A Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura - OEI está selecionando dois profissionais com formação em Jornalismo e com experiência mínima de 3 anos em assessoria de imprensa, em especial para órgão públicos.
A atividade ocorre em parceria com a secretaria de Ensino Superior do Ministério da Educação.
Os candidatos devem enviar até o dia 30/5 o CV para oei.sesu@mec.gov.br.
Mais detalhes, entre no portal do MEC e depois clique em Opção: Serviço - Opção: Concursos e Seleções - Opções Seleções.
Atenção, não confundir esta seleção, com outra divulgada aqui anteriormente (ver nota Dicas de emprego para Jornalistas) pela qual a OEI seleciona um redator e revisor de textos. Esta seleção se encerra hoje, domingo 23.
Um espaço para os campos da Informação e da Comunicação e sobre eles abrir um debate com os leitores. Análises, artigos, avisos, concursos, publicações... Aqui você encontrará de tudo um pouco. Os textos poderão ser em português, espanhol, inglês ou francês.
domingo, 23 de maio de 2010
Seleções do PNUD/MDS excluem profissionais de Comunicação
Pelo menos dois processos de seleção simplificada de profissionais para o ministério do Desenvolvimento Social, cujas atividades são tipicamente do campo da Comunicação Social, excluem a possibilidade de profissionais desta área em se candidatar ou então abrem as seleções para qualquer tipo de formação na área de Humanas.
O primeiro caso é uma parceria com o PNUD - Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. o Edital, publicado neste domingo na página 10 do Correio Braziliense, anuncia a seleção de um consultor para fazer REVISÃO e EDIÇÃO de textos de cartazes voltados à populações indígenas.
O perfil do profissional esperado é que tenha graduação em Ciências Humanas ou em Linguística e Letras.
Bem, até onde eu sei, a revisão de material gráfico de peças de divulgação como cartázes e edição de textos são atívidades concernentes à Comunicação Social, em especial Publicidade ou mesmo Jornalismo.
O segundo caso, também uma parceria MDS/PNUD, publicado à página 9 do mesmo jornal, visa selecionar profissional que PRODUZIRÁ MATERIAL INFORMATIVO com temática racial para a secretaria de Avaliação e Gestão da Informação. O requisito estipulado é que o candidato seja graduado em Ciências Humanas ou Sociais.
Aqui, o desrespeito ao Decreto Lei 972/69 é total, pois a podução de material informativo é função privativa de Jornalista (agora com ou sem diploma).
É certo que a Comunicação Social está no campo das Ciências Humanas, mas a Arquitetura, a Administração, a História, a Geografia e várias outras também o estão. Parece que os órgãos públicos estão entendendo que o DL 972/69 foi totalmente revogado pelo STF. Se for isso estão equivocados, a decisão foi exclusivamente quanto ao artigo que trata da emissão de registro profissional.
Os sindicatos de jornalistas e dos publicitários do DF deveriam dar uma prensa no PNUD e no Ministério de Desenvolvimento Social.
Estes editais precisam ser revistos. Além disso, é de se perguntar porque um revisor ou um redator de textos tem que ser contratado na condição de consultor. Os dois editais publicados não exigem dos candidatos nem mesmo uma pós graduação. Que diabo de consultoria é esta? Isto mais me parece uma fórmula de driblar a exigência dos concursos públicos.
O primeiro caso é uma parceria com o PNUD - Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. o Edital, publicado neste domingo na página 10 do Correio Braziliense, anuncia a seleção de um consultor para fazer REVISÃO e EDIÇÃO de textos de cartazes voltados à populações indígenas.
O perfil do profissional esperado é que tenha graduação em Ciências Humanas ou em Linguística e Letras.
Bem, até onde eu sei, a revisão de material gráfico de peças de divulgação como cartázes e edição de textos são atívidades concernentes à Comunicação Social, em especial Publicidade ou mesmo Jornalismo.
O segundo caso, também uma parceria MDS/PNUD, publicado à página 9 do mesmo jornal, visa selecionar profissional que PRODUZIRÁ MATERIAL INFORMATIVO com temática racial para a secretaria de Avaliação e Gestão da Informação. O requisito estipulado é que o candidato seja graduado em Ciências Humanas ou Sociais.
Aqui, o desrespeito ao Decreto Lei 972/69 é total, pois a podução de material informativo é função privativa de Jornalista (agora com ou sem diploma).
É certo que a Comunicação Social está no campo das Ciências Humanas, mas a Arquitetura, a Administração, a História, a Geografia e várias outras também o estão. Parece que os órgãos públicos estão entendendo que o DL 972/69 foi totalmente revogado pelo STF. Se for isso estão equivocados, a decisão foi exclusivamente quanto ao artigo que trata da emissão de registro profissional.
Os sindicatos de jornalistas e dos publicitários do DF deveriam dar uma prensa no PNUD e no Ministério de Desenvolvimento Social.
Estes editais precisam ser revistos. Além disso, é de se perguntar porque um revisor ou um redator de textos tem que ser contratado na condição de consultor. Os dois editais publicados não exigem dos candidatos nem mesmo uma pós graduação. Que diabo de consultoria é esta? Isto mais me parece uma fórmula de driblar a exigência dos concursos públicos.
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sábado, 22 de maio de 2010
Opinião: O jornalismo econômico como porta-voz do capital financeiro
Reconheço não ser algo novo quando um pesquisador faz a crítica da cobertura midiática supostamente especializada da economia. Reconheço que o tema é algo redundante e justo por isso vejo sua importância. Tampouco se trata de novidade o uso de eufemismos e do emprego do jargão “técnico” como forma de mascaramento de situações factuais dos agentes econômicos. Em se tratando de grandes investidores de base especulativa, comprando, vendendo e repassando produtos financeiros, muitas das vezes aquilo que é midiatizado encobre a ocorrência de atos criminosos. Neste texto, abordamos esse cruzamento, quando a produção de sentido gerada através do noticiário de economia, naturaliza, mascara ou alivia a letalidade dos atos premeditados de especuladores de distintas ordens de grandeza e os efeitos que causam no cotidiano de populações inteiras, tal é o caso hoje dos mais de 10 milhões de cidadãos gregos. Na atualidade, a luta entre os efeitos desse mascaramento com cumplicidade da indústria das mídias e a perspectiva do povo em movimento, tem seu campo de batalha nas ruas e praças da Grécia.
A hipótese que aqui levanto é simples. Afirmo que a maior parte da cobertura jornalística em economia oficia mais como porta-voz do capital financeiro e não como intérprete de seu acionar. E, por optar pela angulação da cumplicidade, os especialistas, colunistas e fontes da indústria da comunicação quase nunca narram o “jogo” como um cassino de roleta viciada. A contrapartida é desigual. Por vezes, a teoria da brecha jornalística se evidencia nas exceções. É quando especialistas que trabalham através da angulação crítica expõem seus pontos de vista, denunciando através de uma base factual irrefutável, a selvageria criminosa dos agentes econômico-financeiros.
Em tese o ato de especular deriva das informações fragmentadas e no risco. Desse modo, um gerente de operações de um Fundo de Investimento (hedge fund) teria a capacidade de antecipação, vendendo títulos e ações na alta e comprando-os na baixa. Nesse jogo, a aleatoriedade é a regra para evitar as fraudes. Logo, o acionar fraudulento é a combinação de vendas e compras em conjunto, manipulando o chamado comportamento de manada, quando em tese todos os investidores se moveriam na mesma direção. Além da conspiração, são formas típicas de burlar as regras: obter informação privilegiada (inside information), antecipando-se aos demais especuladores; “maquiar” balanços de modo a elevar a apreciação dos papéis; rebaixar propositadamente os títulos de um país de maneira que custe mais caro para o Estado financiar sua dívida de curto prazo; negociar de forma “exposta”, quando a capacidade de pagamentos está comprometida a ponto de não realizar-se. Todas estas “técnicas” de enriquecimento ilícito, embora usuais, são amplamente praticadas e, por sua vez, quase nada midiatizadas.
Para quem não se recorda, a primeira crise do Euro tem sua origem no acionar fraudulento das vendas e revendas, em escala mundial, dos ativos tóxicos ou sub-primes. Estes “produtos” financeiros nada mais são do que carteiras de hipotecas cujos titulares estão inadimplentes e não poderiam pagar. As duplicatas destas carteiras sem lastro, empacotadas como “produtos de risco”, foram (e são) comercializadas mundialmente, e quase sem nenhum controle. Ora, se na base não há lastro, logo não há dinheiro para remunerar. Isso é classicamente conhecido como Esquema Ponzi, e também chamado nos termos contemporâneos de pirâmide ou corrente. A hipótese de ato criminoso levando ao “estouro” da bolha imobiliária que levara à crise do capitalismo em geral, da economia estadunidense primeiro e hoje da Zona do Euro, não é apenas minha. Dezenas de especialistas difundiram essa angulação, o que poderia haver rendido centenas de reportagens investigativas. Estes seriam textos de primazia exemplar como as matérias clássicas de Bob Woodward e Carl Bernstein na cobertura do escândalo do edifício Watergate. Os dois repórteres, munidos do dever de investigadores públicos e empurrados pela coragem de suas chefias diretas, denunciaram um esquema também criminoso, o que levara à renúncia de um presidente dos Estados Unidos, o republicano Richard Nixon em 8 de agosto de 1974. Infelizmente, este caso é uma exceção honrosa e heróica, e não a regra de comportamento da indústria da comunicação e de seus trabalhadores.
Ao contrário de exagerar, também aqui estou empregando eufemismos para atenuar a contundência verbal do texto. Qualquer operador ou analista sabe que, quando há informação perfeita, não pode haver equívoco no erro e sim premeditação. Esta tese é corroborada pelo francês Jean-François Gayraud, comissário divisional para crimes financeiros (equivale ao posto de coronel) da Direction de La Surveillance Du Territoire (DST) a agência de contra-espionagem da França. Gayraud sustenta que a “crise” da bolha estadunidense foi um ato criminoso de empresas especuladoras. Seus enunciados foram publicados na contracapa da edição de 25 de setembro de 2008 do jornal La Vanguardia, da Catalunha.
Assim a possível fonte explicativa para investigar e denunciar mundialmente o crime da maior transferência de renda coletiva para cofres privados foi enunciado num conglomerado midiático e, logo após, posto ao léu, no limbo das pautas inconclusas. É a própria indústria da mídia que amortece a possível ira popular diante da ação cúmplice, entre mandantes de governos em função-chave e criminosos de colarinho branco operando com a especulação fraudulenta.
As opiniões aqui postadas são de responsabilidade de seus autores
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Salvem o acervo fotográfico da Bloch Editores!!
Os Ministérios da Cultura e da Previdência poderiam fazer uma dobradinha especial e resgatar um dos acervos fotográficos mais bonitos e completos da história do país na segunda metade do século XX. Estou falando das fotos, slides, negativos da Bloch Editores que ilustraram revistas como a Manchete, Fatos & Fotos, Geográfica Universal, Amiga, Pais & Filhos, Ele & Ela, Agricultura Hoje, Tendências, Desfile, Céu, Engenharia Hoje e tantas outras.Todo este acervo foi a leilão sem que houvesse interessados. Ou melhor, apenas uma pessoa se mostrou interessado em comprar este acervo calculado em 12 milhões de fotos,

cromos e negativos feitos por fotógrafos do quilate de Ronan Soares, Cláudio Alves, André Dussek (com estes três tive o prazer de trabalhar), Roberto Stuckert, hoje na Presidência da República (Alô Stuckert, dá um toque ai no Lula sobre isso!!!), Gervásio Baptista, Dettmar, dentre tantos outros. Nos tempos de ouro, a equipe de fotógrafos de Manchete ultrapassava a centena, espalhada entre o eixo Brasília-Rio-São Paulo, as sucursais nacionais e internacionais e free-lancers pelo mundo inteiro.
São fotos
sobre quase tudo: atentado contra Carlos Lacerda na Rua Toneleiros, inauguração de Brasília, chegada do homem à Lua, abertura da Transamazônica, Serra Pelada. Em 1954, uma das capas que marcaram época foi a foto de Tancredo Neves chorando sobre o caixão de Getúlio Vargas.
Além dos funerais de Getúlio, lá também estão os de Francisco Alves, o Rei da Voz (1952), de Carmen Miranda (1955), as rebeliões fracassadas contra o governo JK: antes da posse, a bordo do navio Almirante Tamandaré (1955) e o levante de Jacareacanga, uma base na floresta amazônica, que estourou no sábado de Carnaval de 1956 e não durou muito.
Além dos funerais de Getúlio, lá também estão os de Francisco Alves, o Rei da Voz (1952), de Carmen Miranda (1955), as rebeliões fracassadas contra o governo JK: antes da posse, a bordo do navio Almirante Tamandaré (1955) e o levante de Jacareacanga, uma base na floresta amazônica, que estourou no sábado de Carnaval de 1956 e não durou muito.
No acervo
estão os registros dos concursos de Miss Universo, inclusive a polegada a mais de Martha Rocha (1954), 12 Copas do Mundo de Futebol, inclusive a conquista da primeira Copa pela seleção brasileira em campos da Suécia (1958); o surgimento de dois movimentos que se tornariam sucesso até mesmo fora do país: a bossa nova (com suas principais estrelas, como João e Astrud Gilberto, Nara Leão, a dupla imortal Tom e Vinicius, Roberto Menescal e Ronaldo Bôscolie), o cinema novo, os festivais de cinema de Brasília.
Quem teve a oportunidade de trabalhar na Manchete, sabe que Adolpho Bloch tinha um insuperável padrão de exigência em relação as fotos, que chegava a assustar qualquer fotógrafo. Quado lá estagiei como repórter de texto, em 1977, a primeira lição que aprendi do meu então chefe, Sérgio Ross - ele tam
bém um fotógrafo de formação - foi: "aqui na Bloch o lead é a imagem, é a fotografia".
Bem, todo este acervo foi a leilão, com um lance mínimo de R$ 1.249.249,30 (um milhão duzentos e quarenta e nove mil duzentos e quarenta e nove reais e trinta centavos). A quantia arrecadada destina-se a pagar créditos trabalhistas devidos aos ex-empregados da Bloch. A expectativa era de que os interessados fossem empresas de comunicação, instituições de pesquisa, universidades, bibliotecas ou de preservação da memória, como o Arquivo Nacional. Mas nenhuma instituição deste perfil apareceu.
Como não houve interessados, o leilão foi aberto para ofertas do tipo ‘quem dá mais’. O advogado Luiz Fernando Fraga Barbosa ofereceu, então, R$ 300 mil. O lance foi aceito, mas de forma condicional, como manda a lei. Ou seja, a oferta está sujeita à aprovação das partes envolvidas: a Massa Falida, a
Justiça, que conduz o processo de falência, e o próprio representante da empresa falida. Indagado sobre o que faria com um acervo de milhões de cromos, negativos e ampliações fotográficas, Luiz Fernando foi vago e limitou-se a dizer que comprou ‘para a família’ e não confirmou se representava alguém ou algum grupo”.
Como a União, em especial a Receita Federal e a Previdência são uns dos maiores credores da extinta Bloch, o governo bem que poderia resgatar todo este acervo e abater da dívida que a Bloch tem com ele. Todo mundo sabe que a União não vai ver a cor do dinheiro da massa falida da Bloch, pois o filé mignon, a TV e a rede de rádios foi transferida para a Rede TV e para a Nova Brasil FM, sem que houvesse benefício aos credores,em especial os antigos trabalhadores e o contribuinte.
Desta forma, ao resgatar esta história documentada, que precisa de dispendiosos processos de conservação, a União estaria resgatando para a sociedade brasileira um pouco de sua história e, por que não dizer, de seus impostos.
Quem teve a oportunidade de trabalhar na Manchete, sabe que Adolpho Bloch tinha um insuperável padrão de exigência em relação as fotos, que chegava a assustar qualquer fotógrafo. Quado lá estagiei como repórter de texto, em 1977, a primeira lição que aprendi do meu então chefe, Sérgio Ross - ele tam
Bem, todo este acervo foi a leilão, com um lance mínimo de R$ 1.249.249,30 (um milhão duzentos e quarenta e nove mil duzentos e quarenta e nove reais e trinta centavos). A quantia arrecadada destina-se a pagar créditos trabalhistas devidos aos ex-empregados da Bloch. A expectativa era de que os interessados fossem empresas de comunicação, instituições de pesquisa, universidades, bibliotecas ou de preservação da memória, como o Arquivo Nacional. Mas nenhuma instituição deste perfil apareceu.
Como não houve interessados, o leilão foi aberto para ofertas do tipo ‘quem dá mais’. O advogado Luiz Fernando Fraga Barbosa ofereceu, então, R$ 300 mil. O lance foi aceito, mas de forma condicional, como manda a lei. Ou seja, a oferta está sujeita à aprovação das partes envolvidas: a Massa Falida, a
Justiça, que conduz o processo de falência, e o próprio representante da empresa falida. Indagado sobre o que faria com um acervo de milhões de cromos, negativos e ampliações fotográficas, Luiz Fernando foi vago e limitou-se a dizer que comprou ‘para a família’ e não confirmou se representava alguém ou algum grupo”.
Como a União, em especial a Receita Federal e a Previdência são uns dos maiores credores da extinta Bloch, o governo bem que poderia resgatar todo este acervo e abater da dívida que a Bloch tem com ele. Todo mundo sabe que a União não vai ver a cor do dinheiro da massa falida da Bloch, pois o filé mignon, a TV e a rede de rádios foi transferida para a Rede TV e para a Nova Brasil FM, sem que houvesse benefício aos credores,em especial os antigos trabalhadores e o contribuinte.
Desta forma, ao resgatar esta história documentada, que precisa de dispendiosos processos de conservação, a União estaria resgatando para a sociedade brasileira um pouco de sua história e, por que não dizer, de seus impostos.
Emprego: vaga aberta em SP para quem tem vivência no exterior
A Ecco seleciona profissional para início imediato, com inglês fluente (redação e conversação)e experiência em assessoria nas áreas de tecnologia, consultoria ou produtos. Preferência para candidatos com vivência no exterior ou em multinacional. A entrevista será em inglês. CV com pretensão salarial para anapaula@ecco.inf.br.
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Vaga para Jornalista
Jornais: Destak começa a circular gratuitamente no DF em 21/5
Do Jornalismo & Cia.
Com tiragem de 50 mil exemplares,começa a circular dia 21/5 a edição Brasília do Destak,
gratuito criado em São Paulo, em 2006. Ele será distribuído por 60 entregadores, de 2ª a 6ª feira, em 16 cruzamentos e em mais de 100 pontos fixos da Capital Federal. Segundo o diretor do jornal, Cláudio Zorzett, a tiragem da publicação será a maior do DF:
“Serão no mínimo 16 páginas, mas com a venda de publicidade poderemos chegar a 32, no máximo”.
Brasília é o terceiro mercado contemplado na estratégia de expansão do produto editorial, que já circula na capital paulista, com tiragem de 180 mil exemplares, e no Rio de Janeiro, com 80 mil. Com notícias regionais e nacionais, a publicação teve edição de teste em 20/4 (véspera do cinqüentenário da cidade), e será apresentada oficialmente ao mercado publicitário nesta 6ª.feira (14/5).
A equipe local será comandada por Raphael Bruno, ex-editor-executivo da sucursal do JB. O diretor editorial Fábio Santos, que fica baseado em São Paulo, diz que “por conta das
características do público leitor, a edição também trará notícias sobre o funcionalismo público federal; e a seção de Esportes será um mix do que é produzido em SP e no Rio, com alguns inputs locais, já que os times de Brasília têm torcida pequena no Plano Piloto”;
Com tiragem de 50 mil exemplares,começa a circular dia 21/5 a edição Brasília do Destak,
gratuito criado em São Paulo, em 2006. Ele será distribuído por 60 entregadores, de 2ª a 6ª feira, em 16 cruzamentos e em mais de 100 pontos fixos da Capital Federal. Segundo o diretor do jornal, Cláudio Zorzett, a tiragem da publicação será a maior do DF:
“Serão no mínimo 16 páginas, mas com a venda de publicidade poderemos chegar a 32, no máximo”.
Brasília é o terceiro mercado contemplado na estratégia de expansão do produto editorial, que já circula na capital paulista, com tiragem de 180 mil exemplares, e no Rio de Janeiro, com 80 mil. Com notícias regionais e nacionais, a publicação teve edição de teste em 20/4 (véspera do cinqüentenário da cidade), e será apresentada oficialmente ao mercado publicitário nesta 6ª.feira (14/5).
A equipe local será comandada por Raphael Bruno, ex-editor-executivo da sucursal do JB. O diretor editorial Fábio Santos, que fica baseado em São Paulo, diz que “por conta das
características do público leitor, a edição também trará notícias sobre o funcionalismo público federal; e a seção de Esportes será um mix do que é produzido em SP e no Rio, com alguns inputs locais, já que os times de Brasília têm torcida pequena no Plano Piloto”;
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