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terça-feira, 4 de outubro de 2011

Rússia será quinto mercado de publicidade de TV em 2015

Por Daniele Frederico, do Pay-TV News

A publicidade de TV ganhará importante força com o crescimento dos mercados da Rússia e da China. Em 2015, a Rússia será o quinto maior mercado em publicidade de televisão, atrás dos Estados Unidos, do Japão, da China e do Brasil. A informação é do relatório Global Entertainment and Media Outlook: 2011-2015, da Pricewaterhouse Coopers, apresentado pelo líder global de Entretenimento e Mídia da companhia, Marcel Fenez, no Mipcom 2011, que acontece entre os dias 3 e 6 de outubro, em Cannes.

Embora a perspectiva seja de crescimento na representação desses países, Fenez lembrou que um ganho de apenas 1% do Reino Unido ou dos Estados Unidos neste bolo publicitário muda todo o cenário.

Consumidor ganha poder

A apresentação de Fenez focou nos pontos comportamentais da pesquisa global, que apontou a existência de consumidores que ganharam poder com o digital; a necessidade de engajamento do anunciante; e ainda a importância da colaboração para atingir o sucesso.

Segundo o estudo, os consumidores querem mais conteúdos gratuitos, mas estão dispostos a pagar por ele, desde que haja um diferencial na oferta, como conveniência, qualidade, experiência, participação e privilégio.

Já o anunciante que deseja se envolver deve procurar engajamento com os “nativos digitais” em seu próprio espaço, como as redes sociais; interação personalizada; conteúdo atrativo; e alcance cross-plataforma. “Acreditamos que o modelo para o futuro digital é o de empresa de colaboração digital, ou seja, uma empresa dinâmica, interconectada e engajada com o ecossistema de consumidores, empregados e fornecedores. Tudo isso possibilitado pela tecnologia”, conclui.

Curso de Telejornalismo em Brasília tem inscrições abertas

Enviado por Aliene Coutinho

Estão abertas as inscrições para a turma extra do Curso Prático de Telejornalismo, com a editora da TV Globo, Aliene Coutinho. Ministrado desde junho de 2002, o curso já capacitou mais de 500 estudantes e jornalistas profissionais na área de televisão. Com 22 anos de experiência, desse total 20 anos na TV Globo, Aliene ensina aos alunos como fazer um texto e produção para tv, postura diante das câmeras, entonação e interpretação, com gravações de stand-ups, notas cobertas e matérias externas. Além de dicas de roupas e maquiagem para o vídeo.
As aulas são de segunda a sexta, das 19:00 às 22 horas. 27 horas/aula, utilizando equipamentos profissionais. As turmas têm vagas limitadas e são abertas a estudantes de comunicação e jornalistas. Ao final, os alunos recebem certificado e DVD com as gravações individuais.

IMPORTANTE: Faça sua pré-matrícula solicitando uma ficha através do e-mail alienebsb@gmail.com até o dia 11/10/2011. As inscrições serão efetivadas, mediante pagamento, no dia do curso das 18h às 19h. Vagas limitadas.

Investimento: R$750,00 em duas vezes ou R$700,00 à vista

Data do curso: de 17 a 27 de outubro

De segunda a sexta - horário: das 19h às 22h

Em novo local: QMSW 5, lote 10, bloco B, loja 34, Ed. Varandas do Sudoeste – em frente ao Hospital JK. Fone: 9973-3497

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Jornalismo de Espanha tem o seu "livro negro"

Por Ramiro Varea Madrid, de Publico.es

Un informe alerta sobre la situación de precariedad que atraviesa la profesión periodística. 1 700 periodistas han perdido sus empleos en tres años.


Un libro negro para denunciar la crisis que sufre la profesión. Ese es el objetivo del Libro negro del periodismo en España, escrito por el catedrático de Comunicación de la Universidad de Málaga Bernardo Díaz Nosty y que se presentó en Madrid. La obra hace una radiografía sombría de un oficio, el periodismo, que "vive en España un momento especialmente delicado".
El autor sostiene que "la recesión económica no ha sido la causa primera de la crisis" que atraviesa la profesión, "sino que ha venido a agravar la situación que ya existía en el negocio de los medios". Dice Díaz Nosty que la crisis que castiga al periodismo "está relacionada con la gobernanza del sistema en un nuevo escenario tecnológico y cultural". Y lo traduce en datos: en cuatro años (2008-2011), 4.800 personas (de ellos, 1.700 son periodistas) han perdido su empleo en el sector de los medios de comunicación. Sólo en este año, han salido de las facultades españolas de Periodismo y Comunicación Audiovisual más de 3.000 licenciados que deberán competir por menos de 600 puestos de trabajo. El experto resalta que este "desfase" entre titulados y ocupación laboral "agrava un problema estructural surgido hace más de 20 años".

EL COQUETEO DE LA PROFESIÓN CON EL PODER Y LA POLÍTICA AMENAZA EL OFICIO

El responsable de la Cátedra Unesco de Comunicación también denuncia que los becarios y jóvenes licenciados que llegan a las redacciones cobran hasta un 75% menos de sueldo que los profesionales a los que sustituyen. La precarización y el paro son dos de los grandes males del periodismo, pero no son los únicos. El coqueteo de la profesión con el poder y la política es otra de las amenazas del oficio, ya que "erosiona su credibilidad" y "lo aleja de la realidad social y el abandono de su función de control democrático", afirma el autor del libro.
En su opinión, la orientación de los grandes medios, marcada por el "predominio de valores mercantiles y las servidumbres que su exceso conlleva", ha afectado a la agenda y a la calidad de los contenidos, "progresivamente inclinados hacia el sensacionalismo y el espectáculo".

A VUELTAS CON RTVE

«Rajoy propone una televisión pública muerta», denuncia González Urbaneja.
Durante la presentación del libro, el presidente de la Asociación de la Prensa de Madrid (APM), Fernando González Urbaneja, recordó las palabras del líder del PP, Mariano Rajoy, quien la semana pasada abogó por la "neutralidad informativa" en TVE. "Yo creo que lo que quería decir es que quería una televisión pública muerta, porque esa es su propuesta", señaló Urbaneja.
Para Díaz Nosty, "no es casualidad" que el Consejo de Administración de RTVE votara a favor de poder acceder al sistema de trabajo de los Servicios Informativos de TVE. El catedrático tildó esta medida de "absurda, ridícula e increíble". "Pone de relieve uno de los males de la profesión: la relación entre el poder político y los medios de comunicación", remachó.

As opiniões aqui postadas são de responsabilidade de seus autores

Emprego: Reuters contrata jornalistas no Brasil

A Agência Reuthers abriu o processo de inscrição para uma série de funções jornalísticas a serem desempenhadas no Brasil. As cidades de referência são Brasília e São Paulo.
Há vagas para correspondentes, para sub-editores e repórteres de Economia e Política.
Os enlaces com para cada uma das vagas se encontram abaixo

Sub Editor - Economics & Markets, Brazilian Domestic Service (Sao Paulo) Job News/Editorial Sao Paulo, Brazil




Repórter Especial de Política e Economia Job News/Editorial Brazil-Brasilia
Breakingviews Senior Columnist (Sao Paulo) Job News/Editorial Sao Paulo, Brazil




Correspondent Job News/Editorial Sao Paulo, Brazil




Reporter Senior de Commodities & Energia - Brasil (Rio de Janeiro) Job News/Editorial Sao Paulo, Brazil

Terminam dia 10/10 inscrições para trainees da BBC

Termina dia 10 o prazo de inscrições para trainees que querem trabalhar como jornalistas na emissora inglesa BBC. As inscrições devem ser feitas na página da BBC O programa conta com um curso intensivo no BBC College of Journalism, nas primeiras três semanas. Nesse período, as acomodações, a alimentação e o transporte serão pagos pela empresa.

As oportunidades são para trabalhar com jornalismo internacional na Inglaterra. Os interessados precisam ter visto, inglês fluente e mais um idioma, além de formação universitária. Saber sobre atualidades é fundamental.

Para quem quiser trabalhar na área de Esportes, será preciso demonstrar conhecimento no assunto. O mesmo vale para Política e para a editoria Internacional, na qual saber idiomas como árabe, persa ou afegão será um diferencial.

O salário durante o período de duração do programa, que é de um ano, ficará entre R$ 55 600 e R$ 67 800, mas será pago em libras. O início está previsto para janeiro de 2012 e há possibilidade de contratação no final do treinamento.

domingo, 2 de outubro de 2011

Instituição dos EUA diz que no Brasil não há liberdade de expressão

Um mapa no Newsmuseum de Washington, nos Estados Unidos, ousa classificar os países do mundo segundo o grau da liberdade de expressão neles existente. Verde representa liberdade total, amarelo, parcial e vermelho, nenhuma liberdade. Confira na foto.
Pelo critério do museu, apenas 34, das mais de 200 nações existentes no mundo, possuiriam liberdade integral de expressão.
Não precisa dizer que os Estados Unidos da América, onde o museu está localizado e onde é proibido mostrar fotos de cadáveres de soldados americanos mortos nas invasões patrocinadas pelo Tio Sam no Iraque e Paquistão, dentre outros, é considerado 100% livre.
Já o Brasil, está na categoria do “mais ou menos livre”. A mesma que foi atribuída a países como Serra Leoa, Namíbia, Bostwana, Mongólia e Libéria, dentre outras. Na América do Sul, o museu considera que só existe liberdade de expressão no Chile, Uruguai, Suriname e Guiana.
O Museu atribuiu ao Brasil a nota 44, numa escala de 100. Afirma que a imprensa sofre pressões políticas e censura e cita, como exemplo, a decisão judicial que em 2009 proibiu o jornal Estado de São Paulo em publicar matérias sobre uma investigação policial que envolvia a família Sarney.
Os critérios de classificação não são claramente informados pela instituição, mas ela considera negativo – pois esta é a postura norte-americana - os processos e ações na justiça contra os abusos da mídia. Um país onde jornalistas e meios de comunicação podem ser judicialmente processados ou onde a imprensa pode ser obrigada a pagar indenizações pelas conseqüências de seus erros é considerado não detentor de liberdade de expressão. Não sei como o museu sugere que o cidadão e a sociedade se defendam de abusos dos empresários da comunicação.
Nos referenciais estadunidenses, qualquer questionamento à mídia, mesmo que esta esteja errada, é considerado cerceamento da liberdade de expressão. Curiosamente, o museu não considera a existência de um monopólio dos meios de comunicação elemento que subjuga a liberdade de expressão. Pelo contrário, durante muito tempo o Brasil era taxado de não ter liberdade de imprensa pelo fato de exigir formação em Jornalismo para o exercício da profissão de Jornalista. Para os norte-americanos é mai livre aquele país em que o dono do jornal, da rádio ou da TV escolhe quem pode ser e quem não pode ser jornalista. A meritocracia do diploma é considerada cerceamento e o apadrinhamento ou mesmo o puxa-saquismo do chefe é considerado liberdade.

Para os americanos, na África, a liberdade de expressão só existe totalmente em quatro países: os lusófonos Cabo Verde e São Tomé e Príncipe e em Mali e Gana. Nem a África do Sul foi contemplada pela cor verde, que classifica o topo da classificação.
No Oriente Médio, Israel, que bombardeia os meios de comunicação da Palestina, também ganhou a cor verde da liberdade. E mesmo o Iraque e Afeganistão, países que há anos estão submetidos ao julgo norte-americano são considerados países livres. Porque será que os EUA não conseguiram fazer prevalecer a liberdade de imprensa pra lá de Bagdá?

sábado, 1 de outubro de 2011

Morre em Portugal o jornalista brasileiro, Duda Guennes, (1937-2011)

Enviado de Lisboa por Martins Morim

Desde 1980 que Duda Guennes assinava a coluna "Meu Brasil Brasileiro" do jornal "A Bola", crónicas mais tarde editadas em livro, com várias histórias do mundo futebolístico.

Eduardo Guennes Tavares de Lima, 74 anos, nasceu no Recife, capital do Estado de Pernambuco, no dia 21 de julho de 1937, e chegou a Portugal em Setembro de 1974. No Brasil, trabalhou na rede O Globo, fez parte do Pasquim e foi correspondente em Lisboa.

Ao longo da sua carreira escreveu para diversas publicações, foi crítico de teatro e até chegou a comentar o Carnaval do Rio de Janeiro e traduzir revistas de Walt Disney. Atualmente o jornalista dedicava-se a escrever um livro sobre a morte.

O
velório realiza-se a partir das 17h de sábado, 30/9, na Igreja do Sagrado Coração de Jesus, em Lisboa, de onde sairá o funeral, às 11h de domingo, para o cemitério do Alto de S. João