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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Crise: BBC de Londres diz que vai demitir duas mil pessoas

Com base no G1, que se apoiou nas informações da Reuters

Ao mesmo tempo em que anuncia um programa de recrutamento de trainees - profissionais mais inexperientes e com remuneração baixa -, a BBC anuncia que vai demitir cerca de 2 mil profissionais de seus quadros. A redução de pessoal é provocada pelos cortes nos repasses realizados pelo governo britânico. A media atinge tanto a TV quanto à Rádio. É bom lembrar que recentemente a BBC desativou uma série de projetos em idiomas diferentes do inglês, também para reduzir despesas. .
Pelos planos anunciados na quinta-feira 6/10, a BBC deverá cortar as 2.000 vagas de trabalho até 2017, reduzir seu orçamento para a compra de direitos de transmissão (inclusive esportivos), diminuir o número de executivos em cargos de chefia, partilhar mais conteúdo entre os diferentes serviços e exibir mais reprises. Imóveis da emissora na zona oeste de Londres serão vendidos.
Maior emissora do mundo, a BBC sofreu um corte de 20% no seu orçamento anual de 3,5 bilhões de libras (US$ 5,4 bilhões) imposto há um ano pelo governo, que precisou promover o maior corte das últimas décadas nos gastos públicos britânicos para fazer frente às dificuldades fiscais.
Com isso, a BBC terá uma economia de cerca de 670 milhões de libras por ano a partir de 2016/17.
'A BBC se tornará significativamente menor do que é hoje', disse a emissora no anúncio dos seus planos para a redução de tamanho.
Chris Patten, que foi o último governador britânico de Hong Kong e hoje dirige o órgão que supervisiona a BBC, fez na quinta-feira o anúncio das medidas aos funcionários, e disse que é natural que a emissora tenha de fazer sua parte nos cortes de gastos públicos, levando em conta o estado da economia global.
Com oito canais nacionais de TV, 50 emissoras de rádio e um imenso site na Internet, o tamanho e os recursos da tradicional emissora pública já eram objeto de inveja e de críticas dos concorrentes, a começar pela BSkyB, do magnata Rupert Murdoch. Os canais privados também vêm enfrentando dificuldades nos últimos anos, porque a recessão afeta o seu faturamento publicitário.
Aperto nas contas
No ano passado, a BBC havia aceitado congelar em 145,50 libras a taxa anual paga por todo domicílio britânico que tenha televisão. A emissora também está assumindo gastos extras que eram bancados anteriormente pelo governo, como a verba para o serviço mundial de rádio, que transmite para o exterior.
'Só poderemos cumprir esse plano adotando a mais abrangente transformação da nossa história', disse a BBC. 'Isso envolve escolhas dolorosas para a BBC, incluindo significativas perdas de empregos em todos os níveis da organização.'
O acordo entre a direção da BBC e o governo foi fechado às pressas, sem os vários meses de negociações geralmente envolvidos no processo, porque o governo de coalizão tinha urgência em cortar gastos públicos depois de tomar posse, no ano passado.
A BBC domina o setor de comunicações na Grã-Bretanha, oferecendo uma ampla oferta de dramaturgia, comédia e programação infantil, uma enorme operação jornalística e alguns dos mais populares sites da Internet no Reino Unido.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Ibope: TV o veículo mais buscado para informações desportivas

Por Ana Carolina Barbosa, do Telaviva news

Dora Camara, diretora comercial do Ibope, apresentou na tarde desta terça-feira, 4, durante o Maximídia 2011, em São Paulo, o estudo Esporte Clube Ibope Media, que tem como objetivo levantar informações mais aprofundadas sobre o consumo de conteúdo esportivo. A pesquisa completa deverá ser realizada ao longo de 2011, mas já foram concluídas as etapas que têm ênfase na televisão (aberta e paga) e na Internet. O estudo realizado entre abril e julho de 2011 nas 12 principais regiões metropolitanas com uma amostra de 9 mil entrevistas por onda que representam mais de 50 milhões de brasileiros acima de dez anos.

A pesquisa apontou que a televisão é o veículo mais procurado pelas pessoas quando elas buscam informação esportiva (72%), seguida do rádio (21%) e da Internet (16%). Entre os entrevistados, 61% afirmaram assistir aos eventos esportivos pela televisão ou no local onde eles acontecem, estádios e ginásios. Dos participantes da pesquisa, 58% praticam o consumo simultâneo, sendo a combinação mais comum a TV e a Internet (30%).

As modalidades esportivas mais buscadas tanto na TV quanto a Internet são o futebol, o vôlei e a Fórmula 1, nesta ordem. Na TV, os conteúdos mais procurados são a transmissão ao vivo (58%), programas esportivos (47%) e noticiários esportivos (43%). Entre os eventos ao vivo, os favoritos são o futebol (93%), o vôlei (41%) e a Fórmula 1 (29%). Os principais motivos que levam os entrevistados a procurarem este tipo de conteúdo na televisão são a qualidade das reportagens e programas de entrevista (47%) e a credibilidade das informações (18%).

A pesquisa abordou também quais eram as formas de publicidade que mais chamavam a atenção dos entrevistados nas atrações esportivas. A marca nos uniformes é a modalidade de maior visibilidade (69%), seguida dos anúncios no local do evento (68%), fala do locutor (67%), vinhetas nas transmissões (62%) e intervalo das partidas (59%). No estudo relativo à TV, o Ibope listou as categorias de anunciantes que mais associavam suas marcas aos programas esportivos tanto na TV aberta quanto na Internet. No topo da lista tanto dos canais pagos como dos abertos estão as marcas de cerveja. Nas demais posições, há diferenciação. Na TV aberta, a segunda categoria mais presente no conteúdo esportivo é refrigerantes, seguida de lojas de departamento. Na TV paga, os veículos e as instituições financeiras ficam com o segundo e terceiro lugar, respectivamente.

Redes sociais

Na Internet, 40% dos entrevistados buscam notícias esportivas no geral e 35% querem assistir a jogos e competições esportivas. Entre os entrevistados que procuram conteúdo esportivo na Internet, 75% assistem a vídeos e 34% lêem blogs. Os conteúdos esportivos também estão bastante associados às redes sociais: 73% buscam ou compartilham informações sobre esportes nas redes

Mais de 40% das pessoas entre 16 e 34 anos usam redes sociais enquanto veem TV

Do Teletime News

Os espectadores têm usado celulares, tablets e computadores e acessado as redes sociais, como Facebook e Twitter, enquanto assistem à TV. Uma pesquisa da TV Genius, da Red Bee Media, mostrou que 47% das pessoas entre 16 e 34 anos usam regularmente redes sociais enquanto assistem a TV. A informação foi apresentada por Tom Weiss, gerente geral da TV Genius, nesta terça-feira, 4, durante o Mipcom 2011.

A empresa monitora atividade relativa à TV em diferentes países. “Vimos que há tráfego de informações sobre TV fora dos horários em que os programas estão na grade, o que significa que as pessoas estão vendo ‘catch up’ TV, DVR, entre outros”, diz Weiss.

Segundo o executivo, embora o Twitter tenha um grande volume de informações sobre o que as pessoas assistem, esses dados não são representativos. “As pessoas ‘twitam’ sobre um programa se gostam dele ou o detestam”, diz. Neste sentido, o people meter, aparelho para medir a audiência na casa das pessoas, seria mais eficaz, pois não considera os programas que as pessoas não gostam – e, portanto, não assistem.

Recomendações

Uma das discussões em torno da utilização das redes sociais ao mesmo tempo em que se assiste TV é se haverá uma substituição do guia de programação pelas recomendações dos amigos pelas redes. Segundo Sean Besser, vice-presidente de desenvolvimento de negócios da Rovi Corporation, empresa de tecnologia de entretenimento digital, pesquisa realizada pela empresa mostrou que 83% dos espectadores não têm a menor ideia do que querem assistir no momento em que se sentam em frente à TV.

Segundo Clair Tavernier, da FremantleMedia, as conversas geradas nas redes sociais enquanto os programas são exibidos têm sido boas para ajudar a conquistar audiência e a vender, tanto os formatos quanto os produtos derivados, em especial dos programas menores. No entanto, ela afirma que ainda não foi possível achar lucro direto nas redes sociais. “Por enquanto o que conseguimos foi ‘buzz’ para os programas”.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Buenos Aires sedia Jornada Imprensa e Comunicação

El viernes 11 de noviembre de 2011, de 8:00 a 20:00, tendrá lugar la 2º Jornada Nacional de PRENSA Y COMUNICACIÓN, en el Centro Cultural Borges, Galerías Pacífico, Viamonte 525, Ciudad Autónoma de Buenos Aires, Argentina. Está dirigida al área de comunicación, marketing y recursos humanos del sector público, privado y sector sin fines de lucro. Tiene como objetivos capacitarse y actualizarse en el uso de las nuevas técnicas y herramientas de prensa y comunicación y ser un lugar de intercambio de experiencias y de encuentro con profesionales del sector. Valor por inscripción temprana $650 (Hasta el 28/10/2011). Posterior a esa fecha el valor de la inscripción es de $800. Valor para estudiantes $300. Valor por grupos de 2 o más personas $600. Valor para participantes de otros países US$200. Se otorgan certificados de asistencia. Para mayor información ingresar en http://www.jornadasyeventos.com.ar/prensa/

TEMARIO PRELIMINAR

Imagen Corporativa. Herramientas de Gestión

Análisis de casos reales de gestión de la imagen institucional o corporativa y la revisión de la terminología propia de la disciplina y los enfoques y autores más destacados en la producción teórica

Gestión de la Comunicación Institucional

Funcionamiento de los mecanismos de comunicación social de las organizaciones; los conceptos fundamentales de desarrollo, las herramientas que se utilizan para obtener espacios en medios de comunicación y su articulación y complementación con otras disciplinas cercanas como el marketing y la publicidad

Lobbying y Asuntos Públicos

Funcionamiento de la estrategia y el arte del lobbying y la gestión de asuntos de interés público y político por parte de las organizaciones y actores sociales directamente interesados en resultados determinados. De qué manera se asume el lobby en la Argentina, sus posibilidades de desarrollo y aceptación social; acciones y estrategias de lobby, y circunstancias generales de gobiernos, cámaras, administradores públicos y empresas de toda actividad y rubro. La política como aspecto inherente a todos los actores sociales

Gestión de la Comunicación a través del Mapa de Públicos o Stakeholders

Cómo identificar los públicos de interés de las organizaciones y establecer su relevancia para diseñar y gestionar una estrategia de comunicación. Los públicos o stakeholders son un conjunto de individuos que presentan una cierta homogeneidad que los define como unidad y con

los que la organización quiere comunicarse

Comunicación y Responsabilidad Social Empresaria

La Responsabilidad Social será Empresaria si favorece a toda la comunidad, empresa incluida. Para lograrlo la estrategia debe estar naturalmente alineada con la razón de ser de la empresa, las acciones serán imprescindibles pero no suficientes ya que sin la comunicación apropiada se desperdiciará potencia y beneficios en forma injusta e innecesaria

Publicidad no tradicional. Cómo crear valor de Marca

Técnicas y herramientas para crear valor de marca con acciones de comunicación adaptadas a cada organización y el desarrollo de herramientas que integran el Below The Line (BTL): marketing directo, sampling, promociones novedosas, ambush marketing, sponsoreo, mecenazgo, etc.

Gestión de riesgo Comunicacional

Herramientas para trabajar anticipadamente y metodológicamente la intervención estratégica en la comunicación de las organizaciones. Establecer una posición hacia el horizonte para que de este modo se puedan iniciar acciones y evitar inconvenientes en el futuro inmediato

Periodismo para agentes de Prensa y Comunicación

Analizar las estructuras básicas del trabajo periodístico y ejercitar la redacción de textos informativos de modo tal de comprender el modo en que piensan y trabajan los agentes de comunicación, encargados de marketing, etc., a la luz de las exigencias actuales de los medios de comunicación

Herramientas para la medición de la Comunicación

Indicadores que permitan medir la eficacia y eficiencia de los programas y estrategias de comunicación de una organización. Fijar objetivos y medir. El valor de los centímetros por columna no da el valor de las relaciones públicas. Medir el aporte de la estrategia de comunicación sobre los resultados del negocio de la organización

Auditoría de Comunicación

Análisis de los procesos de comunicación externa e interna para determinar si la organización está comunicando eficazmente su identidad y estrategia comunicacional. Cotejar y controlar la coherencia de las comunicaciones. La auditoria de comunicación se ocupa de analizar la lógica y la calidad de todas las comunicaciones

Media training. Cómo desenvolverse ante los Medios de Comunicación

Lograr una comunicación oral que atienda de manera concreta y directa las necesidades comunicacionales frente a los medios de comunicación través de un método de rápida asimilación. Simulaciones en tiempo real para que los participantes recreen situaciones posibles que habrán de enfrentar en el trato con los medios

Comunicação pública será tema de seminário internacional

Por Ginny Morais

Está prevista a realização, em novembro, de um seminário internacional sobre comunicação pública, com o objetivo de discutir formas de atualizar e desenvolver o setor no Brasil.

A informação é da deputada Luiza Erundina, coordenadora da Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão e o Direito à Comunicação com Participação Popular, que organiza o evento em parceria com a Secretaria de Comunicação da Câmara. Luiza Erundina explica por que é importante a discussão sobre a comunicação feita por órgãos públicos, entidades educativas e comunitárias:

"O campo público é aquele que nunca é contemplado, seja do ponto de
vista do ordenamento legal, jurídico, normativo, seja do ponto de
vista da política de comunicação."

O seminário vai ocorrer em meio ao debate sobre o Marco Regulatório das Comunicações, que deve ser enviado em breve pelo governo ao Congresso. A proposta reunirá em um só texto um conjunto de regras para o setor, que hoje não tem um referencial de leis a seguir. Para Erundina, é preciso atualizar as leis da área, principalmente porque existem novas tecnologias. Mas ela lembra que existem outras questões que também precisam ser discutidas:

"Até hoje não foram regulamentados os artigos da Constituição Federal
do capítulo quinto, sobre a regionalização das comunicações, a
multiprogramação, a produção independente, o respeito à diversidade
cultural do país. Nós estamos no marco praticamente zero no campo
público das comunicações e também na política de comunicação em
geral."

A deputada esteve reunida com o presidente da Câmara, Marco Maia, para pedir o apoio dele ao evento. Segundo Erundina, ele não vetou a realização e pediu para que fossem feitos
orçamentos. O seminário internacional sobre comunicação no setor público está marcado para os dias 23, 24 e 25 de novembro. A intenção, de acordo com Erundina, é que ao final do evento seja divulgado um documento com as conclusões para ajudar no debate sobre o Marco Regulatório das Comunicações.

Metade dos países latinos não possuem leis de acesso à informação

La Relatora para la Libertad de Expresión de la Comisión Interamericana de Derechos Humanos, Catalina Botero señaló durante un evento convocado por la organización IPYS, que la mitad de los países en América Latina todavía no cuentan con leyes que garanticen el acceso a la información pública. La implementación de carcos jurídicos que garanticen este derech es uno de los retos que afronta la región. Sin embargo, según la abogada colombiana, estos marcos jurídicos deben ser aplicadoscon voluntad política, con recursos y con capacitación de funcionarios.

Información publicada en el sitio web de AMARC. Para más detalles haga click aquí.

Brasil quer lançar o seu próprio satélite de comunicações

Depois de perder quatro posições satelitais adquiridas por multinacionais das telecomunicações, o Brasil corre, agora, contra o tempo, e pensa em lançar o seu próprio satélite de comunicações. Desde que a Embratel foi privatizada no governo FHC, o país ficou sem ter satélite próprio, deixando, inclusive, a área militar desprovida de um canal seguro.

O Brasil quer lançar até 2014 um satélite geoestacionário para comunicações. O satélite deverá ser fabricado no exterior, mas o governo pretende estabelecer como cláusula de contrato a transferência de tecnologia e a “ativa participação da indústria brasileira” no empreendimento, conforme destacou hoje (29) o chefe de Cooperação Internacional da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Monserrat Filho.

“Já foi consagrado que nada será feito sem que haja transferência de tecnologia. Não vamos comprar satélite pronto. Ele não pode ser feito sem a participação da indústria brasileira”, garantiu Monserrat. Segundo ele, é a primeira vez um satélite de comunicações é incluído no Programa Espacial Brasileiro.

O edital para a contratação do fabricante ainda não foi preparado, mas, de acordo com Monserrat, a fabricação do satélite deverá envolver parceria com um consórcio nacional que tende a ser formado pela AEB, a Telebrás, o Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) da Força Aérea Brasileira (FAB) e a Embraer.

O satélite, que ficará a 35,7 mil quilômetros da Linha do Equador, se deslocará na mesma velocidade da Terra, ficando como se estivesse estacionado em um ponto de órbita. O equipamento servirá para a ampliação da oferta de banda larga em áreas remotas do país e também para fins militares. Apesar da intenção de nacionalização da tecnologia, não está definido se o satélite deverá ser lançado do Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão, ou mesmo se um foguete brasileiro o levará ao espaço.

O Plano Plurianual 2012-2015 (PPA) – que fixa diretrizes, objetivos e metas para as despesas de capital e de duração continuada do período – prevê que o lançamento do satélite deve custar R$ 716 milhões. Além do satélite geoestacionário de comunicação, o PPA prevê o desenvolvimento dos satélites sino-brasileiros de observação Cbers 3 (no próximo ano) e Cbers 4 (até 2016).

Alguns projetos de satélites previstos no PPA tiveram início antes do período de planejamento do plano e terão a execução depois de 2015. São eles: o Satélite de Medida de Precipitação, que será desenvolvido em parceria com os Estados Unidos (até 2020); o Satélite Radar, em parceria com a Alemanha (2021); o Satélite Amazônia 1, apenas com peças fabricadas no Brasil (2018); o Satélite Lattes, para experiências científicas (2017) e o Satélite Sabiá Mar (2021).

No total, o desenvolvimento e lançamento desses satélites custarão mais de R$ 2,5 bilhões. Além dos satélites, a política espacial no PPA, sob a rubrica do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, inclui mais R$ 825 milhões até 2018 para a implantação do complexo espacial de Alcântara.

O lançamento de satélites brasileiros geoestacionários começou com o satélite Brasilsat A1 (1985) da Embratel, à época empresa estatal. A ele, seguiram o Brasilsat A2 (1986); o Brasilsat B1 (1994); o Brasilsat B2 (1995); e o Brasilsat B3 (1998), todos desenvolvidos com tecnologia americana ou canadense e lançados da Base de Kourou, na Guiana Francesa, pelo foguete europeu Ariane.