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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Liberdade de Expressâo: Marrocos‏ condena jornalista polisário a seis anos de cadeia

Fonte : Sahara Press Service


Jornalista é defensor da autonomia da nação do Sahara Ocidental, ocupado pelo Marrocos.


El Aaiún (Zonas Ocupadas do Sáhara Ocidental), 13/01/2016 - El Tribunal de Primera Instancia del régimen de ocupación en El Aaiún, capital ocupada del Sáhara Occidental, condenó este martes a seis años de prisión efectiva al periodistas y preso político saharaui, Mohamed Banbanbari.
Esta condena contra Mohamed Banbari fue antecedida por otra de 12 años de prisión por parte de la Sala Nº 1 del mismo tribunal sin contar con el mínimo argumento en su contra.
Banbari, 46 años de edad, trabaja de corresponsal para 'Equip Media' en la ciudad ocupada de Dajla, fue detenido el 26 de agosto de 2015 cundo se presentó ante la comisaría de policía para la renovación de su carnet de identidad, donde sufrió por cuatro día malos tratos antes de ser condenado a prisión en la Cárcel Nº1 en Dajla.
Tras el dictamen del Tribunal de Primer Instancia del régimen de ocupación marroquí en El Aaiún, Banbari afirmó que proseguirá su huelga de hambre hasta la muerte por su justa causa y llamó a la población saharaui y a las organizaciones internacionales para ejercer presión sobre Marruecos. (SPS)

Começa a circular terceira edição do Jornal Brasil Popular

Por Francisco Leite Filho 


A terceira edição impressa do jornal Brasil Popular (BrPop) estará disponível a partir desta segunda-feira, dia 18. A distribuição gratuita irá se concentrar em Porto Alegre, que sedia, entre 22 de janeiro e 1º de fevereiro, a edição de 15 anos do Fórum Social Mundial (FSM). Todas as suas oito páginas, que serão distribuídas a todos os participantes, são dedicadas a este debates de ideias que, "nestes 15 anos fez de Porto Alegre cidade-símbolo de rebeldia contra o neoliberalismo explorador e, ao mesmo tempo, uma usina de ideias para a construção de políticas de transformação social".
"Pelo FSM" diz o artigo de primeira página do BrPop, passaram lideres como Lula, Hugo Chávez, Evo Morales, Hebe Bonafini, Aleida Guevara, intelectuais como Eduardo Galeano e José Saramago, ambos falecidos, movimentos sociais das mais diversas regiões do planeta defendendo suas causas, como a independência da Palestina, do Saara Ocidental, de Porto Rico, a Paz na Colômbia, etc. Os movimentos sociais de todas as causas justas encontraram aqui a sua liberdade de expressão".
"Muitas dessas ideias, sonhos, projetos, propostas, transformaram-se em políticas públicas concretas. Bolívia, Equador e Venezuela erradicaram o analfabetismo desde o primeiro Fórum e recuperaram a soberania sobre suas fontes energéticas. No Brasil e em muitos paísesda América Latina reduziu-se a miséria extrema, a desnutrição infantil e ampliou-seo acesso à educação, à eletricidade, à saúde (com presença solidária de Cuba), valorizando-se o mundo do trabalho e a agricultura familiar".
O prefeito José Fortunati comemorou a indicação feita pelo Conselho do FSM e destacou a experiência do município para empreender eventos internacionais. “A escolha comprova mais uma vez que temos infraestrutura para receber visitantes de todas as partes do mundo”, disse. Conforme o prefeito, o evento vai resgatar os grandes debates mundiais nos quais a cidade e a comunidade estão inseridas.
O secretário adjunto de Governança Local, Carlos Siegle de Souza, destacou o esforço em fazer da edição 2016 do Fórum Social Mundial um evento histórico. Ele participou da última edição, em Túnis, na Tunísia, e conversou com representantes do Conselho Internacional para colocar Porto Alegre mais uma vez como protagonista. “Conseguimos sensibilizar a organização sobre a importância dos 15 anos e a agenda passou a incluir uma edição comemorativa em janeiro no Brasil e outra em agosto, no Canadá.”
Captura de tela 2016-01-17 18.19.53O BrPop - A edição especial do Brasil Popuar sobre a 15a. Edição do FSM, que ainda trás uma análise da situação política e social da América Latina, inclusive da reincidência do neoliberalismo na Argentina e sua ameaça na Venezuela, ainda explica, em artigo do jornalista Beto Almeida, seu fundador, a função deste novo órgão da imprensa alternativa, que nasceu em dezembro de 2015, "com a missão de circular informação importante para defender a legalidade democrática do governo eleito pelo voto popular e mostrar as conquistas dos últimos 13 anos, sonegadas, distorcidas, manipuladas e até negadas pela mídia capitalista, porta-voz do golpismo que pretende entregar o petróleo do pré-sal".
O jornal Brasil Popular se baseia no apoio de cidadãos comprometidos com esta missão e com a construção de uma mídia popular, em formato associativo e cooperativo, para suprir a falta de uma narrativa sobre as conquistas democráticas e sociais alcançadas pelo povo brasileiro, hoje ameaçadas".
Lembra que "o jornal é um primeiro passo. Já existe um portal na internet e o plano de montar uma agência de notícias de rádio, uma TV web e uma produtora de vídeos sobre temas populares. Por que nascemos? O Brasil saiu do Mapa da Fome da ONU e isso não virou manchete! O Brasil incluiu milhões de brasileiros no consumo civilizatório de eletricidade, alimento e equipamentos, e isso não virou manchete! O Brasil reduziu radicalmente a mortalidade infantil, construiu 400 novasEscolas Técnicas Públicas e Gratuitas, e mais 59 novas universidades, também públicas e gratuitas e isso não foi noticiado como se deve!"

O artigo de Beto Almeida ainda ressalta: Cansamos de ficar apenas denunciando a falta de mídia democrática, arregaçamos as mangas e estamos criando uma alternativa. O Jornal Brasil Popular nasce para fazer a narrativa de como o Brasil mudou, como muitas reivindicações do Fórum de Porto Alegre viraram políticas públicas no Brasil e em outros países, como se informa em outras páginas desta mesma edição. "

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Bolsa de Estudos: oito oportunidades internacionais para Jornalismo

Do portal Ijnet

Agora é o momento perfeito do ano para concorrer a algumas das bolsas de jornalismo de maior prestígio do mundo. No entanto, completar estas inscrições pode ser uma tarefa demorada e árdua. Para se certificar de não perder prazos cruciais, é fundamental iniciar a preparação antes do tempo.
Então, se você está à procura de uma oportunidade para alavancar a sua carreira, tenha estes prazos em mente:

- Prazo final: 31 de janeiro

O Reuters Institute for the Study of Journalism na Universidade de Oxford busca candidatos para seu programa de pesquisa, com duração de três, seis ou nove meses. Os bolsistas vão completar um trabalho acadêmico, com preferência sobre uma das áreas de foco do instituto: jornalismo e democracia; negócio do jornalismo; prática do jornalismo; e política de mídia. Os candidatos devem ter experiência mínima de cinco anos de jornalismo e bom conhecimento do inglês. Para mais informações, clique aqui.

- Prazo final: 1° de fevereiro

Este programa permite que seis jornalistas internacionais e 12 americanos estudem por um ano na Universidade de Michigan. Os bolsistas elaboram um plano personalizado de estudo e participam de seminários sobre jornalismo. Além de um estipêndio de US$70.000, os bolsistas recebem viagem e custos da universidade. Os candidatos devem ter cinco anos de experiência em jornalismo. Para mais informações, clique aqui.

- Prazo final: 1° de fevereiro

A Kennedy School of Government da Universidade de Harvard convida inscrições para o Centro Joan Shorenstein Fellowship. Os bolsistas fazem um semestre de residência sobre política pública e recebem US$30.000 pagos em quatro parcelas ao longo do semestre. Os candidatos devem ser jornalistas, acadêmicos ou formuladores de políticas ativos na imprensa, política e políticas públicas. Fluência em inglês é necessário. Para mais informações, clique aqui.

- Prazo final: 15 de fevereiro

Jornalistas que vivem fora dos Estados Unidos e têm pelo menos cinco anos de experiência na mídia impressa, online ou eletrônica podem concorrer ao programa. De meados de agosto a outubro de 2016, os bolsistas vão desenvolver o conhecimento sobre o jornalismo americanos e reportar sobre uma variedade de temas sociais. Para mais informações, clique aqui. 

- Prazo final: 19 de fevereiro

A Munk School of Global Affairs da Universidade de Toronto convida aspirantes a jornalistas com conhecimento especializado de temas complexos para seu programa em jornalismo global. Os participantes serão orientados por um jornalista profissional, enquanto fazem freelance para grandes empresas de mídia e participam de cursos de jornalismo e palestras. Os bolsistas vão se formar em abril de 2017 com um certificado no jornalismo global e continuarão a receber treinamento gratuito por dois anos depois de se formarem. Para mais informações, clique aqui. 

- Prazo final: 29 de fevereiro

Jornalistas em meados de carreira que cobrem ciência, tecnologia, meio ambiente ou medicina podem se inscrever para uma bolsa de nove meses. Cada bolsista cria seu plano de estudo, participa de cursos e palestras do MIT e Harvard, treinamentos de mídia digital e entrevistam docentes da faculdade. Os bolsistas recebem um estipêndio de US$70.000, custos da faculdade e benefícios. Para mais informações, clique aqui. 

- Prazo final: 1° de março

A Faculdade de Pós-Graduação da Universidade de Columbia está aceitando inscrições para a sua bolsa Knight-Bagehot em Jornalismo Econômico e Empresarial. Durante a bolsa de um ano, o bolsista vai aumentar seu conhecimento sobre negócios, economia e finanças. A bolsa inclui os custos da faculdade de pós-graduação em jornalismo, negócios, lei e assuntos internacionais, além de um estipêndio de  US$55.000. Para mais informações, clique aqui. 

- Prazo final: 10 de abril

Organizado pela Global Editors’ Network, o Prêmio de Jornalismo de Dados 2016 vai reconhecer o melhor em jornalismo de dados mundial. Cada um dos 12 vencedores das categorias receberá €1.000, durante a premiação em Viena no sexto anual GEN Summit em junho. 
Para mais informações, clique aqui. 

sábado, 9 de janeiro de 2016

Por que jornalistas vestem roupas corporativas?

, publicado anteriormente no Luiz Nassif online
Foi-se o tempo em que víamos apresentadores de telejornais de paletó e gravata escondendo bermudas e chinelos por trás da bancada. Hoje devem caminhar pelo cenário apresentando infográficos em telões. Mas por que vemos jornalistas e repórteres em um figurino preferencialmente corporativo? Por que o traje mais informal assemelha-se ao de um funcionário de algum escritório saindo para um “happy hour” ou em algum “day off” concedido pela empresa? Linguagem cênica para um melhor rendimento televisual? Ou sintoma de outra coisa:  a inveja criada pela diferença de classe social entre jornalistas e seus entrevistados, o cimento psicológico do chamado “jornalismo corporativo” posto em prática pela grande mídia.
“Quem se interessou alguma vez pelos atuais problemas da semiologia, já não pode continuar a fazer o nó da gravata, todas as manhãs diante do espelho, sem ficar com a clara sensação de estar fazendo uma opção ideológica. Ou pelo menos de lançar uma mensagem ou um carta aberta a todos os transeuntes que cruzarem com ele no dia-a-dia”, afirmou certa vez o pesquisador italiano Umberto Eco.
Para Eco, o vestuário age como uma gramática com palavras e regras prontas para comunicar mensagens ou ideologias em certos contextos.
Partindo desse tese semiológica, como podemos interpretar a atual tendência do figurino de apresentadores e repórteres em telejornais? Eles, com paletós de boa confecção com atenção aos ombros e lapelas bem acabados; cores escuras entre marinho, preto e chumbo; ternos em estilo italiano, acinturado acompanhando a calça mais acertada. E repórteres na rua com blazers escuros e calças chino caquis ou calças de alfaiataria com camisas mais ajustadas ao corpo.

Elas, costumes femininos de alfaiataria buscando um silhueta única, sem cortes entre saia/calça e blusa. Como afirma o manual interno de figurino do Grupo RBS (Rede Brasil Sul, afiliada à TV Globo) “afirmam melhor a presença da jornalista”.
Também segundo o manual da RBS a modelagem do corpo da apresentadora através da indumentária é uma peça de afirmação – “é a melhor peça das executivas de várias áreas”, declara o manual.
O manual ainda ressalta a importância da roupa para o jornalista: “ambientes de cerimônias exigem que o profissional de televisão se mimetize para não tornar-se uma presença menor e inoportuna”.
Imagem de credibilidade?
Definitivamente ficaram para trás tempos onde apresentadores de telejornais escondiam suas bermudas por trás da bancada do cenário, apresentando apenas o paletó e gravata da cintura para cima. Hoje devem se levantar e caminhar pelo estúdio apresentando telões com infográficos. Mais do que nunca a roupa é imprescindível para “apresentar uma boa imagem e credibilidade à audiência”, como rezam os manuais internos dos telejornais.
Mas o que chama atenção na retórica desses manuais é o tipo de vestuário cujo resultado podemos assistir diariamente na TV: os jornalistas parecem trabalhar em um ambiente corporativo, reforçado pelas imagens da redação ao fundo dividida em baias onde cada redator está contido em uma célula. 
O ambiente asséptico com as apresentadoras em salto alto, esguias em seus vestidos retos enquanto os apresentadores com corte cuidadosamente curto desfilam com seus sapatos bicos finos e estreitos.
Estamos na estética do “jornalismo corporativo” – a expressão não se limita mais a forma padronizada e industrializada de produção de informações ou os interesses econômicos e políticos dos grandes grupos de comunicação que contaminam o enfoque da notícia. Mais do que isso, esse tipo de jornalismo em tudo tenta equiparar o ethos e estética dos jornalistas ao escritório de uma grande corporação.
Se no passado o típico trabalho de um jornalista era de campo (ir às ruas para apurar as informações) e como telespectadores percebíamos no rendimento televisual apresentadores mal ajambrados e nitidamente incomodados em trajar paletó e gravata (e que, por isso, dispensavam qualquer cuidado com o corte da moda), hoje vemos apresentadores e repórteres confortáveis em seus look corporativos. 
Parece que nasceram para aquilo. Mesmo fora dos estúdios e redações, quando convidados a dar uma palestra ou um workshop qualquer, apresentam-se tal como estivessem no estúdio ao vivo – paletó e gravata ou vestidos de forma “informal” como se dirigissem a algum “happy hour” fora do escritório ou estivesses em algum “day off” em plena sexta-feira.
Na TV reproduzem inclusive os melancólicos estereótipos da cultura de escritórios e ambientes de trabalho modorrentos – “Ufa! Até que enfim é sexta-feira”; ou “Coragem! Hoje é segunda-feira!”.
A saga dos cães perdidos
No passado o Jornalismo era muito mais do que uma opção profissional: era existencial. A certeza de que ao fazer a escolha estaria “condenado” a viver à margem ou nos interstícios da sociedade pela própria condição de investigar e reportar muitas vezes aquilo que pessoas e instituições não querem pensar de si mesmas.
É sintomático como na história do cinema o jornalista está associado à personagem noir do detetive particular: investigação, aventura, independência, mas também falta de escrúpulo e arrogância. De qualquer forma, o jornalista não estava integrado pacificamente à sociedade – era um espécime arredio, desconfiado e crítico.
Ciro Marcondes Filho em seu livro A Saga dos Cães Perdidos (a metáfora do jornalista como um cão que perdeu o faro e se perdeu) aponta para a origem psicológica de todos os lapsos éticos da profissão e a crise da antiga caracterização do jornalista: a inveja criada pela diferença de classe social e a dos seus entrevistados, o que leva a ambição desenfreada e a busca rápida de enriquecimento.
O rápida transformação tecnológica na comunicação dividiu o Jornalismo em dois tipos de profissionais: aqueles que trabalham sentados (a maioria que limita-se ao tratamento de notícias de agências, releases e pesquisa na web) e os que trabalham em pé – a minoria que vai à campo investigar.
Concentrados nos monitores das suas baias nas redações que se transformaram em ambientes assépticos, hierarquizados e padronizados (tal como nos escritórios corporativos), jornalistas começaram a se ver como profissionais altamente especializados e capacitados ambicionando ascender em uma carreira potencialmente análoga a de gerentes, diretores, executivos ou CEOs de empresas.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Jornalistas: Bolsa de estudos para oficina de desenvolvimento rural em Roma

Jornalistas podem se candidatar a bolsas de estudo para participar de um seminário de três dias em Roma, na Itália.


A Fundação Thomson Reuters, com financiamento do Fundo Internacional das Nações Unidas para o Desenvolvimento Agrícola (FIDA), vai selecionar jornalistas para participar do Conselho de Governadores do FIDA nos dias 16 a 18 de fevereiro.
Os participantes irão conhecer melhor os problemas enfrentados pelas comunidades rurais. Entre os tópicos estão como a agricultura de pequena escala pode responder à crescente demanda por alimentos e à necessidade de apoiar a transformação rural e agricultura familiar.
Os candidatos devem trabalhar como jornalistas ou colaboradores regulares para imprensa, rádio, TV ou mídia online, ter pelo menos dois anos de experiência e um bom nível de inglês falado e escrito. 
Os candidatos devem incluir evidência profissional de seu interesse em questões de desenvolvimento dos povos rurais.
As bolsas cobrem a viagem de avião, alojamento, refeições e transporte local. 
Após o workshop, os jornalistas selecionados devem trabalhar em histórias sobre questões de desenvolvimento rural em seus países de origem.
As inscrições vão até 18 de janeiro.
Para mais informações (em inglês), clique aqui.

Ancine disponibiliza R$ 60 milhões para TVs públicas

Ancine abre inscrições dos editais de linha de produção voltada às TVs públicas


A Ancine abriu as inscrições para cinco chamadas públicas regionais da Linha de Produção de Conteúdos destinados às TVs Públicas, do Programa Brasil de Todas as Telas. São elas os Prodav 08, 09, 10, 11 e 12. O período de inscrição encerra-se em 31 de março de 2016.
Pelo segundo ano consecutivo, a linha disponibiliza R$ 60 milhões, em recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), para investimentos em obras destinadas ao campo público de televisão, nos segmentos de TV universitária, comunitária e educativa e cultural.
Com o objetivo de regionalizar a produção de conteúdos audiovisuais independentes, os editais são divididos pelas cinco regiões do País disponibilizando R$ 12 milhões para cada. Este ano o edital da Região Sudeste será fracionado entre RJ/SP e MG/ES, destinando metade do valor para cada parte. Compostos majoritariamente por obras seriadas, os cinco editais fomentarão a produção de 56 obras – 26 destinadas ao público adulto, 10 ao público jovem e 20 ao público infantil – totalizando mais de 200 horas de programação.
Os perfis de programação foram definidos a partir das propostas levantadas durante o Seminário de Programação da Linha de Produção de Conteúdos destinados às TVs Públicas, que aconteceu na Cinemateca Brasileira, em São Paulo, nos dias 7 e 8 de dezembro.

Os editais desta linha serão operados por meio de uma parceria entre a Ancine, a secretaria do Audiovisual do ministério da Cultura e a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), e contam com o apoio da Associação Brasileira de Televisão Universitária (ABTU), Associação Brasileira de Canais Comunitários (ABCCOM) e Associação Brasileira de Emissoras Públicas Educativas e Culturais (ABEPEC).

domingo, 3 de janeiro de 2016

Quatro concursos federais são o filé para Comunicadores Sociais

Embora o ministério do Planejamento, em sua política de arrocho das despesas públicas, tenha dito que cancelaria os concursos públicos federais em 2016, quatro concursos lançados ainda em 2015 prometem ser o filé para os profissionais de Comunicação.
Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh, a Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal - Funpresp e a Universidade Federal de São Paulo - Unifesp estão com seus editais em vigor constituindo-se nas grandes oportunidades de emprego nesse início de ano.
Confira abaixo as vagas e as datas de inscrições:

IBGE
A maior oferta de vagas e o melhor salário são ofertados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. São dez vagas para as quais os detentores de formação em Comunicação Social poderão concorrer.
Duas vagas são para Jornalistas que atuarão em redes sociais. Três vagas, sendo uma para candidato negro, destinam-se a profissionais de Design Institucional. Outras cinco vagas, sendo uma para candidato negro, são para profissionais de Programação Visual – Webdesign. Todos esses profissionais atuarão na sede do Rio de Janeiro e terão o nível funcional de analista.
Os candidatos às vagas de Jornalismo deverão possuir diploma de curso superior completo em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo e registro profissional. Para as vagas de Programação Visual, além dos diplomados em Comunicação Social, também poderão concorrer titulares de diploma de curso superior completo em Design com habilitação em Comunicação Visual ou Mídia Digital; ou Desenho Industrial, com habilitação em Programação Visual; ou Comunicação Visual; ou Design; ou Design Gráfico. E para as vagas de Design Institucional, requer-se curso superior completo em Comunicação Social - Habilitação Jornalismo, ou Pedagogia, Letras, Psicologia ou Administração.
Para quem não conhece as atividades, o profissional de Design Institucional é aquele a quem compete selecionar estratégias didáticas, mídias e tecnologias adequadas a diferentes tipos de aprendizagem, objetivos e público alvo; adequar o conteúdo dos projetos educacionais à metodologia a distância; construir o roteiro do curso, contendo a especificação da estrutura e do fluxo da informação, as instruções de diagramação, interação e navegação; avaliar e rever as soluções educacionais desenvolvidas; e executar outras atividades compatíveis com o cargo.
Dependendo do nível de formação acadêmica, a remuneração total pode variar de R$ 7.000,49, para quem tem apenas a graduação, chegando a R$ 8.734,88, para quem tem doutorado.
As inscrições se encontrarão abertas no período de 04 a 28 de janeiro de 2016.

Funpresp
A Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal também é uma grande pedida. A remuneração é de R$ 5.543,00, acrescido de R$ 615,25, referentes ao auxílio-alimentação e de R$ 200,00 referentes ao auxílio-cesta básica, totalizando R$ 6.358,25.
São seis vagas ofertadas, sendo uma para candidato com necessidade especial e outra para candidatos negros. Os candidatos deverão ser portadores de diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em Comunicação Social, Jornalismo ou Marketing.
As inscrições podem ser feitas no portal do Cespe-UnB até 15 de janeiro de 2016. As provas ocorrerão em 28 de fevereiro de 2016.
Mais informações, clique aqui

Ebserh
A recém-criada Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh oferece quatro vagas para Jornalistas e três para Relações Públicas. A empresa atua no ramo da gestão dos hospitais universitários federais e os jornalistas selecionados serão lotados nos estados do Piauí (Hospital Universitário da Universidade Federal do Piauí - HU-UFPI), Pernambuco (Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco - HC-UFPE), Rio Grande do Sul (Hospital Dr. Miguel Riet Correa Junior da Universidade Federal do Rio Grande - HU-Furg), e Mato Grosso do Sul (Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul - Humap-UFMS).
Já os RPs irão para o Rio Grande do Norte (Hospital Universitário Ana Bezerra da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – HUAB-UFRN), Rio Grande do Sul (Hospital Dr. Miguel Riet Correa Junior da Universidade Federal do Rio Grande - HU-FURG), e Vale do São Francisco-Petrolina/PE (Hospital de Ensino Doutor Washington Antônio de Barros da Universidade Federal do Vale do São Francisco – HU-UNIVASF).
Os salários para jornalistas são de R$ 3.381,12, jornada semanal de 25 horas, e de R$ 5.409,79 para os RPs, com jornada de 40 horas semanais.

Os editais são divididos em função do local do exercício profissional.
  • ·         O concurso de Jornalista, referente ao Piauí, Pernambuco e Mato Grosso do Sul e de Relações Públicas, referente ao Vale do São Francisco e Rio Grande do Norte, tem o prazo de inscrições às 23h59min do dia 14/01/2016, observado horário oficial de Brasília – DF no endereço eletrônico www.institutoaocp.org.br. Para acessar o edital, clique aqui e aqui também.
  • ·         O concurso de Jornalista e de Relações Públicas, referente ao Hospital Universitário Dr. Miguel Riet Correa Junior da Universidade Federal do Rio Grande - HU-FURG, tem o prazo de inscrições até o dia 06/01/2016, observado horário oficial de Brasília – DF, no endereço eletrônico www.ibfc.org.br. Para acessar o edital de Relações Pública e Jornalista, clique aqui e aqui também apenas para Jornalistas.


Unifesp
A Universidade Federal de São Paulo – Unifesp também abriu concurso e oferece uma vaga para Técnico de audiovisual e outra para Técnico de cinematografia.
O salário é de R$ 2.175,17 para as duas funções. É exigido nível médio, experiência profissional de doze meses para audiovisual e, para a segunda vaga, curso técnico na área de cinegrafia.
As inscrições devem ser realizadas no sítio www.vunesp.com.br de 4 de janeiro até o dia 5 de fevereiro de 2016. As provas objetivas estão previstas para 3 de abril de 2016

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