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| Como setorista do Planalto, Lima Rodrigues cobriu visitas presidenciais ao exterior, como a da foto, no encontro de FHC e George Bush. Hoje, se especializou no jornalismo rural. |
Um espaço para os campos da Informação e da Comunicação e sobre eles abrir um debate com os leitores. Análises, artigos, avisos, concursos, publicações... Aqui você encontrará de tudo um pouco. Os textos poderão ser em português, espanhol, inglês ou francês.
domingo, 12 de março de 2017
Dos gabinetes aos grotões, a arte de fazer Jornalismo.
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Quem é quem na nova Comunicação Social de Dilma
Em 2001, ganhou o Grande Prêmio CNT de Jornalismo, pela série de
reportagens publicadas no Correio Braziliense sobre as fraudes com os
precatórios do DNER. segunda-feira, 12 de setembro de 2011
TVs universitárias e comunitárias pedem vetos ao PLC 116
Continua a "batalha" pela aprovação ou veto de artigos específicos do PLC 116, aprovado pelo Senado e agora aguardando sanção presidencial.
Depois do pedido de vetos feito pelas programadoras internacionais, e dos pedidos de sanção do projeto na íntegra, feitos pelas entidades de produtores, agora são as TVs universitárias e comunitárias que pedem a Dilma Rousseff que vete pontos específicos do PLC.
Em carta enviada à presidenta e também aos ministros Paulo Bernardo (Comunicações), Gleise Hoffmann (Casa Civil) e Helena Chagas (Secom), a ABTU, associação das TVs universitárias, diz que o PLC na forma atual "representa um retrocesso no sentido de fazer valer a Constituição, ao não permitir a complementaridade entre os sistemas público e privado de televisão."
A entidade explica que o PLC 116 permite o não-carregamento obrigatório dos Canais Públicos de Utilização Gratuita, regulamentados pela Lei do Cabo de 1995, possibilitando que as operadoras de TV a cabo tenham respaldo legal para alegarem, indevidamente, dificuldades técnicas ou econômicas para excluírem ou impedirem de levar ao ar canais públicos entre eles os educativos, universitários, culturais, comunitários, legislativos, "e até mesmo o canal do Poder Judiciário", diz a nota.
Isso atingiria também a necessidade, igualmente, da obrigatoriedade dos canais de TV aberta educativa da localidade, independente das limitações técnicas e financeiras da operadora.
Segundo a entidade, "na aprovação do projeto sem vetos, as emissoras de TV educativas e universitárias correm o risco de acabarem deixando de existir.
Vetos
Para evitar este efeito da nova lei, a ABTU pede vetos específicos ao projeto. Os vetos solicitados são para os parágrafos 8, 9 e 20 do artigo 32 do PLC 116, que estabelecem que a a Anatel pode liberar as operadoras da obrigatoriedade de canais em caso de " inviabilidade técnica ou econômica comprovada", e dá a agência o poder de determinar, nesses casos, quais canais devem ser ofertados.
Pela Lei do Cabo em vigor até hoje, as operadoras são obrigadas a transmitir os canais Universitário, Comunitário e todas as geradoras locais da área de concessão, bem como outros canais como os do Legislativo local.
Comunitários
A Abccom, Associação Brasileira de Canais Comunitários, também encaminhou carta à Presidência solicitando vetos ao PLC 116, por motivos similares aos da ABTU.
As TVs comunitárias, no entanto, além de pedirem os vetos aos parágrafos citados acima, pedem também veto ao parágrafo 5 do mesmo artigo 32, que proíbe a veiculação de publicidade nestes canais.
Segundo a Abccom, a inclusão desta norma foi uma reação das TVs comerciais à decisão da Justiça, de dezembro de 2009, de liberar a publicidade nos canais comunitários. A entidade afirma que a publicidade é fundamental para a sustentação econômica destes canais.
domingo, 28 de agosto de 2011
ABCCOM PEDE A PRESIDENTA DILMA VETOS AO PLC 116
Ela está reivindicando que a presidente da República veta alguns artigos de forma a não prejudicar a comunicação comunitária no Brasil.
Excelentíssima Senhora
DILMA ROUSSEFF
Presidenta da República
Senhora Presidenta,
Respeitosamente, vimos novamente à presença de Vossa Excelência para mais uma vez tratar de questões relativas à mídia comunitária televisiva que é nossa razão de existir como entidade nacional representativa de quarenta e duas (42) TVs Comunitárias, pertencentes ao nosso quadro social, dentre os cerca de 60 canais comunitários existentes no país.
Se na carta protocolada em 3/3/11, na Presidência da República, viemos à Presidenta para, além de saudar a chegada da primeira mulher ao mais alto posto da República, afirmar que a mídia comunitária televisiva representa a aplicação em sua plenitude do Capítulo V da Constituição, que consagrou o princípio da complementaridade entre os sistemas privado, público e estatal de serviços de radiodifusão sonora e de sons e imagens”, agora, envoltos em enormes preocupações, renovamos nossas esperanças em Vossa sensibilidade feminina para impedir o maior golpe contra as TVs Comunitárias desde sua criação pela Lei nº 8.977, de 6/01/95, a chamada Lei do Cabo.
Podemos afirmar Senhora Presidenta, que o PLC 116 aprovado pelo Congresso Nacional, na semana passada, se sancionado sem vetos, a despeito de alguns verem nele avanços com relação à veiculação obrigatória de produção audiovisual nacional para as TVs Comunitárias e para a luta pela democratização das comunicações, representa o maior retrocesso na caminhada para fazer valer a Constituição, no tocante a complementaridade entre os sistemas público, privado e estatal de televisão.
O PLC 116 abre brechas para o não carregamento obrigatório dos Canais Públicos de Utilização Gratuita, regulamentados pela Lei do Cabo de 1995. Se mantido o texto aprovado pelo Congresso, as concessionárias terão respaldo legal para alegarem dificuldades técnicas ou econômicas - o que não é a realidade das empresas de telecomunicações, pelos lucros astronômicos obtidos - para tirarem do ar ou não levarem ao ar, os referidos canais, entre eles, os comunitários, os legislativos, os universitários, os educativos e culturais e até o do Judiciário. Caso o projeto seja sancionado sem vetos, as TVs Comunitárias correm o risco de deixar de existirem, eliminando o único espaço hoje existente no espectro televisivo para dar visibilidade regular aos movimentos sociais e, às demandas das comunidades.
Na verdade, trata-se de uma grave desregulamentação, prejudicial a um setor que, desde 1995, vem buscando a duras penas e sem respaldo de um Fundo Público de Apoio à Comunicação Comunitária, constituir-se como alternativa comunicacional em sintonia com o disposto no Capítulo V, da Comunicação Social da Constituição, e que tem por como missão difundir a pluralidade, a diversidade, a defesa da brasilidade e os interesses do povo trabalhador.
As TVs Comunitárias contribuem concretamente para a redução da miséria - em consonância com seu Programa Brasil Sem Miséria - ao se constituir em atividade econcmica com potencial de gerar empregos em todos os municípios brasileiros, se tivermos o reconhecimento da parte dos gestores de políticas públicas como atividade econômica importante. No entanto, o PL 116 segue na contramão ao instituir a guilhotina, ao autorizar, legalmente, a desregulamentação e, com isto, a destruição de uma atividade econômica comunitária que pode tanto ajudar na geração de empregos como no cumprimento da Constituição, assegurando uma comunicação plural, diversificada e cidadã. Toda esta caminhada de anos pode ser reduzida a pó, se não houver o Vosso indispensável veto.
Se as brechas abertas para o não carregamento dos Canais Públicos de Utilização Gratuita podem evaporar numa interessada “avaliação técnica”, a existência desses canais, e em particular, os comunitários, o PLC 116 ressuscita outra barbaridade há oito (8) meses resolvida pela Justiça Federal. Desde dezembro de 2009, está liberada a veiculação de anúncios publicitários (de empresas privadas) nas TVs Comunitárias por força de liminar contra norma exorbitante da Anatel. Os anúncios publicitários institucionais (verba pública) começaram a aparecer nas TVs comunitárias um mês antes da citada liminar respaldado em parecer jurídico do ministério das Comunicações que concluiu não existir nenhum conflito entre a Lei e publicidade. Lembramos que o lobby das TVs comerciais, em 1995, não conseguiu barrar a criação, pela Lei do Cabo, dos canais comunitários de televisão. Como perderam no Parlamento, utilizaram-se da Anatel para, por meio da Norma 13, proibir o que a legislador não proibiu.
Foram necessários 13 anos para derrubar a Norma 13 e adquiríssemos o mesmo direito que a mídia televisão comercial tem desde sempre, de veicular publicidade. Como inexiste um Fundo Público de Apoio à Comunicação Comunitária, encontramo-nos em situação paradoxal, na medida em que o lobby das TVs comerciais conseguiu um retrocesso sem igual, ao incluírem no PLC 116 a proibição do acesso das TVs Comunitárias à publicidade. Uma pergunta não quer calar: sem publicidade e sem recursos públicos, qual seria a forma de sustentação financeira dos canais comunitários de televisão?
Assim, apelamos a Vossa Excelência para, com espírito público que lhe caracteriza e a consciência sobre os esforços dos movimentos sociais e sindicais para construir a comunicação comunitária, promover os necessários vetos aos quatro pontos em questão. Eles configuram-se como verdadeiros golpes à pluralidade e a diversidade informativas previstas na Constituição e que são praticadas pelas TVs Comunitárias e públicas que, na verdade, fazem parte de uma conquista já alcançada pelo movimento da democratização da comunicação no Brasil. Temos confiança de que um governo como o de Vossa Excelência não concordará com um retrocesso desta envergadura!
Os vetos solicitados são para os seguintes parágrafos do artigo 32 do PLC 116:
- § 1º A programação dos canais previstos nos incisos II e III deste artigo poderá ser apresentada em um só canal, se assim o decidir a Mesa do Congresso Nacional.
- § 5º Os canais previstos nos incisos II a XI deste artigo não terão caráter privado, sendo vedadas a veiculação remunerada de anúncios e outras práticas que configurem comercialização de seus intervalos, assim como a transmissão de publicidade comercial, ressalvados os casos de patrocínio de programas, eventos e projetos veiculados sob a forma de apoio cultural.
- § 7º Em caso de inviabilidade técnica ou econômica, o interessado estará desobrigado do cumprimento do disposto no § 6º deste artigo e deverá comunicar o fato à Anatel, que deverá ou não aquiescer no prazo de 90 (noventa) dias do comunicado, sob pena de aceitação tácita mediante postura silente em função de decurso de prazo.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Dilma usa a mesma técnica de Gal. Figueiredo para falar à sociedade
A presidente Dilma Roussef terá uma coluna semanal nos jornais onde responderá até três perguntas de cidadãos de todo o Brasil. A secretaria de Imprensa da presidência da República já abriu as inscrições para o cadastramento dos jornais impressos interessados em publicar a coluna. Esta modalidade de interagir com a sociedade não é nova nem inédita dentre os Chefes de Estado do Brasil. Durante a ditadura militar, o general João Figueiredo, respondia na TV Globo cartas enviadas para o Planalto.
O povo e o presidente era um programa semanal dirigido pelo jornalista Toninho Drummond, produzido por Aloysio Legey e Mauro Richter e apresentado aos domingos por Ney Gonçalves Dias. O programa foi veiculado em 1982 e teria sido uma iniciativa pessoal de Roberto Marinho, presidente à época das Organizações Globo.
A coluna de Dilma ainda não tem nome conhecido, mas terá o formato ping pong, de perguntas e respostas, e deverá ser publicada sempre às terças-feiras. No governo Figueiredo, no primeiro a ano de exibição, a veiculação era aos domingos, às 22h30, depois do Fantástico. Depois foi transferido para às quartas-feiras.
No caso de Dilma, caberá aos jornais cadastrados recolher as perguntas e enviar ao Planalto, que selecionará dentre todas as enviadas três por semana. Os leitores devem ser identificados com nome completo, idade, ocupação e cidade de residência. As perguntas deverão tratar de temas relacionados às políticas públicas e de relevância e interesse jornalísticos, considerando que a coluna visa ser mais um instrumento de prestação de contas à sociedade das ações do governo federal.
Na época da ditadura, o critério interesse jornalístico também era um dos recortes para a seleção das perguntas que eram respondidas em blocos de dez, por final de semana. A partir de 1983, o programa deixou, contudo, de responder perguntas enviadas pela população e passou a responder perguntas elaboradas pela própria equipe da presidência da República.
O Planalto só enviará o conteúdo aos jornais, em torno de quatro mil caracteres, cabendo a cada veículo definir a paginação, o layout que irá usar, sendo obrigatório, contudo, a publicação da totalidade do conteúdo enviado. O informe da presidência não trata do assunto, mas se presume que não haverá pagamento pela veiculação da coluna, mes,o porque isso poderia ser considerado propaganda de caráter pessoal, vedado pela constituição federal.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Dilma: Franklin Martins confirma saída do governo
O ministro chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Franklin Martins, confirmou pela primeira vez em sua palestra de abertura do seminário Liberdade de Imprensa, promovido pela TV Cultura em sua sede, que deixará o governo ao final do mandato do presidente Luís Inácio Lula da Silva. Helena Chagas, escolhida pela presidente eleita Dilma Roussef para comandar a equipe de transição da Secom e ex-diretora da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) é o nome mais cotado para sucedê-lo.
Muito questionado durante o evento sobre as supostas intenções do governo em fazer o chamado “controle social da mídia”, Martins voltou a reafirmar que o governo petista não promoverá nenhum mecanismo de censura aos órgãos de comunicação, sejam impressos ou eletrônicos, no anteprojeto de lei que será entregue à presidente Dilma Rousseff referente à regulamentação da mídia e as telecomunicações.
Martins criticou nominalmente a Folha de São Paulo pela cobertura realizada no seminário internacional de convergência de mídia, em Brasília entre 8 e 10 de novembro, em especial pelo título “Governo regulamentará a mídia com ou sem consenso”. Para Martins, o jornal distorceu as palavras de seu discurso. Sérgio Dávila, diretor executivo da Folha de São Paulo, respondeu a crítica na sequencia. “Como não há controle social da mídia, a Folha de São Paulo é livre até para errar. Se o ministro se sente mal interpretado, o convidamos para dar sua palavra em um artigo ou entrevista com igual destaque”, disse Dávila.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Da fonte ao consumidor
jornais impressos, que recebem o noticiário do Palácio do Planalto.
sábado, 5 de setembro de 2009
Blog do Planalto ganha clone que permite comentários dos internautas
Os jornalistas Pedro Markun e Daniela Silva, de acordo com o Último Segundo, responsáveis pela construção do site, disseram que o clone do blog da Presidência foi pensado como uma oportunidade para o internauta se expressar. “Quando a gente lançou o blog, as primeiras reações foram se era o original ou não. Isso evidencia que o conteúdo é mais importante do que a forma”, explica Markun.
Segundo o Portal Terra, com informações da Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), o Blog do Planalto segue sem permitir comentários em virtude da falta de equipe disponível para fazer a moderação da participação do público. A Secom informou ainda que não cogita, por enquanto, entrar com medidas judiciais para tirar o site do ar

