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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Proibição do uso de crianças em merchandising passa a valer em março

Da EBC

O Conselho Nacional de Autoregulamentação Publicitária - Conar decidiu proibir a veiculação na imprensa escrita, rádio e televisão em peças de merchandising - publicidade disfarçada - com a participação de crianças com menos de 12 anos de idade. A medida entra em vigor no dia 1º de março, mas é considerada inóqua por especialistas do ramo, principalmente por não proibir a publicidade formal.

Ouça a reportagem da Empresa Brasileira de Comunicação - EBC sobre o tema.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

TVs veiculam 2.394 merchandising em apenas um mês

Você sabe o que é merchandising? O "merchan", como gostam de chamar os homens de publicidade, é tanto aquele comercial que aparece dentro de um programa, como também pode ser mais dissimulado: a cerveja que o artista bebe, o carro que dirige, uma sacola de butique, um perfume, tem de tudo.
E cada vez mais as emissoras usam esta ferramenta para ganhar dinheiro. Segundo o Ibope, as TVs Band, Globo, Record, Rede TV! e SBT registraram 2.394 ações de merchandising em junho. A aferição foi feita pelo Merchanview, serviço do Instituto criado em parceria com agências de publicidade e emissoras, em teste desde janeiro.
Lideram o ranking de ações aquelas misturadas aos programas de auditório, cuja participação sobre o total foi de 43%. Em seguida vêm os realities show, com 11%, à frente dos humorísticos e dos programas destinados ao público feminino. 
Os anunciantes donos de produtos de higiene e beleza são os que mais investem em merchan na TV aberta, segundo a medição. Seguem na lista os materias de construção, créditos e financiamentos, tônicos e vitaminas e bebidas energéticas.
Não se tem idéia de quanto isso representa de receita, mas é certo que com a TV digital isso tenderá a aumentar,pois com as ferramentas de interatividade, o consumidor poderá comprar aqueleperfume que a artista da noveladas 8 estiver usando, ou o novotelefone celular, abrir umaconta, enfim, não haverálimites, nem para a tecnologiam nem para a ganância das emissoras.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Publicidade: Globo fatura R$ 70 milhões com merchandisings em novela

Da Adnews

A novela “Viver a Vida” termina nesta sexta-feira e fecha seu ciclo na emissora com recorde de lucros em ações de merchandising: R$ 70 milhões, segundo a coluna de Keila Jimenez, no Jornal Estado de S.Paulo.
De 14 de setembro de 2009 (estreia) até a última terça-feira, Viver a Vida teve 112 ações, quase um merchandising por capítulo. Os dados são do Controle da Concorrência, empresa que monitora inserções para o mercado. Os maiores anunciantes do folhetim foram:
-Kia, somando cerca de R$ 19 milhões em merchandisings (35 ações);
-Banco Itaú, com 13 ações e um investimento em torno de R$ 6,9 milhões;
-Nextel, com 12 ações, R$ 6,8 milhões.
O valor das ações foram calculados com relação ao tempo de cada uma, e o porcentual correspondente em relação ao preço dos 30 segundos no intervalo comercial do horário.
O levantamento ainda aponta que março foi o mês em que as ações se intensificaram durante a trama, foram 22. Ante a fevereiro, com nove e sete ações em janeiro. O mês de abril, até então, teve recorde de merchandisings dentro do história: 25.

Audiência
Apesar do sucesso comercial, conforme antecipado pelo Adnews, a novela deve acabar como a pior da década no horário da emissora. Até esta semana, a novela marcou 35,6 pontos de média no Ibope na área da Grande São Paulo, o que significa que haviam 2,13 milhões de domicílios sintonizados na emissora. Os números estão bem distantes dos conquistados por Senhora do Destino que entre 2004 e 2005 marcou 50,4 pontos e se perpetuou como recorde das novelas das 21h da emissora na década.
A explicação para a discrepância entre audiência e mercahandising pode estar na disseminação das novas plataformas de mídia. Hoje em dia, é possível assistir aos capítulos das novelas pela internet no site da própria Globo, além, é claro, do YouTube. Com a popularização de aparelhos celulares com captação de sinal de TV, outra alternativa à TV convencional, fica mais difícil de se comprovar a real abrangência das atrações televisivas.
O Ibope, único que faz a medição no Brasil, ainda não possui um método próprio para contabilizar o desempenho dos programas sem que se leve em conta a plataforma em que estão sendo exibidos. O recurso, ainda em estudo pelo instituto, já é realidade nos Estados Unidos, onde a medição fica a cargo da Nielsen.

domingo, 3 de janeiro de 2010

França se rende ao merchandising televisivo

A prática de merchandising, a propaganda quase que subliminar pela qual um determinado produto ou marca é inserido numa cena,já está autorizada na França.
O CSA, Conseil supérieur de l'audiovisuel, reunido em 15 de dezembro, decidiu regulamentar o que eles denominam inserção de produtos nos programas.

Até então, o merchandising era proíbido naquele país. A mudança abriga as normas adotadas pela União Européia, em 2007. Pela norma européia, a inserção de produtos só não está autorizada nos telejornais, nas revistas televisivas e programas infantis. Lá, dificilmente se venderia para os baixinhos xampu da Xuxa.
O merchandising na tv francesa está permitido nos filmes, nos programas de ficção e nos vídeoclips. O CSA foi mais restritivo do que a União Européia e também o proibiu nos programas de entretenimento.
Para veicular merchandising, a emissora terá que veicular uma mensagem no início, no final e a cada intervalo comercial alertando o espectador sobre a existência de merchandising no programa que ele irá assisitir.
As normas entrão em vigor no final de janeiro.
Embora proíbido, o merchandising já existia na prática, em especial nos programas desportivos e transmissões de jogos, onde as marcas dos produtos são abertamente visíveis.

Descontentamento

Segundo o jornal Le Monde, as grandes marcas e agências não ficaram contentes com as mudanças. Como sempre, elas querem mais. Elas querem que os produtos se integrem aos roteiros e scripts dos programas. Segundo elas, épreciso criar uma afinidade com o consumidor.

Para mais detalhes, em francês, clique aqui