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segunda-feira, 8 de julho de 2019
FNDC condena decisão de Bolsonaro de fechar a Rádio Mec
Acadêmicos de Comunicação Social protestam contra o fechamento da Rádio MEC
Entendemos que, após o decreto que autorizou a migração de emissoras AM para a Frequência Modulada, em 2014, a sustentabilidade de quem permanecesse nas ondas médias ficaria comprometida. Apesar dos apelos de pesquisadores e professores de rádio, a EBC não solicitou a migração da MEC AM.
É trágico que não tenha sido buscada uma solução para assegurar a viabilidade desse importante canal de comunicação pública e educativa, mantido por uma equipe de alto nível, a despeito de todas as dificuldades decorrentes da falta de investimentos básicos em infra-estrutura na EBC nos últimos anos.
Solicitamos ao governo federal, na figura do secretário de Governo da Presidência da República, general Luiz Eduardo Ramos, que reveja a decisão e busque uma alternativa para a emissora, que há 96 anos promove a educação e a cultura, ajudando a integrar o território nacional. Sugere-se que a emissora seja realocada em FM e que retome sua denominação original, Rádio Sociedade do Rio de Janeiro.
Respeitosamente,
Grupo de Pesquisa Rádio e Mídia Sonora da Intercom
Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom)
Federação Brasileira das Associações Científicas e Acadêmicas de Comunicação (Socicom)
Rede de Rádios Universitárias do Brasil (RUBRA)
Rede de Pesquisa em Radiojornalismo (RadioJor)
Associação Brasileira de Pesquisadores de História da Mídia (ALCAR)
Grupo de Trabalho História da Mídia Sonora (Associação Brasileira de História da Mídia - Rede Alcar)
Associação Brasileira de Professores de Jornalismo (ABEJ)
sábado, 25 de junho de 2016
EBC: Governo interino cancela contratos e tira programas do ar
sábado, 21 de maio de 2016
EBC: Pesquisadores acadêmicos preocupados com futuro da Comunicação Pública
Leia tambem:
Futuro da EBC é tema de aula pública na FAC-UnB
Os Cursos de Jornalismo e Publicidade e o Mestrado em Comunicação da Universidade Católica de Brasília (UCB) vêm a público mostrar sua preocupação com a garantia do Estado de direito e da liberdade de manifestação, informação e expressão durante o governo interino, como já o fizeram importantes Associações de Pesquisadores: ALAIC, INTERCOM e dos Jornalistas, FENAJ. Levamos em conta os acontecimentos da última semana, a saber:
1) O fim do Ministério da Cultura;
2) A incorporação do Ministério das Comunicações pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação;
3) A incorporação das secretarias de Políticas para as Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos pelo Ministério da Justiça;
4) A exoneração do presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), que tem mandato assegurado por lei até 2020;
5) A ameaça de uma Medida Provisória extinguindo a EBC e com isso, todos os projetos em andamento, inclusive o Projeto Brasil 4D de televisão pública aberta digital interativa para a população de baixa renda, e
6) A redução das atribuições do Conselho Curador da EBC, restringindo a capacidade de participação e controle social na comunicação pública.
Tais atos demonstram descompromisso com a cidadania, com a geração de bens culturais, com a comunicação pública, com a produção do conhecimento, com o desenvolvimento técnico e cientifico e sua difusão entre todas as camadas sociais, em especial as menos favorecidas, exatamente aquelas que mais utilizam televisão aberta e o rádio, já que não possuem acesso a outras mídias, como a internet ou a TV paga.
No que diz respeito à comunicação pública, a situação é grave. Em menos de uma semana foi exonerado o presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), cujo mandato de quatro anos é garantido pela Lei n° 11.652. Embora nomeado pela Presidência da República, o presidente da EBC não pode ser destituído a depender da vontade do chefe do poder executivo; apenas pelo Conselho Curador. A previsão de um mandato fixo de quatro anos, não coincidente com o de presidente da República – a exemplo das demais empresas de comunicação públicas do mundo ocidental - existe para evitar interferências político-partidárias na gestão da empresa pública, como a que ora ocorre. Ferir o princípio da autonomia da EBC é um risco, traz insegurança quanto à sua independência e gera instabilidade sobre o futuro da comunicação pública.
Mas a própria empresa pública está sendo ameaçada de ser extinta através de Medida Provisória e ser substituída pela antiga Radiobrás, órgão oficial de informação, criado em 1975, em plena ditadura militar.
Atualmente, a EBC possui oito emissoras de rádio AM e FM, a TV Brasil, a TV Brasil Internacional, a agência de notícias Agência Brasil, o Projeto Brasil 4D de Televisão Digital Interativa para baixa renda e a NBR, canal que presta serviços oficiais para o governo e é fonte de renda para a EBC.
Além disso, a Empresa possui um Conselho Curador representativo da sociedade brasileira e uma Ouvidoria que acompanha os trabalhos desenvolvidos nos diferentes setores da EBC. Em vista disso, consideramos essencial respeitar o mandato de gestores da área pública, assim como promover os canais de participação popular na gestão e no diálogo entre os meios e a sociedade.
Acrescente-se a esse quadro, o papel dos meios privados de comunicação, que têm demonstrado parcialidade na cobertura midiática. O tratamento dos eventos, o processamento da notícia tem se distanciado tanto da informação objetiva quanto da análise apurada que são bases de sustentação da democracia, dos acordos sociais, das políticas de estado e da defesa do interesse público e comum a todos.
A ausência dessas premissas se configura como ameaças aos direitos universais do ser humano e da cidadania, como a liberdade de informação diversificada e a liberdade de expressão.
Os cursos de Jornalismo e Publicidade e o Mestrado em Comunicação da UCB reconhecem o papel estratégico da comunicação pública para oferta diversificada de informações, apóia a EBC, seus projetos e profissionais, e aponta para a necessidade do governo interino garantir a liberdade de informação, manifestação e expressão diversificada para todos os setores sociais.
Assinam:
MESTRADO EM COMUNICAÇÃO
CURSO DE JORNALISMO
CURSO DE PUBLICIDADE
sexta-feira, 20 de maio de 2016
Futuro da EBC é tema de aula pública na FAC-UnB
Nesta segunda-feira, 23/5, às 19h15, a FAC, Faculdade de Comunicação da UnB, debate o futuro da EBC, numa aula aberta ao público, no auditório da FAC. Para estimular o debate, a aula começa com a apresentação de pesquisadores, que vão expor seus trabalhos sobre Comunicação Pública. O evento é realizado pela linha de pesquisa Políticas de Comunicação e de Cultura e do Laboratório de Políticas de Comunicação – LAPCOM, do Programa de Pós-graduação em Comunicação, da Universidade de Brasília – PPG-FAC-UNB.
Serviço:
AULA PÚBLICA | O Futuro da EBC e da Comunicação Pública no Brasil
Data: 23/05, 19h15,
Local: Auditório da FAC/UnB
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sexta-feira, 8 de julho de 2011
Rádio MEC - AM leva ao ar o radiodocumentário 'Brasil e África: entre quilombos e bantustões
No domingo,10/7, às 15h, a Rádio Mec AM lava ao ar o radiodocumentário, de autoria de Jaqueline Moraes, 'Brasil e África: entre quilombos e bantustões a gente se entende'. Trata-se de um trabalho de conclusão do curso de Jornalismo na UFF.
O programa surgiu a partir de duas viagens realizadas por Jaqueline Moraes ao município de Oriximiná, no Pará, onde vivenciou o dia-a-dia em comunidades quilombolas do interior da Floresta Amazônica; e para a Cidade do Cabo, na África do Sul, onde teve a oportunidade de me aproximar dos negros que sofreram com o apartheid .
A Rádio MEC AM pode ser sintonizada na a frequência 800kHz
sábado, 23 de abril de 2011
Rádio MEC volta a transmitir radionovela
Confira nos links abaixo mais informações sobre horários, programação e ficha técnica dos primeiros programas.
http://www.radiomec.com.br/contosnoradio
http://www.ebc.com.br/node/1648/
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Rádio MEC e BNDES preservam acervo fonográfico da emissora
Nesta segunda-feira, dia 1º de março, a Rádio MEC dá início ao Projeto de Preservação e Catalogação do seu Acervo Fonográfico, com o apoio do BNDES. No valor de R$ 220.200,00, este projeto se constitui de duas etapas: a primeira, catalogação de 120 mil fichas; e a segunda etapa, higienização e acondicionamento de mais de 25 mil fitas rolo em novas embalagens. Foram contratados 12 bolsistas para o trabalho de catalogação das fichas, e outros dois para as atividades relativas à higienização e acondicionamento do material.
O Projeto de Preservação e Catalogação do Acervo Fonográfico será lançado com uma solenidade nesta segunda-feira, às 14h, no Estúdio Sinfônico Alceo Bocchino, da Rádio MEC (à Praça da República, 141-A, Centro). Participam do evento representantes do BNDES (Banco de Desenvolvimento Econômico e Social), da ACERP (Associação de Comunicação Educativa Roquette-Pinto) , EBC (Empresa Brasil de Comunicação) e SOARMEC (Sociedade dos Amigos Ouvintes da Rádio MEC).
O projeto vai permitir à Rádio MEC as condições ideais para a preservação dos registros existentes, além de tornar mais ágil a consulta através da informatização de todos esses dados.
Financiado pelo BNDES, o projeto também contempla a discoteca da Rádio MEC, que preserva material dos mais variados gêneros musicais. Seu acervo reúne um total de 26.635 mídias, entre CDs, LPs, K7 e fitas rolo, divididos em Música Clássica, Música Popular Internacional e Música Popular Brasileira.



