Do Telaviva news
A TV por assinatura e a Internet tiveram crescimento em faturamento publicitário maior que o registrado no total dos meios. Os números do Projeto Inter-Meios apontam que o faturamento publicitário do total dos meios nos seis primeiros meses do ano foi de R$ 12,864 bilhões, o que representa um crescimento de 2,66% em relação ao mesmo período do ano passado.
A TV por assinatura registrou crescimento de 9,86% em relação a junho de 2010, chegando a R$ 491,77 milhões de faturamento publicitário. A participação do meio no bolo é de 3,82%. A Internet foi o meio com o maior índice de crescimento: 16%. De janeiro a junho de 2011, o faturamento do meio foi de R$ 625,45 milhões, com uma participação de 4,86%.
A TV aberta, embora registre share de 63,37%, teve crescimento abaixo da média do mercado. O meio cresceu 1,82%, chegando a R$ 8,15 bilhões de faturamento. Os meios que registraram queda na arrecadação foram guias e listas, rádio, e cinema, que faturou R$ 37,347 milhões até junho de 2011, valor 7,15% menor que o apresentado no mesmo período do ano passado.
Um espaço para os campos da Informação e da Comunicação e sobre eles abrir um debate com os leitores. Análises, artigos, avisos, concursos, publicações... Aqui você encontrará de tudo um pouco. Os textos poderão ser em português, espanhol, inglês ou francês.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
STF terceriza mão-de-obra da Rádio Jusitça para a Agência Radioweb
Há um mês a operação e a programação da rádio oficial do Supremo Tribunal Federal (STF) está sob responsabilidade da Agência Radioweb. A Rádio Justiça 104,7 FM tem 20 kW de potência e alcança um raio de mais de 100 quilômetros a partir da Praça dos Três Poderes, em Brasília. A emissora também pode ser ouvida via Internet pelo endereço http://www.radiojustica.jus.br.
Para dar conta da programação e da operação da rádio foram contratados 37 profissionais, sendo 25 jornalistas e 12 radialistas. A gerência de jornalismo é de Alexandra Fiori, que trabalha há seis anos na empresa.
Entre 6h e 22h a rádio é feita totalmente ao vivo, com entrevistas, debates e informativos nas horas cheias. Após as 22h e nos finais de semana a programação é mista, com música e informação.
A Agência Radioweb assumiu a Rádio Justiça após licitação iniciada em maio. Nove concorrentes disputaram o certame. O contrato foi assinado em 27 de julho e a equipe assumiu a Rádio em três de agosto. Com esta nova operação a Agência Radioweb passa a contar com 72 colaboradores. Os valores do contrato não foram informados.
(Pessoalmente, defendo a idéia de que o STF realize concurso público e contrate diretamente seus profissionais. Diversas empresas e instituições já foram utilizadas pela Corte Suprema para gerir suas mídias.O concurso público evita apadrinhamentos e garante a escolha do profissional pelo mérito)
Para dar conta da programação e da operação da rádio foram contratados 37 profissionais, sendo 25 jornalistas e 12 radialistas. A gerência de jornalismo é de Alexandra Fiori, que trabalha há seis anos na empresa.
Entre 6h e 22h a rádio é feita totalmente ao vivo, com entrevistas, debates e informativos nas horas cheias. Após as 22h e nos finais de semana a programação é mista, com música e informação.
A Agência Radioweb assumiu a Rádio Justiça após licitação iniciada em maio. Nove concorrentes disputaram o certame. O contrato foi assinado em 27 de julho e a equipe assumiu a Rádio em três de agosto. Com esta nova operação a Agência Radioweb passa a contar com 72 colaboradores. Os valores do contrato não foram informados.
(Pessoalmente, defendo a idéia de que o STF realize concurso público e contrate diretamente seus profissionais. Diversas empresas e instituições já foram utilizadas pela Corte Suprema para gerir suas mídias.O concurso público evita apadrinhamentos e garante a escolha do profissional pelo mérito)
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Terceirização de mão de obra
Juíza nega emissão de carteira de jornalista a não diplomado
A juíza da 6ª Vara do Trabalho de Aracaju, do TRT da 20ª Região, Gilvânia Oliveira de Rezende, negou mandato de segurança proposto por André Jorge da Silva contra o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de Sergipe. Na ação contra o Sindijor-SE, o requerente pedia a antecipação de tutela para que lhe fosse concedido filiação ao Sindicato e a emissão da Carteira Nacional de Jornalista.
Nas alegações, André Jorge diz ser jornalista com registro no Mistério do Trabalho e Emprego desde janeiro de 2002, que atua há dez anos e que o Sindicato vinha negando seu requerimento de confecção da carteira de jornalista, em face do mesmo não ter diploma com habilitação em Jornalismo.
Segundo a magistrada, o mandado de segurança tem previsão na Constituição Federal e tem como objetivo a "invalidação de ato de autoridade ou supressão do efeito de omissões administrativas capazes de lesar direito líquido e certo".
A juíza Gilvânia Oliveira entende que a matéria em discussão "é controvertida, pelo fato de o impetrante juntar e se fazer valer de decisão judicial em que a matéria é decidida em sede de recurso extraordinário (sem efeito vinculante), com decisão inclusive conflitante nesse sentido, e não caberia a princípio estender aparente requisito de direito líquido e certo", diz.
Para a magistrada, o fato da não concessão da Carteira Nacional de Jornalista a um não diplomado, mesmo que com dez anos de prática na área, "é matéria controvertida e não garante, portanto, o direito líquido e certo do requerente", assegura. "O extraordinário não pode se tornar ordinário", acentua a magistrada.
"Foi uma decisão corajosa e sábia, e que respeitou o princípio de organização da categoria dos jornalistas. A decisão de não filiar não diplomados foi em Congresso da categoria, a instância maior de deliberação dos jornalistas. Entendemos que, enquanto a matéria não se decidir no Congresso Nacional, onde temos duas PECs sendo apreciadas e que restabelecem a obrigatoriedade de diploma específico para o exercício da nossa profissão, manteremos a decisão congressual da categoria", assegura Caroline Rejane, presidente do Sindijor-SE.
Clique aqui para ver a íntegra da decisão.
Publicidade: Anúncios na web crescem na Alemanha
Por Tatiana Lemos, do Brasil Alemanha News
Mídia online recebeu um volume 13% maior de anúncios em 2010 e saiu ilesa da crise. No entanto, TV ainda domina o mercado
Embora represente apenas 5% do mercado publicitário na Alemanha, a internet foi uma das mídias que mais recebeu anúncios no ano passado. Um estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica de Colônia (IW Köln) revela que, mesmo no ano de crise, em 2009, a web foi a única que registrou aumento de receita. Em 2010, a expansão foi de 13%, totalizando € 861 milhões.
Mas a televisão continua sendo o principal destino de anúncios no país (21%). Essa mídia recebeu € 4 bilhões em anúncios no ano passado - um crescimento 8,6% ante 2009. Se comparado ao desempenho da internet, entretanto, o crescimento foi menor.
Enquanto a TV manteve o seu crescimento, mesmo que com desaceleração, os anúncios em jornais foram os mais prejudicados. Nos últimos seis anos, os veículos impressos viram sua participação no mercado publicitário cair de 23% para 19%.
O estudo ressalta que a internet é a plataforma com maior potencial de crescimento para os anunciantes, pois o surgimento cada vez mais frequente de negócios na web alimentam o mercado de anúncios online. Nos últimos quatro anos, os sites de busca de voos, portais de viagem e outros serviços online passaram da 12ª posição para a 7ª posição entre os segmentos mais atrativos para publicidade na Alemanha.
Ainda assim, a indústria publicitária alemã não tem conseguido alcançar os resultados das décadas anteriores, e cresce abaixo dos índices da economia. A razão para este fato, segundo o IW, é que a economia alemã é essencialmente exportadora, o que diminui a relevância da publicidade interna.
Uma pesquisa mostrou que apenas 44% dos alemães consideravam a publicidade útil em 2005. Atualmente, esse índice está um pouco melhor - passou para 61%.
Mídia online recebeu um volume 13% maior de anúncios em 2010 e saiu ilesa da crise. No entanto, TV ainda domina o mercado
Embora represente apenas 5% do mercado publicitário na Alemanha, a internet foi uma das mídias que mais recebeu anúncios no ano passado. Um estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica de Colônia (IW Köln) revela que, mesmo no ano de crise, em 2009, a web foi a única que registrou aumento de receita. Em 2010, a expansão foi de 13%, totalizando € 861 milhões.
Mas a televisão continua sendo o principal destino de anúncios no país (21%). Essa mídia recebeu € 4 bilhões em anúncios no ano passado - um crescimento 8,6% ante 2009. Se comparado ao desempenho da internet, entretanto, o crescimento foi menor.
Enquanto a TV manteve o seu crescimento, mesmo que com desaceleração, os anúncios em jornais foram os mais prejudicados. Nos últimos seis anos, os veículos impressos viram sua participação no mercado publicitário cair de 23% para 19%.
O estudo ressalta que a internet é a plataforma com maior potencial de crescimento para os anunciantes, pois o surgimento cada vez mais frequente de negócios na web alimentam o mercado de anúncios online. Nos últimos quatro anos, os sites de busca de voos, portais de viagem e outros serviços online passaram da 12ª posição para a 7ª posição entre os segmentos mais atrativos para publicidade na Alemanha.
Ainda assim, a indústria publicitária alemã não tem conseguido alcançar os resultados das décadas anteriores, e cresce abaixo dos índices da economia. A razão para este fato, segundo o IW, é que a economia alemã é essencialmente exportadora, o que diminui a relevância da publicidade interna.
Uma pesquisa mostrou que apenas 44% dos alemães consideravam a publicidade útil em 2005. Atualmente, esse índice está um pouco melhor - passou para 61%.
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sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Argentina cobrará tarifa para filmes estrangeiros exibidos em cinemas do país
Enviado por Patrícia Álvares
Buenos Aires, 30 ago (EFE).- Argentina cobrará uma tarifa aos filmes estrangeiros que forem exibidos nas telas do país com o objetivo de promover o cinema nacional, segundo uma resolução publicada nesta terça-feira no Diário Oficial.
A presidente do Instituto Nacional de Cinema e Artes Audiovisuais (INCAA), Liliana Mazure, assinou a resolução na qual se estabelecem taxas que as produtoras deverão pagar em função do número de salas onde os filmes estrangeiros serão exibidos, assim como de sua localização.
Na cidade de Buenos Aires os filmes estrangeiros deverão pagar uma tarifa desde o equivalente a 300 ingressos de cinema pelo total de telas nas quais serão exibidos, quando as cópias não forem mais de 40, até o valor de 12 mil ingressos quando forem distribuídas mais de 161 cópias do filme.
Para poder serem exibidos no resto do país, as taxas caem para a metade.
O valor do ingresso será uma média do preço de mercado das salas comerciais de exibição da capital argentina, que será publicado bimestralmente pelo INCAA.
As entradas para o cinema nas grandes cadeias comerciais de salas de exibição na Argentina custam entre US$ 3,8 e US$ 9, dependendo dos dias e horários
Buenos Aires, 30 ago (EFE).- Argentina cobrará uma tarifa aos filmes estrangeiros que forem exibidos nas telas do país com o objetivo de promover o cinema nacional, segundo uma resolução publicada nesta terça-feira no Diário Oficial.
A presidente do Instituto Nacional de Cinema e Artes Audiovisuais (INCAA), Liliana Mazure, assinou a resolução na qual se estabelecem taxas que as produtoras deverão pagar em função do número de salas onde os filmes estrangeiros serão exibidos, assim como de sua localização.
Na cidade de Buenos Aires os filmes estrangeiros deverão pagar uma tarifa desde o equivalente a 300 ingressos de cinema pelo total de telas nas quais serão exibidos, quando as cópias não forem mais de 40, até o valor de 12 mil ingressos quando forem distribuídas mais de 161 cópias do filme.
Para poder serem exibidos no resto do país, as taxas caem para a metade.
O valor do ingresso será uma média do preço de mercado das salas comerciais de exibição da capital argentina, que será publicado bimestralmente pelo INCAA.
As entradas para o cinema nas grandes cadeias comerciais de salas de exibição na Argentina custam entre US$ 3,8 e US$ 9, dependendo dos dias e horários
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quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Duas multinacionais arrematam quatro posições satelitais do Brasil
Das quatro posições satelitais brasileiras licitadas pelo governo, duas ficaram com a Embratel, controlada pelo capital mexicano, e duas pela norte-americana Hughes. Embora o Brasil não possua nenhum satélite de comunicações em mãos do Estado ou, pelo menos de empresas nacionais, nem mesmo a recém ressucitada Telebrás entrou na disputa. O setor estratégico das comunicações satelitais no Brasil, inclusive as de caráter militar, estão sob controle estrangeiro.
Empresa do grupo Embratel compra dois espaços para lançamentos de satélites
A Star One pagou R$ 37 milhões por cada espaço, com ágio de 837,7% sobre o preço mínimo estipulado pela Anatel, de R$ 3,9 milhões.
A Star One, subsidiária da Embratel, venceu hoje a disputa por duas posições orbitais para lançamento de satélites que foram leiloados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A empresa pagou R$ 37 milhões por cada espaço, com ágio de 837,7% sobre o preço mínimo estipulado pela Anatel, de R$ 3,9 milhões.
O primeiro e o quarto espaços foram arrematados pela empresa HNS Americas Comunicações, do Grupo Hughes. Na primeira posição, o preço vencedor foi por R$ 145,2 milhões, com ágio de 3.579,82% sobre o preço mínimo. Já para o quarto espaço a HNS Americas ofereceu R$ 35,2 milhões, com ágio de 792,58%. Depois de perder a primeira posição licitada, a empresa SKY do Brasil desistiu de participar da disputa.
Os quatro espaços licitados pela Anatel totalizaram R$ 254,4 milhões. As posições poderão ser exploradas por 15 anos e as empresas que vencerem a licitação poderão usar os satélites para oferecer serviços de telefonia, televisão, radiodifusão e transmissão de dados, inclusive na área rural. Os satélites deverão cobrir 100% do território nacional e dedicar parte da capacidade para atender o mercado brasileiro.
As outras empresas que apresentaram documentos para participar do leilão foram a Eutelsat do Brasil, a Hispamar Satélites, a Intelsat Brasil Serviços de Telecomunicações, a SES DTH do Brasil e a Star One. Uma mesma empresa poderá obter até dois dos quatro direitos licitados.
Segundo a Anatel, a licitação vai possibilitar o aumento da capacidade satelital brasileira para atender às atuais demandas no setor e àquelas antecipadas em função de grandes eventos, tais como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, entre outros projetos.
Empresa do grupo Embratel compra dois espaços para lançamentos de satélites
A Star One pagou R$ 37 milhões por cada espaço, com ágio de 837,7% sobre o preço mínimo estipulado pela Anatel, de R$ 3,9 milhões.
A Star One, subsidiária da Embratel, venceu hoje a disputa por duas posições orbitais para lançamento de satélites que foram leiloados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A empresa pagou R$ 37 milhões por cada espaço, com ágio de 837,7% sobre o preço mínimo estipulado pela Anatel, de R$ 3,9 milhões.
O primeiro e o quarto espaços foram arrematados pela empresa HNS Americas Comunicações, do Grupo Hughes. Na primeira posição, o preço vencedor foi por R$ 145,2 milhões, com ágio de 3.579,82% sobre o preço mínimo. Já para o quarto espaço a HNS Americas ofereceu R$ 35,2 milhões, com ágio de 792,58%. Depois de perder a primeira posição licitada, a empresa SKY do Brasil desistiu de participar da disputa.
Os quatro espaços licitados pela Anatel totalizaram R$ 254,4 milhões. As posições poderão ser exploradas por 15 anos e as empresas que vencerem a licitação poderão usar os satélites para oferecer serviços de telefonia, televisão, radiodifusão e transmissão de dados, inclusive na área rural. Os satélites deverão cobrir 100% do território nacional e dedicar parte da capacidade para atender o mercado brasileiro.
As outras empresas que apresentaram documentos para participar do leilão foram a Eutelsat do Brasil, a Hispamar Satélites, a Intelsat Brasil Serviços de Telecomunicações, a SES DTH do Brasil e a Star One. Uma mesma empresa poderá obter até dois dos quatro direitos licitados.
Segundo a Anatel, a licitação vai possibilitar o aumento da capacidade satelital brasileira para atender às atuais demandas no setor e àquelas antecipadas em função de grandes eventos, tais como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, entre outros projetos.
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Alemanha: inscrições abertas para bolsas de intercâmbio para jornalistas na Alemanha
A embaixada da Alemanha em Brasília está recebendo inscrições para o Internationale Journalisten-Programme "Martin Spiewak" . Trata-se de um programa de intercâmbio para jornalistas na Alemanha.
Os jornalistas interessados devem apresentar seus pedidos até 15 de setembro de 2006 à Embaixada ou ao Consulado da Alemanha.
Deverão incluir foto, currículo e uma carta de recomendação do redator-chefe de seu veículo de comunicação.
Mais informações, clique aqui.
Os jornalistas interessados devem apresentar seus pedidos até 15 de setembro de 2006 à Embaixada ou ao Consulado da Alemanha.
Deverão incluir foto, currículo e uma carta de recomendação do redator-chefe de seu veículo de comunicação.
Mais informações, clique aqui.
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