. Mas também não se devem criar as condições psicológicas e políticas que levem a alguns radicais a lançarem mão de meios reprováveis sobre todos os aspectos. 
Publico aqui um texto do padre Antonio Piber, que é teólogo e historiador e conhece bem a situação da França atual. Ele nos fornece dados que muitos talvez não os conheçam. Suas reflexões nos ajudam a ver a complexidade deste anti-fenômeno com suas aplicações também à situação no Brasil: 
Leonardo Boff
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Eu condeno os atentados em Paris, condeno todos os atentados e toda a violência, apesar de muitas vezes xingar e esbravejar no meio de discussões, sou da paz e me esforço para ter auto controle sobre minhas emoções…
Lembro da frase de John Donne: “A morte de cada homem diminui-me, pois faço parte da humanidade; eis porque nunca me pergunto por quem dobram os sinos: é por mim”. Não acho que nenhum dos cartunistas “mereceu” levar um tiro, ninguém o merece, acredito na mudança, na evolução, na conversão. Em momento nenhum, eu quis que os cartunistas da Charlie Hebdo morressem. Mas eu queria que eles evoluíssem, que mudassem… Ainda estou constrangido pelos atentados à verdade, à boa imprensa, à honestidade, que a revista Veja, a Globo e outros veículos da imprensa brasileira promoveram nesta última eleição.
A Charlie Hebdo é uma revista importante na França, fundada em 1970, é mais ou menos o que foi o Pasquim. Isso lá na França. 90% do mundo (eu inclusive) só foi conhecer a Charlie Hebdo em 2006, e já de uma forma bastante negativa: a revista republicou as charges do jornal dinamarquês Jyllands-Posten (identificado como “Liberal-Conservador”, ou seja, a direita europeia). E porque fez isso? Oficialmente, em nome da “Liberdade de Expressão”, mas tem mais…
O editor da revista na época era Philippe Val. O mesmo que escreveu um texto em 2000 chamando os palestinos (sim! O povo todo) de “não-civilizados” (o que gerou críticas da colega de revista Mona Chollet (críticas que foram resolvidas com a demissão sumaria dela). Ele ficou no comando até 2009, quando foi substituído por Stéphane Charbonnier, conhecido só como Charb. Foi sob o comando dele que a revista intensificou suas charges relacionadas ao Islã, ainda mais após o atentado que a revista sofreu em 2011…
A França tem 6,2 milhões de muçulmanos. São, na maioria, imigrantes das ex-colônias francesas. Esses muçulmanos não estão inseridos igualmente na sociedade francesa. A grande maioria é pobre, legada à condição de “cidadão de segunda classe”, vítimas de preconceitos e exclusões. Após os atentados do World Trade Center, a situação piorou.
Alguns chamam os cartunistas mortos de “heróis” ou de os “gigantes do humor politicamente incorreto”, outros muitos os chamam de “mártires da liberdade de expressão”. Vou colocar na conta do momento, da emoção. As charges polêmicas do Charlie Hebdo, como os comentários políticos de colunistas da Veja, são de péssimo gosto, mas isso não está em questão. O fato é que elas são perigosas, criminosas até, por dois motivos.
O primeiro é a intolerância. Na religião muçulmana, há um princípio que diz que o Profeta Maomé não pode ser retratado, de forma alguma. Esse é um preceito central da crença Islâmica, e desrespeitar isso desrespeita todos os muçulmanos. Fazendo um paralelo, é como se um pastor evangélico chutasse a imagem de Nossa Senhora para atacar os católicos…
Qual é o objetivo disso? O próprio Charb falou: “É preciso que o Islã esteja tão banalizado quanto o catolicismo”. “É preciso” porque? Para que?
Note que ele não está falando em atacar alguns indivíduos radicais, alguns pontos específicos da doutrina islâmica, ou o fanatismo religioso. O alvo é o Islã, por si só. Há décadas os culturalistas já falavam da tentativa de impor os valores ocidentais ao mundo todo. Atacar a cultura alheia sempre é um ato imperialista. Na época das primeiras publicações, diversas associações islâmicas se sentiram ofendidas e decidiram processar a revista. Os tribunais franceses, famosos há mais de um século pela xenofobia e intolerância (ver Caso Dreyfus), como o STF no Brasil, que foi parcial nas decisões nas últimas eleições e no julgar com dois pessoas e duas medidas caos de corrupção de políticos do PSDB ou do PT, deram ganho de causa para a revista.
Foi como um incentivo. E a Charlie Hebdo abraçou esse incentivo e intensificou as charges e textos contra o Islã e contra o cristianismo, se tem dúvidas, procure no Google e veja as publicações que eles fazem, não tenho coragem de publicá-las aqui…
Mas existe outro problema, ainda mais grave. A maneira como o jornal retratava os muçulmanos era sempre ofensiva. Os adeptos do Islã sempre estavam caracterizados por suas roupas típicas, e sempre portando armas ou fazendo alusões à violência, com trocadilhos infames com “matar” e “explodir”…). 
Alguns argumentam que o alvo era somente “os indivíduos radicais”, mas a partir do momento que somente esses indivíduos são mostrados, cria-se uma generalização. Nem sempre existe um signo claro que indique que aquele muçulmano é um desviante, já que na maioria dos casos é só o desviante que aparece. É como se fizéssemos no Brasil uma charge de um negro assaltante e disséssemos que ela não critica/estereotipa os negros, somente aqueles negros que assaltam…
E aí colocamos esse tipo de mensagem na sociedade francesa, com seus 10% de muçulmanos já marginalizados. O poeta satírico francês Jean de Santeul cunhou a frase: “Castigat ridendo mores” (costumes são corrigidos rindo-se deles). 
A piada tem esse poder. Mas piada são sempre preconceituosas, ela transmite e alimenta o preconceito. Se ela sempre retrata o árabe como terrorista, as pessoas começam a acreditar que todo árabe é terrorista. Se esse árabe terrorista dos quadrinhos se veste exatamente da mesma forma que seu vizinho muçulmano, a relação de identificação-projeção é criada mesmo que inconscientemente. 
Os quadrinhos, capas e textos da Charlie Hebdo promoviam a Islamofobia. Como toda população marginalizada, os muçulmanos franceses são alvo de ataques de grupos de extrema-direita. Esses ataques matam pessoas. Falar que “Com uma caneta eu não degolo ninguém”, como disse Charb, é hipócrita. Com uma caneta se prega o ódio que mata pessoas…
Uma das defesas comuns ao estilo do Charlie Hebdo é dizer que eles também criticavam católicos e judeus…
Se as outras religiões não reagiram a ofensa, isso é um problema delas. Ninguém é obrigado a ser ofendido calado.
“Mas isso é motivo para matarem os caras!?”. Não. Claro que não. Ninguém em sã consciência apoia os atentados. Os três atiradores representam o que há de pior na humanidade: gente incapaz de dialogar. Mas é fato que o atentado poderia ter sido evitado. Bastava que a justiça tivesse punido a Charlie Hebdo no primeiro excesso, assim como deveria/deve punir a Veja por suas mentiras. Traçasse uma linha dizendo: “Desse ponto vocês não devem passar”.
“Mas isso é censura”, alguém argumentará. E eu direi, sim, é censura. Um dos significados da palavra “Censura” é repreender. A censura já existe. Quando se decide que você não pode sair simplesmente inventando histórias caluniosas sobre outra pessoa, isso é censura. Quando se diz que determinados discursos fomentam o ódio e por isso devem ser evitados, como o racismo ou a homofobia, isso é censura. Ou mesmo situações mais banais: quando dizem que você não pode usar determinado personagem porque ele é propriedade de outra pessoa, isso também é censura. Nem toda censura é ruim…
Deixo claro que não estou defendendo a censura prévia, sempre burra. Não estou dizendo que deveria ter uma lista de palavras/situações que deveriam ser banidas do humor. Estou dizendo que cada caso deveria ser julgado. Excessos devem ser punidos. Não é “Não fale”. É “Fale, mas aguente as consequências”. E é melhor que as consequências venham na forma de processos judiciais do que de balas de fuzis ou bombas.
Voltando à França, hoje temos um país de luto. Porém, alguns urubus são mais espertos do que outros, e já começamos a ver no que o atentado vai dar. Em discurso, Marine Le Pen declarou: “a nação foi atacada, a nossa cultura, o nosso modo de vida. Foi a eles que a guerra foi declarada”. Essa fala mostra exatamente as raízes da islamofobia. Para os setores nacionalistas franceses (de direita, centro ou esquerda), é inadmissível que 10% da população do país não tenha interesse em seguir “o modo de vida francês”. Essa colônia, que não se mistura, que não abandona sua identidade, é extremamente incômoda. Contra isso, todo tipo de medida é tomada. Desde leis que proíbem imigrantes de expressar sua religião até… charges ridicularizando o estilo de vida dos muçulmanos! Muitos chargistas do mundo todo desenharam armas feitas com canetas para homenagear as vítimas. De longe, a homenagem parece válida. Quando chegam as notícias de que locais de culto islâmico na França foram atacados, um deles com granadas!, nessa madrugada, a coisa perde um pouco a beleza. É a resposta ao discurso de Le Pen, que pedia para a França declarar “guerra ao fundamentalismo” (mas que nos ouvidos dos xenófobos ecoa como “guerra aos muçulmanos”, e ela sabe disso).
Por isso tudo, apesar de lamentar e repudiar o ato bárbaro do atentado, eu não sou Charlie. Je ne suis pas Charlie.

Assembléia Legislativa de Goiás abre concurso para Jornalistas e Radialistas

A Assembleia Legislativa do Estado de Goiás, publicou edital n° 001/2015 de concurso público, destinado ao provimento de 84 vagas de níveis médio e superior, nos cargos de Assistentes e Analistas Legislativos. Deste total, estão incluídas vagas de nível superior para Jornalistas e Programador Visual e, de nível médio, para Radialista, na função de Técnico de Gravação e Som.

Jornalistas
São duas vagas para jornalistas e exige-se formação de nível superior em Comunicação
Social ou Jornalismo e Registro Profissional. A jornada de trabalho é de 30 horas semanais e o salário é de R$4.626,52.
Para Programador visual, também são duas vagas com a mesma jornada de trabalho e remuneração dos Jornalistas. Exige-se Formação de nível superior em Design
Gráfico, Cursos de Graduação Tecnológica em Design Gráfico.

Radialistas
Para Técnico de Gravação e Som é ofertada uma única vaga. Exige formação de nível médio em habilitação específica para desempenho do cargo. A jornada é também de 30 horas e o salário mensal de R$ 3.376,99.

Inscrições
As inscrições serão realizadas no período de 10 de fevereiro de 2015 ao dia 12 de março de 2015, exclusivamente via internet, neste sítio
As provas serão objetivas e de redação. Não haverá provas práticas para os cargos acima mencionados. As provas objetivas estão agendadas para o dia 12 de abril.
A homologação do concurso está prevista para 30 de julho. O prazo de validade do concurso público será de até 2 anos, contado a partir da data de homologação do certame, podendo ser prorrogado uma única vez por igual período.

Clique aqui para visualizar o Edital 001/2015.

Imprensa: demissões em massa de jornalistas nas redações brasileiras

 
O ano de 2015 começa com péssimas notícias para o jornalismo brasileiro. Uma nova onda de demissões de profissionais se espalha pelas redações dos grandes e pequenos veículos de comunicação de vários Estados, e mais uma vez deixa toda a categoria e suas entidades sindicais indignadas e a postos para lutar pelos direitos dos trabalhadores e em defesa do Jornalismo.

Os patrões se eximem de qualquer responsabilidade social pelas crises que eles próprios vêm fomentando e pensam menos ainda na qualidade do Jornalismo que têm a função de oferecer à sociedade."

No Rio de Janeiro, o jornal O Globo, na quinta-feira (8), demitiu cerca de 160 funcionários, entre eles, 30 jornalistas. As baixas na redação do jornal atingiram repórteres e diagramadores. Os cortes indiscriminados foram de profissionais com pouco tempo de casa até aos mais antigos, vários premiados nacionalmente.
Como motivação para as demissões, o jornal alega que é uma medida de otimização, após a revisão dos processos da empresa e de reestruturação. Mesmo sem confirmação oficial, segundo notícias veiculadas em sites jornalísticos, a previsão é de fechamento de alguns cadernos e suplementos.

Em Minas Gerais, o jornal O Estado de Minas cortou de seus quadros 11 funcionários da redação e do setor administrativo da empresa. Entre os jornalistas: repórteres, fotógrafos, editores, ilustrador e secretária de redação. A alegação é a crise financeira do Grupo Diários Associados, proprietário do impresso.

No interior de São Paulo, desde o início de janeiro, já foram desligados mais de 30 profissionais dos jornais das cidades de Catanduva, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e Votuporanga. Só a sucursal da Folha de São Paulo de Ribeirão Preto dispensou oito jornalistas.

No Espírito Santo, na terça-feira (6), a TV Capixaba, afiliada da Rede Bandeirantes no Estado, desligou cinco jornalistas, nove radialistas, além de pessoal administrativo, e reduziu o tempo do telejornal da noite.

A desculpa para a maioria das demissões é sempre a mesma: economia de gastos e corte de pessoal. “Infelizmente, o jornalismo de qualidade está sempre em segundo plano para as empresas de comunicação. As absurdas demissões espalhadas pelo Brasil denotam esse entendimento do patronato, onde o lucro está sempre em primeiro lugar. A FENAJ, junto com seus 31 sindicatos filiados, está de plantão para denunciar esses abusos, apoiar os jornalistas que perderam seus empregos e reagir junto com a categoria”, afirmou Celso Schröder.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Ministério da Justiça selecionará seis Comunicadores para atuarem nas Olimpíadas

O Ministério da Justiça irá contratar seis profissionais de Comunicação Social para atuarem na secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos. 
A contratação será por tempo limitado e a seleção pública será pelo sistema simplificado. As contratações foram autorizadas no último dia de dezembro do ano passado e consta da portaria nº 547, do ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.
As vagas são para três Jornalistas e três para Relações Públicas. 
Os cargos são de nível superior para técnico especializado gerencial níveis V e IV. Há exigência de experiência profissional pregressa ou formação de mestrado ou doutorado, dependendo do caso. Os profissionais atuarão na secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos no desenvolvimento dos projetos relacionados aos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016 e a transferência do legado da Copa do Mundo Fifa 2014.
O prazo de duração dos contratos deverá ser de até 1 ano, com possibilidade de prorrogação até a data de 31 de julho de 2017, data de término das atividades da Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos.

Vagas
Técnico Especializado de Complexidade Gerencial Nível V: uma vaga para Jornalista e uma vaga para Relações Públicas. O salário é de, aproximadamente, R$ 8.300,00
Pré-requisito: Diploma ou certificado, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação e curso de mestrado ou doutorado na formação exigida ou experiência mínima de 5 (cinco) anos na formação exigida.

Técnico Especializado de Complexidade Intelectual Nível IV. duas vagas para Jornalistas e duas vagas para Relações Públicas. O salário é de, aproximadamente, R$ 6.130,00
Pré-requisito: Diploma ou certificado, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação; Curso de pós-graduação lato sensu ou mestrado ou doutorado na formação exigida ou experiência mínima de 3 (três) anos na formação exigida.

Edital

Os profissionais interessados devem ficar atentos à publicação do edital com os critérios de seleção .O prazo para publicação do edital de abertura de inscrições para o processo seletivo simplificado será de até 6 meses, contado a partir da publicação desta portaria, ou seja, até junho de 2015.
Para ler aportaria nº 547,clique aqui