Caros leitores e leitoras.

domingo, 21 de julho de 2013

Seleção de Jornalista e de RP para o Hospital Universitário de Brasília

Termina no próximo dia 28 o prazo das inscrições ao concurso público que irá selecionar, dentre outras funções, dois analistas na área de Comunicação Social para atuação no Hospital Universitário de Brasília - HUB.
Uma vaga é para Relações Públicas e outra para Jornalismo. Em ambos os casos o salário é de R$ 4.732,00 e o empregador será a recém criada Empresa Brasileira de Serviçoes Hospitalares. Trata-se de uma estatal federal que irá gerir os hospitais universitários federais.
O regime de contrato é celetista e a jornada de 40 horas semanas. Esta jornada, no caso do Jornalista, é ilegal, principalmente em se tratando de emprersa sob regime celetista. O Tribunal Superior do Trabalho já tem jurisprudência firmada em favor do reconhecimento da jornada de 30 horas para Jornalistas. Seria interessante que a Federação Nacional dos Jornalistas - Fenaj intercedesse preventivamente e pedisse a correção do edital.
Os candidatos precisam possui nivel superior na respectiva área de atuação e registro profissional. As inscrições para este Concurso Público serão realizadas exclusivamente pela Internet, no endereço eletrônico do IBFC www.ibfc.org.br, até às 23:59 horas do dia 28 de julho de 2013.
Mais informações, clique aqui.

sábado, 20 de julho de 2013

Nove cursos gratuitos de Comunicação e Mídias na internet

O portal da Universia Brasil reuniu 700 cursos universitários gratuitos. Nove deles são no campo da Comunicação e Mídias, em especial Jornalismo e Cinema.
Os cursos são importantes para complementar os estudos de universitários, profissionais e professores .
A maioria dos cursos é ofertada por universidades estrangeiras.

Confira a lista dos cursos oferecidos: 
  • Design de Jogos (MIT - Massachusetts Institute of Technology) - iTunes Áudio - Site Oficial - O curso discute a história, ferramentas e panorama atual do desenvolvimento e análise de jogos.

  • Ética Jornalística (UCLA) - YouTube - Uma análise intensiva das questões éticas e políticas decorrentes da interação de instituições de mídia e instituições da sociedade.

  • Existencialismo na Literatura e Cinema (UC Berkeley) - iTunes - Curso oferecido pela UC Berkeley.



  • Holocausto em Cinema e Literatura (University of California) - YouTube - Curso apresentado por Todd Presner.



  • Filosofia no Cinema e Outras Mídias (MIT) - iTunes - YouTube - Site oficial - Este curso analisa obras de filme em relação a questões temáticas de importância filosófica. A ênfase é colocada sobre a capacidade do filme para representar e expressar sentimentos, bem como cognição.



  • A Experiência de Cinema (MIT) - iTunes Vídeo - Site oficial - Este curso enfatiza as qualidades intrínsecas artísticas de filmes individuais.



  • Filmes Ocidentais: Mito e Ideologia de Gênero (Wesleyan University) -iTunes - Filmes ocidentais formam o mais antigo do gênero do cinema americano.

  • Design de Jogos (MIT - Massachusetts Institute of Technology) - iTunes Áudio - Site Oficial - O curso discute a história, ferramentas e panorama atual do desenvolvimento e análise de jogos.


  • Ética Jornalística (UCLA) - YouTube - Uma análise intensiva das questões éticas e políticas decorrentes da interação de instituições de mídia e instituições da sociedade.
  • A importância da democratização da mídia para a soberania nacional

    O embaixador e ex-ministro de Assuntos Estratégicos alerta para riscos decorrentes do atual controle dos meios de comunicação pelas classes hegemônicas mundiais e aponta como saídas a reavaliação de critérios e a desconcentração de recursos. 
    Por Leonardo Wexell Severo, em Carta Maior
    “O controle dos meios de comunicação é essencial para o domínio da classe hegemônica mundial. Como esses meios são formuladores ideológicos, servem para a elaboração de conceitos, para levar sua posição e visão de mundo. Daí a razão da democratização da mídia ser uma questão prioritária”, afirmou o embaixador Samuel Pinheiro Guimarães no debate 'O Brasil frente aos grandes desafios mundiais', realizado nesta terça-feira na Universidade Federal do ABC.
    Ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos (2009-2010) e secretário geral do Itamaraty (2003-2009) no governo do presidente Lula, o embaixador defendeu a campanha do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) por um novo marco regulatório para o setor. Segundo ele, uma relevante contribuição à democracia e à própria soberania nacional, diante da intensa disputa política e ideológica numa “economia profundamente penetrada pelo capital internacional”.
    Entre as iniciativas para garantir o surgimento e estabelecimento de novas mídias, apontou, está a “distribuição das verbas publicitárias do governo”, desconcentrando os recursos públicos e repartindo de forma justa e plural. “O critério de audiência que vem sendo utilizado privilegia o monopólio e o oligopólio”, sublinhou.
    O embaixador também condenou o fato de que um mesmo grupo possa deter emissoras de rádio e televisão, jornais e revistas – a chamada propriedade cruzada. Samuel lembrou que, quando estados como a Argentina, o Equador e a Venezuela aprovam leis para democratizar a comunicação, a mídia responde com uma campanha extraordinária, como se isso fosse censura à imprensa. Segundo ele, "essa concentração acaba concedendo um poder completamente desmedido para alguns poucos divulgarem as suas opiniões como verdade absoluta".
    Manipulação
    Em função dos interesses da classe dominante, alertou o embaixador, a mídia hegemônica pode, sem qualquer conexão com a realidade, “demonstrar que um regime político da maioria é uma ditadura e realizar campanhas sistemáticas que permitam uma intervenção externa, com o argumento que determinado governo oprime os direitos humanos”.
    Uma vez criado o caldo de cultura, soma-se à campanha de difamação e manipulação das consciências a intervenção militar, como aconteceu contra o governo de Muammar al-Gaddafi. “Na Líbia houve a derrubada de um governo que lhes era contrário, não foi ação defensiva dos direitos humanos em hipótese nenhuma”, frisou. Na avaliação de Samuel, os Estados Unidos têm um projeto muito claro de manter o seu controle militar e informativo, que utilizam de forma alternada e complementar. “Contra os governos que contrariam frontalmente os seus interesses, os EUA têm uma política declarada de ‘mudança de regime’. Para isso, sem grandes embaraços, qualquer movimento pode ser instrumentalizado”, assinalou.
    Entre os muitos exemplos de manipulação citados pelo embaixador está o “esforço da política neoliberal para reduzir direitos”, utilizando-se da campanha pelo "aumento da competitividade”. ”O receituário que defendem", disse Samuel, "é o de reduzir programas sociais, controle orçamentário e reduzir os benefícios da legislação trabalhista. Para isso disseminam ideias como a de que as empresas nacionais não são produtivas”.
    Também condenando a manipulação da informação e o papel desempenhado por setores da mídia, o professor Paulo Fagundes Vizentini, coordenador do Núcleo de Estratégia e Relações Internacionais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, considerou inadmissível que “os mesmos que bombardeiam e ocupam militarmente países soberanos venham agora dar lições de direitos humanos”.
    “Antes era feio não ter opinião, hoje é ideológico, o que mais se parece com fisiológico”, disse Vizentini, defendendo a afirmação do interesse público e da soberania nacional, e combatendo “os que querem que o país fique na segunda divisão, desde que sejam o capitão do time”.
    O professor sublinhou o papel estratégico e singular proporcionado pela descoberta do pré-sal, tanto do ponto de vista energético como geopolítico, e alertou para a necessidade de que o Brasil tenha os elementos de dissuasão para impedir que esse imenso patrimônio venha a ser apropriado militarmente pelos estrangeiros. “Para isso temos de enfrentar os espíritos fracos e colonizados. O colonialismo é o mais difícil de combater, porque está dentro da nossa cabeça”, frisou.
    Para o secretário de Relações Internacionais do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, Pedro Bocca, o fortalecimento dos espaços de mídia dos movimentos sociais, como a TeleSur, a Alba TV e a TVT, com sua divulgação em canal aberto, são atualmenee necessários. "O investimento do governo é essencial para combater a desinformação e garantir a efetiva democratização da comunicação e do país", concluiu.

    terça-feira, 16 de julho de 2013

    Twitter revela o ‘mapa’ de protestos no Brasil


    Por Mariana Della Barba e Camilla Costa,  da BBC Brasil

    Uma análise da atividade dos brasileiros no Twitter durante a onda de protestos que atingiu o país no mês de junho fornece um "mapa" da intensidade dos protestos e revela detalhes sobre a mobilização das pessoas por meio das redes sociais.
    Pesquisadores do Labic (Laboratório de Estudos sobre Imagem e Cibercultura), em Vitória, no Espírito Santo, analisaram as conexões criadas entre usuários do Twitter nos principais dias de protesto e as palavras de ordem mais ecoadas na internet.
    Os posts de usuários do Twitter, o segundo site de rede social mais acessado no Brasil, mostram a pluralidade de temas relacionados aos protestos e a evolução do debate sobre as manifestações em palavras-chave e hashtags ─ desde "tarifa" a "Dilma".
    As redes sociais foram consideradas o motor dos últimos grandes protestos de massa em países como a Turquia, com os protestos contra a destruição do Parque Gezi; a Espanha, com o movimendo dos indignados em 2011, e nos Estados Unidos, com o movimento Occupy Wall Street, em 2010.
    No Brasil, boa parte dos atos de protesto foi organizada em páginas de eventos no Facebook e acompanhada em tempo real por depoimentos, fotos e vídeos postados no Twitter, pelos celulares dos manifestantes. Em comum, eles tinham hashtags como #vemprarua e #ogiganteacordou.
    "A emoção gerada nas ruas entra na internet, via celular, e causa comoção, solidariedade. E isso vai sendo disseminado, contaminando os seguidores de quem compartilhou ou deu um deu um RT (retweet) na mensagem", disse Fabio Malini, professor da Universidade Federal do Espírito Santo e coordenador do Labic, à BBC Brasil.
    "E isso fica tão intenso que gera uma mobilização e volta para as ruas, já que mais gente resolve sair para protestar. Assim, o ciclo recomença. É algo que se retroalimenta."


    Agitação crescente
    Gráficos que mostram o debate no Twitter em torno das tarifas de transporte público em São Paulo no dia 13 de junho mostram a ativação da rede social minutos antes e logo após o início do confronto dos manifestantes com a polícia ─ tido como o episódio que "espalhou" os protestos pelo resto do país.
    "O retrato dessa rede é a genealogia, o momento inicial do conflito no Brasil. Acho que é a partir daí que se multiplicam as hashtags e o conflito em outros estados. No momento do confronto, a rede se intensifica e as pessoas começam dar seus depoimentos e compartilhar depoimentos sobre o que estava acontecendo", afirma Malini.
    Assim que o confronto começa, os relatos de violência policial ganham a rede na forma de tweets ─ muitas vezes acompanhados por fotos e vídeos, naquela ocasião, incluindo manifestantes e jornalistas feridos ─, e a temperatura da discussão online aumenta.
    A partir do dia 13, segundo Malini, o nome da presidente Dilma Rousseff passa a ser mais mencionado no site, ao mesmo tempo em que manifestantes e defensores dos protestos começam a dizer que a luta não era somente por R$ 0,20, mas também por melhores serviços públicos e contra a corrupção.
    No dia 17 de junho, quando aconteceram cerca de 30 manifestações em todo o país, a análise do Labic já mostra "aglomerados" de pessoas que apoiam e que criticam o governo federal, além do papel da mídia dentro do debate.
    "A mídia aparece aqui mais como difusora de informações do que associada a um dos lados. As notícias colocadas no Twitter são compartilhadas por ambos os lados para enfatizar seus argumentos", explica o pesquisador.
    Além de críticas e defesas do governo, outro grupo de usuários "verbaliza pautas que os dois grandes grupos (de oposição e apoio ao governo) não mobilizam, como a questão dos índios e dos grandes projetos de desenvolvimento, a questão da mobilidade urbana e a crítica aos gastos da Copa".
    Celulares
    Entre 16 e 19 de junho, a participação no Twitter atinge seu ápice ─ quase 170 mil perfis participam das discussões. Também no Facebook, segundo um levantamento da consultoria Serasa Experian divulgado pelo jornal Valor Econômico, a taxa de participação (perfis de usuários que tiveram atividade) dos brasileiros chegou a 70%, o terceiro maior índice do ano.
    A partir de então, o levantamento do Labic mostra uma queda acentuada no número de tweets e de usuários falando sobre protestos. Mas, longe de indicar o fim da mobilização política, a análise mostra somente que o foco do debate mudou após a diminuição dos protestos, de acordo com Fabio Malini. "O universo vocabular tem mudado para (palavras como) assembleia, plebiscito e greve geral."
    Um retrato do papel dos celulares na difusão dos protestos também aparece na análise do Labic.
    Malini chama a atenção para o fato de que o mapa da distribuição de tweets sobre os protestos no território nacional ─ feito com cerca de 10% da amostra, que continha dados de localização ─ tem uma configuração muito semelhante ao mapa da banda larga no país (Clique e veja aqui), criado pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br).
    "O acesso à internet 3G era fundamental para registrar e dar visibilidade ao protesto", diz o pesquisador. "Os movimentos sociais aprenderam que a internet é estratégica para dar força de comoção às suas lutas. Em compensação, todo um conjunto de protestos foi eclipsado pela falta de acesso a banda larga e rede 3G de qualidade."




    segunda-feira, 15 de julho de 2013

    UFCE seleciona professor de Jornalismo Multimídia

    A Universidade Federal do Ceará - UFCE está com as inscrições abertas, até o dia 13 de agosto de 2013, para o concurso público que selecionará um professor de Jornalismo Multimídia e Convergência Midiática.
    A vaga é no nível de professor adjunto – A com remuneração (Vencimento Básico – VB + Retribuição de Titulação – RT) de R$ 8.049,77 e a carga horária é de 40 horas semanais. Exige-se do candidato a graduação em Comunicação Social, habilitação Jornalismo.

    Mais informações, clique aqui.

    UFV seleciona profissionais de televisão e de diagramação

    Enviado por Kátia Fraga

    Terminam, no dia 17 de julho, as inscrições aos concursos para a carreira de técnico administrativo da UFV. São cinco editais para o preenchimento de 80 vagas para cargos de diferentes áreas nos três campi da Universidade. No campo da Comunicação Social, há vagas para Jornalista em Televisão (para atuar na coordenadoria de Comunicação Social da UFV), de técnico de audiovisual, editor de imagem (para o Curso de Comunicação Social/Jornalismo da UFV), e também para diagramador,
    As inscrições estão sendo realizadas apenas pela internet e deverão ser efetuadas no portal  da Diretoria de Vestibular e Exames da UFV até às 18h do dia 17 de julho de 2013 (horário oficial de Brasília). O pagamento da taxa de inscrição deverá ser efetivado em qualquer agência bancária ou em caixas eletrônicos até o dia 18 de julho de 2013, por meio de boleto emitido após a inscrição.
    Todas as informações sobre os concursos, inclusive os conteúdos programáticos, estão nos editais disponíveis no aqui. 

    A mídia e os protestos do Brasil”: pauta do “Jornalismo em Debate”, na Rádio Ponto UFSC

    Cartaz afixado em praça pública pelo
    movimento dos professores do Acre.
    Foto de Chico Sant'Anna
    Por Mateus Boaventura, acadêmico de Jornalismo da UFSC
    A quarta e última edição, neste semestre, do programa “Jornalismo em Debate” discute a mídia e os protestos que sacudiram o Brasil no último mês. O programa vai ao ar, ao vivo, nesta terça-feira, 16 de julho, a partir das 16h, pela Rádio Ponto UFSC - www.radio.ufsc.br. Também fica disponível em nosso site para acesso a qualquer momento e é retransmitido pela Rádio Joinville Cultural FM.
    O mês de junho foi marcado pelas manifestações que levaram mais de um milhão de pessoas às ruas em aproximadamente 350 cidades brasileiras. Por isso, o “Jornalismo em Debate” coloca em pauta a reflexão sobre como os protestos foram informados e tratados nos meios de comunicação nacionais. A mídia conseguiu informar o público com responsabilidade, pluralidade e respeitando os princípios das liberdades de imprensa e expressão? Por que a imprensa foi hostilizada nas ruas, tanto pelas forças policiais quanto pelos manifestantes? As agressões tinham como alvo mesmo os jornalistas ou as empresas de comunicação? Que lições o Jornalismo, seus profissionais e as mídias devem tirar do “junho de 2013”?
    Para discutir estas e outras questões relativas ao tema, estarão no estúdio da Rádio Ponto o coordenador de Jornalismo e Esporte da rádio CBN Diário de Florianópolis Carlos Alberto Ferreira, o diretor de Relações Institucionais da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) e de sindicalização e registro do Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina, Sérgio Murillo de Andrade, e os professores do Curso de Jornalismo da UFSC Antônio Brasil e Samuel Lima. A produção do programa está em contato e aguardando confirmação de outros convidados especialistas no tema.
    O “Jornalismo em Debate”, que discute a cobertura da mídia nos protestos de junho pelo país, vai ao ar ao vivo nesta terça feira, dia 16 de julho, das 16h até as 17h30min.
    O programa é transmitido pela Rádio Ponto UFSC - www.radio.ufsc.br - e em rede pela Rádio Joinville Cultural 105.1 FM, emissora pública deste município do norte catarinense. Os ouvintes podem interagir enviando perguntas e questionamentos para o e-mail jornalismoemdebateufsc@gmail.com ou pelo twitter @radioponto.
    Neste semestre, o “Jornalismo em Debate” passou a ser transmitido mensalmente, produzido por estudantes do Curso de Jornalismo da UFSC, e orientados pela professora Valci Zuculoto. O programa, mediado pelo professor Áureo Moraes, integra a Cátedra FENAJ/UFSC de Jornalismo para a Cidadania, uma parceria entre o Curso de Jornalismo da Universidade e a Federação Nacional dos Jornalistas - FENAJ, com o apoio do Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina - SJSC.
    Desde a estreia, em abril de 2011, foram discutidos temas como corrupção no futebol, crise econômica mundial, coberturas sobre educação, de tragédias como a do Realengo, de questões do gênero feminino, da homofobia, da função das redes sociais, a cobertura esportiva como jornalismo ou entretenimento, entre outros assuntos que estão na pauta diária da imprensa. No site da Rádio Ponto (www.radio.ufsc.br) é possível baixar e ouvir todas as edições anteriores de “Jornalismo em Debate”. E não esqueçam que os ouvintes e internautas podem participar, antes e durante o programa, encaminhando perguntas pelo e-mail:jornalismoemdebateufsc@gmail.com ou pelo twitter @radioponto.
    Mais sobre os debatedores já confirmados desta edição:
    Antônio Brasil - É professor do curso de Jornalismo da UFSC. Doutor em Ciência da Informação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, já foi correspondente em Londres pela TV Globo. Também foi o criador dos projetos Telejornal e TV UERJ Online e ganhou o prêmio Luiz Beltrão para Grupo Inovador em 2002 pela Intercom (Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação). É líder do Grupo Interinstitucional de Pesquisa em Telejornalismo (GIPTELE). 
    Carlos Alberto Ferreira - Jornalista profissional formado em economia pela UFSC e pós-graduado em gestão de pessoas na mesma universidade. Tem 36 anos de carreira na área de comunicação. Trabalhou nos Diários Associados de Assis Chateaubriand, Jornal de Santa Catarina, Jornal A Notícia, correspondente em Florianópolis da Revista Placar, na diretoria da Associação dos Cronistas Esportivos de Santa Catarina,  Assessoria de imprensa da Secretaria de Educação do Estado de Santa Catarina e da antiga Secretaria de Habitação, hoje Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação. Também atuou como Editor-executivo no Jornal O Estado e foi chefe de reportagem na RBS TV. Atualmente é coordenador de Jornalismo e Esporte da Rádio CBN Diário. 
    Samuel Lima - Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina, é mestre e doutor em Engenharia de Produção pela mesma universidade e, atualmente, professor da Universidade de Brasília (UnB). Hoje, atua como professor visitante do Curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina (JOR/UFSC) e pesquisador do Observatório de Ética Jornalística (objETHOS). Foi docente e coordenador do Curso de Jornalismo da Associação Educacional Luterana Bom Jesus/Ielusc, em Joinville (SC). É co-autor do livro Perfil do Jornalista Brasileiro: características demográficas, políticas e do trabalho jornalístico, lançado neste ano.
    Sérgio Murillo de Andrade - Jornalista  formado  pela  UFSC  em  1984.  Atual  diretor  de Relações Institucionais da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) e de sindicalização e registro profissional do Sindicato  de  Santa  Catarina (SJSC). Já  foi  presidente, por duas gestões,  do mesmo SJSC  e  também  da  FENAJ. Trabalhou  no Diário Catarinense e Gazeta Mercantil,  foi  correspondente  do Diário do Sul e  atuou como  freelancer de  diversas  publicações  nacionais.  Coordenou  a  comunicação  de  campanhas  eleitorais em Santa  Catarina.  Foi  assessor  de  imprensa  no  serviço  público  e  empresarial  e  professor  de jornalismo. Atualmente é assessor de vereador na Câmara Municipal de Florianópolis e editor da Quorum Comunicação.