Os que viveram a ditadura militar brasileira, os que passaram por ela em brancas nuvens e os que nasceram depois que ela acabou. Todos podem conhecer melhor e refletir sobre esse período, a partir da nova série "O Dia que durou 21 anos", que a TV Brasil exibe nos dias 4, 5 e 6 de abril, às 22h.
Em clima de suspense e ação, o documentário apresenta, em três episódios de 26 minutos cada, os bastidores da participação do governo dos Estados Unidos no golpe militar de 1964 que durou até 1985 e instaurou a ditadura no Brasil. Pela primeira vez na televisão, documentos do arquivo norte-americano, classificados durante 46 anos como Top Secret, serão expostos ao público. Textos de telegramas, áudio de conversas telefônicas, depoimentos contundentes e imagens inéditas fazem parte dessa série iconográfica, narrada pelo jornalista Flávio Tavares.
O mundo vivia a Guerra Fria quando os Estados Unidos começaram a arquitetar o golpe para derrubar o governo de João Goulart. As primeiras ações surgem em 1962, pelo então presidente John Kennedy. Os fatos vão se descortinando, através de relatos de políticos, militares, historiadores, diplomatas e estudiosos dos dois países. Depois do assassinato de Kennedy, em novembro de 1963, o texano Lyndon Johnson assume o governo e mantém a estratégia de remover Jango, apelido de Goulart. O temor de que o país se alinharia ao comunismo e influenciaria outros países da América Latina, contrariando assim os interesses dos Estados Unidos, reforçaram os movimentos pró-golpe. A série mostra como os Estados Unidos agiram para planejar e criar as condições para o golpe da madrugada de 31 de março. E, depois, para sustentar e reconhecer o regime militar do governo do marechal Humberto Castelo Branco. Envergando uma roupa civil, ele assume o poder em 15 de abril. Castelo era chefe do Estado Maior do Exército de Jango.
O governo norte-americano estava preparado para intervir militarmente, mas não foi necessário, como ressaltam historiadores e militares. O general Ivan Cavalcanti Proença, oficial da guarda presidencial, resume: “Lamento que foi um golpe fácil demais. Ninguém assumiu o comando revolucionário”.
Do Brasil, duas autoridades americanas foram peças-chaves para bloquear as ações de Goulart e apoiar Castelo Branco: o embaixador dos Estados Unidos, Lincoln Gordon; e o general Vernon Walters, adido militar e que já conhecia Castelo Branco. As cartas e o áudio dos diálogos de Gordon com o primeiro escalão do governo americano são expostas. Entre os interlocutores, o presidente Lyndon Johnson, Dean Rusk (secretário de Estado), Robert McNamara (Defesa). Além de conversas telefônicas de Johnson com George Reedy Dean Rusk; Thomas Mann (Subsecretário de Estado para Assuntos Interamericanos) e George Bundy, assessor de segurança nacional da Casa Branca, entre outros.
Foi uma das mais longas ditaduras da América Latina. O general Newton Cruz, que foi chefe da Agência Central do Serviço Nacional de Informações (SNI) e ex-comandante militar do Planalto, conclui: “A revolução era para arrumar a casa. Ninguém passa 20 anos para arrumar uma Casa”.
Em 1967, quem assume o Planalto é o general Costa e Silva, então ministro da Guerra de Castelo. Da linha dura, seu governo consolida a repressão. As conseqüências deste período da ditadura, seus meandros políticos e ideológicos estarão na tela. Mortes, torturas, assassinatos, violação de direitos democráticos e prisões arbitrárias fazem parte desse período dramático da história.
O jornalista Flávio Tavares, participou da luta armada, foi preso, torturado e exilado político. Através da série, dirigida por seu filho Camilo Tavares, ele explora suas vivências e lembranças. E mais: abre uma nova oportunidade de reflexão sobre o passado.
O Dia que durou 21 anos é uma coprodução da TV Brasil com a Pequi Filmes, com direção de Camilo Tavares. Roteiro e entrevistas de Flávio e Camilo.
Primeiro Episódio:
As ações do embaixador dos Estados Unidos, Lincoln Gordon, ainda no governo Kennedy, são expostas neste primeiro capítulo. O discurso do presidente João Goulart pregando reformas sociais torna-se uma ameaça e é interpretado pelos militares como uma provocação. Nos quartéis temia-se uma movimentação de esquerda e a adoção do comunismo, que poderia se espalhar por outros países latinos. Entrevistas e reportagens da CBS são reproduzidas, bem como diálogos entre Gordon e Kennedy. O documentário expõe a efervescência da sociedade brasileira naquele período. Para evitar que Goulart chegasse forte às eleições de 1965, foi criado o IBAD (Instituto Brasileiro de Ação Democrática), que teria dado cobertura às ações dos Estudos Unidos para derrubar João Goulart.
Segundo Episódio:
Cenas da morte de John Kennedy e a posse de Lyndon Johnson abrem este capítulo, dando sequência à estratégia dos Estados Unidos de impedir ao que o ex-presidente americano chamou de “ um outro regime comunista no hemisfério ocidental”. “Vamos ficar em cima de Goulart e nos expor se for preciso”, diria Jonhson.
Imagens focam no discurso de Jango na Central do Brasil, em 13 de março de 1964, que foi considerado uma provocação pelos arquitetos do golpe. Os americanos já preparavam o esquema, enviando suas forças militares para o “controle das massas”, como se refere um dos entrevistados. Paralelamente, articulações para levar Castelo Branco ao poder estavam sendo engendradas.
As forças americanas não precisaram entrar em campo. João Goulart pegou o avião, foi para Brasília e depois para o sul do país. Por que Jango não reagiu”? É uma questão posta na tela. O general Cavalcanti, oficial da guarda presidencial, resume: “Lamento que foi um golpe fácil demais. Ninguém assumiu o comando revolucionário”.
Os Estados Unidos estavam mobilizados para, em caso de resistência, fazer a intervenção militar pela costa e assim ajudar os militares. As correspondências de Lincoln Gordon com o primeiro escalão da Casa Branca são mostradas ao público, explorando as ações secretas junto às Forças Armadas, a reação da imprensa e dos grupos católicos no Brasil. Os Estados Unidos reconhecem o novo governo e imagens da vitória e manifestações de rua entram em cenas.
Terceiro Episódio:
O cargo de presidente é declarado vago pelo presidente do Senado, Auro Moura de Andrade. O presidente da Câmara, Ranieri Mazzilli, é empossado.
No dia 15 de abril, o chefe das Forças Armadas, marechal Castelo Branco, toma posse. Castelo tinha relações amistosas com Vernon Walters, adido da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil. Depois de suas conversas com Castelo, ele se ocupava em enviar telegramas para os Estados Unidos, relatando o teor da conversa. Os textos dos telegramas são revelados no episódio.
O governo Castelo Branco recrudesce e dá início aos atos institucionais. O de número 2 extingue os partidos políticos e torna as eleições indiretas. E mais: prorroga o seu mandato. Em 1967, ele é substituído pelo general Costa e Silva, da chamada linha dura do Exército. O AI 5 é decretado no ano seguinte, e o Brasil entra no caos, “O AI5 foi uma revolução dentro da revolução”, declara o general Newton Cruz.
A repressão e a tortura dominavam o país. Militares e estudiosos falam desse período. O brigadeiro Rui Moreira Lima, da Força Aérea Brasileira, declara: “Eu conheci um coronel, filho de um general, que veio de um curso de tortura no Panamá. Ele chegou e disse: agora estou tinindo na tortura, pega aí um cara pra eu torturar”.
Os Estados Unidos continuam em campo e Lincoln Gordon pede para o governo fortalecer ao máximo o regime militar brasileiro. O orçamento da embaixada cresce, como registra o historiador Carlos Fico, da UFRJ, um dos entrevistados de Flávio Tavares.
Um espaço para os campos da Informação e da Comunicação e sobre eles abrir um debate com os leitores. Análises, artigos, avisos, concursos, publicações... Aqui você encontrará de tudo um pouco. Os textos poderão ser em português, espanhol, inglês ou francês.
quarta-feira, 30 de março de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
Felap lança cursos à distância de Jornalismo, em espanhol
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TV Brasil suspende transmissão de missas e cultos religiosos
Depois de oito meses de debates, o Conselho Curador da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) aprovou na terça-feira (22/3) uma resolução que determina a suspensão dos programas religiosos presentes na grade de programação da TV Brasil e das rádios da empresa. A EBC tem o prazo de seis meses para retirar as produções do ar. A medida busca aumentar a diversidade religiosa presente nas emissoras da EBC em vez de privilegiar determinados credos, como vinha ocorrendo. No lugar dos atuais programas será destinada uma faixa que também vai tratar de religião, mas de maneira diferente. A proposta para ocupação desse espaço ainda será formulada pela diretoria da EBC e submetida ao Conselho Curador. A diretriz é para que nele seja contemplada a máxima pluralidade das vivências religiosas no país. A decisão foi conquistada por ampla maioria dos 22 membros do Conselho. Os representantes do Governo Federal abstiveram-se nos seus votos. Os conteúdos que deverão ser suspensos são o programa “Reencontro”, produzido por igreja de orientação evangélica, aos sábados; e os programas “A Santa Missa” e “Palavras de Vida”, de orientação católica, aos domingos. Já a Rádio Nacional de Brasília transmite, aos domingos, celebração de missa católica. Todos eles são originários das emissoras que foram absorvidas pela EBC após a sua criação e a aprovação da Lei nº 11.652/2008, que regulamenta o Sistema Público de Comunicação. “A Santa Missa” era produzida nos estúdios da empresa. Apesar da suspensão desses programas, essas religiões poderão ocupar essa nova faixa de programação prevista, mas não com espaço só para elas. Só na TV Brasil eles respondiam por 2h45 da grade semanal da emissora. “Com a decisão, o Conselho Curador reforçou o caráter público da EBC ao determinar o fim de privilégios específicos e a busca por uma programação que seja o mais fiel possível à diversidade cultural e religiosa brasileira”, ressaltou Diogo Moyses, secretário executivo do órgão superior da EBC. Histórico A decisão do Conselho tomada nesta terça, que já havia sido adiada por três vezes, ratifica um parecer elaborado no ano passado pela Câmara de Educação, Cultura, Ciência e Meio Ambiente do órgão. Ele já defendia ser “impróprio que os veículos públicos de difusão concedam espaços para o proselitismo de religiões particulares, como acontece atualmente com os programas que vão ao ar na TV Brasil aos sábados e domingos, dedicados à difusão de rituais ou de proselitismo que favorecem a religião católica e a segmentos de outras religiões cristãs”. Também no ano passado, entre 4 de agosto e 19 de outubro, o tema foi colocado em debate para sociedade por meio de uma consulta pública. Ao todo foram 141 contribuições de pessoas físicas e jurídicas. Além disso, a questão também foi discutida em audiências públicas. Toda essa discussão foi motivada por reclamações que telespectadores fizeram à Ouvidoria da EBC.
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Opinião: País precisa repensar com urgência a radiodifusão
Por Veníco Artur de Lima, publicado originalmente na Folha de São Paulo
Decretos de 1995 e 1996, estenderam para as concessões de radiodifusão as licitações válidas para a prestação de outros serviços públicos. Acreditava-se que teria fim a utilização das concessões de rádio e TV como moeda de barganha política.
Logo se viu, todavia, que pelo menos duas "brechas" legais permitiriam a continuidade do "coronelismo eletrônico": as outorgas de radiodifusão educativa e as chamadas "retransmissoras mistas" de rádio e TV estavam dispensadas de licitação. Além disso, uma lei de 1998 também excluiu a radiodifusão comunitária. Catorze anos depois que as primeiras licitações foram realizadas, a avaliação que se pode fazer é, no mínimo, constrangedora.
Em artigo recente no Observatório da Imprensa, o consultor legislativo Cristiano Lopes mostrou que mais de 93% das licitações concluídas desde 1997 foram vencidas pela empresa que apresentou a melhor oferta.
Os critérios técnicos -tempo destinado na programação a conteúdos jornalísticos, educativos e culturais; e programas produzidos na própria área de prestação do serviço- são sempre incluídos nas propostas.
Mais de 90% das propostas técnicas apresentadas obtiveram nota máxima. Na maior parte das licitações os concorrentes empatam na avaliação técnica e é apenas a proposta de preço que define o vencedor. Como inexiste a fiscalização do Estado no que se refere ao cumprimento daquilo que é proposto, as empresas vencedoras simplesmente não cumprem a proposta.
A reportagem de ontem da Folha revela agora um outro lado do total fracasso das licitações: não há nenhum controle do Estado em relação a quem de fato se candidata, vence ou coloca em operação uma emissora de rádio e televisão.
A reportagem levanta três hipóteses para explicar o uso de laranjas: lavagem de dinheiro; evitar acusações de exploração política e burlar a regra que impede igrejas de serem concessionárias. Qualquer delas constitui ilícito e deveria ser objeto de investigação. Ou não? Confirma-se a necessidade urgente de que a radiodifusão seja repensada e o Estado proponha, finalmente, um marco regulatório para o setor de comunicações.
VENÍCIO A. DE LIMA , 65, é professor titular (aposentado) de Ciência Política e Comunicação da UnB
e autor, dentre outros, de Regulação das Comunicações -História, Poder e Direitos.
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Livro analisa o papel da mídia e aponta a importância da regulação da mídia
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Wikileaks revela documentos demonstrando que EUA tentou inviabilizar Telesul
Por: Agencia Venezolana de Noticias (AVN Caracas- Recientes cables diplomáticos de Estados Unidos, revelados por Wikileaks, demuestran los esfuerzos de Washington por invisibilizar a medios independientes como Telesur, y "ganar" terreno en la guerra mediática para imponer su visión imperial. En un cable de 2007, revelado por el diario argentino Página 12, diplomáticos estadounidenses hablaban sobre la “necesidad” de contrarrestar las iniciativas de medios de comunicación que le han dado un espacio a los movimientos sociales y a líderes de la izquierda en la región. Según un artículo de opinión de Nikolas Kozloff, publicado en el portal web de Al Jazeera, “anteriormente Cuba había sido un punto focal de la propaganda estadounidense, pero recientemente el presidente de Venezuela, Hugo Chávez, es quien ha encendido la alarma del Departamento de Estado”. Chávez fue uno de los principales impulsores de la creación de Telesur, como un canal de contenido latinoamericano que mostrara la realidad de los pueblos que no tenían voz en las transnacionales de la información estadounidense. Kozloff destaca que “Chávez ha hecho un esfuerzo por promover medios de comunicación apoyados por Estados de América del Sur para hacer frente a los medios tradicionales y conservadores ligados a Estados Unidos”. Esa iniciativa ha generado el malestar en Washington. “Telesur el que más aumenta la ira” de los diplomáticos estadounidenses, recuerda Kozloff en referencia al contenido de los cables revelados por Wikileaks, en el que las embajadas de la Casa Blanca mostraban su preocupación por “la difusión de documentales ingeniosos” sobre la intromisión de la CIA en América Latina. El periodista asoma en su texto que existe una frustración en Estados Unidos desde el fracaso “de la derecha y sus medios de comunicación aliados al gobierno de (George) Bush" porque "no pudieron desalojar a Chávez del poder en 2002”. Para Kozloff, fue el golpe de Estado contra Chávez el que advirtió al gobierno venezolano sobre la necesidad de participar en el campo de la información “en primer lugar, mediante la promoción de medios de comunicación nacionales y, en segunda instancia, estimulando el crecimiento de medios más innovadores en Suramérica”. Es por ello que los funcionarios norteamericanos no han cesado en enviar sus “recomendaciones” para disminuir la presencia de esos medios porque consideran que su participación en la difusión de noticias “representa una amenaza para los intereses estadounidenses”. Una de las “propuestas” ha sido ampliar el alcance de la radiodifusión a través de La Voz de América, medio de comunicación del gobierno de los Estados Unidos. Según los cables de Wikileaks, los diplomáticos de Washington insisten en que Estados Unidos “no puede esperar que los líderes de la región se unan en nuestra defensa, sino enfocarnos en convencer de la manera más proactiva” a Suramérica sobre la supuesta "transparencia" de los intereses norteamericanos. Kozloff enfatiza que no sólo fueron los embajadores quienes mostraron preocupación por el alcance de Telesur. En el congreso, el republicano ultraderechista Connie Mack afirmó incluso que el convenio firmado por la televisora y Al Jazeera para compartir servicios de información, era para crear “una red de televisión global para terroristas”. Por tal motivo, Mack solitió al Congreso la aprobación de recursos adicionales para La Voz de América, con el propósito de que la señal llegara hasta Venezuela. Para Kozloff, estos movimientos para contrarrestar a Telesur demuestran las “verdaderas prioridades políticas” de la Casa Blanca en la región y desnudan el “derroche económico en propaganda para su lucha contra la izquierda latina”.
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UNESP: Revista Comunicação Midiática disponível na rede
Está disponível para leitura o v.5, n.1 da Revista Comunicação Midiática, do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UNESP. O lançamento, feito nesta segunda-feira (28/03/11), dá início a uma nova fase da publicação, agora em plataforma digital. “Esta nova edição estabelece uma linha de continuidade com a fase anterior, ao mesmo tempo em que busca olhar para o futuro”, diz o editor geral, Prof. Dr. Mauro de Souza Ventura. Segundo ele, a mudança no formato permitirá uma ampliação do público leitor e, com isso, o estímulo à disseminação e ao debate de ideias em torno dos diversos aspectos que envolvem os estudos de Comunicação na contemporaneidade. A publicação, referente ao último quadrimestre de 2010, apresenta 8 artigos científicos, de pesquisadores do Brasil, Espanha e México, divididos em três seções: Cultura e Mídia, Linguagens Midiáticas e Políticas de Comunicação. A revista inclui também duas resenhas de livros da área. Para a próxima edição, o prazo para a inscrição de trabalhos é até 28 de abril. Informações sobre submissão de trabalhos, política editorial e diretrizes para autores, assim como a nova edição, podem ser encontradas no site da revista: www.faac.unesp.br/comunicacaomidiatica
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