Já foi publicado o edital para a seleção da turma de 2021 do Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Mato Grosso - UFMT. As inscrições vão até 30 de setembro e o calendário completo do processo de seleção está no item 10 do edital.
Um espaço para os campos da Informação e da Comunicação e sobre eles abrir um debate com os leitores. Análises, artigos, avisos, concursos, publicações... Aqui você encontrará de tudo um pouco. Os textos poderão ser em português, espanhol, inglês ou francês.
segunda-feira, 24 de agosto de 2020
UFMT seleciona candidatos ao mestrado do Programa de Pós-Graduação em Comunicação
quarta-feira, 29 de julho de 2020
Livro: El Caudillo Leonel Brizola tem reedição de 2020 ampliada e atualizada
Leonel Brizola morreu há 16 anos e, em 2022, terá seu centenário de nascimento. Que Brasil temos hoje para confrontar com a mensagem esfuziante do líder trabalhista que fez as escolas integrais e arrebatou a política brasileira com sua pregação nacionalista? Bolsonaro? A volta dos militares? A ascensão dos milicianos junto com o recrudescimento do neoliberalismo?
A reedição digital de 2020 do livro El Caudillo Leonel Brizola, editado em papel, em 2008, vem com a ampliação de nove capítulos e outros acréscimos atualizados aos originais, pretendendo colocar estes questionamentos. E isto ocorre no exato momento em que o país experimenta sua mais aguda crise de liderança e em que a pandemia e o consequente descalabro social e econômico nos remete a repensar nossos rumos e no Brasil que desperdiçamos. O livro será lançado a partir de domingo, dia 21/06/20, às 17 horas, com o ex-governador Nilo Batista e a deoutada Juliana Brizola. Estão previstas outras lives com o ex-presidente Fernando Collor, o ex-ministro Manoel Dias, o vereador Leonel Brizola Neto e outros.
À disposição nos sites amazon.com.br, da editoraoka.com.br e outras plataformas digitais, o livro, de autoria do jornalista FC Leite Filho, questiona como a incapacidade - ou a mentalidade - dominante limita e degrada a educação. E a tal ponto, que o presidente da República, para construir um único colégio militar, em São Paulo, avisa que vai passar o pires entre seus amigos empresários, caso haja carência orçamentária. Para onde foi o dinheiro?
Tudo parece estar indo para pagar a dívida e o restinho que fica é destinado a aumentar as forças policiais e construir prisões. Evidencia-se cada vez mais esta prioridade securantista, como uma triste lembrança da ditadura de 1964, numa vitória daqueles que massacraram Brizola, depois de vilipendiar suas escolas e seu programa de policiamento comunitário integrado.
A obra aborda, igualmente, um Rio de Janeiro onde viceja a polícia que mais mata no mundo – e também a que mais morre e se suicida. E isso depois de uma infinidade de intervenções militares, tantas vezes arremessadas contra o governador, inclusive por políticos tidos por impolutos, mas que hoje estão condenados, como o caso de um ex-governador, a 282 anos de prisão, por crimes de corrupção. Por que o Rio, 26 anos depois de ter aquele homem deixado o governo, canhestramente apodado de responsável pela violência e a criminalidade, registrou 3 mil e tantas mortes cometidas por policiais?
Em troca dos programas de educação e humanização tentados numa época que já vai ficando perigosamente distante, o que prevalece hoje são as ideias e métodos da política de combate às drogas aplicados inicialmente em Medellín, na Colômbia, baixo o bordão da “tolerância zero”.
O Rio de Brizola, Darcy Ribeiro, Nilo Batista e do coronel negro Nazareth Cerqueira era tão ruim assim ou as cabeças é que estão viradas? É isso que o autor tenta entender na atualização e ampliação deste El Caudillo Leonel Brizola, editado originalmente em 2004. Com tal objetivo, ele entrevistou e reentrevistou os personagens desta saga que continuam vivos: o ex-presidente Fernando Collor, que não pôde ser ouvido na época da edição impressa e me recebeu em seu gabinete de Senador, Nilo Batista, Vera Malaguti, Manoel Dias, João Vicente Goulart, Leonel Brizola Neto, Julana Brizola e Alceni Guerra. Ainda foram ouvidos Ana Rebés Guimarães, Beto Almeida, Carlos Alberto Kolecza, Carlos Bastos, Francis Maia, Gabriel Salgado, Georges Michel Sobrinho, José Augusto Ribeiro, Luiz Salomão, Oswaldo Maneschy, Pedro Caús e Vieira da Cunha,
FC Leite Filho também pesquisou novos dados nos documentos e livros lançados desde então, assim como mergulhou na internet e nos vídeos de debates e documentários do YouTube. É para esta preciosa nova ferramenta de informação, inclusive primária, a que agrega o Facebook e o Twitter, que o autor quer pedir a atenção do amigo leitor. Lá estão perpetuados os grandes momentos de Brizola na TV, desde o exercício de seu direito de resposta ao Jornal Nacional, na voz de Cid Moreira [1], a suas intervenções acalorados nos debates[2] das campanhas presidenciais, no programa de Jô Soares, no Roda Viva, no Canal Livre e no programa eleitoral do PDT. Ele fez questão de linká-los neste livro, para que na sua versão eletrônica, e-book, o leitor possa, pelo celular, que hoje está melhor do que o computador de mesa ou laptop , não apenas ler o texto integral do livro, como também acessar de imediato cada um desses vídeos, que fez questão de contextualizar em cada segmento.
Francisco das Chagas Leite Filho, conheceu Leonel Brizola, ainda no exílio, em Lisboa, quando o entrevistou para o Correio Braziliense, durante o Encontro de Trabalhistas no Exílio e Trabalhistas no Brasil, em junho de 1979. De lá até sua morte, ambos estabeleceram uma amizade que lhes permitia conversar franca e abertamente sobre os vários problemas da política, pessoalmente, ou pelo telefone.
Repórter e analista político, FC nasceu em Sobral – Ceará, em 1947. Em 1968, mudou-se para Brasília, onde terminou seu curso na UnB, em 1970. Depois, militou nos principais jornais - Correio Braziliense, Diário Popular (SP), Estado de Minas, Jornal do Brasil, Correio do Povo (RS), O Globo, Folha de S. Paulo e Estado de Minas. Começou na reportagem de cidade, depois cobriu Educação e Política. Entre 1977-78, atuou como correspondente do Correio Braziliense, em Londres. Em 1987, tornou-se membro do Diretório Nacional e assessor na Liderança do PDT na Câmara dos Deputados. Em dezembro de 2006, lançou o cafenapolitica,com.br, blog de análise política nacional e internacional. Em 2009, abriu seu Canal no Youtube. É igualmente autor de quatro livros: Brizola Tinha Razão, em 1987, El Caudillo Leonel Brizola – Um Perfil Biográfico, edição impressa, em junho de 2008, Quem Tem Medo de Hugo Chávez?, em 2012, e Argentina Sacudida – Cristina Kirchner – Breve Perfil da Líder Peronista ,em 2019, todos publicados pelo editor José Carlos Venâncio, nas editoras Cela, Global, Aquariana e OKA.
[1] Um dos vídeos postados pelo Canal Youtube Edasjr até ali com 883.521 visualizações: https://www.youtube.com/watch?
[2] Vídeo-extrato do debate presidencial com Marília Gabriela, da Bandeirantes: Paulo Maluf se recusa a dar um aparte e Brizola o chama de “filhote da ditadura” – Postado por veja.com https://www.youtube.com/
O Canhoto: um jornal de esquerda para quem mora na periferia
terça-feira, 7 de julho de 2020
A Liberdade de Expressão e as fake news
LIBERDADE
DE
EXPRESSÃO
|
Anonimato
vedado
(art. 5o.,
IV da CF)
|
Calúnia
(art. 138 do
CP)
|
Difamação
(art. 139 do
CP)
|
Racismo e
outras discriminações
(art. 5o.,
XLI e XLII da CF)
|
LIBERDADE
DE
EXPRESSÃO
|
Injúria
(art. 140 do
CP)
|
Contra
a ordem
democrática e o Estado de Direito
(art. 5o.,
XLIV da CF)
|
Ameaça
(art. 147 do
CP)
|
Incitação ao
crime
(art. 286 do
CP)
|
- a- caluniar alguém, imputando-lhe falsamente fato definido como crime;
- b - difamar alguém, imputando-lhe fato ofensivo à sua reputação;
- c - injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro;
- d - ameaçar alguém, por palavra, escrito ou gesto, ou qualquer outro meio simbólico, de causar-lhe mal injusto e grave;
- e - incitar, publicamente, a prática de crime.
segunda-feira, 13 de abril de 2020
ABI divulga nota contra transformação da TV Brasil em canal evangélico
quarta-feira, 1 de abril de 2020
EBC: jornalistas dão um jeitinho pra fugir à censura
📺 31 de março de 2020.
Há 56 anos o Brasil entrava em um dos períodos mais sombrios de sua história. Tantos anos depois, no entanto, é cada dia mais evidente que os crimes da ditadura não acabaram.
Eles seguem reverberando. Afinal, a posição de membros do governo de Jair Bolsonaro é de enaltecimento das mortes, torturas e crimes da ditadura militar brasileira. 📻
🖥️ Na *EBC*, a forma que jornalistas encontraram de furar a *censura* colocada na empresa - hoje impedida de se referir ao período como “ditadura militar” - foi *publicar os conteúdos* de quando ela era pública, pertencente à sociedade, não dirigida por militares.
Abaixo, você confere uma lista com esses materiais produzidos pelos jornalistas da casa.
Escolha suas preferidas e revisite a história nos termos em que ela deve ser revisitada: como *ditadura militar*.
Para que nunca esqueçamos. Para que nunca se repita. 📲
Para ver cada uma dessas produções, basta clicar sobre o respectivo título.
1) 1964: Um golpe na democracia
2) Vlado: resistir é preciso
3) Caminhos da Reportagem | Memórias da Ditadura
4) Ditadura Militar - Caminhos da Reportagem
5) Caminhos da Reportagem |Crimes da Ditadura
6) Caminhos da Reportagem | A questão racial: da ditadura à democracia
7) Especial traz seleção musical de ex-presos políticos na ditadura
8) Máira Heinen fala sobre matéria ganhadora do Prêmio Vladimir Herzog
9) Reportagem da Rádio Nacional da Amazônia ganha prêmio
10) Repórter fala sobre reportagem que conquistou o Prêmio Vladimir Herzog
11) Ato em Salvador protesta contra impeachment com música e gritos de ordem
12) Integrante das Mães da Praça de Maio é homenageada em universidade em Salvador
13) Especial resgata histórias de centro de tortura na Amazônia
14) Sobreviventes apontam major Curió como principal torturador
15) Vítimas da ditadura eram obrigadas a trabalhar em Marabá
Teatro
16) Série mostra como era a censura militar ao teatro
Cinema
17) Série mostra censura ao cinema durante a ditadura
Música
18) Série retrata a censura a produção musical brasileira durante a Ditadura Militar
Radio e TV
19) Série mostra censura militar ao rádio e à TV
Imprensa
20) Série mostra censura sofrida pela imprensa
21) História Hoje: Há 48 anos campus da UnB era invadido por militares da ditadura
22) História Hoje: Frei Tito foi preso político e lutou pelos direitos humanos
23) História Hoje: Conheça a trajetória de Carlos Marighella no combate à ditadura
24) História Hoje: Morte de Edson Luís há 50 anos ficou marcada como Dia Nacional de Luta dos Estudantes
25) Comissão de Anistia pede desculpas a professores torturados
26) Comissão Estadual da Verdade apresenta provas do assassinato de Rubens Paiva
27) Debate discute resquícios da ditadura no Brasil atual
28) Comissão Nacional da Verdade ouve agentes da repressão no Rio de Janeiro
29) Professor diz que Anísio Teixeira pode ter sido morto por torturadores
30) Filhos e netos de perseguidos políticos debatem violência do regime militar
31) Documentos liberados provam que EUA sabiam de torturas durante ditadura militar
32) Série Operação Condor
33) Repórter Brasil apresenta série sobre Operação Condor
sábado, 25 de janeiro de 2020
Como combater a desinformação- a estratégia global da fake news
- No período eleitoral, ter um comitê que monitore a circulação de informação falsa junto ao TSE com força para retirar a informação do ar em até 24 h.
- Penalizar portais que divulguem informações falsas.
- Reunir com as agências de publicidade para discutir sobre conteúdos direcionados.
- Reunir com os veículos de comunicação social para orientar sobre transparência.
- Melhorar a capacidade das instituições brasileiras para identificar e denunciar casos de desinformação.
- Criar um sistema de alerta rápido de combate à desinformação.
- Incentivo a criação de grupos de checagem da informação.
- Mobilizar o setor privado sobre os prejuízos da desinformação.







