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domingo, 19 de janeiro de 2014

Venezuela: mídia alternativa elabora Plano Nacional de Comunicação Popular

Representantes de 473 medios impresos, audiovisuales y digitales alternativos de toda Venezuela comenzaron la creación del Plan Nacional de la Comunicación Alternativa y Comunitaria 2014-2019, esto durante el II Encuentro Nacional que se realiza en el Centro de Formación Simón  Bolívar de Los Teques (Estado Miranda, al sur de Caracas).
En el evento participan 543 voceros de medios alternativos y comunitarios, distribuidos en 18 mesas de trabajo que serán el escenario de un debate que se extenderá hasta hoy  domingo 19.
El evento fue inaugurado por abrió Reinaldo Escorcia, director general de Medios Alternativos y Comunitarios del Ministerio del Poder Popular para la Comunicación y la Información (Mippci). 
Además, disertaron Tom Ayala, periodista de la  Agencia Venezolana de Noticias (AVN), José Suárez, gerente general de servicios universales de la Comisión Nacional de Telecomunicaciones (Conatel), y Rolando Corao, comisionado del Mippci para la Comunicación Popular.La cita dobló la asistencia de la primera reunión realizada, entre el 12 y 15 de diciembre pasado, una convocatoria del Ministerio de Comunicación para crear un nuevo orden comunicativo, mandato expreso del  Plan de la Patria 2013–2019 en el que los medios alternativos dan dirección y concreción al plan de la comunicación popular.
Los participantes acordaron cuatro temas a discutir en estas jornadas: Formación, producción de contenidos, proyectos socioproductivos y uso responsable de la comunicación y del espectro radioeléctrico.
Entre las propuestas sobre la formación está la creación de la Escuela  Nacional de Formación de la Comunicación Popular para el Desarrollo de la  Educomunicación, así como el reconocimiento académico a través de un título universitario que avale los saberes  de los comunicadores populares.
La discusión de la producción de contenido se orienta a visibilizar los procesos y vivencias de las comunidades, crear programas educativos y otros dirigidos a impulsar la articulación del  Poder Popular con los comunicadores, además de generar contenidos con elementos que  desmonten las lógicas de dominación y alienación.

En el área socioproductiva, los voceros consideran fundamental la aprobación de la Ley de Comunicación  Popular que  norme  y dé factibilidad a la presentación  y ejecución de sus iniciativas. 

También destacaron la necesidad de fortalecer el carácter asociativo de los medios para hacerlos más eficientes .

“Las propuestas de sostenibilidad van más allá de los recursos económicos que se puedan percibir, pues deben incluir la seguridad social de los comunicadores. Es deseable lograr la mayor y más eficaz articulación interinstitucional y comunicacional de los entes y empresas del Estado con los medios alternativos y comunitarios”, explicó Ayala.

En cuanto al uso responsable de la comunicación, el espectro radioeléctrico es considerado un recurso limitado y de dominio público, su uso concierne y compromete los intereses del pueblo que en definitiva es el depositario intransferible de la soberanía, por ende, los medios plantearon la revisión de las concesiones y abrir espacio para los medios comunitarios digitalizando el espacio radiofónico.

Al Ministerio de Comunicación le corresponde abrir el debate y brindar acompañamiento político-técnico, con miras al cumplimiento de lo establecido en el Plan de la Patria en cuanto a garantizar el derecho del pueblo a estar informado veraz y oportunamente y al libre ejercicio de la información y comunicación.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Seminário debate Jornalismo Popular, movimentos sociais e desafios da comunicação

Por Igor Fuser

Se existe um ponto em que a mídia comercial se revela especialmente
parcial e tendenciosa, é a cobertura dos movimentos sociais e das
lutas dos trabalhadores. Toda vez que ocorre uma greve ou uma
passeata, os jornais e revistas da chamada grande mídia, assim como as
emissoras de rádio e televisão, destacam o impacto que o protesto
provoca na produção ou na rotina da população, não dando destaque para
as reivindicações que levaram os trabalhadores a se mobilizar.

As lutas sociais no campo, em especial as ocupações de latifúndios
pelos movimentos sociais que lutam pela reforma agrária, são tratadas
pela imprensa como se fossem atos criminosos. E os verdadeiros crimes,
como os assassinatos de lutadores do povo e defensores do meio
ambiente por pistoleiros a mando de fazendeiros, raramente encontram
espaço proporcional nos meios de comunicação.

As grandes empresas jornalísticas escondem ou minimizam o que não
convém aos seus donos e seus anunciantes, assim como aos políticos que
as representam. Já quando é do seu interesse, enfatizam, exageram,
manipulam e até inventam. Assim funciona a imprensa empresarial,
lançando mão de ênfases e omissões, como analisou o teórico
estadunidense Noam Chomsky.

Para analisar essa situação e buscar meios para se contrapor ao
monopólio da informação no país, o jornal Brasil de Fato promove o
seminário Jornalismo Popular: Movimentos Sociais e Desafios da
Comunicação.

Convidamos estudantes e professores das faculdades de Jornalismo e da
área da comunicação, assim como profissionais em todas as áreas da
mídia, para uma jornada de um dia inteiro em contato com dirigentes de
movimentos sociais, intelectuais e comunicadores da imprensa popular.

O objetivo é conhecer um pouco do Brasil que a chamada “grande mídia”
esconde, dialogando com as fontes de informações que raramente
conseguem levar a sua voz até a esfera pública. Dessa maneira,
estudantes, professores e profissionais do Jornalismo poderão ter
acesso a uma visão mais ampla e diversificada da realidade brasileira.
Venha conhecer aquele lado que nunca tem a chance de ser fazer ouvir.

Você terá mais informações para desenvolver pautas que envolvem
conflitos sociais. Só assim, com jornalistas com conhecimento sólido e
amplo leque de fontes sobre as lutas dos trabalhadores, será possível
ter no Brasil uma imprensa capaz contribuir na construção de um país
democrático.

Dia 26 de novembro - Horário - 9h às 18h

Local: PUC-SP, sala 239
Campus Perdizes. Rua Ministro de Godoy, 969, São Paulo


Faça a sua inscrição - Entrada Franca/Vagas Limitadas
cursosbrasildefato@gmail.com


Certificação: PUC-SP/Brasil de Fato

Mais informações
http://cursosbrasildefato.blogspot.com/

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Pós-graduação em Jornalismo Comunitário e Popular na Metodista de SP

A Universidade Metodista de São Paulo oferece, a partir desse ano, a pós-graduação Lato Sensu ‘Jornalismo Comunitário e Popular’, visando capacitar jornalistas para atuarem em mídias comunitárias, movimentos sociais e outros veículos da sociedade civil. A proposta do curso é também estimular a reflexão sobre o papel social do jornalismo, apresentar tecnologias alternativas de comunicação e discutir novos paradigmas da área. As inscrições podem ser feitas até 28 de fevereiro.


SERVIÇO:
Data: Primeira quinzena de março (Duração: 18 meses)
Horário: das 19h às 23h (sextas-feiras) e das 8h às 12h (sábados)
Local: Campus Rudge Ramos
Endereço: Rua Alfeu Tavares, 149 - Rudge Ramos - São Bernardo do Campo (SP)
Organizador: Universidade Metodista
Investimento: R$ 1.151,11 (18 parcelas. Haverá reajuste a partir da 13ª)
Mais informações no site

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Jornal Meia Hora chega a São Paulo

Do M&M Online

O jornal Meia Hora - famoso no Rio de Janeiro por publicar matérias com fotos e linguagem bastante irreverente e polêmica - chega oficialmente à cidade de São Paulo nesta segunda-feira 19.

A empresa Jornalística Econômico S.A (Ejesa) passa a publicar o título na capital paulista, que terá como foco total a classe C e será vendido nas bancas pelo preço de R$ 0,50. A versão paulistana do periódico seguirá os mesmos moldes da que circula no Rio: formato quadróide, baixo preço e linguagem popular.

Algumas diferenças, porém, foram preparadas somente para o público da capital paulista. A versão de São Paulo terá uma editoria especial de Transporte Público, para cobrir o cotidiano dos taxistas e motoboys, que compõem boa parte do tráfego urbano da cidade. O jornal também terá um classificado de empregos e dicas de mercado de trabalho, além da tradicional coluna "Gata da Hora", que se destina a apresentar a imagem e o perfil de belas mulheres.

Com a publicação do Meia Hora, a Ejesa passa a ter mais um título em circulação em São Paulo, onde ela já publica o jornal Brasil Econômico.

Para divulgar o lançamento do jornal em São Paulo, a house da editora O Dia preparou uma campanha que contempla anúncios em linhas da CPTM, cujo mote enfatiza o tom popular e simples do periódico: "Nunca foi tão fácil ler jornal".

Além disso também foi criada uma ação de guerrilha chamada "Rango da Hora", que será feita em alguns restaurantes das regiões centrais e da Barra Funda, Tatuapé, Jabaquara, Berrini, Paulista e Faria Lima. Nas entradas desses estabelecimentos serão colocados cavaletes, com o anuncio do prato do dia como se fosse uma manchete do Meia Hora. Os clientes que pedirem aquele prato promocional receberão, de graça, um exemplar do jornal.