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domingo, 1 de janeiro de 2012
Pronuncie corretamente os nomes e termos estrangeiros
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Peru: 2011 registra 189 atentados a jornalistas
Se reportan 93 casos de agresiones físicas y verbales. Le siguen la amenazas y hostigamiento (49), presiones administrativas (21), presiones jurídicas (13) y las trabas al ejercicio de la profesión periodística (5).
Asimismo, la OFIP registra tres violaciones al secreto de las comunicaciones, dos daños a la propiedad o sustracción de equipos.
En su mayoría, los atentados los cometieron civiles (76), seguido por funcionarios civiles (50); elementos desconocidos (33); policías/militares/ seguridad/serenazgo (23), y propietarios/empresarios o directivos de medio (7).
Cajamarca, Lima y Arequipa, con más agresiones a periodistas
La región Cajamarca con 45 ataques a la prensa, Arequipa con 23 y Lima con 21, resultaron en el 2011 las zonas de mayor riesgo para ejercer el periodismo en el Perú. No menos peligrosas fueron Ancash con 19 atentados, la región Loreto con 14 y Lambayeque con diez.
Entre las provincias más peligrosas Coronel Portillo registra siete atentados, mientras en Huamanga y Jaén se produjeron seis atentados respectivamente.
Otros lugares de riesgo para la prensa peruana fueron Utcumbamba, donde se cometieron cinco atentados, cuatro en Huancayo, Huaraz y San Martín,y tres en Cusco, Celendín, y Maynas.
Dos atentados ocurrieron en Ascope, Bagua, Cañete, Camaná, Chincha, Chepén, Espinar, Islay, Piura, Puno, San Román, y uno en Cajabamba, Casma, Caravelí, Espinar, Huánuco, Huara, Lambayeque, Loreto-Nauta, Morropón, Pisco, Satipo, San Ignacio, Tocache, Tumbes, Trujillo, y Virú, de acuerdo con la OFIP.
Un total de 89 periodistas de televisión resultaron agredidos este 2011, 49 que laboran en la prensa escrita, 48 en la radial, y tres de la prensa digital.
De ese total, según el balance fueron blancos de atentados 139 varones; 30 mujeres y 20 medios de comunicación.
De manera particular la ANP denunció el asesinato de los periodistas Julio César Castillo Narváez, conductor del programa "Noticiero Ollantay", de radio Ollantay, en La Libertad (3 de mayo); Pedro Alonso Flores Silva, director del programa informativo "Visión Agraria" de canal 6, en Ancash (8 de setiembre) y José Oquendo Reyes, director y conductor del programa "Sin Fronteras" de BTV Canal 45, en Ica (14 de setiembre).
Entre las tentativas de homicidio, la de mayor riesgo se registró en noviembre, en Puno. El periodista Feliciano Gutiérrez Suca, corresponsal en Juliaca del diario La República, fue baleado por cuatro encapuchados. Los delincuentes le dispararon en la pierna dos veces.
Especial preocupación y rechazo del gremio causó el encarcelamiento del periodista Paul Garay Ramírez, querellado por difamación por el fiscal provincial de Coronel Portillo. Tras permanecer más de 6 meses en prisión recuperó su libertad en octubre de este año.
Entre las querellas por difamación emprendidas contra periodistas que han denunciado actos de corrupción han merecido especial atención y seguimiento los casos de Teobaldo Meléndez Fachín (Alto Amazonas) y Hans Andrade Chávez (Chepén).
A consecuencia de ello, y continuando con una tarea emprendida hace casi una década, la ANP lanzó una campaña nacional por la despenalización de los delitos de prensa. Esto porque las querellas sólo buscan amedrentar a quienes revelan hechos de corrupción y otros delitos en la administración pública.
Concurso Petrobrás: 31/12, último dia para inscrições
A Petrobras Distribuidora lançou edital de processo seletivo público para preenchimento de uma vaga de jornalista. Exige-se diploma de curso de graduação de nível superior em Jornalismo, e o salário mínimo é de R$ 6.217,19.
Unisinos oferece especialização em Televisão e Convergência Digital
A Universidade do Vale do Rio dos Sinos está com inscrições abertas para a terceira edição da especialização em Televisão e Convergência Digital. O curso visa qualificar profissionais de comunicação para melhor atuarem nos processos que envolvem televisão e mídias digitais, oferecendo uma visão estratégica sobre gestão, produção, distribuição e programação de conteúdos audiovisuais convergentes.
Ainda, em uma cooperação inédita, as aulas contarão com o auxílio técnico das Organizações Globo, aliando professores que trabalham teoricamente a questão da convergência com profissionais que conhecem a tecnologia na prática. A Unisinos está oferecendo desconto especial para inscrições até o di a 10 de janeiro, que podem ser realizadas via www.unisinos.br.
Os encontros serão realizados nas sextas-feiras à noite e sábados durante o dia, sempre em finais de semana alternados. As aulas serão ministradas em Porto Alegre, na sede Unisinos CIEE, na rua Dom Pedro II, 861, bairro Higienópolis, a partir da primeira semana de abril.
Outras informações podem ser obtidas pelo telefone 51-3591-1122.
FGV oferece curso gratuito online sobre Comunicação Institucional
O curso 'Processo de Comunicação e Comunicação Institucional' analisa os princípios fundamentais que regem a comunicação como um meio cultural capaz de gerar conhecimentos, interações, trocas de informações.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Câmara Legislativa do DF gasta R$ 6 milhões na publicidade de fim de ano
No balanço do final do ano, o presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, deputado Patrício (PT) afirmou com todas as pompas que a Casa economizou cerca de R$ 110 milhões no decorrer de 2011. Desse total R$ 80,2 milhões foram repassados à Secretaria de Planejamento e Orçamento para ajudar o Governo do DF a pagar as suas contas.
Para comemorar tão grande feito, a Mesa Diretora decidiu então gastar parte do montante economizado, em propaganda nos grandes jornais e televisões, com objetivo de informar a população que economizou. Segundo a Assessoria de Comunicação da CLDF foram destinados R$ 6 seis milhões de reais para este fim.
A pressa em desembolsar seis milhões para fazer veicular a propaganda da economia da Casa, só não foi pior que a determinação da Mesa Diretora, em escolher a seu bel prazer apenas os órgãos da grande imprensa para receberem a verba de publicitária da CLDF, ignorando qualquer critério de uso da verba pública.
Mais verba – No Diário Oficial da Câmara Legislativa do dia 12 de dezembro foi publicado o contrato celebrado entre a CLDF e a AV Comunicação e Marketing Ltda, no valor de R$ 25.000.000.00 (vinte e cinco milhões),para contratação de serviços de publicidade a partir da data da publicação.
A Mesa Diretora não informou se os seis milhões de reais foram retirados do contrato assinado com a AV Comunicações no dia 12 de dezembro, ou se foi sobra de caixa da tão badalada economia da Casa. Já que a economia foi de R$ 110 milhões e o GDF recebeu R$ 80,2 desse montante, sobram aí R$ 29,8 milhões em caixa.
A CLDF possui orçamento que deveria ser utilizado na comunicação institucional, cujo valor é de R$ 8 milhões, que deveriam ser aplicados no Jornal, Rádio e TV Distrital, além da reestruturação do portal da internet. Desses veículos, somente a internet “funciona” atualmente. O restante nunca saiu do papel e não há previsão para isso.
Em outubro passado, Anna Karolina Bezerra, coordenadora de comunicação da Casa afirmou à reportagem do Câmara em Pauta que não havia previsão para que a Rádio e a TV entrassem em funcionamento e o jornal ainda estava sendo projetado. “O que temos é o portal na internet, que a equipe atual pode manter com a estrutura que já existe”, disse.
Equipe enxuta - A equipe de Comunicação tem a mesma estrutura desde 1992, quando a Assessoria foi criada. São cinco jornalistas e quatro fotógrafos, sem contar com quatro profissionais cedidos ou de licença e três em vias de se aposentar. O plano de comunicação está pronto, mas nunca foi posto em prática e não há uma previsão para que isso aconteça.
A Assessoria foi criada numa época em que não existia tanta tecnologia à disposição. Os servidores da área dizem que, para se adequar aos novos tempos, seria necessária contratação e treinamento de pelo menos o dobro de pessoas que atuam efetivamente no setor. e não há nenhuma definição de como será o funcionamento do projeto e nem um direcionamento de como a resumida equipe poderá dar conta de todas as demandas.
Depois da Itália, agora é a Espanha que ameaça fotojornalistas
El Congreso retirará su acreditación a los fotógrafos de prensa que, al desempeñar su trabajo en el hemiciclo y en las comisiones, vulneren los "derechos fundamentales" de los diputados, como puede suceder con la difusión de los documentos que manejan en sus escaños o de los mensajes recibidos en sus móviles.
La posibilidad de retirar la acreditación a los gráficos, por un plazo máximo de un año, está incluida en una instrucción de la Presidencia de la Cámara, adoptada hoy con el parecer unánime de la Mesa, que ha analizado un informe jurídico sobre la compatibilidad entre la libertad de información y los derechos de los diputados.
El informe fue encargado por el presidente del Congreso, Jesús Posada, tras la publicación en el diario El Mundo de una fotografía captada en el hemiciclo con un mensaje privado recibido en el móvil del diputado socialista Alfredo Pérez Rubalcaba. La imagen permitía leer nítidamente el texto, en el que alguien anunciaba a Rubalcaba que Alberto Ruiz-Gallardón iba a ser nombrado ministro de Defensa, y su publicación fue calificada de "intolerable" por el presidente de la Cámara baja.
Contiene la instrucción un preámbulo en el que el propio Posada remarca que "quiere realzar y reforzar el derecho constitucional a la información, y simultáneamente, proteger otros derechos constitucionales también susceptibles de protección cuyo desarrollo armónico es exigencia cabal de un sistema democrático". El texto establece que para el ejercicio de la información gráfica en el interior del Congreso será preciso disponer de una acreditación, como ocurre ahora, expedida por la Dirección de Comunicación de la institución, teniendo en cuenta "el espacio disponible en la Cámara para el desarrollo de la actividad".
Además advierte de que "solamente los informadores gráficos acreditados podrán efectuar fotografías en el recinto del Congreso", y ello mediante los accesos que se determinen, sin poder captar imágenes en aquellas áreas que se señalen expresamente como prohibidas para tal actividad. El apartado 5 del documento, bajo el epígrafe "límites", contiene una única disposición que señala: "En el desempeño de la actividad autorizada, los redactores gráficos deberán respetar los derechos fundamentales de los diputados y demás personas que prestan sus servicios en la Cámara".
Este artículo es el que sirve de apoyatura al régimen sancionador que se determina en las disposiciones posteriores referidas al "incumplimiento" de las normas. Así, se establece que si la Dirección de Comunicación detectara "contravenciones" de lo dispuesto en la norma, lo comunicará a la Secretaría General del Congreso, que podrá incoar un expediente "con audiencia de los afectados" para determinar "las circunstancias en que se produjeron los hechos'.
Si tras finalizar el expediente "se dedujera un comportamiento inadecuado y contrario a esta instrucción", la Secretaría General elevará una propuesta a la Mesa, la cual estará facultada para retirar la acreditación por un plazo máximo de un año, aunque el medio para el que trabaje el fotógrafo sancionado podrá acreditar a otro profesional.
En el preámbulo, el presidente Jesús Posada destaca que la Cámara ha venido "dando apoyo al ejercicio de la actividad informativa" en el Congreso, "consciente del importante papel que los medios juegan en una sociedad libre y democrática".
Pero a continuación apunta que "el transcurso del tiempo y la constatación de determinadas circunstancias aconsejan regular de manera más precisa y con el rango normativo adecuado el desempeño de la actividad de la prensa gráfica en la Cámara, aprovechando la mayor parte de las prácticas ya consolidadas".
Las nuevas normas entrarán en vigor a partir del 1 de enero de 2012, de manera que ya será de aplicación en el próximo pleno del Congreso, que se celebrará el 11 de enero.