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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Radiodifusores do Chile pedem limites de ação do Grupo Prisa

De Medioslatinos
 
"En España ningún extranjero puede operar o controlar más del 25% del capital social de una empresa radiodifusora, y nadie puede operar y controlar más de cinco cadenas de radio, y el Grupo Prisa , controlador del periódico El País, controla en Chile el 100% del capital social de 11 cadenas de radio, con más de 200 concesiones, y esta situación vulnera claramente la Ley de Prensa". 
Con estas palabras, el Presidente de la Asociación de Radiodifusores de Chile (Archi), Luis Pardo, ha salido a exigir al Presidente de Chile que vele por el cumplimiento de la Ley de Prensa. Según el dirigente, el Presidente Sebastián Piñera habría afirmado ante todos los radiodifusores en abril del año pasado, que le pediría a los consorcios extranjeros que respetaran la ley chilena. 
La asociación presidida por Pardo sostiene que el grupo Prisa controla más cadenas de radio de las que permite la legislación chilena, violando la "cláusula de reciprocidad internacional" en las concesiones radiales.

Información publicada en el periódico español El Mundo. Para más detalles haga click aquí.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

O grupo espanhol Prisa, dono do El País, mira a América Latina

De Medioslatinos


En un contexto de recesión económica en su país de origen, el grupo de medios español Prisa ha manifestado su voluntad de expandirse en el mercado latinoamericano. Con Radio Caracol en Colombia, la cadena Radiópolis junto al Grupo Televisa en México, más emisoras en Estados Unidos, Chile, Costa Rica y Panamá, el próximo objetivo de la multinacional de medios estará puesto en Brasil, que acaba de abrir el negocio de la TV cable a la inversión extranjera.

El grupo español ha manifestado asimismo su interés en ampliar su presencia en la Argentina en donde ya posee las emisoras Continental y FM Hit y está por cerrar un acuerdo para controlar una tercera señal. Para desembarcar sin obstáculos en ese país, donde rige la la ley de bienes culturales que restringe al 30% el máximo de inversión en medios por cuenta de extranjeros, Prisa acudió al tratado de reciprocidad entre Argentina y Estados Unidos y opera en el país bajo el nombre de Grupo Latino de Radio (GLR), con sede en Miami.

Asimismo, en marzo de este año, el periódico El País cerró una alianza con el Nuevo Herald de Miami, para ingresar al pujante mercado hispanohablante de los Estados Unidos. El Grupo Prisa es controlado por un fondo de inversiones estadounidense llamado Liberty, del que participa como inversionista el empresario mexicano Carlos Slim Helu. Según datos proporcionados a Comisión Nacional de Mercados de Valores, los ingresos operativos de Prisa crecieron un 14,1% el último año en América Latina y ya alcanzan al 22% del total del Grupo.


Información publicada en el Sitio Web de Urgente 24. Para más detalles haga click aquí.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Grupo Prisa lança um canal de TV orientado à audiência latina nos EUA

De Medioslatinos


El grupo español Prisa - que controla o periódico El País, na España - acaba de anunciar el lanzamiento de un canal televisivo y la creación de una división de negocios específica para América Latina y el mercado hispano de los Estados Unidos. Esta división, denominada "Prisa Digital Américas", confirma la importancia creciente que el mercado hispano ha adquirido en la estrategia del conglomerado multimedios.

En efecto, este segmento ha reportado un incremento de 14.7% en el margen de beneficios desde el pasado año. Mediante esta estrategia el Grupo Prisa espera incrementar su actual audiencia en la región, de 24 millones de usuarios únicos por mes.

Información publicada en Sitio Web de la Federación de Asociaciones de Periodistas de España. Para más detalles haga click aquí.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Grupo dono do El Pais anuncia 2.500 demissões

O grupo Prisa, maior conglomerado de imprensa espanhol com braços em outros países - e que edita, entre outros títulos, o jornal El País -, anunciou na terça-feira, 25, que vai reduzir seu quadro de funcionários em 2.500 trabalhadores em todo o mundo – ou 18% de sua equipe global.
O grupo informou que “vai realizar um plano de reestruturação que suporá a redução 18% de seu plantel em nível global”. O plano, que já foi anunciado aos representantes dos trabalhadores e sindicatos, afetará 2.000 pessoas na Espanha e outras 500 em Portugal e na América. O grupo não descarta uma segunda fase de demissões, o que afetaria seus funcionários fora da Espanha. Além do El País, o grupo Prisa possui cadeias de televisão, como a plataforma Digital+, e participação de 15% do jornal francês Le Monde.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Crise: Administração espanhola põe ponto final no Jornal Nacional da portuguesa TVI

Do portal Portugal Digital

O que seria um mero acto de gestão tornou-se um escândalo político, em que é lançada a suspeita de que a decisão da Prisa (proprietária dos jonais El Pais e Le Monde) teria sido influenciada pelo primeiro-ministro português José Sócrates.


Lisboa - A administração da Prisa, empresa espanhola controladora do Jornal Nacional que ia ao ar às sextas-feiras na estação de televisão portuguesa TVI, apresentado por Manuela Moura Guedes, decidiu pôr fim ao programa.
O que seria um mero acto de gestão tornou-se um escândalo político em Portugal, com amplo noticíário nos principais mídias do país e artigos de opinião que, em período de campanha eleitoral, vêem na decisão motivações políticas associadas ao primeiro-ministro José Sócrates.
No Jornal Nacional desta sexta-feira seria apresentada uma reportagem sobre o "caso Freeport", um escândalo de corrupção em torno da construção de um shopping nos arredores de Lisboa, ao qual o nome do primeiro-ministro tem sido associado."Os 1,2 milhões de telespectadores que acompanhavam as edições de sexta-feira do Jornal Nacional da TVI não voltarão a ouvir a frase ´Boa noite, eu sou a Manuela Moura Guedes e este é o Jornal Nacional´. Uma decisão editorial, argumenta o grupo espanhol Prisa, dono da TVI.
Mas a poucas semanas das eleições legislativas o tema transformou-se de imediato em facto político. E pode assumir contornos problemáticos para José Sócrates, que há cinco meses acusou este noticiário de "jornalismo travestido" e de "caça ao homem", escreve nesta sexta-feira o jornal "i".
De acordo com nota divulgada pela administração da empresa, o actual director, João Maia Abreu, "aceitou manter-se interinamente em funções até ser nomeada uma nova direcção de informação". Por outro lado, a Media Capital - empresa proprietária - emitiu também comunicado a garantir "o respeito pela liberdade de expressão, independência, rigor e profissionalismo" da sua informação.
"Nem eu, nem o Partido Socialista, temos qualquer coisa a ver com esta decisão. São absolutamente injustas as acusações que estão a fazer sobre essa pretensa influência na administração da TVI", defendeu-se José Sócrates, que acusa os partidos da oposição de estarem "a fazer uma campanha de calúnias".
"Queremos que a Prisa explique. Faço esse pedido com a autoridade moral de quem foi vítima do jornal", apontou Sócrates, que não escondeu a sua preocupação face às possíveis consequências políticas desta decisão. "O PS não pode pagar por isto. Não quero a mínima suspeita".