O concurso da Companha Nacional de Abastecimento - Conab prevê a oferta de 155 vagas de nível superior. Nenhuma para Cmunicação Social. Neste segmento o concurso é para formação de cadastro reserva.
Se vieram a chamar algum comunicador, o salário será de R$ 4.578,70, para uma jornada de trabalho de 44 horas. No passado, quando ainda se chamava Cobal,a Conab possuia uma bela equipe de comunicadores, mas com o tempo, o quadro foi ficando sucateado e poucos concursos foram realizados para repor as vagas que surgiram.
Neste concurso, a Conab aceitará candidatos de qualquer das três áreas básicas da Comunicação:Jornalismo, Publicidade ou Relações Públicas.
Os candidatos deverão possuir diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, Publicidade ou Relações Públicas; e registro profissional.
O concurso contará com umaprova de conhecimentos básicos, onde cairá Língua Portuguesa, Raciocínio Lógico e Matemático, Legislação Específica Aplicada a Conab e Atualidades, e uma prova de conhecimentos especificosabrangendo todo o conhecimento teórico das três habilitações da Comunicação Social.
Você pode conferir o detahamento da prova de conhecimento específico clicando aqui e buscando depois o item 5.6.
O edital completo está disponível aqui.
Um espaço para os campos da Informação e da Comunicação e sobre eles abrir um debate com os leitores. Análises, artigos, avisos, concursos, publicações... Aqui você encontrará de tudo um pouco. Os textos poderão ser em português, espanhol, inglês ou francês.
domingo, 22 de julho de 2012
sábado, 21 de julho de 2012
Maranhão: Justiça determina intervenção no sindicato dos jornalistas de São Luís
Da Fenaj
A juíza Elzenir Luande Franco, da 4ª Vara do Trabalho de São Luís, decidiu destituir a diretoria do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de São Luís (MA), considerando procedente uma ação civil pública de cerceamento à liberdade sindical.
A determinação judicial é de que a FENAJ nomeie uma Junta Governativa Provisória para convocação, no prazo de 90 dias, de assembleia para eleição e posse de uma nova direção para a entidade.
No entanto, como cabe recurso da atual direção do Sindicato à decisão de primeira instância, e como ainda não foi notificada oficialmente, a FENAJ aguarda o desfecho do processo para tomar as providências cabíveis.
A juíza Elzenir Luande Franco, da 4ª Vara do Trabalho de São Luís, decidiu destituir a diretoria do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de São Luís (MA), considerando procedente uma ação civil pública de cerceamento à liberdade sindical.
A determinação judicial é de que a FENAJ nomeie uma Junta Governativa Provisória para convocação, no prazo de 90 dias, de assembleia para eleição e posse de uma nova direção para a entidade.
No entanto, como cabe recurso da atual direção do Sindicato à decisão de primeira instância, e como ainda não foi notificada oficialmente, a FENAJ aguarda o desfecho do processo para tomar as providências cabíveis.
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Minas Gerais: jornalistas param o trânsito por melhores salários
Da Fenaj
Em assembleia realizada na última quarta-feira (11/7), os profissionais do setor de jornais, revistas e portais rejeitaram a contraproposta patronal de aplicação de 6% de reajuste em todas as faixas salariais e de pagamento do retroativo a 1º de abril em única parcela, na folha de julho. A partir disso, a proposta de mobilização nas empresas foi aprovada, com a criação de uma Comissão de Mobilização da Campanha Salarial 2012 formada por diretores do Sindicato e representantes das redações. |
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sexta-feira, 20 de julho de 2012
ONU lança cartilha para cobertura de desastres
A Organização das Nações Unidas (ONU) lançou a cartilha "O desastre sob o enfoque de novas lentes – Para cada efeito, uma causa". Trata-se de um guia para jornalistas que cobrem desastres e acidentes.
A publicação conta com dicas para trabalhar com o tipo arriscado de reportagens, apresentando exemplos de matérias, fontes e referências. O livro de 180 páginas é dividido em cinco capítulos, seguido de anexos no fim.
O prefácio da edição brasileira é assinado por Markus Ewin Brose, membro do comitê de programas da Care Brasil; o da versão estrangeira foi escrito por Margareta Wahsltröm, representante da secretaria geral para redução de riscos de desastres da ONU.
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Frente Parlamentar da Comunicação questiona formação do Conselho de Comunicação
FRENTECOM REPUDIA
MÉTODO DE COMPOSIÇÃO DO CONSELHO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
A Frente Parlamentar pela Liberdade
de Expressão e o Direito a Comunicação com Participação Popular (FRENTECOM) recebeu,
na manhã de hoje, com estranheza e perplexidade a informação de que o Congresso
Nacional aprovou na sessão de ontem (17) a nova composição do Conselho de
Comunicação Social (CCS), desativado há quase 6 anos por omissão da Presidência
do Congresso.
A votação dessa matéria se deu numa sessão
do Congresso convocada com um único ponto de pauta, ou seja, o Projeto de Lei
de Diretrizes Orçamentárias, às vésperas do recesso parlamentar. O item sobre o
CCS deve ter sido incluído como extra-pauta, sem discussão e à revelia da
maioria dos parlamentares, provavelmente com o conhecimento apenas dos líderes
de bancada presentes à referida sessão.
Considerando tratar-se de uma questão
de grande interesse da sociedade e que consta da agenda de trabalho da FRENTECOM
que, inclusive, encaminhou em fevereiro de 2012 ao Presidente do Senado
indicação de nomes da sociedade civil para compor o conselho, sem ser atendido,
manifestamos nosso veemente repúdio pela forma desrespeitosa e antidemocrática
como o Presidente do Senado tratou, neste caso, os parlamentares e
representantes de mais de cem entidades da sociedade civil que integram a FRENTECOM.
A FRENTECOM reitera o firme
compromisso de continuar lutando por um CCS plural e representativo que
corresponda aos reais anseios democráticos da sociedade brasileira, esperando contar
com o apoio das senhoras e senhores Parlamentares para reverter esse grave
equívoco do Congresso Nacional.
Brasília, 18 de julho de 2012
Dep. Luiza Erundina de Sousa
Coordenadora da FRENTECOM
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Novo Conselho de Comunicação tem perfil pró empresas
Por Samuel Possebon, em Telvaviva news.
Depois de seis anos inativo, o Conselho de Comunicação Social voltou a ter seus integrantes nomeados pelo presidente do Congresso Nacional, senador José Sarney. O conselho, que desde 2006 estava parado por falta de indicação dos ocupantes, é um órgão auxiliar do Congresso Nacional para assuntos de comunicação. Na prática, as funções do conselho são apenas opinativas. Seu papel mais relevante é ser compulsoriamente ouvido sobre a regulamentação de TV por assinatura. Futuramente, pode ter um papel importante em um eventual debate sobre um novo marco de comunicação e deve acabar se posicionando em questões referentes, por exemplo, à Internet e à aplicação das regras do capítulo da comunicação social na Constituição sobre novos meios, como aliás já aconteceu no passado.
Dos 13 integrantes, sete tendem a pesar mais para o lado empresarial, considerando-se o papel das suplências e as indicações políticas. Os integrantes nomeados foram:
Dos 13 integrantes, sete tendem a pesar mais para o lado empresarial, considerando-se o papel das suplências e as indicações políticas. Os integrantes nomeados foram:
- Representante das empresas de rádio: Walter Vieira Ceneviva, tento como suplente Daniel Pimentel Slaviero.
- Representante das empresas de televisão: Gilberto Carlos Leifert, tendo como suplente Márcio Novaes.
- Representante de empresas da imprensa escrita: Alexandre Kruel Jobim, tendo como suplente Lourival Santos.
- Engenheiro com notório conhecimento na área de comunicação social: Roberto Franco, tendo como suplente Liliana Nakonechnyj
- Representante da categoria profissional dos jornalistas: Celso Augusto Schröder, sendo a suplente Maria José Braga
- Representante da categoria profissional dos radialistas: José Catarino Nascimento e o suplente Eurípedes Corrêa Conceição
- Representante da categoria profissional dos artistas: Jorge Coutinho e suplente Mário Marcelo
- Representante das categorias profissionais de cinema e vídeo: Luiz Antonio Gerace da Rocha e Silva, tendo como suplente Pedro Pablo Lazzarini
- Representante da sociedade civil: Miguel Angelo Cançado e a suplente Wrana Panizzi
- Representante da sociedade civil: Arcebispo Dom Orani João Tempesta e suplente Pedro Rogério Couto Moreira
- Representante da sociedade civil: Ronaldo Lemos e suplente Juca Ferreira
- Representante da sociedade civil: João Monteiro Filho e suplente José Vitor Castiel
- Representante da sociedade civil: Fernando Cesar Mesquita e suplente Leonardo Petrelli
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Brasil tem 256,13 milhões de linhas celulares
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O Brasil fechou o mês de junho
com 256,13 milhões de linhas ativas na telefonia móvel e teledensidade de
130,44 acessos para cada grupo de cem habitantes. Já os terminais 3G de banda
larga móvel totalizaram 48,89 milhões de acessos. No entanto, o balanço mostrou
a segunda menor média de novas habilitações em comparação com o mesmo mês dos
últimos 12 anos. Foram 1,8 milhão de novas habilitações registradas em junho, equivalente a um crescimento de 0,46% em relação ao mês anterior. A média de novas habilitações foi a segunda menor desde o início dos levantamentos da Anatel, em 2000. Em 2006, foi registrada uma queda de 0,67% por conta de 617 milhões de desligamentos. Na época, a redução ocorreu porque a Vivo enxugou a base de clientes que permaneceram sem usar o serviço mesmo depois de tentativas de reativação. Do total de 256,13 milhões registrados em junho de 2012, 209,2 milhões foram de pré-pagos (81,68%) e 46,9 milhões foram de pós-pagos (18,32%). No market share das operadoras, a Vivo é líder com 29,56%, seguida pela TIM com 26,89%, Claro com 24,58%, Oi com 18,65%, CTBC com 0,28% e Sercomtel com 0,03%. A redução no total de terminais 3G se deu por conta de um melhor detalhamento dos terminais de dados: os de banda larga, como modems 3G, e os de dados M2M (máquinas de cartão de crédito e débito habilitados nas redes de operadoras, por exemplo). A tecnologia WCDMA fechou junho com 16,65%, seguida pelos terminais de dados banda larga (2,44%), terminais de dados M2M (2,33%) e CDMA (0,4%). O padrão GSM ainda tem a maior participação no Brasil, com 78,18%. |
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