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sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Entidades cobram do governo a prometida interatividade na TV Digital

Por Alberto Perdigão


Entidades ligadas à pesquisa, implementação e desenvolvimento da televisão digital no pais estão divulgando um manifesto pela adoção de um conversor digital que assegure interatividade – e inclusão - às famílias inscrita no Cadastro Único. O documento, intitulado Carta Aberta à Presidente Dilma, defende a manutenção do que estabeleceu o próprio Governo, em 2014 (Portaria 481), o que foi confirmado pelo grupo responsável pelas diretrizes operacionais da migração digital (GIRED), em maio de 2015.

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“O modelo brasileiro é inovador, convergente, inclusivo e promove o desenvolvimento da indústria nacional”, argumenta a carta, numa referência ao midlleware Ginga. E, ao final, apela: “Presidenta, a senhora, que participou de todo o processo de definição do modelo de TV digital brasileiro, e que agora tem a oportunidade de colocá-lo em prática, sabe que a efetiva implantação da interatividade na TV digital brasileira, aberta e gratuita, poderá impulsionar enormemente a inclusão social e digital no país.”

A íntegra do manifesto é o seguinte:

Carta aberta à Presidenta Dilma

O middleware Ginga, que garante a interatividade plena na TV digital, é resultado de investimento público da ordem de 60 milhões que envolveu 1500 pesquisadores de todo o país em instituições de pesquisa, universidades e indústria, para desenvolvimento de um modelo que atendesse às necessidades brasileiras. Adotado  por 17 países da América Latina e da África, o Ginga diferencia o padrão brasileiro de TV digital (ISDB-Tb) dos demais padrões existentes.
Estabelecido pelo Decreto 5820/2006, o Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD) determinou, dentre seus objetivos, que a TV digital brasileira deve: promover a inclusão social e a diversidade cultural do País de acordo com a política do Ministério da Cultura e com o MEC, nas políticas de ampliação do EAD por meio do acesso à tecnologia digital, visando à democratização da informação; estimular a pesquisa e o desenvolvimento e propiciar a expansão de tecnologias brasileiras, da indústria nacional e da economia criativa, possibilitando o desenvolvimento de inúmeros serviços decorrentes da tecnologia digital; incentivar a indústria regional e local na produção de instrumentos e serviços digitais.
¬O modelo brasileiro é inovador, convergente, inclusivo e promove o desenvolvimento da indústria nacional.  Todavia, desde sua criação, tem sofrido sucessivos boicotes contrários à sua efetiva implantação no país.
Tanto a radiodifusão comercial como as operadoras de telefonia móvel não tem demonstrado interesse na oferta da interatividade gratuita pela TV. Uma porque ainda não encontrou um modelo de negócio no qual obtenha novas receitas; outra porque não quer concorrência no streaming ou VOD que a TVDi pode oferecer de graça.

A iniciativa da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) com o projeto Brasil 4D, que ofereceu  informações e serviços públicos pela TV digital para comunidades carentes de João Pessoa/PB (2012)  e Samambaia/DF (2014), comprovou a eficácia do modelo brasileiro para a inclusão sociodigital. Como conseqüência, o governo determinou, por meio da Portaria 481/2014, a distribuição gratuita de conversores digitais interativos para todos os beneficiários do Bolsa Família; decisão especificada pelo GIRED, grupo responsável pelas diretrizes operacionais da migração digital, coordenado pela Anatel, em 15 de maio de 2015.
Entretanto, a recente indicação do GIRED de autorizar a distribuição de 12 milhões de conversores digitais sem interatividade para os cidadãos de baixa renda, inscritos no Cadastro Único, residentes em cidades com mais de 100 mil habitantes, tenta colocar de lado os rumos da política pública de interatividade para a TV digital aberta, decidida pelo governo brasileiro.

Querem oferecer um conversor apenas com zapper, com capacidade de recepção do sinal digital, porém sem a capacidade de rodar os aplicativos interativos com informações e serviços públicos, como a busca de emprego em tempo real, o acesso a filmes nacionais sob demanda, dentre inúmeros conteúdos que podem ser acessados pela TV digital interativa.

Isso significa que mais da metade da população brasileira que não têm acesso à banda larga fixa nem móvel permanecerá excluída, sem acesso às tecnologias de comunicação e informação. O beneficiário do Bolsa Família poderá acessar uma série de conteúdos e serviços públicos interativos gratuitos, mas o seu vizinho do Cadastro Único encontrará apenas a programação normal das emissoras abertas, sem nenhuma interatividade, sem nenhum valor agregado. Para entrar no mundo digital e convergente, ele terá de pagar internet ou TV a cabo.
Ao invés de alavancar o modelo brasileiro de TV digital, vamos retroceder e ampliar as divisões sociais que tentamos combater?

Este modelo de receptor com zapper não permite a atualização pelo ar, tornando sem efeito todo o investimento e trabalho realizados até o momento. Nenhuma herança será deixada à população, apenas um equipamento que se tornará obsoleto em curtíssimo prazo.

Serão dois Brasis? Um que usufrui dos benefícios da inclusão digital e o outro, interiorano, pobre, desconectado, carente de acesso às políticas e serviços públicos?.

Manter a decisão original (distribuir o receptor com Ginga para 14 milhões de famílias do Bolsa Família), significará dar condições para um mercado industrial que levará para o varejo conversores similares para um público consumidor potencial que ainda possui TVs de tubo ou planas, mas com recepção analógica, os quais poderão adquirir  um conversor digital com Ginga C, sem precisar comprar um novo aparelho de TV para acessar o sinal digital.

É possível garantir a interatividade dos conversores digitais a um custo menor do que os R$ 160,00 que a EAD (entidade privada executora do processo de migração da TV digital) pagou por cada um dos 1,2 milhões de receptores com Ginga C adquiridos até o momento. Existe boa vontade da indústria em desenvolver um conversor com Ginga C mais barato.

Presidenta, a senhora, que participou de todo o processo de definição do modelo de TV digital brasileiro, e que agora tem a oportunidade de colocá-lo em prática, sabe que a efetiva implantação da interatividade na TV digital brasileira, aberta e gratuita, poderá impulsionar enormemente a inclusão social e digital no país.

TV digital no Brasil se faz com Ginga !

sexta-feira, 17 de abril de 2015

TV Digital: Conversor a ser escolhido pela Anatel pode eliminar interatividade


Por Cosette Castro

No dia 29 de abril, em Brasília, o GIRED/Anatel irá definir o modelo das caixas de conversão digital que serão distribuídos para aos 14 milhões de famílias beneficiárias do programa Bolsa Família. Essa decisão pode acabar com o futuro da interatividade e da multiprogramação para TV digital no Brasil.
Isso porque as empresas de radiodifusão e de telefonia querem escolher de uma caixa de conversão mais barata, deixando de fora o grande diferencial da TV digital desenvolvida no Brasil: o uso da interatividade gratuita através do controle remoto e a multiprogramação.
Além disso, em coletiva de imprensa realizada na 3ª feira, dia 07/04, o conselheiro da Anatel e presidente do GIRED, Rodrigo Zerbone, afirmou que a compra dos conversores servirá como meio de aquecer a oferta de conversores no mercado.
Ou seja, a definição do padrão de interatividade não afetará somente a população de baixa renda, mas também a oferta e preço de conversores disponíveis no mercado para todos os lares que precisarão adaptar seu televisor para receber o sinal de TV digital. Por isso peço que entrem na campanha‪#‎InteratividadeSIM‬
 – Se você quer a interatividade nas caixas de conversão para a TV digital participe da campanha e garanta a multiprogramação e‪ #‎InteratividadenasTVsPúblicas
Formas de Participação:
1.Use as Hagtags #InteratividadeSIM e #InteratividadenasTVsPúblicas diariamente até o dia 29 de abril 2. Divulgue na sua cidade e estado a importância da interatividade na TV digital pública 3. Faça Selfie com um cartaz de apoio e poste em todas redes sociais #InteratividadeSIM #InteratividadenasTVsPúblicas 4. Faça um filme curto dizendo porque você apóia a TV digital poste em todas redes sociais 5. Acione os deputados e senadores do seu Estado e peça apoio a caixa de conversão com interatividade na TV digital 6. Converse com artistas que você conhece e peça apoio através de fotos, vídeos curtos e peça pra postarem em todas as redes sociais 7.Converse e discuta sobre isso na sua associação de classe, sindicato ou federação. Peça pros dirigentes fazerem fotos e/ou vídeo e postarem nas redes sociais Use as hagtags #InteratividadeSim e #InteratividadenasTVsPúblicas 8. Multiplique essa informação entre os formadores de opinião que você conhece e/ou admira 9.Mande mails e cartas para o Ministro Berzoini, das Comunicações e para o presidente do GIRED, Rodrigo Zerbone, na Anatel pedindo pela interatividade e pela multiprogramação, conforme rege o decreto 5820 de criação da TV digital no Brasil.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Brasília: Seminário sobre Conteúdos Interativos na TV Digital é nesta terça, 25/11

Os recursos da interatividade, presentes na televisão digital brasileira pelo middleware Ginga, desenvolvido em software livre no país, proporcionam a sinergia e a expansão dos serviços públicos nas diferentes áreas de atuação, como saúde, educação, segurança, cultura, previdência social, assistência social, além do acesso à informação e ao entretenimento.
Essa oferta de informações e serviços públicos para a população de baixa renda por meio de programas interativos em linguagem televisiva é uma experiência pioneira no mundo. Desde seu domicílio, e com um simples toque no controle remoto, é possível ter acesso a serviços de saúde, emprego e cursos, benefícios sociais, direitos da mulher e serviços bancários, dentre outros .
Além de acessar informações e serviços públicos de graça pela TV, é possível atualizar a programação audiovisual do canal em multiprogramação, e acessar conteúdos criptografados, como saldo e extrato da conta corrente ou do FGTS.
Seminário

Nesta 3ª-feira, 25 de novembro, das 9h às 18h, a EBC, o FNDE e o IBICT realizam o seminário Conteúdos Interativos para a Produção de Conhecimento e o Desenvolvimento Social. O evento abre espaço para a discussão da comunicação interativa voltada para a inclusão sociodigital, com foco no projeto Brasil 4D, que oferece informações e serviços para a população de baixa renda, por meio da televisão digital pública interativa. 
A abertura acontece às 9h, no auditório do edifício sede do FNDE (SBS, Q. 2, blo. F, subsolo). Ao longo do dia, renomados especialistas em comunicação digital interativa de todo o país e representantes das empresas parceiras do projeto de TV digital pública interativa Brasil 4D debaterão os Modelos de Interatividade na TV Aberta, os Conteúdos Digitais Interativos Multiplataforma: programas para TVDi, celulares, jogos, etc., e o Brasil 4D: Perspectivas para o futuro, conforme programação, anexa e abaixo.

BRASIL 4D

A missão de incluir social e digitalmente milhares de pessoas moveu a Empresa Brasil de Comunicação - EBC a conduzir e desenvolver o projeto BRASIL 4D com o apoio de diferentes instâncias de governo, empresas, universidades e da sociedade civil. O Brasil 4D é um projeto de política pública de comunicação digital e interativa, balizado pelos conceitos de: Desenvolvimento, Democracia, Diversidade e Digital.
O reconhecimento do Brasil 4D como ferramenta de comunicação inovadora e eficaz para a inclusão social pode ser traduzido pelos prêmios SET 2014, na categoria melhor “Projeto de interatividade para televisão”, o prêmio Frida 2014 de inovação, a menção honrosa oferecida pela Cumbre TV Abierta 2013 por sua contribuição para a TV aberta e o SET 2013, na categoria “Interatividade desenvolvida para a televisão digital terrestre baseada no middleware GINGA”.
Com o Brasil 4D a TV pública cumpre o objetivo de proporcionar a todos os brasileiros o direito de participar da tecnologia digital, para que todos tenham acesso a toda forma de conhecimento, aproximando as pessoas da cidadania plena, independentemente de classe social ou idade.

Informações essenciais

O Brasil 4D além de propiciar acesso a jogos educativos e filmes nacionais, aproxima o cidadão, a seus direitos. É uma janela de entrada dos serviços públicos à casa dos cidadãos. Na prática é o acesso a serviços públicos a um toque do controle remoto. Ele aproxima os beneficiários do programa Bolsa Família às informações essenciais para o seu dia a dia, tais como:


  • Benefícios Sociais: acesso aos programas ligados ao Cadastro Único, Bolsa Família, BPC Loas, cursos do Pronatec e muito mais;
  • Saúde: encontre a farmácia popular, campanhas de vacinação e aleitamento materno, médico da família ou hospital mais perto de sua casa;
  • Trabalho: ofertas de emprego e cursos de qualificação, informações sobre seguro desemprego, trabalhador autônomo, Programas de Microcrédito e Empreendedorismo;
  • Direito da Mulher: conheça a lei Maria da Penha, encontre a delegacia da mulher mais próxima, programas de saúde, educação e empreendedorismo voltado para as mulheres;
  • Educação financeira: acesse o extrato e saldo da sua conta corrente, poupança e FGTS, encontre as agências do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal mais próximas e saiba como usar melhor seu dinheiro.

Mais informações, clique aqui.

Programação do Seminário Conteúdos Interativos para a Produção de Conhecimento e o Desenvolvimento Social

25 de novembro de 2014
9h -18h
9H - Abertura 
Exposição do objetivo final: construção da plataforma do conhecimento
- Drª Cecília Leite Oliveira, diretora do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia - IBICT
- Wellington Mozarth Moura Maciel, Assessor de Educação Corporativa do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE
- André Barbosa Filho, coordenador geral do projeto Brasil 4D, Empresa Brasil de Comunicação, EBC

9h15 - 10h30
Estado da Arte da TV Digital  Interativa 
Palestrante: André Barbosa Filho - EBC

10h30 - 12h
Brasil 4D: Perspectivas para o futuro
Palestrantes: 
Rodrigo Mulinari (BB) - A experiencia de interatividade no BB
Helder Santos (TOTVS Software) - Possibilidades interativas no Brasil 4D
Paulo Iasbeck (INCOD-UFSC) - Design interativo e usabilidade
Ricardo Nascimento (HMA TV/Visent) - Novas formas de medir as audiências
Prof. Marcio Wolers (Unicamp) - Brasil 4D, economia e desenvolvimento
Mediação: André Barbosa Filho - EBC 

12h
Mostra de Conteúdos Digitais Interativos multiplataforma produzidos por empresas públicas e privadas

14h - 15h30
Modelos de Interatividade na TV Aberta  - Análise de projetos existentes 
Palestrantes: 
- Prof.ª Drª Cosette Castro (PUC-DF) - Panorama da produção de conteúdos digitais interativos:expertise, modelos produção.
- Wellington Maciel (FNDE) - Demanda por conteúdos interativos para a assistência técnica do FNDE

15h30 às 17h30
Conteúdos Digitais Interativos Multiplataforma: programas para TVDi, celulares, jogos, etc.
- Prof. Guido Lemos - Interatividade plena do Ginga,Tecnologia 4K (LAVID/UFPb)
- Prof. Marsal Ávila Alves Branco (FEEVALE-RS, games interativos)
- Prof. Gilson Barreto - Aplicativos par tablets (UFG)
- Mediação: Drª Cecília Leite Oliveira (IBICT)

17h30 - 18h
Apresentação da Plataforma do Conhecimento
 - Cecília Leite, diretora do IBICT
Lançamentos de livros e revistas 

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

TVs públicas pedem multiprogramação, mobilidade e interatividade no SeAC

Do Tela Viva news

Em uma contribuição conjunta feita por escrito à consulta pública da proposta de Regulamento do Serviço de Acesso Condicionado (SeAC) da Anatel, EBC (empresa responsável pela TV Brasil), TV Câmara e TV Senado voltam a defender aquilo que já havia sido manifestado pela TV Brasil em audiência: a necessidade de o órgão regulador garantir o carregamento dos canais públicos pelas operadoras de TV paga também em caso de multiprogramação. Mas a contribuição das três emissoras públicas vai mais longe: elas querem a garantia de que o sinal seja carregado na forma como é transmitido na modalidade aberta. Ou seja, em alta definição, quando for o caso, ou na forma de múltiplos canais de definição padrão quando a transmissão for multiprogramada, quando um mesmo canal de 6 MHz leva vários canais digitais. A regulamentação proposta repete a lei, em que a operadora de TV paga só é obrigada a levar o sinal analógico ou o digital em definição padrão, a critério da emissora de TV.
TV Brasil, TV Câmara e TV Senado querem ainda que as definições da regulamentação enquadrem as emissoras públicas como geradoras de TV tal como as comerciais, para todos os fins. Com isso, em locais em que as emissoras públicas tiverem geradoras abertas, elas seriam distribuídas independentemente do carregamento já previsto na qualidade de canais públicos. Com isso, entendem que fica assegurada a retransmissão na TV paga de eventuais conteúdos locais.
Além disso, as emissoras públicas levantam a questão da interatividade e da acessibilidade, solicitando à Anatel que assegure no regulamento que eventuais conteúdos interativos e que os recursos de acessibilidade disponíveis nos canais abertos sejam integralmente respeitados pelas operadoras do SeAC que distribuírem os sinais. E pedem ainda que o regulamento preveja, para o caso de operadoras do Serviço de Acesso Condicionado que utilizem radiofrequências, a distribuição do conteúdo móvel também possível na forma aberta, ainda que a operadora de TV paga possa cobrar do assinante pela facilidade.

sábado, 5 de setembro de 2009

Blog do Planalto ganha clone que permite comentários dos internautas

O Blog do Planalto, lançado no início da semana pela Presidência da República, ganhou um clone que reproduz os textos originais e oferece espaço para comentários, o que não acontece na versão oficial, informa o G1. Desde que entrou no ar, o genérico do Blog do Planalto recebeu mais de 300 comentários, acrescenta o Último Segundo.
Os jornalistas Pedro Markun e Daniela Silva, de acordo com o Último Segundo, responsáveis pela construção do site, disseram que o clone do blog da Presidência foi pensado como uma oportunidade para o internauta se expressar. “Quando a gente lançou o blog, as primeiras reações foram se era o original ou não. Isso evidencia que o conteúdo é mais importante do que a forma”, explica Markun.
Segundo o Portal Terra, com informações da Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), o Blog do Planalto segue sem permitir comentários em virtude da falta de equipe disponível para fazer a moderação da participação do público. A Secom informou ainda que não cogita, por enquanto, entrar com medidas judiciais para tirar o site do ar