Caros leitores e leitoras.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Três vagas para comunicadores sociais em Brasília

A Unesco e o Pnud estão selecionando profissinais de Comunicação Social para atuarem como consultores junto órgãos do Governo Federal. É uma espécie de terceirização por prazo pré-definido. Além desses organismos internacionais, também o ministério do Planejamento seleciona profissional de Comunicação.
Ao todo, são três vagas que estão com o processo de recepção de curriculos abertos.
Confira abaixo as vagas ofertadas:

Relações Públicas - Secretaria de Direitos Humanos - Último dia !

A vaga se destina a consultor encarregado de elaborar a proposta de planejamento estratégico e logístico para o XXI Congresso Pan0americano de Criança e do Adolescente, com realizaçãoprevista para 8 a 12 de dezembro de 2014.
Além de graduados em Relações Públicas, podem concorrer egressos dos cursos de Administração, Direito e Relações Internacionais. Para os graduados nessas outras áreas é recomendavel possuir pós-graduação em Relações Públicas.
O prazo para envio de CV termina hoje, dia 17/2 e deve ser dirigido por via postal a Caixa Postal 3481 - Brasília - DF - Cep 70.089-970.
Mais informações, na página da Unesco, www.brasilia.unesco/vagasprojetos

Comunicador Social - Ministério do Desenvolvimento Social

A vaga se destina a consultoria para elaboração do documento orientador sobre acessibilidade nas unidades dos Centros de Referência da Assistência Social (CRAS), Centros de Referência Especializados da Assistência Social (CREAS) e Centros de Referência Especializados para População em Situação de Rua (Centros Pop) e Centros-Dia de Referência para Pessoas com Deficiência.

Além de Graduados em Comunicação Social, podem concorrer egressos dos cursos de Ciências Sociais, Antropologia, Psicologia, Pedagogia, Serviço Social, Ciências da Saúde, Saúde Coletiva, Enfermagem, Fisioterapia e Terapia Ocupacional.
É exigido mestrado em uma das seguintes áreas: Comunicação Social, Sociologia, Antropologia, Psicologia, Pedagogia, Ciências Sociais,  Serviço Social, Saúde Coletiva, Enfermagem, Fisioterapia ou Terapia Ocupacional.
Como esperiência profissional, requer-se dois anos de atuação em atividades relacionadas à Política Pública de Assistência Social e três anos em atividades de planejamento, implementação ou execução de políticas sociais.
Os interessados têm até o dia 23/2 para enviar CV para o endereço sedpi.pnud12006@mds.gov.br
Mais informações, clique aqui.

Comunicador Social - Ministério do Planejamento

Esta seleção não tem nenhum organismo internacional como intermediador.O ministério busca um consultor individual para a produção de subsídios visando a atualização e organização didática de cartilhas, manuais, folderes, dentre outras peças de comunicação com interface impressa e na internet.
As inscrições estão abertas até o dia 03/03 peloemail ccomp@planejamento.gov.br.
Mais informações pelos emails daniele.borges@planejamento.gov.br ou thiego.silva@planejamento.gov.br.


domingo, 16 de fevereiro de 2014

Opinião: A Globo sempre viveu com dinheiro público

Fernando Henrique Cardoso e Roberto Marinho.
Foto de
Miguel do Rosário
Como o dinheiro público vem patrocinando a Globo há décadas
Por Paulo Nogueira, no Diario do Centro do Mundo.
A Globo falando de forças antidemocráticas chega a ser engraçado. Foi num editorial do Globo, e as tais forças eram os manifestantes. Em 1954, Roberto Marinho trabalhou intensamente para derrubar Getúlio Vargas. Vargas trouxe o voto secreto, deu às mulheres o direito de votar, criou leis trabalhistas que regularam o horário de trabalho e estipularam férias. 
Em 1964, mais uma vez Roberto Marinho foi destaque para derrubar um governo popular, agora o de João Goulart. Jango cometeu o crime, aspas, de tentar combater a desigualdade. Criou, por exemplo, o 13.o salário, “uma tragédia”, conforme noticiou o Globo na ocasião.
Mesmo com esta folha corrida, a Globo se julga no direito de falar em forças antidemocráticas.
Pausa para rir.
No mesmo editorial, a Globo se revelou magoada com a maneira como é tratada na internet por blogs “patrocinados pelo governo”.
Nova pausa.
Nenhuma empresa jornalística tem sido tão patrocinada pelo governo, ao longo de tantos anos, como a Globo. Apenas nos 10 anos de PT no poder, a empresa levou 6 bilhões de reais do governo em publicidade oficial – isto com a audiência despencando. Isto para não falar em coisas como o dinheiro do BNDES – nosso, portanto – que financiou a construção de uma supergráfica, nos anos 1990, que hoje é um elefante branco.
Não é só do governo federal que a Globo se abastece. Nos meus tempos de Editora Globo, o governo do Amazonas comprava lotes milionários de livros da Globo. A contrapartida era um tratamento generoso na revista Época para o então governador do Amazonas, Eduardo Braga. Tive com Braga uma briga memorável na sede da Editora Globo depois que publicamos um artigo desfavorável a ele. Eu era diretor editorial naquela ocasião, e ele saiu da reunião dizendo, ameaçador, que ia conversar com João Roberto Marinho.
Uma boa parte do patrimônio bilionário da família Marinho vem do dinheiro público da propaganda oficial. Durante muitos anos, quando os anunciantes já conseguiam descontos expressivos das empresas de mídia, apenas o governo continuava a pagar a tabela cheia, bovinamente.
E mesmo assim a empresa faz pose.
No campo dos impostos a atitude é a mesma. Até os manifestantes do MST pediram outro dia que a empresa mostrasse o Darf – o recibo de uma multa milionária que a Receita lhe aplicou por trapaça na Copa de 2002. 
Mesmo assim, a Globo começa a fazer pressão contra o Google na questão fiscal. É verdade que o Google levou mundialmente ao estado da arte a sonegação legal, aspas, ao encaminhar seu faturamento para paraísos fiscais. Como o DCM deu diversas vezes, governos no mundo inteiro – o americano, o inglês, o alemão, o francês etc – estão tratando de acabar com a farra fiscal do Google e de outras empresas.
A primeira providência dos governos tem sido publicar o faturamento local do Google e a quantia que paga de imposto – uma miséria. No Brasil, só agora – segundo O Globo – a Receita decidiu agir. Dilma, noticiou O Globo, teria dado ordens expressas para cuidar do caso Google.
Quem é o principal interessado? O Globo, uma vez que o faturamento publicitário do Google no Brasil cresce vertiginosamente, e tende a bloquear as ambições da Globo na internet. Não que o Google não tenha que pagar o imposto devido. Tem. Exclamação.
Mas um sonegador falando de outro? Se a Receita cercar apenas o Google fará um trabalho pela metade.
Enquanto a Globo não mostrar o Darf, a sociedade tem toda a razão de entender que a Globo é mais igual que os outros perante a Receita, e não só a Receita, lamentávelmente.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Argentina: distribuição equitativa da publicidade oficial em debate

La publicidad oficial opera en el caso de las grandes corporaciones mediáticas como una vía más de acumulación de capital en el marco de un proceso de concentración y acumulación en pocas manos. En tanto, para los denominados medios comunitarios o locales que han asumido la responsabilidad de darle voz a sectores de la sociedad expulsados o manipulados por el universo informativo, la publicidad oficial, en muchos casos viene a suplir la ausencia de una verdadera distribución de la riqueza.

Es sabido que la pelea sobre la distribución equitativa de la publicidad oficial, es un tema de difícil resolución y aplicación a nivel internacional. 
El proceso de expansión/concentración de los medios masivos como garantía del sistema para penetrar ideológicamente en cada célula del cuerpo social, fue acompañado por el surgimiento de cientos de medios barriales, locales y regionales que se plantearon como una alternativa contrahegemónica o como un espacio de construcción de comunicación propia.  Si bien, desde siempre estos medios han existido como una forma de hacer hablar a la sociedad toda, consustanciándose con los intereses populares y sus necesidades barriales concretas (basta recordar, a modo de ejemplo, al periodista desaparecido Tilo Arenst Wenner y su periódico El Actual de Escobar) nunca tuvieron tanta presencia cuantitativa como en estas épocas.
Hoy, los realizadores de estas alternativas comunicacionales desarrollan su actividad en una realidad desfavorable según las instancias que se imponen y que nunca se desean. Y es en estas circunstancias que profundizan su capacitación propia, a sabiendas de que contenido y estética son conceptos que se deben juntar para brindar saltos de calidad. Imaginación, actualización tecnológica y la búsqueda de variantes comunicacionales fueron y son las bases de las que se van nutriendo los nuevos periodistas-comunicadores sociales. De esta forma, competen a sus funciones, desde la edición, hasta el proceso de activación de la publicidad, pasando por su propia formación y capacitación.
La (in) competencia, entonces, con los grandes grupos mediáticos resulta feroz y en esto la publicidad juega un rol no menor. Los medios pertenecientes a las grandes corporaciones multinacionales se reparten la mayor parte de la torta publicitaria tanto estatal como privada. A los otros, les queda el pequeño porcentaje de publicidad estatal que fije, en los casos en que se encuentre legislado, la gobernación local y el aporte de los comerciantes vecinales.
Resulta evidente entonces que los medios barriales, locales o regionales,  se encuentran a una distancia de años luz con los masivos.
La Unión de Trabajadores de Prensa de Buenos Aires (UTPBA) sostuvo desde siempre que el reclamo de su aplicación no debe quedar limitado a las megacorporaciones de la comunicación. Se trata de un derecho que debe ser protegido por el Estado para promover diversas experiencias de comunicación.  Hace muchos años, los denominados medios comunitarios o locales, de distinto formatos, vienen reclamando junto a la UTPBA un trato igualitario.
Distribuir publicidad oficial, es asignar recursos económicos para el impulso, la proyección y el desarrollo de medios de comunicación, sin que esto signifique un elemento de presión por parte de ningún sector. 
Más de dos décadas de demanda por parte de trabajadores, de la UTPBA y de distintas organizaciones sociales, lleva el reclamo para que sus medios sean incluidos en un esquema de distribución de la publicidad oficial.
Tomar la palabra silenciada, dar cabida a temas de interés de las comunidades ignorados por los grandes medios es parte de la esencia de miles de AM y FM, canales de cable, medios digitales, periódicos y revistas que se expandieron fuertemente en los últimos años.  Son miles de comunicadores sociales cuyo trabajo depende de la consolidación de cada uno de ellos.
No aspiramos a que este problema, para nada menor y tan definitivo para el desarrollo real de cualquier sociedad, se resuelva con la distribución de la pauta oficial. Sin embargo, es un comienzo para nada menor.


quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

TV Paga: Conselho de Comunicação aprova regulamento de qualidade para TVs por assinatura


Da Agência Senado
O Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional aprovou na última segunda-feira, 10, a proposta de Regulamento de Gestão da Qualidade (RGQ) das Prestadoras dos Serviços de Televisão por Assinatura. O RGQ foi analisado pelos conselheiros, que levaram em conta o Código de Defesa do Consumidor e as leis de comunicações específicas do setor. O conselho tem, por lei, a prerrogativa de avaliar a regulamentação do Serviço de Acesso Condicionado.
O texto será devolvido à agência com sugestões de mudanças. A ressalva do conselho é sobre a necessidade de uma definição formal do que seriam empresas de pequeno porte na área de TV por assinatura, como consta no texto.
O relator da matéria, engenheiro Roberto Franco, descreveu as sugestões de modificação uma a uma. Entre elas, o fato de a proposta exigir que as transferências entre operadores durante o atendimento telefônico aos usuários durem menos de um minuto em 100% dos casos. "Essa meta, por não prever o imponderável, afasta-se da razoabilidade técnica e precisa ser revisada pela agência", afirmou.
O conselheiro elogiou a determinação de tratamento isonômico dos usuários. Nessa linha, pediu a igualdade entre as metas de solução de problemas do RGQ da TV por Assinatura e as já impostas às provedoras de Internet, por meio do RGQ do Serviço de Comunicações Multimídia, em vigor desde 2011. A Anatel fixou um índice de atendimento de 98% da demanda para as TVs, quando as provedoras de internet têm meta de resolver 95%.
Franco sugeriu, também, a adoção de um prazo de pelo menos 180 dias para as prestadoras se adaptarem ao regulamento. Ele argumentou que as empresas precisam de tempo para que as prestadoras adaptem seus processos e treinem seu pessoal antes da regra começar a valer. Por outro lado, pediu a redução do prazo de 60 meses para armazenamento de dados. De acordo com o conselheiro, isso encareceria o serviço. Atualmente o prazo é de 24 meses.
Indicadores
Entre os indicadores de qualidade, encontra-se no texto proposto pela Anatel o limite de 2% para a relação entre a quantidade de reclamações recebidas pela prestadora e o total de assinantes no mês correspondente. Da mesma forma, não pode ser superior a 2% o índice que registra as reclamações recebidas pela própria prestadora e aquelas recebidas pelos canais de atendimento da Anatel.
O novo regulamento prevê a realização de pesquisas de satisfação com os usuários dos canais por assinatura para que se registre a percepção dos consumidores a respeito da qualidade do serviço. As pesquisas comporão série histórica e poderão ser comparados os resultados ao longo do tempo.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Opinião: A mídia privada auspicia a guerra econômica

Por Diego Olivera, originalmente publicado no Barómetro Internacional

 


Luego de un viaje personal por el Cono Sur de América puede nuevamente comprobar la desinformación y la manipulación de la realidad por los medios impresos privados de Perú, Argentina, Paraguay y Uruguay sobre la realidad en Venezuela. Una campaña internacional que  manipula  la información.  El día 9 de diciembre de 2013, todos ellos multiplicaban que la  denominada Mesa de la (no) Unidad Democrática (MUD), había ganado la mayoría de las Alcaldías Municipales, sin embargo esta MUD capitalizó 4.410.838 votos mientras que las tarjetas del PSUV alcanzaban los 5.265.930 sufragios. Una “victoria opositora” en ocho capitales (de 23 Estados, es pírrica),  sirvió para matizar la derrota numérica (así informaba el Universal de Venezuela, Ídem los medios internacionales), la realidad es que el  PSUV obtuvo 242 alcaldías y la MUD alcanzó  76.

 

Pero esta campaña de los medios contra Venezuela enfoca el tema político, pero también hace hincapié en que ha  fracasado el proyecto económico del gobierno. Lo que no informa son las consecuencias de una guerra de acaparamiento y especulación, que ha generado una falsa carencia de alimentos, porque solo 20 productos desaparecen en la oferta de supermercados y abastos, mientras que otros productos importados están a la venta. ¿Será casualidad que sean los comestibles y enseres de la Canasta Básica del venezolano? lo que demuestra la intención de generar una crisis alimentaria.




Al enfocar esta realidad económica nos pareció bueno resaltar un artículo, del periodista José Vicente Rangel en el que muestra que varios periódicos se dieron a la tarea de confundir a los venezolanos. “Los medios renuncian a su rol de informar para ser punta de lanza de los delincuentes”. A lo que agrega que “Los empresarios que incurrieron en prácticas de especulación y sobreprecio recurrieron a la vieja estrategia de acusar al pueblo para salvar su responsabilidad y contaron con la colaboración de los medios privados al servicio de la derecha que renunciaron a su rol de informar para convertirse en la punta de lanza de los delincuentes”.

Rangel mencionó como ejemplo, un titular publicado por el diario El Universal que en respuesta a las medidas económicas de defensa al consumidor implementadas por el Ejecutivo, tituló en su primera página: “Rebaja de precios generó caos en los comercios”. Acotando que “Estos titulares pretenden invisibilizar el delito, exonerar de responsabilidad a los delincuentes, atribuir la reacción popular de defensa del salario a la rebaja de los precios y no como en realidad ocurre, que todo ha sido consecuencia del incremento obsceno de precios impuestos por los empresarios y comerciantes inescrupulosos, apoyados por los dirigentes de la oposición”.
También recordó el periodista que “La guerra económica perpetrada por los sectores de la oposición con el objetivo de acabar con el proceso bolivariano se asemeja al plan empleado por la derecha y los Estados Unidos en 1973 para derrocar el Gobierno constitucional e instaurar la dictadura en Chile”.

Por último destacamos que Rangel indicó que “La guerra económica emprendida por la derecha venezolana y los comerciantes inescrupulosos se basa en la especulación, desabastecimiento, la manipulación de precios y las maniobras con el dólar es la misma que ensayó en Venezuela en 2002 el empresariado, las transnacionales, la oposición política y los medios de comunicación con el objeto de paralizar el país y llevar a la colectividad a la desesperación, y que no alcanzó el éxito, gracias a la decisión de impedirlo del pueblo y la lealtad de las Fuerzas Armadas”.

Un nuevo ataque  de la diplomacia de EEUU contra la CELAC

Nos parece importante señalar que la II Cumbre de la CELAC (Comunidad de Estados Latinoamericanos y Caribeños), celebrada en La Habana, marcó un hito en la historia continental de América Latina y El Caribe, donde los acuerdos alcanzados hablan de la madurez, de la unidad en la diversidad, pero dentro del respeto a todas las naciones de América Latina y el Mundo. Pero el Gobierno de EE.UU. como convidado de piedra, opina sobre esta II Cumbre de la CELAC en una noticia de la Agencia Española Efe (como siempre protegiendo el establishment, ¡que refiere al grupo dominante visible o élite que ostenta el poder¡)  le da espacio a un portavoz del Departamento de Estado, que pidió el anonimato.

El anónimo estadounidense afirmó que "Estamos decepcionados de que la CELAC, en su declaración final, traicionó la dedicación a los principios democráticos a la que se ha comprometido la región, al abrazar el sistema de partido único en Cuba, además urgimos a los miembros de la CELAC a demostrar claramente su apoyo al derecho a la asamblea pacífica y a la libertad de expresión en todo el continente de las Américas".

Por último según la nota de EFE “El Departamento de Estado ve la declaración de la CELAC, particularmente inexplicable para una organización cuyo supuesto apoyo a la democracia y los derechos humanos quedó expresado, en la declaración de Santiago de Chile durante la primera cumbre del organismo regional, en enero de 2013”.

La CELAC demostró la unidad Latinoamérica y sus derechos soberanos

Nos parece importante mostrar algunas de las decisiones tomadas en la declaración final de la cumbre de la CELAC, resaltando la unanimidad a los países miembros sin la presencia de EE.UU. y Canadá, que acordaron "respetar plenamente el derecho inalienable de todo Estado a elegir su sistema político, económico, social y cultural como condición esencial para asegurar la convivencia pacífica entre las naciones".

Agregando algo que seguramente afectó la soberbia del Departamento de Estado, que expresa “el ‘profundo rechazo’ de la CELAC a la aplicación de medidas coercitivas unilaterales", reitera su "solidaridad con la República de Cuba" y "reafirma" su "llamado al Gobierno de los Estados Unidos de América a que ponga fin al bloqueo económico, comercial y financiero que impone a dicha nación hermana desde hace más de cinco décadas". También las políticas de extorsión del gobierno de EEUU, fueron asumidas por los  miembros de la CELAC, que mostraron su "rechazo a las listas y certificaciones unilaterales por parte de países desarrollados que afectan a países de la América Latina y el Caribe, en particular las referidas a terrorismo, narcotráfico, trata de personas y otras de similar carácter".


En próximo artículo seguiremos analizando mas acuerdos alcanzados por la CELAC, en esta oportunidad quisimos hacer énfasis en la lucha por la dignidad, por el respeto al derecho soberano de los países a elegir sus formas de gobierno, no producto de las trasnacionales, de las elites de EEUU y Europa. Porque estas naciones no pueden mandar, si son ellas las que han llevado a la crisis mundial del capitalismo, a la destrucción del medio ambiente, de la capa de ozono, a las guerras mundiales y regionales. No hay principios y humanidad en los países desarrollados, solo la acumulación de la riqueza y la destrucción de la sociedad humana.  

TV Paga: Brasil fecha 2013 com 18,02 milhões de assinates

Por Samuel Possebon.em Pay-TV News

O Brasil fechou 2013 com mais de 18 milhões de assinantes de TV paga. Mais precisamente 18,02 milhões. A notícia nem tão boa foi que o crescimento anual foi de 11,3%, o que é um percentual importante, mas é o menor índice de crescimento registrado desde 2005, quando o mercado se expandiu 9%. Em uma década, contudo, o mercado de TV por assinatura cresceu mais de 330%. Ao final de 2004 eram apenas 4,2 milhões de assinantes, como base de comparação.
O movimento de desaceleração da taxa de crescimento do mercado é constante há algum tempo, com um declínio mensal permanente no comparativo anual, que ainda não mostra uma tendência muito clara de estabilização.
O que é constante na análise é que existe uma concentração do crescimento em apenas cinco operadoras: Net, Claro TV, Sky, GVT e Telefônica/Vivo. A Oi Está perdendo base há alguns meses e em dezembro despencou 62 mil usuários, segundo os dados da agência, e agora tem 829 mil assinantes. A Sky vem acelerando novamente o ritmo e foi a operadora que mais cresceu em números absolutos em dezembro, adicionando 54 mil clientes a sua base e chegou a 5,37 milhões, voltando a ter um número de clientes acima do que tinha em abril, quando cortou mais de 200 mil usuários que estavam inadimplentes mas permaneciam conectados.
A Net cresceu 34 mil clientes em dezembro e fechou o ano com 6,06 milhões de assinantes. A Claro TV cresceu 33 mil clientes e tem 3,6 milhões de assinantes.  A GVT manteve o ritmo de 30 mil novas adições líquidas e alcançou 677 mil clientes, enquanto a Vivo TV cresceu 8 mil clientes líquidos e chegou a 594 mil assinantes.
No balanço anual, a operadora que mais ganhou clientes em números absolutos foi a Net Serviços, que conquistou 687 mil clientes e cresceu, com isso, 12,7% no ano. A Claro TV cresceu 480 mil clientes no ano, ou cerca de 15,3%. A Sky, mesmo com uma sensível perda de base no primeiro semestre, cresceu 332 mil assinantes, acumulando um crescimento anual de 6,6%. A Oi, apesar do desempenho fraco no final de 2013, ainda teve um saldo líquido de 80 mil clientes em 2013 e um crescimento de pouco mais de 10%. A GVT teve o maior crescimento proporcional (59%) e conseguiu adicionar 226 mil clientes em sua base. E a Vivo TV, que só voltou a crescer no final do ano, teve uma perda anual de 8 mil clientes. O restante do mercado cresceu menos de 2 mil clientes.

República Dominicana: América Latina debate Banda Larga

Da Prensa Latina

Delegados de 35 países debatem em Santo Domingo, na República Dominicana, o desenvolvimento de banda larga e Internet na América Latina. O encontro é preparatório à VI Assembleia da Comissão Interamericana de Telecomunicações (Citel).
O debate reúne autoridades governamentais, representantes do setor privado e da sociedade civil,  técnicos, especialistas e acadêmicos.
Serão debatidas as políticas públicas, planejamento e prioridades, meios regulamentares e econômicos, inovação tecnológica e adoção digital.
Segundo o presidente do Instituto Dominicano das Telecomunicações, Gedeón Santos, trata-se de um diálogo estratégico, um ensaio prévio à reunião ordinária da Citel.