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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Prefeitura de Penápolis seleciona Jornalista, mas salário é baixo

Enviado por Angelo Cardoso

O salário não é aquela maravilha. Os R$ 1.687,29, mais cesta básica oferecidos pela prefeitura da cidade paulista de Penapolis, estariam mesmo abaixo do piso salarial aplicado a jornalistas que atuam na iniciativa privada no Estado de São Paulo.
Outro problema, é que a prefeitura de Penapolis não respeita a jornada de trabalho dos jornalistas, de 30 horas semanais, e exige no edital do concurso, 40 horas. 
É curioso, que no mesmo concurso, a prefeitura orá selecionar um médico veterinário e a esta vaga se dispõe a pagar R$ 2.136,85, mais a cesta básica. A jornada de trabalho para as duas vagas e o nível de formação são os mesmos.
Espera-se que tanto o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo, quanto a FederaçãoNacionaldos Jornalistas intercedam junto à prefeitura de Penaólis para que tanto à jornada semanal de trabalho,quanto o salário sejamadequados à legislaçãoprofissional e às conveções coletivas. Mesmo com estes senões, para quem está começando na carreira, pode ser esta uma porta de entrada ao mercado de trabalho.
A Prefeitura Municipal de Penápolis informa que serão abertas as inscrições para o Concurso Público para provimento de empregos do quadro permanente de servidores, para jornalista.

Os candidatos deverá possuir graduação em Comunicação Social, habilitação Jornalimso. As inscrições serão realizadas exclusivamente através do endereço eletrônico www.personacapacitacao.com.br, até as 18h do dia 29 de dezembro de 2013, horário de Brasília-DF. O concurso será realizado por meio de aplicação de provas objetivas de caráter classificatório, e a validade do concurso será de dois anos, podendo ser prorrogado por igual período, a critério da Prefeitura Municipal de Penápolis.

A prova objetiva está prevista para o dia 05 de janeiro de 2014, às 9h, na Funepe – Fundação Educacional de Penápolis, situada na Avenida São José nº 400, Penápolis/SP.

O edital completo será publicado no endereço eletrônico da Persona Capacitação (www.personacapacitacao.com.br), site oficial da Prefeitura Municipal de Penápolis (www.penapolis.sp.gov.br);

domingo, 22 de maio de 2011

SJP-SP repudia “mordaça” em jornalistas nas redes sociais

Do Portal Vermelho

O Sindicato dos Jornalistas de São Paulo emitiu uma nota, na última quarta-feira (18), em que repudia a adoção de manuais e guias com diretrizes para o uso das redes sociais por jornalistas. Segundo a entidade, estes guias servem para cercear a liberdade de expressão dos jornalistas no uso das redes sociais.
"O Sindicato acredita que decisões como estas não coadunam com os discursos liberais dos empresários de comunicação, que se consideram os detentores da liberdade de expressão, mas que na prática amordaçam seus profissionais", declara a nota publicada no site.

Foram citados casos recentes, em que jornalistas foram demitidos ou punidos por declarações feitas em redes sociais. Um desses casos é o do jornalista Alec Duarte, da Folha de S.Paulo, e de Carolina Rocha, do Agora SP. Os dois foram demitidos por postar comentários no Twitter.

Os tuites criticavam os procedimentos realizados pelos veículos durante a cobertura do falecimento de José Alencar. Outra demissão foi a de Felipe Milanez editor da revista National Geographic, ligado ao grupo da editora Abril. Milanez ganhou a rua por criticar uma matéria da revista Veja, ligada à Abril.

UOL, Globo e Folha de S.Paulo adotaram manuais que regulamentam o uso institucional das redes sociais. Algumas das orientações passadas são: evitar posições partidárias e políticas, não antecipar o conteúdo de reportagens que serão publicadas, e não fazer declarações sobre os bastidores das redações.

Meios de comunicação internacionais também criaram sua própria legislação como a Reuters, Associated Press, Wall Street Journal, New York Times, Washington Post, ESPN e Bloomberg. O manual com melhores práticas para jornalistas em redes sociais pode ser baixado no site da Asne, associação nacional de editores de notícas dos EUA.

Sem contrapartida

Guto Camargo, presidente do sindicato, explica o posicionamento da entidade contra os manuais para as redes. "Hoje, com o forte impacto que a internet tem, as empresas obrigam os jornalistas a produzir conteúdo para a internet. Com isso, a empresa agrega valor e prestígio para seu veículo, mas não há contrapartida financeira para o jornalista", explica. "Agora querem regular a priori o que é publicado nas redes".

Com a internet, o controle da informação ficou mais difícil, pois não necessariamente passa pelo crivo editorial dos veículos, como sempre aconteceu com os impressos. Para Camargo, a intenção desses manuais é controlar a informação.

"A internet abriu um novo flanco, onde o jornalista pode escrever algo sem o crivo da empresa, podendo publicar algo que o jornal não publicou. Hoje ele pode divulgar informações que o jornal se recusaria por meio destas novas tecnologias. Os manuais impedem a possibilidade do jornalista de divulgar de forma independente", diz.

Ele reitera que a responsabilidade por possíveis transgressões na prática jornalística não deve ser transferida para a empresa, mas sempre ser balizada pelo Código de Ética. "Todo jornalista deve seguir o Código de Ética e estar ciente que tem responsabilidade pelo que publica. Tem que se pautar pelo parâmetros éticos. Isso a sociedade e o leitor pode, e deve, cobrar".

Camargo diz não concordar com a dinâmica e sua eficácia no combate às infrações. "Primeiro, deve-se responsabilizar devidamente quem publica e punir a transgressão se for necessário. O direito de liberdade do jornalista implica no dever de arcar com as consequências do que divulgar. Isto é uma prerrogativa do jornalista, e não da empresa."

segunda-feira, 28 de março de 2011

SJP-SP lança concurso para selecionar cartazes para o 33° Prêmio Vladimir Herzog

Estão abertas as inscrições para o Concurso de Cartazes para o 33o Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos e para o 3o Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão. No link a seguir o regulamento e ficha de inscrição. Formulário de inscrição

Os vencedores recebem:
• R$ 500,00 (quinhentos reais);
• Impressão de 500 cartazes com a arte vencedora para serem usados na divulgação do 33o Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos e do 3o Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão.
• Utilização da arte vencedora no site Prêmio Vladimir Herzog pelo Período de 1 (um) ano;
• Certificado a ser entregue durante a cerimônia do 33o Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos a ser realizada no dia 25 de outubro de 2011 no Teatro Tuca.


Ambos os cartazes tem como tema o jornalismo, direitos humanos. O cartaz do Prêmio Vladimir Herzog é voltado ao publico dos jornalistas profissionais enquanto o cartaz do Prêmio Jovem Jornalista é voltado para estudantes de jornalismo que buscam uma oportunidade de ter o apoio de um entidade para fazerem sua primeira reportagem e tê-la publicada na grande imprensa.

terça-feira, 23 de março de 2010

SJP-SP passa a sindicalizar Jornalista sem diploma dia 1º de abril

Não diplomados: São Paulo define novas regras para filiação
A partir do dia 1º de abril, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo passará a receber filiações de jornalistas não diplomados, segundo informa o sítio, O Jornalista.
O presidente da entidade, Guto Camargo, defende a filiação dos sem diploma e avisa:
"As pessoas que ainda possuem o carimbo de registro precário de 2001 a 2009 na carteira profissional, precisarão trocar pelo definitivo".
Pelas novas regras, a sindicalização de estagiários continua não sendo aceita. Por outro lado, os não diplomados - inclusive os que atuam no setor público em cargos privativos de jornalistas - poderão se sindicalizar.
Estas são as novas regras para sindicalização em São Paulo:
1- Jornalistas diplomados – terá que apresentar MTB de jornalista diplomado;
2- Jornalista com MTB antes de 1979 - terá que apresentar cópia da página da carteira profissional onde tem o carimbo do registro profissional;
3- Jornalistas com MTB de imagem- apresentar cópia do carimbo do MTB, que consta na carteira profissional e prova do exercício profissional;
4- Jornalistas com MTB de jornalista/STF – apresentar cópia do contrato de trabalho que consta na carteira profissional. Se for em órgão público, apresentar portaria que nomeou e carta de referência da chefia imediata;
5- Jornalista com MTB/STF e que não tem registro em carteira, no caso dos frilas – apresentar comprovante de pagamentos de trabalhos realizados nos últimos 12 meses.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Sindicalização: SJP-SP agora diz que sindicaliza não diplomados

A novela da sindicalização, ou não, de jornalistas não diplomados em São Paulo ganha seu terceiro capítulo. Depois de negar a validade de uma resolução interna que vasou publicamente, na qual definia as regras para a sindicalização de jornalistas não diplomados, o sindicato de São Paulo decidiu oficializar a decisão de sindicalizar os sem diploma. A nota, intitulada Manifesto traz a público um dilema sério que atingirá os 31 Sindicatos de Jornalistas brasileiros.
É bem verdade, que muitos destes sindicatos já abrigam jornalistas não diplomados. Seja na condição de provisionados, seja na condição de profissionais que já exerciam a profissão antes de 1979, quando a formação acadêmica passou a ser considerada pré-requisito para o exercício profissional. Veja abaixo a nota oficial publicada no portal da entidade e publicisada pelo portal O Jornalista.



O Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP) divulgou hoje (11/02) Nota Oficial em seu site, intitulada "Por uma nova regra para a sindicalização", defendendo a sindicalização dos portadores de registro de "jornalista", que não tenham diploma de curso superior em Jornalismo, mas que exerçam a profissão. :

Por uma nova regra para a sindicalização

A diretoria do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo, seguindo a orientação da FENAJ, discutiu a nova situação do exercício profissional após a decisão do Supremo Tribunal Federal que retirou a exigência de curso superior de jornalismo para a obtenção do registro de jornalista. O estudo, além de refletir a realidade local, tem o objetivo de servir de subsídio para o debate nacional sobre o assunto. Encarar esse problema é uma responsabilidade que todo dirigente deve assumir e uma posição unitária nacionalmente construída deve ser o objetivo.

Assim, é preciso discutir seriamente a questão da sindicalização sob as novas regras e responder aos novos desafios que a decisão do STF impôs ao movimento sindical dos jornalistas.

Neste debate, a diretoria parte do princípio de que a luta pela aprovação da PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que reestabelece o diploma superior de jornalismo como parte da regulamentação profissional é condição necessária para superar a desorganização à qual foi lançada a categoria. Outro ponto central em nossa reflexão é a compreensão de que a função básica de um sindicato é a defesa das condições de trabalho de uma categoria profissional diante da exploração patronal.

Qualquer posição a ser adotada não pode negligenciar a necessidade de manter a dignidade da profissão e impedir que indivíduos procurem obter vantagens da condição de "jornalista" sem efetivamente exercer a atividade, além do fato incontestável de que quando os patrões organizaram uma cruzada pela derrubada do diploma tinham em mente precarizar ainda mais a profissão.

Partindo dessas premissas e da leitura do Estatuto (artigos transcritos a seguir), concluímos que cabe ao Sindicato organizar toda a categoria profissional tal como ela é neste momento, trabalhando pela filiação de todos os profissionais, diplomados ou não-diplomados, que efetivamente exerçam a profissão de jornalista, unificando a categoria em defesa dos direitos, contra a precarização e o abuso das empresas.

"(.) DOS DIREITOS E DEVERES DOS ASSOCIADOS

Art. 8º - A todo jornalista que, por atividade prevista na legislação regulamentadora da profissão, integre a categoria profissional, é assegurado o direito de ser admitido no quadro de associados efetivos do Sindicato. (.)

Art. 9º - São exigências para filiação como associado efetivo do Sindicato:

I - prova de registro profissional no órgão legalmente competente;

II - prova de exercício profissional habitual e remunerado na base territorial da entidade."

Assim sendo, a decisão política mais acertada é a de, mantendo nossos princípios - de jamais abandonar a defesa da qualidade da informação e da formação profissional - unir em nosso Sindicato todos os que, tendo registro profissional, vivam do jornalismo. Só assim teremos força para avançar nas conquistas de nova regulamentação, das Convenções Coletivas e do protagonismo político e sindical.

Mas para isso o Sindicato precisará estabelecer quais os documentos necessários para comprovar o "exercício profissional habitual e remunerado" e exigir do Ministério do Trabalho e Emprego clareza em seus critérios para concessão de registro profissional.

Chegou a hora de superar a divisão e construir, juntos, o futuro quando, em razão da luta, reconquistaremos formação específica, nova Lei de Imprensa e novos órgãos reguladores, sepultando definitivamente a precarização da profissão.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Sindicato de São Paulo abre suas portas para jornalistas não diplomados

Do sítio O Jornalista

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP) decidiu na reunião de fevereiro/2010, de sua Diretoria Plena, aceitar a sindicalização dos jornalistas com registro, sem diploma, que provarem exercício remunerado da atividade jornalística. A iniciativa inédita será levada para reunião da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), com a sugestão que seja implantada em todo o País.

Aproveite o espaço de comentários e dê a sua opinião sobre esta iniciativa