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terça-feira, 26 de março de 2013

Rádio Holanda oferece bolsas a jornalistas


De Medioslatinos

El Centro de Entrenamiento de Radio Netherlands ha abierto la convocatoria a becas para participar de un curso sobre el sistema de justicia internacional, que tendrá lugar en La Haya entre el 28 de octubre y el 22 d noviembre. 

La convocatoria está abierta a periodistas que trabajen en medios impresos, audiovisuales o digitales y que provengan de alguno de los siguientes países: Afganistán, Albania, Armenia, Palestina, Bangladesh, Benin, Bhutan, Bolivia, Bosnia-Herzegovina, Brasil, Burkina Faso, Burma, Burundi, Camboya, Cape Verde, Colombia, Costa Rica, Cuba, Congo, Ecuador, Egipto, El Salvador, Eritrea, Etiopia, Georgia, Ghana, Guatemala, Guinea-Bissau, Honduras, India, Indonesia, Irán, Costa de Marfil, Jordania, Kenia, Kosovo, Macedonia, Mali, Moldava, Mongolia, Mozambique, Namibia, Nepal, Nicaragua, Nigeria, Pakistán, Perú, Filipinas, Ruanda, Senegal, Sudáfrica, Sri Lanka, Sudan, Sudán del Sur, Surinam, Tanzania, Tailandia, Uganda, Vietnam, Yemen, Zambia y Zimbabue. 
Durante el curso, los participantes adquirirán conocimientos sobre la legislación en la que se enmarca la justicia internacional y sobre funcionamiento del sistema internacional de justicia con sus éxitos y fracasos. Asimismo se analizarán los mayores retos prácticos y éticos que enfrentan los periodistas, como la politización de la justicia internacional y la protección de testigos. 
Los interesados deberán enviar un formulario de registro, un curriculum vitae, una carta de motivación y una prueba de su dominio del idioma inglés. La fecha límite para postularse es el próximo 7 de Mayo.
   
Información publicada en el sitio web de Radio Netherlands. Para más detalles haga click aquí.         

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Justiça anula regulamento que limitava comerciais de medicamentos

Do Tela Viva news
 
As restrições à veiculação de comerciais de medicamentos, impostas por regulamento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, estão extintas. A decisão é da Justiça Federal de Brasília, que considerou a RDC 96/08 inconstitucional, em processo movido pela Associação Brasileira de Radiodifusores (Abra).
Em sentença publicada na última terça-feira 24, o Juíz Tales Krauss, 4ª Vara Federal da Seção Judiciária de Brasília, considerou que a medida extrapola as atribuições da agência e infringe a legislação já existente sobre publicidade e propaganda de medicamentos. Krauss também considerou que, pela Constituição, apenas o Poder Legislativo pode regulamentar o tema.
A norma da Anvisa proibia, entre outros, a participação de pessoas famosas em comerciais e o uso de imperativos como “tome”, “use” e “experimente”.
O assunto estava em discussão na Justiça desde 2009.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Rondônia sedia Congresso Nacional de Comunicação da Justiça

De 2 a 4 de junho acontecerá em Porto Velho, capital de Rondônia, o Congresso Brasileiro de Assessores de Comunicação da Justiça (Conbrascom). Pela primeira vez o evento que reúne jornalistas de órgãos da Justiça, Ministérios Públicos, Tribunais de Contas e Defensorias Públicas ocorrerá na Amazônia. Com o tema 'Redes sociais e a comunicação da Justiça', o congresso
realizado pelo Fórum Nacional de Comunicação e Justiça (FNCJ) discutirá a utilização das novas ferramentas, como o Twitter, na divulgação de informações para a sociedade.
Na programação do Conbrascom há oficinas, palestras, mesas redondas, apresentação de cases, painéis, workshops e reunião setoriais.

Para participar, acesse aqui.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Tribunal de Justiça do Acre abre concurso para jornalistas

Do Cominique-se

O Tribunal de Justiça do Estado do Acre oferece duas vagas para Técnico em Comunicação Social, graduados em jornalismo. Os aprovados no concurso receberão um salário de R$ 2.598,16 para atuar no órgão, em Rio Branco.
A prova compreende temas como Direito Constitucional, Direito Administrativo, noções gerais de informáticas, teorias da Comunicação Social, além de redação.As inscrições custam R$ 102,50 e vão até o dia 30/03.
Mais informações no site da Fundação Escola Superior do Ministério Público (FMP).

sábado, 2 de janeiro de 2010

Opinião: O DIREITO NA IMPRENSA - A imprecisão e a distorção

Por Dalmo de Abreu Dallari, publicado no Observatório da Imprensa, em 1/12/2009

O noticiário sobre matéria jurídica envolve sempre algum tipo de interesse social, ainda quando se refira a fatos relacionados com o comportamento ou a situação de uma pessoa determinada. Com efeito, ninguém vive fora de um convívio social e, de uma forma ou outra, com maior ou menor intensidade, tudo o que se relaciona com os direitos e responsabilidades de um indivíduo tem alguma repercussão na ordem jurídica e, portanto, nos direitos de outras pessoas.

Por esse motivo, é importante que ao noticiar ou comentar um acontecimento ou uma situação determinada, com alguma conotação jurídica, a imprensa procure externar-se com precisão, pois isso permite a correta compreensão e avaliação por parte de quem tem formação jurídica, evitando, também, que os leigos sejam erroneamente informados e formem sua convicção com base numa informação errada ou imprecisa.

Essa observação quanto ao cuidado com a matéria jurídica não significa que se pretenda que a imprensa diária use a linguagem ou tenha a profundidade de uma dissertação jurídica, ou que o profissional de imprensa seja necessariamente um bacharel em Direito. Nada disso é preciso, nem seria conveniente complicar e polemizar o noticiário que envolva questões de Direito, como se fosse uma aula ou um seminário, pois, além de tudo, o normal é que a maioria dos leitores não tenha formação jurídica e, no entanto, esteja interessada em conhecer e compreender as repercussões jurídicas de um fato. Para tanto é suficiente que o jornalista fique atento e, se ficar em dúvida, consulte alguém que tenha conhecimento básico de Direito e das expressões jurídicas.

Semente da confusão

A imprecisão no tratamento de matéria jurídica é generalizada na imprensa brasileira, mas para ilustrá-la chamo a atenção para um erro em noticiário do jornal O Estado de S.Paulo, que é, sem dúvida, um dos órgãos mais importantes da imprensa brasileira.

Na edição de domingo (29/11), à página A13, encontra-se matéria com o título "Começa elaboração de novo Código Civil". Não é preciso ser jurista para saber que o Código Civil é uma das leis mais importantes do Brasil, sendo mais do que óbvio que para qualquer profissional da área jurídica é do maior interesse saber mais a respeito da elaboração de um novo Código Civil, pois, por sua abrangência, uma inovação dessa magnitude afetará direitos pessoais e patrimoniais. No entanto, além de dedicar poucas linhas ao assunto, diz o jornal: "A Comissão de juristas instituída pelo Senado para elaborar o anteprojeto de um novo Código de Processo Civil realiza amanhã sua primeira reunião".

O Código de Processo Civil é também uma lei muito importante, mas trata de procedimentos judiciais e não dos direitos, sendo, portanto, completamente diferente do Código Civil, soando também muito estranho que uma Comissão de juristas encarregada de elaborar um projeto de novo Código tenha sido instituída pelo Senado.

Há muitos profissionais da área jurídica querendo saber se está mesmo em elaboração um novo Código Civil brasileiro e quem são os juristas incumbidos, pelo Senado, dessa tarefa de extrema relevância. No caso aqui referido, a imprensa não só deixou de prestar um serviço relevante, que seria a informação correta sobre matéria de tamanha importância, para possibilitar aos interessados o acompanhamento dos fatos, mas lançou confusão, desinformando os leitores.

Companheira inseparável

Uma imprecisão de outra natureza, que se poderia qualificar como imprecisão intencional, tem sido registrada na matéria relativa aos acontecimentos de Honduras. O que lá ocorreu foi que o presidente da República, Manuel Zelaya, havia iniciado, ostensivamente, um movimento político tendo por objetivo mudar a Constituição para permitir sua reeleição. Por esse motivo foi destituído pelo Congresso, como prevê a Constituição, tendo a Suprema Corte reconhecido a constitucionalidade da destituição, decisão que foi recentemente reiterada, quando novamente chamada a se pronunciar sobre a matéria [ver, neste Observatório, "O fundamento legal omitido"].

De acordo com a Constituição, destituído o presidente o substituto deveria ser o vice-presidente da República, mas este havia renunciado ao posto para ser candidato à Presidência e, nos termos previstos na Constituição, quem assumiu a Presidência, em caráter interino, foi o presidente do Congresso, Roberto Micheletti.

Por tudo isso, não há dúvida de que Micheletti assumiu a presidência por meio rigorosamente legal, sendo, portanto, o presidente de direito a partir de sua posse. Entretanto, o que se viu na imprensa brasileira foi uma distorção intencional. Com efeito, enquanto muitos jornais brasileiros, como, por exemplo, O Globo, sempre se referiam a Roberto Micheletti como "o presidente interino de Honduras", o jornal O Estado de S.Paulo adotou a expressão "governo de fato" para designá-lo.

Essa forma de se referir a Micheletti contém um erro evidente, pois independente das preferências políticas ele assumiu a Presidência atendendo rigorosamente as normas constitucionais. Enquanto esteve na Presidência Michelleti foi presidente de direito, não de fato, tendo-se afastado espontaneamente às vésperas das eleições presidenciais realizadas normalmente, com absoluto respeito às determinações legais, no dia 29 de novembro.

Esse foi um caso de imprecisão intencional, de distorção da verdade por motivos que nada têm a ver com a qualificação jurídica. E não deixou de chamar a atenção o fato de que o mesmo jornal O Estado de S.Paulo jamais se referiu aos ditadores militares que governaram o Brasil como presidentes de fato ou governos de fato.

Assim como é reprovável a imprecisão por ignorância ou descuido, a imprecisão intencional deve ser repudiada, por ser incompatível com a imprensa responsável, que deve ser companheira inseparável da imprensa livre, ambas indispensáveis para a sociedade democrática.

As opiniões aqui postadas são de responsabilidade de seus autores

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

FNCJ lança livro sobre a comunicação na Justiça Brasileira

O Fórum Nacional de Comunicação e Justiça (FNCJ) lançou na capital maranhense, durante o V Congresso Brasileiro de Assessores de Comunicação da Justiça (Conbrascom), o livro "A comunicação na Justiça Brasileira". Organizado pelos jornalistas Flávio Damiani, da Procuradoria Geral do Município do Rio Grande do Sul (PGM-RS) e Edvânia Kátia, assessora chefa da Comunicação do Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região (TRT-MA), a publicação, que leva o selo da Pandion Editora, também conta com a colaboração de mais 14 profissionais dos diversos órgãos ligados à Justiça.
O livro relata a contribuição das assessorias de comunicação e dos profissionais da área para a efetividade dos direitos sociais, na perspectiva dos jornalistas que compõe o FNCJ ou não, que atuam nos diversos órgãos do poder judiciário. "Ao longo desses dez anos esse movimento evoluiu muito e hoje nos congregamos assessores de comunicação de todos os órgãos do Judiciário, do Ministério Público e de vários outros órgãos que trabalham a justiça no país", disse o atual presidente do FNCJ, Marden Machado, acrescentando que a experiência adquirida desde o primeiro encontro resultou nesse livro, lançado na noite de abertura do Conbrascom, no dia 2 de setembro.
Um dos responsáveis pela concretização desse projeto, Flávio Damiani destacou dois fatores fundamentais na confecção da publicação: prazer e trabalho. Com relação ao trabalho, o jornalista falou da dificuldade de reunir informações como fotografias, documentos e depoimentos, já que as testemunhas dessa história se encontram espalhadas nos mais diversos pontos do país. Mas acentuou que a parceria da companheira de luta Edvânia Kátia foi fundamental - particularmente no que diz respeito à parte documental, já que essa possui um acervo inigualável no que se refere ao movimento.
Por outro lado, Damiani falou do prazer desse trabalho ao constatar a contribuição que o FNCJ, do qual é um dos fundadores, para a evolução da comunicação da Justiça Brasileira. "É como disse uma vez a colega Edvânia: esses encontros se assemelham a uma Caixa de Pandora - a cada ano surge uma novidade", enfatizou o jornalista, ao acrescentar que, com poucos recursos conseguiram construir um movimento que hoje é símbolo no País.

Para adquirir o livro, clique aqui

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Aprovada resolução do CNJ para aperfeiçoar comunicação no Judiciário

Da Agência CNJ de Notícias

Resolução aprovada na terça-feira (08/09), na sessão plenária do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), estabelece a política nacional de comunicação para o Poder Judiciário. A resolução cria um órgão central para compatibilizar as ações de todas as unidades de Comunicação dos tribunais e dispõe sobre a organização e funcionamento destes setores, com diretrizes, princípios, conceitos e normas técnicas necessárias `a integração. O intuito é fazer com que as atividades dos tribunais alcancem maior divulgação junto à sociedade, beneficiária da prestação de serviços da Justiça.
Segundo o relator do processo, conselheiro Milton Nobre, a resolução decorre da necessidade observada, atualmente, de uma política nacional de comunicação para o Judiciário, a exemplo da que existe no Poder Executivo. Por isso, tem a proposta de aperfeiçoar as atividades de Comunicação nos tribunais, por meio de ações e programas para comunicação interna e a divulgação externa.
Sistema – A nova norma cria o chamado Sistema de Comunicação do Poder Judiciário (SICJUS), a ser formado pela assessoria de Comunicação do CNJ, como órgão central; secretarias de Comunicação dos Tribunais Superiores, como órgãos de sub-sistema, e pelas coordenadorias ou unidades administrativas de Comunicação Social dos tribunais de Justiça dos estados e dos tribunais federais. Além disso, mediante convênio ou autorização do presidente do CNJ, o SICJUS poderá atuar em parceria com a secretaria de Comunicação do Supremo Tribunal Federal (STF).
O texto institui, também, o Comitê de Comunicação Social do Judiciário, de caráter consultivo, que tem como intuito assessorar a Comissão de Assuntos Interinstitucionais e de Comunicação do CNJ e o plenário do Conselho, na definição de parâmetros e procedimentos relacionados com ações de Comunicação Social. Além disso, caberá ao comitê difundir as boas práticas para o aprimoramento de processos e mecanismos a serem adotados no exame, seleção e avaliação de campanhas institucionais.

domingo, 16 de agosto de 2009

Conbrascom 2009 terá seminário de formação para comunicadores

O Tribunal Regional do Trabalho do Maranhão e o Fórum Nacional de Comunicação e Justiça (FNCJ) realizam no dia 2 de setembro, durante o 5º Congresso Brasileiro dos Assessores de Comunicação da Justiça (Conbrascom 2009), o 1º Seminário de Formação de Comunicadores para a Cidadania.
As inscrições estão abertas até o dia 15 de agosto e podem ser feitas diretamente no site do Conbrascom, no endereço *www.conbrascom.org*. O seminário é voltado para os profissionais, estudantes de comunicação e à comunidade em geral. As vagas são limitadas.

sábado, 15 de agosto de 2009

Livro: A Comunicação na Justiça Brasileira

Com lançamento previsto para o dia 02 de setembro em São Luiz do Maranhão o livro - A Comunicação na Justiça Brasileira - (Editora Pandion, Florianópolis/SC, 2009 - 196p), é o primeiro documento que resgata os dez anos de estrada de um movimento nacional de jornalistas dispostos a abrir a comunicação dos tribunais e aproximar a Justiça da sociedade.
Na bagagem os primeiros registros de encontros na tentativa de mobilização das assessorias e a evolução que se deu na última década com a criação do Fórum Nacional de Comunicação e Justiça – FNCJ, abrindo o debate e mudando os conceitos sobre a comunicação no Judiciário e no Ministério Público brasileiro. A efetiva participação dos assessores no avanço da comunicação pública no Brasil, o perfil, a estruturação e a profissionalização das assessorias e sua adequação às suas exigências constitucionais e no planejamento estratégico, bem como o jornalismo de vanguarda praticado por quem tem o compromisso de passar adiante a informação institucional.
A força deste movimento na criação da Rádio e Tv Justiça do STF em Brasília a mobilização nacional pela criação de assessorias de comunicação nos Tribunais e no Ministério Público bem como a iniciativa de contemplar os principais projetos criados pelas assessorias com o Prêmio Nacional de Comunicação e Justiça, formam um capítulo a parte.
Um livro recheado de depoimentos escritos por quem participa ativamente do movimento por meio dos encontros anuais promovidos pelo FNCJ como o Congresso Brasileiro de Comunicação e do Prêmio Nacional de Comunicação e Justiça.
O jornalista gaúcho Flávio Damiani e a jornalista maranhense Edvânia Kátia, dois dos fundadores e ex-presidentes do Fórum Nacional de Comunicação e Justiça, assinam a obra que é de fácil leitura aos leigos no assunto e uma poderosa ferramenta de consulta principalmente aos pesquisadores e estudantes de comunicação social.